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Páscoa com pouco chocolate, porém com muita energia renovada.

Eu e minha namorada decidimos conhecer um canto pouco explorado aqui no Rio, o Saco do Mamanguá. O local é um daqueles onde parece que o tempo parou e que o dia tem mais de 24 horas! Para quem gosta da série Crepúsculo, lá possui uma casa que foi set de filmagem para um dos filmes (não me pergunte qual hahaha).

 

COMO IR:

Saindo de carro do RJ vá até Paraty-Mirim, lá é só parar o carro em um dos estacionamentos e pegar o barco para o Saco do Mamanguá (o "caminho" para os barcos é a direita dos bares no início da praia).

Saindo de ônibus: desça em Paraty e pegue um ônibus para Paraty-Mirim (http://paratyvip.com.br/horacolitur/). O restante é o mesmo esquema acima.

O barco custa R$ 120,00 (mas dá pra negociar por R$ 100,00!) e a viagem dura cerca de 10, 15 minutos com vista privilegiada das águas verdes da  Baía de Paraty.

 

ONDE FICAR:

A praia mais conhecida no Saco do Mamanguá é a Praia do Cruzeiro, onde tem o início da trilha do Pão de Açúcar. Lá também há o camping do Seu Orlando (024 999163532), sua casa e o seu restaurante.

Os valores do camping não mudam em feriados, com a diária custando sempre R$ 30,00 (março/2018). O camping é simples porém com espaço considerável, 1 ducha com água quente e bastante espaço com sombra para por as barracas. Cozinha com fogão, geladeira e alguns utensílios básicos.

Vale dizer que na Praia do Cruzeiro bem como em todas as outras (pelo o que me informei) não há atividade comercial, somente restaurantes e que só aceitam dinheiro! Então se a ideia é levar cooler e cartão de crédito mude os planos :(

O PF no restaurante do Seu Orlando custa R$ 30,00 (março/2018) e serve muito bem 1 pessoa: 1 peixe inteiro, arroz, feijão, farofa e salada. Há também a opção com Omelete por R$ 25,00.

 

O QUE FAZER:

O atrativo principal do lugar sem dúvida é a trilha do pão de açúcar. São 492m de altitude em uma trilha de 1,5km, que pode ser considerada média, porém é bem cansativa pois todo o acesso é bem íngreme. Um ponto positivo é que toda a trilha é feita sob proteção da mata, então não há sol batendo na cabeça e isso ajuda bastante. Eu e minha namorada levamos cerca de 1h30 para subir, sem pressa e parando para descansar/beber água e uns 50 minutos para descer.

Outras atividades: alugar um caiaque e passear por todo o Saco do Mamanguá. A área é de mar abrigado, sendo muito tranquilo remar por ali. Inclusive dá para acessar outras praias assim, uma forma bem mais rápida do que pelas pequenas trilhas que as interligam.

Uma curiosidade interessante: Na praia do Cruzeiro (única que fiquei, já que minha estadia durou só 2 dias) a água bate no joelho mesmo após cerca de 50m.Então é uma boa pedida parar relaxar até mesmo com crianças.

DICA IMPORTANTE: Os mosquitos do local não se intimidam com repelente "padrão". Sugiro levar algum destes de linha "aventura", pois reage de melhor forma.,


Agora a hora das fotos :D (a qualidade das imagens ficou meio ruim quando carreguei. Infelizmente...)

IMG-20180401-WA0001.thumb.jpg.b4b8f7d56a0224c15bc7522c99f05135.jpgIMG-20180401-WA0048.thumb.jpg.6e5f53e092fcc1498f4362820c7b990d.jpgIMG-20180401-WA0034.thumb.jpg.afa486cce83b66ae83bb3fa97dc71d21.jpgIMG-20180401-WA0024.thumb.jpg.cefa5248dc0a084bbe7530466be9f4c0.jpg

 

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Acho que fiz um apanhado geral, mas se alguém tiver qualquer dúvida que restar posso ajudar.

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@Marcos Nakayama Então, a água lá no geral é um pouco gelada sim. E ai tem uma particularidade interessante: como as correntes são constantes, mesmo que fique parado no mesmo local irá momentos de água gelada/ambiente. Acredito que seja por conta da região em si, existem muitas cachoeiras/rios ali nas reservas ao redor, além da própria área ser, no final dela, um manguezal.

