Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Jackson Lincoln Lopes

Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

Posts Recomendados

@Jackson Lincoln Lopes Eu imagino que irei amar, até porque sempre quis conhecer a Itália e optei por ir no verão pois os dias são mais longos, mas eu fiquei com uma dúvida, o Romapass que vc mencionou ter comprado lhe deu direito a transporte publico gratuito durante o uso do mesmo, e isso incluiu metro, trenitália local e ônibus? Pergunto isso pois estou pensando em sair um pouco de Roma e visitar duas cidades de pedras vizinhas, uma chamada Orvieto e  outra chamada Civita di bagnoreggio, e quero checar se consigo ir pra esses lugares com gratuidade. Obrigada!

Compartilhar este post


Link para o post

Então @Lulusilveira , o RomaPass pelo que eu saiba não inclui nada da Trenitalia. Tanto é que, nem o trem Leonardo Express (o mais utilizado) para deixar o aeroporto até a estação Termini é incluso no RomaPass. Para pegar este trem são 14 euros. Eu peguei outro trem e fui para a estação Tiburtina que era no bairro onde me hospedei, pagando 8 euros a passagem.

Entrei aqui no site da Trenitalia e vi que esse local onde você quer ir, tem passagens a partir de 7,80 euros para Orvieto. Então, o RomaPass não cobre isso com toda certeza.

 

Entrando no site do RomaPass diz  seguinte:

Is valid on all means of local public transport operated by ATAC (bus, metro A, B, B1 and C and railway lines Roma-Lido, Roma Flaminio Piazza del Popolo-Viterbo, Roma-Giardinetti), within the territory of the Municipality of Rome.

All special connections tpl Atac, the railway lines Trenitalia FL, the connection Tiburtina/Termini/Fiumicino Airport, the connection Trenitalia “No stop” Roma Termini-Fiumicino Airport (Leonardo Express) and all connections to and from Fiumicino Airport are not included.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post

@Jackson Lincoln Lopes Que Trip Report bem detalhado. Parabéns!!

Eu estou indo em Março pra lá, vou ficar 14 dias, que dividi em 7 dias em Roma (dividido em dois momentos, no começo e no fim), 5 em Florença (com vários bate-e-volta para o interior da Toscana) e 2 em Pisa.

Queria saber se poderia me tirar algumas dúvidas para me ajudar no término do meu planejamento:

- Imigração: Quando você disse que o oficial só queria ver o bilhete de volta, você mostrou o e-mail de confirmação de reserva da cia aérea, certo? Digo isso pois geralmente não se tem o cartão de embarque dos voos de volta até umas 24h antes do voo.

- Roma Pass: Também estou planejando retirá-lo no ponto do Aeroporto Fiumicino. É que como no site fala que esse ponto fica no desembarque internacional do T3 e eu estarei vindo num voo da Suíça (que é considerado um voo doméstico europeu), fiquei na dúvida de se esse ponto fica fora da área de controle de imigração, onde qualquer um possa acessar.

- Mercado: Você fez compras em algum mercado em Roma? Preços são caros?

- Trens: Você chegou a guardar as malas em alguma estação de trem? Ouvi alguns relatos sobre serem meio caóticas as estações, fiquei com tanto medo de dar problema ao guardar, ou de nem poder guardar mais (ouvi notícias que algumas estações não deixam mais por razões de segurança) que transformei Pisa numa estadia de dois dias (a ideia inicial era montar base em La Spezia, para dali seguir a Cinque-Terre e na volta para Roma largar as malas na estação de Pisa pela manhã e voltar no fim da tarde). Mas acho que não me arrependerei disso, pois tem a dobradinha com Lucca que com certeza valerá a pena.

 

Ahh, um agradecimento especial por confirmar que não valem a pena os audio-guias, nunca os utilizei nos museus que já fui nos EUA e sinceramente nunca me fizeram falta nenhuma.

Compartilhar este post


Link para o post

Segunda-feira, 08 de janeiro de 2018.

 

Aspettata più di Venezia. Solo Acqua, ponte e chiesa.

IMG_5318.thumb.JPG.f3a090ac2c7cb5d41fd4b60f9c8709d4.JPG

Venezia: diferente de tudo, igual no todo.

 

Acordamos bem cedinho (mais uma vez) e fomos pela última vez a estação Milano Centrale, próximo das 06h30. Nosso trem seria para Venezia, onde passaríamos duas horas dentro do Trem, parando em Bréscia, Verona, Vicenza e Padova, antes de chegar a Venezia.

Não paramos em Venezia Mestre, e sim Venezia Santa Lucia, já fora do continente. Neste trajeto de trem conhecemos um casal de brasileiro que coincidentemente compraram as passagens de frente para as nossa, estávamos naqueles vagões onde tinham as mesinhas. A Emily, que conhecemos mora na Itália há 20 anos, e conversamos muito sobre a situação do país.

IMG_20180108_170124201.thumb.jpg.925d77b9cba9415359cbda3784c42628.jpg

Estação Venezia Santa Lucia

 

Nos ajudaram, nos deu dicas de italiano, enfim foi bem legal conhecê-los. Tinha reservado pelo Booking o hotel Il Mercadante di Venezia, que ficava mais ou menos 300 metros de distância da estação. Como estávamos com malas (e a maior delas não era mala de rodas giratórias) foi um alívio saber que estávamos tão perto do hotel. Logo nos binários, tem uma saidinha pela lateral nesta estação Santa Lucia onde não é pela saída principal (que são escadarias), utilize esta saída caso tenha malas, pois é uma rampa de acessibilidade.

IMG_5357.thumb.JPG.0709f321e6ceb25ef01b70f7b9caafed.JPG

Basílica Simeone Picollo. Primeira coisa que você vê quando sai da estação de trem.

