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Helen Pusch

Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

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Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

 

Eu e meu marido passamos um mês inesquecível no Sudeste Asiático, mais precisamente Tailândia, Camboja e Vietnã, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016. Vou procurar incluir no relato os gastos, informações, dicas etc.

 

Foram dez meses entre a escolha do destino e a viagem.

 

Muito planejamento, muita leitura, muita pesquisa… Vimos e revimos todos os relatos aqui do Mochileiros sobre a região. Dezenas de blogs, sites, fotos, vídeos… E ainda assim, NADA te prepara para o que SENTE quando finalmente se ESTÁ lá. Não parece que fomos para outros países, mas sim para OUTRO MUNDO! Os aromas das comidas de rua por toda a parte, misturados ao cheiro do incenso; o trânsito caótico; as dezenas de templos existentes por onde se passa; as práticas religiosas diárias da população; sabores maravilhosos de temperos e ingredientes dos quais nunca ouvimos falar; um povo hospitaleiro, gentil e humilde; e paisagens de tirar o fôlego…

 

Até agora não tenho bem certeza de que fomos para lá, mas por via das dúvidas vou registrar meu relato. Quem sabe ajuda a ficha a cair...

 

 

ROTEIRO

 

Como em qualquer planejamento de viagem, esse roteiro mudou diversas vezes. Inicialmente iríamos também para o Laos, depois desistimos.

 

No fim das contas, nosso roteiro foi esse (com uma descrição breve do que fizemos em cada dia):

 

DIA 01 Chegada em Bangkok 09:05 (Khao San Road; Wat Arun; Chao Phraya River)

 

DIA 02 Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

DIA 03 Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

DIA 04 Bate-volta Ayutthaya

 

DIA 05 Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

DIA 06 Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

DIA 07 Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

DIA 08 Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom)

 

DIA 09 Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An

 

DIA 10 Hoi An (centro histórico, An Bang Beach)

 

DIA 11 Hoi An (passeio de bike, centro histórico)

 

DIA 12 Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge)

 

DIA 13 Da Nang (Marble Mountains)

 

DIA 14 Bate-volta Hue

 

DIA 15 Da Nang (Lady Buda); ida para Hanoi 21:50

 

DIA 16 Hanoi (Old Quarter e arredores)

 

DIA 17 Halong Bay

 

DIA 18 Retorno de Halong Bay; Hanoi

 

DIA 19 Hanoi (Mausoleu de Ho Chi Minh); ida para Chiang Mai 16:45

 

DIA 20 Chiang Mai (centro histórico, Doi Suthep, Night Bazaar)

 

DIA 21 Chiang Mai (Patara Elephant Farm, Sunday Night Market)

 

DIA 22 Chiang Mai (curso de culinária: Thai Farm Cooking)

 

DIA 23 Chiang Mai (templos diversos/ dia à toa)

 

DIA24 Chiang Mai; ida para Krabi 17:35

 

DIA 25 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 26 Krabi (passeio Hong Island)

 

DIA 27 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 28 Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard

 

DIA 29 Retorno a Phi Phi; tarde praia (Loh Dalum); view point

 

DIA 30 Phi Phi (Loh Dalum)

 

DIA 31 Praia pela manhã; Ferry para Phuket; Voo para Amsterdã 20:20

 

 

PASSAGENS AÉREAS

 

Depois de muitas pesquisas, considerando diversas possibilidades (comprar ida e volta; ou pegar ida e volta com milhas até alguma cidade da Europa e comprar à parte ida e volta para Bangkok ou Hanoi; ou comprar a ida e voltar com milhas; entre outras), a opção mais econômica acabou sendo a seguinte: comprar um bilhete múltiplos destinos de São Paulo a Bangkok, e depois de Phuket até Amsterdã, além de não precisar voltar a Bangkok para ir embora.

Já que voaríamos para Amsterdã, resolvemos ficar uns diazinhos por lá para conhecer, mas vou deixar essa parte para um outro relato. O único contra desse roteiro foi ter que incluir roupas para o frio na bagagem.

Ficou assim:

Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 9000 pontos Azul

São Paulo – Bangkok / Phuket – Amsterdã: R$3700 Etihad

Amsterdã – Porto Alegre: 45000 pontos TAM

 

#ficaadica: explorem bastante a opção "múltiplos destinos" das companhias aéreas, uma mudança de cidade ou até mesmo a ordem delas pode fazer muita diferença no valor final da passagem!

 

 

TRECHOS INTERNOS

 

Para os deslocamentos entre as cidades, escolhemos pagar um pouco mais e ganhar tempo para conhecer os lugares, por isso fizemos todos os deslocamentos de avião:

 

Bangkok-Siem Reap USD 74,53 Cambodia Angkor Air

 

Siem Reap-Da Nang USD 160 Vietnam Airlines

 

Da Nang-Hanoi USD 39 Vietnam Airlines

 

Hanoi-Bangkok 12500 milhas Smiles (voando Qatar Airways)

 

Bangkok-Chiang Mai USD 37 Thai Airways

 

Chiang Mai-Krabi USD 59,44 AirAsia

 

Observações: os trechos Hanoi-Bangkok e Bangkok-Chiang Mai foram no mesmo dia, e ficou um trajeto assim quebrado porque a ideia inicial era voar de Hanoi a Luang Prabang, ficar uns dias e depois voar de lá para Chiang Mai. À medida que a viagem se aproximava, resolvemos cortar Luang Prabang do roteiro porque os voos para/de lá eram um tanto caros (em alguns meses acompanhando os preços, eles nunca baixaram, não rolou nem uma mísera promoçãozinha).

O voo da AirAsia era o único que não incluía franquia de bagagem, esse preço aí de cima inclui uma bagagem de até 20kg.

 

 

GASTOS

 

Sei que “quanto se gasta” é a primeira preocupação da maioria das pessoas que pensam em ir para lá. Saibam que dá para fazer essa viagem com bem menos do que eu vou descrever abaixo, por exemplo fazendo os trechos internos de ônibus em vez de avião, cortando alguns dos passeios mais caros que fizemos etc.

 

Excetuando as passagens para ir e voltar, antes de sair do Brasil só estavam pagos Maya Bay Sleep Aboard, hospedagem de Phi Phi e voos internos, totalizando uns USD 550.

 

Para todo o resto, gastamos cerca de USD1650 cada, entre o que levamos e o que sacamos por lá.

 

Os gastos maiores foram (por pessoa):

 

  • Bate-volta Ayuthaya: 600 bahts (+-USD 17)
     
    Guia nos templos de Siem Reap (dois dias, com transporte): USD 70
     
    Passeio de quadriciclo em Siem Reap: USD 41
     
    Passeio de bike Hoi An: 500000 dongs (+- USD 23)
     
    Bate-volta Hue: 900000 dongs (+- USD 40)
     
    Halong Bay 2D1N: USD 180
     
    Patara Elephant Farm: 5800 bahts (+- USD160)
     
    Curso de culinária Chiang Mai: 1300 bahts (+- USD 36)
     
    Tour Hong Island: 900 bahts (+- USD 25)
     
    Transfer Krabi-Phi Phi (van+ferry): 350 bahts (+- USD 10)
     
    Maya Bay Sleep Aboard: 3000 bahts (+- USD 84)
     
    Transfer Phi Phi-Phuket (ferry+van até o aeroporto): 400 bahts (+- USD 11)

 

As cotações aproximadas que pegamos:

  • 1USD = 35,80 bahts
    1USD = 4000 riels
    1USD = 22000 dongs

 

Ao longo do relato vou detalhando melhor gastos com alimentação, entrada com atrações, etc.

