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Jackson Lincoln Lopes

Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

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É verdade que Roma se fala várias línguas, mas no resto do pais sobretudo Napoli,apenas italiano? 

Esse ingresso de 56 euros no Vaticano dá direito a visitar o que?

Como é esse Roma Pass?Comprando pela net não tem que ser roubado no IOF?

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@D FABIANO

1 - Não fui a Napoles, Fabiano. Sempre ouvi que o sul é menos desenvolvido e tal e que se fala menos inglês. Mas, acredito que comércio (lojas importantes. Importantes, não apenas caras), atrações e estações ferroviarias falam inglês sim.

2 - Esse ingresso do Vaticano de € 28 por pessoa deu direito a ter prioridade na entrada e áudio guia.

3 - RomaPass tem 48 horas ( € 28,50) e 72 horas ( € 38,50).

Optamos pelo de 72 horas já que ele te oferece 72 horas de transporte público "gratuito" por 3 dias e mais 2 atrações inclusas, no caso as nossas foram o Coliseu e o Castelo Sant'Angelo. Só de ingressos cada um gastaria € 28. Não perdemos nenhum minuto em nenhuma das duas atrações. Além disso, o RomaPass te dá desconto para entrar em todos os museus de Roma. Eu acredito que vale e valeu muito a pena para nós. Já vi pessoas dizendo que não vale a pena. Penso que vai de cada um.

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Quinta-feira, 04 de janeiro de 2018.

Milano! Quanto sei elegante?

Conforme no final do relato de Roma, fomos a Trevi, tiramos fotos e voltamos para o hotel em torno das 08h00 da manhã. Ficamos uma hora lá no café, porque nosso trem seria apenas as 12h20. Fomos para o quarto, arrumamos as coisas e check-out feito, fomos a Termini.


Fizemos varias trocas de metros na estação Termini nestes três dias, no entanto, não fomos nenhuma vez para a área dos trens. Então fomos um pouco mais cedo. Chegamos na estação próximo das 10h00 e ficamos esperando, esperando, esperando...esperando mais. Detalhe, no chão. Percebi que na Itália nas grandes cidade não tem bancos nas estações, acho que justamente para diminuir o fluxo de pessoa. É muito fácil pegar os trens na Itália. Foi minha primeira experiência. Iria de Roma a Milão, no entanto, o trem que pegaria seria de Nápoles a Torino. Então, importante olhar o número do trem, não o destino final. No telão, não dizia que meu trem iria para Milano e sim Torino. Binários são as plataformas, como eles as chamam lá. Termini tem se não me engano 24 binários e 5 portões para entrar. No telão também aparece em qual portão você tem que entrar. Geralmente eles dividem tipo: Portão A (binário 1 a 5), Portão B (binário 6 a 10)...

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Milano Centrale: painel com o horário dos trens.


Os trens de viagens distantes costumam ser bem cheios e também os usuários levam muitas malas. Estávamos com três malas. As duas de “mão” colocamos sobre nossa cabeça no “bagageiro”, mas a grandona colocamos em um lugar especifico no fundo do nosso vagão. A toda hora passa avisos na TV do trem para cuidar da sua bagagem que eles não se responsabilizam por roubos. Então, fique de olho e seja esperto: entre rápido no trem para encontrar lugar com espaço para colocar bagagens grandes. Teve gente que entrou e não encontrou lugar, ficou pelo meio do corredor mesmo. Ai quando passava o serviço de bordo, era um transtorno.

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Estação Milano Centrale.

 

Como disse na introdução deste tópico, os trens não atrasam. Um ou outro que aparecia no painel alguns poucos minutos de atrasos de 5 ou 10, no máximo. A viagem de trem foi fantástica. Nada a reclamar. De Roma a Milano paramos em Firenze e Bologna para descer e subir gente. O trem saiu exatamente as 12h20 como estava no bilhete (como compramos pela internet não foi preciso covalidar as passagens, caso comprasse lá na hora, mesmo no guichê oficial da Trenitalia, seria preciso).
As 15h40 chegamos a Milano Centrale, esta com certeza a estação de trem mais bonita que vi em toda a Itália. Em Roma estava um friozinho gostoso. Um frio como se faz em Ponta Grossa/PR (cidade na qual moro e trabalho) durante o inverno. Em Milano, a história era outra. O frio era outro! Próximo das 16h estava 5º C, não tinha sol.

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Estação Milano Centrale.

Nosso hotel seria o Íbis Milano Centro. Os recepcionistas falam francês, inglês, alemão, espanhol, chinês e italiano, claro! O português? Sem chance, mas mistura-se italiano com inglês com espanhol e tudo se resolve. Da Milano Centrale até este Íbis, são mais ou menos 12 minutos de caminhada com malas. Descansamos um pouco e logo saímos. Percebi que ali na região central existem muitos “tran” (bondinho) que circulam junto com os carros nas ruas.

 

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O belo Duomo di Milano.

 

Como Milano não tem muitos pontos turísticos fomos direto ao Duomo, assim conheceríamos as ruas da cidade e a principal atração da cidade. Os milaneses são realmente o povo mais elegante da Itália. As pessoas se vestem muito bem. O frio estava pegando. No caminho vimos um acidente entre um bondinho e um carro que faz transfer para um hotel. Passamos por um parque e por avenidas com grandes lojas. Chegando próximo ao Duomo tinha muito movimento nas ruas, mas nada comparada a Roma.

 

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Galeria Vittorio Emanuelle II

 

Antes do Duomo, avistamos o quadrilátero história da Galeria Vittorio Emanuelle. Entramos e só olhamos, claro. Qualquer coisa ali era próximo dos 2 mil euros. Bolsas da Louis Vuitton, camisetas caríssimas da Ferrari, Prada, enfim. Tinha alguns restaurantes ali com preços acessíveis, nada de assustador. Poderíamos ter comido ali mesmo, mas queríamos ver o Duomo e fomos na piazza del Duomo. Ficamos ali alguns minutos admirando o belo monumento. Jantamos com vista da lateral do Duomo em uma das muitas calçadas cobertas por ali, como se fosse uma galeria. Há muito o que comer neste canto de Milão, quase tudo massa, lógico.

 

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Jantinha: Pasta!

Encontramos um Carrefour Express por perto para comprar água. Uma coisa que esqueci de falar sobre Roma. Em nenhuma fonte bebemos água das bicas. Em Milano também não e em canto nenhum. Eu sinceramente senti um gosto ruim das fontes. Bebemos água das garrafas normal. Comprávamos no mercado todos os dias água de 1,5 ou 2 litros. Custava em média de trinta a sessenta centavos.

 

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Modernidade em Milano.

