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Oi, gente!

 

Vim contar como foi a viagem que eu e meu marido fizemos em julho de 2017 pela Itália.

Foi nossa segunda viagem para lá, pois somos apaixonados por esse pedaço do mundo. A história, as paisagens, a gastronomia, tanta coisa nos encanta, e até aprendi a falar italiano razoavelmente (complica quando eles falam entre eles, com velocidade "metralhadora", aí é a mesma coisa que grego hahaha).

Na primeira vez (em 2014), fomos durante o inverno e conhecemos as cidades mais turísticas: Roma, Florença, Milão e Veneza, passando por algumas menores no caminho. Optamos por não colocar no roteiro dessa viagem nenhum local que tivesse praia, pois sabíamos que muita coisa estaria fechada e não aproveitaríamos direito, mas desde aquela época ficamos com a intenção de fazer um roteiro durante o verão. Contei como foi essa viagem neste relato aqui: 

 

Então, desta vez conseguimos três semanas para ficar por lá, mesclamos atrações turísticas com muita praia, separamos os primeiros dias para rever Roma e fazer uns programas que da primeira vez não fizemos, e acabou ficando assim:

 

ROTEIRO:

 

1º dia - Roma  - chegamos no final da tarde, mas ainda deu tempo de passear e rever algumas coisas;

2º dia - Roma - Parque Savello, Terme di Caracalla, Via dei Fori Imperiali e visita noturna ao Coliseu;

3º dia - Roma - bairro de Trastevere, visita guiada pela necrópole do Vaticano, Basílica de São Pedro, janta no Mercato Centrale;

4º dia - Nápoles - fomos cedinho, de trem. Visitamos Quartieri Spagnoli, Piazza Plebiscito e Castel dell Uovo. E claro, jantamos a pizza do Da Michele;

5º dia - Pompeia / Sorrento - saímos cedo de Nápoles, passamos o dia visitando o sítio arqueológico de Pompeia, e após, fomos para Sorrento;

6º dia - Sorrento - Bagni della Regina Giovanna e praia de Sorrento;

7º dia - Sorrento / Capri - bate-volta à Capri;

8º dia - Minori / Ravello - fomos de Sorrento para nossa hospedagem em Minori e aproveitamos umas horas de praia lá. Mais tarde, fomos conhecer Ravello;

9º dia - Minori - dia de muita praia, primeiramente em Castiglione e depois em Atrani, e conhecemos também Amalfi.

10º dia - Minori - pegamos umas horas de praia em Atrani e depois fomos conhecer Positano;

11º dia - Trem noturno - fizemos check-out do hotel e passamos o dia na praia de Minori. Final de tarde pegamos um ônibus para Salerno, depois um trem para Nápoles e de lá, um trem noturno rumo a Taormina;

12º dia - Taormina - chegamos cedo. Passamos boa parte do dia na praia de Isola Bella, e à noite passeamos pela cidade;

13º dia - Taormina - ficamos à toa na praia em Giardini Naxos. Mais à tardinha, visitamos Castelmola;

14º dia - Taormina - um dia à toa, com algumas horas na praia de Isola Bella;

15º dia - Taormina - mais alguns pontos turísticos de Taormina, como o Teatro Grego. Tarde de praia, novamente em Isola Bella;

16º dia - Agrigento / Trapani - Ônibus cedo até o aeroporto de Catânia, onde retiramos um carro alugado e rumamos até Agrigento, para conhecer o Vale dos Templos. Seguimos para Trapani, onde pernoitamos;

17º dia - Trapani - praia de San Giuliano, e mais tarde, fomos conhecer Erice;

18º dia - Trapani / Favignana - bate-volta à ilha de Favignana;

19º dia - Trapani / San Vito lo Capo - bate-volta a San Vito Lo Capo;

20º dia - Palermo - novamente fomos a San Vito Lo Capo, mas dessa vez fizemos um passeio de barco por Scopello e pela Riserva dello Zingaro. Entregamos o carro no aeroporto de Palermo e nos hospedamos nessa cidade;

21º dia - Palermo - Aproveitamos umas horas na praia de Mondello e, após, visitamos alguns pontos turísticos de Palermo, entre eles o Palácio dos Normandos.

22º dia - Palermo / Cefalù - bate-volta a Cefalù;

23º dia - Palermo / Roma - manhã na praia de Mondello. Pegamos um voo para Roma e pernoitamos ao lado do aeroporto. Cedinho do dia seguinte pegamos nossos voos e fim de viagem.

 

Vou procurar fazer o relato de maneira mais sucinta e objetiva, pois nem todo mundo tem paciência de ler textão hahaha, mas quem tiver interesse em saber tim-tim por tim-tim como foi, está tudo relatado no meu blog: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/2017/08/27/roteiro-de-viagem-pela-italia/

 

E segue aqui o vídeo da viagem, pra dar uma ideia dos lugares lindos que a gente conheceu. :P

 

 

Volto no próximo post para contar mais. Abraços!

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Continuando...

Hospedagens:

Roma: Merulana Rome City B&B - €129,60 por três diárias (+€3,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto com duas camas de solteiro. Café da manhã incluído, servido no quarto, simples e gostoso. O banheiro é compartilhado entre três quartos, não tivemos problemas. Ar condicionado, wi-fi e cozinha disponível para uso. O quarto é simples e a mobília também, mas suficiente e limpo. Bem localizado, próximo do Termini e a 10 minutos de caminhada do Coliseu. Fomos atendidos pelo Stefano e pelo Francesco, ambos super simpáticos e gentis.

Nápoles: Hotel Cineholiday - €39,60 por uma diária (+€2,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto com duas camas de solteiro, banheiro, ar condicionado. O café da manhã não estava incluído na nossa tarifa, mas eles oferecem essa opção. O ponto forte é sua localização, junto à estação de trens e metrô, excelente para quem vai ficar pouco tempo na cidade e pretende pegar um trem cedo para Pompeia, como era o nosso caso.  

Sorrento: Sorrento Apartments - €192,00 por três diárias (+€1,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto (estilo quitinete) com uma cama de casal, banheiro, ar condicionado, mini-cozinha e wi-fi. Pequeno mas bem equipado, bem limpo e com ótimo atendimento. Muito bem localizado, próximo ao elevador que leva à praia e ao píer, a uns 10 minutos da estação de trens. 

Minori: Hotel Europa - €154,00 por três diárias (+€1,00/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Tínhamos lido avaliações bem, digamos, polêmicas sobre esse hotel. Diversas pessoas reclamavam que as proprietárias eram grosseiras, falavam gritando e brigavam entre si na frente dos hóspedes. Acabamos pegando esse hotel porque era muito mais barato em comparação a outros que também tinham boa localização (outras opções econômicas ficavam a quilômetros das praias, enquanto esse, a 3 minutos a pé!). Pensamos “vamos lá, vamos aguentar no osso essas senhoras nos xingando, em nome da economia” hahaha. Mas tudo correu bem, tratamos elas com educação e elas nos trataram da mesma forma. É verdade que elas brigam na frente dos hóspedes, durante o café da manhã inclusive… mas é só não se envolver que tudo fica bem :P . Uma delas fala alto, parece que está xingando as pessoas, mas o jeito dela é assim. Por outro lado, vi alguns hóspedes fazendo umas perguntas sem noção e aí o bicho pegou pro lado deles!

Taormina: Apartamento “Sea See new design -Taormina center” - € 220 por quatro diárias (+€1/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Airbnb. A dois minutos de caminhada do terminal de ônibus de Taormina, outros dois minutos do teleférico que leva à praia e a cinco minutos da Porta Messina, entrada da rua principal da cidade. Apartamento pequeno mas funcional, pequena cozinha onde pudemos preparar nossas refeições. A sacada é a melhor coisa do apartamento, qualquer refeição, fosse café da manhã, janta ou um simples cafezinho preto, fazíamos ali. Chuveiro bom, wi-fi também. O check-in foi feito no Hostel Taormina, e assim tivemos um lugar para deixar nossas bagagens até o horário de poder entrar no apartamento. O único ponto que poderia melhorar é a limpeza, todas as louças e utensílios de cozinha tiveram que ser lavados antes do uso.

Trapani:  Ângelo Apartments - €182,00 por quatro diárias (+€1,00/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto (estilo quitinete) com uma cama de casal, banheiro, ar condicionado, mini-cozinha e wi-fi. Quarto espaçoso, limpo e o proprietário é muito atencioso e gentil. A cozinha é realmente mini, cozinhar ali requer um certo malabarismo, mas é funcional. A dez minutos do estacionamento público da Piazza Vittorio Emanuele, a cinco minutos do porto de onde saem os ferrys para as ilhas Égadi, na esquina da Corso Vittorio Emanuele (rua cheia de bares e restaurantes). Café da manhã incluso - bem simples: um café e um croissant.

Palermo: La Maison Bleue - €120,00 por três diárias. Reservado pelo Booking. Nunca ficamos em um apartamento alugado pelo Booking ou Airbnb em que o proprietário tenha sido tão cuidadoso conosco! Todos os detalhes foram pensados para nos sentirmos em casa! Ele deixou diversas coisas para tomarmos café da manhã (cafés, leite, sucos, biscoitos, croissants, manteiga, geleias) e aqueles itens essenciais para cozinhar e que muitas vezes temos que comprar uma embalagem para usar só um pouquinho: sal, azeite, açúcar, vinagre, etc. Além disso, ele ficou disponível pelo Whatsapp para qualquer coisa e foi muito gentil em nos permitir fazer o check-out mais tarde, já que ele não tinha reservas para o mesmo dia. O wi-fi funcionou perfeitamente bem. O apê tem ar-condicionado e é amplo. Fica a um pulo da estação de trens, ou seja, colado ao ônibus do/para o aeroporto e com várias linhas de transporte público para vários pontos da cidade.

 

Observações:

  1. Hospedagem na Costa Amalfitana foi coisa bem complicada de se achar a preços decentes. Dividimos a estadia nesta região para facilitar os deslocamentos, pois a estrada entre as praias é extremamente estreita e sinuosa e qualquer deslocamento toma bastante tempo, então montar base perto dos lugares que se quer conhecer é uma boa estratégia. 
  2. Ainda sobre a Costa Amalfitana: muitas hospedagens mais em conta que aparecem no Booking são em pequenas cidades distantes da praia, é bom tomar cuidado com esse detalhe a não ser que haja disposição para dispender bastante tempo nos deslocamentos. As opções mais econômicas à beira da praia geralmente ficam fora das cidades mais famosas (Amalfi e Positano). Em Sorrento ficamos em um quitinete com cozinha, o que nos fez economizar em várias refeições. Em Minori, não tínhamos cozinha disponível, mas havia café da manhã e, por ser uma praia menos badalada, encontramos restaurantes a preços razoáveis para comer.
  3. Em Taormina também foi complicado de achar algo não tão caro. Apostamos nesse apê do Airbnb, que estava um tanto quanto estranho por não ter avaliações recentes e demos sorte, pois ele era muito bom. Esse apartamento é administrado pelos mesmo proprietários do Hostel Taormina, onde passamos para fazer o check-in e nos pareceu ser bem legal e boa opção para quem vai sozinho.
  4. Trapani não é uma das cidades turísticas mais famosas da Sicília, mas tem uma localização excelente para fazer vários bate-voltas na região e acabou sendo uma estadia super agradável justamente por não estar tão cheia de turistas. 
  5. Enfim, foi toda aquela função de avaliar custo x benefício, considerando localização das hospedagens, distância dos pontos turísticos, se tinha cozinha ou pelo menos café da manhã... Nem sempre o que é mais barato é de fato mais econômico, uns euros a mais para ter onde preparar as refeições ou para não ter que pegar um ônibus até a praia pode valer muito mais a pena, ainda mais para duas pessoas.

 



 

 

 

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Época:

Julho e agosto são, obviamente, o auge do verão por lá, mas são também os meses de férias dos europeus e há muito turismo interno além dos estrangeiros. O que quero dizer com isso é que tudo é muito cheio (muuuito cheio, mesmo) e inclusive os preços aumentam em função dessa alta demanda.

Viajamos em julho porque é quando conseguimos tirar férias, mas recomendo a quem tenha mais flexibilidade que vá em outros meses. 

Quem estiver a fim de curtir praia, como nós, deve procurar os meses do verão, pois a água lá é bem fria e fora do período junho-setembro o banho de mar fica praticamente inviável. No inverno, muita coisa fecha e os horários de transporte público reduzem bastante, duas questões bem importantes de serem avaliadas por quem pretende ir para lá nessa estação.

 

Transportes:

Compramos com antecedência os trechos Roma a Nápoles e o trem noturno de Nápoles a Taormina, no site da Trenitália. Os preços promocionais aparecem entre 90 e 120 dias antes da data da viagem, então faltando quatro meses para o trecho que a gente queria, começávamos a cuidar o site, duas ou três vezes por semana, até a passagem estar disponível. Pagamos €24,90/cada no trecho Roma-Nápoles (no trem mais rápido, pouco mais de uma hora de viagem; existem outras opções mais baratas em trens que levam mais de duas horas) e €67,40/cada no trajeto Nápoles-Taormina em uma cabine privativa para duas pessoas (também existem opções mais baratas, como cabines para mais pessoas e até mesmo assentos). Deixar para comprar mais perto da data dá mais flexibilidade, mas também encarece o bilhete.

Para os deslocamentos de trens menores, as passagens foram compradas na hora, pois não há diferença de preço em comprar com antecedência e a possibilidade de não conseguir lugar no trem é quase nula, pois vai um monte de gente em pé. Os deslocamentos Nápoles-Pompeia e Pompeia-Sorrento são operados pela EAV (antiga Circumvesuviana) e os horários podem ser consultados aqui: http://www.eavsrl.it/web/sites/default/files/eavferro/Napoli Sorrento.pdf (apenas para referência, pois eles não são nada pontuais). O trecho Salerno-Nápoles é operado pela Trenitália.

Na Costa Amalfitana, fizemos todos os deslocamentos entre as praias de ônibus, na maior parte do tempo funcionaram bem e com pontualidade. Horários aqui: http://www.positano.com/en/bus-schedule. Notem que existe uma linha que vai de Sorrento a Amalfi e outra que vai de Amalfi até Salerno, não é possível ir, por exemplo, de Sorrento a Minori sem trocar de ônibus. Para quem pensa em alugar carro, eu desaconselho fortemente, principalmente na alta temporada. A estrada é estreitíssima, sinuosa e à beira do penhasco. Não raro os motoristas dos carros precisam voltar de ré e manobrando nas curvas porque no sentido contrário está vindo um ônibus. Estacionar, então, é o próprio inferno. O "acostamento" (entre aspas, pois é tão estreito que não chega a ser um acostamento) está sempre abarrotado de carros, e as pessoas ficam rodando bastante tempo até achar uma vaga. Para completar, a maioria dos carros tem as laterais riscadas e não tem espelho retrovisor. Chega a ser engraçado. Acho que os moradores compram um carro, logo em seguida perdem o espelho e nunca mais se preocupam em repor, porque sabem que será arrancado de  novo. 

Na Sicília, fizemos boa parte dos deslocamentos com transporte público. As empresas variam conforme a região, esse post aqui fala quais empresas operam em quais rotas: http://descobrindoasicilia.com/2014/06/sicilia-de-onibus-principais-linhas-interurbanas/ (fazendo um parênteses, esse site é ex-ce-len-te e foi fundamental na parte do planejamento da Sicília). Somente em uma parte da viagem, desde Catânia, passando por Agrigento, Trapani e indo para Palermo, as opções de transporte público eram tão ruins, mas tão ruins (poucos horários, baldeações etc), que alugamos um carro. Acabou ficando pouca coisa mais caro do que somando todos os trechos de trens e ônibus para nós dois (recomendo colocar na ponta do lápis deslocamentos a serem feitos versus número de pessoas). A dica que deixo é reservar o carro com antecedência. Quando comecei a pesquisar, achei opções de aluguel pegando o carro em Catânia (em Taormina encarecia muito) e devolvendo em Palermo, sem cobrança de taxa por entregar em local diferente da retirada. Fui deixando para depois, e quando finalmente fui reservar, só achei opções com cobrança dessa maldita taxa, foi um gasto desnecessário de 60 euros . Ah, pegamos o carro pela Italy Car Rent, através da Rentalcars.