 

Logo que deixamos a estação o que mais tinha em Venezia eram aqueles caras que te pedem para carregar as malas, lógico que o serviço é pago. Eu jamais gastaria um euro com isso. Nosso hotel era um dos becos, o segundo beco (via) que a esquerda da estação. Confesso que comecei a ficar assustado com os locais da proximidade do hotel, de ser muito velho, pequeno e estranho. Mas, eu tinha escolhido esse hotel pelo preço (claro) e porque no Tripadvisor tinha lido que havia uma recepcionista que falava português. Por azar, em nossa chegada a Fabíola que fala português, não estava trabalhando pela manhã. Mas fomos super bem atendidos. Eram 10 da manhã, e já deixaram fazer o check-in e tudo mais. O hotel era maravilhoso. Velho, mas grande, espaçoso. Tínhamos duas sacadas em duas janelas. Cama grande, banheiro grande e novo. Frigobar. O café da manhã deixou um pouco a desejar, mas o resto era excelente. Super indico a quem vai a Venezia. Fiquem no hotel Il Mercadante di Venezia. Luxo não terá, mas tudo é limpinho e o atendimento é de primeira. Não me lembro de ter elevador neste hotel, mesmo com malas grandes, no meu modo de ver isso não foi um problema. Talvez alguns se importa com isso, eu não, estava na Itália, em Venezia.

 

IMG_20180109_090536873.thumb.jpg.ed3af3d4844770b6f872829254f707f6.jpg

Entrada do Hotel Il Mercadante di Venezia: atendimento em português.

Logo que saímos já fomos nos perdendo. Por alguns minutos eu esqueci o Google maps e segui os conselhos: se perca em Venezia. Nos perdemos mesmo. É quase impossível não ser perder. A única coisa que fiz (no segundo dia lá) foi ir a praça San Marco pelas plaquinhas das ruas. Conseguimos!

IMG_20180108_110642384.thumb.jpg.bdeef0dbfbbf5f7d8580efe7b4bb6824.jpg

Alguma das dezenas de igrejas de Venezia.

 

Estávamos sem rumo, apenas conhecendo e apreciando os becos, vielas, canais, pontes. Venezia é isso. Ponte e água, água e ponte. É diferente de tudo, mas é tudo muito igual. Um dia inteiro lá acredito que seja suficiente. Não fomos em nenhuma das ilhas. Alias, Venezia, Monza, Imola e Bologna foram as cidades que não utilizamos transportes públicos. Para um barco (vaporetto) de 90 minutos eram 7 euros. Se não me engano 20 euros daria direito a 24 horas de vaporetto.

IMG_5365.thumb.JPG.7c4d7028cb045bc9d1274926fece0de9.JPG

Nos dois dias em Venezia passamos pela Piazza San Marco umas 8x. Esperava mais deste local: cheio de pombos e camelos.

 

La pelas 13h00 encontramos novamente os conhecidos brasileiros e fomos almoçar. Um rapaz na porta do restaurante nos convidou para entrar em português. Claro que caímos na isca né. O bom é que o cardápio era todo em português. Pedimos uma garrafa de vinho, carinha por sinal, mais ou menos 25 euros, mas como estávamos em quatro ficou acessível. Foi um dos poucos locais em toda a viagem que vimos o restaurante lotar e continuar lotado sem mesas para as pessoas entrarem. Assim que saímos, logo chegaram outras pessoas. Eu indico este restaurante: Trattoria al Leoncini.

IMG_5465.thumb.JPG.521aa46e400d6b1271dc86e884b2da22.JPG

A noite começa a surgir em Venezia.

 

Uma outra reflexão aqui: li muito antes de viajar sobre onde comer na Itália. Osteria, Tratoria e Restaurante. Locais próximos ou distantes dos monumentos turísticos. Vamos lá! Não senti diferença alguma de preços entre osteria, tratoria e restaurante, sinceramente para mim todos os preços era parecidíssimos. É claro que você vê o o nível do restaurante pelas mesas, garçons, tamanho, decoração. Também não vi tanta diferença de preços em locais próximos a pontos turísticos e mias distantes, mais uma vez, claro, o nível do restaurante. Tem restaurante que não é para o nosso bolso. Eu por exemplo, não vou pagar 15 euros em uma pizza em qualquer restaurante italiano, já é nítido que é um restaurante mais luxuoso e para outro tipo de público, sendo que em restaurantes normais a pizza variava de 6 a 10 euros. esse restaurante que almoçamos em Venezia era ao lado da Piazza San Marco e os preços dele era mais ou menos iguais a restaurantes do mesmo nível próximo ao nosso hotel e em em outros pontos mais afastados de pontos turísticos. O mesmo vale para osteria, pensava que seria o mais barato, mas não foi isso que vi.

IMG_20180108_184914527.thumb.jpg.8326b5ec71d6881fd4c62df5e3370f09.jpg

E tinha café brasileiro na Itália.

 

Voltamos ao hotel e fomos passando por vários locais que já tinha visto pela internet e outros que não imaginava. Passamos por uma das principais vias que era a “strada nuova” tipo um calçadão que daria acesso a estação Santa Lucia e no terminal rodoviário também.

Ali encontramos vários mercadinhos da rede italiana Coop. Ali também havia McDonalds, Burger King, Subway. Pensava que Venezia teria preços exorbitantes por ser tão turística, mas não. Normal. Nada muito alto, nada baixo. Achei os preços das comidas na Itália iguais em todos os locais. Sem vinho, para duas pessoas dava para se alimentar com 27 euros, normalmente 10 de um prato (x2), coperto em média 2 euros (x2) e uma água na casa dos 3 euros. Com o vinho, geralmente a jarrinha de meio litro do vinho da casa era mais 6 ou 7 euros. uma garrafa saia a partir dos 12 euros (750ml).

IMG_20180108_140903678.thumb.jpg.210cb7c8c38b1b79a17fcfb74103ff30.jpg

O tempo colaborou no primeiro dia: nenhuma gota de água. Temperatura na casa dos 8ºC.

 

Andamos e andamos mais e jantamos em um restaurante que pensávamos ser italiano, mas era de um chinês.  Tudo no restaurante era italiano, a atendente, o caixa e o garçom. Inclusive o nome, era alguma tratoria, confesso que não anotei o nome. A comida estava muito boa.

Fomos para a parte da cidade até onde os carros e ônibus chegam e passamos pela ponte mais moderna de Venezia. Logo depois disso fomos ao hotel e dormimos.

