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OURO PRETO|MG- ONDE SE HOSPEDAR EM OURO PRETO

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OURO PRETO|MG- ONDE SE HOSPEDAR EM OURO PRETO

 
Depois de tantas vezes tentando, planejando, replanejando ir para Ouro Preto, finalmente conseguimos, no feriado da semana santa de 2016. E ainda aproveitamos para dar uma esticadinha em Mariana.
 
Saímos da nossa cidade 23:50 e chegamos em Belo Horizonte por volta de 4:30 da madrugada, caindo um toró daqueles!Compramos a nossa passagem de Belo Horizonte para Ouro Preto online, via site da viação Pássaro Verde para as 6 horas. A viagem foi muito boa, saiu no horário previsto, a estrada é muito boa com uma vista linda das montanhas mineiras. Se o transito estiver bom a viagem dura em torno de 2 horas somente.

Descemos na rodoviária de Ouro Preto as 8 horas da manhã, e decidimos ir andando para o nosso hotel. Já havia feito o trajeto pelo google maps, então achei tranquilo o percurso. Até o nosso hotel são 800 metros de decida. Ficamos hospedados na Pousada Nello Nuno, que fica a apenas 220 metros da Praça Tiradentes. 
 
Pousada Nello Nuno
Pousada Nello Nuno
 
Trajeto da rodoviária para Pousada Nello Nuno - ouro preto
Trajeto da rodoviária para Pousada Nello Nuno

A pousada é pequena, familiar, limpa, atendentes super atenciosos e prestativos, café da manhã bem mineirinho com direito a broa de fubá e pão de queijo quentinho. Amei e com certeza ficaria novamente. Ahh..o hotel fica em uma ladeira...massss..não vi nenhum que não ficasse rsrs a diária começava meio dia , mas como o quarto estava vago ela nos deixou entrar. Sem acréscimos, adoro!  Aproveitamos para dar uma cochiladinha. 
 
Pousada Nello Nuno
Pousada Nello Nuno
 
Valor Passagem de Belo Horizonte para Ouro Preto: R$33,25
Valor: R$200,00, mas aconselho a consultar diretamente no site para poder ver os valores atualizados.
📍 R. Camillo de Brito, 59 - Centro
🏠 Mais informações: www.pousadanellonuno.com.br

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    • Por Philipe Santos
      Boa Tarde,
       
      Preciso de ajuda rsrs.
      Estou planejando um Mochilão pela Europa em agosto de 2019. Vou com minha namorada, vamos ficar 30 dias, passaremos por 7 países. Mas o que tem tirado meu sono são os documentos para passar pela imigração. Estamos dividindo os custos da viagem; então alguns comprovantes de hospedagem estão no nome dela e outros no meu nome, como comprovar que temos hospedagem para todo o período? Podemos passar juntos?
       
      Outra duvida é sobre o comprovante de subsistência, quando sairmos do Brasil já vamos com passagens de ida e volta, hospedagens e locomoções internas pagas. O valor que levaremos será para alimentação, passeios e compras. Vou levar extrato financeiro da minha conta, meu cartão de credito (limite bom) e estou tentando abrir uma conta no N26 para transferir a maior parte do valor para lá e claro levar uma quantia em dinheiro. Minha duvida é sobre os comprovantes do minha namorada; não poderemos utilizar extrato da conta dela e também não tem cartão de credito. Também estamos tentando abrir uma conta no N26 para ela, mas o valor que mandaremos não é suficiente comparado com o mínimo que eles podem pedir na imigração. Posso de certa forma ser responsável financeiro por ela? Utilizando meus comprovantes para mostrar que ela terá como se manter? Pq somando os nossos comprovantes juntos conseguimos o mínimo necessário, só que grande parte estará em meu nome, como o cartão de credito. E não consigo colocá-la como adicional.
       
      Me ajudem por favor, preciso resolver essas questão para continuar com o planejamento.. kkk
    • Por alana.barros
      Oi mochileiros, como vcs estão?
      Sempre leio muitos relatos aqui do site para me ajudar nas minhas viagens e quando viajo acabo esquecendo de postar (my bad, eu sei #naomejulguem), então aqui vai esse relato com algumas dicas práticas desses dois lugares maravilhosos.
      Fazia muito tempo que queria conhecer Ouro Preto, então aproveitei o feriado prolongado e resolvi matar a vontade. SP tem um bus direto pra lá que sai às 22h da rodoviária do Tietê, porém como eu trabalho até às 23h era inviável pra mim. Resolvi então pegar o bus das 23h até BH, passar um dia lá e só depois partir pra Ouro Preto. Confesso que a princípio eu estava com zero vontade de conhecer a capital de Minas, mas dando uma pesquisada me animei um pouco e agora, após já ter ido, recomendo muito a cidade e quero voltar pra ver mais coisas. BH tem muita opção cultural, vida noturna e natureza, coisa que você não consegue ver nem a metade em só um dia, mas bora lá pro relato.
      Dia 1 – 15/06/17
       
