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Bora viajar?

Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

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Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS!

 

Eu e meu marido passamos um mês inesquecível no Sudeste Asiático, mais precisamente Tailândia, Camboja e Vietnã, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016. Vou procurar incluir no relato os gastos, informações, dicas etc.

 

Foram dez meses entre a escolha do destino e a viagem.

 

Muito planejamento, muita leitura, muita pesquisa… Vimos e revimos todos os relatos aqui do Mochileiros sobre a região. Dezenas de blogs, sites, fotos, vídeos… E ainda assim, NADA te prepara para o que SENTE quando finalmente se ESTÁ lá. Não parece que fomos para outros países, mas sim para OUTRO MUNDO! Os aromas das comidas de rua por toda a parte, misturados ao cheiro do incenso; o trânsito caótico; as dezenas de templos existentes por onde se passa; as práticas religiosas diárias da população; sabores maravilhosos de temperos e ingredientes dos quais nunca ouvimos falar; um povo hospitaleiro, gentil e humilde; e paisagens de tirar o fôlego…

 

Até agora não tenho bem certeza de que fomos para lá, mas por via das dúvidas vou registrar meu relato. Quem sabe ajuda a ficha a cair...

 

 

ROTEIRO

 

Como em qualquer planejamento de viagem, esse roteiro mudou diversas vezes. Inicialmente iríamos também para o Laos, depois desistimos.

 

No fim das contas, nosso roteiro foi esse (com uma descrição breve do que fizemos em cada dia):

 

DIA 01 Chegada em Bangkok 09:05 (Khao San Road; Wat Arun; Chao Phraya River)

 

DIA 02 Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho)

 

DIA 03 Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK)

 

DIA 04 Bate-volta Ayutthaya

 

DIA 05 Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional)

 

DIA 06 Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market)

 

DIA 07 Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea)

 

DIA 08 Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom)

 

DIA 09 Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An

 

DIA 10 Hoi An (centro histórico, An Bang Beach)

 

DIA 11 Hoi An (passeio de bike, centro histórico)

 

DIA 12 Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge)

 

DIA 13 Da Nang (Marble Mountains)

 

DIA 14 Bate-volta Hue

 

DIA 15 Da Nang (Lady Buda); ida para Hanoi 21:50

 

DIA 16 Hanoi (Old Quarter e arredores)

 

DIA 17 Halong Bay

 

DIA 18 Retorno de Halong Bay; Hanoi

 

DIA 19 Hanoi (Mausoleu de Ho Chi Minh); ida para Chiang Mai 16:45

 

DIA 20 Chiang Mai (centro histórico, Doi Suthep, Night Bazaar)

 

DIA 21 Chiang Mai (Patara Elephant Farm, Sunday Night Market)

 

DIA 22 Chiang Mai (curso de culinária: Thai Farm Cooking)

 

DIA 23 Chiang Mai (templos diversos/ dia à toa)

 

DIA24 Chiang Mai; ida para Krabi 17:35

 

DIA 25 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 26 Krabi (passeio Hong Island)

 

DIA 27 Krabi (Railay Beach)

 

DIA 28 Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard

 

DIA 29 Retorno a Phi Phi; tarde praia (Loh Dalum); view point

 

DIA 30 Phi Phi (Loh Dalum)

 

DIA 31 Praia pela manhã; Ferry para Phuket; Voo para Amsterdã 20:20

 

 

PASSAGENS AÉREAS

 

Depois de muitas pesquisas, considerando diversas possibilidades (comprar ida e volta; ou pegar ida e volta com milhas até alguma cidade da Europa e comprar à parte ida e volta para Bangkok ou Hanoi; ou comprar a ida e voltar com milhas; entre outras), a opção mais econômica acabou sendo a seguinte: comprar um bilhete múltiplos destinos de São Paulo a Bangkok, e depois de Phuket até Amsterdã, além de não precisar voltar a Bangkok para ir embora.

Já que voaríamos para Amsterdã, resolvemos ficar uns diazinhos por lá para conhecer, mas vou deixar essa parte para um outro relato. O único contra desse roteiro foi ter que incluir roupas para o frio na bagagem.

