Ir para conteúdo

Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!


Posts Recomendados

  • Colaboradores
Em 07/07/2018 em 12:39, raibrtz disse:

Que relato maravilhoso! 

Sou nova por aqui e estou planejando uma viagem pra Ásia daqui um tempo e de cara encontrar um relato tão bem escrito e detalhado dá uma felicidade enorme. Parabéns pela forma de expressar toda sua experiencia, faz com que a gente se sinta como se estivesse ido junto com você na viagem! 

Aguardando os próximos capítulos.  😘

Que comentário lindo de ler, @raibrtz :D obrigado pelo carinho!!! Vai acompanhando aí. Bjs!

Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • Colaboradores
Em 19/07/2018 em 00:31, Cleber Curitiba disse:

Cara, é muito show ler os seus relatos da viagem !!

Vou sozinho pra Tailândia no dia 22/10, fico uns 15 dias por lá(entre BKk e praias), e depois vou pra Bali, e fico mais 20 dias (vou fazer o contrário da viagem de vocês), e só retorno pra Bangkok um dia antes do vôo de volta pro BR. O roteiro da Tailândia está quase pronto, mas para o roteiro de Bali, os seus posts estão me dando uma grande ajuda.

Mais do que uma viagem de curtição, praias, templos e paisagens surreais, acho que vai ser um grande período de autoconhecimento, de aprendizado e crescimento espiritual tb. Você conseguiu transmitir, pelo menos pra mim,  através dos relatos e fotos, uma energia toda especial que esse lugar possui.

Ahhh e vou fazer contato com o Roby...já adicionei ele no facebook, deve ser uma pessoa muito bacana.

Grande Abraço !!!

Boaaa @Cleber Curitiba. Cara, você descreveu completamente o que é viajar por Bali. É tudo isso aí e mais um pouco. E pode entrar em contato com o Roby que você não vai se arrepender. Sucesso na sua viagem!!!

  • Gostei! 1
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • 2 semanas depois...
  • Colaboradores

Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz.

7º dia (17 de outubro)

O último dia de programação em Ubud mal havia começado e a gente já estava com saudade daquele lugar. Se tivéssemos mais tempo disponível no nosso mochilão, aqui certamente seria um dos lugares em que esticaríamos um pouco mais.

Acordamos e tomamos o belo café da manhã que a Putu novamente nos preparou. Hoje não teríamos o Roby, os deslocamentos seriam feitos por nossa conta. Não por acaso, todo o nosso roteiro do dia estava pelas proximidades da cidade.

 

Floresta dos Macacos

Fomos andando rumo à primeira parada: a Floresta dos Macacos. Ela funciona todos os dias, das 8h30 às 18h. A entrada custa Rp. 50.000 por pessoa (mais os Rp. 20.000 do cacho de bananas que compramos lá dentro, opcional). Ainda no caminho até lá, paramos num mercadinho e compramos dois sorvetes cornetto e uma água grande pela pechincha de Rp. 21.000 (uns 5 reais). Ahhh quem dera meu Brasil fosse assim.

Demos uma volta boa pela floresta, que é bem grande e bem bonita. Combinamos de alimentar os macacos no final, para conhecer cada canto do lugar primeiro.

1998298875_01_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.23f0e591e16c5f5bbb77f21e55a27c8f.jpg

973207085_02_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.506307aa10da54a65fc281e3b0aa71ae.jpg

781260960_03_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.5925d4df54c39d7166208b1e98404e22.jpg

39081663_04_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.d8549ac4d4d1295b8b27a2c81f05bb5e.jpg

534078643_05_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.85fa27b8d444694c16fcc6fbac5dd157.jpg

1193550283_06_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.9dc443597e94b54bf874f7f1e977ca47.jpg

360549201_07_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.773b4c055f2248b1773e0ae00caefbff.jpg

352281478_08_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.4ad411d93c5c68ef8b300d5b786fc0e9.jpg

1711834538_09_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.352c41e96e4dc37f76e9df0768decf61.jpg

 

São muitas as recomendações ao se visitar a Floresta dos Macacos, mas a principal delas é não dar bobeira com seus pertences pessoais. Eles são espertos, abusados (afinal, estão na casa deles) e podem tomar tudo o que quiserem em busca de comida, ou pela simples curiosidade. 

Antenor foi o primeiro a pegar uns pedaços de banana e esperar que o macaco subisse nos ombros dele. Filhote, é claro. Não teve muita coragem de encarar os adultos.

1492798892_10_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.f1e8792ef05f12534da85d5f6a904d42.jpg

Já eu, o bonzão, o espertão, o fodão, quis com um macaco adulto. Logo avistei um que parecia ter o peso de um gorila. Ele já subiu em mim assim que avistou o pedaço de banana na minha mão. Ficou uns instantes pelo meu ombro, o bastante pra eu tirar umas fotos e ganhar vários likes no instagram.