      Saí de São Paulo dia 14/06, peguei o busão pra BH às 23h na Rodoviária do Tietê. Comprei antecipadamente pela Viação Gontijo, a viagem foi bem tranquila e a passagem custou uns R$ 120,00. Cheguei na Rodoviária de BH umas 7h e pouco e aproveitei pra já comprar a passagem pra Ouro Preto pro outro dia. Pelo que eu vi só tem uma companhia que faz o trajeto pra lá então a fila da bilheteria tava bem grandinha. Comprei a passagem pras 11h (tem ônibus de hora em hora pra lá) do dia 16/06 pela viação Pássaro Verde, pagando R$ 32,80. Passagem comprada, bora pro hostel. Saí da rodoviária, atravessei o estacionamento/pracinha que tem lá em frente e fui andando pra Avenida Afonso Pena, 354, onde peguei o ônibus 4032 (R$ 4,05).
      Reservei o Hostel Savassi, no bairro Savassi (ah vah!), que eu tinha lido que era bem localizado, com várias opções culturais e noturnas (motivo real oficial pelo qual me hospedei lá). Já tinha deixado reservado previamente pela Booking, peguei quarto feminino com 6 camas e café por R$ 45,00 a diária. O hostel é bem legal, staff super solícito (inclusive esse caminho de bus normal da rodoviária até lá foram eles que me ensinaram a fazer), tem locker grande pra cada hóspede nos quartos, já com cadeado, tomada individual na cama, café da manhã bem completo, com pão de queijo, bolo, suco, iogurte, etc e uma localização ótima, perto de várias lojas e bares (tava tudo fechado enquanto eu estive hospedada porque era feriado, mas deu pra sacar que o bairro é excelente).
      Enfim, desci do bus praticamente na rua do hostel, foi bem tranquilo ir de transporte público e mochila nas costas, cheguei lá, fiz todos os paranauês do check-in e tals e segui andando pra dar uma volta pela cidade. Passei primeiro na Praça da Liberdade,  que é bem próxima ao hostel e é onde ficam concentrados muitos dos museus da cidade; dei uma volta, tirei umas fotos e segui caminhada pro Mercado Municipal. Os museus e centros culturais da praça são incríveis, mas eu queria tentar fazer o máximo de coisas possíveis no dia, então não entrei.
      Cheguei ao Mercado em uns 20 minutos; vale a pena a visita pois tem de tudo lá: desde comida, passando por bares e restaurantes até animais. Passeei bastante por lá, comi um pão de queijo (R$ 2,70) e duas empadas no Ponto da Empada, que é bem tradicional em BH e é muitooo boa. Comi de carne com jiló (amo jiló gente, aceitem hahaha) e bacalhau, cada uma foi R$ 3,50. Saí de lá, dei mais uma voltinha pelo centro e peguei um ônibus da MOVE pra Pampulha (R$ 4,05). Desci na estação Santa Rosa e fui caminhando para a lagoa, sentido Casa do Baile. Cheguei lá, tirei umas fotos, apreciei a vista, comprei uma breja e continuei caminhando sentido Igreja de São Francisco de Assis, sempre parando pra sentar um pouco e apreciar a Lagoa, que é lindíssima. Cheguei na Igreja, tirei umas fotos, caminhei e fiquei por lá vendo o movimento um pouco; meu plano era continuar a caminhada até a  Casa JK. Só que nisso vi que tinha um parque de diversões do lado de onde eu estava, o Parque Guanabara, e lá tinha, além dos outros brinquedos, uma roda gigante e um elevador/torre (o famoso Turbo Drop, pros órfãos do Paycenter, igual a mim). Ahhh, mas não deu outra, lá fui eu (com 26 anos na cara) pro parquinho ! Chegando lá você paga R$ 2,00 pra