Ficou assim:

Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 9000 pontos Azul

São Paulo – Bangkok / Phuket – Amsterdã: R$3700 Etihad

Amsterdã – Porto Alegre: 45000 pontos TAM

 

#ficaadica: explorem bastante a opção "múltiplos destinos" das companhias aéreas, uma mudança de cidade ou até mesmo a ordem delas pode fazer muita diferença no valor final da passagem!

 

 

TRECHOS INTERNOS

 

Para os deslocamentos entre as cidades, escolhemos pagar um pouco mais e ganhar tempo para conhecer os lugares, por isso fizemos todos os deslocamentos de avião:

 

Bangkok-Siem Reap USD 74,53 Cambodia Angkor Air

 

Siem Reap-Da Nang USD 160 Vietnam Airlines

 

Da Nang-Hanoi USD 39 Vietnam Airlines

 

Hanoi-Bangkok 12500 milhas Smiles (voando Qatar Airways)

 

Bangkok-Chiang Mai USD 37 Thai Airways

 

Chiang Mai-Krabi USD 59,44 AirAsia

 

Observações: os trechos Hanoi-Bangkok e Bangkok-Chiang Mai foram no mesmo dia, e ficou um trajeto assim quebrado porque a ideia inicial era voar de Hanoi a Luang Prabang, ficar uns dias e depois voar de lá para Chiang Mai. À medida que a viagem se aproximava, resolvemos cortar Luang Prabang do roteiro porque os voos para/de lá eram um tanto caros (em alguns meses acompanhando os preços, eles nunca baixaram, não rolou nem uma mísera promoçãozinha).

O voo da AirAsia era o único que não incluía franquia de bagagem, esse preço aí de cima inclui uma bagagem de até 20kg.

 

 

GASTOS

 

Sei que “quanto se gasta” é a primeira preocupação da maioria das pessoas que pensam em ir para lá. Saibam que dá para fazer essa viagem com bem menos do que eu vou descrever abaixo, por exemplo fazendo os trechos internos de ônibus em vez de avião, cortando alguns dos passeios mais caros que fizemos etc.

 

Excetuando as passagens para ir e voltar, antes de sair do Brasil só estavam pagos Maya Bay Sleep Aboard, hospedagem de Phi Phi e voos internos, totalizando uns USD 550.

 

Para todo o resto, gastamos cerca de USD1650 cada, entre o que levamos e o que sacamos por lá.

 

Os gastos maiores foram (por pessoa):

 

  • Bate-volta Ayuthaya: 600 bahts (+-USD 17)
     
    Guia nos templos de Siem Reap (dois dias, com transporte): USD 70
     
    Passeio de quadriciclo em Siem Reap: USD 41
     
    Passeio de bike Hoi An: 500000 dongs (+- USD 23)
     
    Bate-volta Hue: 900000 dongs (+- USD 40)
     
    Halong Bay 2D1N: USD 180
     
    Patara Elephant Farm: 5800 bahts (+- USD160)
     
    Curso de culinária Chiang Mai: 1300 bahts (+- USD 36)
     
    Tour Hong Island: 900 bahts (+- USD 25)
     
    Transfer Krabi-Phi Phi (van+ferry): 350 bahts (+- USD 10)
     
    Maya Bay Sleep Aboard: 3000 bahts (+- USD 84)
     
    Transfer Phi Phi-Phuket (ferry+van até o aeroporto): 400 bahts (+- USD 11)

 

As cotações aproximadas que pegamos:

  • 1USD = 35,80 bahts
    1USD = 4000 riels
    1USD = 22000 dongs

 

Ao longo do relato vou detalhando melhor gastos com alimentação, entrada com atrações, etc.

 

 

HOSPEDAGENS

 

Adoramos ficar em hostels, mas muitas vezes essa não é a opção mais econômica para um casal. Acabamos ficando em um hostel somente em Krabi.

