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Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

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Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

 

Eu e meu marido passamos um mês inesquecível no Sudeste Asiático, mais precisamente Tailândia, Camboja e Vietnã, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016. Vou procurar incluir no relato os gastos, informações, dicas etc.

 

Foram dez meses entre a escolha do destino e a viagem.

 

Muito planejamento, muita leitura, muita pesquisa… Vimos e revimos todos os relatos aqui do Mochileiros sobre a região. Dezenas de blogs, sites, fotos, vídeos… E ainda assim, NADA te prepara para o que SENTE quando finalmente se ESTÁ lá. Não parece que fomos para outros países, mas sim para OUTRO MUNDO! Os aromas das comidas de rua por toda a parte, misturados ao cheiro do incenso; o trânsito caótico; as dezenas de templos existentes por onde se passa; as práticas religiosas diárias da população; sabores maravilhosos de temperos e ingredientes dos quais nunca ouvimos falar; um povo hospitaleiro, gentil e humilde; e paisagens de tirar o fôlego…

 

Até agora não tenho bem certeza de que fomos para lá, mas por via das dúvidas vou registrar meu relato. Quem sabe ajuda a ficha a cair...

 

 

ROTEIRO

 

Como em qualquer planejamento de viagem, esse roteiro mudou diversas vezes. Inicialmente iríamos também para o Laos, depois desistimos.

 

No fim das contas, nosso roteiro foi esse (com uma descrição breve do que fizemos em cada dia):

 

DIA 01 Chegada em Bangkok 09:05 (Khao San Road; Wat Arun; Chao Phraya River)

 

DIA 02 Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

DIA 03 Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

DIA 04 Bate-volta Ayutthaya

 

DIA 05 Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

DIA 06 Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

DIA 07 Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

DIA 08 Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom)

 

DIA 09 Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An

 

DIA 10 Hoi An (centro histórico, An Bang Beach)

 

DIA 11 Hoi An (passeio de bike, centro histórico)

 

DIA 12 Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge)

 

DIA 13 Da Nang (Marble Mountains)

 

DIA 14 Bate-volta Hue

 

DIA 15 Da Nang (Lady Buda); ida para Hanoi 21:50

 

DIA 16 Hanoi (Old Quarter e arredores)

 

DIA 17 Halong Bay

 

DIA 18 Retorno de Halong Bay; Hanoi

 

DIA 19 Hanoi (Mausoleu de Ho Chi Minh); ida para Chiang Mai 16:45

 

DIA 20 Chiang Mai (centro histórico, Doi Suthep, Night Bazaar)

 

DIA 21 Chiang Mai (Patara Elephant Farm, Sunday Night Market)

 

DIA 22 Chiang Mai (curso de culinária: Thai Farm Cooking)

 

DIA 23 Chiang Mai (templos diversos/ dia à toa)

 

DIA24 Chiang Mai; ida para Krabi 17:35

 

DIA 25 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 26 Krabi (passeio Hong Island)

 

DIA 27 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 28 Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard

 

DIA 29 Retorno a Phi Phi; tarde praia (Loh Dalum); view point

 

DIA 30 Phi Phi (Loh Dalum)

 

DIA 31 Praia pela manhã; Ferry para Phuket; Voo para Amsterdã 20:20

 

 

PASSAGENS AÉREAS

 

Depois de muitas pesquisas, considerando diversas possibilidades (comprar ida e volta; ou pegar ida e volta com milhas até alguma cidade da Europa e comprar à parte ida e volta para Bangkok ou Hanoi; ou comprar a ida e voltar com milhas; entre outras), a opção mais econômica acabou sendo a seguinte: comprar um bilhete múltiplos destinos de São Paulo a Bangkok, e depois de Phuket até Amsterdã, além de não precisar voltar a Bangkok para ir embora.

Já que voaríamos para Amsterdã, resolvemos ficar uns diazinhos por lá para conhecer, mas vou deixar essa parte para um outro relato. O único contra desse roteiro foi ter que incluir roupas para o frio na bagagem.

