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Jackson Lincoln Lopes

Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

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14 minutos atrás, Jackson Lincoln Lopes disse:

Po @Dan Wollker  valeu cara! Hoje vou postar mais uma parte!!!

Obrigado!!! Faltam 3 capítulos ainda (Emilia Romagna, Firenze e Paris).

show .. estamos no aguardo!

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Quarta-feira, 10 de janeiro de 2018.

Regione de la Emilia Romanga – Luogo molto speciale per me.

Este era nosso décimo dia na Itália. Só pra variar? Acordamos cedo! Próximo das 5h30. Nosso trem partia as 06h57. É, lá tem esses horários quebrados. Sabe-se lá porque. Não podemos tomar café no hotel, pois só serviria depois das sete da manhã. Mas, estávamos preparados, tínhamos as coisas que compramos no mercado.

Aqui, uma pausa: este foi o dia que deixei aberto até a noite anterior. Sou fanático por esportes, carros e corridas. Estava na dúvida entre ir a Maranello ou Ímola. Ferrari ou monumento Ayrton Senna? As passagens de Venezia a Bologna eu já tinha comprado há meses, mas falatva comprar Bologna – Modena ou Bologna – Ímola. Lá na Ferrari eu iria gastar bastante e seria estressante pegar trem e ônibus para chegar a Maranello, pois lá não tem trem. Embora um amigo aqui do fórum deu bastante dicas em seu relato e contou tudo certinho, ainda fiquei com medo. Dava tempo de ter ido sim para lá. Mas, resolvemos ir para Ímola.

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A pequena Imola: a cidade perdeu muito em turismo depois que a Fórmula deixou a cidade em 2006.

 

O dia começou a clarear por volta das 8 da manhã. E que dia! Só em Roma vi o sol tão radiante e forte como nesta manhã em Bologna. E ele nos acompanhou durante todo este dia na região da Emilia Romagna.

Chegamos em Bologna às 08h30. O trem não atrasou nada. A estação de Bologna parecia ser bem simplesinha. Assim que descemos fomos ao guarda volumes. Deixamos nossas malas lá. 6 euros por mala nas 5 primeiras hora + 1 euro por hora a partir da sexta hora.

Comprei a passagem naquelas maquininhas da Trenitalia. Super fácil. E pela primeira vez precisei covalidar a minha passagem, pois até então todos nossos bilhetes eram comprados da internet, que não necessita de tal mecanismo.

De Bologna a Imola era mias ou menos 30 minutos de trem regionale. A estação de Imola é pequetita de tudo. Parece rodoviária daquelas cidadezinhas do interior do nosso Brasil. Mas aconchegante. Estavam reformando para melhor conforto. Acho que tinha apenas 4 binários. Eu já tinha visto na internet a possibilidade de ir de taxi ou ônibus. Ah, os ônibus em Imola são estranhos, pequenos, com um pouco da roda de traz coberta (parecido com os Omegas antigos), mas... são elétricos! Por isso. O ônibus é bem mais leve. Como era menos de 3 km da stazione até o autódromo logo fomos a pé mesmo, claro. O dia lindo, a cidade bonita e só andar em linha reta, o convite estava feito a ir a pé.

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Autodromo de Imola!

 

Atravessamos a cidade e em menos de 30 minutos estávamos em frente ao autódromo Enzo e Dino Ferrari. Local onde Ayrton Senna da Silva perdeu sua vida naquele trágico acidente da Tamburello em primeiro de maio de 1994.

Eu sabia que tinha um museu no autódromo, mas parecia estar fechado embora as informações no site é que estivesse aberto naquele horário em que estávamos lá. Consegui ver apenas um carro da Minardi do Alonso de 2001 pelo vidro. O autódromo em si é aberto como o de Monza, pois é um parque também. Neste, não tem visitação como lá em Monza. Mas você tem acesso a algumas partes no interior do autódromo, menos a pista. São duas cercas de alambrado de contenção.

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Placa indicando o caminho para chegar ao monumento Ayrton Senna.

 

Pegamos uma rua que levaria em direção ao interior do circuito e logo já tinham placas falando onde era o caminho para se chegar ao monumento Ayrton Senna.

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Próximo a curva Tamburello.

 

Era um parque bem bonito, não tão belo quanto de Monza, mas ainda muito legal. Andamos uns 10 minutos e logo já vimos aquela enormidade de bandeira e um ou outro olhando a estatua do Senna. É um lugar tão simples, tão simples, que se não fosse pela quantidade de bandeiras deixadas no alambrado, poderia até passar desapercebido pelos menos atentos. Mas gente, aquele lugar carrega uma energia muito diferente. É indescritível. É um lugar único. Quem ama corrida, Fórmula 1 e se estiver perto: Vá! Sabe aquelas paisagens que você fica olhando e pensando na vida. Pois bem, fiquei uma meia hora parado olhando para tudo que é lado, a pista, o parque, a estátua, as bandeiras, para minha mulher e só pensava em uma coisa: por que ele se foi tão cedo? Não sei explicar se é um lugar triste, eu diria reflexivo.

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Por que você foi embora tão cedo?