 

Bangkok - Bhimann Inn: 5 diárias USD156. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (imprescindível para o calorão de lá), piscina, wi-fi razoável, sem café-da-manhã. :)

 

Siem Reap - Popular Boutique Hotel: 3 diárias USD48,60. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (idem), muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Hoi An - Phuoc An: 3 diárias USD72. A uns 10' de caminhada do centro histórico, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado, piscina (nem chegamos a usar), wi-fi bom, com café-da-manhã. :)

 

Da Nang - Anh Duong II: 3 diárias USD 37. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem pertinho da praia. Quarto amplo e limpo, camas duras, banheiro, ar-condicionado, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :|

 

Hanoi - Hanoi Downtown Hotel: 2 diárias USD 28. Boa localização, quarto não tão limpo com banheiro (e banheira), ar-condicionado (apesar de desnecessário nessa época), wi-fi bom, com café-da-manhã. O único dessa lista que eu aconselho: NÃO fiquem lá! :(

 

Hanoi (após retorno de Halong Bay) – Hang My Hotel: 1 diária USD 21. As mesmas coisas que o Hanoi Downtown, mas mais limpo, mais novinho e com melhor atendimento. :)

 

Chiang Mai - RCN Court Inn: 5 diárias USD 70. Dentro do centro histórico, quarto com banheiro, wi-fi, sem café mas com cozinha coletiva. :)

 

Krabi - Glur Hostel: 4 diárias USD100. A uns 10' de caminhada da praia, quarto limpo com beliche, banheiro coletivo, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, com café-da-manhã e cozinha coletiva. :D

 

Phi Phi - JJ Bungalow: 2 diárias USD92. Boa localização, quarto amplo e limpo, banheiro, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. :)

 

Média com hospedagem: USD22,3/dia (ressaltando: valor para duas pessoas).

 

 

No próximo post começo a relatar o dia-a-dia, e prometo colocar fotinhos ::otemo:: !

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DIA 09 (05/01/16) Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An

 

Uns dois dias antes escrevemos um e-mail para Quad Adventure Cambodia e reservamos o passeio para a manhã desse dia. Tomamos café da manhã no hotel; nos buscaram antes das 8 horas.

 

Na sede da empresa eles fazem as orientações de como usar o quadriciclo, e um rápido “teste de direção”. Partimos só nós dois em um quadriciclo e o guia em uma moto.

 

Após andar uns 5 minutos, o guia parou e perguntou se preferíamos ir em direção aos campos ou subir uma montanha e visitar alguns templos, mas para isso teríamos que ter o passe que usamos em Angkor Wat ou pagar a entrada. Achamos bem estranho, primeiro porque não nos avisaram nada sobre levar o tal passe (que já estava até vencido) e nem tínhamos levado mais do que uns trocados, somente para tomar uma água ou comprar uma fruta; segundo porque achávamos que era um roteiro pronto, sem essa de “onde vocês querem ir” :?: . Quando ele se convenceu que a gente não tinha nem o passe nem dinheiro, seguimos.

 

Depois desse momento inicial de estranheza, o passeio foi muito legal. Passamos por paisagens bem rurais, campos de arroz enormes e montanhas ao longe, plantações de flores de lótus e muita estrada de terra…

 

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Passamos também por alguns vilarejos bastante isolados, as crianças sempre faziam festa e abanavam para nós. Paramos em um barzinho em um desses vilarejos para tomar uma água, descansamos um pouquinho e pegamos o caminho de retorno.

 

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Vimos pessoas trabalhando nos campos, outro passando com carro de bois… uma hora paramos e o guia nos mostrou uma cobra passando!

 

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Chegamos com nossas roupas completamente cobertas de terra! Recomendo usar roupas e calçados escuros!

 

Voltamos para o hotel, deu tempo de tomar um banho e terminar de enfiar as coisas no mochilão e estava na hora do check-out. Eles deixaram que a gente ficasse utilizando a piscina após o check-out, só tivemos que usar o chuveiro frio da área comum.

 

Ficamos naquela vidinha difícil de tomar banho de piscina, usar o wi-fi e cochilar. Acabamos até pedindo o almoço ali mesmo…

 

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Mais pro final da tarde, fomos dar mais uma caminhada na Pub Street e arredores, fizemos um lanche, compramos umas lembrancinhas.