Mas a expressão "macaco velho" não é à toa. Experiente que só, ele viu que tinha banana escondida no meu bolso. Foi escalando por mim rumo ao chão, e eu crente que ele estava só indo embora. Parou perto do meu bolso e tentou enfiar a mão. Como não conseguiu colocar a mão por dentro do tecido, simplesmente lascou uma bela dentada por cima da bermuda mesmo.

Ali meu coração deu uma leve estremecida, nada sério, só tipo uma parada cardíaca. Mantive a calma e fui tentar ajudá-lo, abrindo o bolso. Que inocência a minha. Ele olhou pra mim e abriu uma boca que naquela hora me pareceu ter uns 90 cm de amplitude, o suficiente pra engolir metade do meu corpo. O barulho que ele fez também não foi nada agradável. Ele investiu outra mordida na minha perna, e dessa vez eu senti os dentes passando de raspão em mim. Já tava ali imaginando que na próxima tentativa ele levaria veia, fêmur, músculo, tudo junto. Mas antes que eu pudesse terminar o 8º Pai Nosso e o 5º Santo Anjo do Senhor Meu Zeloso Guardador, um dos trabalhadores locais chegou e tocou o macaco pra longe de mim.

11_cap07_ubud_bak.thumb.jpg.804192b5091df8d173f029e7dc4b8289.jpg

Tive que me livrar rapidamente das bananas que estavam no meu bolso, porque um novo cerco de macacos já estava se formando. Eles não são bestas.

Portanto, pessoal, fica aqui a dica do tio Rodrigo. Não subestimem os macacos, e tomem MUITO cuidado. Por sorte, não aconteceu nada grave. Mas poderia ter acontecido.

Voltando da floresta, paramos num supermercado e compramos umas coisas diferentes dessas que você só costuma achar no país que está visitando. Pó de café local (que aprendemos a tomar sem filtrar, diretamente na água, feito um café solúvel), uns donuts, umas bebidas estranhas tipo refrigerante, e uns cup noodles pra servir de almoço no hotel. Total: Rp. 182.000.

De volta ao hotel e devidamente alimentados, alugamos uma scooter com a própria Putu (dona do hotel) por Rp. 50.000 a diária, e saímos para a próxima atração do nosso roteiro: o Palácio de Ubud.

 

Palácio de Ubud

Ele estava em reforma, portanto só era possível visitar algumas partes. Honestamente, eu não achei muita graça. Talvez com um guia, conhecendo a história local, fosse mais interessante, mas eu não colocaria muita expectativa nisso. Ali costuma acontecer alguns eventos, também, o que é outra chance do local se tornar interessante. Mas, tirando isso, demos uma volta e não perdemos muito tempo. Seguimos logo pra próxima parada.

1882807275_12_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.c59ba3f3ab9d94fc1b955a1dc05bbf74.jpg

1507774856_13_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.1227a290c79b1a7f50104922468fb74c.jpg

1099538865_14_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.be97790adedae80bbe787a5fe57f08ad.jpg

 

Nesse momento, aproveitamos para passar numa casa de câmbio e trocar uma quantidade maior de dólares. Isso porque os nossos próximos dias seriam nas ilhas Nusa Lembongan e Nusa Penida, e lá não costuma ter uma cotação muito boa. Fizemos uma estimativa de gastos e trocamos o suficiente, sempre considerando uma margem de segurança.

 

Telalagang Rice Terrace

Seguimos de moto para fora da cidade em direção a uma atração muito famosa da região, o Telalagang Rice Terrace (Terraço de Arroz de Telalagang). Ele não fica muito longe, então quem quiser alugar uma moto, ou pegar um táxi, pode conhecer por conta própria.

A entrada lá é "gratuita". As aspas se dão porque, ao percorrer o local, é comum se deparar com "pedágios" disfarçados de doação, onde alguns locais pedem que você deixe uns trocados em troca da manutenção das pequenas pontes que eles constroem para a nossa travessia de um lado para o outro. Nada mais justo. Deixamos Rp. 5.000 cada, mas pode ser o valor que você quiser.

O dia estava meio nublado, com cara de chuva, mas mesmo assim deu pra ver como o lugar é bonito. Porém, é o mais famoso terraço de arroz de Bali, então espere muitos turistas. Isso tira um pouco da magia do local, é verdade, mas outras opções de terraços não possuíam essa mesma geografia (eram terraços mais planos), e tampouco eram tão próximos quanto. Então nos contentamos em ficar por aqui mesmo.