Ficou assim:

Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 9000 pontos Azul

São Paulo – Bangkok / Phuket – Amsterdã: R$3700 Etihad

Amsterdã – Porto Alegre: 45000 pontos TAM

 

#ficaadica: explorem bastante a opção "múltiplos destinos" das companhias aéreas, uma mudança de cidade ou até mesmo a ordem delas pode fazer muita diferença no valor final da passagem!

 

 

TRECHOS INTERNOS

 

Para os deslocamentos entre as cidades, escolhemos pagar um pouco mais e ganhar tempo para conhecer os lugares, por isso fizemos todos os deslocamentos de avião:

 

Bangkok-Siem Reap USD 74,53 Cambodia Angkor Air

 

Siem Reap-Da Nang USD 160 Vietnam Airlines

 

Da Nang-Hanoi USD 39 Vietnam Airlines

 

Hanoi-Bangkok 12500 milhas Smiles (voando Qatar Airways)

 

Bangkok-Chiang Mai USD 37 Thai Airways

 

Chiang Mai-Krabi USD 59,44 AirAsia

 

Observações: os trechos Hanoi-Bangkok e Bangkok-Chiang Mai foram no mesmo dia, e ficou um trajeto assim quebrado porque a ideia inicial era voar de Hanoi a Luang Prabang, ficar uns dias e depois voar de lá para Chiang Mai. À medida que a viagem se aproximava, resolvemos cortar Luang Prabang do roteiro porque os voos para/de lá eram um tanto caros (em alguns meses acompanhando os preços, eles nunca baixaram, não rolou nem uma mísera promoçãozinha).

O voo da AirAsia era o único que não incluía franquia de bagagem, esse preço aí de cima inclui uma bagagem de até 20kg.

 

 

GASTOS

 

Sei que “quanto se gasta” é a primeira preocupação da maioria das pessoas que pensam em ir para lá. Saibam que dá para fazer essa viagem com bem menos do que eu vou descrever abaixo, por exemplo fazendo os trechos internos de ônibus em vez de avião, cortando alguns dos passeios mais caros que fizemos etc.

 

Excetuando as passagens para ir e voltar, antes de sair do Brasil só estavam pagos Maya Bay Sleep Aboard, hospedagem de Phi Phi e voos internos, totalizando uns USD 550.

 

Para todo o resto, gastamos cerca de USD1650 cada, entre o que levamos e o que sacamos por lá.

 

Os gastos maiores foram (por pessoa):

 

  • Bate-volta Ayuthaya: 600 bahts (+-USD 17)
     
    Guia nos templos de Siem Reap (dois dias, com transporte): USD 70
     
    Passeio de quadriciclo em Siem Reap: USD 41
     
    Passeio de bike Hoi An: 500000 dongs (+- USD 23)
     
    Bate-volta Hue: 900000 dongs (+- USD 40)
     
    Halong Bay 2D1N: USD 180
     
    Patara Elephant Farm: 5800 bahts (+- USD160)
     
    Curso de culinária Chiang Mai: 1300 bahts (+- USD 36)
     
    Tour Hong Island: 900 bahts (+- USD 25)
     
    Transfer Krabi-Phi Phi (van+ferry): 350 bahts (+- USD 10)
     
    Maya Bay Sleep Aboard: 3000 bahts (+- USD 84)
     
    Transfer Phi Phi-Phuket (ferry+van até o aeroporto): 400 bahts (+- USD 11)

 

As cotações aproximadas que pegamos:

  • 1USD = 35,80 bahts
    1USD = 4000 riels
    1USD = 22000 dongs

 

Ao longo do relato vou detalhando melhor gastos com alimentação, entrada com atrações, etc.

 

 

HOSPEDAGENS

 

Adoramos ficar em hostels, mas muitas vezes essa não é a opção mais econômica para um casal. Acabamos ficando em um hostel somente em Krabi.