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    • Por Henrique Matheus
      Boa noite pessoal.
      Estou a um tempo pensando em fazer essa trilha e decidi fazê-la em 1 ou 2 semanas, eu e mais um amigo. Estamos praticamente no mesmo nível físico, temos certo conhecimento de trilhas e alguma coisa também de escalaminhada, nossas duas últimas foram Pedra da Gávea (carrasqueira) e Pedra do Elefante (Itaipuaçu). Não temos GPS (apenas o Wikloc no celular), vamos tentar levar o máximo de power bank possível para ocnseguir realizar essa trilha com o equipamento; mas apesar disso, vimos vários relatos, alguns dizendo que é necessário ter corda, outros não.
      Alguém que já tenha feito poderia dar algumas dicas? 
      Ah, também aceitamos companhia, pretendemos sair do Rio de Janeiro, mais precisamente Copacabana na sexta feira, por volta de 17h, deixar o carro em Teresópolis (no fim da travessia) pegar um ônibus para Petrópolis e passar a noite lá em algum lugar por lá, acordar sábado cedo e ir direto iniciar a travessia.
      Toda ajuda é bem-vinda.
      Agradeço antecipadamente galera.
    • Por João Guilherme Boni
      Este relato tem o objetivo de tirar muitas das dúvidas que as pessoas têm ao embarcar em uma aventura em um lugar desconhecido. Aqui iremos relatar os lugares por onde passamos: onde nos hospedamos, onde comemos, o que conhecemos e um pouco das conversas que tivemos no local. De início, é relevante explicar a nossa situação e a situação da nossa viagem, super (des)organizada. Criamos um grupo no whatsapp, aproximadamente dois meses antes de partirmos, para colocar em ordem nosso destino. Nós tínhamos apenas uma certeza: Iríamos viajar. Findos os dois meses e faltando uma semana para a partida, decidimos, após perder inúmeras passagens aéreas baratas, que iríamos de carro para Paraty, e foi uma ótima ideia.
       
      A PARTIDA E O TRAJETO (14/07 – 15/07)
      O automóvel
      O carro que usamos era um Renault Clio, básico, 2009, 1.0 e superou todas as nossas expectativas. Gastamos aproximadamente dois tanques de gasolina, aprox. 400 reais, mais aprox. 40 reais de pedágio = 110 pra cada, sendo que fomos em quatro, super econômico! O porta-malas é relativamente grande e comportou as bagagens de nós quatro tranquilamente. O motor mil permitia subir as serras do caminho de quarta ou quinta marcha! definitivamente um carro muito valente. As únicas desvantagens era que a direção não era hidráulica e a embreagem era duríssima. Mas isso era perceptível apenas dentro da cidade, onde era mais usado. Em contrapartida, na rodovia, a direção pesada tornava o carro mais firme e estável.
      Um problema que tivemos foi o GPS. Utilizamos o aplicativo Waze para nos guiar e acredito que seja uma ótima opção para uma viagem desta natureza. Ele avisa os radares do caminho e se adapta aos momentos que o motorista necessita (cruzamentos e saídas). Porém, a desvantagem é que consome muita bateria, o que nos forçou a fazer uma parada só para carregar os celulares. Sendo assim, acredito que os aparelhos de GPS próprios para este fim se sairiam melhor em relação à durabilidade de bateria.
      Em certo ponto, em cima da serra, optamos por pegar um caminho que desviava alguns pedágios caros em São Paulo. Era a descida da serra em direção à Ubatuba, litoral paulista. Se você gosta de aventura, sugiro fazer o mesmo, mas vá com os freios impecáveis e desça engrenado. A descida é alucinante, com curvas fechadíssimas e extremamente íngreme! Sensacional. Sem contar que desvia alguns pedágios e tem um visual incrível. Fizemos o caminho pela noite e foi muito legal, mas é uma boa passar por lá durante o dia.
      As reservas
      Fizemos as reservas dos locais onde ficamos por meio de dois sites (Airbnb  e Booking.com). Nos foi muito útil para economia e comodidade, que eram nossos objetivos. A casa que ficamos foi reservada pelo Airbnb, por mim, que ainda não tinha cadastro. Isso me deu um desconto de 130 reais nas reservas acima de 250 reais. Tínhamos mais 65 reais de desconto - de um dos viajantes - que recebeu ao me convidar a fazer o cadastro. Isso nos ajudou a economizar com as hospedagens e ter conforto e privacidade.
      Fomos em quatro pessoas: um morava em Porto Alegre (RS), eu e minha irmã em Joinville (SC) e outra em Curitiba (PR).  Nos encontramos em Curitiba no dia 14/06, onde a dona do carro morava e a previsão para sair cedo (5h) acabou virando 14:30 por alguns problemas de tempo e logística. Porém, ao final de muito alvoroço e expectativa, saímos. A viagem foi super tranquila, chegamos um pouco cansados, às 1:30 da manhã, porém todos a bordo fizeram da viagem a mais divertida e leve possível. Uma dica importante é sempre viajar com pessoas que valham a pena, que são amigos de verdade, que sejam parceiros e que se deem muito bem, isso fez toda a diferença na nossa viagem.
      A princípio iríamos reservar uma casa para os dias 14 – 17/06, na praia de Jabaquara, porém, após a gente se enrolar um pouco, o dia 14 já estava reservado e tivemos que dormir em um Hostel que reservamos - também de última hora - na mesma praia. O Hostel Canguru, onde ficamos, é uma baita casa, com garagem, vários quartos, cozinha, sala, sala de cinema (com netflix, vídeo game, etc..). Fomos bem recebidos e tudo o que fazíamos era regado à “Gabriela” – cachaça feita com cravo e canela – que dependendo da fabricação se assemelha a um licor, muito saboroso. Ficamos apenas uma noite e uma manhã no Local, em um quarto compartilhado com doze pessoas. O valor total foi de aproximadamente 108 reais, 27 para cada um.
      O Hostel fica a uma quadra da praia de Jabaquara, porém, a praia não é muito atrativa, apesar de lindíssima. Pela sua condição geográfica, em local estuarino, o solo marítimo é lamacento e argiloso e as águas são escuras, o que foge um pouco do padrão turístico das praias. Na nossa visão, consideramos Jabaquara um local para fazer caminhadas e tomar sol. Porém o banho de mar pode não ser uma opção muito agradável.
      Saindo do Hostel, fomos direto para a casa (Ferienwohnung Paraty), que reservamos do dia 15 ao 17/06 pelo Airbnb. A casa é incrível, o terreno é todo disponível para uso dos hóspedes. Possui duas suítes, cozinha, sala, área externa com churrasqueira e local para deixar o carro. Tudo muito bem equipado. A casa é bem arejada e fica fresca durante o dia quente; e a noite, como esfria um pouco, a casa fica quentinha e aconchegante.
      Uma curiosidade foi que, no dia do check in na casa, havia no nosso caminho, uma cobra d’agua predando uma rã (GIF 1). Isso foi uma prova que em Paraty a natureza é um espetáculo e ela se manifestou para nós naquele momento. Paraty é um paraíso natural muito bem preservado, graças às Unidades de Conservação presentes no município (Figura 1) e ao próprio desenvolvimento turístico que explora, de maneira menos agressiva, seus bens naturais e históricos.
      Dia 15/07, após descansados da viagem e devidamente instalados na casa, conhecemos a praia de Jabaquara. O visual é incrível, mas a praia pouco agradável para banho. Quando nos demos conta, havia um homem, a aproximadamente 50 metros de distância da linha da praia “caminhando sobre as águas” (GIF 2). No mesmo dia, um pouco mais tarde, fomos conhecer Trindade, por pouco tempo, pois voltaríamos no dia seguinte. Trindade é um vilarejo, dentro do município de Paraty, com as mais belas praias e cachoeiras, um reduto da preservação e local que abriga pessoas incríveis. O acesso à trindade é por uma estrada muito boa. São aproximadamente 40 minutos de carro, partindo de Jabaquara.
      GIF 1 - Cobra d'água predando rã.
       