1666576638_15_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.9df1d7ccc6eb57d504c045939e0fca2f.jpg

1331301303_16_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.b9f9245fb984049a9eae6a7e0361c2b7.jpg

1596777035_17_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.4d923887582e3b8d0b8264d5bbf3d5a2.jpg

1415403414_18_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.6554160c0e07209b8f87fb5a7cc9cc10.jpg

 

No caminho de volta para Ubud, pegamos uma bela de uma chuva. Sabe que foi até legal? Aquela sensação boa de chuva fresca, no meio de uma viagem, percorrendo aquelas charmosas estradinhas de Bali, campos de arroz surgindo às margens da estrada, misturados a templos, casas, lojas... foi um momento marcante. Turista acha tudo lindo, né? haha.

 

Ubud Market

Seguimos direto para o hotel. Deixamos mais roupa para lavar com a Putu e fomos correndo para o Ubud Market, pois já estava quase fechando (ele fecha às 18h).

Chegando lá, algumas barracas já estavam recolhendo as coisas (as fotos abaixo são de quando passamos rapidamente por lá antes de ir ao Ubud Palace). Não só pelo horário, mas porque a chuva já tinha espantado boa parte da clientela. Mas deu tempo de comprarmos algumas lembrancinhas que queríamos levar de Bali, como descansa-copos, sarongs, ímãs de geladeira, etc. É tudo baratinho, mas esquecemos de anotar os preços. Eu só me lembro de uma Sarong MUITO BONITA, tecido trabalhado à mão, vermelho com uns desenhos em tinta ouro, em que fiquei horas negociando porque ela queria me cobrar 20 dólares. No fim das contas, paguei Rp. 100.000, porque queria levar de presente pra minha mãe.

1759393558_20_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.681ab1db2bc99ffc1166caa400525d95.jpg

1064688388_21_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.862e5e0396f4ce06f0eecbc7cc44e02f.jpg

978977416_22_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.5e85c17ef4686c21b3f9dc5ce097cf60.jpg

Passamos em outra lojinha mais arrumada (dessas que parecem de comércio de rua), com os preços já etiquetados. Levamos kits de sabonetes, pacotes de incenso, caixinha artesanal com pacote de café dentro, pulseira, enfim... tudo o queríamos levar de presente pro Brasil, e ficou tudo por Rp. 217.000.

 

Café Lotus

Seguimos para o famoso Café Lotus, pois haveria o tal espetáculo de dança naquele dia. Eu estava muito ansioso por esse momento, mas... nem tudo sai como planejado e a gente aprende a lidar com isso durante as viagens. Por conta do tempo, que ameaçava chuva, o espetáculo havia sido transferido para um local fechado, num prédio ao lado. Com isso, perdemos o interesse de participar. Além de não ser lá muito barato, não seria no lugar tradicional. Mas fica a dica para quem puder assistir. Dizem que é bem bonito. E não caia nessa de "pacote com jantar incluso" porque as mesas do Café Lotus são longe do lugar da dança, e quem paga mais caro no pacote com jantar assiste ao espetáculo de longe, e quem só compra o espetáculo pode assistir lá de perto.

1524035418_19_cap07_ubud.bak(Personalizado).thumb.jpg.ec9e70f5690424e017ae40893f1801f0.jpg

Já que nossa programação havia sido cancelada, fomos jantar em outro local. A conta ficou em Rp. 150.000 o casal. Voltamos para o hotel e acertamos nossa conta com a Putu (Rp. 1.050.000 pelas diárias, mais as Rp. 20.000 pelo kg de roupa extra que deixamos lá mais cedo).

No dia seguinte, sairíamos cedo para o porto de Sanur, onde um barco nos levaria até Nusa Lembongan. Todo esse percurso já tinha sido combinado previamente com o Roby por whatsapp, pois ele organizou tudo pra gente. Mas os detalhes de preço, rotas e tudo mais vocês saberão no próximo capítulo.

Nessa hora, a minha ansiedade já estava a mil. As ilhas Nusa, em especial Nusa Penida, era um dos meus momentos mais aguardados de toda a viagem. 

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 10.500 - Sorvete e água
Rp. 50.000 - Entrada Floresta dos Macacos
Rp. 10.000 - Bananas
Rp. 91.000 - Guloseimas no mercado
Rp. 50.000 - 01 diária de scooter
Rp. 5.000 - "Doação" no Telalagang Rice Terrace
Rp. 158.500 - Presentes e lembrancinhas
Rp. 75.000 - Jantar
Rp. 525.000 - 03 diárias Angga Homestay
Rp. 10.000 - Roupa lavanderia
 

TOTAL: Rp. 985.000  (USD 72)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Os encantos de Nusa Lembongan.

  • Gostei! 4
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • 2 semanas depois...
  • Colaboradores
Em 10/08/2018 em 13:29, h.flavioborges disse:

Excelente, Rodrigo! Mesmo sem previsão de fazer esta viagem por agora, estou acompanhando tudo.
Parabéns pelo seu empenho, sei como é difícil produzir este tipo de conteúdo. Abraço!