 

Mesmo o tempo maravilhoso, estava um pouco frio, mais ou menos 8º C.Muitos idosos fazendo caminhada, mas a cada 5 minutos parava uma pessoa e ficava olhando a estatua do Senna, pessoas que moravam em Imola sabe. Pessoas que devem passar ali e admirar o cara ou também ficar pensando. Senna era um cara tipo o Michael Jordan, Roger Federer, Usain Bolt, Pelé, Messi, independente de clubismo ou nacionalidade, todos gostam pelo talento.

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Claro que também deixei minha marca ali, aliás, sigam no twitter @BlogdaIndy

Andamos no parque um pouco, mas eu estava louco de vontade de fazer o numero um. Cara, na Itália tem muitas fontes e bicas de água, mas banheiros são poucos. Isso é um problema. Ali do lado do monumento mesmo, tinham duas bicas e nada de banheiro. Aliás, próximo a curva Tamburello que hoje é uma curva bem leve passa um rio.

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Visão em 180º do monumento Ayrton Senna em Imola.

 

Saímos do autódromo e voltamos a estação pela mesma rua. Tudo que não é planejado, pode dar errado, né? Como disse, este dia tinha as variáveis. Eu pensava que gastaria o dia todo quase em Ímola, mas não. Meio dia já estávamos na estação e as 12h23 nosso trem chegou e as 13 horas já estávamos em Bologna.

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Atração móve: Porsche GT4 em Bologna hehehe

 

Bologna não estava em nosso roteiro para passear, apenas chegar na estação. Nosso trem para Firenze era apenas as 18h40, ou seja, teríamos a tarde toda em Bologna. Fomos ao centro da cidade e la pelas 13h40 almoçamos. O legal de Bologna é que assim como Torino, tem muitas calçadas cobertas, no frio, na chuva ou no calor ajuda e muito. Mais uma vez, fizemos tuidinho a pé. Andamos mais ou menos uns 3km de um lado ao outro tirando fotos e turistando. Fomos até a piazza maggiore, as torres de Bologna, fonte de netuno, enfim, as coisas ali do centro histórico mesmo.

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Melhor sorvete do mundo! VENCHI! Também em Bologna.

 

Já estávamos cansados, pois acordamos cedinho e andamos muito em Imola e Bologna, então, lá pelas 16h00 já fomos a estação e ficamos lá. Lembra que eu tinha dito que a estação era simplesinha no início deste relato do dia? Então, para os trens de alta velocidade foi construída uma parte nova os binários 17 ao 20 que são subterrâneos, coisa espetacular. Tudo novo! Banheiros gratuitos, primeira estação que vi isso. Em todas tínhamos que pagar 1,50 euros para usar os banheiros.

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Due torre di Bologna: lugar péssimo para fazer fotos.

 

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As duas torres e a Basílica de San Bartolomeu e Gaetano. Muito ruim tirar foto. É tudo apertado lá perto.

 

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Fontana del Nettuno

 

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Palazzio D'arcusio

 

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Ruínas históricas perto do Parco Montagnola.

 

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Basilica di san Petronio

 

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Parco Montagnola

 

Achamos um banco que tinha um carregador de tomada por perto e ficamos lá quase duas horas sentados na internet e vendo as pessoas. Eu tinha comprado bem antes os bilhetes do trem. Fomos de “primeira classe” pensa no conforto. Tinha até serviço de bordo incluso. Um show, só que a viagem era apenas 45 minutos.

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Nosso trem de Bologna Centrale/Firenze S.M. Novella.

 

Saímos da Emilia Romagna e chegamos a Toscana (que chato né? hehehe) nosso hotel era praticamente a 2km de distancia da estação Santa Maria Novella. Não ia pagar Taxi nem a pau. Lá fomos rodando as malas (eram 3). Nosso hotel ficava bem afastado do centro histórico, mas ficava no centro de Firenze. Perto daquele famoso restaurante Perseus (da bisteca Fiorentina). Peguei indicação aqui do fórum também. Chama-se Savonarolla. É simples, básico, tanto é que no Google maps aparece como albergue. Mas é um hotel duas estrela eu acho. Eu adorei. Jantamos ali por perto mesmo e descansamos.

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Jantinha típica italiana!

Gastos do dia:

€19,80 – Trenitalia: Venezia/Bologna – Comprado no Brasil.
€15,40 – Trenitalia: Bologna/Ímola/Bologna – Dinheiro.
€39,80 – Trenitalia: Bologna/Firenze – Comprado no Brasil.
€36,50 – Almoço – Dinheiro.
€25,00 – Guarda volumes (malas)
€7,00 – Sorvete – Dinheiro.
€35,00 – Jantar – Dinheiro.

Total: €178,50

 

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Bom dia. Muito bom seus relatos. Ajudam bastante.

Tenho umas duvidas

 

Romapass: tipo vc tem direito a 2 entradas grátis, mas depois tem direito a outras atrações com desconto. Como fez p ter esses descontos, pq teria q enfrentar fila p comprar os ingressos com descontos ou ainda tem vantagem do fura fila?

 

Horário q tem cafés nos hotéis em Veneza? E em geral na italia

 

Por onde vc comprou bilhetes das atrações e das passagens de trens?

As coisas q vc comprou aq do brasil que cobram em euros, tipo passagens vamos supor 100 euros. Vc paga com cartão de credito, mas paga smente os 100 euros convertidos na cotação do dia ou paga impostos extras?

Obrigado.