 

Como fomos a pé, voltamos? A pé também. Fomos conhecendo a cidade mesmo. Quanto mais andávamos pela Itália, mais no sentíamos seguros. Não encontrávamos pessoas de cara feia pedindo ou querendo seguir. A sensação de segurança era incrível. Não tinha hora. Observamos policiais em todos os cantos e sempre perto dos monumentos históricos o exército estava presente.

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Ainda no clima de Natal!

 

Ah, vale um ressalva que nesta hospedagem que tive no Íbis em Milano, eu utilizei 6000 pontos Accor Hotels Le Club. Então, consegui 120 euros de desconto. A cada 2 mil pontos, você consegue 40 euros em desconto.

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Loja da Ferraro no quadrilátero histórico de MIlano.

€213,00 Hotel Delle Province – Dinheiro.
€79,80 – Trenitalia: Roma à Milão – Comprado no Brasil.
€133,20* – Hotel Íbis Milano Centro – Comprado no Brasil (*Pontos Accor Hotels)
€34,00 – Jantar – Dinheiro.
€3,50 – Carrefour Express – Dinheiro.
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Total: €463,50

 

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Sexta-feira, 05 de janeiro de 2018.

Torino, che freddo!

Dia de acordar cedo em Milano. Depois de saborear o ótimo café da manhã do hotel Íbis Milano Centro e encontrar vários brasileiros neste local, fomos rapidinho a Milano Centrale, pois nosso trem era para Torino às 07h40. Chegamos com apenas 10 minutos de antecipação na Milano Centrale, mesmo sendo grande, não é a loucura que é Roma Termini. Lembra que disse que apenas uma vez o trem atrasou em nossa viagem? Pois bem, foi nesse trajeto Milano/Torino. O trem saiu as 07h55. Este trem faria a mesma rota da nossa viagem. Já estava lá no binário parado. Não entendi o porque da demora. Mas enfim, fomos. A viagem até Torino tem duração de 1h50. Como o trem atrasou, no meio do caminho o maquinista ganhou um pouco de tempo acelerando mais o trem. Chegamos apenas 5 minuto atrasados e paramos na estação Porta Sussa, segunda estação de trem mais importante de Torino. A maior e mais importante é a estação Porta Nuova.

 

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Chiesa di Santa Cristina e San Carlo Borromeo

 

Se em Milano estava frio, em Torino estava bem pior. Com certeza o lugar mais frio de toda nossa viagem pela Europa. Chegamos lá com 3º C e a noite fomos embora com praticamente zero graus, mas a sensação termina era de menos, pois estava impossível ficar sem gorro na rua. Nos lugares internos, estava tranquilo.

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Frio pra caramba em Torino.

 

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Na Itália ainda existem muitos postos da Esso. No Brasil todos viraram Shell/Cosan.

 

Tínhamos nossa agenda cheia em Torino, infelizmente não pudemos conhecer quase nada da cidade. Vi pela internet vários lugares legais para se visitar. Mas ficar fora (na rua) também seria difícil com tanto frio. Nosso primeiro destino seria o Allianz Stadium, bem ao norte da cidade. Ainda na estação Porta Sussa, compramos o bilhete integrado para turista de 24 horas por cinco euros. Podíamos andar de metro, ônibus e tran. Realmente achei bom o preço de transporte tanto em Milano quanto em Torino. E usamos esse bilhete heim! A primeira vez que usamos foi lá na estação mesmo onde passa o metro e fomos até a estação Masaua. De lá, entramos na circular 72 que nos deixou uma esquina antes do grandioso estádio da Juventus. Tivemos que dar a volta em torno de todo o estádio para entrar. Já era mais ou menos 10 da manhã. Perdemos um pouco de tempo esperando o ônibus e para fazer o tour no estádio, que seria as 12h00. Antes do tour, visitamos o museu da vecchia signora. Para quem ama muito futebol como eu, foi super legal. O estádio que vejo todo domingo na ESPN e Fox Sports, lá estava eu. Dentro dele.

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O moderno e belo Allianz Stadium

 

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Inevitável não mostrar esse escudo aos italianos né!

 

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The Champiooonnnsssss!

 

O tour poderia ser todo inglês, mas falei para o guia que eu compreendi ao italiano melhor (e é verdade mesmo). O tour também demorou pra caramba, foi uma hora exata. Passamos por vestiários, sala de imprensa, fisioterapia, camarotes Vips, e claro o campo (não podendo pisar na grama).

Quando saímos do estádio, caia uma fraca garoa que ajudava a congelar mais ainda. Por sorte eu estava com um meião de futebol (desses de jogar mesmo) e uma meia sobre ele, como faço quando jogo. Minhas pernas estavam bem aquecidas. Saímos do estádio e logo pegamos a mesma circular 72 para a estação Massaua. Entramos no metro novamente e fomos ao centro comer.

Já eram 14h30 quando almoçamos. Almocinho simples e fraco, pedaço de pizza. Não podíamos perder tempo. As 18h40 nossa passagem de retorno a Milano estava em mãos, não podíamos perder. Entramos no metro e fomos até o Museo dell’automobile di Torino. Realmente seria um tiro no escuro. Tinha visto pela internet sobre o museu e vi que tinham carros de Fórmula 1. Isso me interessava. O que eu não sabia, é que minha mulher e eu estávamos a beira de entrar em um dos museus mais legais de toda a viagem.

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Algumas das Ferraris no museu do automóvel de Torino, mas tinha muito mais F1...

 

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...como esta Lotus do Ayrton Senna da inesquecível primeira vitória dele em 1985.

 

O museu é interativo, tem carros de todas as épocas e de todos os tipos. A visita não é guiada. Você pode ficar o tempo que desejar lá dentro. Todas as salas são contextualizadas com época e fatos, não se tem apenas o carro lá parado. Estava morrendo de medo da Niceia não gostar, mas ela adorou.

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Palazzo Madama.

 

O museu fica na última (ou seria primeira?) estação de metro, Lingotto. Mais ou menos uns 8 minutos da estação Porta Nuova. O metro de Torino é novinho, curto e pequeno. Não é como esses metros de São Paulo, Rio, Roma, Paris que cabem varias pessoas. São pequenas, poucos vagões e cabe poucas pessoas sentadas. Eles são estreitos. Você não vê os trilhos, pois tem uma espécie de portas que te impedem de ter acesos aos trilhos. As portas desta estrutura abrem e chega o metro para você entrar nele. Bem seguro. Sem chance de suicídio por ali.

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Torino também estava no clima de Natal. Árvores bem legais na Itália.

 

Descemos na estação Porta Nuova as 17h. Ainda não tínhamos visto nada de atração da cidade. Eu iria no museu egípcio e tiraria o museu do automóvel, ainda bem que não fiz isso. Pois eu amo carros e corridas. De frente a estação Porta Nuova, fica a principal rua de Torino, a Via Roma. Todas as lojas famosas da Itália e do mundo tem nesta rua. O mais legal dessa rua é que as calçadas são todas cobertas, pois é como se estivesse andando embaixo de prédios.