 

Praias:

Não esperem praias como a gente está acostumado aqui no Brasil.

A água é sempre fria e muitas das praias são de pedrinhas e não de areia. É necessário comprar um daqueles tênis próprios para entrar no mar ou papetes, pois as pedrinhas machucam os pés. Deitar para tomar sol nas pedras também requer pelo menos uma toalha mais grossa, nem pensar em colocar somente uma canga (a gente usava aquela toalha compacta da marca Kingcham que vende na Decathlon - todo mundo por lá usa a mesma e só varia a cor hehe - com a canga por cima, ficava ok).

Outro lance interessante é que muitos dos espaços das praias são ocupados pelos chamados lidos. É como um clube de praia, com espreguiçadeiras, guarda-sóis, bar, banheiros, chuveiros e alguns até com wi-fi, em um espaço reservado somente às pessoas que pagam por esse serviço (os preços variam de € 12 a € 25 para o casal). Mas geralmente há um espaço que é a parte pública (pelo menos todas as que fomos tinham).

 

Passeios reservados com antecedência:

Reservamos com antecedência somente dois passeios:

  • Visita noturna ao Coliseu - é uma visita exclusivamente guiada e nem sempre está ocorrendo (em 2014 não tinha). Compramos no site http://www.coopculture.it/events.cfm?id=177, custou €20 por pessoa.
  • Tour da Necrópole do Vaticano - também exclusivamente guiado e em grupos de até 12 pessoas. É preciso enviar um e-mail para [email protected] com as informações que constam neste link: http://www.scavi.va/content/scavi/en/prenotazione.html. Eles respondem dizendo qual dia, horário e idioma eles podem te encaixar e, caso a pessoa concorde, faz o pagamento e depois recebe a confirmação. Custou €13 por pessoa.

De resto, mesmo nos locais mais turísticos que queríamos visitar, como Pompeia e o Vale dos Templos de Agrigento, foi muito tranquilo de comprar ingresso na hora.
 

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Roma


1º dia


Chegamos em Roma após as quatro da tarde. Saindo do portão de desembarque, há várias empresas que fazem o transporte até a Estação Termini, no centro da cidade, não é necessário reservar com antecedência. Escolhemos a empresa que tinha o próximo ônibus saindo, a Schiaffini, e em cerca de 50-60 minutos chegamos ao Termini.

Até o nosso B&B fomos caminhando, uns 10 a 15 minutos. Fizemos checkin, largamos nossas coisas e saímos para a rua. Pegamos o metrô (compramos tíquetes na máquina de auto-atendimento) e descemos na estação Barberini.

Passeamos pela Fontana di Trevi, Coluna de Marco Aurélio e Templo de Adriano. Passamos pelo Panteão, que já estava fechado, e seguimos até a Piazza Navona. 

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Fontana di Trevi.

 

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Coluna de Marco Aurélio.

 

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Templo de Adriano.

 

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Panteão.

 

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Piazza Navona.

 

Não programamos nada para esse dia pois era o dia da chegada, o voo pode atrasar e etc, então foi um passeio bem descompromissado, caminhando por onde dava na telha.
Quando cansamos, pegamos um ônibus para voltar ao B&B. As paradas de ônibus tem placas descrevendo o trajeto de cada linha, então foi bem fácil de identificar qual ônibus tínhamos que pegar. Outro detalhe importante é que não é possível pagar a passagem dentro do ônibus, é necessário comprar o tíquete em um tabacchi (tabacarias, identificadas por placas em azul com uma letra T em branco), estão espalhados pela cidade. Ao embarcar, é preciso convalidar o tíquete, inserindo-o em uma maquininha que carimba o dia e a hora em que ele está sendo usado.

Chegamos de volta ao B&B quase dez da noite, e a recém estava terminando de anoitecer. Isso é uma coisa boa desta época, apesar do calorão, os dias são muito longos.
Bem ali em frente havia um restaurante com menu fixo, comida decente. O cansaço era tão grande após os voos desde o Brasil que mal conseguimos jantar.

 

2º dia


Levantamos cedo e pegamos o metrô até a estação Piramide, só passamos para ver a Pirâmide de Caio Cestio e a Porta San Paolo e seguimos caminhando até o Parque Savello, no alto do Aventino, uma das sete colinas de Roma.

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Pirâmide de Caio Cestio e a Porta San Paolo.

 

A vista da cidade que se tem de lá é linda, e além disso é lá que está o Buco della Serratura: um portão que, quando espiamos pela sua fechadura, vemos um caminho tomado de arbustos e lá ao longe, como que emoldurada, a cúpula da Basílica de São Pedro. Havia uma pequena fila para espiar pelo buraco da fechadura hehe, mas é bem bonito e curioso.

Andamos até o Circo Massimo e seguimos até as Termas de Caracalla, onde entramos para fazer a visitação. Lindo lugar!

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Termas de Caracalla.

 

Passamos em frente ao Coliseu, seguimos pela Via dei Fori Imperiali e entramos nas ruas atrás do Foro de Augusto, procurando um lugar para almoçar. Comemos uma pizza e uma massa maravilhosas no restaurante Wanted.

Fomos até a igreja de San Pietro in Vincoli, que tem a maravilhosa estátua do Moisés de Michelângelo Voltamos para a região dos Foros Imperiais, que é um museu a céu aberto e uma atração gratuita simplesmente fantástica.

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Moisés de Michelângelo, na San Pietro in Vincoli.

 

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Foro de Augusto.

 

Voltamos ao B&B para dar uma descansada (do calor, inclusive), e mais tarde fomos até o Coliseu (fomos caminhando, do B&B até lá leva cerca de 10 minutos) para fazer a visita noturna.
Essa visita chama-se La Luna Sul Colosseo (= a lua sobre o Coliseu) e funciona em um horário em que o Coliseu está fechado para visitas normais. Isso significa que a quantidade de gente lá dentro é absurdamente menor, além da visita ser guiada e o guia contar um monte de histórias, fatos e mitos sobre o lugar. A visita iniciou ainda com dia claro na arena, depois desceu para as galerias subterrâneas, e quando saímos de volta lá na parte de cima, tinha anoitecido e a lua cheia estava brilhando sobre o Coliseu. Foi mágico e indescritivelmente lindo!

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Jantamos em um restaurante das redondezas e voltamos a pé pro B&B.

 

3º dia


Pegamos um tram até o bairro de Trastevere. Bairro super bonitinho, ruas estreitas e prédios com sacadas cheias de flores, uma graça para passear.

Entramos na Basílica di Santa Maria in Trastevere e depois subimos até a Fontana dell’Acqua Paola.

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Basílica di Santa Maria in Trastevere.

 

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Fontana dell’Acqua Paola.

 

Dali fomos a pé até o Vaticano, uma caminhada não tão curta mas em um caminho bem arborizado e com bastante sombra. No caminho, passamos pelo Belvedere Niccolò Scatoli, ou Terrazza del Gianicolo. Linda vista da cidade!

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Belvedere Niccolò Scatoli.

 

Chegamos no Vaticano com uma boa antecedência para o nosso Tour da Necrópole, que estava marcado para as 14:30. Então tivemos tempo para almoçar com calma, passear pela Praça São Pedro, sentar para descansar…

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Passamos por um detector de metais antes da visita e as recomendações são as mesmas de acesso à Basílica: joelhos e ombros cobertos, não portar mochilas ou volumes grandes, nada de decotes etc. Além disso, não é permitido tirar fotos.

Nosso tour foi em português e guiado por uma brasileira. A área da Necrópole tem o ar pesado, úmido, abafado e o cheiro não é dos mais agradáveis. Logo no início uma mulher do nosso grupo se sentiu mal e pediu para voltar. 

Não existe melhor maneira de descrever o local do que dizendo que é incrível. O chão é de terra, as paredes de tijolos, o teto é baixo. Há sarcófagos de mármore e mausoléus decorados com mosaicos e pinturas. A guia vai contando como eram os costumes da época, o significado de símbolos que aparecem nas inscrições e muito da história do catolicismo. É repleta de fatos históricos e a religião é contada do ponto de vista de como se desenvolveu. Em resumo, a visita encanta pessoas que tenham interesse tanto na religião quanto na história. 
A visita termina dentro da Basílica, evitando assim a gigantesca fila que se formava na Praça. Passeamos pelo seu interior para rever sua decoração maravilhosa.


Pegamos o metrô até a Piazza di Spagna, na esperança de ver suas escadarias floridas, mas estava tudo seco. Passeamos até a Piazza del Popolo e pegamos um metrô de volta ao B&B.

À noite, fomos jantar no Mercato Centrale. É um espaço relativamente recente que funciona dentro da Estação Termini, com diversos restaurantes em um amplo espaço comum, vendendo diferentes tipos de alimentos e bebidas. Petiscamos algumas porçõezinhas de coisas diferentes, tipo arancini, carciofi alla romana (alcachofras temperadas com azeite e ervas), sanduíche com beringela à parmigiana e spaghetti al nero di seppia com vôngoles, tudo acompanhado por alguns Aperol Spritz. ;)

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Mercato Centrale.

 

Gastos básicos:

  • ônibus do aeroporto até Termini: 5,90
  • tíquetes de transporte público (metrô, ônibus ou trams): €1,50
  • refeições: as refeições completas ficaram na faixa de preço de 9,00 a 12,00 por pessoa
  • pizza a taglio: opção econômica para um lanche, em média custam €4,00
  • ingresso nas Termas de Caracalla: 8,00
  • ceva no supermercado: pack com 3 long necks de Birra Moretti por +- €2,50
  • ceva nos bares e restaurantes: entre €3,00 e 4,00 a long neck, €6,00 a 7,00 a garrafa
  • sorvete (comam muitos, são magníficos :P ): fica na faixa de €2,50 a 3,50
  • porções no Mercato Centrale: ao redor de €5,00 cada (comemos super bem e com dois Aperol Spritz gastamos €31,00)

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Nápoles e Pompeia

4º dia


O trem vindo de Roma chegou em Nápoles pelas dez da manhã. Nossa hospedagem era bem pertinho, deixamos as bagagens lá e saímos para passear.

Fomos de metrô até a Estação Toledo, que tem uma decoração interna bem bonita e interessante. 

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Estação de metrô Toledo.


Saindo, já estamos no Quartieri Spagnoli, bairro com aquelas ruas estreitas e sacadas com varais cheios de roupas - aquela imagem bem característica de Nápoles.

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Quartieri Spagnoli.

 

Passamos pelo Teatro San Carlos e pela Piazza Plebiscito, onde ficam o Palácio Real e a Basílica Real. Seguimos até a beira-mar.

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Piazza Plebiscito.

 

A visão do Golfo de Nápoles é muito bonita, mas o Vesúvio estava com uma fumaceira estranha e ficamos um pouco apreensivos achando que ele entraria em erupção justo naquele dia hehehe (somente à noite, procurando informações sobre se essa fumaça era uma atividade normal, descobri que se tratavam de incêndios nas suas encostas).

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Vesúvio e a fumaceira estranha...

 

Também achamos muito curioso ver as pessoas curtindo “praia”, porém por cima das pedras.

Almoçamos um menu fixo super bem servido e fomos visitar o Castel Dell’ovo. Conta a lenda que esse castelo protege um ovo que, se um dia for quebrado, causará uma catástrofe na cidade :D . A construção do castelo é bonita e de lá temos belas vistas dos arredores.

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Entrada do Castel Dell’ovo.


Passamos ainda em frente ao Castelo Nuovo e pegamos o metrô para retornar ao hostel. 


Mais tarde, saímos para comer na famosa Antica Pizzeria Da Michele (fomos a pé do hostel, uns 10 minutos de caminhada). Muita gente aglomerada em frente, aguardando lugares. Esperamos por uns 45 minutos, enquanto isso tomamos uma ceva em um bar em frente.

O lugar é super simples e as mesas são compartilhadas a fim de se aproveitar todos os assentos disponíveis. Os sabores são somente margherita ou marinara, e as bebidas são servidas em copos de plástico. Mas a pizza… meo deos! Que delíciaaa! Valeu a espera e, se um dia eu voltar a Nápoles, como lá de novo sem dúvida!

A região ao redor da Pizzeria e do hostel não é das mais bonitas, um pouco suja e um pouco degradada, mas não achamos perigoso e não vimos nada de anormal.

Li muitas opiniões sobre Nápoles que se dividiam entre o “amo” ou “odeio”. Para nós não foi nenhum dos dois, foi só uma cidade interessante de conhecer e serviu de pit-stop para irmos a Pompeia. Gostaríamos muito de ter visitado duas atrações que fecham justamente às terças-feiras, dia em que estivemos lá: o Museu Arqueológico e a Cappella Sansevero. Optamos por não modificar o resto do nosso roteiro em função disso, então, quem sabe em uma próxima oportunidade! 

 

5º dia


Compramos na hora o bilhete da EAV, havia um monte de gente comprando na hora mas a fila foi bem rápida. A linha é a Nápoles-Sorrento, e deve-se descer na estação Pompei-Scavi - Villa dei Misteri.

A saída atrasou em relação ao horário previsto e o trem é bem baleado, vai cheio de gente em pé é fica um calorão lá dentro. Dá uns 40 minutos até Pompeia.

O parque arqueológico tem armários automáticos para guardar volumes pequenos e médios, e há também uma sala para guardar os volumes grandes.

Entramos no parque naquela empolgação de querer ver tudo. Depois do deslumbramento inicial dos primeiros minutos, pegamos o mapa que recebemos e marcamos à caneta os pontos que eles mesmos indicam como must see atractions.

A dica que deixo é essa: baixem o mapa que eles disponibilizam no site, é idêntico ao que eles fornecem lá (http://pompeiisites.org/allegati/Pianta degli scavi di Pompei - Plan of the excavations of Pompeii(2).pdf). Imprimam e marquem os pontos das atrações imperdíveis (está nesse mesmo PDF do mapa) e planejem uma rota. Acreditem, isso faz a diferença! O lugar é imenso e, especialmente nos meses de calor, a visita se torna (fisicamente) bem cansativa. Há pouquíssimas sombras e, mesmo havendo torneiras de água potável espalhadas pelo parque, a água sai quente - não ajuda a refrescar e não mata a sede.

Ficamos cerca de 5 horas lá dentro, é absolutamente fantástico! É muito louco pensar que a mesma tragédia que matou centenas de pessoas foi o que permitiu manter essa cidade praticamente intacta. Muito do que se sabe hoje sobre a vida dos romanos nessa época veio depois que Pompeia e outras cidades da região, soterradas por cinzas, foram escavadas. Está quase tudo lá: casas, mansões, teatros, templos, lojas... Objetos de uso comum e decorativos, estátuas, chãos em mosaico, pinturas nas paredes… É uma viagem no tempo.

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Voltamos à entrada do parque e fizemos um lanche enquanto esperamos o trem seguinte (que também atrasou), para Sorrento.


Gastos básicos:

 

  • tíquete de metrô em Nápoles: 1,10 cada
  • almoço em Nápoles (menu fixo): 8,00 / pessoa
  • ingresso Castel Dell’ovo: grátis
  • duas pizzas+duas cervejas long neck na Antica Pizzeria Da Michele: 12,00
  • trem de Nápoles a Pompeia: 2,80 / pessoa
  • guarda-volumes Pompeia: grátis
  • entrada Pompeia: 13,00 / pessoa
  • sanduíche inflacionado nos bares junto à entrada do sítio: 7,00
  • trem Pompeia a Sorrento: 2,40 / pessoa
     

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Costa Amalfitana


Não sei porque cargas d’água, eu imaginava que a Costa Amalfitana era linda mas que não devia ser tudo o que falam… Pois bem, ela é tudo o que falam e muito mais! Ficamos seis dias, metade em Sorrento e metade em Minori, e foi uma excelente estratégia para conhecer boa parte da costa sem perder tanto tempo nos deslocamentos (como eu já comentei lá em cima, na parte sobre os transportes).


Seguindo com o relato...


Chegamos na estação de trens em Sorrento e caminhamos até a nossa hospedagem. Saímos para fazer um reconhecimento dos arredores, e o primeiro lugar foi o mirante ao lado do Convento di San Francesco. Que vista!

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Dali mesmo sai a estradinha que leva à parte baixa (praia e porto) e há também um elevador para quem quer poupar tempo e evitar a fadiga haha (mediante pagamento, é claro). 