 

Bangkok - Bhimann Inn: 5 diárias USD156. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (imprescindível para o calorão de lá), piscina, wi-fi razoável, sem café-da-manhã. :)

 

Siem Reap - Popular Boutique Hotel: 3 diárias USD48,60. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (idem), muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Hoi An - Phuoc An: 3 diárias USD72. A uns 10' de caminhada do centro histórico, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado, piscina (nem chegamos a usar), wi-fi bom, com café-da-manhã. :)

 

Da Nang - Anh Duong II: 3 diárias USD 37. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem pertinho da praia. Quarto amplo e limpo, camas duras, banheiro, ar-condicionado, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :|

 

Hanoi - Hanoi Downtown Hotel: 2 diárias USD 28. Boa localização, quarto não tão limpo com banheiro (e banheira), ar-condicionado (apesar de desnecessário nessa época), wi-fi bom, com café-da-manhã. O único dessa lista que eu aconselho: NÃO fiquem lá! :(

 

Hanoi (após retorno de Halong Bay) – Hang My Hotel: 1 diária USD 21. As mesmas coisas que o Hanoi Downtown, mas mais limpo, mais novinho e com melhor atendimento. :)

 

Chiang Mai - RCN Court Inn: 5 diárias USD 70. Dentro do centro histórico, quarto com banheiro, wi-fi, sem café mas com cozinha coletiva. :)

 

Krabi - Glur Hostel: 4 diárias USD100. A uns 10' de caminhada da praia, quarto limpo com beliche, banheiro coletivo, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, com café-da-manhã e cozinha coletiva. :D

 

Phi Phi - JJ Bungalow: 2 diárias USD92. Boa localização, quarto amplo e limpo, banheiro, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Média com hospedagem: USD22,3/dia (ressaltando: valor para duas pessoas).

 

 

No próximo post começo a relatar o dia-a-dia, e prometo colocar fotinhos ::otemo:: !

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Valeu, Wesley! A viagem foi realmente incrível, tenho certeza que vais achar o mesmo quando fores.

 

Tenho tido pouco tempo para escrever, até porque gosto de detalhar bem (já deu pra notar, né? eheheh), mas vou continuar sim!

 

Abraços!

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DIA 05 (01/01/16) Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

Fomos do hotel a pé até o Wat Ratchanatdaram, uns 15 minutos de caminhada. Incrível a quantidade de templos que passamos, é quase um a cada quadra, todos com grande fluxo de gente entrando e saindo.

 

O Wat Ratchanatdaram tem entrada gratuita e não é uma atração imperdível na cidade, mas aproveitamos que ele é bem pertinho do Wat Saket, nossa próxima parada, e entramos para conhecê-lo. Estava um clima muito legal de confraternização, muitas pessoas passavam por nós e desejavam Happy New Year ::kiss:: . No interior do templo tinha um monge abençoando as pessoas, o Rodrigo foi lá e ganhou um novo barbantezinho no pulso.

 

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Nos dirigimos ao Wat Saket, também conhecido como Temple of the Golden Mount. O lugar estava bombando! Não sei quanto o fato de ser o primeiro dia do ano influenciou, mas parecia que havia ali mais pessoas para fazer oferendas, orações e rituais do que nos templos que fomos nos outros dias.

 

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A subida para o templo é feita em uma escadaria em espiral que vai circundando o monte. Ao longo dela existem várias imagens de Buda e outras figuras, sempre com muita gente colocando incensos e flores e etc. Fomos acompanhando os rituais deles.

Pegamos (mediante uma “doação” de 20 bahts :wink: ) uma espécie de kit para fazer oferenda, que era um incenso, uma pequena vela amarela, uma flor de lótus e um pedacinho de folha dourada.

 

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Lá em cima estava sensacional! Entupido de gente, todos andando em círculo no sentido horário ao redor da estupa, colocando frutas, mantos dourados, dinheiro, plaquinhas com inscrições… As pessoas continuavam se desejando feliz ano novo umas às outras.

