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Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

 

Eu e meu marido passamos um mês inesquecível no Sudeste Asiático, mais precisamente Tailândia, Camboja e Vietnã, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016. Vou procurar incluir no relato os gastos, informações, dicas etc.

 

Foram dez meses entre a escolha do destino e a viagem.

 

Muito planejamento, muita leitura, muita pesquisa… Vimos e revimos todos os relatos aqui do Mochileiros sobre a região. Dezenas de blogs, sites, fotos, vídeos… E ainda assim, NADA te prepara para o que SENTE quando finalmente se ESTÁ lá. Não parece que fomos para outros países, mas sim para OUTRO MUNDO! Os aromas das comidas de rua por toda a parte, misturados ao cheiro do incenso; o trânsito caótico; as dezenas de templos existentes por onde se passa; as práticas religiosas diárias da população; sabores maravilhosos de temperos e ingredientes dos quais nunca ouvimos falar; um povo hospitaleiro, gentil e humilde; e paisagens de tirar o fôlego…

 

Até agora não tenho bem certeza de que fomos para lá, mas por via das dúvidas vou registrar meu relato. Quem sabe ajuda a ficha a cair...

 

 

ROTEIRO

 

Como em qualquer planejamento de viagem, esse roteiro mudou diversas vezes. Inicialmente iríamos também para o Laos, depois desistimos.

 

No fim das contas, nosso roteiro foi esse (com uma descrição breve do que fizemos em cada dia):

 

DIA 01 Chegada em Bangkok 09:05 (Khao San Road; Wat Arun; Chao Phraya River)

 

DIA 02 Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

DIA 03 Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

DIA 04 Bate-volta Ayutthaya

 

DIA 05 Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

DIA 06 Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

DIA 07 Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

DIA 08 Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom)

 

DIA 09 Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An

 

DIA 10 Hoi An (centro histórico, An Bang Beach)

 

DIA 11 Hoi An (passeio de bike, centro histórico)

 

DIA 12 Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge)

 

DIA 13 Da Nang (Marble Mountains)

 

DIA 14 Bate-volta Hue

 

DIA 15 Da Nang (Lady Buda); ida para Hanoi 21:50

 

DIA 16 Hanoi (Old Quarter e arredores)

 

DIA 17 Halong Bay

 

DIA 18 Retorno de Halong Bay; Hanoi

 

DIA 19 Hanoi (Mausoleu de Ho Chi Minh); ida para Chiang Mai 16:45

 

DIA 20 Chiang Mai (centro histórico, Doi Suthep, Night Bazaar)

 

DIA 21 Chiang Mai (Patara Elephant Farm, Sunday Night Market)

 

DIA 22 Chiang Mai (curso de culinária: Thai Farm Cooking)

 

DIA 23 Chiang Mai (templos diversos/ dia à toa)

 

DIA24 Chiang Mai; ida para Krabi 17:35

 

DIA 25 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 26 Krabi (passeio Hong Island)

 

DIA 27 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 28 Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard

 

DIA 29 Retorno a Phi Phi; tarde praia (Loh Dalum); view point

 

DIA 30 Phi Phi (Loh Dalum)

 

DIA 31 Praia pela manhã; Ferry para Phuket; Voo para Amsterdã 20:20

 

 

PASSAGENS AÉREAS

 

Depois de muitas pesquisas, considerando diversas possibilidades (comprar ida e volta; ou pegar ida e volta com milhas até alguma cidade da Europa e comprar à parte ida e volta para Bangkok ou Hanoi; ou comprar a ida e voltar com milhas; entre outras), a opção mais econômica acabou sendo a seguinte: comprar um bilhete múltiplos destinos de São Paulo a Bangkok, e depois de Phuket até Amsterdã, além de não precisar voltar a Bangkok para ir embora.

Já que voaríamos para Amsterdã, resolvemos ficar uns diazinhos por lá para conhecer, mas vou deixar essa parte para um outro relato. O único contra desse roteiro foi ter que incluir roupas para o frio na bagagem.

Ficou assim:

Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 9000 pontos Azul

São Paulo – Bangkok / Phuket – Amsterdã: R$3700 Etihad

Amsterdã – Porto Alegre: 45000 pontos TAM

 

#ficaadica: explorem bastante a opção "múltiplos destinos" das companhias aéreas, uma mudança de cidade ou até mesmo a ordem delas pode fazer muita diferença no valor final da passagem!

 

 

TRECHOS INTERNOS

 

Para os deslocamentos entre as cidades, escolhemos pagar um pouco mais e ganhar tempo para conhecer os lugares, por isso fizemos todos os deslocamentos de avião:

 

Bangkok-Siem Reap USD 74,53 Cambodia Angkor Air

 

Siem Reap-Da Nang USD 160 Vietnam Airlines

 

Da Nang-Hanoi USD 39 Vietnam Airlines

 

Hanoi-Bangkok 12500 milhas Smiles (voando Qatar Airways)

 

Bangkok-Chiang Mai USD 37 Thai Airways

 

Chiang Mai-Krabi USD 59,44 AirAsia

 

Observações: os trechos Hanoi-Bangkok e Bangkok-Chiang Mai foram no mesmo dia, e ficou um trajeto assim quebrado porque a ideia inicial era voar de Hanoi a Luang Prabang, ficar uns dias e depois voar de lá para Chiang Mai. À medida que a viagem se aproximava, resolvemos cortar Luang Prabang do roteiro porque os voos para/de lá eram um tanto caros (em alguns meses acompanhando os preços, eles nunca baixaram, não rolou nem uma mísera promoçãozinha).