Fomos até a principal estação de Torino, mas só passamos na frente e tiramos algumas fotos: Mole Antonelliana, onde fica o museu nacional do cinema italiano. Voltamos pela Via Giuseppe Verdi (também toda coberta) pois aquele chuvisqueiro continuava. Por sorte, todas essas calçadas eram cobertas.

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Mole Antonelliana: cartão postal de Torino.

Chegamos a um monumento histórico: Armeria reale, um museu com muitas armas, mas não entramos. Só na frente. Não tínhamos tempo. Queria ir ao Duomo di Torino também (ou cattedrale metropolitana di San Giovanni Battista), que não é tão espetacular como em Milano e Firenze, mas faltou tempo. Era tão pertinho dali, mas não fomos. Uma pena.

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Armeria reale - Torino.

 

Na volta pela Via Roma vimos uma loucura em todas as lojas. Tinha começado o Saldi em Torino naquele inicio de noite. Já eram 18h. vimos uma Zara lotada de gente. E a Niceia quis entrar. Estávamos a uns cinco minutos a pé da estação de trem. Combinei com ela de 18h20 estar no caixa da Zara, pois tinha muita, mas muita gente mesmo. Uma doidera. Consegui umas camiseta bem baratas por 7 euros. Realmente roupa vale muito a pena na Itália.

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Via Roma (sentido centro histórico/estação Puorta Nuova).

 

Fomos a estação e como tínhamos comido pouco, comprei alguns cornetos no McDonalds da estação. O trem saiu rigorosamente as 18h40. Em nosso vagão, só nos dois. Depois os funcionários (um casal) da Trenitalia chegou e sentou perto de nós. Não conversamos, estava com medo de ser muito fraco em meu fraco italiano.

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Stazione Torino Porta Nuova

 

Chegamos em Milano as 20h30 e as 21h00 já estávamos no hotel tomando banho. Ainda tínhamos que jantar, pois o almoço foi fraco e comi alguns salgadinhos San marco (muito bom, melhor que Elma chips).

Aquela garoinha chata de Torino também nos acompanhava em Milano. Quase 22h e nós andando pelo bairro do hotel em busca de um restaurante. Muita coisa chinesa e tailandesa mas queríamos um típico italiano nesta noite. Depois de andar uns 15 minutos e já estarmos indo em direção ao hotel, encontramos um restaurante tipicamente italiano chamado de One Way della speranza.

Atendimento maravilhoso! Preço normal da Itália! Som na altura ideal. Comida espetacular. Escrever esse relato está me dando mais fome do que saudade de viagem, aliás, saudade da comida italiana. É tudo de bom. Como comemos bem nessa viagem. Tinha lido muita coisa a respeito que no norte da Itália sobretudo em Milano, as comidas seriam mais caras, sinceramente achei o mesmo preço que em Roma. Em Torino, o pouco que vimos, idem.

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Menu do restaurante.

 

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Jantar maravilhoso: gnocchi di pomodoro + patate frite + risoto gamberetti.

 

Chegamos um pouco tarde no hotel, quase meia noite. Estávamos em um ritmo alucinante dormindo pouco todos os dias para aproveitar. Sem sono fomos no hall do hotel na internet, pois a internet nos hotéis italianos achei bem fraca. Voltamos para o quarto quase uma da manhã. Não tínhamos compromisso na parte da manhã, apenas visitar o Duomo, mas nada de horário marcado. Então, iríamos acordar mais tarde um pouco. Um pouco.

Gastos do dia:

€10,00 – Metro de Torino – Dinheiro.
€38,80 – Trenitalia: Milano/Torino/Milano – Comprado no Brasil.
€8,50 – Almoço – Dinheiro.
€44,00 – Juventus Stadio e Museo – Dinheiro.
€24,00 – Museo dell’automobile – Dinheiro.
€5,00 – McDonald’s – Dinheiro.
€33,50 – Jantar – Dinheiro.
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Total: €163,80

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Sábado, 06 de janeiro de 2018.

Giorno del gioco! Milan sempre per te!


Acordamos um pouco mais tarde, primeiro dia da viagem, afinal nos outros oito dias anteriores estávamos acordando cedo. Não acordamos muito tarde. Próximo das oito da manhã. Depois do café saímos em direção do Duomo. Naquele primeiro dia apenas passamos na frente a noite, hoje, era dia se subir até o topo dele. Na Itália sempre as informações e vendas de ingressos ficam próximo das atrações, nunca dentro delas ou em barraquinhas.

 

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No teto do Duomo.

 

Compramos o ingresso que daria direito para subir no topo/telhado/teto, como preferirem. Estava meio úmido, todo cuidado era pouco, por mais que fosse seguro, era melhor ir com calma e cuidado. Em Roma vimos um chinês se contorcendo de dor após torcer o pé no fórum romano (eu vi ele caindo) e no Vaticano uma senhora caiu naquelas famosas escadas em espirais e foi atendida por três médicos. Para nossa viagem continuar tranquila, fomos com calma. Ficamos mais ou menos uma hora ali em cima. Havia inclusive grupo de brasileiros com guia em português. Até escutei um pouquinho das informações.

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Detalhes da arquitetura gótica do Duomo.

 

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Detalhes da imagem no topo do Duomo. Como disse antes, alguns monumentos sempre em obras.

 

Milano com certeza foi a cidade da Itália que mais encontramos brasileiros. Tem uma visão panorâmica da cidade muito bacana lá no teto da catedral, o tempo estava nublado e tinha um pouco de nevoa, então não era possível ver locais tão distantes.

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Vista para o lado residencial de Milano.

Ah, nesse dia optamos por comprar o bilhete de transporte urbano como em Torino, valido por 24 horas, podendo usar circular, tran e metro. Diferente de todos os metros da Itália, de Santiago, de Paris, de São Paulo e do Rio (locais que já usei o metro), em Milano você precisa ter o ticket do metro para sair das catracas, ou seja, se você não guardar o bilhetinho, você terá problemas para sair das estações. Para nós não era problema, pois estávamos com o bilhete de 24 horas, então não iríamos jogá-lo fora mesmo. Vi muita gente utilizando o bilhete normal de um metro apenas e jogando o ticket no chão após sair da estação. Lá também tem gente sem educação, em menor quantidade, claro. Mas tem.

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Piazza San Siro nas proximidades do estádio.

 

Como nós fizemos o café da manhã lá pelas 9 da manhã, não almoçamos. Ficamos vendo algumas lojas ali perto da piazza del Duomo e la pelo meio dia fomos ao San Siro assistir o jogo do Milan.