 

Pegamos um tuc-tuc com um dos motoristas que sempre ficava em frente ao hotel para ir ao aeroporto. Tem tuc-tucs por todo o lugar e o tempo inteiro eles ficam oferecendo “Tuc-tuc, Sir?”, “Tuc-tuc, Sir?”. Aliás, isso é uma constante nesses 3 países que visitamos, mas mais ainda no Camboja. O tempo inteiro tem pessoas te oferecendo coisas, te vendendo algo, empurrando algum serviço… é um pouco cansativo, mas não esqueçam que essas pessoas sobrevivem do turismo – sobrevivem no sentido literal, elas não tiram muito mais do que o suficiente para viver. Tenham paciência com elas. Vi algumas pessoas sendo bem grosseiras com vendedores e fiquei com pena…

Em Siem Reap principalmente, tem muitas crianças vendendo. Quando saímos do Angkor Thom, uma menina de uns 7 ou 8 anos de idade veio me oferecer uns souvenirs, e ela caminhou ao meu lado por uns 50 metros repetindo “one dolar, onde dolar, one dolar, one dolar...” enquanto ia me mostrando diferentes coisinhas que ela tinha na sua cesta. Foi de partir o coração, mas infelizmente essa é a realidade em que eles vivem.

 

Fomos embora encantados com o que vivemos em Siem Reap e com o povo cambojano; simpáticos, prestativos, humildes, guerreiros. ::love::

 

Demos de gorjeta para o motorista os trocados em riels que tinham sobrado, ele ficou bem faceiro.

Check-in, migração, voo no horário, tudo tranquilo. Pousamos em Da Nang com aquela expectativa: “Chegamos no Vietnã!” ::hahaha:: . Foi tudo supertranquilo, passamos direto em um guichê para pessoas que já tinham o visto, enquanto todas as outras pessoas do voo foram para os guichês de quem ainda tinha que retirar o seu.

 

  • VISTO DO VIETNÃ: fizemos o procedimento de enviar o passaporte para a Embaixada, em Brasília. Escrevi para
vnconsular@gmail.com , eles responderam com todo o passo a passo e os valores, enviei tudo por Sedex e uns 10-12 dias depois recebemos de volta os passaportes com o visto. Gastamos na época, entre taxas e Sedex, R$ 194 cada.

 

Já tinha um cara da nossa hospedagem em Hoi An nos esperando com uma plaquinha com nosso nome. Achamos melhor reservar o transporte porque chegaríamos tarde. Perguntamos pra ele se seria bom já trocar algum dinheiro ali no aeroporto, mas ele disse que poderíamos trocar no hotel.

 

No caminho ele perguntou se queríamos comprar algo pra comer, pois em Hoi An já estaria tudo fechado. Trocou uns dólares pra gente, parou em uma barraquinha e comprou uns sanduíches, bem comuns no Vietnã, chamados Banh Mi. Fomos comendo no carro mesmo, até que dali a pouco o Rodrigo não quis mais e disse que estava muito apimentado, achei estranho porque a gente estava dividindo o mesmo pão e eu estava achando supersuave. Depois que chegamos no hotel fomos abrir o que tinha sobrado do sanduíche e vimos que tinha uma metade de uma pimenta verde dentro, e ele tinha dado uma dentada na pimenta ::lol4:: . Separamos a pimenta e terminamos de comer.

 

Gastos do dia (dólares):

  • 12 gastos no hotel (café da manhã, lavanderia, cervejinhas consumidas na piscina etc)
    82 quadriciclo (um para nós dois)
    7 almoço (2 pratos mais 2 cevas)
    3,5 lanche da tarde
    6 tuc-tuc

 

Gastos do dia (dongs):

  • 45000 (3 banh mi)

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DIA 10 (06/01/16) Hoi An (centro histórico, An Bang Beach)

 

Aproveitamos o primeiro café da manhã incluso na hospedagem desta viagem, e em seguida partimos para dar uma caminhada no centro histórico de Hoi An.

 

Cerca de 10’ de caminhada, e no caminho passamos por diversas lojas de roupas, tudo de produção própria. Aquele assédio básico de pessoas nos convidando para entrar e ver as roupas, mas passamos reto.

 

O centrinho é um encanto! O conjunto de casas é muito bonitinho! Especialmente à beira do rio, o clima de tranquilidade por ali é contagiante.

 

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Fomos até a sede da Heaven and Earth Bike Tours para marcar um passeio para o dia seguinte. Pegamos um panfleto com as opções e ficamos de escolher qual e agendar até o fim da tarde.