O voo da AirAsia era o único que não incluía franquia de bagagem, esse preço aí de cima inclui uma bagagem de até 20kg.

 

 

GASTOS

 

Sei que “quanto se gasta” é a primeira preocupação da maioria das pessoas que pensam em ir para lá. Saibam que dá para fazer essa viagem com bem menos do que eu vou descrever abaixo, por exemplo fazendo os trechos internos de ônibus em vez de avião, cortando alguns dos passeios mais caros que fizemos etc.

 

Excetuando as passagens para ir e voltar, antes de sair do Brasil só estavam pagos Maya Bay Sleep Aboard, hospedagem de Phi Phi e voos internos, totalizando uns USD 550.

 

Para todo o resto, gastamos cerca de USD1650 cada, entre o que levamos e o que sacamos por lá.

 

Os gastos maiores foram (por pessoa):

 

  • Bate-volta Ayuthaya: 600 bahts (+-USD 17)
     
    Guia nos templos de Siem Reap (dois dias, com transporte): USD 70
     
    Passeio de quadriciclo em Siem Reap: USD 41
     
    Passeio de bike Hoi An: 500000 dongs (+- USD 23)
     
    Bate-volta Hue: 900000 dongs (+- USD 40)
     
    Halong Bay 2D1N: USD 180
     
    Patara Elephant Farm: 5800 bahts (+- USD160)
     
    Curso de culinária Chiang Mai: 1300 bahts (+- USD 36)
     
    Tour Hong Island: 900 bahts (+- USD 25)
     
    Transfer Krabi-Phi Phi (van+ferry): 350 bahts (+- USD 10)
     
    Maya Bay Sleep Aboard: 3000 bahts (+- USD 84)
     
    Transfer Phi Phi-Phuket (ferry+van até o aeroporto): 400 bahts (+- USD 11)

 

As cotações aproximadas que pegamos:

  • 1USD = 35,80 bahts
    1USD = 4000 riels
    1USD = 22000 dongs

 

Ao longo do relato vou detalhando melhor gastos com alimentação, entrada com atrações, etc.

 

 

HOSPEDAGENS

 

Adoramos ficar em hostels, mas muitas vezes essa não é a opção mais econômica para um casal. Acabamos ficando em um hostel somente em Krabi.

 

Bangkok - Bhimann Inn: 5 diárias USD156. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (imprescindível para o calorão de lá), piscina, wi-fi razoável, sem café-da-manhã. :)

 

Siem Reap - Popular Boutique Hotel: 3 diárias USD48,60. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (idem), muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Hoi An - Phuoc An: 3 diárias USD72. A uns 10' de caminhada do centro histórico, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado, piscina (nem chegamos a usar), wi-fi bom, com café-da-manhã. :)

 

Da Nang - Anh Duong II: 3 diárias USD 37. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem pertinho da praia. Quarto amplo e limpo, camas duras, banheiro, ar-condicionado, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :|

 

Hanoi - Hanoi Downtown Hotel: 2 diárias USD 28. Boa localização, quarto não tão limpo com banheiro (e banheira), ar-condicionado (apesar de desnecessário nessa época), wi-fi bom, com café-da-manhã. O único dessa lista que eu aconselho: NÃO fiquem lá! :(

 

Hanoi (após retorno de Halong Bay) – Hang My Hotel: 1 diária USD 21. As mesmas coisas que o Hanoi Downtown, mas mais limpo, mais novinho e com melhor atendimento. :)

 

Chiang Mai - RCN Court Inn: 5 diárias USD 70. Dentro do centro histórico, quarto com banheiro, wi-fi, sem café mas com cozinha coletiva. :)

 

Krabi - Glur Hostel: 4 diárias USD100. A uns 10' de caminhada da praia, quarto limpo com beliche, banheiro coletivo, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, com café-da-manhã e cozinha coletiva. :D

 

Phi Phi - JJ Bungalow: 2 diárias USD92. Boa localização, quarto amplo e limpo, banheiro, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Média com hospedagem: USD22,3/dia (ressaltando: valor para duas pessoas).

 

 

No próximo post começo a relatar o dia-a-dia, e prometo colocar fotinhos ::otemo:: !

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PRÉ-VIAGEM / VIAGEM (26 e 27/12/15)

 

Nosso voo São Paulo-Abu Dhabi tinha saída prevista para 23h45, mas já no início da manhã recebemos por e-mail a informação de que sairia somente 1h25 do dia seguinte. Deu até para alterar o trecho Porto Alegre-São Paulo para um horário mais tarde, para não ficarmos tantas horas mofando no aeroporto (alteração feita pelo aplicativo da Azul: simples, rápido e sem taxas).