Fomos distribuindo nossas oferendas as pouquinhos: um incenso aqui, uma vela ali… Lá pelas tantas uma senhorinha cutucou o Rodrigo e disse pra ele: Give your flower to Buda. :lol: Que querida, ela achou que a gente ia ficar com a flor!

 

Sente o clima do lugar:

 

 

Apesar de não ser um monte muito alto, se tem uma vista bem legal da cidade. As escadarias que chegam e que saem do topo são bem estreitas e pegamos uma boa fila para chegar e para sair, mas valeu a pena.

 

Caminhamos um tempo procurando um lugar para almoçar, e paramos em um restaurante mais ajeitadinho (pro padrão dos últimos dias), mas com preços bem interessantes. O Rodrigo comeu um arroz acompanhado de porco e legumes, e eu comi uma sopa de coco típica deles, com pedaços de frango e muitos temperos, simplesmente MARAVILHOSA. Eu já tinha provado essa sopa em um restaurante de comida tailandesa antes de ir para lá, e não via a hora de comê-la lá na Tailândia mesmo. Me fartei, que delícia!

 

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Depois, fomos até o Museu Nacional de Bangkok, sem muita certeza se entraríamos ou não. Chegamos lá e era grátis! Aproveitamos para conhecer, tem algumas peças interessantes e beeem antigas. Valeu a visita.

 

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O final da tarde foi aproveitando um pouquinho a piscina do hotel e descansando um pouco. As noites de sono ainda estavam no ritmo de acordar às 2 da manhã com fome, depois às 5 da manhã cheia de energia e pronta para sair pra rua e explorar a cidade… Chegava no final da tarde eu estava moída.

 

À noite fomos pra Khao San Road. Fechamos em uma das agências um transporte até o aeroporto (Suvarnabhumi) para o dia seguinte. Tomamos umas cervejas do 7eleven e depois fizemos uma massagem. Dessa vez optamos por uma massagem de corpo inteiro. Fui atendida por uma moça e o Rodrigo por um cara, os dois bem magrinhos e pequenininhos, mas quase nos partiram ao meio ::dãã2::ãã2::'> . Trinta minutos de sofrimento, mas depois a sensação é boa.

 

Fomos para a Rambuttri para jantar em uma barraquinha que tínhamos visto no dia anterior. Era um bar a céu aberto: diversas mesinhas e banquinhos amontoados na calçada, e um balcão com uns 12 tipos diferentes de comida, tudo com condições de higiene um pouco duvidosas :D . Perguntei quais eram as opções sem pimenta. Nem me lembro o que comi porque não foi muito marcante, nem bom nem ruim, mas certamente tinha muita pimenta :oops: !

 

#ficaadica: quem não come pimenta tem dificuldades para se alimentar ao ir para lá, pois o conceito deles a respeito de “não ter pimenta” é bem diferente do nosso!

 

Gastos do dia (bahts):

  • 103 compras (café, sanduíches, biscoitos, água) no 7eleven
    20 entrada Wat Saket (cada)
    100 almoço (cada prato)
    130 transfer para o aeroporto (cada)
    150 massagem (cada)
    204 cervejas no 7eleven
    110 janta na barraquinha (para ambos)

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DIA 06 (02/01/16) Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

Acordamos não muito cedo, arrumamos os mochilões e fomos até a Khao San Road, tínhamos que estar na agência 10h50min. Dali a uns 10 minutos passou o cara nos chamando para nos levar até a van que estava na rua ao lado. A ida até o aeroporto foi bem tranquila. A van ainda parou em mais uns 2 lugares para pegar outras pessoas e foi. Cerca de meio-dia chegamos no aeroporto Suvarnabhumi.

 

Procuramos logo o balcão da Cambodia Angkor Air pra fazer o check-in e despachar bagagens.

Depois fomos procurar algo para comer, já preparados para pagar bem caro por ser no aeroporto. Mas encontramos uma espécia de restaurante popular, no andar abaixo dos balcões das companhias. Tinha diversos pratos prontos tipo arroz+legumes+algum tipo de carne, por 100 bahts cada. ::cool:::'>

 

O trâmite para embarcar é um pouco demorado. O aeroporto é imenso e o fluxo de passageiros é enorme, então não deixe para entrar muito em cima da hora do voo. Fila na migração, depois fila no raio-x das bagagens, depois caminhar um tanto até o portão.