 

Aproveitamos para comprar o passe que dá direito a entrar em 5 atrações turísticas da cidade.

 

Voltamos ao hotel e pegamos bikes (o hotel oferece empréstimo, e não aluguel, de bikes ::cool:::'> ) e pedimos orientações de como chegar à praia. Ele nos recomendou não ir a Cua Dai Beach, que estava “remexida” e com árvores caídas, e nos disse como chegar em An Bang Beach. Pegamos uma avenida para o lado direito e seguimos reto por uns 15 minutos até chegar na praia. Fácil, mas já com uma "amostra" do trânsito maluco vietnamita.

 

A parte movimentada é pequena, e depois a estrada vai beirando uns campos bem bonitos, a gente vai pedalando e curtindo e rapidinho chega. Na última quadra antes da praia tem alguns estacionamentos para as bikes. Engraçado é que ficam umas senhorinhas tentando fazer com que as pessoas usem os seus estacionamentos, então elas se atravessam na nossa frente gritando “no, no, no, no, no, no, no, no!” e agitando os braços fazendo sinal para a gente parar, como se fôssemos cair num precipício se pedálassemos 5 metros a mais ::lol4:: ! Deixamos as nossas em um bar no lado esquerdo que não cobrava o estacionamento, desde que a gente comprasse uma garrafa de água de 1 litro (achamos que seria uma por pessoa, mas acabamos comprando uma só para nós dois e eles aceitaram na boa).

 

A praia é bonitinha e tranquila. Achamos uma barraca onde a gente podia usar as espreguiçadeiras, guarda-sol, banheiro, chuveiro, até wi-fi tinha, desde que consumíssemos um valor que não lembro qual era (bebendo umas cevas e petiscando algo já tava pago, e os preços eram decentes). Ficamos tomando Bia Hanoi bem geladinha, comemos algumas porçõezinhas, tomamos sol, banho de mar… vidão!

 

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Mais no final da tarde voltamos para o centrinho, agendamos o tour de bike e fomos passear. Estava escurecendo e as barraquinhas que vendem as famosas lanternas começavam a se iluminar. Que lindo! Dá vontade de comprar todas! Não só as barracas que as vendem, mas todos os restaurantes e muitos outros estabelecimentos estão decorados com as lanternas e fica tudo com uma iluminação delicada e colorida. Para completar, à beira do rio há vendedores de barquinhos de papel de diferentes cores com velas dentro, que as pessoas colocam no rio como oferenda. Esse conjunto todo forma um cenário incrível. ::love::

 

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Depois de muito caminhar, paramos em um barzinho que tinha draught beer a 5000 dongs. A procedência e as condições em que essa cerveja é servida são bastaaante duvidosas :wink: , mas a esse preço… Boa, gelada, curtindo os barquinhos iluminados no rio, não precisa mais que isso… :P

 

Jantamos por ali mesmo, e provamos dois pratos típicos vietnamitas: um Pho e um Cao Lao. Ambos muito gostosos.

 

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Gastos do dia (dongs):

  • 120.000 tickets centro histórico (por pessoa)
    38.000 compras mercadinho (água, biscoitos etc)
    10.000 água (estacionamento)
    230.000 barraca na praia (comidas e bebidas)
    110.000 janta (bebidas + 2 pratos)

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Ótimo relato!!!! Vou pra Tailândia em mês que vem. Estou louquinha com a organização da viagem.

 

Oi, Roberta! Obrigada!

 

É verdade, a organização da viagem nos enlouquece...

 

Ótima viagem pra ti!

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DIA 11 (07/01/16) Hoi An (passeio de bike, centro histórico)

 

De manhã cedo fomos até o ponto de encontro para a saída do passeio de bike. Quem quiser dar uma olhadinha nos passeios que eles fazem, o site é esse: http://www.vietnam-bicycle.com/. Nós optamos pelo Countryside Bicicle Tour no período da manhã, que inclui almoço.