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@Jackson Lincoln Lopes Bom dia, estou pretendendo ir em Setembro para o Mundial de Vôlei Masculino que acontecerá nas cidades de Milão, Bolonha e Turim. Meu principal medo é não saber inglês e não falar italiano. Tem como desenrolar com o espanhol? Eles entendem o português? Obrigado e vou ler seu relato todo.

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2 horas atrás, arnobioxavier disse:

@Jackson Lincoln Lopes Bom dia, estou pretendendo ir em Setembro para o Mundial de Vôlei Masculino que acontecerá nas cidades de Milão, Bolonha e Turim. Meu principal medo é não saber inglês e não falar italiano. Tem como desenrolar com o espanhol? Eles entendem o português? Obrigado e vou ler seu relato todo.

Cara, boa tarde! Sim, muitos falam inglês sim. Estude um pouco o italiano. No YouTube você tirando meia hora por dia já vai conseguir fazer um grande avanço. Italiano é gostoso de estudar. Espanhol só encontrei nos hotéis da rede Íbis. Português é nulo. Não existe praticamente. Mas dá pra se virar sim mesmo sem saber.

Abs

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@vanio.tonussi 

RomasPass: como fiquei apenas 3 dias em Roma, só foi possível utilizar o RP apenas nas duas atrações inclusas no cartão. Sim, você tem descontos de 20% a partir da 3ª atração. Não sei quanto a questão de furar fila nessas outras atrações, acredito que tem sim algum benefício.

Horário do Café em geral que pegamos: 06h00 as 10h30. Mas a maioria começava as 07h. Na rede Íbis todos começavam as 06h.

Bilhetes de trem: www.trenitalia.com (existe o trenitalia.com.br que é uma "terceirizada" deles aqui no Brasil, mas não optei por eles).

Sim, tem o IOF (imposto) de 6,38% em qualquer compra internacional que fizer com cartão, seja pela internet ou lugar físico que esteja em qualquer parte do mundo. se você pagou 100 dólares em um produto, vai pagar 100 dólares do produto + 6,38 dólares de IOF. O meu cartão é da Caixa e ele tem a opção de escolher se quero pagar o valor da conversão no dia da compra. Acho isso muito interessante, pois assim você já sabe o quanto vai pagar no cambio. Meu outrao cartão do Santander não tem essa opção, apenas a tradicional forma de pagar no final do mês, o que pode ser um tiro no pé, pois você compra hoje algo de 100 dólares (com o dólar a 3,20 por ex.) e no dia do fechamento da fatura pode estar a 3,40, o que vai dar muita diferença.

Qualquer dúvida, pergunte.

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Oie, acompanhando...rs , engraçado como as percepções são diferentes né! Eu só bebi água da fonte 🤣,  não achei os italianos simpáticos não, pelo contrário, algumas vezes me senti mto mal tratada até, com o jeito deles, e o assédio ao turista mto grande na maioria dos lugares! Presenciei situações desagradáveis com outras pessoas, assédio pesado mesmo em Roma! Vou me animar e escrever o meu! 😁

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Oi Jackson! Andei um pouco sumida, mas estou de volta e acompanhando seu relato, que está muito legal! O meu irmão é fã de esporte também e acho que vai adorar ler! Ele adora visitar os lugares que estão relacionados a esportes (meu marido e eu não ligamos muito, engraçado).  Força aí pra continuar!

Também acho curioso o fato das percepções serem diferentes...Também só bebi água da fonte, mas lembro que quando fui a Espanha tinha lido que se podia beber água da torneira, mas o meu marido achou o gosto estranho e a gente acabou comprando água mesmo... Também achei o assédio aos turistas grande, mas talvez tenha sido a época que fui, muito mais cheia de visitantes, Veneza estava lotada! Achei os preços dos restaurantes de Veneza mais caros do que os de Roma (no geral)... e realmente os caras das floreszinhas são um porre!

Thati escreve o seu aí também!

Abraços!

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    • Por MatheusRedfield
      Oi gente, não sei se pode esse tipo de postagem mas queria saber: Vocês já compraram algo no Civitatis? deu certo? Vi umas excursões baratas lá e fiquei meio desconfiado. Vocês recomendam?
    • Por _Julia
      Janeiro de 2019 - altíssima temporada: estava com férias para tirar no estágio e com vontade de viajar. Há meses estava pensando em fazer um mochilão pela Itália com uma amiga, que logo pôs meus pés no chão por conta do preço das passagens. 
      No dia 20 recebi senhora promoção noticiada pelo Passagens Imperdíveis com os trechos SP x FCO x LIN x FCO x SP por 1.200 bonoros reais. Eu e meu pai compramos elas pelo Almundo e deu super certo! A reserva emitida pela Alitalia chegou algumas horas depois no e-mail.  Como a promoção apareceu na página apenas quatro dias antes do embarque, tivemos pouquíssimo tempo para nos programarmos, escolhermos hotel e etc.  
       
      24/01/2019 (dia 00) Viagem: RJ x SP x Roma 
      Saímos do Santos Dumont umas 11h da manhã e chegamos no Guarulhos menos de 1h depois em um voo bem ponte aérea da Gol. O voo atrasou um pouco, mas não tinha problema, já que a viagem para Roma seria só a noite. Embarcamos umas 22h na classe econômica da Alitalia. O avião era velho, algo que dava para perceber pela poltrona e pela tela do sistema de entretenimento. Mas a viagem foi tranquila, a comida era boa e o atendimento sem defeitos. 
       