Fomos a um supermercado abastecer o frigobar do nosso quitinete.


Depois de passear bastante e de nos divertirmos vendo a high society italiana e europeia desfilando suas mega produções e jóias pelas ruas :D , fizemos uma janta no apê com direito a prosecco (garrafa de prosecco ficava entre €4 e €5 no supermercado, tomamos várias até o fim da viagem - se não aproveitássemos por esse preço, quando então? :P ).


6º dia


Fomos a pé até o Bagni della Regina Giovanna, aproximadamente 50 minutos de caminhada desde o centro de Sorrento (uns 40 pela estrada e mais uns 10 pela pequena trilha).
É um piscinão natural no meio de uma parede de rochas e com uma fenda que dá para o mar. Lugarzinho simplesmente espetacular! Passamos boa parte da manhã por lá.

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Bagni della Regina Giovanna visto de cima.

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A piscina natural e a fenda para o mar.


Retornamos até a estrada e ali pegamos um ônibus de volta ao centro da cidade. Aproveitamos para almoçar no restaurante do lugar onde estávamos hospedados, comida nada demais mas preço decente.


Descemos de elevador para a praia. Existem muitos lidos e o espaço público da praia é minúsculo e estava abarrotado. Como os gastos do dia estavam pequenos, ficamos em um lido (o “menos caro” que encontramos). Foi o lido mais caro da viagem toda, mas passamos o resto da tarde no esquema patrão haha!

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A praia pública de Sorrento se resume a este pedaço aí.


Estar dentro do mar em Sorrento e olhar para aquele paredão de pedra e a cidade lá em cima chega a ser surreal.

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Ao entardecer, passamos no porto e pesquisamos preços e horários dos ferrys para Capri, para o dia seguinte. Para comprar os tíquetes com antecedência, era preciso pagar uma taxa extra de €1,50/pessoa/trecho, optamos por chegar um pouco mais cedo e comprar na hora.


À noite, mais um passeio pelas ruas charmosas e novamente fizemos uma janta deliciosa e barata no quitinete.


7º dia


Chegamos no píer uma meia hora antes do horário de saída do ferry para Capri e foi bem tranquilo de comprar os tíquetes na hora (a embarcação acabou saindo com vários lugares disponíveis). Procurem sentar do lado esquerdo do barco, pois as vistas da costa e da ilha na chegada são lindas.

Ao desembarcar, há um assédio grande de vendedores de coisas variadas, inclusive de passeios. Quem tiver interesse em fazer os passeios de volta à ilha e para a Gruta Azul pode aproveitar esse momento, mas não era o nosso caso.

Compramos os bilhetes do funicular e de ônibus também. Pegamos o funicular até o centrinho de Capri, lá no alto. Paramos um pouco para curtir a vista no mirante junto à estação do funicular, e depois pegamos um ônibus até a Marina Piccola. 

Marina Piccola tem diversos restaurantes com espaço privativo para clientes, mas tem também um bom espaço público. Apesar de cheia, conseguimos um bom lugar na sombra de um dos restaurantes e passamos um bom tempo ali. O banho de mar é espetacular, a água é muito transparente. 

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Marina Piccola.

 

Bem na entrada da praia tinha um bar com uma pizza barata, somente para levar, então pegamos a caixa da pizza e comemos na beira da praia mesmo.

Mais tarde, subimos de ônibus de volta ao centro e dali caminhamos, pelas ruas muito charmosas, até o Giardini Augusto. Lugar bem florido, muito agradável, e com vistas de tirar o fôlego da Via Krupp e dos Faraglioni.

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Via Krupp.

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Faraglioni.

 

Retornamos para o centro e descemos com o funicular. Há um caminho que sai do lado da estação do funicular para quem quiser descer a pé (obviamente dá também para subir por ele, mas aviso: é bem íngreme).

Ficamos a última horinha antes do nosso ferry de retorno na praia ao lado do píer. Essa praia, a Marina Grande, é chamada de feia por algumas pessoas, mas é feia no padrão Capri :D . Água verde e transparente e ao fundo diversas construções da cidade. A praia é bem ampla e tem um climão legal, pessoal bem à vontade.

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Marina Grande.

 

Capri foi mais um lugar que eu esperava que fosse lindo mas que imaginava ter muita fama em cima, porém fiquei realmente encantada! Toda a fama se justifica, as paisagens são especiais e vale, sem dúvida, o bate-volta. Poder se hospedar lá deve ser uma experiência e tanto…

Mais tarde, última noite em Sorrento, os gastos dentro do previsto até então, fizemos uma pequena extravagância e jantamos em um restaurante típico chamado O’Murzill. Comida deliciosa!

 

Gastos básicos:

  • ônibus de Bagni della Regina Giovanna a Sorrento: 1,30/pessoa
  • supermercado (itens para fazer duas jantas, três cafés da manhã, duas garrafas de Prosecco, água mineral e biscoitos): 33,00
  • elevador da parte alta até a praia, bilhete de ida+volta: 1,80
  • Lido Peter’s Beach (duas espreguiçadeiras+um guarda-sol): 25,00
  • ferry para Capri (bilhete ida+volta, empresa Caremar): 30,90/pessoa
  • bilhete de funicular em Capri: 2,00/cada
  • bilhete de ônibus  em Capri: 2,00/cada
  • pizza para levar na Marina Piccola: 6,00
  • ingresso Giardini Augusto: 1,00/pessoa
  • janta para dois no O’Murzill’ (com vinho e sobremesa): 38,00

 

8º dia


Pegamos o ônibus para ir até Amalfi junto à estação de trens. Chegamos com uma antecedência de uns 15 minutos e o bus já estava lotado, viajamos em pé. Compramos um bilhete de dia inteiro para usar os ônibus. 

Mais de hora até Amalfi, pela estrada estreita e sinuosa, e que por muitos momentos passa na beira dos penhascos. Paisagens absurdas de lindas, a galera no busão vai o tempo inteiro exclamando “óóós”, curva após curva. Em Amalfi, trocamos de ônibus, e dali até Minori levou mais uns 15 minutos.

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Paisagens da estrada da Costa Amalfitana.

 

Fizemos check-in, largamos as coisas e saímos para procurar um lugar para almoçar. A primeira coisa que chamou a atenção foi a calmaria do lugar. Ruas tranquilas, pouca gente circulando… Mais um ponto positivo para a escolha de se hospedar em um lugar menos badalado (além do preço mais baixo), pelo menos para quem não gosta de muvuca, como nós.

Perguntei para o rapaz que nos atendeu no restaurante se era tranquilo de subir a pé a trilha até Ravello. Ele respondeu com os olhos arregalados um “Mamma Mia” tão enfático que acabou com qualquer dúvida nossa sobre como ir até lá hahaha.

Depois de almoçar, ficamos um tempo na praia de Minori. Há alguns lidos, mas ficamos na parte pública, que tem um espaço bom.

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Praia de Minori.

 

Mais no fim da tarde, pegamos um ônibus até Amalfi e lá, outro até Ravello. O ônibus sobe bastante até lá e os caminhos são bem inclinados. Pude entender o espanto do rapaz do restaurante quando perguntei sobre a trilha, no calorão de julho realmente acho bem complicado de subir aquilo tudo.

Ravello é maravilhosa! Não bastassem as vistas lindas da costa, a cidade é um encanto! Construções bonitinhas, ruas estreitas, pavimento de pedras, muitas flores… um mimo!

Conhecemos a Villa Rufolo e depois ficamos andando meio sem rumo pelas ruas, degustando a beleza do lugar.

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Vista de um dos mirantes da Villa Rufolo.

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Pelas ruas de Ravello.

 

Descemos para Amalfi e demos uma passeada pela região central. Muitos bares e restaurantes, todos cheios de gente. Entramos também no Duomo para conhecer, mesmo já sendo noite ele ainda estava aberto.

Retornamos para Minori e, como nosso hotel não tinha cozinha para hóspedes, o jeito era procurar um lugar para jantar. Achamos um restaurantezinho super simpático, chamado A’Ricetta, com mesinhas na rua, ao lado de uma praça onde estava acontecendo uma apresentação gratuita de um coral de menino/as - com um repertório bem moderno, muito legal. Foi um jantar com música mas sem pagamento de couvert haha, estava muito bom.


9º dia


Pegamos o bus em direção a Amalfi, mas descemos um pouquinho antes na praia de Castiglione.

Uma escadaria leva até a praia, que é toda cercada por uma parede de pedra. Linda! Tem um bom espaço de praia pública e passamos bom tempo lá. Mesmo sendo domingo, estava bem sossegada.

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Castiglione.

 

Caminhamos até Amalfi, pertinho, uns 15 minutos e com vistas lindas.

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Chegando em Amalfi.


Depois de passear um pouco em Amalfi, encontramos na rua principal do centro, uns 100 metros para dentro, um mini mercado com preços bem simpáticos. Eles fizeram paninis (sanduíches) para nós. Escolhemos o tipo de pão, de fiambre, de queijo, se queríamos com ou sem azeite, tomate, sal, orégano, fatiaram e montaram tudo na hora, fresquíssimo, uma delícia! Compramos garrafinhas de porções individuais(250 ml) de prosecco e fizemos um piquenique sob a sombra de uma árvore perto da beira da praia. Foi uma das melhores refeições que fizemos durante a viagem, pelo sabor e pelo cenário de fundo.

A praia de Amalfi estava bombando, então caminhamos até Atrani, que fica do lado. Movimento bem menor de gente e espaço público bem grande. Passamos o resto da tarde ali.

Antes de ir embora, ainda passeamos um pouco pelo “povoadinho” de Atrani. Lugarzinho super charmoso, simpático e agradável.

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Praia de Atrani.

 

Voltamos para Minori e fomos conhecer a Pasticceria Sal de Riso, local famoso pela qualidade de seus doces. Difícil escolher um, viu? Todos lindos e apetitosos. Os que provamos, apesar de carinhos, eram mesmo maravilhosos.

À noite, caminhando por Minori, descobrimos um concerto grátis, que já ia começar. Assistimos à apresentação e depois, jantamos um prato básico de massa no mesmo restaurante em que almoçamos no dia anterior.

 

10º dia


Saímos do hotel para ir a Positano. Chegando em Amalfi, na hora de trocar de ônibus, nos informaram que a estrada estava fechada.

Ficamos um tempo em Atrani, aproveitando a praia e esperando para ver se a estada seria desinterditada, mas no começo da tarde a situação continuava a mesma então decidimos ir de barco, já que era o último dia em que seria possível ir a Positano.

Apesar do barco ser de transporte público, já vale como um passeio pela Costa, pois as paisagens são incríveis.

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Positano é realmente linda, com aquelas encostas tomadas de construções. Acabamos não tendo muito tempo para aproveitar, mas caminhamos um pouco por suas ruas e ficamos na parte pública da praia, perto do porto. Para quem tiver tempo disponível e quiser fugir um pouco da muvuca, tem a praia de Fornillo ao lado, após uma trilha de uns 15 minutos (fomos só até a metade da trilha, só para ver como era).

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Pegamos o barco de volta para Amalfi, passeamos mais um pouco e pegamos o ônibus para Minori.

Jantamos na peixaria Andrea’s. Eles vendem umas porções de frutos do mar fritos, no balcão da peixaria mesmo, não tem mesas nem nada. De sobremesa, doces do Sal de Riso, de novo. :P

 

11º dia


Fizemos check-in do hotel e deixamos nossas bagagens lá.

Ficamos na praia de Minori. Para poder tomar um banho antes de encarar a viagem de trem à noite, ficamos em um lido. Várias praias não tem chuveiros públicos, quando tem são de água fria e funcionam com moedas, e ainda tem um cartaz alertando que não é permitido usar sabonete e shampoo. No lido que ficamos, o uso de shampoo só era permitido no chuveiro quente, no frio não (vai entender…)

Passamos o dia à toa por ali, até almoçamos no próprio restaurante do lido (preços ok).

Final de tarde, pegamos um ônibus até Salerno, mais de uma hora de deslocamento. Compramos na hora os bilhetes do trem para Nápoles, que, resumindo a história, atrasou mais de uma hora!!! A região toda estava tendo diversas ocorrências de incêndio (até mesmo com suspeita de serem criminosos) e um deles bloqueou essa linha do trem. No fim das contas, o trem foi por outro caminho e deu tudo certo, ainda bem que fomos com bastante tempo de antecedência.

Na estação de Nápoles, os bares já estavam fechando. Conseguimos comprar um lanche no Burguer King, e enquanto estávamos comendo, fomos praticamente tocados para fora, pois era o horário de encerramento deles! :D

O trem, que partia às 23:58, chegou no horário, mas mesmo com todos passageiros embarcados ainda ficamos cerca de uma hora parados, pois estavam consertando alguma coisa.

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Cabine do trem noturno Nápoles-Taormina.

 

Nos divertimos muito vendo um casal de velhinhos italianos que estava na cabine ao lado da nossa. Pensem em um homem e uma mulher naquele estereótipo italiano mais caricato possível: eram eles. Passavam o tempo todo brigando e gritando. Saímos da nossa cabine para ver o motivo de tanta barulheira e o senhorzinho estava no corredor do vagão, sentado sobre uma mala e com mais uns objetos da cabine (sim, eles estavam praticamente desmontando a cabine) espalhados ao seu redor, com a mão na cabeça e repetindo “eu nasci um desgraçado…” Huahuahuha.

Foi a primeira vez que fizemos uma viagem desse tipo e, depois de passada a curiosidade, percebemos que é um pouco complicado de dormir devido ao barulho e ao sacolejo do trem. Mas nada que uns tampões de ouvido não resolvam. ;)


Gastos básicos:

  • passe diário ônibus: 8,00/cada
  • tíquete ônibus validade 45 minutos: 1,30
  • tíquete ônibus validade 90 minutos: 2,00
  • almoço/janta simples em Minori: 10,00/cada
  • ingresso da Villa Rufolo: 7,00/cada
  • janta para dois no restaurante A’Ricetta, com duas taças de vinho: 29,00
  • panini feito na hora no mercado de Amalfi: 4,50/cada
  • garrafinha 250ml prosecco no mercado de Amalfi: 2,00
  • doce na Pasticceria Sal de Riso: 4,50/cada (valor médio)
  • barco Amalfi-Positano (ida+volta): 16,00/pessoa
  • porção de frutos do mar fritos no Andrea’s: 5,00
  • Lido Ambrogio’s, em Minori:
    • duas espreguiçadeiras+guarda-sol na fileira de trás (sim, na fileira perto do mar é mais caro!): 10,00
    • almoço para dois, com cervejas: 22,50
    • ducha de água quente: 1,00
  • trem Salerno-Nápoles: 4,70/pessoa
  • lanche no Burguer King da estação de Nápoles (para dois): 12,90

 

Observações:


Em resumo, poucas atrações tem ingresso pago ou que requeiram um gasto obrigatório (por exemplo, barco para chegar em Capri). Usando transporte público e ficando em lugar onde dê para cozinhar, dá para reduzir bastante os gastos nesta região.

Vejo que bastante gente fica em média 2 ou 3 dias por aqui, e alguns fazem bate-volta de Nápoles e até mesmo de Roma! Eu particularmente acho um crime fazer só um bate-volta :D , mas vai do estilo de viagem de cada um. Ficamos seis dias que foram muito bem aproveitados e dava tranquilamente para ter ficado mais tempo, pois faltou conhecer muitos lugares que parecem ser sensacionais. Por outro lado, o tempo de estadia pode ser enxugado por aqueles que não pretendam curtir praia (por não gostarem ou por estarem indo em meses em que não faz calor).

 

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Sicília

 

12º dia


O dia amanheceu com os velhinhos tocando o horror bem cedo :D , pois eles desceram em Messina, uma cidade anterior ao nosso destino. Deu pra dormir um pouco mais, e em seguida o funcionário do trem bateu na porta da nossa cabine para nos acordar e nos dar o café da manhã.

Descemos do trem, compramos bilhetes para o ônibus no bar da estação e pegamos ali em frente o ônibus que leva ao centro de Taormina.

Caminhamos até o Hostel Taormina, apesar de termos reservado um apartamento pelo Airbnb o check-in foi feito lá (é o mesmo proprietário). Deixamos bagagens, pois ainda era cedo, colocamos roupas para a praia e saímos.