 

O grupo tinha cerca de 15 pessoas. Cruzamos o centro histórico até o ponto de onde sai uma balsa. Depois de uns 15 minutos rio abaixo, descemos em um pequeno povoado e fizemos a primeira parada do passeio: uma família que faz artesanato com madrepérola. Achei bem interessante ver o processo todo: desde a preparação da madrepérola, até o corte de figuras muito cheias de detalhes, o entalhe na madeira e o produto final. Antes eu achava esse tipo de artesanato muito caro, mas depois de ver o quanto é trabalhoso e delicado passei a ver que os valores são justos.

Ali ao lado conhecemos também um local que fabrica barcos. Nossa guia chamava-se Moon, falava um bom inglês, era muito simpática e atenciosa e todas as suas explicações sobre os produtos locais que ela mostrava eram acompanhadas de informações sobre a vida das pessoas que moram ali, a cultura, as lendas, os hábitos etc. Muito legal!

 

Pedalamos um tempo entre campos de arroz, paramos em alguns pontos para apreciar, tirar fotos e ouvir um pouco mais sobre a região e o país.

 

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Conhecemos uma planta que a guia chamou de trust me not, a planta se encolhe quando é tocada e foi muito importante durante a Guerra do Vietnã porque os vietcongues conseguiam rastrear por onde os soldados americanos tinham passado observando-as (ela leva uns 20 minutos para se abrir novamente)! Eu não a conhecia, mas depois fiquei sabendo que ela existe no Brasil e é chamada de dormideira, tem uns vídeos no Youtube mostrando.

 

Próxima parada foi para ver como são feitos os basket boats (barcos-cesta). Até ali a gente se perguntava qual era a razão de fazer um barco redondo, que coisa mais ineficiente, um barco que não é nada hidrodinâmico! E aí ficamos sabendo que as famílias fazem isso porque dessa forma ele é considerado uma cesta, e não um barco, e assim não precisam pagar o imposto que existe sobre os barcos! Muito espertos! ::hãã::

 

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Depois foi a vez de testar os basket boats. Pensa que é fácil fazer aquela cesta se deslocar, e sem virar ::mmm: ? Uma senhorinha nos mostrou como remar e depois ajudou cada um que quis testar. Ela era uma figuraça, muito engraçada! Foi bem divertido!

 

 

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Paramos em um barzinho para fazer um lanche, e finalmente provamos o tal café vietnamita tradicional. Pedimos um só porque em seguida iríamos almoçar, mas nos arrependemos… o café é maravilhoso! Forte, saboroso, e ainda por cima, com leite condensado! Amor ao primeiro gole!

 

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Pedalamos mais um pouco e paramos em uma casa que fabricava o vinho de arroz (rice wine), também conhecido como happy water. É feito em diferentes graduações alcóolicas, provamos o mais “suave”, que já era uma bomba! Uou!

 

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Depois, a parada para o almoço. A casa é em estilo tradicional, e a guia relata como as famílias viviam, porque a casa é feita daquele jeito etc.

 

O almoço era simples e muito saboroso: peixe, arroz (é lógico!) e vegetais. A sobremesa era uma porção de frutas típicas, incluindo lichia – a-do-ro! - e outra que eles chamaram de “bonbon”. Por coincidência, poucos dias atrás eu estava assistindo a um programa na tevê e eles mostraram essa fruta e disseram que aqui no Brasil ela é chamada de olho de dragão ou longan.

 

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Conversamos durante o almoço com um alemão que contou os seus perrengues do dia anterior em um dos estacionamentos de bikes da praia de An Bang. Ele disse que alugou uma bike em algum lugar de Hoi An, foi pra praia e deixou em um estacionamento, e quando voltou, alguém tinha pego a bike dele por engano :o . Não sei como eles identificaram qual bike que a pessoa tinha deixado e ele a pegou, mas quando ele foi devolver o dono do lugar que alugava ficou puto e não queria aceitar e começou a xingar ele um monte ::vapapu:: , aí ele desistiu de tentar explicar e foi com a bike pro hotel. De lá um recepcionista ligou pra um lugar e pra outro até que acharam a tal da bicicleta certa e ele conseguiu devolver. E ainda por cima o cara do estacionamento, que fez a lambança toda, queria que ele pagasse :lol: ! No dia seguinte fomos de novo pra An Bang e levamos uma tranca de bicicletas (que usamos pra prender os mochilões e coisas assim) e cadeamos as duas bikes juntas em um poste do estacionamento!