 

A essa altura não sei mais onde a gente tinha lido ou escutado a frase “Bangkok vai te pegar”. E pegou! Eu achei Bangkok um pouco doida demais para o meu gosto, mas àquela altura nós já estávamos apaixonados pela Tailândia ::love:: , e com muita dó de ter que ir embora. Pelo menos a sensação era de “até daqui a pouco”, junto com a expectativa de estar indo para um lugar incrível como Angkor Wat!

 

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O voo foi tranquilo e serviram até um sanduichinho de lanche.

 

Ao descer em Siem Reap já deu para sentir a temperatura “calor das profundezas dos infernos”, que se manteve nos 4 dias em que estivemos lá ::mmm: .

 

Visto do Camboja:

  • -leve uma foto 3x4,
    -preencha o formulário que tem no saguão de chegada (aconselho levar sua própria caneta, elas são escassas),
    -entregue tudo junto com o passaporte e pague a taxa de US$ 30, e
    -tenha muita paciência com as filas e com o mau-humor dos funcionários que te atendem tanto na emissão do visto quanto no controle de migração.

 

Levamos cerca de uma hora nessa função. O hotel que ficamos oferecia o translado do aeroporto de graça, e ao sair o motorista do tuc-tuc já estava lá esperando com uma plaquinha com nosso nome (apesar de ser grátis, demos uma gorjetinha para ele).

 

O aeroporto é bem pertinho da cidade, nem 15 minutos chegamos no hotel. Check-in, largar malas e rua.

 

Fomos em um mercadinho comprar água e lanchinhos. Tudo pode ser pago em dólares, mas o troco para os valores quebrados é dado em riels. Eles utilizam no comércio a cotação de US$ 1 = 4000 riels, então se você comprar por exemplo um produto de US$2,50 e pagar US$3, eles te devolvem 2000 riels.

 

Já estava anoitecendo e passeamos primeiro pelo Old Market. Depois fomos para o Night Market. O lugar é enorme, muitas lojinhas de artesanatos e souvenirs e coisas afins.

 

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Ficamos andando pelos arredores da Pub Street. O lugar é bem animado, restaurantes de diversas cozinhas e muitos bares com baladas. Jantamos em uma pizzaria na esquina bem de frente para o rio, ficamos em um balcão ao ar livre no segundo andar. A pizza era boa e o ambiente era muito agradável.

 

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Tirando a parte do aeroporto, todas as demais pessoas que nos atenderam desde o tuc-tuc, hotel, até o mercadinho e o restaurante, foram extremamente gentis, simpáticas e prestativas, e já estávamos encantados com os cambojanos ::love:: .

 

Gastos do dia:

  • Bahts:
    40 café-da-manhã 7eleven (cada)
    100 almoço no aeroporto (cada)
    Dólares:
    30 visto (cada)
    2 tuc-tuc
    2 mercado
    14,50 janta (2 pizzas + 2 cervejas)

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Relato ótimo Helen!!! Vou pra Tailândia, Camboja e Laos em novembro e vou acompanhar seu depoimento!!!

 

Uma dúvida, vi pela sua hospedagem que vc ficou em Ao Nang... Tbm tô querendo ficar em Ao Nang pelos preços mais baixos e maior infraestrutura!!! Vc acha que foi uma boa escolha??? Ou seria melhor ter ficado em Railay???

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Relato ótimo Helen!!! Vou pra Tailândia, Camboja e Laos em novembro e vou acompanhar seu depoimento!!!

 

Uma dúvida, vi pela sua hospedagem que vc ficou em Ao Nang... Tbm tô querendo ficar em Ao Nang pelos preços mais baixos e maior infraestrutura!!! Vc acha que foi uma boa escolha??? Ou seria melhor ter ficado em Railay???