 

 

HOSPEDAGENS

 

Adoramos ficar em hostels, mas muitas vezes essa não é a opção mais econômica para um casal. Acabamos ficando em um hostel somente em Krabi.

 

Bangkok - Bhimann Inn: 5 diárias USD156. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (imprescindível para o calorão de lá), piscina, wi-fi razoável, sem café-da-manhã. :)

 

Siem Reap - Popular Boutique Hotel: 3 diárias USD48,60. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (idem), muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Hoi An - Phuoc An: 3 diárias USD72. A uns 10' de caminhada do centro histórico, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado, piscina (nem chegamos a usar), wi-fi bom, com café-da-manhã. :)

 

Da Nang - Anh Duong II: 3 diárias USD 37. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem pertinho da praia. Quarto amplo e limpo, camas duras, banheiro, ar-condicionado, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :|

 

Hanoi - Hanoi Downtown Hotel: 2 diárias USD 28. Boa localização, quarto não tão limpo com banheiro (e banheira), ar-condicionado (apesar de desnecessário nessa época), wi-fi bom, com café-da-manhã. O único dessa lista que eu aconselho: NÃO fiquem lá! :(

 

Hanoi (após retorno de Halong Bay) – Hang My Hotel: 1 diária USD 21. As mesmas coisas que o Hanoi Downtown, mas mais limpo, mais novinho e com melhor atendimento. :)

 

Chiang Mai - RCN Court Inn: 5 diárias USD 70. Dentro do centro histórico, quarto com banheiro, wi-fi, sem café mas com cozinha coletiva. :)

 

Krabi - Glur Hostel: 4 diárias USD100. A uns 10' de caminhada da praia, quarto limpo com beliche, banheiro coletivo, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, com café-da-manhã e cozinha coletiva. :D

 

Phi Phi - JJ Bungalow: 2 diárias USD92. Boa localização, quarto amplo e limpo, banheiro, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Média com hospedagem: USD22,3/dia (ressaltando: valor para duas pessoas).

 

 

No próximo post começo a relatar o dia-a-dia, e prometo colocar fotinhos ::otemo:: !

  • Gratidão! 1

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PRÉ-VIAGEM / VIAGEM (26 e 27/12/15)

 

Nosso voo São Paulo-Abu Dhabi tinha saída prevista para 23h45, mas já no início da manhã recebemos por e-mail a informação de que sairia somente 1h25 do dia seguinte. Deu até para alterar o trecho Porto Alegre-São Paulo para um horário mais tarde, para não ficarmos tantas horas mofando no aeroporto (alteração feita pelo aplicativo da Azul: simples, rápido e sem taxas).

 

Já em Guarulhos, no momento do check-in no balcão da Etihad a atendente pediu mil desculpas pelo atraso no voo, e “como forma de atenuar a espera” ela nos deu um voucher para jantar em um restaurante do aeroporto. Os farofeiros tinham levado até sanduíches pra não precisar comprar (gastar) nada ali, e sem esperar ganhamos uma janta excelente em um lugar com ilha de massas e buffet de saladas e pratos frios, que estava muuuito bom! Ótimo começo! ::cool:::'>

 

Após muita ansiedade pelo embarque ::hahaha:: , finalmente entramos no avião. Não à toa é uma das melhores companhias aéreas do mundo. Confortável (tanto quanto pode ser uma classe econômica), muitas opções de entretenimento no monitor individual, kit conforto com coberta, travesseiro, tapa-olhos e protetor auricular, refeições gostosas e fartas e ótimo atendimento. Tudo isso amenizou um pouco a sensação de que esse voo não tinha fim (esse trecho dura 14 horas)!

As janelas do avião permanecem fechadas o tempo todo, até mesmo como forma de não bagunçar mais ainda o relógio biológico dos passageiros, mas de vez em quando eu dava uma espiada e tive vistas incríveis do Deserto do Saara e do Mar Vermelho.

 

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A conexão em Abu Dhabi não foi muito longa, só caminhamos um pouco pelo aeroporto e pelo free shop. Já deu para sentir a enorme diferença de estar do outro lado do mundo, principalmente pelo modo de vestir de muitas pessoas que transitavam por ali. Muito legal! Estávamos também bem felizes porque agora faltava apenas mais um voo, de “somente” 6 horas!

Este trecho manteve o padrão do anterior, e de fato a sensação foi de que ele passou bem rápido.

 

Logo estávamos descendo em Bangkok, maravilhados com a quantidade de templos dourados que reluziam no sol da manhã, com a quantidade de edifícios enormes e modernos, com o tamanho da cidade, com a indescritível e incomparável sensação de chegar no destino que foi tanto desejado!

 

Chegamos à Tailândia! ::hahaha::

 

 

DIA 01 (28/12/15) Chegada em Bangkok (Khao San Road; Chao Phraya River; Wat Arun)

 

Uhuuuu, chegamooooos!

 

Pousamos um pouco depois das 9 da manhã.

Passamos primeiro no Health Control, preenchemos o formulário, mostramos o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e pegamos o “ok”. Após isso, trocamos 20 dólares cada em um câmbio ali mesmo, só o suficiente para os primeiros gastos (obviamente a cotação foi péssima: 34 bahts/dólar). Seguimos então para a fila da imigração. Estava enorme, bagunçada, mas até que não demorou tanto quanto pareceu que demoraria. Nessa função toda, quando finalmente fomos retirar as bagagens a esteira já estava parada e as poucas bagagens restantes estavam no chão.

 

Já que chegamos bem antes do horário do check-in no hotel, optamos por usar o Rail Link para sair do aeroporto, assim a gente já ia se ambientando com o transporte público e a população local, e vendo um pouco mais da cidade. É só ir descendo as esteiras rolantes e seguindo as placas que se chega à estação. Compramos os bilhetes (ou melhor, fichas) no terminal de autoatendimento, e rapidinho veio um trem.

 

Curtimos bastante o trajeto, impressionados com tudo, encantados com tudo!

 

Descemos na estação Phaya Thai, que era a que nos deixava mais próximos do nosso hotel (serve para os que vão se hospedar nos arredores da Khao San Road, que era o nosso caso). Ali procuramos um táxi para o resto do trajeto (cerca de 5km), e na saída da estação já tinha um parado.