 

Depois de almoçar todos estavam loucos pra pegar as bikes de novo, estava muito prazeroso pedalar por aquelas paisagens, mas aí pegamos um barco pois era hora de retornar. Foi aquele óóóóóóóó coletivo. O barco navega uns 45 minutos até chegar de volta em Hoi An, e fim de passeio. Foi muito bom e ficamos com gostinho de quero mais. Aprendemos bastante sobre a cultura vietnamita.

 

Aproveitamos o resto da tarde para conhecer algumas atrações do centro histórico que estavam inclusas no boleto. Primeiro fomos na Ponte Japonesa, depois ao Quang Trieu Assembly Hall.

 

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Voltamos ao hotel, mas no caminho passamos por uma casa vietnamita bem bonita, com um cartaz de entrada gratuita, e tivemos a bela ideia de entrar! Cruz credo! Veio uma moça e um homem nos acompanhar e nos mostrar a casa, e começaram a tentar nos vender roupas, tecidos, jóias, peças em prata, chás, e a cada “não, obrigada” eles puxavam outra coisa pra nos empurrar e de um jeito sinistro, a gente já estava começando a achar que não sairíamos dali, ou pelo menos não com todos os nossos órgãos :shock: , até que escapamos! #medo :wink:

 

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Mais tarde fomos novamente para a beira do rio passear, ver coisas bonitas, beber e comer. Não resistimos e compramos duas lanternas (e passamos o resto da viagem carregando na mão as duas, com todo o cuidadinho para não estragá-las ::toma:: ).

 

Estávamos em um bar tomando algumas daquelas draught beer baratíssimas, e bem em frente tinha uma senhora vendendo uns doces que parecem uns donuts. Chegou um turista e perguntou “quanto?”, e ela “vinte”, e ele fez uma cara de desagrado e disse “dois por vinte?” e eu já pensando “que cara de pau, explorador, coitada da senhorinha vendendo seus doces para sobreviver” e ela sem pestanejar respondeu “ok”, e ambos saíram felizes. :D

 

Jantamos nas barracas ao ar livre ao lado da Ponte Japonesa, lugar super simples com aquelas mesas e bancos bem baixinhos. Comemos Pho de novo, muito bom!

 

Na volta para o hotel, o Rodrigo resolveu perguntar os preços de uma camisa em uma das dezenas de alfaiatarias. A mulher não deu a resposta e disse pra ele entrar na loja. Ele entrou e… o resultado: saiu com duas camisas!

 

Gastos do dia (dongs):

  • 500.000 bike tour (por pessoa)
    12.000 café vietnamita
    200.000 duas lanternas lindas
    70.000 cevas e petiscos
    60.000 dois pho

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DIA 12 (08/01/16) Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge)

 

Fomos cedinho para a praia, para dar tempo de voltar, tomar um banho e fazer o check-out.

Como já contei, levamos a tranca e atamos as duas bikes juntas a um poste do estacionamento em An Bang, o mesmo da vez anterior. ::hãã::

 

Ficamos na areia mesmo, sem barraca nem nada, porque a gente não ia ficar muito tempo e também não pretendia consumir nada. O banho de mar estava ainda melhor nesse dia, a água estava com uma temperatura boa e ficamos um bom tempo de molho.

 

Voltamos, arrumamos tudo, fizemos o check-out e deixamos as bagagens no hotel. Ainda tínhamos a tarde para aproveitar em Hoi An, antes de ir para Da Nang.

 

Fomos para o centrinho histórico, entramos em algumas ruazinhas bem estreitas para ver como era. Os bequinhos pareciam labirintos, cheios de casas estreitas coladas umas nas outras. Voltamos para uma rua movimentada e entramos no Trung Hoa Assembly Hall. Pequeno, visita rápida.

 

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Fomos ao mercado de Hoi An procurar algo para almoçar, várias opções de comidas locais a ótimos preços, deveríamos ter vindo nesse mercado antes! Resolvemos ir primeiro a algum bar na beira do rio para tomar uma ceva. Decidimos comer os pratos de Hoi An que ainda não tínhamos provado, e pedimos um de White Roses, são bolinhos de massa de arroz recheados com carne de porco. Bom, mas acho que o que comemos podia ser mais temperado.

