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Grécia - Atenas, Mikonos, Santorine e Rhodes.

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Olá David,

 

Sensacional o seu post sobre Grécia e Turquia. Eu e minha esposa pretendemos fazer praticamente a mesma viagem que vc fez em Setembor/outubro. Qdo nós fomos acompanhando seu relato, ficamos impressionados em como os roteiros estarão parecidos! rssss

 

Nós inclusive utilizamos sempre o Guia Visual do Folha, pois gostamos muito de como o guia descreve os passeios e atrações. nosso foco é maior em visitas durante o dia e não tanto à noite para baladas.

 

bom, vamos as nossas dúvidas, se vc puder nos ajudar. Nosso roteiro inicial é:

Paris (3 dias - já conhecemos bem, mas sempre é bom voltar), Budapeste (3 dias) e Bucareste (2 dias)

E aí vem a parte de Grécia, Turquia e até Chipre também.

 

Atenas - 2,5 dias (avião para Santorini)

Santorini - 2 noites e 2 dias (ferry para Mykonos)

Mykonos - 2 dias inteiros (avião para Chipre, com parada em Atenas)

Chipre - 2 dias (avião para Rhodes, via Atenas mas tem que dormir em Atenas. Ou, se possível, ferry para Rodes)

Rodes - 3 dias (aqui gostaríamos muito de ir a Patmos por um dia. O problema são os ferries e seus poucos horários)

Bodrum e Pamukkale - 1 dia (sim, é loucura. Mas tá faltando espaço na agenda... e são atrações imperdíveis. A ideia era na volta de Patmos, ficar em Kos e tentar pegar um ferry direto para Bodrum, ao invés de ir de Rodes para Marmaris, poupando a ida de onibus de Marmaris para Bodrum que vc fez. Em Bodrum, a ideia era visitar o castelo de Bodrum pela manhã, pegar um carro e ir até Pamukkale para uma visita rápida... não tem muito jeito aqui. E aí, deixar o carro em Denizli, pegando um voo para Istambul, talvez no dia seguinte, bem cedo)

Istambul - 5 dias e volta pra o Brasil.

 

Nós estamos optando pelos voos entre as ilhas para não perder muito tempo, pois temos mtas milhas da TAM e podemos emitir esses trechos pela Aegean, que é da Star Alliance.

 

Nossas maiores dúvidas são:

1) Como ter certeza do horário dos ferries?? São tantos sites em empresas que fica difícil saber se há ou não ferries do ponto A para o B. Por exemplo, de Santorini para Mikonos, só encontrei dois horários: 9:00 e 12:00. De Rodes para Patmos, só encontramos horários estranhos. De Rodes para Bodrum não conseguimos achar nenhum.

 

2) Os tais Hydrofoils são uma boa opção? Pelo que conseguimos ler, os hydrofoils fazem os percursos em menos tempo que os ferries. Mas não encontramos nenhum site que informasse os horários desses Hydrofoils. Nem temos certeza se hydrofoil e ferry são a mesma coisa ou não.

 

3) Hotéis. normalmente, em outras viagens, já saímos do Brasil com tudo agendado, para não perder tempo procurando hotéis onde ficar qdo chegamos. Mas vímos q vc acabava procurando os hotéis qdo chegava às cidades. Vc acha uma melhor alternativa assim?

 

4) O ferry que vc pegou à noite, de Santorini à Rodes foi uma boa opção? Vc conseguiu dormir bem?

 

5) Nunca usei um GPS. É fácil de se orientar nesta possível viagem de Bodrum à Pamukkale de carro com o GPS?

 

6) Temos mta coisa para ver em Istambul. Vc acha q 4 dias apenas seria suficiente?? Assim pegaríamos mais um ida para fazer Bodrum/Pamukkale.

 

Obrigado pela ajuda e parabéns pela sua viagem que foi muito legal pelo que pudemos ler.

Abraços,

Luiz

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Luizão,

 

Desculpe a demora, mas passei a semana em SP e na volta fui direto para Búziosa e só agora entrei na página...

 

Realmente seu roteiro está bem parecido com o meu e acho que posso dar uns palpites.....

 

O primeiro não é muito bom, acho muito corrido sair de Bodrun e conhecer Pamukkale e ainda viajar no mesmo dia, a não ser que você corte Hierápolis, o que não faz sentido, pois os dois são juntos, com um mesmo ingresso inclusive. A única opção seria sair muito cedo de Bodrum, mas você ainda quer ir no castelo. Lembre-se que ainda em Bodrum tem uma das mais famosas boates da Turquia. Será que vai dar para acordar cedo?

 

O outro ponto é que não recomendo tirar dias de Istambul (não sei se você leu o meu resumo de lá ...istambul-em-cinco-dias-t44593.html ).......claro que dependendo de sua rapidez para conhecer as coisas você até poderia tentar, mas pelo meu relato dá para ver que eu passo o dia inteiro "em movimento". Só se cortar alguma coisa.

 

Por outro lado algumas coisas estão ficando de fora na Turquia, tipo Éfeso..e a Capadócia?????????.... é imperdível!!!....Sugestão: Concordo que Paris nunca é demais, ma não seria o caso de fazer um sacrifício e deixar para uma outra vez?

 

Vou parar que estou meio "morto". Amanhã viajo de novo, mas na quinta respondo suas perguntas, sem falta.

 

Abraços,

 

David.

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Olá David, tudo bem?