Gastos do dia:

€39,90 – Trenitalia: Milano/Venezia – Comprado no Brasil.
€141,00 – Hotel Il Mercadante di Venezia – Comprado no Brasil.
€50,00 – Almoço – Dinheiro.
€5,00 – Mercado – Dinheiro.
€38,00 – Jantar – Dinheiro
€ 6,00 – Sorvete – Dinheiro

Total: € 279,90.

Terça-feira, 09 de janeiro de 2018.

Era o dia que a Niceia mais esperava, dia de andar de gôndola. Tentamos encontrar algum gondoleiro que falava português, mas não os encontramos, mesmo pedindo referência ano hotel. Só para variar, andamos por toda Venezia!

Passamos por Santa Croce, Dorsoduro e Accademia, chegando a Punta della Dogana e a Basílica di Santa Maria della Salute. Passamos por vários lugares residenciais, com moradores nativos, escolas e alguns locais que faziam as gôndolas. Bem legal. Poucos turistas estavam por ali, apenas um grupo com um guia. Um ou outro gato pingado como nós estava ali.

IMG_5361.thumb.JPG.d83db0cf47694a681618868a90fb9e44.JPG

Mais uma Basílica: São Paulo Futebol Clube? ;)

IMG_5412.thumb.JPG.01a954c8f2743b41e4df98f1f52da4c4.JPG

Basílica Santa Maria della Salute.

 

IMG_20180109_113654515.thumb.jpg.fba2e725d3e6a1cc8fad06145e482f01.jpg

Interior da Basílica di Santa Maria della Salute: esta não paga para entrar.

Voltamos por outro caminho com ajuda do Google maps, começou um leve chuvisqueiro. Nos escondíamos conforme aparecia partes cobertas. Almoçamos ao lado do hotel que estávamos hospedados, pois tinha a Osteria al Cicheto. Local bem legal, pequeno e que muitos nativos de lá comem.

IMG_20180109_123922277.thumb.jpg.06a0be03e3f00b34fe63a5d407a5c585.jpg

Mais da gastronomia italiana.

 

Venezia é cansativo da forma que fizemos, mas penso que é a melhor forma de conhecer tudo. Acredito que andamos em uns 20% de todos os becos, ruelas e canais. Andamos pra caramba mesmo. Ai, descansamos um pouco a tarde. Lá pelas 15h saímos em busca da gôndola. Fomos próximos da Ponte Rialto, pois lá tinha muitos gondoleiros. Os preços são tabelas um passeio de 25 minutos durante a luz solar são 80 euros. Após as 19h, o valor aumenta se não me engano para 120 euros. Já tinha ouvido falar que os gondoleiros são meio xaropes. Fomos até San Marco ver como estava o movimento das gôndolas e praticamente sem ninguém. Esqueci de mencionar que Venezia era das cidades turísticas que fomos, a que menos turistas tinha. Realmente estava deserta. Para nós, achamos muito bom. Voltamos a Ponte Rialto para encontrar um gondoleiro.

IMG_5396.thumb.JPG.f496b22d55373e28f53f7d66a2312bba.JPG

Fabricação de gôndolas em Venezia.

Tinha a opção de dividir a gôndola com outras pessoas. Até poderíamos fazer isso caso encontrasse algum brasileiro que topasse, mas o momento era nosso também né, então, resolvemos ir só nós dois.

O passeio não demorou nem 25 minutos e tínhamos que pagar antes. O gondoleiro falava um pouco de espanhol,  mas pedi para ele falar em italiano mesmo. Ele ia falando algo de alguns locais e em determinado momento arriscava cantarolar.

IMG_5450.thumb.JPG.4e67114e50bb9c49b8b6bde22125ca8f.JPG

Essa não precisa de legenda...

 

Sobre o passeio de gôndola: fui por conta que era um sonho da Niceia. Eu mesmo não fazia questão nenhuma de ir. Fui por ela, assim como ela foi no jogo por mim. É aquilo, um cede aqui e outro cede ali. Mas assim, talvez para a mulher a gôndola tem aquela magia, talvez para o homem não tanta. Acho muito dinheiro para tão pouco tempo e algo meio sem graça.

IMG_20180109_164726346.thumb.jpg.6008f0931df86aad3d826ae224c281cb.jpg

No final da tarde fomos agraciados com o por do sol na Ponte Rialto. O pessoal vai em peso para lá ver o sol indo embora.

 

Andamos pelo grande canal e por canais pequenos próximo a Ponte Rialto. Logo na sequencia andamos mais e mais e passamos no mercado comprar salames e queijos para comer com um vinho que comemos. Também comemos um pedaço de pizza que vendia próximo ao hotel em um fast food chamado QB (Quanto Basta) que também era sorveteria. O atendente sabia falar algumas gírias em português e era super animado. Bem legal e a comida era boa e baratíssima. O pedaço era grande, não era um pedacinho qualquer, por 2,5 euros.

IMG_20180109_173906618.thumb.jpg.b6eeba9903542d68d9d7967a21dc3b50.jpg

Escolhendo os frios no mercado.

 

Levamos os pedaços de pizza par ao hotel junto com os queijos, salames e vinho. Então, já sabem que fizemos nossa ultima refeição em Venezia dentro do quarto do hotel.

Gastos do dia:

€39,00 – Almoço – Dinheiro.
€80,00 – Gôndola – Dinheiro.
€9,50 – Mercado – Dinheiro.
€5,00 – Pizza – Dinheiro.

Total: € 133,50.

IMG_5453.JPG

Prêmio após um dia com alguns chuvisqueiro.

 

  • Gostei! 4

Compartilhar este post


Link para o post

Fala cara, obrigado! Espero que ajude você e os demais que estão indo.

Imigração: exatamente isso. Só imprimi no site a passagem de volta como as cias aéreas ou agencia de viagem mandam o "bilhete" o que importa é ter o código localizador e o número do bilhete, caso o fiscal da alfandega queira conferir com as cias.