Valeu, Flávio! Fico feliz por isso. Realmente, é um esforço danado. Mas o retorno da galera é sempre gratificante. Abraço!!!

  • Gostei! 1
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • Colaboradores

Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan.

8º dia (18 de outubro)

O motorista da van chegou no local e horário combinados. Havíamos tomado o nosso último café da manhã feito pela Putu e nos despedido dela. Foi uma hospedagem muito acolhedora.

O percurso até chegar em Nusa Lembongan é bem simples. Inúmeras agências ou hotéis oferecem esse serviço. Basicamente, inclui o transfer de onde você está (hotel) até o porto de onde sairá seu barco (no nosso caso, porto de Sanur), depois o ticket do barco de Bali até Nusa Lembongan, e depois o transfer do porto de Lembongan até o seu hotel na ilha.

Diversas empresas de barco fazem o percurso Bali x Nusa Lembongan em diversos horários do dia. Há também as embarcações públicas (mais baratas, porém mais lentas), e os chamado "fast boats", que fazem o trajeto em meia hora. Esse percurso, apesar de rápido, pode ser bem agitado. Na nossa ida, o mar movimentado rendeu altos gritinhos de "uuhhhhh" da galera tamanho eram os pulos que a gente dava rs. A volta foi mais tranquila.

Quando o motorista da van nos deixou no porto de Sanur, cerca de 1h30 depois de nos pegar em Ubud, ele "pediu" gorjeta aos passageiros. Deixamos Rp. 20.000 com ele. Antenor aproveitou para procurar um banheiro, que custou Rp. 5.000 para utilizar.

Quando chegamos no guichê da empresa de barco que nos levaria, queriam nos cobrar Rp. 300.000 por pessoa. Dissemos a ele que o combinado conosco era Rp. 250.000. Mostramos a conversa pelo whatsapp que tivemos com o Roby, e logo depois fizemos uma chamada de áudio com ele e passamos pro funcionário. Depois da conversa, ele aceitou fazer o preço de 250. Portanto, tenham registrado todo o combinado de vocês, seja em papel ou gravado no celular.    

O fast boat partiu às 10h, e às 10h30 já estávamos desembarcando na Mushroom Beach, que é a praia onde os barcos com os visitantes chegam. Nem mesmo havíamos descido na ilha e já estávamos admirados com aquela água azul neon transparente.

01_cap08_lembongan.thumb.jpg.df789edfe16d662e6d7c358281bb2bf2.jpg

02_cap08_lembongan.thumb.jpg.5d4abf6b20276b06a7aaeb4c3b808923.jpg

 

Descemos ali mesmo na beira do mar. Os funcionários levam todos os mochilões pra parte seca. Lá, eles anotam o seu hotel de destino e te colocam nuns carrinhos junto com outros viajantes.

Chegamos no nosso hotel cedo para o check-in. Ficamos hospedados no The Cubang Hut's Lembongan. Era um poquinho mais caro que a média, porém, como iríamos ficar só uma noite nessa ilha, optamos por um bangalô mais arrumadinho. O local é bem bonito, piscina boa, e o bungalô em si era muito massa. Essa mesma estrutura no Brasil certamente não sairia por menos do triplo do preço. A diária custou Rp. 750.000.

Como ainda não podíamos fazer check-in, decidimos almoçar ali mesmo no hotel. Dois pratos e uma cerveja Bitang foram Rp. 153.000. Logo depois, deixamos as malas guardadas na recepção e fomos conhecer o primeiro ponto do nosso roteiro na ilha, a Dreamland Beach, que ficava a 5 minutos de caminhada do hotel.

A praia era linda, havia poucos turistas, e foi aí que começamos a ter o gostinho daquela tão sonhada "Bali" que a gente idealizou.


03_cap08_lembongan.thumb.jpg.c442e0b8e5251346d099e270a9410118.jpg

04_cap08_lembongan.thumb.jpg.bef7d954ad5f7e1b256073605f256e8c.jpg

05_cap08_lembongan.thumb.jpg.13843a5a49e202c9ccf786d8b19d234b.jpg

06_cap08_lembongan.thumb.jpg.04d30158d2204f60fbcdf9e130037b8b.jpg

07_cap08_lembongan.thumb.jpg.c31dd24a47efb51df0789e02cd88d28d.jpg

08_cap08_lembongan.thumb.jpg.8b730ac49ccc24954ab75897a5017dc6.jpg

 

Voltamos pro hotel e fizemos o check-in. Guardamos nossas coisas no quarto e alugamos 1 scooter com o próprio hotel (Rp. 85.000 para 12 horas de uso). Como havíamos pouco tempo de luz do sol restando (apenas a parte da tarde), não seria possível visitar todos os pontos da ilha, nem mesmo conhecer Nusa Ceningan, que é a ilha que fica ao lado, bastando atravessar a Yellow Bridge.

