Representando os milhares de viajantes, mochileiros e trilheiros do país e em nome de nosso amigo, Silnei Andrade, o 'mochileiro mor' do site que mais ajuda os viajantes, em fevereiro/março de 2016 fiz flamular a bandeira do mochileiros.com no alto dos 6.962 metros do Monte Aconcágua, a montanha mais alta das Américas!
Agora, este mês de novembro, a bandeira visitou o cume da montanha mais alta do continente africano, o Kilimanjaro, com seus imponentes 5.865 metros de altitude.
Após escalar praticamente todas as 20 montanhas mais altas do Brasil, alguns vulcões e montanhas da América do Sul e Central, estas duas montanhas foram, com toda certeza, os maiores desafios de minha vida. O êxito nestes objetivos, credito ao foco, planejamento, dedicação e muita determinação.
Assim, consegui vencer e superar todos os obstáculos e chegar ao cume destas tão almejadas montanhas, onde fiz flamular a bandeira em homenagem aos amigos mochileiros. Ainda não consegui finalizar o relato/documentário completo do Aconcágua, pois tive agenda cheia, neste, que foi um ano complicado por ser eleitoral. Acredito o relato
aos 'summits' mais irados de minha vida, podem servir como um 'norte' aos amigos que, da mesma forma, pretendem enfrentar esses grandes desafios.
OBS: Já inicio o planejamento para meus próximos desafios: o Monte Elbrus (Moscou - Russia) e o Denali (Alaska - USA), ambos sem data certa para acontecer, como sempre, pois todas as viagens e expedições que faço são executadas em total baixo custo, desde passagens aéreas, hospedagem e, principalmente, o menor custo possível com agências e atravessadores (se possível, sem a ajuda deles), pois sou contra gastar o que vejo muitos gastando por aí quando se pode economizar bastante!
Companhias são bem-vindas, mas não essenciais, pois muitas vezes aparecem quinhentos interessados em viajar gastando pouco, mas na hora (como diz a música), 'pulam que nem pipoca'. Sendo assim, em todas as viagens planejo ir sozinho e se rolar companhia, ótimo! Se não rolar, bora pro Summit! O que acontece sempre é que junta-se um grupinho e depois um a um começa a desistir e nada acontece!
PS: Os vídeos não estão em alta qualidade e nem foi editado de forma profissional. O da chegada ao cume do Aconcágua eu editei ainda dentro da barraca, de forma bem precária, mas dá para se ter uma ideia da emoção que foi vencer todos os desafios e tocar na cruz, no ponto mais alto das Américas!
Já o resumo da chegada ao Kilimanjaro eu editei no hall do Hotel Kindoroco, em Mojhi, na Tanzânia, onde ainda estou hospedado, descansando um pouquinho após a expedição.
Detalhe do Aconcágua: 2 dias antes de minha chegada ao cume, o grande Máximo Kausch (maior detentor de summits acima de 6 mil metros do mundo) sofreu com o mal tempo (ventos de 120km/h e sensação térmica de -40ºC e por isso teve que abortar a expedição. Isso nos mostra que não somos nós que escolhemos se vamos ou não chegar ao topo... é a montanha que escolhe quem sobe e quem não sobe, sendo o vento o principal fator preponderante.
Em resumo e 'pingos nos ís': faz-se muita propaganda e paga-se horrores (4 mil dólares = 17 mil reais) para agências/guias e atravessadores e no fim da história um cara sozinho, raçudo e corajoso sem pagar nada chega no cume do Aconcágua e o grupo que pagou se lascou e ficou à ver navios! Pronto Falei! Sou viajante roots, econômico e mão-de-vaca mesmo e assim a vida segue! Quem gostou, gostou, quem não gostou entra na fila e assiste!
A vitória é nossa!!!!
Representando os milhares de viajantes, mochileiros e trilheiros do país e em nome de nosso amigo, Silnei Andrade, o 'mochileiro mor' do site que mais ajuda os viajantes, em fevereiro/março de 2016 fiz flamular a bandeira do mochileiros.com no alto dos 6.962 metros do Monte Aconcágua, a montanha mais alta das Américas!
Agora, este mês de novembro, a bandeira visitou o cume da montanha mais alta do continente africano, o Kilimanjaro, com seus imponentes 5.865 metros de altitude.
Após escalar praticamente todas as 20 montanhas mais altas do Brasil, alguns vulcões e montanhas da América do Sul e Central, estas duas montanhas foram, com toda certeza, os maiores desafios de minha vida. O êxito nestes objetivos, credito ao foco, planejamento, dedicação e muita determinação.
Assim, consegui vencer e superar todos os obstáculos e chegar ao cume destas tão almejadas montanhas, onde fiz flamular a bandeira em homenagem aos amigos mochileiros. Ainda não consegui finalizar o relato/documentário completo do Aconcágua, pois tive agenda cheia, neste, que foi um ano complicado por ser eleitoral. Acredito o relato
aos 'summits' mais irados de minha vida, podem servir como um 'norte' aos amigos que, da mesma forma, pretendem enfrentar esses grandes desafios.
OBS: Já inicio o planejamento para meus próximos desafios: o Monte Elbrus (Moscou - Russia) e o Denali (Alaska - USA), ambos sem data certa para acontecer, como sempre, pois todas as viagens e expedições que faço são executadas em total baixo custo, desde passagens aéreas, hospedagem e, principalmente, o menor custo possível com agências e atravessadores (se possível, sem a ajuda deles), pois sou contra gastar o que vejo muitos gastando por aí quando se pode economizar bastante!
Companhias são bem-vindas, mas não essenciais, pois muitas vezes aparecem quinhentos interessados em viajar gastando pouco, mas na hora (como diz a música), 'pulam que nem pipoca'. Sendo assim, em todas as viagens planejo ir sozinho e se rolar companhia, ótimo! Se não rolar, bora pro Summit! O que acontece sempre é que junta-se um grupinho e depois um a um começa a desistir e nada acontece!
PS: Os vídeos não estão em alta qualidade e nem foi editado de forma profissional. O da chegada ao cume do Aconcágua eu editei ainda dentro da barraca, de forma bem precária, mas dá para se ter uma ideia da emoção que foi vencer todos os desafios e tocar na cruz, no ponto mais alto das Américas!
Já o resumo da chegada ao Kilimanjaro eu editei no hall do Hotel Kindoroco, em Mojhi, na Tanzânia, onde ainda estou hospedado, descansando um pouquinho após a expedição.
Detalhe do Aconcágua: 2 dias antes de minha chegada ao cume, o grande Máximo Kausch (maior detentor de summits acima de 6 mil metros do mundo) sofreu com o mal tempo (ventos de 120km/h e sensação térmica de -40ºC e por isso teve que abortar a expedição. Isso nos mostra que não somos nós que escolhemos se vamos ou não chegar ao topo... é a montanha que escolhe quem sobe e quem não sobe, sendo o vento o principal fator preponderante.
Em resumo e 'pingos nos ís': faz-se muita propaganda e paga-se horrores (4 mil dólares = 17 mil reais) para agências/guias e atravessadores e no fim da história um cara sozinho, raçudo e corajoso sem pagar nada chega no cume do Aconcágua e o grupo que pagou se lascou e ficou à ver navios! Pronto Falei! Sou viajante roots, econômico e mão-de-vaca mesmo e assim a vida segue! Quem gostou, gostou, quem não gostou entra na fila e assiste!
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