Ele nos abordou: “para onde vocês querem ir?”, dissemos o nome do hotel e ele escreveu no smartphone pra ver a localização, e disse “ok”, perguntamos “quanto” e quando ele ia escrever o valor na calculadora, falamos “com taxímetro?” e ele prontamente respondeu “taxímetro? Ok!”. É claro que estávamos seguindo as dezenas de dicas que lemos aqui no Mochileiros de que as corridas com taxímetro são baratíssimas, mas achei muito estranho ele ter concordado tão rápido… :roll:

Entramos no táxi, e logo que arrancamos falamos “hei, teu taxímetro não está ligado!”, e ele mostrou “não, está ligado sim, mas o visor está com problemas”, aí ele apertou um botão que mostrou o valor no visor, mas que sumiu logo em seguida! Nesse ponto já fiquei não com uma, mas muitas pulgas atrás da orelha :( . Ele foi indo com aquela conversinha fiada “de onde vocês são? quantos dias vão ficar? blá blá blá blá”, nem dez minutos depois chegamos em frente ao hotel. Ele apertou o tal botão do taxímetro e mandou a facada: 600 bahts! SEISCENTOS BAHTS! Putaqueopariu, mas que baita falcatrua, fdp, cretino ::vapapu:: ! Enquanto o Rodrigo contava o dinheiro, meio confuso com aquele valor (a gente já sabia de antemão que muita gente vem desde o aeroporto por menos que isso), o cara repetia “600 bahts” olhando para o Rodrigo, e olhava para mim e dizia para eu descer do táxi. Que ódio! Somado a um certo medo de que ele poderia ir embora com nossos mochilões que estavam no porta-malas se nos recusássemos a pagar. Dez meses planejando a viagem para chegarmos lá e sermos recebidos tomando um golpe! Ser feito de trouxa logo no primeiro dia! ::grr::

 

#ficaadica: fiquem ligados nesses taxímetros “mágicos”.

 

O melhor nessa hora era esquecer o que aconteceu, já que não adiantava ficar esbravejando pelo que já passou. Vamos usar isso pra ficar mais espertos agora e pronto!

 

Deixamos os mochilões no hotel, enquanto o quarto não estava disponível, e nos tocamos direto pra Khao San Road.

Mesmo naquela hora da manhã já era muito doido aquilo ali! Gente de tudo que é jeito, de tudo que é lugar do mundo, vendedores de tudo que é bugiganga, barracas de um monte de tipo de comida.

 

Trocamos mais uns dólares, agora por uma cotação melhor (35,88 bahts/dólar). Demos uma olhadinha bem por cima nas agências que oferecem passeios, só para ter uma ideia de valores, e sentamos em um boteco para tomar uma ceva. Caiu muito bem, depois da longa viagem e do perrengue na chegada! Pedimos uma Chang e ficamos curtindo o movimento.

 

Depois disso procuramos uma barraquinha e comemos o primeiro Pad Thai da viagem! Delícia! E rolinhos primavera também.

 

Voltamos ao hotel, fizemos o check-in e tomamos um belo banho. Talvez tivesse sido prudente descansar um pouco, mas quem quer saber? A vontade de conhecer mais daquele lugar era enorme!

 

Caminhamos até o pier Phra Arthit para pegar o barco de transporte público do Chao Phraya River. A atendente tentou nos vender o passe do barco de bandeira azul, que é o turístico e custa THB 150 por pessoa para viagens ilimitadas durante um dia. Para nós não compensava, compramos o passe para o barco de bandeira laranja por THB 14 cada, vai um monte de turistas misturados com os locais, e é bem tranquilo de usar. Dá para comprar o mesmo bilhete dentro do barco direto, é só procurar alguém que fica sacudindo uma lata cheia de moedas, não tem erro.

O barco não estava muito cheio e conseguimos um lugar para sentar. Logo em seguida surge o Wat Arun à nossa frente, enorme, muito lindo!

 

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Fomos até a estação de Taksin, que é o pier central. Descemos pra fazer um reconhecimento da área, pois é ali a ligação com o Sky Train. E então pegamos novamente um barco da bandeira laranja para retornar, dessa vez para irmos ao Wat Arun.

 

Descemos no pier Tha Tien, e ali pegamos um outro barquinho que atravessa o rio até o templo. Vestimos a roupa apropriada para templos, nossa estratégia era sempre carregar na mochila as “pernas” da calça-bermuda e uma camiseta bem levezinha (dry-fit) para colocar por cima da regata quando precisássemos. Faz um calor do cão lá e ficar o tempo todo andando de calça e camiseta é massacrante!

 

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O lugar todo é incrível! Jardins bem cuidados, monges passando… e a riqueza de detalhes de decoração é fantástica! Ficamos muito tempo ali, curtindo sem pressa. Algumas poucas partes estavam tapadas porque estavam preparando o local para a comemoração da virada do ano, mas não atrapalhou o passeio.

 

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Voltamos de barco até o pier próximo ao hotel, já era final de tarde e o cansaço começou a bater forte. Todas as horas de viagem (e eu não consigo dormir muito nos voos), junto com o fuso horário virado de cabeça para baixo.

 

Passamos em um 7eleven pra comprar água, biscoitos, ceva etc. Aliás,

 

#ficaadica: a 7eleven tem de tudo. Sério, de tudo! Lanches para consumir na hora, lanches para levar, shampoo, condicionador, protetor solar, repelente, chip para celular, maquiagem, remédios de vários tipos… até teste para gravidez tem, vai que alguém precise eheheh. :lol:

 

Fomos pro hotel largar as coisas, e a ideia era ir pra Khao San Road. Me deitei um pouquinho na cama e simplesmente apaguei! Parecia que alguém tinha desligado a chave geral! O Rodrigo ainda me chamou algumas vezes pra gente sair, mas não consegui me mexer dali… ::essa::

 

GASTOS DO DIA (bahts):

  • Rail link: 45 / por pessoa
    Táxi: 300 / por pessoa
    Ceva: 100 (garrafa grande no boteco)
    Pad thai na rua: 30 cada
    Barco (transporte Chao Praya River): 14 / trecho
    Barco – travessia para Wat Arun: 3 / trecho
    Entrada Wat Arun: 50 / por pessoa
    7eleven (compras diversas): 185

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DIA 02 (29/12/15) Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

Apesar de ter capotado no dia anterior, a noite de sono não foi das melhores. Acordei uma hora da manhã, só dormi de novo lá pelas duas; acordei de novo lá pelas cinco, adormeci pelas seis… O jet lag nos virou do avesso ::dãã2::ãã2::'> !

 

Bem cedinho já estávamos em pé, tomamos café-da-manhã no 7eleven bem do ladinho do hotel e rumamos para conhecer os templos mais famosos de Bangkok. É bem tranquilo de ir a pé para quem está hospedado nos arredores da Khao San Road.

 

Chegamos no Grand Palace pouco depois do seu horário de abertura, mas ainda assim o lugar já estava fervilhando de gente! Há muitos ambulantes vendendo calças e cangas para as pessoas que foram despreparadas para entrar nos templos (todos tem que cobrir joelhos e ombros). Há também uma seção de empréstimo dessas roupas logo na entrada do palácio, mas pelo que vi a fila estava bem grandinha (principalmente no horário em que saímos, mais no final da manhã).

 

As filas para comprar ingressos e para entrar foram bem rápidas.

 

Logo que se entra, o impacto é forte! É tanta coisa mais linda que a outra que a gente fica sem saber pra onde olhar, nem por onde começar.

 

A primeira parte da visita é onde está o Wat Phra Kaew e diversos outros templos e estupas. É ma-ra-vi-lho-so! Muitas cores fortes, muito dourado, murais com cenas cheias de detalhes, esculturas diversas… uma loucura!

Aqui começamos a ver a cena que seria comum em todos os templos que conhecemos durante a viagem: tem muita gente orando e fazendo oferenda! Mas não é, assim, muitos turistas e um que outro orando… tem muita gente orando! E muito incenso queimando (eles acendem pra Buda), deixando todo o lugar muito cheiroso!