 

Olá, Ana Paula! Obrigada!

 

Fiquei em Ao Nang por esse dois motivos que citaste, e também porque meu voo chegava de noite e era mais fácil ficar ali do que ir para Railay. Foi uma boa escolha sim, não tenho do que reclamar. Além disso, gostei muito do Krabi Hostel, recomendo!

 

Por outro lado, acabei indo dois dias para curtir a praia de Railay, que é maravilhosa ::love:: ! Teria sido bom ter ficado ali para curtir a praia, mas pelo restante (acesso aos transportes, comércio, restaurantes etc) realmente não sei dizer...

 

Abraços!

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DIA 07 (03/01/16) Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

Umas poucas semanas antes da viagem, li aqui no Mochileiros sobre um guia em Siem Reap que fala português. Escrevi um e-mail para ele mais por curiosidade, e ele me respondeu que nessas datas (3 e 4 de janeiro) ele já tinha agendado tour com outros brasileiros, mas que se quiséssemos nos juntar a eles não teria problema. Me passou toda a programação dos dois dias, com uma breve explicação do que era cada local a ser visitado, especificando bem o que estava e o que não estava incluso no valor. A resposta foi rápida e escrita em um português ótimo. Decidimos contratar esse tour, e conforme eu for relatando vou explicando porque eu acho que todo mundo deveria fazer o mesmo.

 

#ficaadica: o nome do guia é Alex, contatei ele por esse e-mail: info.experiencianocamboja@gmail.com. Ele também tem esse blog: http://guide7languages.blogspot.com.br/, onde consta esse outro e-mail: guide7languages@gmail.com . Eu deveria ter pedido um desconto para ele por estar fazendo toda essa propaganda :lol: , mas é que gostei muito mesmo!

 

Bom, a sexta pernoite no Sudeste Asiático foi a primeira noite de sono ininterrupto. O relógio biológico estava começando a se acomodar...

 

Nossa hospedagem não incluía café-da-manhã. Tem um restaurante no hotel, mas as opções do café eram pagas item a item, então acabamos saindo pra rua pra procurar uma outra opção. Acabamos comendo em um outro hotel próximo, o Terrace des Elephants, um menuzinho com café pão frutas etc a um preço razoável.

 

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Esperamos um pouco o Alex em frente ao hotel. Na van já estava um casal de brasileiros, e partimos em direção a Koh Ker.

 

Koh Ker fica a cerca de 130km de Siem Reap, em uma área que está há poucos anos livre de minas terrestres. Por esses dois motivos, tem um fluxo de turistas ainda pequeno e conserva um certo ar de mistério.

 

O caminho até lá já é uma atração à parte! Cruzamos pequenos vilarejos, casinhas super simples, plantações, carroças puxadas por bois… Enquanto isso, o Alex já ia dando uma aula sobre as construções que veríamos, sobre a história recente do Camboja, sobre a época do Império Khmer, sobre a influência do hinduísmo e do budismo sobre os templos que foram construídos… uau! Muito conhecimento! O cara fala sete línguas e aprendeu todas sozinho, só usando a internet! :o Virei fã! ::cool:::'>

 

A primeira parada no sítio de Koh Ker foi o Prasat Pram. Formado por cinco construções pequenas, parcialmente tomadas pelas raízes das árvores. Talvez alguém que tenha ido antes a Angkor Thom ou Angkor Wat ache esse lugar meio insignificante, mas como foi nosso primeiro contato ficamos maravilhados!

 

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A parada seguinte, mais rápida, foi no Prasat Neang Khmau. Esse templo tem o aspecto de queimado, mas na verdade a sua cor é resultado da ação do tempo sobre o tipo de pedra utilizado na construção. Paramos ainda rapidamente em Prasat Kra Chap e Prasat Linga.

 

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A construção mais impressionante da região de Koh Ker é o Prasat Thom, uma pirâmide com 36 metros de altura. Quando o Alex me mandou o roteiro por e-mail eu fui pesquisar um pouco sobre cada um dos pontos, mas antes disso eu jamais tinha imaginado ver uma pirâmide entre as ruínas do Camboja!