Obrigado pela ajuda, antes de mais nada. Quando nós não conhecemos o lugar para onde vamos, fica difícil tomar todas as decisões, especialmente na Grécia e tb na Turquia, que diferentemente de outros países europeus, não se pode fazer tudo de trem. Aqui teremos barco, avião, carro, etc... Tudo mto mais difícil para se planejar.

 

Hoje, o roteiro já está 90% fechado. Vou colocar abaixo:

17, 18 e 19/09 - Paris (esse já está fechado, não dá mais pra mudar...). Voo pra Budapeste em 20/9, bem cedo.

20, 21 e 22/09 - Budapeste (fechado tb). Voo pra Bucareste no fim do dia 22/9.

23, 24 e 25/09 - Bucareste (fechado). Voo pra Atenas na manhã do dia 25/9.

25 e 26/09 - Atenas (fechado). voo p/ Santorini dia 27, bem cedo.

27 e 28/09 - Santorini (aqui temos ainda pontos em aberto, comento mais abaixo, ítem 1).

29 e 30/09 - Mykonos (aberto o dia 29 mas voo confirmado no fim do dia para Larnaca, no Chipre) Dormiremos lá.

01 e 02/10 - Larnaca/Nicosia. Voo para Rodes, dia 02/10 à tarde. Dormiremos em Rodes.

03, 04 e 05 - Rodes. (Aqui tb temos incerteza, pois a princípio, pegaremos ferry para Patmos às 17hs, chegando as 23h)

06/10 - Patmos. (a volta seria às 02:00 da manhã para chegar em Kós às 5:00 ou de volta a Rodes, as 08:05)

07/10 - Bodrum/Pamukkale (aqui é onde temos mais dúvidas. Menciono abaixo, ítem 2)

08/10 - Mais dúvidas aqui. (Os voos de Denizli p/ Istambul saem as 08:45 ou 19:50. Ou seja, se não chegarmos a tempo p/ Pamukkale/Hierápolis no dia 7, ficaremos todo o dia 8 por lá, pra pegar o voo do fim do dia para Istambul...)

9, 10, 11 e 12/10 - Istambul e volta p/ Brasil.

 

ítem 1 - Santorini/Mykonos. Aqui, à princípio, tomaremos o ferry que sai dia 29/9, às 09:00 e chega às 12:00. Só que com isso, perderemos 3 horas no barco. Então, gostaríamos de saber se vc sabe se existem os tais hidrofólios rápidos que a gente possa contratar por lá, pra fazer o percurso mais cedo e mais rápido. Porque nos sites, não encontramos nada...

 

ítem 2 - Aqui, a mesma coisa. Gostaríamos de sair cedinho de Kos, no dia 7/10 para visitar Bodrum cedinho e Pamukkale/Hierápolis a tarde. Esse seria o ideal, mas tb acho q será difícil... então, provavelmente, teremos que ficar dia 8/10 em Hierápolis tb e perderemos um dia de Istambul. A boate de Bodrum, fica pra depois, rsss... Não está nos nossos planos agora. Essa época já foi... rsss

 

Sim, eu vi o seu excelente relato de Istambul. Mas não dá para querer tudo, ne? Se só sobrarem 4 dias, talvez a gente tenha que cortar algo, fazer o que... :cry:

 

Éfeso estava nos nossos planos originais, mas como vc pode ver, tá faltando espaço na agenda... rss E Capadócia já havíamos cortado antes até. É um pouco longe, como eu disse, não dá para ver tudo... Uma pena.

 

O que nós mais precisamos de ajuda é com relação aos hidrofoils. Será que encontraremos facilmente estes barquinhos por lá? Isso ajudaria muito, principalmente no roteiro Kos-Bodrum.

 

Com relação ao GPS e dirigir na Turquia, tudo tranquilo, né?

 

Um abraço e obrigado de novo!

Luiz

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Luiz,

Quando estive em Bodrum, peguei um folheto de uma agência de turismo chamada Morning. O email é [email protected]. Eu não usei, mas tinha uma excursão para Hierápolis/Pamukkale que saía as 6:10 h e voltava 20:30, talvez seja uma opção ao aluguel de carro e correr para pegar o vôo. Assim cansaria menos e você poderia pegar a avião de Bodrum para Instambul. Não sei se o serviço é bom, mas mande um email pedindo informações.

Bom, como não sei dos motivos que levaram a sua escolha de roteiro o que falarei daqui para frente são palpites que refletem a minha forma de viajar. Não falarei mais sobre a primeira parte, já que está fechada, mas a partir de Atenas tenho algumas sugestões.

Não seria melhor pegar o ferry de Atenas para Mikonos? É bem mais perto que Santorini (não sei se o vôo já está confirmado). Digo isto pois no meu caso eu tiraria o Chipre e Patmos do roteiro. Nunca pesquisei estes lugares e não sei se vale a pena ir neles, mas estão tornando a sua viagem muito corrida. E os dias gastos estão fazendo a sua viagem ficar corrida também na Turquia.

Neste ponto é que entra o perfil de cada viajante, no meu caso sempre priorizo os lugares próximos de onde vou estar (no seu caso específico você está deixando de fora Éfeso, Capadócia......). A minha diretriz é não voltar nos lugares que já fui, por isso procuro não deixar o principal de cada país de fora...afinal o mundo é grande e ainda faltam muitos lugares para mim (na verdade já tenho minhas três próximas viagens na cabeça, para os próximos 4 ou cinco anos...). Bom, claro que isto não significa nada além do fato que o meu método é o melhor para mim, não para todos.