      25/01/2019 (dia 01) Roma
      Nós chegamos à tarde em Roma e pegamos o trem Leonardo Express por 14 euros do aeroporto internacional Leonardo da Vinci - Fiumicino até a Termini.
      A imigração foi tão tranquila que o agente, que estava conversando com outro, mal olhou nossos passaportes. Inclusive, o carimbo saiu com a data errada. 
      Compramos o ticket em uma maquininha logo na área de desembarque já depois de pagar as bagagens e, na verdade, a única vantagem dele é a velocidade e o tempo menor de viagem. Fora isso... descobrimos que o ônibus é mais barato. São algumas companhias com guichês que ficam no lado de fora do terminal, vendendo os tickets por 5 ou 6 euros. Um exemplo é a Terravision.  
      Desembarcamos na Termini e fomos direto para o hotel fazer o check in. Ele ficava à alguns quarteirões em uma área cheia de barraquinhas de souvenir por 1 euro e etc., mas não muito bem frequentada durante a noite. O hotel ficava em um prédio residencial e era bem antigo, mas limpo e aconchegante. O dono, um senhor bastante atencioso, nos deu um mapa da cidade e circulou as principais atrações turísticas. Ele inclusive nos indicou um supermercado subterrâneo nas redondezas com um preço mais em conta. Também compramos nossos chips com 4g da Vodafone na loja deles na própria Termini. 
      Nas duas primeiras noites, nós ficamos no Hotel Aristotele. 
      Esse é o link com mais informações sobre o Leonardo https://www.alitalia.com/pt_br/fly-alitalia/news-and-activities/news/Leonardo-Express.html. A compra dos tickets pode ser feita no site da Trenitalia ou nas maquininhas já no saguão do aeroporto. 
       
      26/01/2019 (dia 02) Roma
      Acordamos bem cedo, tomamos café da manhã em um mercado que fica no subsolo da Termini e descemos para o metrô. Compramos o ticket diário de transporte por 7 euros e embarcamos na linha azul sentido Laurentina, mas tínhamos como destino final a estação Coloseo. 
      Essa é uma das grandes vantagens de ficar hospedada perto da Termini: o metrô. A estação dela é a que todas as linhas se encontram. 
       

      Mapa do metrô romano. Achei ele bem eficiente, mas a meio complicado no quesito de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Algumas estações estavam sem escada rolante e elevador, contando apenas com escadarias. 
       
      Já tínhamos lido sobre a imensa fila de turistas na bilheteria do Coliseu e a dica de entrarmos na do Palatino. Deu mega certo! Só haviam 3 pessoas na nossa frente e o ticket era o mesmo: Coliseu + Fórum romano + Palatino por 14 euros e com validade de 2 dias. 
       

       
      Visitamos primeiro o Coliseu e almoçamos no Carrefour Express próximo antes de irmos para os outros dois. Ah, é possível fazer múltiplas entradas com o ingresso, desde que sejam dentro dessas 48h desde a compra do ingresso. Sendo sincera, apesar de ser fã de história e tal e ser telespectadora #1 do History, senti falta de um guia. 
      Saímos do complexo no meio da tarde e demos de cara com uma avenida com estátuas de imperadores romanos, como Júlio Cesar. Ela dá na Piazza Venezia, chegando ao lado do imenso e branco monumento ao Vittorio Emanuele II, o primeiro rei da Itália unificada. 
       

       
      Seguimos nosso caminho à pé até o grandioso Panteão. Depois, fomos andando até a Piazza Navona, local de um dos pontos do Caminho da Iluminação de Dan Brown: a do elemento água. Lá também é onde fica a embaixada palácio brasileira na Itália, o consulado-geral e a Missão do Brasil na FAO. Nós infelizmente esquecemos da existência de um tour guiado pelo palácio às quintas. O agendamento para ele pode ser feito neste link: http://www.ambasciatadelbrasile.it/palacio/visita_guidata_por.asp. 
      Fomos até a feira Campo dei Fiori lanchar um típico sanduíche de foccacia de caprese e depois entramos no primeiro metrô que vimos para a Piazza del Popolo. 

       
      Localizada logo em sua entrada, a igreja Santa Maria del Popolo é outro ponto do Caminho da Iluminação: terra, localizada na Capela Chigi, feita por ninguém menos que Rafael. 
         
      A última atração visitada no dia foi a L O T A D A Fontana di Trevi, com a presença bem cara de pau dos pickpockets. Ela é bem longe da estação e rende uma boa caminhada. Já tinha anoitecido. 

      Minha tentativa de mostrar a quantidade de gente em um espaço surpreendentemente tão pequeno. Eu li que, pra tirar fotos boas e dignas de instagram, o melhor jeito é chegar bem de manhãzinha ou tarde da noite.  
       
      27/01/2019 (dia 03) Vaticano e Roma
      Precisávamos trocar de hotel que agora seria do outro lado da Termini, em uma região melhor localizada. Era um Airbnb também em um prédio residencial, mas mais moderno e limpo, com snacks e chás disponíveis para os hóspedes.
      Como era o último domingo do mês, algumas atrações estavam gratuitas, então resolvemos usar essa oportunidade para visitarmos o Museu do Vaticano. 