 

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Almoçamos em um restaurante bem simples em uma espécie de “centrinho comercial” na região: um ou dois restaurantes e umas 4 lojinhas de artesanato. Lugar extremamente simples, todo de chão batido, sem banheiro… O casal que estava conosco no passeio ficou com um pouco de receio, comeu metade do prato que pediram. Já nós pedimos um prato cada um, e comemos tudinho (ogros)! Estava bem gostoso ::otemo:: ! Uma rica mistura de temperos diferentes, mas sem a pimenta que na Tailândia dominava todos os pratos.

 

Depois do almoço partimos para o Beng Mealea. Esse já não fica tão longe de Siem Reap (cerca de 40km).

 

Essas ruínas não receberam nenhum tipo de restauração, por isso estão exatamente do jeito que a ação do tempo e da natureza as deixaram (excetuando eventuais saques dos períodos de guerra :( ).

 

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O lugar é sensacional! Um fluxo pequeno de turistas, muita natureza e uma energia muito boa!

 

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Muitas pessoas falam das crianças do Camboja, e realmente elas são um capítulo à parte. Em um dia nesse país, já dá para ver a pobreza e a situação em que vive a grande maioria das pessoas. O regime ditatorial e a guerra civil recentes ainda tem efeitos muito fortes sobre eles, que atualmente tem um governo teoricamente “democrático”, porém extremamente corrupto (o Alex fala bastante sobre isso, mais um ponto positivo do tour feito com ele!). E as crianças estão muitas vezes bastante sujas, com roupas velhas, de pés descalços, mas com um sorriso no rosto, brincando, cumprimentando os turistas, se divertindo! São muito fofas :D !

 

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Quando voltamos para o hotel, passamos em uma barraquinha de rua próxima e compramos panquecas de nutella, deliciosas!

 

Aproveitamos um pouco a piscina, e mais tarde saímos para jantar.

 

Escolhemos um restaurante de comida cambojana, em uma rua paralela à Pub Street que tem muitos restaurantes a preços convidativos. Experimentamos um lok lak, prato típico feito com carne, estava ótimo!

 

Gastos do dia (dólares):

  • 2,95 café-da-manhã (por pessoa)
    15 ingresso para Koh Ker + Beng Mealea (por pessoa)
    13 almoço (para ambos, com bebida)
    1 panqueca de nutella (cada)
    1,5 duas latas de ceva gelada no mercadinho
    9,5 jantar (para ambos, com bebida)

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Acompanhando... :D

Vou p/ o sudeste asiático em novembro/16 e tbm terei 31 dias! Quero fazer os mesmos países que vocês.. este relato vai me ajudar muito!

 

Vou viajar na mesma época e pretendo visitar os mesmos lugares.

Como sta sua preparação?

Eu já estou maluca por aqui ::hein:

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DIA 08 (04/01/16) Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom, Ta Phrom)

 

Um dos dias mais aguardados da viagem! ::hahaha::

 

Acordamos antes das 5 horas, mega empolgados! O Alex passou para nos pegar e fomos em direção a Angkor Wat para assistir ao nascer do sol.

 

Na entrada do complexo, filas enormes para comprar o passe de visitação. Até que não demorou muito. Eles tiram foto na hora e confeccionam um cartão de visitante.

 

Ao nos aproximarmos da entrada de Angkor, já havia uma pequena claridade querendo aparecer no horizonte. Dava para ver o vulto das construções, aumentando ainda mais a expectativa!

 

Os melhores pontos de observação, em frente aos dois laguinhos em frente ao templo, estavam abarrotados. Sério, pensa em muuuita gente!

 

#ficaadica: quem sonha em tirar aquela foto perfeita do amanhecer com o templo refletido na água e nenhum gaiato aparecendo, tem que combinar com seu guia ou motorista para chegar muito cedo.

