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rodrigovix

Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!

Posts Recomendados


Obaaaaaaaaa, 

Eu estava aguardando ansiosamente por seu relato @rodrigovix . Realizei no inicio desse ano o Mochilão pela America do sul e no próximo ano quero ir pra tailândia. 

Muito obrigada por compartilhar suas experiências com a gente ❤

 

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Estava aguardando esse relato. Acompanhei o seu relato Bolívia, Chile e Peru e foi muito útil para o mochilão que fiz por lá - baseado no seu. Que venha o sudeste asiático

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Mo orgulho ler essa dedicatoria ai, até mostrei pá muié aqui kkkkk

Dahora velho, seu relato anterior ficou sensacional e por esse primeiro post deu pra ver que esse vai ser ainda melhor xD

Precisando estamos sempre ae, um vai ajudando o outro e aos pouquinhos vamos desbravando o mundo ^^V

Abraço

 

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Aeee!!

Que delicia ver seu post aqui!

Acabei de voltar da Bolívia Chile e Peru e só tenho a te agradecer por todo o seu empenho em nos ajudar! *gratidão!* ::otemo::

Levei o seu realato impresso, com fotos e tudo para poder seguir seus passos! 

Aguardando ansiosa o relato, no insta já deu pra sentir um gostinho porque acompanhei todos os historys haha

 

 

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Ainda nem fiz o mochilão da America do Sul, mas já estava ansiosa por este ::lol3::

Valeu Rodrigo você (e o Antenor rs) são demais <3

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Aiiii! Já tô ansiosa por esse relato! Vai com tudo que vai ser só sucesso!

 

Muito obrigada pelo carinho e pelo agradecimento, eu que tenho que te agradecer - e MUITO por toda ajuda e atenção desde sempre!!!!

TAMO JUNTO, PARCEIRO!

 

Bjs

Mary (@vidamochileira)

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Caaara!! Que tiro de relato! Já to pegando a pipoca para os proximos posts!!

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    • Por gapparicio
      Vou em Nov/19 com minha esposa e estou com muitas incertezas sobre visitar Sukhothai.
      1. Dá mesmo para pegar ônibus em Bangkok na hora do embarque mesmo para ir para Sukhothai? Em qual rodoviária e qual companhia vocês indicam?
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      obrigado!
    • Por Marcos A
      Ko Pha Ngan, ilha de vários estereótipos. O maior deles? Anarquia total e não é por menos. É aqui que acontece a famosa Full Moon Party. Resolvemos visitá-la mesmo assim, só que durante o período calmo. Tentar conhecer o outro lado da "lua", ou melhor, o outro lado de uma ilha paradisíaca e com uma vibe super positiva.
      Nos hospedamos uns 2 km do pier, mais precisamente na praia de Thong Sala. Do pier, fomos andando rumo ao hotel com as mochilas nas costas, passando por lojas, pequenos restaurantes, agências de viagem e oficinas de aluguel de motos e bicicletas. Resistimos a tentação de usar o táxi. Eram muito superfaturados. O que são 2 quilômetros de caminhada, não é mesmo?
      Já no hotel, um senhor inglês de uns 50 anos nos atendeu. Simpático, sem nenhuma formalidade, nos tratou como se fôssemos amigos. Ele nos apresentou o nosso tão esperado bungalow. Era relativamente pequeno, de frente pra praia, com uma varandinha, rede, cadeiras de plástico e uma mesinha de centro com um cinzeiro. Dentro, as paredes eram azuis, de tom bem intenso, e os móveis feitos em bambu.


      A praia em frente ao bungalow não era muito própria para o banho. Pedras e corais se estendiam por centenas de metros mar a dentro. Em alguns momentos do dia, uma faixa de areia surgia invadindo o mar e criando um lugar ideal para ver o nascer do sol entre as montanhas. 
      Todas as manhãs, comprávamos frutas fresquinhas em um supermercado pertinho dali. Levamos as frutas para o bungalow e ali mesmo tomávamos café. O que tem de melhor do que fazer isso de frente para a praia, sozinhos e em total silêncio? Costumávamos acordar tão cedo que tínhamos a praia só pra gente. Na verdade, tínhamos o sol, o mar, a areia, a vista, um ao outro. Era uma experiência privada com a natureza.


      Pra se locomover entre as praias de Ko Pha Ngan (ainda vou escrever um post só sobre elas), resolvemos alugar uma scooter. Focamos nosso roteiro principalmente na parte norte de Ko Pha Ngan, onde ficam as praias mais famosas. Pegamos a estrada que contornava a costa oeste da ilha. Eram subidas e descidas íngremes que exigiam um pouco de potência e bons freios da pequena scooter.


      Na estrada, passávamos por todo o tipo de gente. Dava pra sentir a vibe positiva de cada um, a auto-confiança de cada pessoa que passava por nós. Eram motos e mais motos que iam e viam. Ninguém usava capacete. Alguns fumavam, com seus óculos escuros e cabelos soltos ao vento. Sensação de estar em um daqueles filmes de galãs badass, sabe?
      Terminamos o nosso primeiro dia em Ko Pha Ngan em uma barraquinha de frutas na beira da estrada, longe do nosso hotel. Melhor sensação do mundo. Compramos uma manga, cortadadinha na hora. A vendedora era só sorrisos quando arriscamos agradecer em tailandês:
      — "Khob khun...". E ela só sorria! Não sei se era pela minha pronuncia desajeitada ou pela tentativa de falar alguma coisa. É... Nunca vou saber...
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com

    • Por Marcos A
      Bangkok possui inúmeros mercados flutuantes, fato! Eles são uma herança dos velhos tempos onde o comércio de alimentos e mercadorias era realizado pelos barcos através dos canais da cidade. Hoje, os mercados flutuantes funcionam como feiras ao ar livre onde turistas e habitantes locais vão em busca de alimentos frescos e de comidas saborosas e autênticas.

      Visitamos o mercado flutuante de Khlong Lat Mayom para ter a nossa primeira grande experiência gastronômica na Tailândia. Ele não é muito conhecido pelos turistas. Uma pena... O que vimos foram famílias tailandesas inteiras rindo e comendo nas mesas que ficam espalhadas pelo local às margens do antigo canal.
      O mercado era imenso. Variedades de frutas, verduras, carnes dos mais diversos tipos, ovos, temperos, sobremesas, mais frutas, peixes, cores, aromas... Nas barracas de comida, o ato de preparar os pratos era quase uma cena de filme. Dava vontade de comer de tudo. O cheiro das especiarias e temperos era tão forte que incomodava um pouco os olhos (nada de mais). Na área das frutas vimos mangas, cocos, abacaxis, bananas e outras que não sabíamos se quer identificar.




       
      Tinha também barracas de doces que pareciam gostosos, a maioria a base de cocô. Provamos uma que parecia um pudim de cocô com uma cobertura gelatinosa colorida. A barraca tinha uma fila imensa na frente o que significava que o que eles vendiam era realmente bom. Tentamos perguntar o que era mas o inglês era sem duvida pouco compreendido por ali. Resolvemos arriscar mesmo assim, e era de fato delicioso!
       


       
      A sensação era que estava novamente na feira perto da minha casa, comendo comida local e experimentando um pouco de tudo. Essas são as melhores sensações que uma viagem pode trazer, o sentimento de conforto, mesmo estando milhares de quilômetros longe de casa. Para o primeiro dia em Bangkok, começamos com o pé direito. 
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com


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