 

Já em Guarulhos, no momento do check-in no balcão da Etihad a atendente pediu mil desculpas pelo atraso no voo, e “como forma de atenuar a espera” ela nos deu um voucher para jantar em um restaurante do aeroporto. Os farofeiros tinham levado até sanduíches pra não precisar comprar (gastar) nada ali, e sem esperar ganhamos uma janta excelente em um lugar com ilha de massas e buffet de saladas e pratos frios, que estava muuuito bom! Ótimo começo! ::cool:::'>

 

Após muita ansiedade pelo embarque ::hahaha:: , finalmente entramos no avião. Não à toa é uma das melhores companhias aéreas do mundo. Confortável (tanto quanto pode ser uma classe econômica), muitas opções de entretenimento no monitor individual, kit conforto com coberta, travesseiro, tapa-olhos e protetor auricular, refeições gostosas e fartas e ótimo atendimento. Tudo isso amenizou um pouco a sensação de que esse voo não tinha fim (esse trecho dura 14 horas)!

As janelas do avião permanecem fechadas o tempo todo, até mesmo como forma de não bagunçar mais ainda o relógio biológico dos passageiros, mas de vez em quando eu dava uma espiada e tive vistas incríveis do Deserto do Saara e do Mar Vermelho.

 

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A conexão em Abu Dhabi não foi muito longa, só caminhamos um pouco pelo aeroporto e pelo free shop. Já deu para sentir a enorme diferença de estar do outro lado do mundo, principalmente pelo modo de vestir de muitas pessoas que transitavam por ali. Muito legal! Estávamos também bem felizes porque agora faltava apenas mais um voo, de “somente” 6 horas!

Este trecho manteve o padrão do anterior, e de fato a sensação foi de que ele passou bem rápido.

 

Logo estávamos descendo em Bangkok, maravilhados com a quantidade de templos dourados que reluziam no sol da manhã, com a quantidade de edifícios enormes e modernos, com o tamanho da cidade, com a indescritível e incomparável sensação de chegar no destino que foi tanto desejado!

 

Chegamos à Tailândia! ::hahaha::

 

 

DIA 01 (28/12/15) Chegada em Bangkok (Khao San Road; Chao Phraya River; Wat Arun)

 

Uhuuuu, chegamooooos!

 

Pousamos um pouco depois das 9 da manhã.

Passamos primeiro no Health Control, preenchemos o formulário, mostramos o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e pegamos o “ok”. Após isso, trocamos 20 dólares cada em um câmbio ali mesmo, só o suficiente para os primeiros gastos (obviamente a cotação foi péssima: 34 bahts/dólar). Seguimos então para a fila da imigração. Estava enorme, bagunçada, mas até que não demorou tanto quanto pareceu que demoraria. Nessa função toda, quando finalmente fomos retirar as bagagens a esteira já estava parada e as poucas bagagens restantes estavam no chão.

 

Já que chegamos bem antes do horário do check-in no hotel, optamos por usar o Rail Link para sair do aeroporto, assim a gente já ia se ambientando com o transporte público e a população local, e vendo um pouco mais da cidade. É só ir descendo as esteiras rolantes e seguindo as placas que se chega à estação. Compramos os bilhetes (ou melhor, fichas) no terminal de autoatendimento, e rapidinho veio um trem.

 

Curtimos bastante o trajeto, impressionados com tudo, encantados com tudo!

 

Descemos na estação Phaya Thai, que era a que nos deixava mais próximos do nosso hotel (serve para os que vão se hospedar nos arredores da Khao San Road, que era o nosso caso). Ali procuramos um táxi para o resto do trajeto (cerca de 5km), e na saída da estação já tinha um parado.

Ele nos abordou: “para onde vocês querem ir?”, dissemos o nome do hotel e ele escreveu no smartphone pra ver a localização, e disse “ok”, perguntamos “quanto” e quando ele ia escrever o valor na calculadora, falamos “com taxímetro?” e ele prontamente respondeu “taxímetro? Ok!”. É claro que estávamos seguindo as dezenas de dicas que lemos aqui no Mochileiros de que as corridas com taxímetro são baratíssimas, mas achei muito estranho ele ter concordado tão rápido… :roll:

Entramos no táxi, e logo que arrancamos falamos “hei, teu taxímetro não está ligado!”, e ele mostrou “não, está ligado sim, mas o visor está com problemas”, aí ele apertou um botão que mostrou o valor no visor, mas que sumiu logo em seguida! Nesse ponto já fiquei não com uma, mas muitas pulgas atrás da orelha :( . Ele foi indo com aquela conversinha fiada “de onde vocês são? quantos dias vão ficar? blá blá blá blá”, nem dez minutos depois chegamos em frente ao hotel. Ele apertou o tal botão do taxímetro e mandou a facada: 600 bahts! SEISCENTOS BAHTS! Putaqueopariu, mas que baita falcatrua, fdp, cretino ::vapapu:: ! Enquanto o Rodrigo contava o dinheiro, meio confuso com aquele valor (a gente já sabia de antemão que muita gente vem desde o aeroporto por menos que isso), o cara repetia “600 bahts” olhando para o Rodrigo, e olhava para mim e dizia para eu descer do táxi. Que ódio! Somado a um certo medo de que ele poderia ir embora com nossos mochilões que estavam no porta-malas se nos recusássemos a pagar. Dez meses planejando a viagem para chegarmos lá e sermos recebidos tomando um golpe! Ser feito de trouxa logo no primeiro dia! ::grr::

 

#ficaadica: fiquem ligados nesses taxímetros “mágicos”.