entrar, R$ 2,00 do cartão pra colocar os créditos (que eles te devolvem se você devolver o cartão e se tiver pago em dinheiro) e o valor que você quer carregar pra ir nos brinquedos (cada atração tem um preço diferente). Comprei uma ida na torre e uma na roda gigante (R$ 8,00 cada) e posso dizer que vale muitooo a pena! A vista lá de cima é incrível dos dois brinquedos, e na torre tem um lado que você senta bem de frente pra lagoa. Fui a primeira vez, tirei umas fotos mas fiquei com medo do celular sair voando de lá de cima, então não tirei de lá do alto. Depois que eu vi que tava tudo sob controle, e depois de ir ver o por do sol na roda gigante, voltei lá e peguei o finzinho de tarde e mais uma vista incrível da Pampulha lá de cima; sério, foi melhor e mais divertido que qualquer mirante.
      Peguei outro ônibus da MOVE (R$ 4,05) em um ponto em frente ao parque e desci perto do hostel. Voltei pra lá, comprei uma breja e fui pra área comum fumar um cigarro e fazer uma social. Conheci então o Dan, um americano que já estava morando a algum tempo no Brasil, e a Nana, uma argentina muito gente boa que havia acabado um intercambio no Rio de Janeiro, onde estava estudando medicina. Ficamos conversando sobre a vida e tomando breja, até que animamos e decidimos ir num bar/café perto do hostel chamado “Café com Letras”. Nos arrumamos e partimos pro bar, que é uma graça, tem ótimas cervejas artesanais e comida boa. Ficamos mais um tempo lá bebendo e gastando nosso inglês, espanhol e português e decidimos esticar a noite e ir numa balada conhecidinha de lá chamada DDuck. Fomos pra balada só que eu não animei de entrar por motivos de cansaço, fome e música eletrônica/pop que não são muito minha praia, mas no outro dia Nana e Dan me contaram que a balada foi animadíssima. Saí de lá e dei uma passada no BK, que fica aberto até às 5h, pra matar quem estava me matando hahaha. Comi um lanche  e voltei pro hostel pra ter meu sono de beleza em uma cama de verdade, pois em algumas horas iria pra tão esperada Ouro Preto.
      Vale ressaltar aqui que fiz (emos) esse trajeto noturno de hostel/bar/balada/BK/hostel todo a pé, pois tudo é muito perto no Savassi, tinham várias pessoas na rua e o bairro passou uma boa sensação de segurança. Vale ressaltar também que eu sou mega sedentária, mas quando to viajando gosto de caminhar bastante pra conhecer as coisas, então se eu consigo vocês também conseguem gente hahahahaha.
      Dica I: comprei todas as passagens antecipadamente e também reservei os hostels pq já queria deixar tudo pago, mas recomendo muito o aplicativo do Blablacar, pois dá pra arrumar várias caronas e economizar grana, ainda mais em feriado. Em relação aos hostels, dessa vez fiz as reservas pela Booking, mas dependendo do lugar fica mais barato reservar diretamente com eles, pois tem local que repassa o valor que não será pago com comissão em forma de desconto, vale a pena dar uma olhada.
      Dica II: Sou meio péssima pra pedir informações na rua, então baixei o mapa de BH off-line no celular pra ir me guiando e também usei muito o aplicativo do Movit, que eu uso muito aqui em SP, mas que funcionou maravilhosamente lá. Foi assim que descobri os busões pra Pampulha (e com Google Maps também).
      Esse foi o dia 1 gente, ainda tem mais de Ouro Preto...
       