Há três formas de ir/voltar de Taormina, que fica na parte alta, para as praias, que ficam na parte baixa. 1ª de ônibus (horários não muito frequentes, dá para consultar aqui: http://www.interbus.it/Home.aspx); 2º de teleférico (a cada 15 minutos); e 3º a pé.

Já que nosso trajeto era na descida, fomos a pé. O caminho sai bem do lado do mirante da Via Luigi Pirandello, aproveitamos para curtir a vista antes de seguir.

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Praia de Isola Bella, vista do mirante da Via Luigi Pirandello.

 

Levamos uns 25 minutos descendo devagar e admirando a paisagem, mas aviso a quem queira subir a pé que é uma puxadinha.

Ficamos na praia de Isola Bella, logo na entrada há alguns lidos e restaurantes com mesas, mas seguindo adiante há um espaço de praia pública e foi ali que ficamos. Estava lotado de gente, mas o lugar é tão lindo e mágico que isso nem chega a ser um incômodo. Água fria, mas transparente como se tivesse sido tirada da torneira. Levamos máscara e snorkel e deu para aproveitar. Não é lá muito rico em vida mas deu para ver uns peixinhos coloridos.

Na hora de subir, fomos de teleférico. Fomos no hostel, fizemos check-in, pegamos as bagagens e levamos para o apartamento. Quando abrimos a porta da sacada do apê, não acreditamos na vista incrível que teríamos pelos próximos 4 dias… simplesmente sensacional.

Fomos a um supermercado que fica do outro lado do centro da cidade. Atravessamos sua principal rua, a Corso Umberto, que é a coisa mais bonitinha! Restaurantes, construções de pedra, sacadas cheias de flores e lojas com vitrines bem decoradas. No caminho, passamos pelo Vicolo Stretto, chamada de “rua mais estreita do mundo”, e pela Piazza IX Aprile, de onde a vista é maravilhosa.

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Vicolo Stretto.

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Vista da Piazza IX Aprile.

 

Aproveitamos o cair da tarde da nossa sacada (não dá para ver o sol se pondo, mas ainda assim o cenário é maravilhoso) e fizemos uma janta deliciosa com prosecco! :P

 

13º dia


Pegamos um ônibus até Giardini Naxos, e passamos parte do dia na praia de Schisò. Apesar da haver uma grande área de praia pública, ficamos em um lido, pois eu estava me sentindo meio estranha, como se fosse ficar gripada, e quis ter o conforto das espreguiçadeiras e do guarda-sol.

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Praia de Schisò, em Giardini Naxos. À direita, Taormina, e na montanha da esquerda, bem no alto, Castelmola.

 

No meio da tarde voltamos para o apartamento, almoçamos, e depois pegamos um outro ônibus para Castelmola.

No geral, estes ônibus da Interbus funcionaram bem e passaram sempre nos horários previstos, mas nessa ocasião ele atrasou uma meia hora.

Castelmola é um vilarejo no alto da montanha, ainda mais alto do que Taormina. O lugar é muito fofo e as vistas de Taormina e do Etna são apaixonantes. Passamos um bom tempo andando aleatoriamente pelas ruazinhas lindas.

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Simpática pracinha central de Castelmola.

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Admirando o Etna no entardecer...

 

Lá tem um bar bem curioso, conhecido por ter os objetos de sua decoração em formato de pinto! :D

Depois que anoiteceu, pegamos o ônibus para retornar.

Ficamos o dia todo em dúvida sobre fazer ou não um passeio no dia seguinte. Ponto a favor: estar em um lugar único e não saber se ou quando voltaremos lá para ter essa oportunidade. Ponto contra: os preços dos passeios. Existem opções para as ilhas Eólias (Lipari+Vulcano, Panarea+Stromboli, entre outros) e para o Etna, custam na faixa dos €40 a 80 por pessoa, dependendo do passeio. Resolvemos fazer o de Stromboli+Panarea, mas chegamos na agência e os passeios para o dia seguinte estavam esgotados. Fuón fuón fuón... Fica a dica para quem quiser fazer esses tours: reserve com antecedência, pois a demanda na alta temporada é grande (além disso, alguns passeios não tem saídas diárias).

Terminamos o dia fazendo novamente nossa janta no apartamento.

 

14º dia


Se tivéssemos conseguido a vaga no tour eu não teria aproveitado direito, pois a gripe me pegou de vez. Passei parte do dia de cama, com febre e toda doída.

Almoçamos na loja de conveniência do posto em frente ao apartamento, sem grandes expectativas. No fim das contas, a pizza estava deliciosa e tomamos uma cerveja ótima (Birra Moretii alla Siciliana, provem!).

Tínhamos visto no outro dia uma moça  na Piazza IX Aprile vendendo ingressos para uma ópera. Fomos até lá e compramos ingressos para aquela mesma noite.

Aproveitamos parte da tarde em Isola Bella, dessa vez fomos e voltamos de ônibus.

À noite, fomos assistir à tal ópera. Era uma apresentação com trechos de diversas obras, uma coisa mais para o público leigo. Nunca tínhamos ido a uma e achamos bem legal (mas creio que uma ópera completa me entediaria…).

Jantamos no apartamento.

 

15º dia


Pela manhã fomos conhecer mais alguns pontos turísticos de Taormina. Primeiro, fomos ao Giardini della Villa Comunale, um parque com algumas construções, bonitos jardins e vistas maravilhosas.

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Uma das tantas vistas a partir do Giardini della Villa Comunale.

 

Depois, fomos ao Teatro Grego - coisa sensacional! Construção com mais de dois milênios de existência e que até hoje serve como palco para espetáculos.

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Teatro Grego.

 

Pela tarde, a ideia era conhecer mais algumas praias (Mazzeo e Letojanni), mas eu ainda estava um pouco mal da gripe e ficamos em Isola Bella mesmo (o que não foi nenhum sacrifício, porque adoramos essa praia).

Após jantar no apê, saímos para mais um passeio noturno no centro. Comemos sorvetes na Gelatomania, na Corso Umberto: sorvete delicioso!

Nos despedimos de Taormina com um apertozinho no coração, que lugar encantador!

 

Gastos básicos:

  • ônibus (só ida): 1,90
  • ônibus (ida+volta): 3,00
  • teleférico (só ida): 3,00
  • compras diversas no supermercado (itens para cafés da manhã, refeições, 3 garrafas de prosecco, frutas, biscoitos, etc): 36,00
  • lido em Giardini Naxos (duas espreguiçadeiras+guarda-sol): 17,00
  • almoço no posto de conveniências (duas pizzas+cevas): 27,00
  • ingresso ópera: 20,00/pessoa
  • ingresso Teatro Grego: 10,00/pessoa
  • sorvete de dois sabores na Gelatomania: 3,50


16º dia


Cedo pegamos o ônibus no terminal de Taormina para o aeroporto de Catânia. Trajeto aproximado de duas horas.

Procuramos o balcão da Italy Car Rent e retiramos o carro. O aluguel já estava pago e só tivemos que desembolsar a bendita taxa de entrega em outro local, como já comentei anteriormente.

Optamos por não alugar um equipamento de GPS e fomos usando o Maps.Me. Tudo correu bem e só acabamos pegando uns trechos com obras na estrada, mas não demoramos muito mais do que o tempo previsto até Agrigento (cerca de duas horas).

A função de alugarmos um carro se deu porque eu não aceitaria sair da Sicília sem conhecer o Vale dos Templos. Como já comentei anteriormente, os deslocamentos para essa região eram cheios de baldeações, com horários restritos e complicariam bastante nosso roteiro, para uma economia que nem seria tão grande assim.

Quanto ao Vale dos Templos… valeu todo o esforço para ir até lá! São os templos gregos fora da atual Grécia em melhor estado de conservação, alguns construídos no século V a.C.!
As construções mais impressionantes são o Templo de Hera e o Templo da Concórdia, mas todo o parque arqueológico é impressionante.

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Templo de Hera.

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Templo da Concórdia.

 

Ficamos lá cerca de duas horas e meia. Vimos tudo com calma e só não ficamos mais tempo porque fomos vencidos pela temperatura “profundeza dos infernos” que fazia.
De lá, dirigimos mais umas duas horas até nossa próxima base: Trapani.

Já sabíamos que lá tem uma praça grande que é um estacionamento público, chamado Piazza Vittorio Emanuele. Na chegada, já tomamos uma “mordida” de um guardador de carros que nos achacou cinco euros... Bem malandro, nos viu tirando as bagagens do porta-malas e se aproveitou. Nas vezes seguintes, a gente já foi mais esperto com a conversa de “na volta te dou um dinheiro” e dava uma moeda de um euro cada vez que a gente saía.

Fomos recebidos pelo proprietário do apartamento onde ficamos, largamos nossas coisas e saímos para explorar a pé.

Passeamos pela beira-mar enquanto entardecia, e à noite passeamos pelo centro.

Trapani está longe de ser um ponto imperdível na Sicília, mas é uma excelente base para conhecer outros lugares da região - esses sim imperdíveis. Mesmo assim, achei nossa estadia lá super agradável. A cidade tem um movimento não tão grande de turistas, sendo mais forte o turismo interno, e um volume menor de estrangeiros. Tinha um ar, digamos, mais autêntico.

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Cair da noite em Trapani.

 

Era noite (de domingo) e não havia mercados abertos. Jantamos em um restaurante e comemos um prato bem típico da região: cuscuz de peixe. Estava bom.
 

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Gastos básicos:

  • Ônibus Taormina-Aeroporto de Catânia: 7,50
  • Mapa do Vale dos Templos: 1,00
  • Ingresso Vale dos Templos: 10,00 (cada)
  • Audioguia: 5,00
  • Estacionamento: 3,00

 

 

17º dia


Primeira providência do dia foi comprar tíquetes do barco para ir à Favignana no dia seguinte. O guichê tinha um cartaz avisando que para o mesmo dia , só havia disponibilidade à tarde. Fica a dica importantíssima: comprar com antecedência! Dá para comprar também pela internet: http://www.libertylines.it/

Depois, fomos a um supermercado abastecer nossa despensa hehe.

Largamos as coisas no apê e fomos curtir um pouco de praia. A praia de San Giuliano fica a uns 3 km do centro de Trapani, ou seja, nenhum absurdo para ir a pé. Mas fomos de carro mesmo, há muitas vagas públicas e sem guardadores de carros inconvenientes.

A faixa de areia é ampla. Ficamos em um bar (não era um lido) que alugava cadeiras e guarda-sóis, chamado Divino Rosso Beach, passamos algumas horas lá.

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Moinho de vento no canto da praia de San Giuliano.

 

No meio da tarde voltamos ao apartamento para tomar um banho e depois seguimos para conhecer Erice.

Erice é uma pequena cidade medieval no alto de uma montanha, a 750m acima do nível do mar. Considerando que ela é vizinha de Trapani, que está no nível do mar, já conseguimos imaginar o tamanho da subida para chegar até lá.
Da praia que estávamos pela manhã, San Giuliano, dava para avistar Erice. Na verdade, ela está em uma montanha tão alta e “pontuda” que dá para vê-la de vários pontos dos arredores - e da mesma forma, lá de cima é possível avistar uma parte considerável da região.

Para visitá-la, é possível subir de carro (estradas sinuosas e vagas de estacionamento concorridas), de ônibus (horários bastante limitados) ou de teleférico, que foi a nossa opção. O teleférico pode estar fechado em função de mau tempo, ou parado para manutenção - nesse dia ele só foi abrir no início da tarde, ficamos acompanhando pelo site até verificar que estava em funcionamento (https://www.funiviaerice.it/).

Deixamos o carro no estacionamento próprio da estação do teleférico. A subida até Erice foi bem longa (ficamos intrigados com o tempo de duração do trecho e na descida cronometramos: deu 25 minutos!).

Chegando lá, fomos direto ao Castello di Venere. Trata-se do que restou desse castelo, somente algumas muralhas e ruínas. Foi legal, mas não diria que imprescindível.

Depois, nos dedicamos a caminhar sem rumo pelas ruazinhas da cidade. Isso sim é imperdível! Lugarzinho lindo, perfeito para se perder por suas vias, de preferência aquelas desertas.
Paramos para comer um doce na Antica Pasticceria del Convento, a fachada e o nome do local nos chamaram a atenção e valeu a pena, a torta e a genovese (doce típico) que comemos estavam divinas!

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Castello di Venere.

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Uma das muitas ruas fofinhas de Erice.

 

Quando descemos novamente de teleférico, era bem o horário do pôr do sol. As nuvens estavam abaixo de Erice e em alguns momentos não dava para enxergar Trapani lá embaixo, somente as nuvens. Parecia que estávamos flutuando e, ao mesmo tempo, a luminosidade do sol se pondo fazia tudo aquilo parecer um sonho!
Muito lindo!

 

18º dia


As condições do mar não estavam muito amigáveis e o barco que partia para outra das ilhas Égadi (Marettimo) foi cancelado, mas o nosso saiu no horário.

Logo no desembarque várias pessoas vêm oferecendo aluguel de bikes, é uma forma bem comum e muito prática e gostosa de explorar a ilha. Na própria loja onde alugamos eles forneceram um mapa, indicaram as melhores praias e quais estariam melhores naquele dia em função da direção e da força do vento.

A primeira que fomos foi Lido Burrone. Praia linda, mas o vento estava muuuito forte. Ficamos poucos minutos e partimos.

Seguimos pela beira-mar, parando em alguns pontos para aproveitar a paisagem, e chegamos à Cala Azzurra.

Aí, sim, meus amigos! Era exatamente isto que eu esperava de Favignana! Água de uma cor absurda de linda! Um cenário pouco comum, pois não há faixa de areia e as pessoas se acomodam como podem por cima das pedras. Altamente recomendável o uso de sapatilhas ou papetes para entrar na água.

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Praia de Cala Azzurra.

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Galera empoleirada nas pedras. :)

 

Depois de um tempo aproveitando, seguimos para a praia de Bue Marino. Na entrada da praia, paramos em um pequeno quiosque que vendia sanduíches e fizemos nosso “almoço”.

Seguimos pelo acesso que leva à praia e… bom, se Cala Azzurra era tudo o que eu esperava de Favignana, Bue Marino superou toda e qualquer expectativa! Um dos lugares mais lindos que já vi!

As pessoas se instalam entre os recortes nas pedras, pois aquele lugar foi uma pedreira. O acesso ao mar não é dos mais amigáveis, é direto da pedra para a água que não dá pé. Mas que água! Um contraste de tons de azul hipnotizante.

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Bue Marino.

 

Ainda pretendíamos conhecer a praia de Cala Rossa, mas aquilo ali estava tão espetacular que resolvemos ficar até o último minuto possível aproveitando.

No caminho de retorno ao cais, passamos pela Cala Rossa só para conhecê-la e percebemos que foi a melhor decisão ter ficado aproveitando Bue Marino. O mar estava muito forte, com ondas altas impossibilitando qualquer banho.

Devolvemos as bikes, comemos um lanchinho ali ao lado e ainda encaramos um atraso de uns 45 minutos o nosso barco, ainda em função das condições do mar.
Favignana... :x

 

19º dia


Cedinho pegamos a estrada e fomos até San Vito lo Capo. Apesar de ser perto (cerca de 38 km), a estrada é bem sinuosa e passa por dentro de algumas cidades, então o trajeto leva aproximadamente uma hora.

A cidade possui muitas vagas de estacionamento em área azul e muitos fiscais identificados vendendo os tíquetes conforme o período de tempo. Compramos um para até o final de tarde.

Nos instalamos em um lugar que alugava guarda-sóis e espreguiçadeiras e passamos grande parte do dia literalmente aproveitando a praia - aquela rotina difícil de intercalar banhos de sol, cervejas, cochilos embaixo do guarda-sol e banhos de mar. :P 

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Praia de San Vito lo Capo.

 

A praia é de areia e foi o melhor banho de mar desta viagem, foi a água mais quentinha, ou melhor dizendo, a menos fria hehe.

Antes de ir embora, demos uma passeada pelo centrinho da cidade, fizemos um lanche e pesquisamos algumas possibilidades de passeios para o dia seguinte.

De volta à Trapani, assistimos um por do sol incrível na beira-mar. Levamos nossas cervejas e ficamos lá desfrutando o momento.