 

O melhor nessa hora era esquecer o que aconteceu, já que não adiantava ficar esbravejando pelo que já passou. Vamos usar isso pra ficar mais espertos agora e pronto!

 

Deixamos os mochilões no hotel, enquanto o quarto não estava disponível, e nos tocamos direto pra Khao San Road.

Mesmo naquela hora da manhã já era muito doido aquilo ali! Gente de tudo que é jeito, de tudo que é lugar do mundo, vendedores de tudo que é bugiganga, barracas de um monte de tipo de comida.

 

Trocamos mais uns dólares, agora por uma cotação melhor (35,88 bahts/dólar). Demos uma olhadinha bem por cima nas agências que oferecem passeios, só para ter uma ideia de valores, e sentamos em um boteco para tomar uma ceva. Caiu muito bem, depois da longa viagem e do perrengue na chegada! Pedimos uma Chang e ficamos curtindo o movimento.

 

Depois disso procuramos uma barraquinha e comemos o primeiro Pad Thai da viagem! Delícia! E rolinhos primavera também.

 

Voltamos ao hotel, fizemos o check-in e tomamos um belo banho. Talvez tivesse sido prudente descansar um pouco, mas quem quer saber? A vontade de conhecer mais daquele lugar era enorme!

 

Caminhamos até o pier Phra Arthit para pegar o barco de transporte público do Chao Phraya River. A atendente tentou nos vender o passe do barco de bandeira azul, que é o turístico e custa THB 150 por pessoa para viagens ilimitadas durante um dia. Para nós não compensava, compramos o passe para o barco de bandeira laranja por THB 14 cada, vai um monte de turistas misturados com os locais, e é bem tranquilo de usar. Dá para comprar o mesmo bilhete dentro do barco direto, é só procurar alguém que fica sacudindo uma lata cheia de moedas, não tem erro.

O barco não estava muito cheio e conseguimos um lugar para sentar. Logo em seguida surge o Wat Arun à nossa frente, enorme, muito lindo!

 

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Fomos até a estação de Taksin, que é o pier central. Descemos pra fazer um reconhecimento da área, pois é ali a ligação com o Sky Train. E então pegamos novamente um barco da bandeira laranja para retornar, dessa vez para irmos ao Wat Arun.

 

Descemos no pier Tha Tien, e ali pegamos um outro barquinho que atravessa o rio até o templo. Vestimos a roupa apropriada para templos, nossa estratégia era sempre carregar na mochila as “pernas” da calça-bermuda e uma camiseta bem levezinha (dry-fit) para colocar por cima da regata quando precisássemos. Faz um calor do cão lá e ficar o tempo todo andando de calça e camiseta é massacrante!

 

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O lugar todo é incrível! Jardins bem cuidados, monges passando… e a riqueza de detalhes de decoração é fantástica! Ficamos muito tempo ali, curtindo sem pressa. Algumas poucas partes estavam tapadas porque estavam preparando o local para a comemoração da virada do ano, mas não atrapalhou o passeio.

 

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Voltamos de barco até o pier próximo ao hotel, já era final de tarde e o cansaço começou a bater forte. Todas as horas de viagem (e eu não consigo dormir muito nos voos), junto com o fuso horário virado de cabeça para baixo.

 

Passamos em um 7eleven pra comprar água, biscoitos, ceva etc. Aliás,

 

#ficaadica: a 7eleven tem de tudo. Sério, de tudo! Lanches para consumir na hora, lanches para levar, shampoo, condicionador, protetor solar, repelente, chip para celular, maquiagem, remédios de vários tipos… até teste para gravidez tem, vai que alguém precise eheheh. :lol:

 

Fomos pro hotel largar as coisas, e a ideia era ir pra Khao San Road. Me deitei um pouquinho na cama e simplesmente apaguei! Parecia que alguém tinha desligado a chave geral! O Rodrigo ainda me chamou algumas vezes pra gente sair, mas não consegui me mexer dali… ::essa::

 

GASTOS DO DIA (bahts):

  • Rail link: 45 / por pessoa
    Táxi: 300 / por pessoa
    Ceva: 100 (garrafa grande no boteco)
    Pad thai na rua: 30 cada
    Barco (transporte Chao Praya River): 14 / trecho
    Barco – travessia para Wat Arun: 3 / trecho
    Entrada Wat Arun: 50 / por pessoa
    7eleven (compras diversas): 185

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DIA 02 (29/12/15) Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

Apesar de ter capotado no dia anterior, a noite de sono não foi das melhores. Acordei uma hora da manhã, só dormi de novo lá pelas duas; acordei de novo lá pelas cinco, adormeci pelas seis… O jet lag nos virou do avesso ::dãã2::ãã2::'> !

 

Bem cedinho já estávamos em pé, tomamos café-da-manhã no 7eleven bem do ladinho do hotel e rumamos para conhecer os templos mais famosos de Bangkok. É bem tranquilo de ir a pé para quem está hospedado nos arredores da Khao San Road.