Tentei comprar o ingresso pela internet de todas as formas, pois poderia escolher o lugar e economizar 10 euros comprando antecipadamente. Não sei o que acontecia que o cartão não passava. Liguei no Santander (ainda no Brasil) e não resolvia meu problema. Dizia que a data de validade do cartão estava incorreta, mas comprei ingressos para o Louvre e para a Torre Eiffel pela internet no mesmo cartão, com a mesma validade. Não sei o que houve, se era o site ou o que. Enfim, comprei na bilheteria do estádio, ou melhor. Quase.

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Todo feliz por pensar que entraria no estádio San Siro.

 

Chegamos no estádio exatamente às 12h45, um pouco mais de duas horas antes de começar a partida do Milan contra o Crotone válida pela 20ª rodada do campeonato italiano. Olhei o estádio por fora, lindo, maravilhoso, comprei um cachecol do Milan e as 13h abriram os portões para dar inicio a entrada dos torcedores. Fomos a bilheteria. Até chegar na bilheteria inúmeros cambistas queriam vender ingressos. Claro que não comprei né (na Argentina um ano antes comprei de cambista e deu tudo certo, mas jurei a mim mesmo que não faria mais isso). Na bilheteria pedi dois ingressos, escolhi o lugar e tal. Quando “Il tuo documento per favore, il passaporto”. Cara, gelei na hora. Disse “senza passaporto”, por sorte estava com minha identidade do Brasil (expedida em 1997, quando a foto era preta e branca e tinha muito cabelo, mas com cara de criança) ele foi a um superior dele e com muita conversa viu que éramos turistas, ok, liberaram. Respirei aliviado. Mas ai veio o problema. A Niceia não estava nem com a identidade dela. Resultado? Não podemos comprar. A Niceia perguntou se eu queria ver o jogo e ela ficaria la fora. Eu disse lógico que não né. Já tinha desistido do jogo, quando olhei no relógio era 13h10. Falei, vamos tentar ir buscar os passaportes no hotel. Se chegarmos até as 14h no hotel, da tempo de voltar, pois a bilheteria fechava as 15h (horário do apito inicial). Por sorte tem uma linha (roxa) novinha de metro na porta do estádio (na realidade uma esquina antes, uns 300 metros). Eram 15 estações de metro até nosso hotel. Saímos da estação San Siro linha roxa e fomos até a linha vermelha na estação Porta Venezia. Além de andar mais 6 minutos no hotel e gastar mais 5 minutos lá dentro. Saímos do hotel com os passaportes em mãos às 14h50. Falei, vai dar tempo de sobra. Mas vamos nos manter em ritmo acelerado. Pensa em uma loucura chegando no estádio de metro. A estação nova, é como em Torino, o metro é pequeno. Parecia que era de graça de tanta gente que tinha. Estava tipo em horário de pico em SP. Mas o metro lá é quase a metade do tamanho. Uma mão eu ficava na carteira e a outra no celular. Nem tinha onde segurar.

Chegamos as 14h40 na bilheteria, compramos o ingresso finalmente com o passaporte.  O chuvisqueiro apertava. Não podemos entrar com pau de selfie e nem água. Tivemos que jogar no lixo. Entramos, era enorme para achar nossos assentos. No que sentamos o jogo começou.

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Estádio San Siro, em Milano: AC Milan 1 x 0 Crotone.

O jogo não foi dos melhores, o time do Milan está péssimo este ano, mesmo contratando Bonucci, Biglia, Kalinic, Borini. O ex zagueiro da Juventus fez o único gol da partida – Bonucci 1x0 no fraco Crotone. Deveria ter mais ou menos umas 40 mil pessoas no estádio.
Atrás de nós, havia uma família de brasileiros de Minas Gerais. Conversamos um pouco, o rapaz que estava lá também era louco por futebol.

Saímos exatamente quando deu 45minutos do segundo tempo, para evitar a massa saindo do estádio. Pegamos o tran pela primeira vez em Milano. E nos deixou no centro, próximo da estação Montenapoleone. Resolvemos entrar no metro ali e descer na Porta Venezia. Estávamos com fome né, afinal, não almoçamos. Encontramos um restaurant da Renzo e Lucia, pizzeria forno a legna. Foi ali mesmo que pedi uma pizza chamada Italia e a Niceia uma lasanha bolonhesa. Pedimos vinho, batata frita e água.

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Como não amar essas massas italianas?

 

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Scusami, il conto per favore!

 

Demos umas voltas no comércio ali perto da corso Venezia e olhamos umas lojas. Passamos em um mercadinho e fizemos a comprinha de água e salgadinhos.

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Próximo a alguma estação de Metro.

 

Chegamos mais cedo ao hotel e desmaiamos, o cansaço começava a aparecer, por um lado foi bom ter um dia mais curto, nem por isso deixou de ser intenso.

Gastos do dia:

€9,00 – Metro – Dinheiro.
€80,00 – Milan x Crotone – Dinheiro.
€35,00 – Jantar – Dinheiro
€5,00 – Mercado – Dinheiro.

Total: €129,00

 

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@Lulusilveira Obrigado!!! Jajá coloco mais uma parte do relato! Semana que vem é minha última semana de férias. Se eu não fizer isso logo, não consigo terminar. E tudo está tão vivo em minha mente que lembro de tudo. Foi tudo maravilhoso. Você vai amar a Itália. Não tem como não gostar daquele lugar. Juro que me da vontade de largar tudo e ir pra lá. Mas pelo que conversei com alguns brasileiros na Itália e pelo que vi nas ruas, não está fácil a questão de empregos.

Eu vi apenas um lugar dizendo que havia vagas de trabalho. Um restaurante em Venezia.