Mais tarde, fomos a um festival de comidinhas de rua que estava acontecendo na cidade. Várias barracas com muitas opções de comidas de diferentes regiões da Itália e também de outros países. Provamos várias coisas, algumas bem gostosas e outras nem tanto hehehe. Mas o clima do lugar estava bem legal e a comida era barata.

 

20º dia


Pela manhã fizemos check-out, colocamos nossas coisas no carro, enchemos o tanque e fomos novamente para San Vito lo Capo.

Procuramos um estacionamento fechado, pois nossas bagagens ficariam ali, e acabou saindo mais barato do que deixar nas vagas de área azul.

Fechamos na hora, com uma meia hora de antecedência, o passeio de barco por Scopello e pela Riserva dello Zingaro (que são lugares com acesso mais dificultado por terra).

O barco navegou diretamente até Scopello, passando direto por toda a extensão da Riserva dello Zingaro - cenários lindos!

Chegando lá, a primeira parada para banho. Fomos avisados de que não podíamos ir até a praia, pois é uma praia que tem acesso pago! E acreditem, não permitem que se tirem fotos por lá para não disturbar as pessoas hospedadas por ali. Afff. Pois bem, tiramos todas fotos que queríamos de dentro do barco haha, quero ver alguém vir aqui mandar apagar! Hahaha.
Pulamos na água e nos tocamos nadando direto até as pedras. Ficamos com nossos snorkels, olhando uns peixes, e dali a pouco ouvimos a buzina do nosso barco, chamando todos a bordo para seguir o passeio. Saímos em uma disparada, mais rápidos que o César Cielo hahaha. Embarcamos ofegantes e ainda tomamos um puxão de orelhas:

-“nós avisamos que não era para ir até a praia”

-“mas nós só fomos até às pedras…”

-“não se afastem mais do barco!” 

-"ok..." 9_9

 

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Praia exclusivérrima de Scopello. :D

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Quem encara as trilhas da Riserva dello Zingaro fica assim: com uma praia privativa!

 

O barco foi navegando pela costa da Riserva dello Zingaro, enquanto eles serviam o almoço, que estava incluso. Um massa meio fajuta e um vinho duvidoso, mas deu para forrar o estômago.

Ainda fizemos mais paradas para banho em duas das sete praias da Riserva. Todas elas são acessíveis somente por trilha e o passeio de barco é uma ótima opção para conhecer a todas, mesmo que só de passagem.

O passeio durou quatro horas e foi muito gostoso, o lugar realmente é muito bonito.

Desembarcando em San Vito, usamos os chuveiros “semipúblicos” - são públicos, mas funcionam com moedas de um euro. Tiramos o sal do corpo, fizemos um lanche e tocamos viagem até Palermo.

Completamos o tanque de gasolina um pouco antes de chegar ao aeroporto. A devolução do carro foi bem rápida e sem problemas.

Pegamos o ônibus que faz o percurso Aeroporto/Centro, já tinha um saindo em poucos minutos e compramos o bilhete de ida+volta a bordo mesmo.

Descemos no seu ponto final, junto à estação de trens, bem próximo ao apartamento onde nos hospedamos. Nosso anfitrião já estava nos esperando.

Largamos nossas coisas e fomos fazer umas compras em um supermercado próximo. Terminando de pegar o que a gente queria, os funcionários começaram a nos tocar para o caixa, pois o supermercado estava fechando. É do tipo “leva isso aí que tu já pegaste, agora, ou não vais levar mais nada” haha. Eles não ficam te esperando! 

Demos uma pequena caminhada pelos arredores, só de reconhecimento, e jantamos no apartamento.

 

21º dia


Pela primeira vez usei o aplicativo Moovit para utilizar o transporte público de uma cidade, e funcionou super bem! Traçou rotas, deu horários e preço das passagens. Compramos bilhetes de ônibus em uma tabacaria e pegamos primeiro o ônibus 101 e depois o 806, até a praia de Mondello.

Ficamos em uma parte pública da praia, lotada. A faixa de areia é pequena e o pessoal fica amontoado mesmo. Mas é uma praia bem gostosa. Passamos a manhã lá.

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Praia de Mondello.

 

À tarde, pegamos ônibus (novamente utilizando o Moovit) e fomos conhecer o Palácio dos Normandos. É possível visitar algumas diferentes seções do palácio, mas a mais espetacular, sem dúvidas, é a Capela Palatina, com sua decoração interna toda em mosaicos.

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Capela Palatina.

 

Saindo de lá, fomos passando por alguns outros atrativos turísticos da cidade: Mercado Ballarò (estava bem caído, pois era fim de tarde e muita coisa já tinha fechado), Fontana Pretoria, igreja La Martorana e o cruzamento chamado I Quattro Canti.

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Fontana Pretoria, também conhecida como Fontana della Vergogna.

 

Novamente fizemos nossa janta “em casa”. Gostamos muito de cozinhar e também de poder usar produtos locais que no Brasil não temos acesso ou que são muito caros. Mas, para quem gosta de sair para jantar, a região em que ficamos não é das mais convidativas (único ponto negativo deste apartamento).

 

22º dia


Pegamos um trem pela manhã para ir a Cefalù, compramos o bilhete na hora.

Cefalù é uma opção excelente para combinar, em um mesmo lugar, praia com passeio por atrativos turísticos e ruas bonitas e agradáveis.

Ficamos em um lido, pois a ideia era ficar até boa parte da tarde na praia. Pegamos um dos últimos lugares disponíveis, pois a procura é muito grande, eles reservam lugares para hóspedes de alguns hotéis, e ainda por cima era final de semana. A parte pública da praia também estava lotada.

A praia é muito gostosa e o cenário de construções de pedra na beira da água é sensacional.

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Bem mais tarde, saímos para conhecer uns lugares: Lavatoio, Porta Pescara, Porto Vecchio e a Catedral. 

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Cefalù vista do Porto Vecchio.

 

Paramos em uma doceria, mas comer lá, nas mesinhas à beira-mar, tinha preços proibitivos. Compramos no balcão e comemos sentados na calçada mesmo haha.

Retornamos de trem para Palermo e novamente ficamos pelo apê.

 

23º dia


Nosso anfitrião era muito gente fina e nos deixou fazer o check out mais tarde, sem custo. Nosso voo para Roma era no final da tarde, então ainda dava para aproveitar parte do dia. O que fizemos? Sim, praia! Hehe.

Fomos para o mesmo lugar em Mondello. Domingão no auge do verão, foi até difícil conseguir um lugar na areia para estender a canga. Mas aproveitamos bem nosso último dia de praias italianas.

Fomos até o aeroporto de ônibus e voamos para Roma, de onde seguimos viagem, finalizando nossa segunda passagem pela Itália.

 

Gastos básicos:

  • jantar para duas pessoas (com cervejas) em um restaurante de Trapani: 32,00
  • espreguiçadeiras+guarda-sol na praia de San Giuliano/Trapani (bar Divino Rosso Beach): 13,00
  • compras diversas no supermercado de Trapani: (pão, frios, biscoitos, água, prosecco, massa, carne, etc, para 4 dias de estadia): 46,00
  • estacionamento junto à estação do teleférico Trapani-Erice: 2,50
  • teleférico Trapani-Erice (bilhete de ida+volta): 9,00
  • entrada Castello di Venere (Erice): 4,00
  • dois doces e dois cafés na Antica Pasticceria del Convento (Erice): 9,00
  • tíquete do barco para Favignana (ida+volta): 23,10
  • aluguel bike em Favignana: 5,00 (cada)
  • estacionamento área azul San Vito lo Capo (bilhete diário): 9,00
  • guarda-sol+duas espreguiçadeiras em San Vito lo Capo: 12,00
  • estacionamento particular San Vito lo Capo: 5,00
  • passeio de barco Riserva dello Zingaro+Scopello: 25,00 (por pessoa)
  • ônibus Aeroporto-Centro Palermo (bilhete ida+volta): 11,00
  • bilhete de ônibus em Palermo, válido por 90 minutos: 1,40
  • ingresso Palácio dos Normandos: 12,00 (por pessoa)
  • compras diversas no supermercado (janta para três dias, bebidas e lanches): 32,00
  • trem Palermo-Cefalù/Cefalù-Palermo cada trecho: 5,60
  • lido em Cefalù (duas espreguiçadeiras+guarda-sol): 20,00

 

Observações:

Sobre a Sicília... ô pedaço do mundo abençoado! Quantos lugares lindos! Quantos povos passaram por lá, deixando um pouco da sua cultura, da sua história, da sua gastronomia... Doze dias foram poucos para conhecer tudo de bom que tem por lá, mas foram suficientes para ficarmos apaixonados. 

É isso aí, gente. Estejam à vontade para comentar, acrescentar informações e fazer perguntas, no que eu puder e souber, eu ajudo.

 

Boas viagens a todos!
 

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      Em Sucre ficamos em um hostel meia boca, eu particularmente não gostei tanto ao ponto de indicar mais pagamos 90 bolivianos por 1 noite em 1 quarto privado sem banheiro e sem café da manhã, acabamos ficando nele por conta de ser véspera de ano novo e achamos ele pelo Booking em quantos estávamos no aeroporto, Casa Residencial Maya inn B&B
       
      Atacama – ficamos hospedados em um hostel muito bom camas confortável banheiro ótimo com agua quente e café da manhã porem pagamos caro havíamos entendido que seria um valor e pagmos 25 mil pesos chilenos, Hostel Licancabur.
       
      Lima – Ficamos e um Air BNB sem sombra de dúvida foi a melhor escolha, nosso anfitrião foi nota 10 recomendo ( whats App +51 925 999 420) vão entender o porquê de eu indicar ele!
       
      Huaraz – Ficamos em um hostel ruim, pegamos um sem banheiro privado e tínhamos que sair para fora do quarto no frio do capiroto e em baixo de chuva/gelo 2 diárias quarto privado sem banheiro e sem café da manhã por 90 soles (acho que se pesquisar acha nesse valor ou mais barato e um melhor quarto ), Hostel Virgen del Carmen 1. NÃO RECOMENDO
       
      Cusco – Gostei do hostel e indico, quarto privado com banheiro, café da manhã, internet lugar limpo recomendo e volto a ficar nele, 60 soles a diária para 2 pessoas, fica próximo a plaza del Armas, Hostel Casa Koch.
       
      Isla del Sol – Não lembro o hostel lugar muito caro a hospedagem e sem muita opção de barganha!
      La Paz - Ficamos em um hostel, uma rua a cima do mercado de La Bruja, hostel simples quarto privado com banheiro, internet, sem café da manhã, 80 bolivianos a diária, Hostel Caminho Dourado. RECOMENDO
       
      Agencias de passeios
      Salar de Uyuni – Agencia Yura Tika (não sei se escreve assim) agencia nota 10 recomento.
      Foi pago 700 boliviano no passeio 3 dias 2 noites + transfer para Atacama. Vocês vão entender o porquê devem escolher ela!
      Huaraz – Fizemos 2 passeios que contratamos com a agencia Scheller Artizon Trek Nevado Pastoruri por 30 Soles + 12 entrada no parque e Laguna 69 foi 40 soles + 30 entrada no parque, recomendo trocamos mensagem por WhatsApp e chegando em Huaraz já estava com o passeio fechado.
      Cusco – Fechamos o passeio com um cara Machu Picchu com o Leonel sensacional o cara foi gênio, pagamos 320 sole para MP 3 dias 2 noites via hidroelétrica, hostel foi nota 10 (Dica fala que é indicação da Yasmin que ele dá desconto) WhatsApp Leonel +51 926 216 792
       
       
      Dia 1 30/12/2017 
      Tamanha a ansiedade nem preciso falar que mau consegui dormir, sai de São Paulo rumo ao aeroporto de Viracopos fiz esse trecho de avião devido ter achado uma promoção da Azul linhas aéreas passagem por 280 reais, voo tranquilo sem nada de mais chegamos em Corumbá por volta das 14hs em um puta calor parecia uma sauna devia esta uns 35ºC fácil, pegamos um taxi fora do aeroporto ate a fronteira que não me lembro o valor. Passamos pela fronteira sem maiores problemas sem fila acho que gastamos 30 minutos no máximo para dar saído do Brasil e entrada na Bolívia.
      Assim que você sai da aduanda boliviana já tem vários lugares para fazer cambio troquei 1 real por 2 bolivianos (essa foi o câmbio que encontrei pela Bolívia - Santa Cruz, Copacabana, La Paz, Sucre).
      Eis que chega a hora de cambiar dinheiro, nessa hora estava conferindo o dinheiro e outro Alan (somos dois Alan’s pessoal) nota que tinha uns taxita nos encarando quando estávamos trocando o dinheiro, como estava de costa nem tinha percebido e fui em direção a eles perguntar o valor do taxi até a rodoviária de Puerto Quijarro, nessa hora o Alan alertou que eles estavam olhando para nós e rindo e gesticulando e etc e fomos pegar outro motorista.
      Pegamos um taxi rumo a Rodoviária para comprar a passagem para Santa Cruz, pegamos o taxi um senhor carrancudo que nos levou até a rodoviária ai sem problemas porem a bendita rodoviária fica no meio do nada a estrada é um puta matagal e o motorista andava mais lerdo que uma tartaruga, nessa hora pensei que iria ser assaltado coração disparou e pensei “Alegria de pobre dura pouco, mal começou a minha tão sonhada trip e já vai acabar” juro pensava que iria ser assaltado mais graça a Deus chagamos a rodoviária.
      Tem muitas empresas de ônibus que faz o trecho até Santa Cruz todos ônibus parte entre as 20 e 21:30 da noite tem ônibus para todos os gosto e bolso fomos de um chamado 25 de Marzo, antes de comprar o passagem fomos ver todos os ônibus que tinha disponível e achamos o dessa empresa que atendia nossas expectativas, Bus semi-cama com ar condicionado e pagamos na tarifa 110 bolivianos por passagem. 
      Passamos o restante do dia na rodoviária até chegar o horário de embarcar conhecemos um brasileiro Adriano e ficamos conversando ate embarcar, ele estava levando uma bicicleta ele iria pedalar pela Bolívia.
       Nesse primeiro dia não tem muito o que contar foi um dia para deslocamento.
       
      Dia 2 – 31/12/2018 
      Chegamos em Santa Cruz por volta das 4hs da manhã, rodoviária feia sem nada nem lugar para comprar um agua, tivemos que esperar 7hs da manhã para fazer cambio e ir para o aeroporto para comprar a passagem para Sucre.
      Como era Domingo a casa de câmbio da rodoviária não abriu e tivemos que ir até o centro de Santa Cruz para achar um lugar para cambiar dinheiro, não trocamos em Corumbá porque achávamos que em Santa Cruz conseguiríamos uma valor melhor, #SQN pegamos um taxi e fomos para o centro da cidade acho valor do taxi foi 20 bolivianos, mais pensa em um carro ruim sujo tinha até um marmitex azedo mais chegamos no centro da cidade  achamos um senhor que cambiava 1 real por 2 bolivianos.
       Dica: Em Santa Cruz possui dois aeroportos, Viru Viru que é o internacional que a BOA, Amazsonas entre outras cias operam e tem o Aeroporto Trompillo que parece que somente a CIA TAM Transporte aéreo militar opera. Como não tinha prestado atenção acabei indo ate Trompillo chegando lá ate tinha passagem para Sucre porem muito caro por volta de 900 bolivianos cada e formos para Viru Viru e lá conseguimos comprar passagem para Sucre para 2 pessoas por 926 bolivianos que era o preço que estava no orçamento da viagem.
      Chegamos em Sucre, aeroporto fica a cerca de 40 minutos de Sucre. Aqui vai uma dica muito importante: Não peguem o taxi ( em média custa 60 bolivianos) na porta do aeroporto tem ônibus da cidade que custou 15 bolivianos só não me lembro se foi para 2 pessoas ou para casa.
       