Com isso em mente, optamos por visitar a Devil's Tears, uma parte da ilha em que a água do mar entra por debaixo das pedras e volta com forte pressão causando um grande "espirro" esfumaçado de água. O horário que fomos não devia ser dos melhores, pois a água não estava espirrando tão forte assim. Mas tinha bastante turista. 

 

09_cap08_lembongan.thumb.jpg.e06bc0dc2c5487f4474238a7ed0cc3f1.jpg

10_cap08_lembongan.thumb.jpg.d346c30b9b8e180409b700f0756c2437.jpg

11_cap08_lembongan.thumb.jpg.dcd91ef2b2db077d3672ada31d1a3d3a.jpg

12_cap08_lembongan.thumb.jpg.cbdb42c87853c507361be6c683805ecf.jpg

 

Olhando no mapa offline, Antenor identificou um "Sunset Point" ali perto. Pegamos a moto e fomos lá, mas não achamos nada demais. Talvez seja de fato interessante no momento do por do sol, mas não podíamos esperar.

Logo em seguida, fomos procurar uma agência para fechar o passeio de snorkeling para a manhã do dia seguinte. Fizemos uma rápida pesquisa em umas duas ou três e acabamos fechando com uma que fez um bom preço e nos permitiu negociar a rota e os pontos a serem mergulhados. Ficou Rp. 200.000 para cada, e os pontos principais eram o Magroove Point (uma área com um coral super colorido e cheio de peixes), o Underwater Buddha (estátuas de Buda que foram colocadas no fundo do mar para que se tornassem atrações de mergulho), e o Manta Point (nadar com as famosas Raias Mantas).

Na saída, paramos num mercadinho e compramos coisas para o jantar e para ficar a manhã toda no barco (o passeio de snorkeling não inclui refeição nem água). Biscoitos, amendoins, chocolates e água, tudo por Rp. 227.000. Lembrando que os preços por aqui são naturalmente um pouco mais caros que em Bali, justamente pela pouca estrutura local.

Voltamos para o nosso hotel e aproveitamos o restinho do dia na piscina. Mais à noite, pedimos 2 cervejas e uma porção de fritas (Rp. 75.000) e ficamos na nossa varanda curtindo a brisa da noite.

13_cap08_lembongan.thumb.jpg.3a10df3d1c3348adfd2655f2db4a524d.jpg

14_cap08_lembongan.thumb.jpg.31c6a938134ce371c2a614c0b4b213d1.jpg

15_cap08_lembongan.thumb.jpg.fb54cc2ceeb96109f69c45a03f2ec822.jpg

 

O dia seguinte seria o tão esperado dia. Conheceríamos o que de fato nos trouxe aqui, e o motivo pelo qual ficamos tão pouco tempo em Lembongan. O nosso foco era mesmo Nusa Penida, a maior (e, curiosamente, a menos visitada) das três "ilhas Nusa".

Minhas expectativas já eram altas, e conseguiram ser superadas. Ahhh, Nusa Penida. Quando eu lembro de você, QUE SAUDADE! Sem dúvidas, a minha parte preferida de TODA essa viagem pelo Sudeste Asiático. E vocês verão o porquê.

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 20.000 - gorjeta transfer
Rp. 5.000 - banheiro
Rp. 250.000 - Ubud x Nusa Lembongan
Rp. 76.500 - almoço + cerveja
Rp. 375.000 - diária hotel
Rp. 42.500 - aluguel 12h de scooter
Rp. 200.000 - passeio de snorkeling
Rp. 113.500 - mercadinho
Rp. 37.500 - cervejas e porção de fritas
 

TOTAL: Rp. 1.120.000  (USD 82)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta!

  • Gostei! 2
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • 1 mês depois...
  • Colaboradores

Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta!

9º dia (19 de outubro)

Acordamos cedo e já aproveitamos para fazer o check-out, pois não sabíamos a hora certa que voltaríamos do passeio de snorkeling. Antes que pudéssemos pedir o nosso café da manhã, duas motos vieram nos buscar para nos levar pra agência. Deixamos os mochilões guardados na recepção do hotel e partimos.

O snorkelling foi tranquilo e bem bonito. Nós havíamos fechado o seguinte percurso: Mangroove Point > Buddha Point > Crystal Bay e Manta Point. Paga-se um pouco a mais para incluir o Manta Point, pois ele é mais distante. E só é possível visitá-lo caso o mar não esteja agitado. 

Na primeira parada, já vimos o porquê das ilhas Nusa serem consideradas um dos melhores lugares para mergulho no mundo. Água cristalina e muita vida marinha. O Mangroove Point é lindo, com corais vivos e muito coloridos. Foi o melhor ponto de snorkelling, na nossa experiência.