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    • Por supermandigo
      Bom dia pessoal,
      Sou novo aqui e estou com uma dúvida. Estou indo pra uma eurotrip curta de 9 dias. Saio dia 29/03 de campinas e chego em paris 30/03. O vôo de volta está marcado para 07/04.
      Estava pensando em conhecer Paris, Londres, Bruxelas e Amsterdam (tinha pensado em 2 dias por cidade). Vocês acham que é possível fazer isso ? Bruxelas não é primordial. Tinha pensado em excluir uma cidade pra conhecer alguma cidade alemã, mas ainda não decidi.
      Gostaria da opinião de vocês para um roteiro de 9 dias chegando e saindo por paris. 
      Agradeço a todos e grande abraço.
    • Por Thaís Liege
      Resolvi fazer esse relato pra contar sobre a minha viagem para a Itália entre dezembro/2018 e janeiro/2019, desde os preparativos até o retorno.
      PASSAGENS
      Comprei minhas passagens meio que no susto, no mês de novembro para datas em dezembro. Como só consigo pegar férias a partir do dia 20 de dezembro, fico sempre dependendo de promoções, porque mesmo comprando com antecedência, os valores estão lá no alto.
      Comprei as passagens no site da Latam, sendo que o valor de ida e volta, já com as taxas ficou em R$ 2.080,48.
      Na ida, eu sairia de Guarulhos no dia 24/12, às 23h15 (sim, para economizar, nem Natal a gente comemora), fazendo escala em Madrid e chegando em Milão - Malpensa no dia 25/12, às 17h45.
      Na volta, o voo seria direto, saindo de Milão – Malpensa, no dia 11/12, às 19h05 e chegando em Guarulhos às 04h50.
      Ocorre que o meu voo de ida foi cancelado. Belo início de viagem, mas isso é assunto para processinho hahahaha...
      A cia aérea me realocou em um voo para Frankfurt no dia seguinte (25/12), às 23h00. Como no dia 26/12 eu já tinha viagem de Milão para Veneza, conseguiram que eu pegasse um voo de Frankfurt direto pra lá, pela Lufthansa. O resultado é que perdi um dia em Veneza. Sorte de pobre soberbo.
       
      Comprada a passagem, fui para os preparativos e entre eles, estava descobrir o que era necessário para que não fosse extraditada ainda no aeroporto.
      Basicamente, era necessário passaporte com validade superior a 3 meses, passagem de retorno ao Brasil, reserva dos locais em que ficaria hospedada, o seguro saúde e comprovação de recursos financeiros para me manter lá durante a viagem.
      Passaporte e passagens em ordem, precisava arrumar os demais.
       
      SEGURO SAÚDE
      Para o seguro saúde, é necessário dar mais uma pesquisada por conta das coberturas necessárias. Também chamado de Seguro Schengen, por conta do Tratado de mesmo nome que visa dar livre circulação de visitantes entre os países signatários (entre eles a Itália), o seguro saúde para a Europa precisa de ter uma cobertura de no mínimo 30.000 euros, além de cobrir traslado de corpo e outras coisas.
      Para encontrar o que se encaixava nas minhas necessidades, eu usei um dos buscadores de seguro que tem na internet (não lembro o nome) e acabei optando pelo AC 35 Europa, da Assist Card, que custou R$ 179,85, do dia 24/12/2018 à 12/01/2019. Lembro que antes pesquisei pra ver e muitas pessoas que precisaram de usar o seguro, tinham falado bem da agilidade e atendimento deste, sem qualquer tipo de problemas.
       
      COMPROVAÇÃO DE RENDA
      A comprovação de renda você pode fazer de várias formas. Pode levar um travel card (cartão pré-pago) carregado, com o extrato de quanto tem nele, ou então um cartão de crédito, com comprovante do limite. Apesar de essas opções trazerem um pouco mais de segurança por não ficar andando com um monte de grana por aí, tem que ter em mente que a cotação diferenciada do travel card e o IOF do cartão de crédito podem pesar do bolso. Por exemplo, quando fui atrás disso, a diferença de cotação para dinheiro vivo e para carregar o cartão pré-pago era de quase 20 centavos por euro.
      Por conta disso, preferi levar tudo em dinheiro mesmo (cotação de R$ 4,59) e não tive nenhum problema com isso. Na maioria das vezes eu levava tudo comigo quando saía, em uma doleira (as várias camadas de roupas escondiam o volume da minha pequena fortuna). Nas poucas vezes que deixei nos armários dos hostels, não senti falta de nada.
      Ao todo, levei 900 euros e voltei com 164,64 euros, o que deu quase 40 euros por dia de alimentação, transporte dentro das cidades, lembrancinhas, algum passeio que resolvia fazer no dia e as diárias de Bolonha e de Florença, que paguei na hora.
       
      Feitos alguns dos preparativos, era hora de decidir o roteiro, para poder fechar as acomodações e os deslocamentos dentro da Itália.
       
      ROTEIRO
      Tive que levar em consideração que parte da viagem eu faria junto com um amigo que já estaria na Itália e parte faria sozinha, mas isso em nenhum momento foi problema, tanto que fechamos os mesmos destinos, só que em ordem inversa.
      Como eu chegaria e voltaria para o Brasil por Milão, Ficou assim o meu roteiro:
      25/12 à 26/12 – Milão
      26/12 à 28/12 – Veneza
      28/12 à 30/12 – Bolonha
      30/12 à 03/01 – Roma
      03/01 à 06/01 – Florença
      06/01 – Pisa
      06/01 à 09/01 – Turim
      09/01 à 11/01 – Milão
       