      Sucre me apaixonei pela cidade sem comentários gostei de tudo. Cidade muito limpa tinha tudo que precisava comida, ônibus, taxi, casas de cambio pode se considerar uma grande cidade. Não fizemos nenhum passeio devido ter ficado nela dia 31 de Dezembro e 1 de janeiro. Tinha festa pela cidade e tudo mais porem, estávamos tão cansado que só demos uma voltinha no dia 31 comemos e fomos para o Hostel com a intenção de cochilar e por volta da meia noite sair pela cidade algo que não aconteceu, capotamos de sono que acordamos no dia 1º com o barulho de uma banda passando pelas calles.  
      Dia 3 - 01/01/2017
       Nesse dia fomos derrubados da cama cedo, era por volta de 6:30 da madrugada, aproveitamos que esse dia que seria nosso último em Sucre e fomos conhecer a cidade, cambiar, tomar café comprar passagem para Uyuni.
      Serio, se um dia voltar na Bolívia colocaria Sucre no meu roteiro para passar uns 2 a 3 dias na cidade eu adorei ela, me fez lembrar Ouro Preto em tudo, uma coisa que me chamou a atenção em muitas cidades pela quais passei foi a limpeza e o cuidado das praças que eles aproveitam muito final da tarde e nos fins de semana.
      Cambiamos dinheiro e encontramos um casal de amigos que já estávamos trocando mensagem há alguns meses pelo WhatsApp Edson e Karina, casal nota 10 e fizemos o Salar e Atacama juntos e nos encontramos no final da trip em La Paz.
      Compramos passagem para Uyuni em um ônibus direto por 80 bolivianos, ônibus padrão Bolívia que foi cheio com gente em pé por incrível que pareça.







       
      Dia 4 – 02/01/2017
      Saímos de Sucre as 20:30 e chegamos as 4:30 em Uyuni, o ônibus foi tenso pegamos a penúltima poltronas e o Edson e Karina pegam as ultimas até ai sem problema mais foi um cara no fundão em pé que dava medo não conseguimos dormir muito bem ate a cidade de Potosí  onde esse cara desembarcou.
      Nossa chegada em Uyuni não poderia ser ao melhor nível mochileiros como li em tantos relatos, chagada as 4:30 da madrugada em uma temperatura de 5°C um frio tremendo ate que encontramos a Tia do Café já tão conhecida por nós do mochileiros.

      Café nem preciso falar sobre foi bom estávamos abrigado em um lugar quente e com Wifi ate as agencias abrirem que são por volta das 7:30 a 8hs da manhã.
      Dicas: Pesquisem a agencia e pegam a que vocês tiverem recomendação, pesquisamos em umas 5 agencias o preços variaram de 650 a 900 bolivianos por pessoa o tour padrão 3 dias 2 noites + transfer para o Atacama. Optamos pela Yura Tika não tem como não achar ela fica bem dizer de frente com o café da Nonis fechamos por 700 um tour diferenciado qua valeu muito apena, passamos por todos os lugares que as outras agencias passavam porem com um diferencial estava incluso o Salar Alagado, Por do sol e umas cavernas que acabamos não conseguindo ir devido esta fechado,
      Passeio comprado hora de partir para o tão esperado e sonhado SALAR DE UYUNI, passeios saem as 10:30 ouve um atraso e saímos as 11:30 mais nada que atrapalhasse nosso passeio esse atrado
      PRIMEIRA DIA NO DESERTO
      Tour que acredito que todos já sabem não vou dar muitos detalhes desse primeiro dia, fomos para o cemitério de trem que achei muito foda
       




       

       
      Salar de sal branquinho dispensa qualquer comentário é a coisa mais linda esplêndida que já vi na vida muito lindo mesmo, faria somente essa parte sem sombra de dúvida achei fantástico

       

       

       


      Almoçamos no salar alagado, comida muito boa o Deniz nosso guia / motorista montou mesa e tudo mais.
      Ilha de Cactos pagamos os 30 soles cada, no começo não queria mais quando subi nela achei muito legal, vista do Salar é espetacular porem se prepara para o vento porque é muito forte.
       


       
       
      Depois de um dia cansativo não via a hora de tomar um banho quente (aliais já fazia umas 36 horas desde o ultimo), comer uma comidinha e cair na cama e dormir já que no 2º dia de Deserto
      Iriamos acordar cedo por volta das 6 da manhã, já havia me preparado para uma hospedagem no meio do nada, sema nada de conforto, sem banho quente e comida ruim, eis que o guia mostra de longe a nossa Hospedagem e a primeira impressão foi “QUE BOSTA, ESTAMOS FUDIDO” serio era meio feio a imagem de uma casa de barro no meio do nada e um puta frio, mais isso mudou quando entramos dentro do hostel:
       
        

      IMG_7122.MP4 Hospedagem desse dia foi a melhor, hostel SOMENTE PARA NÓS, tudo muito novo banho quente e comida nota MIL serio, quartos privativos toda a mobilha novinha tinha TV de LED 50 polegadas, radio em fim tudo que se precisa em uma casa de muita boa qualidade. O hostel todo era de sal o chão era um tipo de são grosso.
       
      Dia 5 – 03/01/2018
      SEGUNDO DIA NO DESERTO
      Depois de uma noite muito bem dormida acordamos por volta da 6 da manhã, café da manhã já estava sendo servido e preparado para as lagunas.
      Serio esse acho que foi o dia mais tenso no deserto, as paisagens são lindas mais passamos horas dentro do carro, tem hora que a bunda fica quadrada mesmo o carro sendo confortável.
      Nesse dia passamos por alguns lugares muito interessante uma plantação de Quinoa bem verdinha no meio do deserto, e paramos para almoçar em um restaurante muito bacana diga-se de passagem comida podia comer a vontade e com uma vista linda de um “Oasis”
      Abaixo as fotos desse dia.
      As lagunas devido o tempo não estava em suas cores linda bem vivas e com os espelhos d’agua mais mesmo assim são uma obra de arte.



       
       
       
      Nesse dia o hostel foi mais humilde mais, comida lembro que foi uma macarronada e deram uma garrafa de vinho, ficamos em um quarto compartilhado e só tinha o pessoal da nossa agencia e não teve banho, em quanto o jantar não ficava printo fizemos nossa farra e colocamos uns bolivianos para sambar kkk

      WhatsApp Video 2018-07-29 at 22.24.00.mp4  
      Dia 5 – 04/01/2018
      TERCEIRO DIA DESERTO
      Nesse dia foi o que acordamos mais cedo por volta das 4:30 da manhã já estávamos todos tomando o café da manhã que não me lembro oque foi servido.
      Fomos primeiro para os Geiser, achei muito legal nunca tinha visto nada parecido o lado ruim é somente o frio de congelar
       

       
      Passamos nos Banhos Termales mais não estava muito afim de entrar então foi somente fotos e contemplar a paisagem.

       
      E assim nos despedimos do Sala de Uyuni...
      Quanto chegamos na fronteira Bolivia x Chile o guia nos explicou referente a taxa de 15 bolivianos, segundo ele tínhamos a opção de pegar a fila que estava quilométrica ou pagar a taxa e não ficar na fila, optamos por pagar e foi a melhor coisa em 20 minutos já estávamos todos na van rumo a San Pedro do Atacama.
      Dica: Quando vai dar entrada no Chile eles passam as mochilas/malas no raio X e todos tipo de alimentos orgânicos tem que se jogar fora, produtos industrializados passa sem problema.
      San Pedro não era digamos que um lugar que queríamos conhecer passamos mais por questão de logística a cidade é bem cara e optamos em passar somente 1 noite.
      Neste dia procuramos hospedagem, fizemos cambio, e ficamos de boa pela cidade e descaçar depois dos dias de travessia do deserto que é muito cansativo.
      Dica, compre o quanto antes a passagem para sair de San Pedro compramos com um dia de antecedência para um ônibus direto para Arica e pagamos 17.500 um casal de amigos Edson e Karina pagaram para 2 dias depois 13 mil pesos chilenos, não me recordo o nome da empresa mais todos os ônibus são de ótima qualidade pelo que vimos na rodoviária!
      No hostel conhecemos um casal de brasileiros Fred e Mariane  que sofreram muito e foram enganos pela agencia Thiago Tous eles passaram muito mal devido a comida estragada e não foi somente ele mais todos do carro passaram 2 dias com diarreia e vômitos e falaram que o guia os trataram extremamente mal, nessa hora falamos do tratamento de nossa agencia e mostramos nossas fotos eles não acreditaram. Eles nos mostraram a foto do “Cemiterio de Trem” que levaram eles e foi em um lugar com um vagão de trem de carga, não entrar em detalhes mais foram muito enganados!
      BUSQUEM RECOMENDAÇÕES DE AGENCIA o Salar é um dos pontos autos da viagem e infelizmente dependemos da agencia que pode fazer que esse lugar supere todas as suas expectativas como se transformar em uma tremenda decepção.
       
      Dia 05/01/2018
       
      Não fizemos nenhum passeio alugamos uma bike e andamos por um parque chamado Cartape e Pukara de Quitor.
      Indico fazer o passeio de bike gostei bastante se tivesse ficado mais alguns dias certamente tentaria chegar Vale de La Luna
       

       
      Nesse dia a noite pegamos o ônibus ruma Arica, ônibus no chile são muito confortáveis e tem para todos gosto a bolso, peguei o mais barato que achei no dia não me lembro o valor.
      Noite de sono tranquilo, capotamos todos e so acordamos em Arica no dia seguinte!
      Dica, chegando no Atacama já compre a passagem de saída você vai conseguir achar preços mais baixos.
      Dia 06/01/2018
      Chegamos em Arica cidade me pareceu muito bacana pena esta com roteiro apertado e não te dado para ficar ao menos um dia.
      Na chegada no próprio terminal já procuramos o taxi para nos levar até Tacna, taxi lembro que foi barato algo próximo a 12 reais por pessoa e foi bem rápido e carro confortável.
      Poderíamos ter pego uma fila grande na imigração do Chile com Peru, mas o motorista e seus contatos agilizou tudo para nós e ganhamos alguns minutos, após todos os tramites e depois de ter que jogar minhas frutas fora na imigração chegamos em terra Peruanas e chegamos em Tacna.
      Pensa em uma cidade quente é Tacna, assim que chegamos no terminal já procuramos passagem para Lima, achamos por 60 Sol com “escala” em Arequipa e com direto a Janta, eu não tive coragem de comer era Arroz, frango frito e batata assada. Horário do ônibus era para as 14:30 e ainda era 9 da manhã e resolvemos irpara o centro de Tacna que é uma zona franca para quem não sabe.
      Galera para quem estiver passando por lá vale a pena ir as compras de Bebidas, Perfumes e Roupa eletrônico não vi tanta vantagem, comprei uma jaqueta para baixas temperaturas por 60 Soles que foi um dos melhores investimentos para viagem já que iria para Huaraz ♥.
      Após bater perna hora de volta para rodoviária e enfrentar as 22 horas de viagem de ônibus :(. Depois disso apredi que o melhor é ir de avião muito tedio dentro do ônibus, que teve somente a parada em Arequipa e depois foi direto ate Lima...

      IMG_7427.MP4  
      Dia 07/01/2018
      Chegamos em Lima por volta das 13hs de um Domingo, em Lima não tem rodoviária o ônibus para em uma rua e descemos, para quem mora em São Paulo o “terminal” ficava em uma rua que parecia região da praça da Sé com Cravolândia cidade vazia.
      A essa altura da viagem já tinha perdido noção de qual era o dia da semana e precisava cambiar dinheiro, tínhamos somente alguns trocados e precisava urgentemente de uma casa de câmbio e advinha todas fechada, do nada apareceu um senhor que nos abordou oferecendo para cambiar, como não tínhamos outro lugar torcemos para PachaMama que aquele senha estivesse com boas intenções e não nos desse um golpe, negociamos e acabei trocando 1 Real por 1 Soles e cambiei  mil reais. Cambio feito dinheiro dividido em bota, cueca e doleira fomos correndo pegar um taxi para ir para Miraflores e procurar um Hostel, oque mais queríamos era um banho cama já que fazia mais de 40 horas que não tomávamos banho rsrsrs, nunca sofri tanto para achar um taxi, nenhum taxista queria ir para Miraflores, achamos um que nos levou e cobrou o olho da cara mais infelizmente era Domingo atarde e era oque tinha pagos por volta de 30 Soles.
      Serio me apaixonei por Miraflores, que lugar lindo bem cuidado com tudo que uma cidade grande precisa.
      Devidos os preços dos Hostel serem caros optamos por ficar em AirBnB qua valeu muito a pena, o anfitrião foi muito atencioso com nós, durante todo o tempo que ficamos ele deu toda a atenção e fazia de tudo para nos agradar, no começa achamos que ele queria nos roubar tanto que na primeira noite escondemos todo o nosso dinheiro mais depois descobrimos o real interesse, ele estava aprendendo português e queria apenas conversar. 
      Nesse mesmo dia ele nos levou para conhecer alguns lugares de Lima e fomos para Circuito Mágico del Agua, achei muito lindo foi um passeio pago mais nunca vi algo do tipo e já aproveitamos e compramos passagem para Huaraz pela empresa  por 80 Soles ônibus noturno.

      Dia 08/01/2018
      Nesse dia estava programado Conhecer Miraflores e ficar somente pela região e fazer um City tour, Não vou me cansar de falar que lugar incrível é Miraflores queria morar lá, uma pena é que nesse dia esta muita neblina
       

       
      Dia 09/01/2018
      Nesse dia fomos conhecer o centro de lima, fomos de ônibus mesmo utilizamos o “BRT” deles que por sinal funciona muito bem parece o metro. Achei muito bom o centro histórico lá consegui comer o melhor Ceviche e.
       Dica: Lima foi o Melhor lugar para comprar lembrancinhas tinha mais variedades e os melhores preços.
      Nesse dia a noite fomos para o Terminal porque iriamos para Huaraz, viagem noturna em um ônibus de muita qualidade, dormimos a noite toda, acho que o ônibus saiu por volta das 22 horas e chegamos no dia seguinte por volta das 7 da manhã. Não vi nada do caminho dormir a viagem toda como sempre rs.

       
       
      Dia 10/01/2018
      Cidade é muito fria, deveria esta por volta dos 10ºC cidade tem lindas montanhas coberta de Neve o que me impressionou muito já que nunca tinha visto algo do tipo.
      Como já tínhamos feito uma reserva pelo Booking  em um Hotel que não recomendo diga de passagem, fomos direto para o Hotel ja que nesse já tínhamos acetado  passeio para Glaciar Pastoruri, A van nos pegou por volta as 9 da manhã no hotel e retornamos por volta das 18hs, foram por volta de 3 horas para ir e 3 horas para voltar, viagem um pouco cansativo mais vale a pena.
      Serio a caminha pela trilha de onde a van deixa ete chegar no Glaciar é muito cansativo por conta da altitude e o frio e chuva gelo, tudo ao mesmo tempo

      Dia 11/01/2018
      O principal lugar que queria conhecer, Laguna 69 que lugar foda muito legal mesmo pena que extremamente cansativo.
      Saímos do hoste as 5 da manhã e foram por volta de 4 horas ate o lugar que se inicia a trilha, o caminho é repleto de belas paisagens montanha cachoeiras picos nevado. Iniciamos a trilha por volta das 9:30 e foram mais ou menos 2:40 de subida, quanto sofrimento, quanta falta de ar, quantas vezes pensei em desistir é muito cansativos mais em fim conseguimos chegar, todo o sofrimento valeu muito a pena e sem sombra de dúvida faria tudo novamente, sem palavras para esse lugar.