Já o Buddha Point foi bem decepcionante. Eu já estava imaginando conseguir fazer aquelas fotos incríveis ao lado das estátuas, mas Antenor estava com tampões nos ouvidos devido a uma lesão no tímpano, e não podia mergulhar muito fundo por conta da pressão. E também, nem se pudesse, porque havia tanto turista, mas tanto agito, que a água estava "embaçada", turva, ficava difícil chegar lá no fundo pra ter uma visão mais nítida.

Obs.: os Budas foram colocados naquele local, de mar calmo, justamente com o propósito turístico de atender visitantes asiáticos, principalmente os chineses, que chegam às centenas em navios cruzeiro (a maioria não sabe nadar).

Para nossa infelicidade, fomos informados de que não era possível visitar as mantas porque o mar estava muito agitado. Para compensar, eles nos levaram em um ponto chamado Gamat Bay, mas não gostamos muito. A água era mais gelada, e eles nos soltaram próximos a um paredão e nos pediram pra ir seguindo o barco. Como eu estava mergulhando sem colete e o mar estava mais agitado, achei bem cansativo. Quase não aproveitei o mergulho porque tive que ficar nadando atrás do barco.

Algumas fotos no Mangroove Point:

01_cap9.thumb.jpg.abfde8978f142f0734c61f2362e19542.jpg

02_cap09.thumb.jpg.b38fb082830decb91fece691d00f24fc.jpg

 

Na volta do passeio, contratamos um motorista para nos levar de volta ao hotel para pegar nossos mochilões e, em seguida, para a Yellow Bridge, a famosa ponte amarela que une as ilhas de Nusa Lembongan e de Nusa Ceningam. É lá que ficam os barcos que te levam até Nusa Penida, somente acessada dessa forma. 

Todos os dias às 6h sai um barco público da ponte amarela para Nusa Penida, com passagens a Rp. 50.000. Como era por volta de 12h, sabíamos que seria necessário contratar um barco privado. Pagamos Rp. 300.000 para que nos levassem, pois queríamos aproveitar a tarde e noite desse dia por lá. O trajeto é rápido, coisa de 15 minutos.

Nusa Penida

Aqui eu preciso fazer uma pequena observação. De todos os inúmeros lugares a se conhecer que planejei nessa viagem, Nusa Penida era, sem dúvidas, o momento que eu mais aguardava. Desde quando comecei a planejar o roteiro, em 2015, poucas informações estavam disponíveis na internet. E as poucas que eu achava eram em sites gringos. Isso porque Nusa Penida, apesar de tão próxima de Bali, é (era, até então) uma ilha pouco explorada, apesar de incrivelmente linda. Isso me fascinava. Era ali que estava a "verdadeira Bali" que a gente idealizava. E quanto mais eu descobria sobre ela e sobre suas belezas, mais eu ficava ansioso por conhecer, com medo de que de repente ela se tornasse popular e o "boom" daqueles turistas sem noção estragasse tudo por lá, como fizeram em Bali. E depois dos dias que passei na ilha, posso dizer que ela já estava um pouco diferente da que eu conheci pelos relatos 2 anos antes. E tenho certeza que atualmente ela deve estar ainda mais diferente. Como muitos viajantes famosos no instagram passaram por lá, ela ganhou muita popularidade, e isso se refletiu em sua estrutura. Hotéis e restaurantes começam a surgir nos pontos turísticos antes quase selvagens e inexplorados. Mas acho que isso tudo faz parte.

Chegando em Nusa Penida, fomos caminhando até nossa hospedagem, o Jati Bungalows. Possuía uma ótima avaliação e um bom preço. Todos elogiavam muito a Jati, dona do lugar. A Jati é uma australiana (ou seria sul-africana? agora não lembro haha) que largou sua antiga vida para morar na ilha. Ela é demais! Nos ajudou muito. Logo nos deu um mapa e nos explicou como funcionavam as coisas por ali. Ela nos ajudou a alugar duas scooters por Rp. 50.000 cada. Afinal, não tínhamos tempo a perder. Eu queria logo conhecer o ponto que eu tanto havia sonhado: Kelingking Beach.

Pagamos Rp. 20.000 em 2 litros de gasolina (1 pra cada moto) e abastecemos ali mesmo, na base da garrafa pet e do funil haha. Segurança em primeiro lugar, só que não. Partimos rumo a Kelingking beach. Nos relatos que eu lia, todos falavam de como muitas estradas da ilha eram ruins por conta da baixa estrutura turística. Mas achamos até bem tranquilo o caminho até lá.

Chegando no local, foram Rp. 5.000 cada moto pelo estacionamento. Eu já fui apressado querendo chegar até a beira do penhasco e avistar aquele lugar. E quando vi... UAU! A emoção bateu forte.