Em relação a suas perguntas, na época das minhas pesquisas não tinha muita informação, além das maiores, Blue Star e Hellenics, por exemplo. Em Rhodes achei barcos que levavam uma hora até Marmaris....mas só lá.....

No trecho que você vai andar o GPS funciona bem. Se você gosta e já dirigiu carros fora do Brasil, não deve ter problemas, mas tem muita polícia, controle de velocidade e sinais nas estradas, acho que no meu relato falei disto. Mas só para um dia talvez não falha a pena, pois dirgir sempre cansa.

 

Bom, espero ter ajudado.

 

Abraços,

 

David.

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Olá David,

 

Vou pra Grécia em setembro/11 e não estou conseguindo encontrar preço e horário de ferry de Santorini para Mykonos. Não entendo nada dos sites que olho.....rs.

Vc sabe quanto tempo leva de Santorini a Mykonos? E quanto mais ou menos custa?

 

Um abraço.

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Olá David,

 

Muito bom seu relato, a planilha de custos tbm, dá pra ter uma ótima base.

Pretendo ir em março p/ lá pela primeira vez, mas sozinha, na sua opinião teria problema? Já viajei p/ outros lugares e sempre foi tudo bem , meu receio é de ir em baixa temporada e encontrar os lugares desertos.

Qto as ilhas sei que algumas não abrem, tenho q pesquisar...Não irei a baladas nem a praias,sendo assim vc acha q dá p/ visita -las sem carro?Pretendo ver Mykonos,e Creta ou Santorini , se não der , pelo menos 1 delas.

Ah, vi q vc gostou da cidade medieval de Rhodes,adoro esses lugares mas é um pouco longe, vc sabe se tem outra parecida mais perto ?

 

Obrigada!!

Pry

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Pry,

 

Vi em outro tópico que você não tem como mudar a data mas poderia mudar de lugar. Acho esta uma opção a ser analisada com carinho.

 

Estive na Grécia em maio e em Mikonos já estava um sol legal mas a ilha estava bem vazia. Como estava com minha esposa não teve problema mas imagino que sozinha, em março, deva ser bem desanimado.

 

Agora, se você realmente for, em relação a Atenas, isto não é problema. Não vá a Mikonos, prefira Santorini, como lá não tem praia mesmo, o que existe para se ver são as vilas sobre os penhascos, nota 10 e estar vazio não influencia tanto.

 

Acho que não existe uma outra cidade medieval como a de Rhodes nas outras ilhas, mas de Santorini para lá o ferry vai de noite e você pode voltar de avião.

 

Porém, caso você não conheça o resto da Europa, pense bem em outras opções.

 

Abraços,

 

David.

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Ola David,

 

Obrigada pelas dicas, realmente tinha esse receio ..

Os lugares que eu queria já conheci, França, Alemanha e Itália e o pior é que em todo hemisfério norte é o mesmo problema de baixa temporada. Minha intenção na verdade era de ir p/ Praga-Budapeste-Viena mas desisti justamente por isso...pelo que pesquisei a temperatura eh mais baixa que na Grécia, beira os 0 graus!

Talvez eu opte para ilhas mais próximas então ou fique por Atenas e Olympia, sei que praia só se for p ver mesmo..rs

Vou ver se consigo mudar pelo menos p/ Abril..

 

Obrigada,

Abçs

 

Pry

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Pry,

 

Em relação a Praga - Budapest e Viena (colocaria Salzburg também) é um roteiro inquestionável. Neste caso vale mais saber como é o tempo nesta época, não em relação a temperatura e sim a se costuma ficar bom, pois para estes lugares o frio não chega a ser um problema.

 

Agora, porque você não analisa Portugal e Espanha?

 

Abraços,

 

David.

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      A cidade velha é dividida em quatro partes: judaica, cristã, muçulmana e armênia. É impressionante como ali as religiões se misturam e convivem em paz, muito diferente da ideia que temos das guerras que acontecem naquela região. O muro fica no lado judaico da cidade porém, logo acima dele, temos a mesquita do domo da rocha, que já está na parte muçulmana. A mesquita foi construída em um local onde os muçulmanos acreditam que o profeta Maomé subiu aos céus, os cristãos acreditam que ali Abraão levou seu filho Isaque para ser sacrificado. Percebam o quanto cada ponto é sagrado para todas as religiões neste lugar, por isso elas se misturam tanto.

      A mesquita é linda é sua cúpula é de ouro puro. O acesso dentro dela é proibido para não muçulmanos e para estar nesta área próximo a ela devemos estar com o corpo todo coberto. Homens, por exemplo, não podem acessar a área de bermuda. Vale lembrar que todo país com esta carga religiosa muito forte é importante estar sempre vestido de forma adequada para visitar os lugares pois vários pontos são considerados sagrados e determinados tipos de roupa podem ser ofensivos para eles, portanto, vale um ponto de atenção neste aspecto. Mulheres ´´sofrem´´ um pouco mais com isso, em alguns pontos além de estar com o corpo todo coberto devem obrigatoriamente usar o hijab (véu). Eu costumo dizer que para fazer um mochilão temos que nos despir dos nossos preconceitos e procurar compreender, entender e, principalmente, respeitar a cultura do lugar que estamos visitando. O mais legal é poder mergulhar na cultura local, isso não tem preço que pague. 
      Seguindo por dentro da cidade velha encontramos a via dolorosa, este é o caminho por onde Jesus passou carregando a sua cruz. Andar por ela é bem complicado pois muitas pessoas fazem o caminho o tempo todo, caravanas inteiras pelas ruelas apertadas da cidade velha e o local fica bem tumultuado. Portanto, tenha bastante paciência se você quiser fazer o caminho inteiro, ou então faça caminhos alternativos para chegar até a igreja do Santo Sepulcro. Esta igreja foi construída no local onde algumas pessoas acreditam que Jesus foi sepultado, entretanto existem dois ´´túmulos´´. O da igreja do Santo Sepulcro e o do Jardim do Túmulo. Segundo o que está escrito no livro de João o túmulo de Jesus estaria próximo a um horto, ou seja, um jardim. Independente de onde é ou não o túmulo de Jesus o que interessa é que Ele ressuscitou e está vivo!
      Igreja do santo sepulcro:

       
      Jardim do túmulo:

      O Jardim do túmulo fica fora das muralhas da cidade, mas pegando os mapas turísticos da cidade fica fácil chegar até ele. Você terá que caminhar um pouco, mas chegará facilmente até o local. Após a visita aos dois túmulos segui para o Jardim do Getsemani, neste jardim Jesus fez a sua última oração antes de ser capturado pelos soldados Romanos. Existem estudos que comprovam que as oliveiras deste jardim são milenares. 

      O jardim fica bem abaixo do monte das oliveiras, local onde Jesus transmitiu vários dos seus ensinamentos. Subi o monte das oliveiras a pé, foi uma caminhada e tanto mas valeu a pena! De lá de cima temos uma vista magnífica da cidade de Jerusalém e do cemitério judaico que fica bem abaixo do monte.

      Todos estes pontos eu visitei em apenas um dia e a pé. Foi bem cansativo, mas valeu a pena pois os lugares são magníficos e com uma carga histórica, cultural e religiosa muito grande. Andar pelas ruas de Jerusalém faz com que vivamos os passos de Jesus, e isso não tem preço que pague! Estava realmente exausto para o primeiro dia, mas como havia conhecido os principais pontos decidi seguir para Tel Aviv no dia seguinte. Tel Aviv é bem diferente de Jerusalém. Em Jerusalém a religião é muito forte, vemos o tempo todo pessoas com seus ´´trajes religiosos´´, já em Tel Aviv a religião parece ser um pouco menos importante e o ritmo da cidade se aproxima muito mais de qualquer metrópole do que de uma cidade religiosa. Para chegar em Tel Aviv é só pegar o mesmo trem que vai do aeroporto para Jerusalém, a diferença é que você deve trocar de trem no aeroporto para seguir até Tel Aviv. Meu interesse em Tel Aviv era conhecer as praias e a cidade de Old Jaffa, que fica em uma das praias da cidade. Esta cidade foi construída há mais de 3000 anos pelo filho de Noé, é super bem conservada e tem alguns restaurantes bem típicos na região. Andar por Tel Aviv é bem interessante pois parece que estamos em outro país pois o astral da cidade é bem diferente de Jerusalém. 


      Após conhecer a cidade, andar pela orla de bicicleta voltamos para Jerusalém. No dia seguinte iríamos visitar o Mar da Galileia, está região fica bem mais ao norte do país e é possível chegar de ônibus partindo de Jerusalém em uma viagem que dura cerca de 3h. Os ônibus de Israel não são dos mais confortáveis, mas como o país é bem pequeno a viagem é curta. Para consultar as rotas e preços disponíveis nos diversos destinos do país você pode acessar o site: http://www.egged.co.il/homepage.aspx
      Pegamos o ônibus para Tiberíades e chegamos até o mar da Galileia. Jesus cresceu nesta região e lá ele fez importantes milagres como a multiplicação dos pães e peixes e andar sobre aquelas águas. O lugar é lindo e bem agradável.

      Ao fundo é possível ver as colinas de Golã, estas colinas pertenciam à Síria antigamente e foram tomadas por Israel na guerra dos seis dias e anexada ao território Israelense em 1981. Dizem que frequentemente escutam barulhos de bombas e tiros nesta região por causa da guerra na Síria. Particularmente eu não presenciei nada disso! Passei o dia na região da Galileia e retornei para Jerusalém no final da tarde. Na manhã do dia seguinte visitamos o museu do holocausto. A visita a este museu é gratuita e uma verdadeira aula de história. Lá dentro é possível ver fotos, objetos, vídeos do período do holocausto. É impactante! Pela tarde retornei à cidade velha de Jerusalém para andar com calma por outras áreas ainda não exploradas. Jerusalém tem que ser explorada com calma, tem muita coisa pra ser visto na cidade, muitos comércios, comidas típicas, etc. Tire um dia inteiro para andar pelas ruelas da cidade e você não vai se arrepender!
      No dia seguinte decidi ir para a Palestina. Quando comentei com amigos e parentes sobre a ida àquela região muitos me chamaram de louco, etc. Confesso que tinha sim medo de ir lá, mas me surpreendi positivamente com o lugar e, principalmente, com as pessoas. Para chegar na Palestina é só seguir para o portão de Damasco na cidade velha de Jerusalém, lá existe uma rodoviária com ônibus para Belém. Achamos o ônibus e fomos para lá! Dentro do ônibus você já nota a diferença de Jerusalém, tínhamos apenas muçulmanos, vários estudantes e pessoas indo trabalhar. No sentido Israel - Palestina cruzamos a fronteira sem problemas, ao chegar em Belém haviam vários taxistas oferecendo vários tours, etc. Estávamos decididos a não contratar este tipo de serviço, mas o rapaz que nos recepcionou foi tão insistente e conseguimos barganhar o preço pela metade do inicial e teríamos algumas vantagens pois não conheceríamos apenas a Igreja da Natividade, local onde Jesus nasceu, mas vários pontos da Palestina, inclusive o muro que separa Israel da Palestina. Seguimos primeiro para alguns pontos onde era possível ver todo o território palestino, depois para a igreja da Natividade. Após visitarmos a igreja da natividade fomos até um ponto onde era possível ver o muro. A primeira reação foi de espanto! O muro é realmente enorme e é chocante ver um muro separando dois povos daquela forma.