 

Chegamos no Grand Palace pouco depois do seu horário de abertura, mas ainda assim o lugar já estava fervilhando de gente! Há muitos ambulantes vendendo calças e cangas para as pessoas que foram despreparadas para entrar nos templos (todos tem que cobrir joelhos e ombros). Há também uma seção de empréstimo dessas roupas logo na entrada do palácio, mas pelo que vi a fila estava bem grandinha (principalmente no horário em que saímos, mais no final da manhã).

 

As filas para comprar ingressos e para entrar foram bem rápidas.

 

Logo que se entra, o impacto é forte! É tanta coisa mais linda que a outra que a gente fica sem saber pra onde olhar, nem por onde começar.

 

A primeira parte da visita é onde está o Wat Phra Kaew e diversos outros templos e estupas. É ma-ra-vi-lho-so! Muitas cores fortes, muito dourado, murais com cenas cheias de detalhes, esculturas diversas… uma loucura!

Aqui começamos a ver a cena que seria comum em todos os templos que conhecemos durante a viagem: tem muita gente orando e fazendo oferenda! Mas não é, assim, muitos turistas e um que outro orando… tem muita gente orando! E muito incenso queimando (eles acendem pra Buda), deixando todo o lugar muito cheiroso!

 

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A concentração maior de gente era para entrar no próprio Wat Phra Kaew, onde está o famoso Buda de Esmeralda (que na verdade não é de esmeralda, mas sim de jade :D). No interior desse templo não é permitido fotografar, mas sempre tem os mal-educados que não estão nem aí… vai de cada um, né? Enfim, o Buda de Esmeralda é bonito, apesar de ser pequeno, mas gostei mesmo foi do interior do templo como um todo, é deslumbrante!

 

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Depois de um bom tempo tentando assimilar tanta beleza, passamos para a parte do Grand Palace. Logo após a passagem de um ambiente para o outro tem uma tenda vendendo água e suco. O calor já estava pegando e a água já tinha até acabado, tive que pegar um suco que pelo menos estava bem gelado.

 

A parte do Grand Palace é bastante diferente, mas incrível também. Os jardins são muito bem cuidados, é muito lindo e muito agradável de passear ali.

 

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Caminhamos, entramos no pequeno museu de armas, sentamos na sombra para fazer um lanche. Quase no final da manhã fomos embora, para visitar o Wat Pho.

 

No caminho, paramos para comprar umas frutas em uma das milhares de barraquinhas que vendem frutas em tudo que é lugar. Pegamos um pacotinho de manga (deliciosa!), e o vendedor já nos ofereceu um passeio de táxi que visitaria não sei quais templos mais afastados blá blá blá, conversamos um pouquinho como quem tem interesse e falamos que voltaríamos. Incrível como eles sempre querem te vender algo, e quando tu compras, querem te vender outra coisa, e assim vai…

 

Na entrada do Wat Pho há serviço de guias. Não pegamos, mas não achei caro, era algo como 300 bahts para duas pessoas.

Começamos pelo ponto principal: o Buda deitado. É muito lindo! A parte dos seus pés, que é decorada com madrepérola, estava sendo restaurada.

 

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Todo o complexo do Wat Pho é muito maior do que eu imaginava, com diversos ambientes entre templos, estupas, jardins, além da famosa escola de massagem. Tem também lojinhas de artesanato/souvenirs e bar.

 

Depois de um tempo passeando por tudo, fomos na escola para fazer a massagem. Só tinha disponibilidade para dali a 40 minutos, então pegamos as fichas e voltamos a passear pelo resto do lugar. Realmente gostei muito dali ::love:: , toda aquela beleza, com aquele cheirinho de incenso no ar, foi muito agradável e relaxante.

 

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Voltamos para fazer a massagem, pegamos a de meia hora. Nossa! Fizeram jus à fama da massagem tailandesa! É forte e em vários momentos doída, mas ao final a sensação é muito boa!

 

Depois da massagem, já era meio da tarde e estávamos loucos de fome! E muito curiosos para experimentar uma comida de rua diferente. Escolhemos uma das barraquinhas bem em frente ao Wat Pho, com mesinhas na calçadas mesmo, os carros passando bem em frente. Escolhemos um prato com carne de porco e vegetais (não lembro o nome), uma papaya salad, que é um prato bem comum deles, e uma metade de frango assado na brasa. O cara perguntou “spicy or no spicy?”, por uma fração de segundo pensei “spicy, é claro, nós adoramos pimenta, opa!, peraí!, estamos na tailândia e a coisa não é bem assim!!!” e pedi no spicy. Meeeudeeeus, a papaya salad beirava o intragável ::hein: . Comemos metade só, não aguentamos. O prato com porco era em um nível que para nós é bem picante, mas depois da salada parecia um refresco. E o frango também era picante, mas comparado aos outros dois era uma papinha para bebês.

 

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Voltamos também a pé para o hotel, por uma rua paralela ao Chao Phraya. Fomos vendo a rotina da cidade, passamos por dentro de uma universidade, por diversas lojas das mais variadas bugigangas, dúzias de barracas de comida de rua e pessoas vendendo objetos usados (tipo brechó) na calçada mesmo. Atravessar uma rua sempre era uma aventura, ainda mais que a mão é inglesa e nos confunde.