       













    • Por Bikota
      Oi pessoas! Vou contar como foi minha viagem junto com meu namorido para Ouro Preto, em dezembro de 2015.
      Compramos 04 passagens de ida/volta em novembro e pagamos um total de R$550,00.
      Saímos de SP dia 21/12 as 20h, e chegamos em Ouro Preto as 07h do dia seguinte. os bancos do ônibus era duro e o ar condicionado hiper gelado, então, se você for para lá de busão...leva uma blusa, ou qlqr coisa para se esquentar durante a viagem.
       
      Hospedagem:
      Era a primeira vez que íamos ficar em um hostel, por isso decidimos ficar em um quarto só nosso. Pagamos por 04 diários R$480,00 e ficamos no Uai Hostel. Achei a localização ótima, perto da rodoviária e do burburinho da Rua Direita. Banheiros,área de convivencia e quartos ok...só não gostei da cozinha, não me inspirou vontade de fazer nada lá.
       
      Dia 01 (22/12):
      Chegamos 07h na cidade, e procuramos algum lugar para comer que aceitasse VR (foi o dinheiro que levamos para comer)...e não encontramos nenhum. Acabamos sentados na frente de uma igreja (2° de quem vem da rodoviária para a cidade) e comemos o que sobrou de lanche da viagem. A igreja abriu as 09h e o senhor que cuida dela veio perguntar se a gente gostaria de conhecer a igreja por dentro. Ela é linda! E valeu a aula de história que tivemos ali dentro.
      Umas 10h a cidade já estava bem movimentada, e como a entrada no hostel era só a partir do meio dia, fomos de mochila nas costas mesmo conhecer a cidade...o centro é bem pequeno, e da para andar tudo em um só dia. Almoçamos no Subway - aceita VR uhuuul. Quando deu meio dia fomos para o hostel, descasamos um pouco e saímos para andar pelo centro novamente, agora sem o peso nas costas.
      Fomos visitar a Casa dos Contos, a feirinha que tem do lado, a estação ferroviária da cidade, algumas igrejas (apenas do lado de fora), não achamos nenhum lugar que passasse VR, ou que tivesse um cardápio bom para vegetarianos...a maior parte dos lugares que passamos colocavam carne em todos os pratos!! A noite paramos em uma delicatessen na R,Direita e comemos um crepe de queijo+torta de alho poro+2 bebidas+01 doce de doce de leite horrível e caro!! Fiquei bem arrependida quando vi o valor do doce, e ver que não valia a pena. Tudo ficou R$47,00. E voltamos para o hostel para dormir.
       
      Dia 02 (23/12):
      Pagamos R$40,00 para um dos responsáveis pelo hostel, e ele nos levou para Lavras Novas, parou a perua que estávamos na estrada e andamos muuuito até a cachoeira dos Tres Pingos. O cara que levou a gente até lá, não sabia fazer o caminho de carro até um lugar proximo da cachoeira, por isso, andamos uns 30 minutos de baixo de sol forte a mais. E ele ainda errou o caminho para a cachoeira, o que nos fez andar ainda mais. A cachoeira é maravilhosa...é pequena, mas quando chegamos tinha umas 4 pessoas e deu pra curtir bastante. Ficamos lá o dia todo, e como levamos algumas frutas desidratadas para comer não tivemos problemas. Na volta paramos na cidade para ver as construções que são lindas, parece cidade de boneca. Na volta, chegamos na praça principal de Ouro Preto as 16h, e tinha um restaurante que ainda estava servindo, foram 02 pratos prontos (arroz/feijão/batata frita/salada e omelete. Pedimos o nosso sem presunto, mas quando entregaram para a gente na mesa tinha presunto, e o garçom não ficou muito feliz em trocar o prato) + 01 caipirinha...o total deu R$35,00. No resto do dia não comemos mais nada e voltamos para o hostel para tomar um banho e ter noção do estrago que o sol fez...esquecemos que levar protetor solar!! Meu namorido ficou com o pescoço cheio de bolhas...A noite ficamos na sala do hostel, conversando com os outros hospedes.
       
      Dia 03 (24/12):
      Véspera de Natal, e as lojas da cidade fecharam mais cedo... o que foi bom, pois deu para tirar lindas fotos! Não fizemos muita coisa nesse dia, no almoço finalmente achamos um restaurante que passava VR, estilo self service..não tinha muita coisa sem carne, mas conseguimos comer bem. Nesse dia, apenas passeamos pela cidade com calma, entramos em várias lojas que vendiam queijos e produtos típicos, mas achei que as coisas estava muuuito caras! A tarde fomos ao mercado comprar umas coisinhas para comermos e a noite ficamos no hostel e fomos a missa de Natal em uma das Igrejas...dessa forma da pra visitar a Igreja sem pagar. O hostel fez uma "ceia" de Natal, mas que não conseguiamos comer nada do que tinha lá. Absolutamente tudo tinha carne. Só sobrou uva...kkkk, e o Felipe do hostel que sabia que não comiamos carne, levou tipo um mandiopã para nós...foi o que comemos de ceia...Mandiopã e uva. No hostel tinha eu, meu namorido e mais 05 hospedes, estavamos nos dando bem...mas o povo do hostel chamou uma turma para participar da ceia...e sei lá...não achei tão legal assim. Ainda mais que no outro dia, cobraram 30,00 dos hospedes gringos peça ceia (ceia: peru, arroz com salsinha, cerveja e churrasco). Acabou que as pessoas desconhecidas ficaram principamente na calçada gritando, e os hospedes dentro do hostel conversando...fomos dormir as 05h da manha do outro dia.
       
      Dia 04 (25/12):
      Acordamos as 10.30h e não tinha café (o café era até as 10h...mas não sei se realmente serviram...), comemos as coisas que compramos no Mercado, andamos pela cidade completamente vazia...quase cidade fantasma. Fomos a Mina Jejé...pagamos R$15,00 cada um para andar uns 200 metros no escuro. A história é interessante e muito triste, mas é muito caro vc cobrar R$15,00 para ficar uns 10 minutos visitando um caminho escuro...e eu ainda machuquei meu ombro =/...ah, e as pessoas da Mina não estão muito interessadas em conversar... Queriamos ir para Mariana...visitar a mina de lá, mas estava fechado. De tarde ficamos um tempo no hostel, já que quando fomos para Lavras Novas nos queimamos de verdade...e o corpo doia muito. A noite fomos comer no restaurante O Passo, a pizza é uma delicia...a sobremesa (profiterolis com calda e chocolate) não é muito boa. Gastamos R$119,00 (uma pizza grande/01 sobremesa/03 chopps).
       