      ACOMODAÇÕES
      Decididos os locais e datas, passei a pesquisar as acomodações, optando por hostels que ficassem próximos ao transporte público e de restaurantes e bares, pois apesar de querer algo econômico, não queria cozinhar, já que um dos motivos para eu estar indo para Itália era pra comer bem.
      Todas as minhas reservas foram feitas pelo Booking.
      Como perdi minha diária em Milão por conta do cancelamento do meu voo, nem vou comentar sobre o mesmo.
      Veneza - Generator Venice – 2 diárias = 37,40 euros para quarto misto, com 16 camas, banheiro compartilhado e sem café da manhã.
      Mesmo tendo muitas camas, achei o espaço muito bom, sendo que cada cama tinha seu gaveteiro, além de ser super quentinho.
      O banheiro pelo que eu vi tem um por cada andar. Ele era BEM pequeno no geral e mais ainda nos dois boxes para banho, mas nada que fosse extremo e a limpeza dele era ok.
      O mais legal é que esse hostel tem um bar no térreo, frequentado tanto por hospedes quanto por pessoas de fora. Lá eles servem algumas coisas no café, além de massas, pizzas e drinks. Um ambiente muito legal, com mesa de sinuca, cadeiras, sofás e música.
      A localização também é ótima, porque apesar de não ficar em Veneza e sim na Ilha de Giudecca, ele fica de cara para a Praça de São Marcos, tendo dois pontos de barco muito próximos, com travessia de no máximo 5min. até Veneza.
      Bolonha – Dopa Hostel – 2 diárias = 60 euros para dormitório feminino, com 6 camas, banheiros compartilhados e café da manhã incluso.
      Esse foi o meu hostel favorito na viagem toda. As camas eram no estilo capsula, só que no tamanho GG, tanto que dava pra ficar sentado lá dentro, além de ter uma cortininha para maior privacidade. Uma das hostess era maravilhosa, na minha primeira noite ela fez risoto ao funghi pra mim e uma galera que estava conversando na cozinha, sem cobrar nada, além de conversar com todos e ter belas recomendações da cidade.
      Tinham 3 banheiros, mas daquele tipo de banheiro de casa mesmo e sempre limpos.
      Aqui foi o único lugar que encontrei café da manhã com comida salgada, como pão, torrada, queijo parmegiano reggiano, salame, além de ter geleias e nuttela. Eles também tinham café, leite e chá. Uma delícia.
      Além disso, as recomendações de lugares para comer deles foram as melhores. Melhor lasanha que comi na minha vida foi de um restaurante que eles nos passaram.
      A localização em Bolonha eu acho que não tem muito segredo. Andamos a pé para todos os cantos. 
      Roma – Roma Scout Center – 4 diárias = 104,76 euros para dormitório feminino, com 4 camas, banheiro compartilhado e café da manhã incluso.
      Esse hostel foi escolhido porque não tínhamos mais tantas opções, já que estava muito próximo da viagem e englobava o réveillon.
      Apesar disso, foi um bom hostel. O quarto dava para uma varanda e tinha armário. O aquecedor que era meio desregulado, ou você estava com frio, ou com calor.
      O banheiro era ok, estilo de colégio e a limpeza também não tenho do que reclamar.
      O café da manhã só tinha uma torradinha pra quebrar o açúcar de geleias, pastéis de massa folhada com recheio doce, cereal, entre outras coisas. Apesar disso, era muito bom e tinha até água com gás.
      Ponto negativo é que não tinha área comum, sendo que você acabava conversando apenas com o pessoal que estava no seu quarto.
      A localização era boa, apesar de não estar próxima às principais atrações da cidade. Esse hostel fica próximo a várias estações de metrô e da estação de trem de Tiburtina. 
      Florença – Emerald Palace – 3 diárias = 69 euros para quarto misto, com 4 camas, banheiro privativo e café da manhã.
      Hostel limpo e confortável.
      Pelo que eu entendi, quem cuida do hostel é uma senhora e o filho. Essa senhora era a simpatia em pessoa. Apesar de falar pouquíssimas coisas em inglês, ela tentava entender a todo custo. No café ela prepara torrada e cappuccino para todo mundo.
      Esse hostel fica MUITO bem localizado. Em frente à Basílica de San Lorenzo, pouquíssimas quadras da Duomo, dos principais Museus e tem diversos restaurantes e bares à sua volta, mas também não tinha lugar para interação entre os hóspedes. 
      Turim – Bamboo Eco Hostel – 3 diárias = 72 euros para quarto misto, com 6 camas, banheiro compartilhado e café da manhã.
      Hostel ok, não tenho maiores reclamações.
      Fica longe da estação de trem e dos principais pontos da cidade, mas fica super próximo de ponto do TRAM e tem restaurantes por lá, inclusive em frente, tem um boteco brasileiro que estava fechado justamente no período em que estava na cidade.
      O café da manhã também era ok, com vários tipos diferentes de leite e tinha a cozinha e uma sala de área comum. 
      Milão – Milano Ostello – 2 diárias = 44 euros para quarto feminino, com 6 camas, banheiro privativo e sem café da manhã.
      Apesar de não ter acontecido nada, achei esse um hostel meio estranho. Sei lá, mas não gostei muito.
      Para ir na área comum, tinha que descer as escadas e quando fui lá, só tinham funcionários do hostel.
      Fica longe dos principais pontos da cidade, mas a poucos metros de uma estação de metrô.
      Também está próximo de mercado e vários restaurantes.
      Gostei muito da localização. 
      *Uma coisa importante é que existe um tal de imposto municipal em pelo menos todas as cidades em que passei, que deve ser pago em dinheiro, na hora do check-in. Portanto, o valor desse imposto não está incluído no da diária e vai de 1 à 3 euros no total, para cada uma das acomodações.
       
      PASSAGENS PARA DESLOCAMENTOS NA ITÁLIA
      Já os valores com deslocamentos não teve pra onde correr, ficaram bem mais pesados, pois as passagens mais baratas já estavam esgotadas.
      Optei em fazer todas as viagens internas de trem, mas sei que em alguns trechos, principalmente os mais longos, as passagens de ônibus ficariam bem mais em conta. O ponto negativo é que de ônibus demora bem mais tempo. Também decidi por fazer essas viagens no período da manhã, o que acredito ter sido um erro. Como esse período é de inverno na Europa, amanhecia tarde e escurecia super cedo, no ponto de 17h00 parecer noite e às 20h00 eu já estar pensando em dormir. Acho que se fizesse os deslocamentos no fim do dia, teria aproveitado bem mais os curtos períodos de sol.
      Para passagens de trem pela Itália, existem duas cias, a Trenitalia e a Italo. Pelo que eu vi, a Italo opera poucos trechos, mais próximos de Milão, então a maioria dos meus deslocamentos foram todos pela Trenitalia.
      Importante observar que existem categorias diferentes. As que eu comprei foram da Regionale e da Regionale Veloce, que não tem assento marcado e você pode pegar qualquer trem dentro das 4 horas a partir do horário para o qual você comprou a passagem, desde que seja para o mesmo trecho. Também comprei da Frecciarossa, FrecciaBianca e Intercity que não sei a diferença, mas acho que seriam os assentos marcados.
      Na real eu nem fiquei olhando essas categorias, apenas escolhi as passagens mais baratas para os horários que eu queria.
      Os custos com trem foram os seguintes:  
      Veneza – Bolonha = 12,60 euros (Trenitalia – Regionale Veloce 2ª classe)
      Bolonha – Roma = 65,80 euros (Trenitalia – Intercity 1ª classe)
      Roma – Florença = 24,90 euros (Trenitalia – Frecciarossa 2ª classe)
      Florença – Pisa = 8,60 euros (Trenitalia – Regionale 2ª classe)
      Pisa – Genova = 9,90 euros (Trenitalia – FrecciaBianca 2ª classe)
      Genova – Turim = 12,40 euros (Trenitalia – Regionale Veloce 2ª classe)
      Turim – Milão = 9,90 euros (Italo – Smart)
       