       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
      GIF 2 - Seria Jesus?
       

      Figura 1 - Unidades de Conservação do município de Paraty.
       
      DESBRAVANDO TRINDADE (16/07)
      É recomendado partir de Paraty pela manhã, levar bastante água, algum lanche e almoçar na Vila de Trindade, existe uma boa infraestrutura de restaurantes e mercadinhos no local. Sair cedo é uma ótima ideia e é necessária pois, a partir das 15 horas, a sombra aos poucos vai tomando a praia e já é hora de voltar. Os morros e montanhas que dão início à Serra da Bocaina fazem uma barreira para o sol nesse horário.
      A primeira parada ao lado esquerdo, ainda no asfalto, é a trilha da Praia Brava. Existe um recuo para estacionar alguns carros. Estacionamos, e demos de frente com uma família com idosos, adultos e crianças, moradores dos arredores, que iriam fazer a trilha para pegar uma praia. Segundo eles, é uma atividade corriqueira na família. Conversamos um pouco com eles e combinamos em segui-los, já que não conhecíamos a trilha. Porém não foi necessário, já que a trilha é bem batida e visível. Existe uma parte que a trilha se bifurca. O lado esquerdo dá acesso à cachoeira e o lado direito a Praia Brava. A cachoeira é de porte pequeno, porém belíssima e possui águas congelantes, como de praxe. E a praia é de uma beleza ímpar, águas cristalinas e bem salgadas (GIF á esquerda). Pouco utilizada (pelo menos nessa época) e com alto grau de conservação. Ficamos algumas horas curtindo o local.
      Voltando pela trilha, pegamos o carro e partimos em direção as outras praias. A Primeira delas é a Praia do Cepilho (GIF á direita), muito bela e de águas claríssimas, com maior extensão, comparado à Praia Brava. No Cepilho existem várias rochas grandes e por cima de uma delas passa um pequeno rio que desemboca no mar mais a frente. Essa mesma rocha é a continuação do asfalto que dá acesso a outra estrada asfaltada que leva à Vila de Trindade. Pegamos a devida estrada, chegamos a vila e entramos em um estacionamento. Fomos muito bem atendidos e tiramos várias dúvidas sobre o local. O vilarejo possui diversos restaurantes, estacionamentos, pousadas, campings, mercearias e locais que oferecem passeios de barco. O estacionamento foi 10 reais e deixamos o carro até anoitecer. A partir daí a nossa companhia eram trilhas em meio a mata (com um manejo muito legal) e lindas praias. Próximo ao estacionamento, almoçamos em um restaurante que nos cobrou 18 reais por um Prato Feito (PF) com frango grelhado ou empanado e peixe em posta ou filé (tainha, pela época). O PF era bem generoso, chegamos a pedir para embalar e foi a nossa janta à noite. Além da comida, tinha disponível para os clientes uma prateleira com uma infinidade de cachaças para se servir.