      Dia 05 (26/05):
      Nosso ultimo dia de viagem. Acordamos, arrumamos nossas malas e deixamos na sala do hostel. Saímos e fomos até o Parque das Andorinhas. Pegamos um onibus no centro da cidade, e descemos na frente do parque. Lá é lindo!!! Tem várias cachoeiras, pedras gigantes e vistas maravilhosas. Fomo visitar a cachoeira das Andorinhas...ela fica no meio das pedras, por isso, para você chegar até ela...tem que descer uma escadinha bem mal presa a uma pedra...e andar um pouco...não é totalmente escuro, mas vc não consegue enxergar direito...então não da pra se jogar na agua. A agua é extremamente gelada!!!! Saimos da cachoeira, e ficamos andando pelo parque...mas começou a chover, e resolvemos voltar para o hostel...quero voltar uma outra vez e visitar esse parque novamente...conhecer as outras quedas dágua...
      Voltamos, tomamos banho, comemos no Subway de novo, passamos no mercado, fizemos uns lanches para comer na volta, compramos um kit com 03 cervejas para presentear nossas mães, comprei um São Francisco de pedra sabão e um aromatizador de ambiente tbm em pedra sabão (R$35,00 depois de muito choro) ficamos um pouquinho no hostel, e fomos para a rodoviária.
       
      Ouro Preto é uma cidade linda! Quero voltar para ir visitar o Parque do Itacolomy, e o Parque das Andorinhas novamente, mas dessa vez, vou escolher outro hostel. Sobre a alimentação, vivemos praticamente a base de lanches do Subway + lanches que fizemos com o que compramos no mercado, e frutas secas que levamos de SP. Realmente não gostei da cozinha do hostel, e por isso não fiz nada para comer lá. Na vez que comemos comida no único restaurante que aceita VR gastamos um valor muito alto...e não valia muito a pena, apesar da comida ser boa. Da para fazer essa viagem sem gastar muito...podiamos não ter comprado os presentinhos, e não ter ido na pizzaria...mas dia 25/12 a pizzaria foi o único lugar que abriu...Sobre levar VR para comer..a maior parte dos lugares não aceita.
       
      Valores:
      Passagens: R$550,00
      Hostel: R$480,00
      Alimentação - sem contar o que gastamos com VR: R$201,00
      VR: R$170,00
      Passeio: R$40,00
      Presentinhos: 150,00
       
      Total:R$1591,00
       
      Espero que esse relato e valores ajude alguém!
    • Por Karina Moreira
      Bom Dia
      Fora o trem que vai de ouro Preto para Mariana, gostaria de saber se tem onibus circular que faz esse trajeto e qual o ponto de partida.
       
    • Por Isaac Rangel Machado da Si
      Ouro Preto é um município mineiro, famoso por sua arquitetura colonial. Milhares de turistas visitam a cidade com o objetivo de conhecer os casarios, as ruas e becos, os museus, a gastronomia mineira e as famosas minas. Com a sua topográfica montanhosa, apenas 5% plana, Ouro Preto tem muito a oferecer além do centro histórico. Você já teve a oportunidade de conhecer os morros da cidade?
      Formados por bairros residenciais simples e por pessoas maravilhosas nos morros não existe infraestrutura como no centro histórico para os turistas, porém são urbanizados e com transporte público.
      Mas se não tem infraestrutura “adequada” para o turista, o que fazer lá?
      1 Admirar o pôr do Sol ou o nascer da Lua
      Com uma altitude superior a 1.200 metros acima do nível do mar, presenciar o pôr do Sol ou o nascer da Lua nos morros de Ouro Preto é uma sensação impar.


       
      2 Observação astronômica
      Para os amantes da astronomia os morros de Ouro Preto são ótimos para contemplar os astros celestes. Existem locais seguros com pouca iluminação, ótimos para observação astronômica.


      (Vênus)
      3 Radioamadorismo
      Longe das interferências do centro, os morros de Ouro Preto são locais perfeitos para a prática do radioamadorismo.

       
      Observações:
      As fotos foram tiradas na pracinha da Capela de São João e no Moinho de Vento (Morro São João).
      Fotos: Isaac Rangel e Danilo Nonato.


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