Era tão lindo quanto eu imaginava. Fiz muitas fotos, mas já afoito porque o que eu queria mesmo era iniciar a descida. Eu queria chegar lá naquela praia quase inexplorada, de ondas fortes. Antes, almoçamos numa barraquinha que havia ali (até onde eu tinha pesquisado, antes não havia nada, mas o turismo está avançando rápido por lá) por Rp. 20.000 cada, mais Rp. 10.000 por uma água de coco. De barriga cheia e devidamente hidratados, preparamos nossas mochilas com biscoito, frutas e água, e iniciamos a descida.

03_cap9.thumb.jpg.bf7d97ba559ebbaaf93e010a24a37e01.jpg

1947338793_04_cap9(Personalizado).thumb.jpg.0d5a2fda68a1a29a255a906b0b6d041c.jpg

05_cap9.thumb.jpg.2c553e9da79c71a62d78b9bca70fd85a.jpg

06_cap9.thumb.jpg.d38b60fdf7dc45f6fb684e34cf0f6d1d.jpg

 

O caminho até a praia é bem famoso por sua periculosidade. São trechos íngremes, em muitos momentos é preciso praticamente escalar. Não é pra qualquer um, mas também não é nada impossível. Use um bom tênis e vá com calma, certificando-se de cada lugar que pisa, e se as cordas e as cercas de apoio estão firmes. Logo no início da descida há uma placa avisando para NÃO descer, porque é perigoso. Mas nem todos obedecem ao aviso.

Quando eu cheguei lá em baixo, eu fiquei sem palavras. Sensação de um sonho realizado. Eu curti cada momento. Cada segundo. Eu estava na praia dos meus sonhos, no lugar mais lindo que eu já tinha visto. Era uma coisa meio surreal. Antes eu ficava imaginando o que poderia acontecer de errado que me impediria de descer aqui. Mas finalmente eu estava lá, curtindo aquilo tudo. Ficamos até o por do sol, e foi o por do sol mais foda de todos. Bem no meio do mar. Aquele mar de ondas revoltas. Eu até arrisquei entrar na água (claro que eu não ia perder essa chance), mas não recomendo pra quem não saiba nadar bem. Porque é bem forte, ondas grandes e puxa bastante. Mas valeu cada instante, cada expectativa, cada sonho. Só aquele lugar já valeu por toda a viagem. Kelingking Beach, você já é o meu lugar preferido no mundo.

 

286119983_07_cap9(Personalizado).thumb.jpg.4fc915e956dffea6d32d9379ccd5ee6e.jpg

1157112304_08_cap9(Personalizado).thumb.jpg.e9df34be90fc86d6bf7bcbc53b201741.jpg

1417723096_09_cap9(Personalizado).thumb.jpg.372624e191c06e7adeb000a1861a6c49.jpg

660392967_10_cap9(Personalizado).thumb.jpg.d267a560e5e138ea0ceb83cdcc01ea1e.jpg

1588890911_11_cap9(Personalizado).thumb.jpg.5b0832ce4a157a7235aec06f287cedf8.jpg

12_cap9.thumb.jpg.e8afc155d123afe824994b86f2982a20.jpg

211414810_13_cap9(Personalizado).thumb.jpg.8505fcecdf192e35eaf202304ff87822.jpg

299949626_14_cap9(Personalizado).thumb.jpg.59aeb495328ff3b9aafa64b4397b1d93.jpg

1233244216_15_cap9(Personalizado).thumb.jpg.39b9c6c222b03b03b210823834928bd6.jpg

902942754_16_cap9(Personalizado).thumb.jpg.b310a9b08cbd915629884f741d18af0f.jpg

 

Quando a luz do dia começou a cair, era a hora de iniciar a subida. Ainda levaríamos mais uns 40 minutos até o topo, e não podíamos fazer isso no escuro. Pegamos nossas motos e voltamos para a região de Toyapakeh (o "centrinho" de Nusa Penida, onde os barcos param e onde estávamos hospedados). Eu estava em êxtase. Que dia!

Jantamos no Warung Citiz, um restaurante bem simples, porém gostoso e barato, que ficava próximo ao Jati Bungalows. Rp. 30.000 cada prato que pedimos. Mais dois smoothies de Rp. 25.000 cada, e uma coca-cola de Rp. 5.000.

Fomos dormir em seguida. No dia seguinte, um motorista privado (indicação do Roby, lá de Bali) viria nos buscar para nos levar em alguns outros pontos da ilha que nos disseram ser melhor fazer de carro porque a estrada não era tão boa.

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 75.000 - transfer hotel + yellow bridge
Rp. 150.000 - barco privado para Nusa Penida
Rp. 50.000 - aluguel de scooter
Rp. 10.000 - litro de gasolina
Rp. 10.000 - água
Rp. 5.000 - estacionamento scooter
Rp. 20.000 - almoço
Rp. 15.000 - água de coco
Rp. 30.000 - jantar
Rp. 25.000 - smoothie
Rp. 5.000 - coca-cola

TOTAL: Rp. 395.000  (USD 29)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay.