RomasPass: Então, o escritório deles fica logo na saída (ou entrada) do aeroporto. Qualquer um tem acesso seja pela rua ou vindo da estação de trem.

Mercado: Em Roma foi onde menos fiz compra, mas era onde tinha os menores preço. Olhe isso, 950 gramas por 25 reais. Não sei exatamente o que você deseja comprar no mercado, mas como disse tem vinhos a partir de 1,7 euros... Lanches a partir de 2 euros... Salgadinhos a partir de 1 euro. Agua de 1,5L a partir de 30 centavos de euro... Eu achei o mercado muito acessível (mesmo fazendo as contas em reais). Carne é o mais caro. Yakult também é caro (para nós) na europa, 3 euros... Macarrão barrilla de 1kg é 70 centavos de euro. Biscoitos a partir de 1 euro. Não sei se você vai em dois ou sozinho. Mas, caso for em dois, onde as refeições saíram na casa dos 30 euros, você faz uma compra para 4 dias no mercado com este valor. Aqueles queijos que no Brasil você paga 20 reais em 100gramas, lá pagava 1 euro. Pão francês (baguete) 70 centavos de euro.

IMG_20180103_192241119_BURST001.thumb.jpg.0b68b2e28c7bc1c9c932811bfefabc69.jpg

 

Estações: Velho, é complicado. Digo, é complicado a opinião das pessoas. Eu moro no Brasil e em uma cidade onde tem muitos problemas de infraestrutura (Ponta Grossa/PR) e olha que moro no "poderoso e belo" sul do Brasil. Onde tudo é "lindo, maravilhoso e funcional". Eu achei as estações ótimas. Como disse, Roma Termini é meio loucura, mas é A estação da Itália né.
Utilizei sim para guardar as malas. Em Bologna. São 6 euros por mala para 5 horas. A partir da 6ª hora, é um euro por hora por mala. Deixamos duas malas das 09h às 16h. Foram 16 euros. Eles pedem passaporte, colocam uma fitinha e levam lá para dentro. As estações são super tranquilas e seguras. Minhas malas voltaram do mesmo jeito que deixei.

Não são todas estações que tem o serviço, entra aqui no site da Trenitalia que mostra:http://www.trenitalia.com/tcom/Offerte-e-servizi/Il-servizio-portabagagli-in-stazione Mas, por ex... aí no site diz que não tem o serviço em Bologna e tinha.
Qualquer coisa, pergunte aí @ricardo.barros 

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post

Nossa achei massa o fato de que você não se prendeu a visitar 2913 paises como todos, preferiu conhecer bem uma, eu estava pensando em 5 paises em 15 dias, mas to vendo que  e melhor reduzir e conhecer melhor as cidades!

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por MatheusRedfield
      Oi gente, não sei se pode esse tipo de postagem mas queria saber: Vocês já compraram algo no Civitatis? deu certo? Vi umas excursões baratas lá e fiquei meio desconfiado. Vocês recomendam?
    • Por _Julia
      Janeiro de 2019 - altíssima temporada: estava com férias para tirar no estágio e com vontade de viajar. Há meses estava pensando em fazer um mochilão pela Itália com uma amiga, que logo pôs meus pés no chão por conta do preço das passagens. 
      No dia 20 recebi senhora promoção noticiada pelo Passagens Imperdíveis com os trechos SP x FCO x LIN x FCO x SP por 1.200 bonoros reais. Eu e meu pai compramos elas pelo Almundo e deu super certo! A reserva emitida pela Alitalia chegou algumas horas depois no e-mail.  Como a promoção apareceu na página apenas quatro dias antes do embarque, tivemos pouquíssimo tempo para nos programarmos, escolhermos hotel e etc.  
       
      24/01/2019 (dia 00) Viagem: RJ x SP x Roma 
      Saímos do Santos Dumont umas 11h da manhã e chegamos no Guarulhos menos de 1h depois em um voo bem ponte aérea da Gol. O voo atrasou um pouco, mas não tinha problema, já que a viagem para Roma seria só a noite. Embarcamos umas 22h na classe econômica da Alitalia. O avião era velho, algo que dava para perceber pela poltrona e pela tela do sistema de entretenimento. Mas a viagem foi tranquila, a comida era boa e o atendimento sem defeitos. 
       
      25/01/2019 (dia 01) Roma
      Nós chegamos à tarde em Roma e pegamos o trem Leonardo Express por 14 euros do aeroporto internacional Leonardo da Vinci - Fiumicino até a Termini.
      A imigração foi tão tranquila que o agente, que estava conversando com outro, mal olhou nossos passaportes. Inclusive, o carimbo saiu com a data errada. 
      Compramos o ticket em uma maquininha logo na área de desembarque já depois de pagar as bagagens e, na verdade, a única vantagem dele é a velocidade e o tempo menor de viagem. Fora isso... descobrimos que o ônibus é mais barato. São algumas companhias com guichês que ficam no lado de fora do terminal, vendendo os tickets por 5 ou 6 euros. Um exemplo é a Terravision.  
      Desembarcamos na Termini e fomos direto para o hotel fazer o check in. Ele ficava à alguns quarteirões em uma área cheia de barraquinhas de souvenir por 1 euro e etc., mas não muito bem frequentada durante a noite. O hotel ficava em um prédio residencial e era bem antigo, mas limpo e aconchegante. O dono, um senhor bastante atencioso, nos deu um mapa da cidade e circulou as principais atrações turísticas. Ele inclusive nos indicou um supermercado subterrâneo nas redondezas com um preço mais em conta. Também compramos nossos chips com 4g da Vodafone na loja deles na própria Termini. 
      Nas duas primeiras noites, nós ficamos no Hotel Aristotele. 
      Esse é o link com mais informações sobre o Leonardo https://www.alitalia.com/pt_br/fly-alitalia/news-and-activities/news/Leonardo-Express.html. A compra dos tickets pode ser feita no site da Trenitalia ou nas maquininhas já no saguão do aeroporto. 
       