      Placa do Vaticano informando o calendário com os dias de gratuidade no ano de 2019. 
       
      A fila estava gigantesca, mas andou bem rápido e o museu é imperdível. Site: http://www.museivaticani.va/content/museivaticani/en.html.                                     
      Depois de sairmos, cruzamos a fronteira entre a Itália e o Vaticano e fomos na Praça São Pedro, ver o ponto do elemento ar. 
      Seguimos até o Castel Sant'Angelo, que custou 15 euros e, na verdade, apesar de toda sua história, arquitetura e etc., fiquei um pouco decepcionada com a falta de semelhança com oque foi apresentado no filme Anjos e Demônios. Se você comprar o Roma Pass, ele tá na lista de museus. 
       Saímos de lá já a noite e fomos jantar pizza no Panteão. 
       
      28/01/2019 (dia 04) Vaticano e Roma
      Voltamos ao Vaticano e gastamos a manhã toda na Basílica de São Pedro - após pegar uma longa fila e uma dolorosa e bizarra chuva de granizo. Assim como todas as igrejas de Roma, ela é gratuita. 
      Saímos dela e passamos o dia visitando cada canto do Vaticano, que é bem interessante! 
      Lanchamos em uma padaria subterrânea perto da estação de metrô Ottaviano antes de embarcamos para a Piazza di Spagna. Chamamos lá e PÁ, mas uma chuva gelada que depois se transformou em uma de granizo. 
      Por causa do frio beirando ao insuportável, voltamos ao Vaticano e ficamos por lá o restante o dia. 
       
      30/01/2019 (dia 05) Roma
      Recebemos a indicação de visitar a Trastevere, no outro lado do Rio Tibre, mas ficamos bem decepcionados. Pode ser devido a hora do dia e tal.  
      O que compensou a ida foi o Gueto judaico. Milhares de judeus ficaram confinados nele e posteriormente enviados para campos de concentração ao leste. Para visitar a sinagoga, é preciso de agendamento e um guia. É interessante observar também as plaquinhas douradas no chão indicando o local de moradia de alguns dos deportados, com as informações de onde e quando nascerem e para onde foram. 
       

      Placa em homenagem aos judeus romanos deportados para o campos de concentração no dia 16 de outubro de 1943. 
       
      31/01/2019 (dia 06) Roma (Fiumicino) - Milão (Linate)
      Desta vez nos acertamos e pegamos o ônibus até o aeroporto. A viagem foi supertranquila!
      Chegamos bem cedo no Fiumicino e, para nossa supresa, a Alitalia permitiu o despacho das bagagens com mais de 5h de antecedência. Todos os procedimentos de segurança foram tranquilos e rápidos e nós almoçamos em um restaurante de saladas por lá. 
      Chegamos em Milão pelo aeroporto de Linate, mais próximo da cidade e bem menor que o de Malpensa. Demos a sorte de pegar o último ônibus para a estação central (mesmíssimo esquema do que o de Roma). 
      Fizemos o check in no hotel. Foi engraçado e bastante esquisito: o check in foi feito em uma loja de rua, atendida por uns garotos na faixa dos 20 anos de idade, e o hotel ficava um pouco mais a diante, no outro lado da rua, em um prédio comercial. Era equipado com microondas, chaleira, máquina de café, torradinhas, geleias e cápsulas de café. Nós fomos achar um lugar para jantar, mas tudo nas redondezas já estava fechado.
       
      01/01/2019 (dia 07) Milão
      Acordamos com neve e saímos cedo e descemos para o metrô, no outro lado da rua do hotel. Fomos para o Duomo de Milão (a estação se chama Duomo mesmo), ainda fechado. O frio estava intenso (para dizer pouco... neve, chuva gelada e essas coisas) e estávamos com muita fome. Como tinha um Mc Donalds por perto decidimos que seria ali mesmo. Na verdade, acabou valendo a pena! O croissant custava 1 euro e o chocolate quente também tinha um preço bem acessível. Tinham alguns combos de café da manhã bem bons e em conta. 
      Terminamos de comer e fomos na Galeria Vittorio Emanuele e, uma das saídas dela, dá direto no Teatro Scala e a uma estátua do Leonardo da Vinci. 
      Tínhamos lido sobre a Panzerotti di Luini, famosíssima e decidimos experimentar. Só que ela abre um pouco tarde, então precisávamos fazer hora.
      Voltamos para a área do Duomo e entramos na La Rinascente, uma loja de departamentos bem chique, mas com uma loja de várias coisas bem legais no subsolo - de canetas à decoração de cômodos. 
      Enfim fomos comer na Panzerotti di Luini - eu pedi de Margherita e meu pai de Pistachio - e voltamos para o Duomo, já lotado e, devido ao frio, decidimos não encarar a fila. 
       

      Fomos almoçar pizza na estação central e embarcamos no metrô até o Castelo de Szforzesco.  
      Eu diria que ele é imperdível. Suas coleções são incríveis e o castelo em si é um espetáculo. O problema era o frio e o gelo no solo no lado de fora dele. O site dele é https://www.milanocastello.it/en. 

      Parte de fora do castelo. 
       

      Pietà assinada por Michelangelo. 
       