      PASSAGENS NAS CIDADES, CITY PASS E ATRAÇÕES
      Alguns city pass e atrações comprei adiantado ou para garantir, ou para agilizar as visitações. Outros ingressos deixei para comprar na hora porque sabia que não eram tão concorridos. 
      Veneza
      VeneziaUnica = 30 euros - https://www.veneziaunica.it/en
      Adquirido no site ou em postos de vendas, esse city pass tinha a validade de 2 dias e valia para ônibus e vaporetto, que é o “barco ônibus”, menos para os mais luxuosos e para o ônibus que sai do aeroporto e vai para Veneza. Esse passe pode ser utilizado no período de um ano desde a sua compra.
      Achei necessário esse city pass, primeiro porque ficaria hospedada em outra ilha, precisando de pegar barco ao menos na chegada e na saída, segundo, queria fazer o passeio para as ilhas de Murano, Burano e Torcello, terceiro, como ficar hospedada de frente para a Praça de São Pedro e não querer dar um pulinho lá? E por último, as passagens de vaporetto estavam 7,50 euros, se eu não me engano.
      No site do VeneziaUnica é possível encontrar combos em que você escolhe o que quer, dá pra colocar mais ou menos dias de transporte, visitação à museus e igrejas e muitas outras coisas.
      Eu comprei pelo site e tentei fazer a retirada do passe (que é um cartão) nas máquinas que ficam na Piazzale Roma, mas não consegui. Sorte que o ponto de venda que fica no mesmo local ainda estava aberto e a atendente me entregou. 
      Ônibus Aeroporto Marco Polo – Piazzale Roma = 8 euros
      Comprei em um guichê dentro do aeroporto e param nos pontos de ônibus logo em frente à saída. Pelo que eu vi eles também vendem lá no ônibus, antes da partida. 
      Bolonha
      Não gastamos nada com atrações e passagens de ônibus. 
      Roma
      Roma Pass = 38,50 euros - http://www.romapass.it/
      Passe com validade de 72 horas que você pode usar para o transporte público (ônibus e metrô) e também dá direito à entrada gratuita em duas atrações e à desconto em outras.
      No site você pode optar pelo passe de menos tempo também e ver quais são as atrações disponíveis pra você visitar com esse passe.
      Nós optamos por ir no Coliseu, Palatino e Fórum Romano (que valem por uma entrada), que não precisam de agendar visita, só enfrentar numa fila enorme. Também fomos ao Museu Borghese, que necessita de agendamento prévio, feito por telefone.
      No momento da compra, você deve escolher o local de retirada dos passes. Eu achei melhor retirar na estação central, sendo que o guichê fica na zona de atendimento aos turistas. Para retirar, você deve levar o número de ordem da compra (preferencialmente a confirmação enviada pelo e-mail) e o passaporte da pessoa que comprou.
      Museu do Vaticano = 21 euros - https://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/do?weblang=en&do
      Também tem que ter agendamento prévio de data e horário, feito no próprio site, na hora da compra.
      Florença
      Como fiz tudo a pé, não gastei com transporte. 
      Bilhete único para Galeria Uffizi, Palácio Pitti e Jardins de Boboli = 18 euros
      Esse bilhete tem validade para 3 dias, sendo que você só deve agendar a data (no próprio site) para visita à Galeria Uffizi, que necessariamente será a primeira das 3 atrações a ser visitada. 
      Bilhete para Galleria dell’Accademia = 16 euros
      Também deve ter agendamento prévio da visita, feita pelo site.  
      Os bilhetes de todas, ou ao menos as principais atrações de Florença estão disponíveis para compra no site https://webshop.b-ticket.com/webshop/webticket/eventlist
      Retirei ambos os ingressos na bilheteria que fica do lado de fora da Galeri Uffizi.
      Turim
      Passagem avulsa de TRAM = 2,50 euro
      Você pode comprar nas máquinas, dentro do TRAM.
      Não lembro ao certo, mas acho que paguei 12 euros na passagem de 2 dias de validade. Comprei em uma lojinha que ficava ao lado do hostel.
      Museu Egipcio = 13 euros + 1 euro para o guarda-volume
      Comprei na bilheteria do próprio museu. 
      Museu do cinema + elevador panorâmico = 11 euros.
      Foi o único museu em que eu consegui o desconto por ter 26 anos (pessoas com até 26 anos tem direito à entrada reduzida em museus e outras atrações).
      Comprei na bilheteria do próprio museu. 
      Milão
      Transporte metrô por 2 dias = 8,50 euros
      Comprei na estação central, assim que cheguei, em uma loja lá dentro.
      Não fui em atrações pagas em Milão, então não tive gastos com isso.
       
      Esses foram os principais gastos que tive com a viagem, sem considerar a conversão e o IOF das compras feitas pelos sites.
      Feitas essas considerações, passo a falar do que mais gostei de cada cidade e quais as minhas considerações sobre elas.
        
      VENEZA
      Como só tive um dia em Veneza, saindo cedo para fazer os passeios em outras ilhas, acabei só conhecendo a cidade à noite. Então não tenho muito o que comentar.
      Devo dizer que amei ficar em Giudecca e passear por ela à noite. Além de ser bem mais barato do que ficar hospedado em Veneza, dá a impressão que você está em uma ilha abandonada, com aqueles casarões antigos dando um ar ainda mais misterioso.
      Murano
      É uma ilha bem simpática e os vidros ali fabricados são mesmo muito lindos (e caros).
      Não visitei nenhuma fábrica, mas parece que o valor pra essa atividade fica entre 3 e 5 euros.
       
       
      Burano
      Toda colorida, é a ilha perfeita pra tirar fotos.
       

       
      Foi nessa ilha que almoçamos, em um restaurante que tinha o menu completo por 20 euros, sendo que você podia escolher o primeiro prato, o segundo e a sobremesa (melhor panna cotta de café).
       
      Torcello
      É uma ilha minúscula que não tem muita coisa, mas que eu achei maravilhosa e queria ter passado uma noite.
       
       
      Tinha um restaurante lotadíssimo por lá, com cheiro muito bom e valor ok. Só não paramos pra almoçar porque estava cheio de pombas (problema da Itália, que tem milhares de pombas em todos os lugares).
       
       
      BOLONHA
      A minha recomendação lá é diminuir o passo, visitar a Piazza Maggiore, almoçar uma lasagne ala bolognese (10 euros) na Trattoria del Rosso, a melhor que já comi na vida e pra gastar as calorias, subir a pé para o Santuário de Nossa Senhora de São Lucas, que estava cerca de 6km do nosso hostel e que é quase todo feito sob pórticos.
       
      Lá existem alguns museus e outras atrações pagas pra visitar, mas preferimos ir com calma e aproveitar o bom tempo que encontramos depois das temperaturas amenas de Veneza.
       
      ROMA
      Reserve um dia para visitar o Coliseu, Palatino e Fórum Romano. Essas atrações estão coladas umas nas outras, sendo que o Palatino e o Fórum estão no mesmo “parque”.
      Coliseu é um clássico e deve ser visitado, mas se fosse pra eu eleger o meu predileto, com certeza seria o Palatino e Fórum Romano. Reserve ao menos umas 4 horas pra passear tranquilamente por essas maravilhas.
       
      Sem falar que na minha opinião, lá fica a melhor e menos concorrida vista para o Coliseu.

      Outro passeio que eu amei foi a Vila Borghese e a Galeria que fica lá e que tem obras mundialmente conhecidas de Bernini, Caravaggio, da Vinci, entre outros.
      O parque é sensacional e enorme, eu também reservaria um dia pra visitar ele e a Galeria.