 

Como já esperado, foi espetacular ::otemo:: ! A mudança de cores conforme o dia vai clareando cria efeitos lindos e Angkor Wat aos poucos vai se mostrando em frente aos nossos olhos. Indescritível!

 

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Todos foram levados de volta aos seus hotéis para tomar café da manhã. Compramos uns lanchinhos no mercado perto do hotel, e às oito e meia ele nos buscou novamente. Agora tinha mais um casal, cariocas. Partimos então para Angkor Thom.

 

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A primeira parte da visita foi o Prasat Baphuon. Há controle de entrada e todos tem que usar calças (ou bermudas que tapem os joelhos) e camisetas com mangas. A carioca que estava conosco usava uma echarpe sobre uma regata e foi barrada :( !

 

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Subimos pela parte da frente, onde tem uma passarela, e descemos pela parte de trás. O arranjo das pedras na parte posterior deste templo forma a figura de um Buda Deitado.

 

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Sentamos em uma sombra atrás de um outro templo ali próximo, o Phimeanakas, e tivemos uma “aula” sobre a construção do complexo de Angkor Thom, os costumes da época, o império Khmer e etc… In-crí-vel! ::cool:::'>

 

Seguimos para o Terraço dos Elefantes, e após, para o Terraço do Rei Leproso.

 

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Para terminar: Bayon, o templo com mais de duzentas imagens da face do rei Jayavarman VII. Absolutamente ma-ra-vi-lho-so!

 

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Fomos até o local do almoço. O restaurante era bem mais ajeitado do que o do dia anterior, e até conseguimos uma mesa em um salão com ar-condicionado! Só estando lá para saber o valor que tem um ambiente refrigerado ::lol4:: ! A comida estava gostosa, pedi um fried noodles, que foi um prato que comi várias vezes durante a viagem e sempre era bom ::otemo:: .

 

Hora de conhecer Ta Phrom! Algumas partes estão restauradas, inclusive com painéis mostrando o antes/depois das restaurações, mas as partes mais incríveis e lindas são os templos tomados pelas raízes de árvores gigantes!

 

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É preciso um tanto de paciência com as filas para tirar fotos nos pontos mais simbólicos do lugar, mas vale a pena!

 

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E então, começamos o dia em Angkor Wat e fomos terminar o dia em… Angkor Wat.

 

Pegamos uma fila para subir na parte mais alta do templo. Há controle do número de visitantes lá em cima, e só conforme saem algumas pessoas eles deixam entrar outras.

 

Sim, eu já escrevi dúzias de vezes “incrível”, “maravilhoso”, “fantástico”… mas fazer o quê? É tudo isso mesmo!

 

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Conforme o sol ia se pondo, a luminosidade que batia sobre o templo dava a ele uma cor de bronze. Uau!

 

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No retorno, ficamos debatendo sobre o que foi mais lindo: o nascer ou o pôr do sol. Realmente difícil escolher… a melhor opção sem dúvida é ver os dois! E, apesar de Angkor Wat ser mais famoso, Angkor Thom também é alucinante!

 

Agradecemos demais ao Alex e ao motorista da van pela experiência inesquecível. Para quem puder ter esse gasto na sua viagem, recomendo ao máximo! Uma van que te larga e te pega na entrada das atrações, com ar-condicionado, água geladinha e toalhas úmidas à vontade, e um guia com muito conhecimento e ainda por cima falando português! Isso não é gasto, é investimento!

 

À noite fomos jantar na Pub Street. Um dos pratos foi um frango com manjericão picante, e era picante no nível Tailândia… não demos conta :oops: . Comemos rolinhos primavera e um outro prato com porco que salvaram a janta.

 

Gastos do dia (dólares):

  • 1,7 mercado (café da manhã)
    20 entrada templos (por pessoa)
    17 almoço (para ambos, com bebidas)
    70 Alex (por pessoas, os dois dias, com transporte)
    5,35 comprinhas diversas no mercado (cevas, água, lanches etc)
    16,50 jantar (para ambos, com bebidas)

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