       
       Video da trilha 

      IMG_8222.MP4 Fotos
      Dia 12/01/2018
      Hora de se despedir de Huraz, nosso ônibus partiria as 15hs para Lima. Aqui tivemos nosso primeiro perrengue da viagem onde quase tivemos que retornar para o Brasil... Saímos do Hotel ao meio dias e fomos para o terminal esperar da o horário de ir embora, como nesse dia não tinha passeio programado e a cidade em sim não tem muita coisa, chegamos no terminal e despachamos nossa mochilas ficando somente com mochilas de ataques como faltava muito para a hora do nosso ônibus resolver andar para matar o tempo e comprar agua e algumas coisas para comer, já que assim que chegássemos em Lima iriamos direto para o Aeroporto onde passaríamos a noite já que nosso voo sairia para Cusco as 6 da manha.
      Andamos para cidade, compramos nossos lanhes bolachas e etc, quando chegamos no terminal cadê nossas mochilas???? Embarcaram em outro Ônibus para Lima nessa hora gelamos um dos profissionais da empresa trataram nosso problema com estremo desdém falou somente “Suas mochilas vão esta em Lima” foram a 8 horas mais agoniantes da vida, estávamos somente com a roupa do corpo sem nada mais, só nos restava esperar.
      Não tínhamos sono, fome ou sede somente preocupação em achar a (Judite e Gertrudes apelido carinhoso de nossas mochilas) e para fechar na poltrona de trás tinha uma criança do demônio que não para 1 minuto se quer, ficava empurrando o nosso banco.
      Chegamos em Lima outa surpresa  a Movil tours tem 3 terminais espalhado pela cidade e o ônibus que estávamos iria passar por 2, chegando no primeiro nossas bagagens não estava iriamos para o outro que ficava bem próximo chegando lá nossa bagagem também não estava e nesse momento não foi nos passado que tinha outro terminal, o Alan² nessa hora começou a fazer um barraco eu estava tão desanimado que sentei no chão do terminal e fui ver quantos tinha de dinheiro e oque o seguro viagem poderia ajuda para a volta pra casa já que ainda estamos no meio da viagem e não tinha como comprar roupa e ainda espera ate o dia 23/01 para o nosso retorno, um segurança muito bom amigo fazia de tudo para nos acalma e nos entender, oque o pessoal do terminal de Huaraz nãos nos deu apoio o de Lima ficaram de parabéns, localizaram a mochilas em outro terminal nessa hora confesso que bateu um emoção, porem o cara falou que o terminal fecha as 22hs e já era quase 23:30 ei foi hora de Desce do Salto Roda a baiana e mostrar oque o baiana tem... aprendi a falar espanhol fluente em 2 segundos, mostrei as passagens compradas de avião para Cusco as 6 da manha do dia seguinte e que não tinha como esperar ate as 6 para ir a rodoviária e que no o erro não foi nosso.
      Papo vai papo vem, decidiram nos levar de carro ate a outra rodoviária, juro que na hora que vi a Gertrudes e Judite bateu uma baita emoção e pude voltar a sonhar em conhecer Cusco e Machu Picchu S2
       
      Continua...
    • Por Juliana Champi
      "At your own risk" será explicado no fim do relato! 
      POR ACASO... ÁFRICA DO SUL
      Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!
      Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.
      Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.
      Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.
      Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, bati o martelo. “Marido... a Lua de Mel vai ser na África”. Eu estava radiante!
       
      POR ACASO... COMPANHEIROS!
      Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!
      Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!
       
      PLANEJAMENTO
      O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!
      Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.
      Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem
      Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.
      Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!
      Clima: inverno!
      Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.
      Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros
      Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).
      Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:
      22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg
      23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg
      26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger
      30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown
      30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown
      7 de setembro – aéreo de volta pra casa.
      A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).
      Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.
      Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.
      Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.
      Hospedagens
      Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:
      Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.
      Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731
      Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:
      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3
       
      Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive
      Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!
      Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.
      Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.
      Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!
      O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!
      https://www.sanparks.org/
      Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!
      Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.
      Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!
      *Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!
      *Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!
      Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.
      *Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.
      Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!
      Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.
      Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.
      O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.
      O que comprar antes
      Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.
      *Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.
      *Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.
      Internet
      Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.
      Money... que é good nóis num have!
      Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.
      Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)
      Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.
      Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!
      Arrumando malas
      Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.
      Chegou a hora!
      Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

      FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!
       
      CONTINUA...
    • Por FelipeMendes
      Salve, pessoal! Segue um relato de uma viagem breve que eu e minha esposa fizemos ao Peru agora na primeira semana de setembro, aproveitando uns dias livres que conseguimos. Foi tudo decidido muito rápido, mas acho que funcionou bem, pois pegamos dicas de amigos que tinham ido e que nos ajudaram bastante a decidir o que fazer.
      Passagens 
      Compramos as passagens no Submarino Viagens por pouco mais de R$ 1.500 por pessoa, com exatamente um mês de antecedência (compra em 1º de agosto, início da viagem em 1º de setembro). Em outros dias e horários conseguiríamos preços um pouco melhores - não parece ser impossível ir por R$ 1.300. Mas também pode sair mais caro (voltamos no sábado; se fosse domingo, passaria de R$ 1.700). Todas as pernas eram pela Latam, exceto a Lima-Cusco, que foi pela Peruvian.
      A compra não foi confirmada no cartão, e tive que ligar para o Submarino para confirmar. Não sei sei por erro, forma de compensação ou algo parecido, mas eles nos alocaram na classe executiva na ida. Experiência nova e muito positiva.   Câmbio Como tínhamos dólares guardados e lemos muitos relatos de pessoas que falaram que não valia a pena levar real (valia mais fazer câmbio de dólar aqui e refazer lá), decidimos levar. Em média o câmbio fica entre 3,25 e 3,30 soles por dólar (exceção ao primeiro câmbio que fizemos, no aeroporto de Lima, para ter algum dinheiro para chegar à cidade. Lá foi muito pior, foi coisa de 3,05, talvez menos).   Transporte Em Lima usamos transporte público (Metropolitano) quando fizemos um deslocamento maior. Barato, rápido e seguro. Do aeroporto para Lima fomos de táxi (40 soles). De Lima para o aeroporto, de van da Quick Llama (15 soles por pessoa). Em Cusco, contratamos transfer junto ao cara que nos vendeu os passeios para ir e voltar do aeroporto (15 soles cada perna). De resto, só andamos a pé ou nos veículos dos passeios.   Hospedagens Em Lima ficamos no hotel Suítes Larco 656. em Miraflores. Excelente localização, ótimo café da manhã, quarto limpo e amplo, cama e banheiros muito bons. Nada a reclamar. Recomendo bastante. Pagamos R$ 394 para as duas diárias (preço final em reais, sem IOF, reservado pelo Hoteis.com).   Quando chegamos a Cusco, ficamos no hotel Casona Quera. Também altamente recomendado. Pertíssimo da Praça de Armas. É um hotel simples (realmente é uma "casona"), mas limpo, com camas confortáveis, banheiro bastante ok, café da manhã bastante decente. Ainda ficamos em um quarto que tinha uma sacadinha, bem bacana. Pagamos R$ 257, também pelo Hoteis.com - mesmo esquema, sem IOF.   Em Aguascalientes (Machu Picchu Pueblo) ficamos no Hostal Dalila. Como a cidade é simplesmente um dormitório, não colocaria nenhum problema nele. É extremamente simples e sem café da manhã. Porém, minha esposa achou sujo. Alguma coisa caiu debaixo da cama e estava cheio de poeira quando ela foi pegar. Além disso ela ficou com a impressão de que os lençóis não estavam muito limpos. Não recomendo, portanto. Pagamos US$ 20 (em dinheiro vivo na chegada). Reservamos pelo Booking.com.    Voltando a Cusco, ficamos no Hatun Quilla, pois quando reservamos o Quera estava muito caro para estes dias. Também recomendo bastante. Mais um lugar simples e honesto, com cama ótima, banheiro decente. Perto da Praça de Armas, também. O quarto era bem amplo, com decoração simpática. O único porém é o café da manhã, que é bem mais ou menos: só pão, manteiga, geleia, café, chá e suco (refresco). Nem uma frutinha pra contar história. Reservamos pelo Booking e pagamos no próprio hotel (US$ 59, pagamos com cartão de crédito).   Passeios em Cusco Muita gente falou para não contratarmos os passeios no Brasil, e sim pesquisarmos por lá, já que há dezenas de agências. Preferimos adiantar, já que tinha boas referências de preços, e não me arrependi. Ganhamos um bom tempo e tenho certeza de termos pagado preços justos. Se não foram os mais baratos, foi bem perto disso. Fechamos tudo com a Mapis Explorer, empresa do Ronald. Ele é extremamente atencioso e atende por Whatsapp: +51 976 919 696. Nos posts relativos a cada dia escrevo os preços de cada passeio.   (Todas as fotos deste post foram tiradas com meu celular, um iPhone 5S. Portanto, são fotos ruins, mas é só pra dar uma ideia)
    • Por Fernando Alvares
      Olá pessoal! Fui pra Thailandia março passado, demorei um pouco pra escrever esse roteiro por que estava criando coragem... já que eu acho que vai ficar bem grande, mas eu vou tentar resumir ao máximo ok! 
       
      Primeiro, comecei a pesquisar passagens desde Setembro de 2017 pra viajar em Março de 2018 (Uma das partes mais chatas da viajem já que você fica tetando sempre escolher o vôo mais barato, tentando mudar hora do vôo, data, dia... já que é uma das partes mais caras da viajem né... no final depois de meses e meses comprarmos uma passagem por 3.600 reais no Submarino Viagens, tinha passagem de quase 5000 reais na época, foi o melhor preço que achamos. E com a vantagem de ter conexçoes longas em Frankfurt (8 hrs) e em Xangai (13 horas) eu sempre prefiro quando voo pra fora pegar a conexcão maior que tiver... assim não corre o risco de perder o voo seguinte por causa de atraso... e ainda deu pra conhecer dois paises heheh! Esse foi o trajeto:

      Beleza, como eu moro em São Luis e o voo era de Sp, peguei um de quinta pra sexta, cheguei 9 da manha em Sp e esperei no aeroporto até as 7 da noite pra pegar o voo pela Lufthansa..

       Rapaz o que foi esse vôo? Meia hora depois em embarcar já estavam servindo comida....e muito boa por sinal....Ae pensei beleza, agora vamos dormir..... que nada síô! 1 hora depois veio um lanche com vinhos e queijos... beleza... vou dormir agora... que nada rapa! 2 horas depois veio mais um lanche.....engraçado que a aeromoça da Lufthansa era portuguesa,  nos tratou super bem.... agora era hora de dormir por 11 horas até chegar em Frankfurt.... que nada rapa!!! Ainda trouxeram um chocolate Kitkat gigante! pela foto parece pequeno mas era grande... 

      ! Esse pessoal deve ta querendo deixar a gente de bucho pesado pra poder todo mundo dormir a viagem toda e não dar trabalho pra eles só pode... ok chegamos em Frankfurt 10 da manhã e sairíamos umas 8 da noite, claro que a gente não ia ficar no aeroporto esse tempo todo... fomos procurar a imigração pra pegar o visto temporário pra pegarmos o metro.. Oha eu tava achando que os alemâns com toda aquela historia de guerra e tal seriam um povo rude, mas muito pelo contrário, foram bem simpáticos.... sair do aeroporto pra pegar o metrô foi muito fácil... você procura a imigração, depois vai sair em uns totens eletrônicos onde digitaliza o passaporte, tira foto, fala o motivo da viagem (tudo muito fácil pra quem sabe inglês) e depois vai no guichê da alfandega pro guarda conferir tudinho e é liberado...  Depois descemos as escadas e fomo pegar o metrô, a máquina não queria ler os Euros que a gente trocou no aeroporto, então tive que usar meu cartão internacional pela primeira vez...tsc...  Como estávamos em grupo e ainda achamos mais brasileiros no trecho, compramos o que da direito ha 4 pessoas ida e volta..  Chegamos na praça em 20 minutos, saímos, fomos em um shopping só pra ver umas coisinhas.... tiramos algumas fotos, visitamos uns prédios históricos e a ponte que liga as cidades lá..  Não vou detalhar como ir do aero pra praça, na net você acha um monte de site explicando se não vai ficar imenso mesmo o texto... Como eu estava solteiro na época nem precisei levar meu cadeado pra por na ponte uhuhhu! 
       

       
      Ok, Frankfurt visitada! Chek! Comprar lembrancinhas e voltar pro aero pra ir pra Xangai!
      Quanta diferença do voo Alemão pro Chinês... Claro que eu fui pedir o café da manha chinês para experimentar... Olha só comi por que tava curioso mesmo...mas o negócio é tendo viu?  O br do meu lado entrou em desespero quando viu... pediu pra eu não comer huaauha... mas eu queria ter a experiencia autêntica...então engoli... (graças que não passei mal depois) uhahua... 

       
      Tirando isso eu fui tirar sarro com as aeromoças... fui procurar me distrair pedindo pra me ensinarem a falar algumas palavras em chinês.... engraçado que eles tentavam e caiam na gargalhada quando eu tentava falar...mas juntou uns 5 chineses tudo perto de min ...devia ter tirado uma selfie com eles...foi um momento engraçado.... no mais achei eles muito divertidos e educados uhahua.
      Chegamos no aero de Xangai... um dos lugares mais tensos da viagem, por causa da burocracia tanto pra entrar quanto pra sair do aeroporto.. (Quem for fazer rota passando pela china eu recomendo pegar o voo com uma escala realmente grande entre os voos... por que além do formulário que você preenche no avião (Devia ter tirado foto mas como é uma aréa que não pode usar celular não quis na hora...mas depois usei e foi de boas) tem outro no guichê do aeroporto...e  não tem caneta não viu? levem suas canetas!!!  
      Ok 13 horas na China...hora do Stopover.... bem antes disso fomos pegar o visto chines de 72 horas... bem tranquilo...a gente não precisou nem falar quase nada nem em inglês... o guarda lá só pediu nosso itinerário de passagem, conferiu e aprovou o visto... coisa de 10 minutos... então hora de pegar o Magleve (trem bala que 'flutua"), rapaz... vc nem sente o bicho andar...e é rápido... no dia tava a 385km/h mas já chegou há 400... 

       
      Ok finalmente Xangai e comer algo sem ser comida de avião.... Claro que o menu era todo em chinês....e tudo comida apimentada... pra quem não entende tem um gráfico com fotos de pimenta (um icone na verdade) que pode variar do 1 ao 5... eu ia pedir com 2 de pimenta...mas alguém da mesa me atrapalhou e não vi que mudei o pedido....e  veio um prato com grau 5 de pimenta.. ☠️ mas eu já tinha pago né.... era uma colherada, uma enxuga testa suada... uma colherada uma enxuga testa suada... 

       
      Alías bem onde a gente foi tinha a loja da Disney de Xangai... quem for fan deles vai gostar.... crianças vão pirar...

       
      Beleza vou ter que sair agora mas continuarei ...ainda tem muita coisa pra falar....;P
      Ok! Depois de 3 dias de viajem.... 3 dias sem tomar banho... , dormindo todo desconjuntado...  com inveja do pessoal da primeira classe...(Acho que vou morrer e nunca voar de primeira classe ;(  ) chegamos na Tailandiaaaaa!!!
      Corre pra comprar um chip de internet.... no aero embaxo no 1º piso tem um monte de vendas de chips... compramos na True alguma coisa... não lembro o nome direito...devia ser True Internet...8g por 56 reais....era um stand todo vermelho. ..ok instalar Uber e Grab (Um "Uber' da Asia") e vamos chamar o motorista......como era 3 da manh não teve muito trânsito pra chegar no hostel,, o que foi bom já que estavamos cansados... chegou o carrono andar de baixo e a gente no andar de cima perdidinhos...depois de procura de lá, procura de ka achamos o motorista....e lá fui eu entrar pela porta direita esquecendo que o volante era desse lado... 
      Alias aqui vai uma foto (Eu tenti por video, mas não acertei  video com exemplos de comida de lá que você acha na 7 Eleven...(Tem em todo canto, em todo lugar)... 50 bht...5 reais praticamente...

       
      Certo....primeiro templo pra visitar....e um calor tao grande que eu não tive coragem de sair de calça do hostel.... resultado comprei uma na praça em frente (tem um monte de vendedor) por 10 reais.....ok entra em fila...gente pra caramba...chines pra caramba...mas nao assim, como em um show que você anda tronbando nas pessoas....mas mesmo assim cheio... e tira foto com Buda (Buda tem de dar a pau lá...deve ter mais estatua de buda do que mosquitos..) .hahaha alías falando em mosquito eu nem usei nenhum repelente.... nem quando fui pra selva pro santuário dos elefantes... certo...termina de visitar o templo e vai pra praça ver algo pra comer.... quando de repente.... poof!! lembra do calor de lascar? pois não é que a mulher do meu lado desmaiou? Corre, junta gente em cima, deixa ela respirar, pega água...chama tuc tuc e manda pro hospital..  o calor é brabo mesmo nessa época do ano.  (Março 2018)...