      O Museu do Vaticano tem um acervo fantástico, desde artefatos egípcios, esculturas gregas e pinturas de valor inestimável (Capela Sistina que o diga).
      Mas como a maioria dos lugares em que fui, estava quase intransitável de tanta gente.

      É bom se programar pra passar ao menos meio dia pra visitar o museu todo, mas acho que o ideal seria um dia todo, pra você descansar, porque o negócio é realmente MUITO GRANDE.
      Também visitei a Piazza di Spagna (lotadíssima), Fontana di Trevi (bufando de gente), Piazza del Popolo e Pantheon que são relativamente próximos. Também fui no Altare dela Patria, que achei o monumento mais bonito da cidade.
      Uma dica é deixar pra comprar as lembrancinhas da viagem em Roma, porque foi o lugar mais barato em que vi. Tem uma banca do outro lado da rua da entrada do metrô da estação central que tinha muita coisa mais em conta e o dono é um etíope muito gente boa. As miniaturas estavam por 1 euro, enquanto 3 chaveiros estavam por 5 euros.
      Outra dica, por experiência própria, é que caso você vá passar o fim de ano em Roma e quer ver os fogos, a praça em frente ao Coliseu não é muito recomendável, pois a queima de fogos ocorre no Circo Maximus, sendo que o coliseu encobre tudo. Decepção hahahahaha
       
      FLORENÇA
      A cidade mais gostosinha pra você caminhar e admirar absolutamente tudo.
      Vá à Galeria Uffizi (enorme e sensacional), à Galleria dell’Academia (David), mas principalmente, vá até o Palácio Pitti, que é um combo entre grandes obras de arte, coleções de porcelana e gemas de pedras preciosas, arquitetura, vista da cidade e a natureza dos Jardins de Boboli. Minha atração favorita.

      Para uma bela vista da cidade, também vá até a Piazzale Michelangelo, principalmente no fim da tarde.
      Uma dica é para que você aproveite para ir no mesmo dia em que visitar o Palácio Pitti, pois as duas atrações são relativamente próximas.
      Fora isso, bata perna por toda a cidade, visite a Duomo, tire várias fotos por lá e pela Ponte Vecchio e admire essa cidade que parece que realmente foi feita pra abrigar arte.

       
      PISA
      Cheguei em Pisa lá pelas 9h00 e saí de lá às 14h30. Queria ter passado uma noite por ali também.
      Amei tudo na cidade que vai muito além da torre.

      Foi aqui que comi a melhor pizza da viagem, na Pizzeria l’Arancio, que encontrei por acaso no meio do caminho, voltando da Piazza dei Miracoli pra estação.
       
      TURIM
      Praticamente ninguém de fora da Itália vai pra Turim, a não ser por conta do futebol.
      Foi um choque, porque a Itália inteira estava lotada de brasileiros, menos Turim.
      Aqui tem o segundo maior museu egípcio do mundo e um dos melhores e mais completos de cinema.
      Inclusive, o Museu de Cinema de Turim, que fica no Mole Antonelliana, é sem dúvidas o meu predileto de todos que já visitei (o segundo é o Minas Vale e o terceiro é o Nacional de Cuba).

      Você precisa tomar a bebida mais conhecida da cidade, o Bicerin, que é deliciosa, apesar de cara (5 euros no Caffe Regio).
      Também recomendo visitar o Parco Valentino, que é lindinho, principalmente no início ou no fim do dia.
       
      MILÃO
      Sem dúvidas, a Duomo merece ser o principal cartão postal, porque aquilo é lindo e incrível. E parece que as pombas acham o mesmo.

      Por ali fica a Galeria Vittorio Emanuele que eu não vi muita graça (sou pobre) e a Rinascente, loja de departamentos gigante e que na cobertura tem um bar e uma bela vista pra catedral (de graça).
      Outro ponto que amei foi o Parque Sempione, que fica atrás do Castello Sforzesco.

      Dá pra entrar no Castelo, mas eu já estava farta de museu nesse ponto da viagem hahaha
      De lá eu fui a pé para conhecer o Bosco Verticale, passando pelo Bairro de Brera que é maravilhoso, cheio de restaurantes, cafés, prédios modernos e capelas antigas.
       
      Acho que é isso. Gostei muito da viagem, mas não tanto quanto eu esperava.
      Não comi tão bem quanto imaginei (senti MUITA FALTA de arroz, feijão e carne mesmo), mas comi a melhor pizza e a melhor lasanha da minha vida por lá.
      Acho que se algum dia eu me recuperar do rombo financeiro dessa viagem, a Itália não estrará tão cedo na minha lista de destinos.
       
      Ps1: na maioria das cidades eu não tive problemas em falar inglês com o pessoal do comércio ou mesmo com transeuntes.
      Ps2: em todas as maiores ou mais movimentadas cidades por que passei tinha uma loja da Venchi, onde tomei os melhores gelatos.
      Ps3: o gelato da Amorino, na Galeria Vittorio Emanuele é bonito (e caro), mas não tão bom.
      Ps4: o trecho de viagem de trem entre Pisa e Genova é todo feito pela Costa. Tome cuidado para pegar passagens durante o dia, pra poder ver essa maravilha.
       

    • Por Guilherme Padilha
      Fala pessoal, tudo tranquilo??
      Bom, eu vou passar 3 meses em Paris em virtude de um intercâmbio e pretendo visitar outras cidades nos arredores de Paris (Chartres, Rouen, Bruxelas), assim como também pretendo visitar outros países aos finais de semana via companhias low cost. 
      Como essa vai ser minha primeira viagem internacional, gostaria de algumas dicas em relação às mochilas adequadas para esses trajetos de curta duração a partir de Paris (3/4 dias). Eu li que uma mochila média já seria o suficiente, e gostaria de saber quais são as marcas mais recomendadas. Ontem eu encontrei uma tal de Standard Luggage que me pareceu super completa mas também bastante cara..em torno de 660 reais..
      Enfim, quais mochilas vocês indicam? Sou todo ouvidos e valeu pela atenção até aqui 😃 Abraço!
       
    • Por GreciaAugusta
      Oi! Tô vindo aqui e lendo tudo quanto é tópico aberto porque bateu o desespero de a viagem estar próxima. rs
      13/3 - São Paulo>Paris (avião)
      20/3 - Paris>Veneza (avião)
      21/3- Veneza>Florença (trem)
      23/3- Florença>Roma (trem)
      28/3- Roma>São Paulo (avião)
      Se vocês puderem me dar dicas do que fazer por lá, eu agradeço muito! Tô indo sozinha, então minha companhia será eu mesma rs.
      p.s.: eu falo o básico de francês e tenho inglês intermediário, será que consigo? 


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