      Após a visita ao muro retornamos para o ponto onde os ônibus para Jerusalém param. No retorno à Israel os ônibus passam por um controle na fronteira entre os dois Estados, sendo que todos os homens tiveram que descer do ônibus e os soldados Israelenses entraram no ônibus e conferiram os documentos das mulheres e crianças que ficaram a bordo. Do lado de fora formamos uma fila e os soldados conferiam o documento de cada um dos palestinos. Quando chegou a minha vez apresentei meu passaporte e o ´´visto´´ que me foi dado para entrar no país, o soldado olhou com cara de poucos amigos e permitiu meu retorno ao ônibus. Israel é um país incrível, mas me decepcionei muito com as pessoas do lugar. Em nenhum lugar, absolutamente nenhum, fomos bem atendidos ou nos sentimos bem vindos ali. Não expressam alegria, sorrisos e não fazem questão de atender os turistas bem em nenhum lugar, bem diferente do lado palestino onde fui super bem recebido. Confesso que já estava incomodado por estar ali e ser mal recebido em todos os lugares, o Brasil pode ter muitos problemas mas se tem algo que nosso povo pode se orgulhar é de sua hospitalidade, não vi isso em Israel. 
      No último dia seria Sábado, ou o Shabbat. Neste dia, que começa no pôr do sol de sexta e vai até o por do sol de sábado, o povo judeu para todas as suas atividades e o país também para. Em Tel Aviv não se vê muito isso, mas em Jerusalém todos os comércios fecham, o transporte para, por isso é importante se programar para quando visitar o país estar preparado para o Shabbat. Como o dia seguinte seria o nosso último na cidade nos programamos para dormir até mais tarde, mas antes compramos algumas coisas para comer no hostel pois sabíamos que nada iria funcionar no dia seguinte. No sábado acordamos mais tarde e fui para o portão de Damasco, lado muçulmano da cidade velha de Jerusalém onde tudo estava funcionando normalmente. Passei o dia na região e fui para o aeroporto a noite pois o meu voo para a Grécia seria de madrugada. Por causa do Shabbat o primeiro trem para o aeroporto seria apenas 19:30, desta forma tive que aguardar até este horário para ir para o aeroporto. 
      Outro ponto de atenção em Israel é a antecedência de chegada ao aeroporto para sair do país. Se eu achei a entrada complicada a saída foi muito pior, vários check points, revistas e perguntas de segurança até conseguir embarcar. Chegue com pelo menos 3h de antecedência de qualquer voo partindo de Tel Aviv, caso contrário você não irá embarcar. Estava super feliz por tudo o que tinha visto em Israel e por deixar o país ao mesmo tempo, realmente a hospitalidade do povo de lá deixou muito a desejar. Meu voo era para a ilha grega de Kos, mas antes faria uma conexão de 13h em Atenas. Atenas é uma cidade magnífica, já havia visitado a cidade antes (você pode ver no meu último post), e aproveitei o tempo de conexão para visitar a Acrópole novamente. Como estava acordado há mais de 36h eu estava realmente exausto, precisava de um banho e uma cama para dar uma cochilada. Junto com meu amigo consegui achar um hostel por 8 Euros onde deitamos por 3h e tomamos um banho, estava novo para encarar o próximo voo. Retornamos ao aeroporto e pegamos o voo para Kos, 40 minutinhos estávamos lá. 
      Kos não é uma ilha badalada como Santorini, mas tem um astral gostoso e um clima muito agradável. Teria dois dias na Ilha para conhecer alguns pontos históricos e visitar a árvore de Hipócrates. Hipócrates é considerado o pai da medicina e ele nasceu nesta ilha, debaixo desta árvore ele desenvolvia seus estudos e ensinava aos outros também. 

      Conheci vários outros pontos da Ilha, ruínas, etc. A Grécia é um lugar incrível, e o povo de lá torna tudo ainda mais incrível pois nos recebem de uma forma tão carinhosa e acolhedora que não da vontade de ir embora. Realmente é um dos povos mais amigáveis deste planeta. Kos fica muito perto da Turquia, 40 minutos de ferry boat e já estamos na Turquia. Fui até o porto da cidade e peguei o ferry para a Turquia, 40 minutos depois já estava na Turquia fazendo os trâmites de imigração que são necessários pelo fato da Turquia não fazer parte do acordo Shengen. O ferry chega em uma cidade chamada Bodrum que também tem um clima agradável e uma orla com muitos bares e restaurantes, apesar de não ter ficado na cidade voltaria pra conhecer melhor o lugar. De Bodrum peguei um ônibus para a cidade de Denizle, que fica a cerca de 4h de viagem. Denizle é uma cidade relativamente grande e eu ficaria lá por dois dias para conhecer Pamukkale e o seu castelo de algodão. Após 4h de ônibus estava em Denizle, no dia seguinte peguei um ônibus para Pamukkale e por ser um lugar muito pequeno foi super fácil chegar no castelo de algodão. O local tem este nome pois tem algumas formações calcárias branquinhas e com a água bem quentinha. O passeio é muito agradável e vale muito a pena a visita. No topo das montanhas existem as ruínas de Hierapólis, outro ponto incrível para ser visitado.