      Eu vestido com a "calça' que comprei... tecido bem leve....é até legal de comprar pra dar de lembrança pra alguém...
      Certo... e lá fui eu comprar um sorvete de Durian (Pense em uma fruta fedida e cara) pra provar o sorvete já que não tinha coragem de comer a fruta in naruta (Tem cheiro de corpo em decomposição) mas até que o sabor não era tão ruim não...
      Há lembrei!  Esqueci de comentar que na saidas do aero deixamos nossas malas e mochilas nos aeroportos mesmo...você paga uma pequena taxa pra deixar lá e ir visitar a cidade... se não me engano na Alemanha foi 8 euros...e em Xangai 25 Yenes... e quando a gente foi pro local dessa torre em Xangai: 

      Nos tivemos que pegar metro além do trem bala... pra chegar foi fácil...mas pra voltar complicou...a gente ão sabia nem como comprar nem como como marcar o trajeto que queríamos pra voltar pro aeroporto (ja que lá você comprar a passagem pela distancia percorrida...) e eu comecei a ficar preocupado que todo chines que eu abordava pra ver se ajudava não falava nada de inglês... a nossa sorte foi que acabei achando uma brasileira que tava fazendo intercambio lá no meio daquele povo todo e assim consegui pedir pra ela comprar as passagens pra gente...ufa..
      Ok depois eu continuarei...P
      Aff escrevi um monte e não salvou....tsc...outro dia continuo então... me desanimei hoje...
      Ok deixa eu ver onde eu parei.... acho que foi na chegada em BKK... Ok! Chegamos praticamnete 3 da matina e fomos comprar nosso chip de internet que se não me engano foi 60  reais (600 tailandeses)  por 20 dias de Net com 8gb disponível....o que deu bem pra suprir os 15 dias lá...e olha que ainda sobraram quase 2gb.... e o mais incrivel era que no meio do oceano lá nos barcos a internet pegava que era uma beleza... alias pegava em qualquer lugar lá...o quiosque da net era um vermelho chamado True Net se bem me lembro. Ok chama Uber se toca pro Hostel... como foi de noite o trânsito tava vazio... mas se você for chegar de dia lá prepare-se pra pegar um longo engarrafamento até seu hostel/hotel...  Melhor pegar o metrô que fica dentro do aeroporto e tentar ir ao máximo perto de onde vais ficar e depois pegar o Uber ou Grab (Que é o Uber asiatico, tudo pode ser baixado pelas stores da net).
      Ok! Primeiro dia em Bkk... acordamos, pomos o pé pra fora do nosso maravilhoso quarto com ar condicionado e fritamos literalmente..... nessa época não é quente lá não, o capeta deve sair de viagem de lá pra poder pegar um friozinho em algum lugar.... melhor ter um boné, chapéu, até guarda chuva pra proteger do sol viu? Tava tão fresco que logo no 1º dia lá uma turista do nosso lado desmaiou...e corre e chama Tuk Tuk pra levar ela pro hospital, coitada.
      Ok, lá fomos nós visitar o Templo Esmeralda, O templo do Amanhecer e mais um lá que esqueci o nome...  praticamente pra você visitar os templos da pra ir andando, só tem que atravessar o rio pra poder ver o do Amanhecer... que custou miserios 20 centavos de Bath... mas vá cedo por que esse fecha cedo...  Alias templos é o que você mais vai ver lá, tem os famosos e tem uns pequenos mas também bonitos em praticamente todo lugar da Tailandia... tanto templo que eu nem tava fazendo muita questão mais de visitar eles.... (O principal que eu queria fazer nessa viagem era mergulho e visitar o templo dos elefantes).
      Há sim, se você não for de calça pra visitar os templos pode comprar uma calça que eles vendem lá por 10 reais (100 Bath) tem um monte de vendedor na praça em frente ao templo vendendo várias... é até legal de trazer da viagem como lembrança para você ou amigos, pena que eu só me toquei disso depois e comprei só uma mesmo.... tipo essa da foto embaixo:

       
      Outra coisa, lembrem de beber só água de garrafa ok? Isso você pode comprar nas 7 Eleven da vida lá que tem em todas as esquinas de lá praticamente... 
      Falando em água e comida eu levei 1200 USD pra passar esses 18 dias lá.... mas eu me lasquei um pouco no fim da viagem por que tive que pagar um hotel em Kho Pipi que achava que já tinha pago os dias todos mas faltava 1 diária... e lá as coisa são meio caras.... então tive que entrar no cartão internacional... uiiii... mas tudo bem, tinha dia que eu nem almoçava pra poder economizar... voltei 2.5 kilos mais magro dessa viagem uhahuauha! Bom que tirei o bucho (Mas depois recuperei tudo no Brasil já que fui direto pra uma churrascaria rodizio quando voltei...) kkkk!
      Certo e de noite o que fazer? Khaon San Road né...  onde você pode ver vários tipos de comida..(Lógico que comi escorpião e não desses pequenos, o médio...  o gosto não é ruim confesso, me lembrou o camarão... o ruim são as garras que ele usa pra se defender que são duras pacas. tentei comer mas tava quase quebrando os dentes então cuspi fora...) e graças que não senti nada... alias pesquisando eu nunca li ou ouvi ninguém falar que passou mal por ter comido escorpião de lá...  também tem massagens (claro) lugares pra comprar roupas, bares pra beber com show ao vivo....  o mais interessante mesmo são as comidas....  Agora se você for sensível vai ficar enjoado é com o cheiro da comida de lá... não tenho como descrever mas seria enjoativo e nauseante.. (Bem acho que são as mesmas coisas essas palavras..) Bom tem Mac Donalds lá, mas viajar pra Tai pra comer em Mac?? Namm! 
      Uma das primeiras comidas que comi lá, lula na brasa com pimenta (Pimenta Everwhere, então cuidado):

      Pior que esse negocio parece um pinto huauhauha.
       E aqui a foto do preço de alguns tipos de massagem que vocês podem encontrar lá:

      Confesso que eu cometi o pecado de não fazer nenhuma massagem nessa viagem.... acho besteira gastar dinheiro com isso, preferi gastar com comida... vai de cada um e suas prioridades... mas dizem que é muiiiiiito bom a massagem tai. 
      Quanto a questão de segurança lá... a gente ia andando do hostel pra Khaon San de madrugada de boas.... 2 horas da manhã por ae e tudo tranquilo.. . só teve um começo de briga la pro meio da madrugada mesmo mas acredito que foi efeito da cerveja em uns americanos malucos que estavam por lá.... 
      No último dia fomos pro shopping MKB Center... se tiveres que comprar alguma Go Pró ou câmera pra viagem, deixe pra comprar aqui... um amigo meu comprou uma por 1000 reais de diferença em relação ao brasil.... também comprei meu PS Vr por 1400 mas esse não achei um preço tão diferente se bem que olhando agora na Saraiva por exemplo ele ta 1.800... No MBK você encontra de tudo, desde coisa caras como Ouro e lojas de produtos caros até câmelo tudo no mesmo lugar...e é enorme o prédio... 4 andares praticamente... tem que reservar 1 dia inteiro pra tentar conhecer tudo se a sua vontade for de torrar dinheiro lá...
      Tambêm fomos no Siroco (Aquele prédio onde foi gravado o filme "Se beber não case)..  tranquilo pra entrar, mas tem que ir bem arrumado... preços claro que são mais caros.... vale pela vista panorâmica da cidade... mas fora isso não achei nada demais...  meio espirito é meio largadão, me sinto desconfortável em lugares xiques demais...)
      Certo, hora de ir pra Ayutthaya conhecer as 7 cachoeiras dos 7 niveis de dificuldade pra subir até a última..  Espera estou pulando partes.. como fomos de Bkk pra lá? Iamos de trem mas chegamos atrasado na estação e perdemos o dito cujo...  a gente foi pra estação errada.... a sorte é que como estávamos em grupo conseguimos uma van pra levar a gente e compartilhando o preço não saiu caro pra ninguém... 
      Ok chegamos no hostel depois de quase 1 horinha de viagem.... sem ver 1 buraco no asfalto.. (eta Brasil) e já que estávamos no interior qual seria o jeito mais econômico pra se locomover pela cidade? alugar motinhas claro (Se bem que eu fiquei com o cú na mão, já que fazia mais de 20 anos que eu não andava de moto, e cair e se quebrar na Tailandia? mas se todos os outros iam pegar eu não podia amarelar...)  
      Pra alugar as motos é muito fácil, você pede pro gerente do hostel ligar e eles te levam elas no horário combinado... só vão pegar alguns dados com você e um calção que pode variar de 2000 há 3000 bath depende...  e são aquelas faceis sem marcha... só acelerar e frear.. (Mas tem grande de marcha se você souber pilotar) aqui vai uma foto com o preço do aluguel da moto em vermelho... e são alugadas por 24 horas:

      Certo.. motos alugadas... cú não mão...e sair pras cachoeirias.... que ficavam há 60km de distancia (40 minutos praticamente) indo pela estadual... graças que o trânsito no interior não é tão ruim como na cidade.... pense em um rapaz duro e tenso pilotando a moto... uhahuau) chegando lá paguei 30 bath pra poder ir nas cachoeiras... que são divididas em 7 levels... se você conseguir chegar na última parabéns ;P  há sim não fique com medo dos peixes que tem lá... eles são o mesmo que são usados pra fazer massagem nos pés em aquários em shoppings..  a diferença que lá eles são adultos, então pode incomodar um pouquinho a bocada deles nos seus pé... mas nada que tire pedaços.. (Mas as meninas pegaram um susto e saíram correndo da água uhahuahu)
      Lá também da pra ir visitar a Ponte do Rio Kwai se você for um curioso sobre guerras que nem eu... a ponte já é toda moderna, mas visitar ela pra quem curte historia de guerra é legal.

      Tem um filme bem antigo sobre a historia dessa ponte,  um clássico de 1957:

      Que diferença hein? ;.P
      Continua....
      Beleza .. em Ayutthaya você pode visitar também o Buda deitado (Buda do street Fighter) no dia que eu fui tinha um guarda mala lá que não tava deixando fazer poses dos lutadores do Street Fighter.. tsc... mas tem amigos que fizeram sem problema nenhum....
      Pra visitar os templo lá são um pouco mais distantes do que na cidade lógico... então a gente encontrou uma senhora em uma Kombi e fomos lá perguntar quanto ela fazia pra nos levar para visitar os principais templos.... acabou saindo 250 bath pra cada que no total foram 1000 bath... 25 reais pra cada... acho que foi um bom preço. 
      Certo... lembrei, até agora comendo de boas a comida da tailandia.... bem pra dizer a verdade comia de dia e ia pro banheiro de madrugada e isso foi só por causa da pimenta que não estava acostumado e foram só umas  3 vezes na viagem....  (Pior foi uma amiga que comeu um hambúrguer e  acho que o ovo não tava legal e ela for parar no hospital mesmo coitada.... acabou perdendo nosso dia de mergulho por causa disso...)
      Hora de ir de Ayutthaya para Chiang Mai! Fui de trem de primeira classe comprando os tickets com 3 meses de antecedencia pelo site http://www.thailandtrainticket.com/ (Na net tem sites explicando o passo a passo, posso adiantar que não é nada complicado) e você pode escolher pegar o ticket lá no escritório deles ou pagar 10 reais para deixaram no hostel... (O que eu fiz e foi de boas) .
      Agora confesso que se soubesse como era a 1º classe tinha pedido pra ir de segunda...  por que meu espirito aventureiro ficou triste com essa decisão quando cheguei lá.... ok você vai em uma cabine perfeita com ar condicionado e privacidade, mas a segunda classe era bem mais animada e as pessoas ficavam tipo no corredor de frente para as outras em seus beliches conversando, eu adoro poder bater papo com pessoas de outras nacionalidades ou apenas observar mesmo... o que não da pra fazer na primeira classe...  bem agora já foi....  Ha sim a viagem foi noturna o que nos economizou 1 dia de hospedagem.... 
      Na primeira classe tem banheiro separado onde dá até pra tomar banho, da até pra saber se o banheiro ta ocupado de dentro da sua cabine, como podem ver pela foto abaixo tem alguém no cagador:

      Também da pra pedir e escolher comida por essa tela... mas como as coisa são um pouco mais caras e já tínhamos lanchado na 7 eleven nem testei o sserviço..
      Um das estações que o trem para antes de Chiang... bem bonitinha a estação por sinal..

      Se você estiver na dúvida sobre o trem, do lado de fora dele tem um letreiro eletrônico:

       
      Ok, o principal passeio de Chiang Mai era ir em algum santuário de elefantes... depois de muito pesquisar e ler relatos,  resolvemos ir no https://elephantjunglesanctuary.com/..  Li sobre toda a historia de apoiar ou não um passeio desses, que os elefantes podia ser mal tratados e tudo mais....  pelo que eu percebi eles não são mal tratados... mas também hoje em dia com o homem avançando desenfreadamente contra a natureza eu acho que seria pior pros elefantes não terem esse suporte que eles tem nos santuaríos... pelo menos a comida de todo dia deles está garantida...  não sei, vai de cada um isso.
      Ok tickes comprados no Brasil e só esperar passar o povo pra pegar a gente e levar pro parque...  agora vou lhe contar uma coisa, se você passa mal indo atrás das vans quando o trajeto é cheio de curvas se prepare! Por que o trajeto até lá é subindo uma serra cheia de curvas mesmo...  o lance é tentar controlar a respiração e olhar pro horizonte até lá... 
      Certo chegamos no parque, pegamos nossas roupas do parque que dão lá pra quem faz o passeio (No caso foi de 1 dia e meio) praticamente no meio da selva..e sem mosquito nenhum pra encher o saco) e tivemos nossa aula introdutória sobre o parque e elefantes... e depois eles nos dão pedaços de cana de açucar e banana pra gente dar pros bichos comerem...
      Na foto abaixo o gordinho procurando as bananas e eu escondendo de sacana hahahah:

      Eu com minha camisa sexy que dão no parque (também deram pra gente novas no final do passeio, mas eu acho que tava incluído no pacote que compramos, só tinha esquecido esse detalhe...)
      As atividades foram... dar comida pra eles, dar um banho de lama (Se bem que isso eu não fiz certo por que eu comecei foi uma guerra de bola de lama contra as outras pessoas uhauhauha) depois levar eles pro rio pra tirar toda a lama acumulada e mais algumas fotos... também apreendemos a fazer um tipo de bola de comida pra elefantes... que eles tem poem pra socar a comida deles com o pé em uma alavanca ... você sai morto de cansado depois uhahua)..

      Olha o moedor ae em ciima...
      Ok depois voltamos pra cidade grande.. se é que pode se dizer que é cidade grande... e no outro dia a policia me pegou.  calma que eu não tava fazendo nada de tão criminoso assim, só caímos em uma blitz com as motinhas.... e como estávamos sem habilitação morrermos em uma multa de 500 bath...(50 reais por pessoa) duas coisas foram engraçadas nessa situação... eu parei a moto antes da blitz e a talandesa lá do restaurante  disse pra eu sair correndo com ela na contra mão de volta...  claro que não fiz isso... a segunda é que você paga a multa e depois eles te liberam pra andar com a moto, mesmo sem carteira....  só tem que ficar com o documento que eles te dão... inclusive te permite pilotar por 3 dias e se te pararem em outra blitz nesse tempo é só mostrar o documento:

      Não da pra entender bulhufas uhahuauha!
      Como não roubar seu carro em estilo tailandês:

      Ok mais templo, hora de ir pra Krabi.. que é Crab que é Caranguejo... Nossos trajetos de longa distancia voamos tudo pelas Low Cost asiaticas..... achei que seria mais barato do que pensei que ia achar o preço, mas também não foi nada tão caro... o problema era aquele medo de ter que pagar taxa por bagagem que na Asias as vezes sai mais caro do que a propria passagem... pra vocês terem uma idéia eu estava assim:
      Uma mochila mais o saco do PS VR que eu fui burro de comprar no começa da viagem e tive que carregar ele a viagem inteira praticamente.... não cometam esse erro.. 

      Em Krabi não tem muito o que fazer realmente... mas tem aquele templo que tem as duas cabeças de dragão em uma escadaria enorme.... que você pode ir de motinha subindo a serra com o cú na mão de novo huahuahua... pense em um cara tenso pilotando,, pior que pra subir a pista é larga, mas pra descer ela é mais estreita.... então os carros passam pertinho de você e não tem acostamento... tem um vão de onde desce a água da chuca.... só rezei até chegar lá embaixo kkkkk!
      Em Krabi da pra comprar um tênis nike oficial por 38 reais:

      Sqñ! hauhahua... olha que ese tal de jack é mais caro que o Nike...
      Continua....
       
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