      Jantamos em uma cafeteria perto da estação central risoto a milanesa e frango a milanesa. 
      Acho que um dia em Milão foi mais que o suficiente.               
      O nome do b&b em que ficamos é I Am Here - Gioia 66, fizemos a reserva pelo Booking e duas diárias para duas pessoas custou 81,70 merkels. 
       
      02/02/2019 (dia 08) Viagem interna: Milão x Veneza Mestre
      Embarcamos para Veneza pela Italo umas 11h. A viagem foi mega tranquila e descobrimos que poderíamos descer na Mestre ao invés do nosso destino original, que era a Santa Lucia.   Chegamos em Mestre e fomos fazer o check in no hotel. Tínhamos reservado após a cancela do anterior já quase no portão de embarque do Guarulhos e a sorte que tivemos logo se tornou evidente. Ok, ele estava em obras, mas nos transferiram para um "hotel irmão" dele, localizado na Corso del Popolo, a rua principal e rota do ônibus que liga Mestre a Veneza que conhecemos. Perto do hotel também tinha um Mc Donalds, lanchonetes, supermercado PAM e outra rede ainda maior e mais barata.  
      Fizemos a reserva no Hotel Ambasciatori, mas acabamos ficando no Hotel Delfino. As cinco noites para duas pessoas no quarto Standard custou R$ 921,70. 
      03/02/2019 (dia 09) Veneza
      Compramos o ticket diário de transporte na recepção do hotel e fomos de ônibus até a ilha, passando pela Via della Libertá, o único modo terrestre de chegar até lá. 
      Chegamos na Piazzale Roma e subimos aquela estranha ponte de vidro que enfim dá acesso à ilha. 

      Ponte que dá acesso à Veneza. 
       
      Fomos andando pelas ruas e demos de cara com elas alagadas. Logo me toquei que estávamos presenciando a Acqua Alta: um fenômeno que ocorre no inverno com a subida do nível do mar, alagando partes da cidade durante algumas horas do dia. Mas tudo lá é preparado para isso: são montadas passarelas nos pontos afetados e camelôs vendem "botas" de plástico para proteger os sapatos. 
       

      Um dos canais transbordados. 

      Passarela montada ligando a galeria da praça ao Palácio Ducale. O chão já estava praticamente seco. 
       
      Ainda era bem cedo e as lojas estavam fechadas. Isso foi claramente um erro. Nós estamos acostumados a sair bem cedo do hotel para aproveitar bem o dia, mas percebemos que não seria o caso de Veneza. 
      Seguimos o trajeto e chegamos na Ponte di Rialto e seguimos até a Piazza San Marco, com poças d'água. 
       

      A famosíssima e belíssima San Marco alagada. 
      Um lugar interessante que fomos é o Theatro Italia, que fica no lado da Piazzale Roma de Veneza. É um supermercado dentro de um teatro desativado, que manteve sua arquitetura, pinturas e etc. É muito lindo! Eles ainda vendem doces típicos e com embalagens próprias do supermercado. Compramos uma caixa linda de torrone para trazer para o Brasil. 

      Infelizmente, não podia tirar foto dentro. 
       
      04/03/2019 (dia 10) Veneza
      Fomos no triste Gueto judaico - que na verdade são dois! O Vecchio e o novo. Uma curiosidade é que a palavra "gueto" surgiu lá. Durante a república veneziana, os judeus da cidade eram confinados dentro do bairro durante a noite, quando as pontes se levantavam, isolando-os das outras ilhas. Eles eram limitados à certos tipos de emprego e o uso de peças de roupa distintivas era obrigatório. Lembra algum outro episódio histórico? 
      O clima lá é um tanto mais pesado que o de Roma, por ser mais antigo e com mais monumentos dedicados aos judeus de Veneza deportados e mortos durante o Holocausto. A visita ao Museu Judaico precisa ser agendado. 
       

      Parede no gueto com placas com cenas da deportação e do Holocausto. 
       
      Muro em homenagem aos judeus venezianos deportados.     05/03/2019 (dia 11) Veneza
      Enfim: SOL!!!! 
      O dia amanheceu ensolarado e o cenário mudou totalmente! 
      Refizemos os trajetos e revisitamos os principais pontos turísticos como a San Marco - e a sua basílica -  e a Ponte dos Suspiros, os bairros da cidade, como a Accademia e o Dorsoduro, visitamos por coincidência o Museo della Musica, e a Santa Croce. 
       

       
      Fomos também na eleita pela BBC a livraria mais bonita do mundo, a Libreria Acqua Alta. Os livros, mapas e fotos ficam dispostos em banheiras, barris e gôndolas para serem protegidos das águas do canal. Eles vendem livros de diferentes gêneros, estados de conservação, preço e idiomas. Tem uns souvenires bem legais e diferentes, como fotos e mapas antigos da cidade. 
       


       
       
      05/03/2019 (dia 11) Lagoa de Veneza
      Compramos o ticket diário para o uso do Vaporetto por 7 euros em um dos seus guichês. Nos embarcamos na estação da Piazzale Roma. Vaporetto é o ônibus de Veneza, ou seja, um barco. Ele não é muito confortável e é um pouco lento e, dependendo da linha e do horário, pode ser bem cheio. Para Lido, há também o ferry. 
       