      Após conhecer o local retornei para Denizle para pegar o ônibus com destino Selçuk, cidade mais próxima de Éfeso, outro local histórico incrível para se visitar. Selçuk é uma pequena cidade no interior da Turquia, com um povo extremamente amigável e com um clima muito agradável, o objetivo era visitar as ruínas da cidade Éfeso, que fica a cerca de 4km da cidade. A distância pode parecer longa, mas a caminhada até Éfeso é super rápida ao lado de uma rodovia mas por um caminho muito agradável, não há necessidade de contratar transfer ou pagar transporte para chegar até o local. Éfeso é uma cidade grega antiga da região, por lá passaram alguns importantes personagens bíblicos, inclusiva Maria, mãe de Jesus. As ruínas são enormes e incríveis, uma visita surreal e uma oportunidade de voltar no tempo.

      No dia seguinte iria para a Capadócia. A visita a Capadócia é obrigatória para quem vai à Turquia, conhecer a região com formações milenares e fazer os famosos e incríveis passeios de balão é realmente maravilhoso. No dia seguinte levantei cedo, peguei um trem de Selçuk para Esmirna, cidade mais próxima com aeroporto. De lá peguei um voo para Kayseri. Kayseri é uma cidade grande e muito bem estruturada, apesar de não ser a cidade mais próxima de Goreme é a que tem a maior oferta de voos. Chegando em Kayseri peguei um ônibus para a rodoviária e de lá um ônibus para Goreme, a viagem dura cerca de 1h. Goreme é a principal cidade da região da Capadócia, lá ficam a maior parte dos hotéis e de onde decolam os famosos passeios de balão. Vale destacar que a Turquia é um país extremamente barato, mesmo Goreme que é uma cidade muito turística as coisas não tem um preço surreal como em outras cidades famosas de vários países. Cheguei em Goreme no início da noite, não havia mais o que fazer pela cidade, apenas descansar. No segundo dia levantei cedo e caminhei pela cidade e locais por onde conseguia ver as formações, além disso, fui procurar por agências onde pudesse contratar os passeios de balão. Depois de muita pesquisa encontrei o mais barato por 140 Euros. É caro? Sim! Mas valeu a pena cada centavo, a experiência é única. Voltei cedo para o hotel para descansar e no dia seguinte acordei bem cedo, pois as vans das agências nos pegam nos hotéis bem cedo pois os balões decolam antes mesmo do sol nascer. Estava muito frio, mas um céu lindo, sem nuvens, vento calmo, o passeio seria lindo. Fomos até um local onde vários balões estavam sendo preparados, após inflarem os balões decolamos. O voo dura cerca de 45min a 1h e é realmente incrível!


      Este dia seria o último na região da Capadócia, durante a tarde fiz um passeio para visitar outros locais, formações da região, etc. Valeu muito a pena, mas com certeza o ponto alto da viagem para esta região foi o passeio de balão. No dia seguinte precisava acordar cedo para seguir pra Istambul. Como Goreme não tem aeroporto contratei uma empresa de transportes que me levaria para Kayseri e de lá para Istambul, o voo dura cerca de 1h. Ao chegar no aeroporto de Ataturk a gente se impressiona pelo tamanho do aeroporto, ele foi inaugurado recentemente e é gigantesco com uma estrutura sensacional. Infelizmente não há metrô até o aeroporto, mas existe uma empresa chamada Havaist https://hava.ist/ que tem ônibus saindo do aeroporto para diversas regiões do país. Vale destacar que Istambul é uma cidade gigantesca, por este motivo é importante que você se hospede em pontos próximos aos principais pontos turísticos da cidade, desta forma você garante que o deslocamento seja mais fácil e barato. Peguei o ônibus no aeroporto em direção a praça Sultanahmet, que fica na parte antiga da cidade e próximo a mesquita Azul. Deixei as coisas no hotel e fui para a rua caminhar e conhecer a região. A mesquita Azul é gigantesca e impressiona, é possível visitá-la nos horários em que os muçulmanos não estão orando e ela fica exatamente na praça Sultanahmet. 