      26/01/2019 (dia 02) Roma
      Acordamos bem cedo, tomamos café da manhã em um mercado que fica no subsolo da Termini e descemos para o metrô. Compramos o ticket diário de transporte por 7 euros e embarcamos na linha azul sentido Laurentina, mas tínhamos como destino final a estação Coloseo. 
      Essa é uma das grandes vantagens de ficar hospedada perto da Termini: o metrô. A estação dela é a que todas as linhas se encontram. 
       

      Mapa do metrô romano. Achei ele bem eficiente, mas a meio complicado no quesito de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Algumas estações estavam sem escada rolante e elevador, contando apenas com escadarias. 
       
      Já tínhamos lido sobre a imensa fila de turistas na bilheteria do Coliseu e a dica de entrarmos na do Palatino. Deu mega certo! Só haviam 3 pessoas na nossa frente e o ticket era o mesmo: Coliseu + Fórum romano + Palatino por 14 euros e com validade de 2 dias. 
       

       
      Visitamos primeiro o Coliseu e almoçamos no Carrefour Express próximo antes de irmos para os outros dois. Ah, é possível fazer múltiplas entradas com o ingresso, desde que sejam dentro dessas 48h desde a compra do ingresso. Sendo sincera, apesar de ser fã de história e tal e ser telespectadora #1 do History, senti falta de um guia. 
      Saímos do complexo no meio da tarde e demos de cara com uma avenida com estátuas de imperadores romanos, como Júlio Cesar. Ela dá na Piazza Venezia, chegando ao lado do imenso e branco monumento ao Vittorio Emanuele II, o primeiro rei da Itália unificada. 
       

       
      Seguimos nosso caminho à pé até o grandioso Panteão. Depois, fomos andando até a Piazza Navona, local de um dos pontos do Caminho da Iluminação de Dan Brown: a do elemento água. Lá também é onde fica a embaixada palácio brasileira na Itália, o consulado-geral e a Missão do Brasil na FAO. Nós infelizmente esquecemos da existência de um tour guiado pelo palácio às quintas. O agendamento para ele pode ser feito neste link: http://www.ambasciatadelbrasile.it/palacio/visita_guidata_por.asp. 
      Fomos até a feira Campo dei Fiori lanchar um típico sanduíche de foccacia de caprese e depois entramos no primeiro metrô que vimos para a Piazza del Popolo. 

       
      Localizada logo em sua entrada, a igreja Santa Maria del Popolo é outro ponto do Caminho da Iluminação: terra, localizada na Capela Chigi, feita por ninguém menos que Rafael. 
         
      A última atração visitada no dia foi a L O T A D A Fontana di Trevi, com a presença bem cara de pau dos pickpockets. Ela é bem longe da estação e rende uma boa caminhada. Já tinha anoitecido. 

      Minha tentativa de mostrar a quantidade de gente em um espaço surpreendentemente tão pequeno. Eu li que, pra tirar fotos boas e dignas de instagram, o melhor jeito é chegar bem de manhãzinha ou tarde da noite.  
       
      27/01/2019 (dia 03) Vaticano e Roma
      Precisávamos trocar de hotel que agora seria do outro lado da Termini, em uma região melhor localizada. Era um Airbnb também em um prédio residencial, mas mais moderno e limpo, com snacks e chás disponíveis para os hóspedes.
      Como era o último domingo do mês, algumas atrações estavam gratuitas, então resolvemos usar essa oportunidade para visitarmos o Museu do Vaticano. 

      Placa do Vaticano informando o calendário com os dias de gratuidade no ano de 2019. 
       
      A fila estava gigantesca, mas andou bem rápido e o museu é imperdível. Site: http://www.museivaticani.va/content/museivaticani/en.html.                                     
      Depois de sairmos, cruzamos a fronteira entre a Itália e o Vaticano e fomos na Praça São Pedro, ver o ponto do elemento ar. 
      Seguimos até o Castel Sant'Angelo, que custou 15 euros e, na verdade, apesar de toda sua história, arquitetura e etc., fiquei um pouco decepcionada com a falta de semelhança com oque foi apresentado no filme Anjos e Demônios. Se você comprar o Roma Pass, ele tá na lista de museus. 
       Saímos de lá já a noite e fomos jantar pizza no Panteão. 
       
      28/01/2019 (dia 04) Vaticano e Roma
      Voltamos ao Vaticano e gastamos a manhã toda na Basílica de São Pedro - após pegar uma longa fila e uma dolorosa e bizarra chuva de granizo. Assim como todas as igrejas de Roma, ela é gratuita. 
      Saímos dela e passamos o dia visitando cada canto do Vaticano, que é bem interessante! 
      Lanchamos em uma padaria subterrânea perto da estação de metrô Ottaviano antes de embarcamos para a Piazza di Spagna. Chamamos lá e PÁ, mas uma chuva gelada que depois se transformou em uma de granizo. 
      Por causa do frio beirando ao insuportável, voltamos ao Vaticano e ficamos por lá o restante o dia. 
       
      30/01/2019 (dia 05) Roma
      Recebemos a indicação de visitar a Trastevere, no outro lado do Rio Tibre, mas ficamos bem decepcionados. Pode ser devido a hora do dia e tal.  
      O que compensou a ida foi o Gueto judaico. Milhares de judeus ficaram confinados nele e posteriormente enviados para campos de concentração ao leste. Para visitar a sinagoga, é preciso de agendamento e um guia. É interessante observar também as plaquinhas douradas no chão indicando o local de moradia de alguns dos deportados, com as informações de onde e quando nascerem e para onde foram. 
       

      Placa em homenagem aos judeus romanos deportados para o campos de concentração no dia 16 de outubro de 1943. 
       