 

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A concentração maior de gente era para entrar no próprio Wat Phra Kaew, onde está o famoso Buda de Esmeralda (que na verdade não é de esmeralda, mas sim de jade :D). No interior desse templo não é permitido fotografar, mas sempre tem os mal-educados que não estão nem aí… vai de cada um, né? Enfim, o Buda de Esmeralda é bonito, apesar de ser pequeno, mas gostei mesmo foi do interior do templo como um todo, é deslumbrante!

 

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Depois de um bom tempo tentando assimilar tanta beleza, passamos para a parte do Grand Palace. Logo após a passagem de um ambiente para o outro tem uma tenda vendendo água e suco. O calor já estava pegando e a água já tinha até acabado, tive que pegar um suco que pelo menos estava bem gelado.

 

A parte do Grand Palace é bastante diferente, mas incrível também. Os jardins são muito bem cuidados, é muito lindo e muito agradável de passear ali.

 

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Caminhamos, entramos no pequeno museu de armas, sentamos na sombra para fazer um lanche. Quase no final da manhã fomos embora, para visitar o Wat Pho.

 

No caminho, paramos para comprar umas frutas em uma das milhares de barraquinhas que vendem frutas em tudo que é lugar. Pegamos um pacotinho de manga (deliciosa!), e o vendedor já nos ofereceu um passeio de táxi que visitaria não sei quais templos mais afastados blá blá blá, conversamos um pouquinho como quem tem interesse e falamos que voltaríamos. Incrível como eles sempre querem te vender algo, e quando tu compras, querem te vender outra coisa, e assim vai…

 

Na entrada do Wat Pho há serviço de guias. Não pegamos, mas não achei caro, era algo como 300 bahts para duas pessoas.

Começamos pelo ponto principal: o Buda deitado. É muito lindo! A parte dos seus pés, que é decorada com madrepérola, estava sendo restaurada.

 

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Todo o complexo do Wat Pho é muito maior do que eu imaginava, com diversos ambientes entre templos, estupas, jardins, além da famosa escola de massagem. Tem também lojinhas de artesanato/souvenirs e bar.

 

Depois de um tempo passeando por tudo, fomos na escola para fazer a massagem. Só tinha disponibilidade para dali a 40 minutos, então pegamos as fichas e voltamos a passear pelo resto do lugar. Realmente gostei muito dali ::love:: , toda aquela beleza, com aquele cheirinho de incenso no ar, foi muito agradável e relaxante.

 

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Voltamos para fazer a massagem, pegamos a de meia hora. Nossa! Fizeram jus à fama da massagem tailandesa! É forte e em vários momentos doída, mas ao final a sensação é muito boa!

 

Depois da massagem, já era meio da tarde e estávamos loucos de fome! E muito curiosos para experimentar uma comida de rua diferente. Escolhemos uma das barraquinhas bem em frente ao Wat Pho, com mesinhas na calçadas mesmo, os carros passando bem em frente. Escolhemos um prato com carne de porco e vegetais (não lembro o nome), uma papaya salad, que é um prato bem comum deles, e uma metade de frango assado na brasa. O cara perguntou “spicy or no spicy?”, por uma fração de segundo pensei “spicy, é claro, nós adoramos pimenta, opa!, peraí!, estamos na tailândia e a coisa não é bem assim!!!” e pedi no spicy. Meeeudeeeus, a papaya salad beirava o intragável ::hein: . Comemos metade só, não aguentamos. O prato com porco era em um nível que para nós é bem picante, mas depois da salada parecia um refresco. E o frango também era picante, mas comparado aos outros dois era uma papinha para bebês.

 

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Voltamos também a pé para o hotel, por uma rua paralela ao Chao Phraya. Fomos vendo a rotina da cidade, passamos por dentro de uma universidade, por diversas lojas das mais variadas bugigangas, dúzias de barracas de comida de rua e pessoas vendendo objetos usados (tipo brechó) na calçada mesmo. Atravessar uma rua sempre era uma aventura, ainda mais que a mão é inglesa e nos confunde.

 

Depois de descansar um pouco no hotel, finalmente fomos conhecer a noite na Khao San Road. Que que é aquilo? Só indo lá para ver a doideira! Bares lotados, baladas com som alto, gente doidona, muitas barraquinhas de comida, vendedores ambulantes, estúdios de tatuagem, massagens sendo feitas em cadeiras na calçada mesmo, enfim… acho obrigatório conhecer a Khao San Road à noite, resume bem o que é Bangkok: diversificada, insana, frenética!

 

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Paramos em uma barraquinha para comer um Pad Thai, e enquanto esperávamos um cara apoiou o cotovelo no ombro do Rodrigo, olhou bem nos olhos dele e perguntou bem sério “Ping-pong show?”. A gente não tinha interesse em ir, mas essa cena foi bem engraçada. Pra quem quiser, é só ficar perambulando por ali que aparecem os caras oferecendo.

 

Comemos, bebemos, ficamos curtindo as figuraças malucas por ali e fomos embora.

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã no 7eleven: 39 / pessoa
    Entrada Grand Palace: 500 / pessoa
    Suco no Grand Palace: 30
    Pacote de frutas picadas na barraca de rua: 20
    Entrada Wat Pho: 100 / pessoa
    Almoço (três pratos): 171
    Comidinhas e cevas na Khao San Road: 230

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

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Acompanhando! :D

Embarco dia 21/04 pra Bangkok e com roteiro bem parecido.

 

Uma dúvida:

Como fez o visto para o Vietnã?Eu estou indeciso sobre isso ,pois não queria mandar meu passaporte

pra Brasília via Sedex à essa altura do campeonato hehe.

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

 

Que bom, Cris! Fico muito feliz de ajudar outras pessoas com o relato. Tu vais amar esses lugares!

 

 

Acompanhando! :D

Embarco dia 21/04 pra Bangkok e com roteiro bem parecido.

 

Uma dúvida:

Como fez o visto para o Vietnã?Eu estou indeciso sobre isso ,pois não queria mandar meu passaporte

pra Brasília via Sedex à essa altura do campeonato hehe.

 

Olá, Jefferson.

 

Então... eu fiz o visto do Vietnã justamente assim, mandei por Sedex para a embaixada em Brasília! Foi bem tranquilo e rápido, em menos de duas semanas o passaporte estava de volta, mas no teu caso eu não arriscaria, qualquer probleminha e ele não chega a tempo...

 

Ótima viagem pra ti!

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DIA 03 (30/12/15) Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

Depois do café-da-manhã básico no 7eleven (o que se repetiu todos os dias em Bangkok), fomos ao píer Phra Arthit pegar o barco (bandeira laranja) para ir conhecer o Flower Market (Pak Khlong Talat). Fica a uma curta caminhada, descendo no pier Rajinee. Na verdade não é um mercado somente de flores, mas de produtos em geral como qualquer mercado. Foi legal porque adoramos esse tipo de passeio e ver os diversos produtos locais, mas eu esperava mais. Está longe de ser uma atração imperdível.

 

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Voltamos para pegar o barco novamente, dessa vez até o pier Marine Dept. Esse é o píer para quem quer conhecer Chinatown, mas queríamos seguir direto para o Wat Traimit, onde está o Buda de Ouro. A rota que o meu aplicativo sugeriu era de uns 800m. Aliás, falando em aplicativo:

 

#ficaadica: uso o Maps.me e gosto bastante. Ele calcula rotas a pé e de carro, dá a distância e usa o GPS pra dizer onde tu estás no mapa, tudo isso sem necessidade de conexão à Internet.