       
      São várias linhas e achei as rotas um tanto confusas.                    
      Começamos por Murano, com suas inúmeras lojas vendendo peças feitas com seu famoso vidro. Fiquei um pouco decepcionada com a ilha.. Os vendedores eram nem um pouco receptivos e tudo parecia ser meio artificial estilo engana turista
      Depois, seguimos para a calma e vazia Torcello antes de seguirmos para Burano, o ponto altíssimo do nosso dia.
      As casas são lindas e parecem ter saído de um filme. São todas coloridas. De longe, é a melhor e a mais linda de todas.  
       

      Árvore de natal em Murano feita com vidro de Murano, claro. 
       

      Murano.

      A fofa e calma Torcello.

      Burano. Eleita por mim a melhor ilha de todas e seria um crime ir até Veneza e não visitá-la. 
       
      Eu tinha lido sobre as praias de Lido e decidimos ir até lá conhecer. Já no vaporetto percebemos a ausência de turistas e a abundância de locais. Quando desembarcamos, não conseguimos achar as praias e só depois descobri que elas ficam no outro lado. Como estava frio e anoitecendo e Lido é um pouco longe de Veneza, resolvamos voltar. 
      Ficamos passeando pela principal linha de vaporetto que cobre o Grande Canal (!!!) e passa pelos principais pontos turísticos. Já estava de noite e confesso que fiquei um pouco decepcionada com a visão e com a vida noturna. Considerando que a gôndola custa salgados 80 merkels por passeio, pra quem quer economizar, acho que o vaporetto pode ser uma boa opção para ter uma visão de Veneza pelos seus canais.  
      Voltamos pra Mestre lá pelas 22h. 
      Obs.: quando estávamos indo para as ilhas, vimos as Dolomitas no horizonte. Fomos pesquisar no site de ônibus o preço das passagens e elas estavam bem em conta mas, infelizmente, não tinha mais data disponível nos dias em que estaríamos em Veneza, apenas no dia de regresso à Milão. 
       
      06/03/2019 (dia 12) Veneza
      Como meu pai era oficial da Marinha do Brasil, a parada no Museu Naval era obrigatória. 
      Enquanto ele estava lá, o meu plano original era ir no Palácio do Dodge, o Ducale, mas o ingresso era tão caro que acabei desistindo e fui para o Naval também. 
      SOBRE A COMIDA EM VENEZA: conseguimos achar perto da San Marco, uma rua cheia de lojas tipo Spoleto mas com sabores fixos. Os preços variavam entre 5 e 8 euros e eram uma delícia!!!! As pizzas lá também são baratas. Em Mestre nós comprávamos a janta no supermercado. Só no último dia que compramos uma pizza de cinco queijos, acho, em uma lanchonete em frente ao hotel. Custou menos de 10 euros e tinha até brie kkk Ou seja, dá para economizar em Veneza sim. 
       
      07 e 08/03/2019 (dias 13 e 14) Veneza Mestre x  Milão x Roma 
      Viajamos o dia inteiro e enfim chegamos à Milão umas 18h. Pegamos o ônibus por 6 euros para o Linate e lá ficamos a noite inteira esperando o momento de embarcar para Roma, que seria logo pela manhã. 
      Após longas horas de espera e com o aeroporto fechado, mas com gente dentro na mesma situação, o check in enfim abriu! O melhor de tudo foi que a moça da Alitalia conseguiu adiantar nosso voo para o primeiro da manhã. 
      E isso acabou fazendo toda diferença: a aduana do Fiumicino estava lerdíssima e entupida de gente. Nós, um pessoal de um voo para a Cidade do México e de outro para a Armênia quase não conseguimos embarcar. Mas acabou dando tudo certo. Conseguimos chegar no portão de embarque quando estavam anunciando o início dele. 
      Para SP, o voo, como sempre, foi tranquilo, apesar de diurno. Chegamos em Guarulhos umas 20h, alguns minutos antes do último voo do dia para a Cidade Maravilhosa.
       
      09/03/2019 (dia 15) São Paulo - Rio de Janeiro (Gol)
      Após mais uma noite em claro no aeroporto, salva pelo intenso movimento existente 24/7 no GRU e pela existência de um "hotel" que você pode alugar um banheiro por 1h dentro do aeroporto, embarcamos às 6h para o Santos Dumont. 
      UTILIDADE PÚBLICA: https://www.slavierohoteis.com.br/hoteis/fast-sleep-by-slaviero-hoteis/ O LINK DO TAL HOTEL. 
      ((((( em construção )))))
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Andre Mailson Melo de Oliveira
      Ola povo, estou organizando com a minha família uma viagem a Paris em 2021 (nao temos tanta grana entao temos que marcar mais pra frente pra dar tempode juntar o dinheiro kkkk).
      Além dos locais mais conhecidos, como a torre e o museu, quais outros lugares vocês indicam para vermos na cidade luz? Pretendemos ir na baixa temporada pra facilitar, eu pesquisei e em março é o melhor mês, confere isso? Alguém saberia se é um mês muito chuvoso? Ainda é um pouco frio considerando os padrões do sul do Brasil?
    • Por panda
      Meu primeiro mochilão pela Europa foi no longínquo ano de 2004 (mesma época em que entrei aqui no fórum).
      Acredito que a frase acima já lhe permita imaginar como minha viagem foi bastante diferente, levando em conta o quanto o mundo evoluiu em 15 anos.
      Sem mais delongas, vou citar abaixo 10 itens/coisas que levei em meu primeiro mochilão e que hoje poderia dispensar.
      As imagens são meramente ilustrativas.
       