      Como Istambul é uma cidade muito grande é necessário muito tempo para explorar ela toda, mas além do dia da chegada eu teria mais dois dias na cidade onde eu visitei os mercados da cidade, a torre Gálata e fiz algumas caminhada pela Orla da cidade que tem um por do sol maravilhoso. Em Istambul, como toda cidade grande, é necessário ficar atento a algumas coisas. O oriente médio é uma área muito complicada e tensa, alguns ataques já aconteceram na cidade e por este motivo eu sempre evito aglomerações. Outra característica que havia lido sobre a cidade são as tentativas de golpe por engraxates. Você está simplesmente caminhando pela rua e eles percebem que você é turista, passam na sua frente e deixam a escova cair de propósito, você ao tentar ajudar pega para entregar a ele e ele como forma de gratidão se oferece para engraxar os seus sapatos, mesmo que você esteja de tênis. A oferta que antes era gratuita depois é cobrada pelo cidadão, que com certeza não cobrará um valor pequeno. Em Istambul jogaram esta escova na minha frente por duas vezes, como já sabia do golpe passei como se não tivesse visto, eles pegaram e tentaram aplicar o golpe em outras pessoas. Portanto, fiquem atentos a isso. Não deixem de visitar o grande bazar, ainda que você não compre nada é muito legal se perder naquele lugar e ver um pouco da cultura dos Turcos e da forma como eles negociam. 
      Depois de três dias em Istambul eu segui para Dubai, peguei o ônibus da empresa Hava Ist e cheguei bem cedo no aeroporto de Ataturk. Assim como a maioria aeroportos do oriente médio você passa pela inspeção de segurança antes de chegar no check-in, isto acontece devido aos problemas da região, o aeroporto de Ataturk inclusive já foi palco de atentados em 2016 e por este motivo a segurança é redobrada. Chegando em Dubai pela manhã peguei o metrô em direção ao hostel onde ficaria. Para sair do aeroporto de Dubai a forma mais fácil e barata é o metrô, mas fique atento pois o bilhete tem valores diferentes de acordo com a estação onde você vai desembarcar. Como o metrô alcança vários pontos turísticos eu recomendo que você compre os passes diários do metrô por 22 Dirhans, com ele você pode andar por todas as zonas quantas vezes quiser durante um dia inteiro, para se ter uma ideia um passe apenas de ida para percorrer três zonas custa 10 dirhans, portanto, o passe diário vale muito a pena. Fiquem atentos somente a divisão de vagões no metrô de Dubai, os vagões das pontas são especiais, sendo uma ponta exclusivo para mulheres e a outra ponta os vagões Gold Class, que tem bancos mais confortáveis e estão um pouco mais vazios. Outro ponto importante é a proibição de beber ou comer nos recintos do metrô, portanto, fiquem atentos. Como tinha andado o dia inteiro em Istambul, ido cedo para o aeroporto e voado a madrugada toda até Dubai, estava muito cansado. Decidi que iria até o Dubai Mall conhecer o maior shopping do mundo e ver o maior prédio do mundo, almoçar e retornar para o hostel para descansar. O Dubai Mall é gigantesco, fui nele por várias vezes e não conheci tudo. Na parte de fora é possível ver o Burj Khalifa, maior prédio do mundo. É possível subir nele, mas os ingressos tem horários reservados e mais baratos se comprados com antecedência pela internet. Não tinha interesse em subir no prédio, por isso não comprei o ingresso.
      No segundo dia na cidade acordei cedo e fui visitar os principais pontos da cidade. O primeiro lugar foi o Burk Al Arab, famoso hotel 7 estrelas em formato de barco a vela. Para chegar no hotel é só descer na estação Mall Of The Emirates e ir caminhando por cerca de 3km, o local é reto assim como toda a cidade de Dubai, mas o sol é muito quente, fui no outono peguei agradáveis 33 graus. Imagina no verão? As temperaturas passam dos 40 graus facilmente, portanto programem-se para visitar a cidade em épocas menos quentes. Caminhei até a região do hotel e a praia publica que fica ao lado dele para tirar algumas fotos, realmente impressiona. 

      Dubai é um grande canteiro de obras, a cidade está em constante modificação, por isso não será difícil ver andaimes e guindastes por toda a cidade. Voltei a pé para o Mall of the Emirates onde almocei e durante a tarde fui conhecer a região da Marina de Dubai. Esta região é muito linda com vários bares, restaurantes e praias para aproveitar. O que mais me impressionava na cidade eram as construções.

      Após visitar a região da Marina de Dubai peguei o metrô novamente e fui para o Dubai Mall, lá eu ia aguardar até as 18h para assistir ao show das águas que acontece em frente ao Dubai Mall todos os dias à partir das 18h. Recomendo que cheguem cedo para pegar um lugar legal para assistir pois a praça fica lotada. O show dura pouco mais de três minutos mas é impressionante.

      Após o show jantei no próprio shopping e retornei para o hostel. No dia seguinte levantei bem cedo para visitar outros pontos da cidade e conhecer o mercado do ouro, que fica em uma área menos turística da cidade com construções mais modestas e trânsito caótico, mas impressiona pela ostentação do lugar. Nem ousei perguntar os preços das coisas, mas olhando a foto abaixo da pra imaginar, né?

      É muito ouro! Saindo de lá fui até o Dubai Frame, uma moldura gigantesca toda revestida em ouro. É possível subir nela para tirar algumas fotos, mas não achei que valia a pena o valor a ser pago. Entretanto, apreciar ela de fora já é algo que fale a pena pois é gigantesca e imponente. 

      No dia seguinte seria meu último dia na cidade. Como havia conhecido todos os pontos resolvi ir cedo até a Marina de Dubai e curtir uma praia, que estava vazia e com a água bem quentinha. Passei a manhã ali e depois de tomar um banho no hostel fui até o Dubai Mall novamente para almoçar e dar uma ultima visitada naquela região e ver o Burj Khaliffa pela ultima vez, ele realmente impressiona. 