 

Depois de descansar um pouco no hotel, finalmente fomos conhecer a noite na Khao San Road. Que que é aquilo? Só indo lá para ver a doideira! Bares lotados, baladas com som alto, gente doidona, muitas barraquinhas de comida, vendedores ambulantes, estúdios de tatuagem, massagens sendo feitas em cadeiras na calçada mesmo, enfim… acho obrigatório conhecer a Khao San Road à noite, resume bem o que é Bangkok: diversificada, insana, frenética!

 

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Paramos em uma barraquinha para comer um Pad Thai, e enquanto esperávamos um cara apoiou o cotovelo no ombro do Rodrigo, olhou bem nos olhos dele e perguntou bem sério “Ping-pong show?”. A gente não tinha interesse em ir, mas essa cena foi bem engraçada. Pra quem quiser, é só ficar perambulando por ali que aparecem os caras oferecendo.

 

Comemos, bebemos, ficamos curtindo as figuraças malucas por ali e fomos embora.

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã no 7eleven: 39 / pessoa
    Entrada Grand Palace: 500 / pessoa
    Suco no Grand Palace: 30
    Pacote de frutas picadas na barraca de rua: 20
    Entrada Wat Pho: 100 / pessoa
    Almoço (três pratos): 171
    Comidinhas e cevas na Khao San Road: 230

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

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Acompanhando! :D

Embarco dia 21/04 pra Bangkok e com roteiro bem parecido.

 

Uma dúvida:

Como fez o visto para o Vietnã?Eu estou indeciso sobre isso ,pois não queria mandar meu passaporte

pra Brasília via Sedex à essa altura do campeonato hehe.

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

 

Que bom, Cris! Fico muito feliz de ajudar outras pessoas com o relato. Tu vais amar esses lugares!

 

 

Acompanhando! :D

Embarco dia 21/04 pra Bangkok e com roteiro bem parecido.

 

Uma dúvida:

Como fez o visto para o Vietnã?Eu estou indeciso sobre isso ,pois não queria mandar meu passaporte

pra Brasília via Sedex à essa altura do campeonato hehe.

 

Olá, Jefferson.

 

Então... eu fiz o visto do Vietnã justamente assim, mandei por Sedex para a embaixada em Brasília! Foi bem tranquilo e rápido, em menos de duas semanas o passaporte estava de volta, mas no teu caso eu não arriscaria, qualquer probleminha e ele não chega a tempo...

 

Ótima viagem pra ti!

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DIA 03 (30/12/15) Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

Depois do café-da-manhã básico no 7eleven (o que se repetiu todos os dias em Bangkok), fomos ao píer Phra Arthit pegar o barco (bandeira laranja) para ir conhecer o Flower Market (Pak Khlong Talat). Fica a uma curta caminhada, descendo no pier Rajinee. Na verdade não é um mercado somente de flores, mas de produtos em geral como qualquer mercado. Foi legal porque adoramos esse tipo de passeio e ver os diversos produtos locais, mas eu esperava mais. Está longe de ser uma atração imperdível.

 

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Voltamos para pegar o barco novamente, dessa vez até o pier Marine Dept. Esse é o píer para quem quer conhecer Chinatown, mas queríamos seguir direto para o Wat Traimit, onde está o Buda de Ouro. A rota que o meu aplicativo sugeriu era de uns 800m. Aliás, falando em aplicativo:

 

#ficaadica: uso o Maps.me e gosto bastante. Ele calcula rotas a pé e de carro, dá a distância e usa o GPS pra dizer onde tu estás no mapa, tudo isso sem necessidade de conexão à Internet.

 

Claro, quando o GPS funciona :? . Aconteceu que a gente caminhou e caminhou, entrando em ruelas cada vez mais apertadas com oficinas mecânicas cheias de peças sujas de graxa por cima da calçada, e depois vielas lotadas de lojinhas abarrotadas de bugigangas de todos os tipos e entupidas de gente, e não tinha jeito do GPS funcionar pra gente saber onde é que a gente andava :o . Caminhamos bem mais do que 800 metros, até finalmente sair em uma avenida e avistar uma Starbucks. Pensamos “ufa, vamos lá tomar um café e usar a internet”. Bom, tomamos o café, mas devia ser a única Starbucks do mundo que não tinha wi-fi. Perguntamos pra atendente, que nos explicou como chegar. Dali era bem fácil, a uns 10 minutos caminhando.

No fim das contas a gente não pretendia conhecer Chinatown mas acabamos passando bem no meio da muvuca, e foi uma experiência legal ver essa outra face de Bangkok. O lugar é tão confuso que até o GPS se perdeu :lol: . A avenida por onde fomos desde a Starbucks até o Wat Traimit também era bem legal, cheia de letreiros em caracteres chineses.

 

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Finalmente chegamos no Wat Traimit. Primeiro entramos no templo em frente ao prédio principal, tinham algumas pessoas orando com um monge, e ele fazia uma espécie de benção (não sei se é esse o termo correto) jogando uma aguinha sobre as pessoas e depois amarrando um barbante no pulso de cada um. Sentamos na mesma posição que eles, sobre os calcanhares, mas um pouquinho mais afastados para não atrapalhar e também para não desrespeitar. Só sei que dali a pouco o monge arremessa aquela água em cada um e vejo aquele esguicho crescendo na minha direção até que chuá! deu bem nos meus olhos! Eu não estava esperando aquilo! Aí as pessoas fizeram uma pequena fila pra receber o barbante, e uma senhora fez sinal para que a gente passasse na frente dela. Fizemos uma carinha de “será que podemos” e ela falou “it's ok!”. E o monge amarrou o barbante nos nossos pulsos também. Foi muito legal! A sensação foi muito boa!