      31/01/2019 (dia 06) Roma (Fiumicino) - Milão (Linate)
      Desta vez nos acertamos e pegamos o ônibus até o aeroporto. A viagem foi supertranquila!
      Chegamos bem cedo no Fiumicino e, para nossa supresa, a Alitalia permitiu o despacho das bagagens com mais de 5h de antecedência. Todos os procedimentos de segurança foram tranquilos e rápidos e nós almoçamos em um restaurante de saladas por lá. 
      Chegamos em Milão pelo aeroporto de Linate, mais próximo da cidade e bem menor que o de Malpensa. Demos a sorte de pegar o último ônibus para a estação central (mesmíssimo esquema do que o de Roma). 
      Fizemos o check in no hotel. Foi engraçado e bastante esquisito: o check in foi feito em uma loja de rua, atendida por uns garotos na faixa dos 20 anos de idade, e o hotel ficava um pouco mais a diante, no outro lado da rua, em um prédio comercial. Era equipado com microondas, chaleira, máquina de café, torradinhas, geleias e cápsulas de café. Nós fomos achar um lugar para jantar, mas tudo nas redondezas já estava fechado.
       
      01/01/2019 (dia 07) Milão
      Acordamos com neve e saímos cedo e descemos para o metrô, no outro lado da rua do hotel. Fomos para o Duomo de Milão (a estação se chama Duomo mesmo), ainda fechado. O frio estava intenso (para dizer pouco... neve, chuva gelada e essas coisas) e estávamos com muita fome. Como tinha um Mc Donalds por perto decidimos que seria ali mesmo. Na verdade, acabou valendo a pena! O croissant custava 1 euro e o chocolate quente também tinha um preço bem acessível. Tinham alguns combos de café da manhã bem bons e em conta. 
      Terminamos de comer e fomos na Galeria Vittorio Emanuele e, uma das saídas dela, dá direto no Teatro Scala e a uma estátua do Leonardo da Vinci. 
      Tínhamos lido sobre a Panzerotti di Luini, famosíssima e decidimos experimentar. Só que ela abre um pouco tarde, então precisávamos fazer hora.
      Voltamos para a área do Duomo e entramos na La Rinascente, uma loja de departamentos bem chique, mas com uma loja de várias coisas bem legais no subsolo - de canetas à decoração de cômodos. 
      Enfim fomos comer na Panzerotti di Luini - eu pedi de Margherita e meu pai de Pistachio - e voltamos para o Duomo, já lotado e, devido ao frio, decidimos não encarar a fila. 
       

      Fomos almoçar pizza na estação central e embarcamos no metrô até o Castelo de Szforzesco.  
      Eu diria que ele é imperdível. Suas coleções são incríveis e o castelo em si é um espetáculo. O problema era o frio e o gelo no solo no lado de fora dele. O site dele é https://www.milanocastello.it/en. 

      Parte de fora do castelo. 
       

      Pietà assinada por Michelangelo. 
       
      Jantamos em uma cafeteria perto da estação central risoto a milanesa e frango a milanesa. 
      Acho que um dia em Milão foi mais que o suficiente.               
      O nome do b&b em que ficamos é I Am Here - Gioia 66, fizemos a reserva pelo Booking e duas diárias para duas pessoas custou 81,70 merkels. 
       
      02/02/2019 (dia 08) Viagem interna: Milão x Veneza Mestre
      Embarcamos para Veneza pela Italo umas 11h. A viagem foi mega tranquila e descobrimos que poderíamos descer na Mestre ao invés do nosso destino original, que era a Santa Lucia.   Chegamos em Mestre e fomos fazer o check in no hotel. Tínhamos reservado após a cancela do anterior já quase no portão de embarque do Guarulhos e a sorte que tivemos logo se tornou evidente. Ok, ele estava em obras, mas nos transferiram para um "hotel irmão" dele, localizado na Corso del Popolo, a rua principal e rota do ônibus que liga Mestre a Veneza que conhecemos. Perto do hotel também tinha um Mc Donalds, lanchonetes, supermercado PAM e outra rede ainda maior e mais barata.  
      Fizemos a reserva no Hotel Ambasciatori, mas acabamos ficando no Hotel Delfino. As cinco noites para duas pessoas no quarto Standard custou R$ 921,70. 
      03/02/2019 (dia 09) Veneza
      Compramos o ticket diário de transporte na recepção do hotel e fomos de ônibus até a ilha, passando pela Via della Libertá, o único modo terrestre de chegar até lá. 
      Chegamos na Piazzale Roma e subimos aquela estranha ponte de vidro que enfim dá acesso à ilha. 

      Ponte que dá acesso à Veneza. 
       
      Fomos andando pelas ruas e demos de cara com elas alagadas. Logo me toquei que estávamos presenciando a Acqua Alta: um fenômeno que ocorre no inverno com a subida do nível do mar, alagando partes da cidade durante algumas horas do dia. Mas tudo lá é preparado para isso: são montadas passarelas nos pontos afetados e camelôs vendem "botas" de plástico para proteger os sapatos. 
       

      Um dos canais transbordados. 

      Passarela montada ligando a galeria da praça ao Palácio Ducale. O chão já estava praticamente seco. 
       
      Ainda era bem cedo e as lojas estavam fechadas. Isso foi claramente um erro. Nós estamos acostumados a sair bem cedo do hotel para aproveitar bem o dia, mas percebemos que não seria o caso de Veneza. 
      Seguimos o trajeto e chegamos na Ponte di Rialto e seguimos até a Piazza San Marco, com poças d'água. 
       

      A famosíssima e belíssima San Marco alagada. 
      Um lugar interessante que fomos é o Theatro Italia, que fica no lado da Piazzale Roma de Veneza. É um supermercado dentro de um teatro desativado, que manteve sua arquitetura, pinturas e etc. É muito lindo! Eles ainda vendem doces típicos e com embalagens próprias do supermercado. Compramos uma caixa linda de torrone para trazer para o Brasil. 

      Infelizmente, não podia tirar foto dentro. 
       
      04/03/2019 (dia 10) Veneza
      Fomos no triste Gueto judaico - que na verdade são dois! O Vecchio e o novo. Uma curiosidade é que a palavra "gueto" surgiu lá. Durante a república veneziana, os judeus da cidade eram confinados dentro do bairro durante a noite, quando as pontes se levantavam, isolando-os das outras ilhas. Eles eram limitados à certos tipos de emprego e o uso de peças de roupa distintivas era obrigatório. Lembra algum outro episódio histórico? 
      O clima lá é um tanto mais pesado que o de Roma, por ser mais antigo e com mais monumentos dedicados aos judeus de Veneza deportados e mortos durante o Holocausto. A visita ao Museu Judaico precisa ser agendado. 
       