 

Claro, quando o GPS funciona :? . Aconteceu que a gente caminhou e caminhou, entrando em ruelas cada vez mais apertadas com oficinas mecânicas cheias de peças sujas de graxa por cima da calçada, e depois vielas lotadas de lojinhas abarrotadas de bugigangas de todos os tipos e entupidas de gente, e não tinha jeito do GPS funcionar pra gente saber onde é que a gente andava :o . Caminhamos bem mais do que 800 metros, até finalmente sair em uma avenida e avistar uma Starbucks. Pensamos “ufa, vamos lá tomar um café e usar a internet”. Bom, tomamos o café, mas devia ser a única Starbucks do mundo que não tinha wi-fi. Perguntamos pra atendente, que nos explicou como chegar. Dali era bem fácil, a uns 10 minutos caminhando.

No fim das contas a gente não pretendia conhecer Chinatown mas acabamos passando bem no meio da muvuca, e foi uma experiência legal ver essa outra face de Bangkok. O lugar é tão confuso que até o GPS se perdeu :lol: . A avenida por onde fomos desde a Starbucks até o Wat Traimit também era bem legal, cheia de letreiros em caracteres chineses.

 

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Finalmente chegamos no Wat Traimit. Primeiro entramos no templo em frente ao prédio principal, tinham algumas pessoas orando com um monge, e ele fazia uma espécie de benção (não sei se é esse o termo correto) jogando uma aguinha sobre as pessoas e depois amarrando um barbante no pulso de cada um. Sentamos na mesma posição que eles, sobre os calcanhares, mas um pouquinho mais afastados para não atrapalhar e também para não desrespeitar. Só sei que dali a pouco o monge arremessa aquela água em cada um e vejo aquele esguicho crescendo na minha direção até que chuá! deu bem nos meus olhos! Eu não estava esperando aquilo! Aí as pessoas fizeram uma pequena fila pra receber o barbante, e uma senhora fez sinal para que a gente passasse na frente dela. Fizemos uma carinha de “será que podemos” e ela falou “it's ok!”. E o monge amarrou o barbante nos nossos pulsos também. Foi muito legal! A sensação foi muito boa!

 

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Passamos para o prédio principal. Nos andares inferiores tem um museu sobre a herança e o patrimônio deixados pela população chinesa que migrou para a Tailândia. Interessante.

 

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No andar mais alto está o Buda de Ouro. Sensacional! 5 toneladas de ouro! E ele tem uma expressão facial maravilhosa! Lindíssimo.

 

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Depois dali andamos até a estação de metrô que fica junto à estação de trens. A essa altura o GPS já tinha renascido e foi tranquilo de achar. Pegamos o metrô até a estação Si Lom, para ali pegar o Sky Train até o MBK Shopping. Na saída dessa estação do metrô um senhor nos abordou perguntando onde queríamos ir, e a gente estava muito desconfiado por causa do “amigo” taxista do dia da chegada. Mas ele foi extremamente gentil e nos explicou direitinho como pegar o Sky Train, onde descer e como chegar ao MBK, apesar da gente já saber e não ter dito pra ver qual era a dele. Ele usava um crachá, era um funcionário sei-eu-do-quê, e realmente só queria ajudar. Ajudou a amenizar a má impressão do taxista. ::otemo::

 

Descemos na estação National Stadium e passamos pela passarela que já larga dentro do shopping.

O que eu posso dizer é que o lugar é imenso! Quando a gente pensa “nossa, isso aqui é enorme mesmo”, sai em outro lugar que se mostra ainda maior. Tem tudo que é tipo de coisa à venda, mas tudo requer muita paciência para negociação. Não tenho paciência para esse joguinho, se eu dependesse de negociar coisas para sobreviver eu morreria de fome :roll: . Meu único objetivo lá era comprar uma camera simples à prova d'água, para usar nas praias. Procurei em algumas lojas, vi a média de preços, dei uma barganhada e acabei comprando uma imitação da imitação da GoPro eheheh 8) . Troquei uns dólares lá para comprar a câmera, mas a cotação não é das melhores (35,70 THB /USD).

Almoçamos por lá, olhamos ainda outras coisas mas não compramos mais nada.

 

Voltamos para o hotel pegando o Sky Train até o pier central Taksin, e dali pegamos o barco até o pier Phra Arthit. Adorei o Sky Train, gostaria de ter na minha cidade. Ele fica no alto, sobre as vias de circulação, sem competir por espaço com nenhum outro meio, é limpo, confortável, ágil. Invejinha ::tchann:: .

 

À noite, adivinha? Khao San Road. Procuramos algumas agências para fazer o passeio a Ayutthaya no dia seguinte. Nem todas tinham porque era dia 31 de dezembro e não trabalhariam naquele dia, mas encontramos uma que tinha e agendamos.

 

Depois disso fizemos uma foot massage nas cadeiras na rua. Depois de andar que nem um camelo durante o dia, é muito bom!

 

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Vimos o “buffet de insetos” (para quem não consome, eles cobram para fotografar), não encaramos provar nenhum.

 

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Comemos uma porção de 3 spring rolls ainda na Khao San Road, a gente pegava ceva geladinha na 7eleven e tomava na rua mesmo. Tomamos uma ceva em um bar só para poder usar o banheiro.

Depois, para jantar, pegamos uns hamburguers prontos no 7eleven, e levamos para comer no hotel. O meu era de frango, e a embalagem não fazia menção nenhuma a pimenta. Mas o troço era intragável. Pior do que a papaya salad do outro dia. Só consegui dar duas mordidas! Tive que descer e ir de novo no 7eleven comprar outra coisa, senão ficaria com fome! Ô gente que gosta de pimenta ::quilpish:: !

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã: 39 / pessoa
    Barco: 14 / trecho / pessoa
    Dois cappuccinos no Starbucks: 170
    Entrada Wat Traimit: 140 / pessoa
    Metrô: 19 / pessoa
    Sky Train até o MBK: 25 / pessoa
    Almoço no MBK: 55 / pessoa
    Sky Train até Taksin: 37 / pessoa
    Foto do buffet de insetos: 10
    Foot massage (30 minutos): 150 / pessoa
    Tour Ayutthaya (pagamento adiantado – transporte, guia, almoço e ingressos): 600 / pessoa
    Porção de 3 spring rolls: 30
    Ceva no 7eleven (grande): 50 / cada
    Ceva no bar (grande): 100
    Hamburguer no 7eleven: 34 / cada

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DIA 04 (31/12/15) Bate-volta Ayutthaya / Reveillon

 

Oito da manhã estávamos em frente ao hotel, e logo apareceu a van que nos levou para Ayutthaya. A van estava quase cheia e paramos só em mais um lugar para pegar um casal. A viagem levou cerca de uma hora e meia, pegamos bastante trânsito para sair de Bangkok.

 

Primeira parada: Phra Chedi Chaimongkol. Uau! Já mostra do que se trata Ayutthaya. Um lugar muito imponente e que não deixa dúvidas da força que essa cidade teve um dia.