 

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Passamos para o prédio principal. Nos andares inferiores tem um museu sobre a herança e o patrimônio deixados pela população chinesa que migrou para a Tailândia. Interessante.

 

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No andar mais alto está o Buda de Ouro. Sensacional! 5 toneladas de ouro! E ele tem uma expressão facial maravilhosa! Lindíssimo.

 

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Depois dali andamos até a estação de metrô que fica junto à estação de trens. A essa altura o GPS já tinha renascido e foi tranquilo de achar. Pegamos o metrô até a estação Si Lom, para ali pegar o Sky Train até o MBK Shopping. Na saída dessa estação do metrô um senhor nos abordou perguntando onde queríamos ir, e a gente estava muito desconfiado por causa do “amigo” taxista do dia da chegada. Mas ele foi extremamente gentil e nos explicou direitinho como pegar o Sky Train, onde descer e como chegar ao MBK, apesar da gente já saber e não ter dito pra ver qual era a dele. Ele usava um crachá, era um funcionário sei-eu-do-quê, e realmente só queria ajudar. Ajudou a amenizar a má impressão do taxista. ::otemo::

 

Descemos na estação National Stadium e passamos pela passarela que já larga dentro do shopping.

O que eu posso dizer é que o lugar é imenso! Quando a gente pensa “nossa, isso aqui é enorme mesmo”, sai em outro lugar que se mostra ainda maior. Tem tudo que é tipo de coisa à venda, mas tudo requer muita paciência para negociação. Não tenho paciência para esse joguinho, se eu dependesse de negociar coisas para sobreviver eu morreria de fome :roll: . Meu único objetivo lá era comprar uma camera simples à prova d'água, para usar nas praias. Procurei em algumas lojas, vi a média de preços, dei uma barganhada e acabei comprando uma imitação da imitação da GoPro eheheh 8) . Troquei uns dólares lá para comprar a câmera, mas a cotação não é das melhores (35,70 THB /USD).

Almoçamos por lá, olhamos ainda outras coisas mas não compramos mais nada.

 

Voltamos para o hotel pegando o Sky Train até o pier central Taksin, e dali pegamos o barco até o pier Phra Arthit. Adorei o Sky Train, gostaria de ter na minha cidade. Ele fica no alto, sobre as vias de circulação, sem competir por espaço com nenhum outro meio, é limpo, confortável, ágil. Invejinha ::tchann:: .

 

À noite, adivinha? Khao San Road. Procuramos algumas agências para fazer o passeio a Ayutthaya no dia seguinte. Nem todas tinham porque era dia 31 de dezembro e não trabalhariam naquele dia, mas encontramos uma que tinha e agendamos.

 

Depois disso fizemos uma foot massage nas cadeiras na rua. Depois de andar que nem um camelo durante o dia, é muito bom!

 

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Vimos o “buffet de insetos” (para quem não consome, eles cobram para fotografar), não encaramos provar nenhum.

 

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Comemos uma porção de 3 spring rolls ainda na Khao San Road, a gente pegava ceva geladinha na 7eleven e tomava na rua mesmo. Tomamos uma ceva em um bar só para poder usar o banheiro.

Depois, para jantar, pegamos uns hamburguers prontos no 7eleven, e levamos para comer no hotel. O meu era de frango, e a embalagem não fazia menção nenhuma a pimenta. Mas o troço era intragável. Pior do que a papaya salad do outro dia. Só consegui dar duas mordidas! Tive que descer e ir de novo no 7eleven comprar outra coisa, senão ficaria com fome! Ô gente que gosta de pimenta ::quilpish:: !

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã: 39 / pessoa
    Barco: 14 / trecho / pessoa
    Dois cappuccinos no Starbucks: 170
    Entrada Wat Traimit: 140 / pessoa
    Metrô: 19 / pessoa
    Sky Train até o MBK: 25 / pessoa
    Almoço no MBK: 55 / pessoa
    Sky Train até Taksin: 37 / pessoa
    Foto do buffet de insetos: 10
    Foot massage (30 minutos): 150 / pessoa
    Tour Ayutthaya (pagamento adiantado – transporte, guia, almoço e ingressos): 600 / pessoa
    Porção de 3 spring rolls: 30
    Ceva no 7eleven (grande): 50 / cada
    Ceva no bar (grande): 100
    Hamburguer no 7eleven: 34 / cada

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DIA 04 (31/12/15) Bate-volta Ayutthaya / Reveillon

 

Oito da manhã estávamos em frente ao hotel, e logo apareceu a van que nos levou para Ayutthaya. A van estava quase cheia e paramos só em mais um lugar para pegar um casal. A viagem levou cerca de uma hora e meia, pegamos bastante trânsito para sair de Bangkok.

 

Primeira parada: Phra Chedi Chaimongkol. Uau! Já mostra do que se trata Ayutthaya. Um lugar muito imponente e que não deixa dúvidas da força que essa cidade teve um dia.