      1. Câmera Fotográfica
       

      Eu sei exatamente o que você está pensando: em 2004 câmeras digitais já eram (quase) populares.
      Sim, já eram. Inclusive levei uma delas comigo (daquelas fininhas point and shoot).
      O problema é que minha câmera digital usava pilhas palitos que se desgastavam rapidamente.
      Além disso, meu irmão tinha uma câmera analógica semiprofissional da Canon e eu a levei acreditando que as fotos ficariam muito melhores do que na outra.
      A Canon era pesada, com uma lente grande...e não era fácil de guardar em uma mochila.
       
      2. Carregador de pilhas

      Mais barato do que comprar pilhas todos os dias para a minha câmera, eu comprei um carregador com 4 pilhas recarregáveis.
       
      3. MP3 Player

      Nada como ouvir uma boa música enquanto você espera o trem chegar...ou antes de dormir, depois de andar quase uma maratona para conhecer o maior número de pontos turísticos na cidade que se visita.
      Aliás, cabe salientar que meu mp3 player também usava pilhas palito.
       
      4. Despertador/relógio

      Levei dois relógios de pulso (um com o fuso do Brasil e o outro com o fuso local), mas descobri alguns dias antes da viagem que ambos tinham o som do alarme muito baixo (e eu o sono muito pesado).
      Diante deste problema, corri para uma loja de 1,99 e comprei um despertador (só pra garantir...sabe como é...).
       
      5. Lanterna

      Quando você dorme em um quarto com 8 ou 10 pessoas que você não conhece, é sempre bom ter uma lanterna pra encontrar o caminho do banheiro ou algum item perdido na sua mochila bagunçada.
       
      6. Dicionário

      Como já tinha certo conhecimento da língua inglesa, levei comigo um dicionário português/francês, pois passaria por 3 países francófonos.
       
      7. Diário de viagem

      Para guardar boas lembranças, além de registrar informações importantes (que depois compartilhei aqui no fórum), levei um caderno ou diário de viagem. Tenho ele guardado até hoje.
       
      8. Guia de viagem / mapas em papel /outros tantos papéis

      Levei um livro/guia de Amsterdã que emprestei de um amigo, além de várias páginas impressas com dicas que encontrei na rede (como ir da estação de trem/aeroporto até o hostel, principais pontos turísticos, onde comer gastando pouco, etc).
      Lembrando que o mochileiros.com tinha apenas 2 anos na época e a internet ainda não dipunha de tantas informações compartilhadas entre viajantes.
      Além disso, me utilizei de vários mapas em papel que ganhei ou comprei pelo caminho.
      Sem falar, é claro, nos tickets de trem/ônibus/avião que eu precisava guardar em minha mochila.
      Enfim...muitos papéis.
       
      9. Roupas em excesso / Peso em excesso

      Ainda que o mochilão tenha ocorrido no inverno, calculo que levei quase o dobro de roupas que eu efetivamente usei. Lavei algumas peças nos hostels e outras nem cheguei a usar.
      Isso impactou principalmente no peso de minha mochila (e em dores nas costas).
       
      10. Kit de costura

      Pensei muito se incluía ou não este item na lista, pois ele efetivamente salvou a minha vida (metaforicamente, é claro).
      Em razão do citado excesso de peso em minha mochila, somado ao fato desta não ser de uma qualidade muito boa, sofri um acidente quando aguardava meu trem na estação de Bonn, na Alemanha.
      Minha mochila simplesmente rasgou o fundo, despejando minhas coisas diante de uma plateia de alemães incrédulos com a cena.
      Embora inicialmente desesperado, vi o kit de costura no chão e o usei para costurar minha mochila.
      Entretanto, não foi tão fácil assim.
      As linhas do meu kit eram de má qualidade e quebravam quando eu tentava costurar um material tão duro quanto a mochila. Diante de tal infortúnio, não tive dúvidas: costurei com algo muito mais resistente, fio dental.
      A mochila ficou feia, mas aguentou o resto da viagem sem problemas.
      Pensando melhor...talvez seja bom manter o kit de costuras...
       
      Enfim, esta é a minha lista.
      É fácil perceber que o smartphone substituiu a maioria destes itens que citei, dentre outros que acabei não citando aqui (talvez em uma parte 2).
      E você? O que não levaria no seu próximo mochilão?
       
    • Por Beaoli
      Estou organizando uma viagem entre alguns lugares da Europa. Não pretendo me locomover de avião entre eles. (Apenas pra chegar na Europa). Alguém poderia me ajudar dizendo qual é a melhor opção para deslocar entre eles? Barco, trem ou ônibus?
      Trecho 1
      Londres - Paris
      Trecho 2
      Paris - Lugano
      Trecho 3
      Lugano - Barcelona
      Trecho 4
      Barcelona - Palma de Mallorca
      Trecho 5
      Palma de Mallorca- Lisboa
      de Londres a Paris, pensei em ir pela Mancha, mas não achei preço apenas de ida do barco
      alguém pode me ajudar? Desde já obg!😊


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