 

Logo na entrada o grupo parou para ouvir algumas explicações do guia. Pois bem, o guia falava e falava e eu mal conseguia pescar algumas palavras soltas do que ele dizia. Quando ele nos liberou para explorar o lugar por conta, perguntei para o Rodrigo “tu entendeu as explicações dele?”, e ele me disse “praticamente nada!”. Poxa vida, essas excursões em grupo tem aquela parte muuuuito chata de ter que fazer tudo cuidando o relógio, mas o lado bom é ter um guia para contar e contextualizar tudo aquilo que estamos vendo. E nós tivemos o azar de pegar um guia que falava um inglês péssimo! Ele falava com muita convicção de que estava fluente, mas o sotaque tailândes dele era muito carregado, modificando vários fonemas, enfim, muito difícil de compreender :( .

 

Mas vamos lá aproveitar como a gente puder! O lugar é lindo, com uma energia ótima e bastante florido. Para completar, o clima estava perfeito. Quero dizer, o céu azul estava perfeito, porque fazia um calorão dos infernos!

 

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Próxima parada: Wat Maha That. É aqui que está a famosa cabeça de Buda entre as raízes de uma árvore. E também muitas estátuas sem as cabeças, que foram decepadas pelos birmaneses.

 

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O local seguinte foi o Wat Lokayasutharam, o Buda Deitado. Aqui demos uma passada rápida, pois a estátua é a única coisa para ver. Mas ela é linda, e a expressão de prazer e satisfação do Buda é contagiante!

 

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Antes de almoçar ainda visitamos mais um local, o Wat Phu Khao Thong. Este templo tem 50 metros de altura e é possível subir até mais ou menos sua metade, de onde se tem uma bonita vista dos campos ao seu redor.

 

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O almoço foi em um lugar bem simples, e a comida estava bem gostosa. E para o paladar dos turistas: sem pimenta :lol: . Só a bebida não estava incluída.

 

À tarde visitamos o último local do tour, o Wat Phra Si Sanphet. Pela última vez ficamos fazendo de conta que ouvíamos as explicações do guia sem na verdade entender bulhufas :roll: . Engraçado é que as pessoas ficavam olhando para ele e balançando a cabeça em sinal afirmativo, como se estivessem entendendo tudo :lol: .

 

O ponto alto deste templo é o conjunto de três estupas idênticas e bem conservadas.

 

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Ao lado ainda tinha um templo com uma imagem de Buda de 9 metros de altura, com um grande entra e sai de pessoas fazendo seus rituais budistas ou então só turistando mesmo.

 

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Na hora do retorno à Bangkok, o guia foi em outra van que ainda visitaria alguma atração mais afastada de Ayutthaya, e a van do nosso grupo retornou. O motorista, que pelo jeito não falava nada de inglês, parou a umas 3 quadras da Khao San Road, abriu a porta da van, apontou em uma direção e disse: “Khao San Road”. Alguém tentou perguntar “você vai nos deixar no nosso hotel?”, e ele repetiu, apontando: “Khao San Road”. Outro tentou dizer “mas o meu hotel não fica na Khao San Road”, ele apontou e disse: “Khao San Road”. Todos se convenceram e desceram da van, e voltaram caminhando para os seus hotéis ::lol4:: .

 

Encontramos uma pizzaria na Rambutri, que é a rua paralela e é a versão mais bonitinha e ajeitadinha da Khao San Road. Fizemos um lanche ali.

 

À noite saímos para as comemorações de virada do ano. As ruas estavam lotadas de gente, um climão muito legal de festa, de confraternização, de alegria!

 

Passamos no 7eleven para comprar algo para bebericar. Pegamos umas garrafinhas de Smirnoff Ice e uma salsicha :D . Saímos pra rua e compramos um kebab em uma barraquinha. E essa foi nossa ceia de ano novo ::otemo:: !

 

Caminhamos até a praça em frente ao Wat Arun. Já estava cheião de gente aguardando a queima de fogos. Junto ao Wat Arun montaram uma plataforma sobre o rio, onde uma orquestra se apresentou, e estava rolando uma festa só pra pessoas VIPs. Tinha uns telões transmitindo essa festa de gala, enquanto isso os mortais se amontoavam nessa praça ali mesmo.

 

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A virada foi maravilhosa! Rolou uma contagem regressiva nos telões, aí começou a queima de fogos sincronizada com músicas da orquestra e diferentes cores iluminando o Wat Arun. Lindo demais, emocionante e inesquecível!

 

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Retornamos para a Khao San Road. A doideira do lugar estava mais acentuada que o normal: um monte de gente bebaça, pegação rolando, dois caras dormindo deitados na calçada e por aí vai :lol: . Depois de um tempo por ali fomos para a Rambutri. Paramos em uma carrocinha de hambúrguer americano acompanhado de fritas, e comemos por ali mesmo, para finalizar nosso reveillon.

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã: 40 / pessoa
    Porção de abacaxi picado em Ayutthaya: 30
    Ceva do almoço: 100
    2 Pizzas pequenas com refrigerante: 218
    Gastos do Reveillon: 670 (bebidas, kebab, hamburguer, esqueci de anotar separadamente ::tchann:: )

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Acompanhando o relato, está o máximo e bem detalhada, pretendo fazer uma trip bem parecida em dezembro de 2017, continue pfv haha, viagem deve ter sido incrível.

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Valeu, Wesley! A viagem foi realmente incrível, tenho certeza que vais achar o mesmo quando fores.

 

Tenho tido pouco tempo para escrever, até porque gosto de detalhar bem (já deu pra notar, né? eheheh), mas vou continuar sim!

 

Abraços!

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DIA 05 (01/01/16) Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

Fomos do hotel a pé até o Wat Ratchanatdaram, uns 15 minutos de caminhada. Incrível a quantidade de templos que passamos, é quase um a cada quadra, todos com grande fluxo de gente entrando e saindo.

 

O Wat Ratchanatdaram tem entrada gratuita e não é uma atração imperdível na cidade, mas aproveitamos que ele é bem pertinho do Wat Saket, nossa próxima parada, e entramos para conhecê-lo. Estava um clima muito legal de confraternização, muitas pessoas passavam por nós e desejavam Happy New Year ::kiss:: . No interior do templo tinha um monge abençoando as pessoas, o Rodrigo foi lá e ganhou um novo barbantezinho no pulso.

 

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Nos dirigimos ao Wat Saket, também conhecido como Temple of the Golden Mount. O lugar estava bombando! Não sei quanto o fato de ser o primeiro dia do ano influenciou, mas parecia que havia ali mais pessoas para fazer oferendas, orações e rituais do que nos templos que fomos nos outros dias.

 

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A subida para o templo é feita em uma escadaria em espiral que vai circundando o monte. Ao longo dela existem várias imagens de Buda e outras figuras, sempre com muita gente colocando incensos e flores e etc. Fomos acompanhando os rituais deles.

Pegamos (mediante uma “doação” de 20 bahts :wink: ) uma espécie de kit para fazer oferenda, que era um incenso, uma pequena vela amarela, uma flor de lótus e um pedacinho de folha dourada.

 

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Lá em cima estava sensacional! Entupido de gente, todos andando em círculo no sentido horário ao redor da estupa, colocando frutas, mantos dourados, dinheiro, plaquinhas com inscrições… As pessoas continuavam se desejando feliz ano novo umas às outras.