 

Voltamos para o mercado e escolhemos uma das tantas bancas para almoçar. Pedimos Cao Lao, que estava ótimo. Conhecemos duas moças brasileiras que também estavam ali, elas disseram para a gente experimentar o Fried Wonton. Pedimos uma porção e realmente era muito gostoso!

 

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Conhecemos o Phuoc Kien Assembly Hall, e depois, a casa de Tan Ky. E passamos o resto da tarde à beira do rio, aproveitando o visual e o solzinho.

 

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Chegamos a pesquisar umas vans que fazem o transporte para Da Nang, mas a diferença de preço para nós dois era tão pequena que contratamos o transporte com o hotel de Hoi An mesmo.

 

No final da tarde fomos embora… Hoi An não é uma cidade para ver uma atração turística famosa, ou para vivenciar alguma coisa excepcional, mas, ainda assim, é apaixonante. Um lugar para curtir a tranquilidade, a calmaria, o tempo passando mais devagar… e a beleza das casinhas amarelas à beira do rio, ótima comida e a simpatia dos vietnamitas. ::love::

 

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O motorista nos deixou na porta do hotel de Da Nang. Check-in, largamos tudo e partimos rápido para conhecer a Dragon Bridge.

 

O hotel ficava mais longe do que esperávamos da ponte, foi uma boa caminhada. Foi meio impactante chegar ali depois da tranquilidade de Hoi An, pois a cidade é enorme, tomada de prédios e com muito trânsito. Apesar de ser sexta à noite, não víamos quase ninguém a pé na rua, e quando víamos, eram locais. Comecei a me sentir um pouco desconfortável.

 

A ponte iluminada é sensacional, e ficamos impressionados com a quantidade de prédios e construções iluminadas e com o tamanho da cidade! Sinceramente, estávamos esperando um lugar menor e menos megalomaníaco!

 

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Voltamos em direção ao hotel, que fica a uma quadra da beira mar, e fomos procurar um lugar para jantar. Dezenas de restaurantes um ao lado do outro, e todos serviam somente frutos do mar. Todos com aqueles tanques com os bichos vivos para serem escolhidos e preparados na hora, ou seja, não eram exatamente opções econômicas. Para completar, nenhum tinha placas escritas em outra língua que não fosse vietnamita, e todos os restaurantes estavam cheios de pessoas locais – não se via um ocidental no meio! Nunca imaginei que fosse me sentir deslocada assim, mas estávamos um pouco desconfortáveis com a situação. :|

 

Depois de olhar diversos restaurantes e não encontrar nada diferente, nos rendemos. Entramos em um, veio um cara que conseguiu se comunicar um mínimo com a gente, e já que estávamos ferrados mesmo, enfiamos o pé na jaca e pedimos uns camarões enormes, quase lagostins. A refeição foi maravilhosa!

 

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Gastos do dia (dongs):

  • 10.000 água (estacionamento de bikes em An Bang)
    630.000 transportes (330.000 do dia da chegada, em que fomos buscados no aeroporto, e 300.000 para nos levar até o hotel de Da Nang)
    125.000 comidinhas + cevas do almoço
    400.000 janta

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Helen, vc conseguiu comprar normalmente passagem pelo site da Vietnam Airlines???

 

Tô perguntando pq tô tentando comprar e depois de inserir todos os dados pessoais e do cartão de crédito, clico em pagar e depois dá erro...

 

Vc teve algum tipo de problema no site da Vietnam Airlines?? Ou vc comprou por outro site (tipo Edreams ou Decolar)???

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Oi, Ana Paula!

 

Comprei direto no site da Vietnam Airlines.

Eles usaram o Verified By Visa para validar os dados do meu cartão, talvez seja este o problema que esteja acontecendo contigo...

 

Meu cartão é do Banco do Brasil (se esse for teu caso, já vou adiantar as informações), pra usar o Verified by Visa tem que habilitar o computador pra fazer transações: http://bbseguranca.com.br/conteudo/16-Liberar-computador

 

Tomara que dê certo! ::otemo::

 

Abraço!

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