 

Logo na entrada o grupo parou para ouvir algumas explicações do guia. Pois bem, o guia falava e falava e eu mal conseguia pescar algumas palavras soltas do que ele dizia. Quando ele nos liberou para explorar o lugar por conta, perguntei para o Rodrigo “tu entendeu as explicações dele?”, e ele me disse “praticamente nada!”. Poxa vida, essas excursões em grupo tem aquela parte muuuuito chata de ter que fazer tudo cuidando o relógio, mas o lado bom é ter um guia para contar e contextualizar tudo aquilo que estamos vendo. E nós tivemos o azar de pegar um guia que falava um inglês péssimo! Ele falava com muita convicção de que estava fluente, mas o sotaque tailândes dele era muito carregado, modificando vários fonemas, enfim, muito difícil de compreender :( .

 

Mas vamos lá aproveitar como a gente puder! O lugar é lindo, com uma energia ótima e bastante florido. Para completar, o clima estava perfeito. Quero dizer, o céu azul estava perfeito, porque fazia um calorão dos infernos!

 

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Próxima parada: Wat Maha That. É aqui que está a famosa cabeça de Buda entre as raízes de uma árvore. E também muitas estátuas sem as cabeças, que foram decepadas pelos birmaneses.

 

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O local seguinte foi o Wat Lokayasutharam, o Buda Deitado. Aqui demos uma passada rápida, pois a estátua é a única coisa para ver. Mas ela é linda, e a expressão de prazer e satisfação do Buda é contagiante!

 

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Antes de almoçar ainda visitamos mais um local, o Wat Phu Khao Thong. Este templo tem 50 metros de altura e é possível subir até mais ou menos sua metade, de onde se tem uma bonita vista dos campos ao seu redor.

 

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O almoço foi em um lugar bem simples, e a comida estava bem gostosa. E para o paladar dos turistas: sem pimenta :lol: . Só a bebida não estava incluída.

 

À tarde visitamos o último local do tour, o Wat Phra Si Sanphet. Pela última vez ficamos fazendo de conta que ouvíamos as explicações do guia sem na verdade entender bulhufas :roll: . Engraçado é que as pessoas ficavam olhando para ele e balançando a cabeça em sinal afirmativo, como se estivessem entendendo tudo :lol: .

 

O ponto alto deste templo é o conjunto de três estupas idênticas e bem conservadas.

 

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Ao lado ainda tinha um templo com uma imagem de Buda de 9 metros de altura, com um grande entra e sai de pessoas fazendo seus rituais budistas ou então só turistando mesmo.

 

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Na hora do retorno à Bangkok, o guia foi em outra van que ainda visitaria alguma atração mais afastada de Ayutthaya, e a van do nosso grupo retornou. O motorista, que pelo jeito não falava nada de inglês, parou a umas 3 quadras da Khao San Road, abriu a porta da van, apontou em uma direção e disse: “Khao San Road”. Alguém tentou perguntar “você vai nos deixar no nosso hotel?”, e ele repetiu, apontando: “Khao San Road”. Outro tentou dizer “mas o meu hotel não fica na Khao San Road”, ele apontou e disse: “Khao San Road”. Todos se convenceram e desceram da van, e voltaram caminhando para os seus hotéis ::lol4:: .

 

Encontramos uma pizzaria na Rambutri, que é a rua paralela e é a versão mais bonitinha e ajeitadinha da Khao San Road. Fizemos um lanche ali.

 

À noite saímos para as comemorações de virada do ano. As ruas estavam lotadas de gente, um climão muito legal de festa, de confraternização, de alegria!

 

Passamos no 7eleven para comprar algo para bebericar. Pegamos umas garrafinhas de Smirnoff Ice e uma salsicha :D . Saímos pra rua e compramos um kebab em uma barraquinha. E essa foi nossa ceia de ano novo ::otemo:: !

 

Caminhamos até a praça em frente ao Wat Arun. Já estava cheião de gente aguardando a queima de fogos. Junto ao Wat Arun montaram uma plataforma sobre o rio, onde uma orquestra se apresentou, e estava rolando uma festa só pra pessoas VIPs. Tinha uns telões transmitindo essa festa de gala, enquanto isso os mortais se amontoavam nessa praça ali mesmo.

 

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A virada foi maravilhosa! Rolou uma contagem regressiva nos telões, aí começou a queima de fogos sincronizada com músicas da orquestra e diferentes cores iluminando o Wat Arun. Lindo demais, emocionante e inesquecível!

 

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Retornamos para a Khao San Road. A doideira do lugar estava mais acentuada que o normal: um monte de gente bebaça, pegação rolando, dois caras dormindo deitados na calçada e por aí vai :lol: . Depois de um tempo por ali fomos para a Rambutri. Paramos em uma carrocinha de hambúrguer americano acompanhado de fritas, e comemos por ali mesmo, para finalizar nosso reveillon.

 

Gastos do dia (bahts):

  • Café-da-manhã: 40 / pessoa
    Porção de abacaxi picado em Ayutthaya: 30
    Ceva do almoço: 100
    2 Pizzas pequenas com refrigerante: 218
    Gastos do Reveillon: 670 (bebidas, kebab, hamburguer, esqueci de anotar separadamente ::tchann:: )

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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
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      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 


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