      Parede no gueto com placas com cenas da deportação e do Holocausto. 
       
      Muro em homenagem aos judeus venezianos deportados.     05/03/2019 (dia 11) Veneza
      Enfim: SOL!!!! 
      O dia amanheceu ensolarado e o cenário mudou totalmente! 
      Refizemos os trajetos e revisitamos os principais pontos turísticos como a San Marco - e a sua basílica -  e a Ponte dos Suspiros, os bairros da cidade, como a Accademia e o Dorsoduro, visitamos por coincidência o Museo della Musica, e a Santa Croce. 
       

       
      Fomos também na eleita pela BBC a livraria mais bonita do mundo, a Libreria Acqua Alta. Os livros, mapas e fotos ficam dispostos em banheiras, barris e gôndolas para serem protegidos das águas do canal. Eles vendem livros de diferentes gêneros, estados de conservação, preço e idiomas. Tem uns souvenires bem legais e diferentes, como fotos e mapas antigos da cidade. 
       


       
       
      05/03/2019 (dia 11) Lagoa de Veneza
      Compramos o ticket diário para o uso do Vaporetto por 7 euros em um dos seus guichês. Nos embarcamos na estação da Piazzale Roma. Vaporetto é o ônibus de Veneza, ou seja, um barco. Ele não é muito confortável e é um pouco lento e, dependendo da linha e do horário, pode ser bem cheio. Para Lido, há também o ferry. 
       

       
      São várias linhas e achei as rotas um tanto confusas.                    
      Começamos por Murano, com suas inúmeras lojas vendendo peças feitas com seu famoso vidro. Fiquei um pouco decepcionada com a ilha.. Os vendedores eram nem um pouco receptivos e tudo parecia ser meio artificial estilo engana turista
      Depois, seguimos para a calma e vazia Torcello antes de seguirmos para Burano, o ponto altíssimo do nosso dia.
      As casas são lindas e parecem ter saído de um filme. São todas coloridas. De longe, é a melhor e a mais linda de todas.  
       

      Árvore de natal em Murano feita com vidro de Murano, claro. 
       

      Murano.

      A fofa e calma Torcello.

      Burano. Eleita por mim a melhor ilha de todas e seria um crime ir até Veneza e não visitá-la. 
       
      Eu tinha lido sobre as praias de Lido e decidimos ir até lá conhecer. Já no vaporetto percebemos a ausência de turistas e a abundância de locais. Quando desembarcamos, não conseguimos achar as praias e só depois descobri que elas ficam no outro lado. Como estava frio e anoitecendo e Lido é um pouco longe de Veneza, resolvamos voltar. 
      Ficamos passeando pela principal linha de vaporetto que cobre o Grande Canal (!!!) e passa pelos principais pontos turísticos. Já estava de noite e confesso que fiquei um pouco decepcionada com a visão e com a vida noturna. Considerando que a gôndola custa salgados 80 merkels por passeio, pra quem quer economizar, acho que o vaporetto pode ser uma boa opção para ter uma visão de Veneza pelos seus canais.  
      Voltamos pra Mestre lá pelas 22h. 
      Obs.: quando estávamos indo para as ilhas, vimos as Dolomitas no horizonte. Fomos pesquisar no site de ônibus o preço das passagens e elas estavam bem em conta mas, infelizmente, não tinha mais data disponível nos dias em que estaríamos em Veneza, apenas no dia de regresso à Milão. 
       
      06/03/2019 (dia 12) Veneza
      Como meu pai era oficial da Marinha do Brasil, a parada no Museu Naval era obrigatória. 
      Enquanto ele estava lá, o meu plano original era ir no Palácio do Dodge, o Ducale, mas o ingresso era tão caro que acabei desistindo e fui para o Naval também. 
      SOBRE A COMIDA EM VENEZA: conseguimos achar perto da San Marco, uma rua cheia de lojas tipo Spoleto mas com sabores fixos. Os preços variavam entre 5 e 8 euros e eram uma delícia!!!! As pizzas lá também são baratas. Em Mestre nós comprávamos a janta no supermercado. Só no último dia que compramos uma pizza de cinco queijos, acho, em uma lanchonete em frente ao hotel. Custou menos de 10 euros e tinha até brie kkk Ou seja, dá para economizar em Veneza sim. 
       
      07 e 08/03/2019 (dias 13 e 14) Veneza Mestre x  Milão x Roma 
      Viajamos o dia inteiro e enfim chegamos à Milão umas 18h. Pegamos o ônibus por 6 euros para o Linate e lá ficamos a noite inteira esperando o momento de embarcar para Roma, que seria logo pela manhã. 
      Após longas horas de espera e com o aeroporto fechado, mas com gente dentro na mesma situação, o check in enfim abriu! O melhor de tudo foi que a moça da Alitalia conseguiu adiantar nosso voo para o primeiro da manhã. 
      E isso acabou fazendo toda diferença: a aduana do Fiumicino estava lerdíssima e entupida de gente. Nós, um pessoal de um voo para a Cidade do México e de outro para a Armênia quase não conseguimos embarcar. Mas acabou dando tudo certo. Conseguimos chegar no portão de embarque quando estavam anunciando o início dele. 
      Para SP, o voo, como sempre, foi tranquilo, apesar de diurno. Chegamos em Guarulhos umas 20h, alguns minutos antes do último voo do dia para a Cidade Maravilhosa.
       