Fomos distribuindo nossas oferendas as pouquinhos: um incenso aqui, uma vela ali… Lá pelas tantas uma senhorinha cutucou o Rodrigo e disse pra ele: Give your flower to Buda. :lol: Que querida, ela achou que a gente ia ficar com a flor!

 

Sente o clima do lugar:

 

 

Apesar de não ser um monte muito alto, se tem uma vista bem legal da cidade. As escadarias que chegam e que saem do topo são bem estreitas e pegamos uma boa fila para chegar e para sair, mas valeu a pena.

 

Caminhamos um tempo procurando um lugar para almoçar, e paramos em um restaurante mais ajeitadinho (pro padrão dos últimos dias), mas com preços bem interessantes. O Rodrigo comeu um arroz acompanhado de porco e legumes, e eu comi uma sopa de coco típica deles, com pedaços de frango e muitos temperos, simplesmente MARAVILHOSA. Eu já tinha provado essa sopa em um restaurante de comida tailandesa antes de ir para lá, e não via a hora de comê-la lá na Tailândia mesmo. Me fartei, que delícia!

 

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Depois, fomos até o Museu Nacional de Bangkok, sem muita certeza se entraríamos ou não. Chegamos lá e era grátis! Aproveitamos para conhecer, tem algumas peças interessantes e beeem antigas. Valeu a visita.

 

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O final da tarde foi aproveitando um pouquinho a piscina do hotel e descansando um pouco. As noites de sono ainda estavam no ritmo de acordar às 2 da manhã com fome, depois às 5 da manhã cheia de energia e pronta para sair pra rua e explorar a cidade… Chegava no final da tarde eu estava moída.

 

À noite fomos pra Khao San Road. Fechamos em uma das agências um transporte até o aeroporto (Suvarnabhumi) para o dia seguinte. Tomamos umas cervejas do 7eleven e depois fizemos uma massagem. Dessa vez optamos por uma massagem de corpo inteiro. Fui atendida por uma moça e o Rodrigo por um cara, os dois bem magrinhos e pequenininhos, mas quase nos partiram ao meio ::dãã2::ãã2::'> . Trinta minutos de sofrimento, mas depois a sensação é boa.

 

Fomos para a Rambuttri para jantar em uma barraquinha que tínhamos visto no dia anterior. Era um bar a céu aberto: diversas mesinhas e banquinhos amontoados na calçada, e um balcão com uns 12 tipos diferentes de comida, tudo com condições de higiene um pouco duvidosas :D . Perguntei quais eram as opções sem pimenta. Nem me lembro o que comi porque não foi muito marcante, nem bom nem ruim, mas certamente tinha muita pimenta :oops: !

 

#ficaadica: quem não come pimenta tem dificuldades para se alimentar ao ir para lá, pois o conceito deles a respeito de “não ter pimenta” é bem diferente do nosso!

 

Gastos do dia (bahts):

  • 103 compras (café, sanduíches, biscoitos, água) no 7eleven
    20 entrada Wat Saket (cada)
    100 almoço (cada prato)
    130 transfer para o aeroporto (cada)
    150 massagem (cada)
    204 cervejas no 7eleven
    110 janta na barraquinha (para ambos)

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DIA 06 (02/01/16) Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

Acordamos não muito cedo, arrumamos os mochilões e fomos até a Khao San Road, tínhamos que estar na agência 10h50min. Dali a uns 10 minutos passou o cara nos chamando para nos levar até a van que estava na rua ao lado. A ida até o aeroporto foi bem tranquila. A van ainda parou em mais uns 2 lugares para pegar outras pessoas e foi. Cerca de meio-dia chegamos no aeroporto Suvarnabhumi.

 

Procuramos logo o balcão da Cambodia Angkor Air pra fazer o check-in e despachar bagagens.

Depois fomos procurar algo para comer, já preparados para pagar bem caro por ser no aeroporto. Mas encontramos uma espécia de restaurante popular, no andar abaixo dos balcões das companhias. Tinha diversos pratos prontos tipo arroz+legumes+algum tipo de carne, por 100 bahts cada. ::cool:::'>

 

O trâmite para embarcar é um pouco demorado. O aeroporto é imenso e o fluxo de passageiros é enorme, então não deixe para entrar muito em cima da hora do voo. Fila na migração, depois fila no raio-x das bagagens, depois caminhar um tanto até o portão.

 

A essa altura não sei mais onde a gente tinha lido ou escutado a frase “Bangkok vai te pegar”. E pegou! Eu achei Bangkok um pouco doida demais para o meu gosto, mas àquela altura nós já estávamos apaixonados pela Tailândia ::love:: , e com muita dó de ter que ir embora. Pelo menos a sensação era de “até daqui a pouco”, junto com a expectativa de estar indo para um lugar incrível como Angkor Wat!

 

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O voo foi tranquilo e serviram até um sanduichinho de lanche.

 

Ao descer em Siem Reap já deu para sentir a temperatura “calor das profundezas dos infernos”, que se manteve nos 4 dias em que estivemos lá ::mmm: .

 

Visto do Camboja:

  • -leve uma foto 3x4,
    -preencha o formulário que tem no saguão de chegada (aconselho levar sua própria caneta, elas são escassas),
    -entregue tudo junto com o passaporte e pague a taxa de US$ 30, e
    -tenha muita paciência com as filas e com o mau-humor dos funcionários que te atendem tanto na emissão do visto quanto no controle de migração.

 

Levamos cerca de uma hora nessa função. O hotel que ficamos oferecia o translado do aeroporto de graça, e ao sair o motorista do tuc-tuc já estava lá esperando com uma plaquinha com nosso nome (apesar de ser grátis, demos uma gorjetinha para ele).

 

O aeroporto é bem pertinho da cidade, nem 15 minutos chegamos no hotel. Check-in, largar malas e rua.

 

Fomos em um mercadinho comprar água e lanchinhos. Tudo pode ser pago em dólares, mas o troco para os valores quebrados é dado em riels. Eles utilizam no comércio a cotação de US$ 1 = 4000 riels, então se você comprar por exemplo um produto de US$2,50 e pagar US$3, eles te devolvem 2000 riels.

 

Já estava anoitecendo e passeamos primeiro pelo Old Market. Depois fomos para o Night Market. O lugar é enorme, muitas lojinhas de artesanatos e souvenirs e coisas afins.

 

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Ficamos andando pelos arredores da Pub Street. O lugar é bem animado, restaurantes de diversas cozinhas e muitos bares com baladas. Jantamos em uma pizzaria na esquina bem de frente para o rio, ficamos em um balcão ao ar livre no segundo andar. A pizza era boa e o ambiente era muito agradável.

 

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Tirando a parte do aeroporto, todas as demais pessoas que nos atenderam desde o tuc-tuc, hotel, até o mercadinho e o restaurante, foram extremamente gentis, simpáticas e prestativas, e já estávamos encantados com os cambojanos ::love:: .

 

Gastos do dia:

  • Bahts:
    40 café-da-manhã 7eleven (cada)
    100 almoço no aeroporto (cada)
    Dólares:
    30 visto (cada)
    2 tuc-tuc
    2 mercado
    14,50 janta (2 pizzas + 2 cervejas)

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Relato ótimo Helen!!! Vou pra Tailândia, Camboja e Laos em novembro e vou acompanhar seu depoimento!!!