      Voltei para o hostel para descansar pois, mais uma vez, ia precisar passar a noite no aeroporto pois o meu voo para o Brasil era muito cedo. Sobre Dubai muitos acreditam ser uma cidade extremamente cara e muito luxuosa, entretanto Dubai é uma cidade para todos os públicos. Para nós mochileiros é possível gastar menos de 100 dirhans por dia incluindo alimentação e transporte, mas aqueles que gostam de ostentar o céu é o limite, pois a cidade realmente tem opções extremamente caras e luxuosas. Afirmo com total certeza que Dubai é uma cidade acessível a todos, muito mais do que Israel, por exemplo, que foi o país mais caro que visitei nesta viagem. Enfim, este é mais um relato que divido com vocês. Espero que possa servir de referência e inspiração para a viagem de muitos aqui do blog, este mundo é maravilhoso e tem muita coisa a ser explorada. Sou uma pessoa que gosta muito de escrever e enquanto estava na Turquia escrevi um texto sobre tudo o que estava vivendo nesta viagem e gostaria de compartilhar com vocês:
      Ser mochileiro é sair da zona de conforto;
      É abrir mão do supérfulo e desfrutar ao máximo das coisas simples que cada lugar oferece;
      É deixar de lado a praticidade de um carro e se aventurar nas ruas de cada cidade, conhecendo assim os hábitos e a cultura de cada lugar.
      Ser mochileiro é se virar apenas com o básico e passar alguns perrengues, pois eles fazem parte de cada viagem e com eles tudo fica mais legal.
      Ser mochileiro é saber dividir o espaço, é abrir mão da sua privacidade e interagir com pessoas do mundo inteiro, conhecendo e respeitando os costumes e a cultura de cada um.
      Ser mochileiro é ter o mundo como a sua casa, é dormir em um país cristão e acordar em um muçulmano e se encantar com as diferenças, mesmo que elas pareçam absurdas para os seus costumes.
      Ser mochileiro é dormir hoje pensando no amanhã, planejando como você chegará naquele lugar que você quer visitar, mesmo que você tenha que ir caminhando por alguns quilômetros.
      Ser mochileiro é ter coragem, ser aventureiro, é saber que cada viagem terá seus desafios, mas que no final aquele país, aquela cidade e cada ponto valerá a pena.
      Ser mochileiro é sorrir (ou chorar) de alegria por estar no lugar que tanto sonhou, mesmo que seus pés estejam cansados de tanto andar e os ombros doloridos de carregar tantas coisas por tantos lugares.
      Ser mochileiro é agradecer a Deus todos os dias pelas oportunidades e lugares visitados, pois muitos gostariam de estar no seu lugar.
      Ser mochileiro é sentir saudades de casa, do seu país, da comida e dos costumes, mas acima de tudo entender que ter o mundo como a sua casa é uma escolha, e eu? Eu escolhi viajar!
      Um grande abraço a todos e muitas viagens!
       
       
       


    • Por Karina Faria
      Roteiro em Mykonos
          Roteiro em Mykonos
      Na nossa sugestão de roteiro em Mykonos, você vai passar 4 dias na ilha curtindo tudo de bom que a ilha mais famosa da Grécia tem a oferecer, independente do seu gosto ou bolso. É verdade que, de maneira geral, Mykonos não é uma ilha barata, mas ainda assim é possível economizar.
      LEIA TAMBÉM:Como economizar em Mykonos: 8 dicas p/ você não falir na ilha mais cara da Grécia
      Se você vai viajar a Mykonos não deixe de ler este post até o final, pois ele está cheio de dicas que vão facilitar muito a sua viagem. Tem sugestão de restaurantes, dos melhores e mais famosos beach clubs da ilha e das melhores praias também.
      Não importa se você vai alugar um carro ou não, neste artigo eu também dou muitas dicas para você usar o ônibus local.
      Assim, não deixe de ler este roteiro em Mykonos porque ele está super completo e bem detalhado.
       
    • Por Karina Faria
      Roteiro em Santorini: 1, 2 e 3 dias
          Roteiro em Santorini: Saiba o que fazer de melhor na ilha em 1, 2 e 3 dias

      Um roteiro em Santorini de 3 dias completos é uma excelente opção para quem vai visitar a ilhas mais famosa e fotografada da Grécia pela primeira vez. Afinal, neste tempo você consegue conhecer tudo que tem de mais especial para se fazer na ilha.
      Assim, o ideal mesmo é que você fique pelo menos 3 dias na ilha. Mas, como eu sei que nem sempre isto é possível eu preparei um roteiro de 1, 2 e 3 dias na ilha, de acordo com aquelas atividades que são mais importantes e interessantes.
      Então, não deixe de ler este artigo até o fim porque este roteiro em Santorini está perfeito. Cheio de dicas muito importantes para a sua viagem. Além disso, eu também ensino direitinho como chegar na parte mais famosa e fotografada de Santorini; A igrejinha de cúpula azul, cartão postal da ilha.
       
       
    • Por Karina Faria
      ATENAS EUROPA GRÉCIA Roteiro em Atenas de 2, 3, e 4 dias! Um roteiro inusitado pela capital da Grécia
      Roteiro em Atenas
      m Atenas: Um roteiro cheio de ruínas, histórias e lindas praias Montar um roteiro em Atenas é, de maneira geral bem simples. Afinal, a cidade é pequena, tem poucas coisas para se fazer e todas as principais atrações turísticas da cidade ficam bem perto uma da outra.
      Neste post montei um roteiro bem detalhado, com indicação de restaurantes, de onde fazer compras e etc. Além disso, tem muita dica bacana também que, com toda a certeza será muito útil durante a sua viagem.
      Assim, se você vai viajar para Grécia, não deixe de dar uma olhada neste roteiro em Atenas porque ele está bem detalhado e informativo


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