  • Gostei! 4
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Nenhuma viagem à Tailândia está completa sem uma estadia em Phuket, indiscutivelmente o principal destino turístico que a Tailândia tem a oferecer.
      O mais provável é que você fique em um resort na beira da praia e queira fazer uso das instalações que eles têm a oferecer e acessar as atividades disponíveis. Você vai nadar, você vai tomar sol, mas quando se trata de buscar uma injeção de adrenalina, onde você deve procurar?
      Não se preocupe, nós ajudamos você. Confira nossa lista dos 11 principais esportes radicais em Phuket para acelerar seu coração.
       
          1. Surf nas praias de Kata e Kalim em Phuket
      O surfe está ganhando popularidade em Phuket, e a opção de alugar uma prancha e receber algum treinamento de um treinador credenciado está disponível em muitas praias, principalmente Kata Beach e Kalim Beach.
      Se equilibrar ao longo da crista das ondas é emocionante e o tamanho das ondas em Phuket são normalmente acessíveis para iniciantes, embora ainda sejam divertidas para surfistas mais experientes.
      Os melhores meses para surfar em Phuket são geralmente de maio a setembro, devido aos constantes ventos de monção que produzem ondas de até 4 pés. Espere pagar em torno de INR 300 por hora pelo aluguel da prancha.
       
          2. Tirolesa em Phuket
      Tirolesa é uma grande aventura para a família e é uma necessidade absoluta se você visitar Phuket. A maioria dos resorts o ajudará a reservar essas experiências no Flying Hanuman em Kathu. Sobrevoe de árvore em árvore enquanto a selva passa rapidamente abaixo de você. Seus filhos estarão gritando como Tarzan antes de sua jornada terminar.
      A aventura na tirolesa irá lembrá-lo da beleza interior da ilha, já que isso pode muitas vezes ser esquecido enquanto se diverte nas praias. A densa floresta de Phuket é uma ótima opção para exploração e atividades ao ar livre. As tirolesas custam cerca de INR 4100 por pessoa.
       
      Continue lendo em: 11 Esportes de Aventura para Fazer na Ilha de Phuket, Tailândia
    • Por Guilherme Drosdosky Bodenmuller
      Sim, esse é o melhor guia de Bangkok que você irá encontrar.
       
      Viajamos para a Tailândia em 2018, conhecemos diversas cidades, casamos em Phi Phi, e muitas coisas legais.
      E não podia faltar conhecer Bangkok, uma cidade milenar repleta de cultura e aventura!
       
      Inclusive, conhecemos o famoso Sky Bar, palco da gravação do final do filme Se Beber Não Case 2.
      Então, se você está pensando em ir para a Tailândia, não deixe de conferir esse guia super completo que fizemos para ajudar nossos amigos viajantes.
       
      O link é https://alemdafronteira.com.br/guia-bangkok-tailandia/
       
      E mais, se quiser contribuir, sugerir alterações, ou qualquer coisa, pode utilizar os comentários no site ou até mesmo formulário de contato disponível no site que respondo com o maior prazer.
       
      Só pra ter uma idéia, vou colocar uma foto de Bangkok para conferirem.

    • Por tai_narua
      Olá, tudo bem?
      Me chamo Tainá e estou fazendo uma pesquisa sobre hábitos e comportamentos de viagem para meu trabalho de conclusão de curso da minha pós-graduação em influência digital. 
      Para entender mais sobre esse assunto, estou realizando uma pesquisa com viajantes, ela é bastante rápida e as respostas são  anônimas.
      Quem quiser/puder responder me ajudará muito!
      Segue o link: https://forms.gle/At2vKVAn3onpigci6

      Muito obrigada!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      A Indonésia é um lugar deslumbrante para se visitar, e se você perguntar a alguém que já teve o prazer de estar lá, eles dirão que é um destino que você definitivamente deve seguir! Existem mais de 18.000 ilhas e o lugar é um verdadeiro paraíso para o gosto de quase todos.
      Se você gosta de cultura, você a terá em todos os lugares da Indonésia. Se você gosta de festa, com certeza terá em Bali, onde visitei enquanto estava morando na Austrália. Se você gosta de atividades de aventura como surf, kitesurf, mergulho, você terá em toda a Indonésia!
      Dito isso, uma das melhores maneiras de visitar a Indonésia é conferir algumas de suas ilhas mais bonitas e desfrutar de algumas de suas atividades ou atrações exclusivas. Mas sim, é um pouco difícil escolher apenas algumas entre tantas, então fiz isso por você – abaixo está um guia para as ilhas e destinos mais bonitos da Indonésia que você não deve perder.
       

       
      Para continuar lendo: Guia para as 7 Ilhas mais Bonitas da Indonésia
    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
×
×
  • Criar Novo...