 

Uma dúvida, vi pela sua hospedagem que vc ficou em Ao Nang... Tbm tô querendo ficar em Ao Nang pelos preços mais baixos e maior infraestrutura!!! Vc acha que foi uma boa escolha??? Ou seria melhor ter ficado em Railay???

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Relato ótimo Helen!!! Vou pra Tailândia, Camboja e Laos em novembro e vou acompanhar seu depoimento!!!

 

Uma dúvida, vi pela sua hospedagem que vc ficou em Ao Nang... Tbm tô querendo ficar em Ao Nang pelos preços mais baixos e maior infraestrutura!!! Vc acha que foi uma boa escolha??? Ou seria melhor ter ficado em Railay???

 

Olá, Ana Paula! Obrigada!

 

Fiquei em Ao Nang por esse dois motivos que citaste, e também porque meu voo chegava de noite e era mais fácil ficar ali do que ir para Railay. Foi uma boa escolha sim, não tenho do que reclamar. Além disso, gostei muito do Krabi Hostel, recomendo!

 

Por outro lado, acabei indo dois dias para curtir a praia de Railay, que é maravilhosa ::love:: ! Teria sido bom ter ficado ali para curtir a praia, mas pelo restante (acesso aos transportes, comércio, restaurantes etc) realmente não sei dizer...

 

Abraços!

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DIA 07 (03/01/16) Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

Umas poucas semanas antes da viagem, li aqui no Mochileiros sobre um guia em Siem Reap que fala português. Escrevi um e-mail para ele mais por curiosidade, e ele me respondeu que nessas datas (3 e 4 de janeiro) ele já tinha agendado tour com outros brasileiros, mas que se quiséssemos nos juntar a eles não teria problema. Me passou toda a programação dos dois dias, com uma breve explicação do que era cada local a ser visitado, especificando bem o que estava e o que não estava incluso no valor. A resposta foi rápida e escrita em um português ótimo. Decidimos contratar esse tour, e conforme eu for relatando vou explicando porque eu acho que todo mundo deveria fazer o mesmo.

 

#ficaadica: o nome do guia é Alex, contatei ele por esse e-mail: [email protected]. Ele também tem esse blog: http://guide7languages.blogspot.com.br/, onde consta esse outro e-mail: [email protected] . Eu deveria ter pedido um desconto para ele por estar fazendo toda essa propaganda :lol: , mas é que gostei muito mesmo!

 

Bom, a sexta pernoite no Sudeste Asiático foi a primeira noite de sono ininterrupto. O relógio biológico estava começando a se acomodar...

 

Nossa hospedagem não incluía café-da-manhã. Tem um restaurante no hotel, mas as opções do café eram pagas item a item, então acabamos saindo pra rua pra procurar uma outra opção. Acabamos comendo em um outro hotel próximo, o Terrace des Elephants, um menuzinho com café pão frutas etc a um preço razoável.

 

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Esperamos um pouco o Alex em frente ao hotel. Na van já estava um casal de brasileiros, e partimos em direção a Koh Ker.

 

Koh Ker fica a cerca de 130km de Siem Reap, em uma área que está há poucos anos livre de minas terrestres. Por esses dois motivos, tem um fluxo de turistas ainda pequeno e conserva um certo ar de mistério.

 

O caminho até lá já é uma atração à parte! Cruzamos pequenos vilarejos, casinhas super simples, plantações, carroças puxadas por bois… Enquanto isso, o Alex já ia dando uma aula sobre as construções que veríamos, sobre a história recente do Camboja, sobre a época do Império Khmer, sobre a influência do hinduísmo e do budismo sobre os templos que foram construídos… uau! Muito conhecimento! O cara fala sete línguas e aprendeu todas sozinho, só usando a internet! :o Virei fã! ::cool:::'>

 

A primeira parada no sítio de Koh Ker foi o Prasat Pram. Formado por cinco construções pequenas, parcialmente tomadas pelas raízes das árvores. Talvez alguém que tenha ido antes a Angkor Thom ou Angkor Wat ache esse lugar meio insignificante, mas como foi nosso primeiro contato ficamos maravilhados!

 

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A parada seguinte, mais rápida, foi no Prasat Neang Khmau. Esse templo tem o aspecto de queimado, mas na verdade a sua cor é resultado da ação do tempo sobre o tipo de pedra utilizado na construção. Paramos ainda rapidamente em Prasat Kra Chap e Prasat Linga.

 

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A construção mais impressionante da região de Koh Ker é o Prasat Thom, uma pirâmide com 36 metros de altura. Quando o Alex me mandou o roteiro por e-mail eu fui pesquisar um pouco sobre cada um dos pontos, mas antes disso eu jamais tinha imaginado ver uma pirâmide entre as ruínas do Camboja!

 

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Almoçamos em um restaurante bem simples em uma espécie de “centrinho comercial” na região: um ou dois restaurantes e umas 4 lojinhas de artesanato. Lugar extremamente simples, todo de chão batido, sem banheiro… O casal que estava conosco no passeio ficou com um pouco de receio, comeu metade do prato que pediram. Já nós pedimos um prato cada um, e comemos tudinho (ogros)! Estava bem gostoso ::otemo:: ! Uma rica mistura de temperos diferentes, mas sem a pimenta que na Tailândia dominava todos os pratos.

 

Depois do almoço partimos para o Beng Mealea. Esse já não fica tão longe de Siem Reap (cerca de 40km).

 

Essas ruínas não receberam nenhum tipo de restauração, por isso estão exatamente do jeito que a ação do tempo e da natureza as deixaram (excetuando eventuais saques dos períodos de guerra :( ).

 

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O lugar é sensacional! Um fluxo pequeno de turistas, muita natureza e uma energia muito boa!

 

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Muitas pessoas falam das crianças do Camboja, e realmente elas são um capítulo à parte. Em um dia nesse país, já dá para ver a pobreza e a situação em que vive a grande maioria das pessoas. O regime ditatorial e a guerra civil recentes ainda tem efeitos muito fortes sobre eles, que atualmente tem um governo teoricamente “democrático”, porém extremamente corrupto (o Alex fala bastante sobre isso, mais um ponto positivo do tour feito com ele!). E as crianças estão muitas vezes bastante sujas, com roupas velhas, de pés descalços, mas com um sorriso no rosto, brincando, cumprimentando os turistas, se divertindo! São muito fofas :D !

 

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Quando voltamos para o hotel, passamos em uma barraquinha de rua próxima e compramos panquecas de nutella, deliciosas!

 

Aproveitamos um pouco a piscina, e mais tarde saímos para jantar.

 

Escolhemos um restaurante de comida cambojana, em uma rua paralela à Pub Street que tem muitos restaurantes a preços convidativos. Experimentamos um lok lak, prato típico feito com carne, estava ótimo!

 

Gastos do dia (dólares):

  • 2,95 café-da-manhã (por pessoa)
    15 ingresso para Koh Ker + Beng Mealea (por pessoa)
    13 almoço (para ambos, com bebida)
    1 panqueca de nutella (cada)
    1,5 duas latas de ceva gelada no mercadinho
    9,5 jantar (para ambos, com bebida)

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

 

Vou viajar na mesma época e pretendo visitar os mesmos lugares.

Como sta sua preparação?

Eu já estou maluca por aqui ::hein:

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