      09/03/2019 (dia 15) São Paulo - Rio de Janeiro (Gol)
      Após mais uma noite em claro no aeroporto, salva pelo intenso movimento existente 24/7 no GRU e pela existência de um "hotel" que você pode alugar um banheiro por 1h dentro do aeroporto, embarcamos às 6h para o Santos Dumont. 
      UTILIDADE PÚBLICA: https://www.slavierohoteis.com.br/hoteis/fast-sleep-by-slaviero-hoteis/ O LINK DO TAL HOTEL. 
      ((((( em construção )))))
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Andre Mailson Melo de Oliveira
      Ola povo, estou organizando com a minha família uma viagem a Paris em 2021 (nao temos tanta grana entao temos que marcar mais pra frente pra dar tempode juntar o dinheiro kkkk).
      Além dos locais mais conhecidos, como a torre e o museu, quais outros lugares vocês indicam para vermos na cidade luz? Pretendemos ir na baixa temporada pra facilitar, eu pesquisei e em março é o melhor mês, confere isso? Alguém saberia se é um mês muito chuvoso? Ainda é um pouco frio considerando os padrões do sul do Brasil?
    • Por panda
      Meu primeiro mochilão pela Europa foi no longínquo ano de 2004 (mesma época em que entrei aqui no fórum).
      Acredito que a frase acima já lhe permita imaginar como minha viagem foi bastante diferente, levando em conta o quanto o mundo evoluiu em 15 anos.
      Sem mais delongas, vou citar abaixo 10 itens/coisas que levei em meu primeiro mochilão e que hoje poderia dispensar.
      As imagens são meramente ilustrativas.
       
      1. Câmera Fotográfica
       

      Eu sei exatamente o que você está pensando: em 2004 câmeras digitais já eram (quase) populares.
      Sim, já eram. Inclusive levei uma delas comigo (daquelas fininhas point and shoot).
      O problema é que minha câmera digital usava pilhas palitos que se desgastavam rapidamente.
      Além disso, meu irmão tinha uma câmera analógica semiprofissional da Canon e eu a levei acreditando que as fotos ficariam muito melhores do que na outra.
      A Canon era pesada, com uma lente grande...e não era fácil de guardar em uma mochila.
       
      2. Carregador de pilhas

      Mais barato do que comprar pilhas todos os dias para a minha câmera, eu comprei um carregador com 4 pilhas recarregáveis.
       
      3. MP3 Player

      Nada como ouvir uma boa música enquanto você espera o trem chegar...ou antes de dormir, depois de andar quase uma maratona para conhecer o maior número de pontos turísticos na cidade que se visita.
      Aliás, cabe salientar que meu mp3 player também usava pilhas palito.
       
      4. Despertador/relógio

      Levei dois relógios de pulso (um com o fuso do Brasil e o outro com o fuso local), mas descobri alguns dias antes da viagem que ambos tinham o som do alarme muito baixo (e eu o sono muito pesado).
      Diante deste problema, corri para uma loja de 1,99 e comprei um despertador (só pra garantir...sabe como é...).
       
      5. Lanterna

      Quando você dorme em um quarto com 8 ou 10 pessoas que você não conhece, é sempre bom ter uma lanterna pra encontrar o caminho do banheiro ou algum item perdido na sua mochila bagunçada.
       
      6. Dicionário

      Como já tinha certo conhecimento da língua inglesa, levei comigo um dicionário português/francês, pois passaria por 3 países francófonos.
       
      7. Diário de viagem

      Para guardar boas lembranças, além de registrar informações importantes (que depois compartilhei aqui no fórum), levei um caderno ou diário de viagem. Tenho ele guardado até hoje.
       
      8. Guia de viagem / mapas em papel /outros tantos papéis

      Levei um livro/guia de Amsterdã que emprestei de um amigo, além de várias páginas impressas com dicas que encontrei na rede (como ir da estação de trem/aeroporto até o hostel, principais pontos turísticos, onde comer gastando pouco, etc).
      Lembrando que o mochileiros.com tinha apenas 2 anos na época e a internet ainda não dipunha de tantas informações compartilhadas entre viajantes.
      Além disso, me utilizei de vários mapas em papel que ganhei ou comprei pelo caminho.
      Sem falar, é claro, nos tickets de trem/ônibus/avião que eu precisava guardar em minha mochila.
      Enfim...muitos papéis.
       
      9. Roupas em excesso / Peso em excesso

      Ainda que o mochilão tenha ocorrido no inverno, calculo que levei quase o dobro de roupas que eu efetivamente usei. Lavei algumas peças nos hostels e outras nem cheguei a usar.
      Isso impactou principalmente no peso de minha mochila (e em dores nas costas).
       
      10. Kit de costura

      Pensei muito se incluía ou não este item na lista, pois ele efetivamente salvou a minha vida (metaforicamente, é claro).
      Em razão do citado excesso de peso em minha mochila, somado ao fato desta não ser de uma qualidade muito boa, sofri um acidente quando aguardava meu trem na estação de Bonn, na Alemanha.
      Minha mochila simplesmente rasgou o fundo, despejando minhas coisas diante de uma plateia de alemães incrédulos com a cena.
      Embora inicialmente desesperado, vi o kit de costura no chão e o usei para costurar minha mochila.
      Entretanto, não foi tão fácil assim.
      As linhas do meu kit eram de má qualidade e quebravam quando eu tentava costurar um material tão duro quanto a mochila. Diante de tal infortúnio, não tive dúvidas: costurei com algo muito mais resistente, fio dental.
      A mochila ficou feia, mas aguentou o resto da viagem sem problemas.
      Pensando melhor...talvez seja bom manter o kit de costuras...
       
      Enfim, esta é a minha lista.
      É fácil perceber que o smartphone substituiu a maioria destes itens que citei, dentre outros que acabei não citando aqui (talvez em uma parte 2).
      E você? O que não levaria no seu próximo mochilão?
       
    • Por Beaoli
      Estou organizando uma viagem entre alguns lugares da Europa. Não pretendo me locomover de avião entre eles. (Apenas pra chegar na Europa). Alguém poderia me ajudar dizendo qual é a melhor opção para deslocar entre eles? Barco, trem ou ônibus?
      Trecho 1
      Londres - Paris
      Trecho 2
      Paris - Lugano
      Trecho 3
      Lugano - Barcelona
      Trecho 4
      Barcelona - Palma de Mallorca
      Trecho 5
      Palma de Mallorca- Lisboa
      de Londres a Paris, pensei em ir pela Mancha, mas não achei preço apenas de ida do barco
      alguém pode me ajudar? Desde já obg!😊


×
×
  • Criar Novo...