      Qualquer dúvida ou curiosidade você pode perguntar para qualquer pessoa. Eles te dirão onde ir e o que fazer. Depois daí, entramos em uma trilha que deu acesso a Praia do Meio (GIF abaixo), talvez a mais movimentada, com águas verde piscina. Nesta praia existem algumas pequenas piscinas naturais muito agradáveis e possui um costão rochoso alto que é possível ter acesso. Ao subirmos no costão encontramos um morador local, chamado Kleber, que nos contou um pouco de sua vida e da vida em trindade. Ele mora em uma propriedade abastecida com recursos sustentáveis, baseado na permacultura, sem energia elétrica, com acesso por trilhas e com algumas culturas vegetais para subsistência. Coincidentemente aquele dia era seu quinquagésimo aniversário, o qual comemorava de forma rotineira.
      Kleber nos mostrou duas formações rochosas em outros costões que tinham formatos que nunca perceberíamos se ele não nos tivesse mostrado. Ao mirar à Oeste, é possível ver cinco pedras dispostas uma ao lado da outra, com tamanhos e posições que se assemelham aos dedos de um pé. Desta forma a formação foi apelidada de “Pés de Deus” (Figura 2). E, ao olhar para Sul, mais distante vemos uma grande pedra em pé que se assemelha em formato a um rosto de fisionomia indígena, que leva o nome de “Cabeça de Índio”.

      Figura 2 - Pé de Deus.
       
      A partir daí, pegamos uma pequena trilha, bem manejada, até a Praia do Cachadaço e caminhamos, aproximadamente 800 metros pela faixa de areia até chegar em uma trilha que dá acesso à piscina Natural. A piscina é fascinante, uma contenção natural das águas cristalinas do mar que habitam uma fauna aquática muito interessante. Existem centenas de peixinhos que quando cai algo na água eles se alvoroçam todos para pegar (GIF á esquerda). E quando você fica algum tempo parado, eles te rodeiam aos montes.  

       

      Figura 3 - Mapa ilustrativo de Trindade.
       
      Voltamos á Jabaquara, nos aprontamos e fomos para o Centro Histórico de Paraty, atraídos por boatos de que teria um samba na praça da igreja. Se estiver de carro, com o tempo você grava bem os trajetos para cada lugar, se obrigue a andar sem GPS e aproveite as belezas do caminho. O centro nos recebeu duas vezes, e ficamos apaixonados. A primeira vez que fomos (15/07) paramos em um bar/confeitaria que fica aberto até o último cliente sair e vende cerveja relativamente barata. Depois fomos caminhar pelas ruas do centro. O piso das ruas é preservado do tipo “pé-de-moleque”, construído no século XVIII. É proibido transitar com veículos e nas casinhas coloniais existem lojas de artesanato, restaurantes e bares. Chegamos próximo a desembocadura do rio e em frente a uma igrejinha estava tendo um ensaio de maracatu. Começou a juntar bastante gente, e ficamos horas ali contagiados com o momento.
      A segunda vez no centro compramos algumas lembrancinhas e fomos para a praça. O samba estava incrível, uma série de sambistas, alguns jovens e outros de mais idade embebiam dezenas, quiçá centenas de pessoas que sambavam e faziam subir uma grande névoa de poeira. Tudo acontecia sob a fronte da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, edificação importante na criação da Vila de Paraty e na sua emancipação.
      Paraty é um paraíso na terra, é incrível a beleza e a conservação histórica deste lugar. A região abriga um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica da parte sul do Estado do Rio de Janeiro. Percebemos a presença de várias espécies chave da conservação, visível apenas em áreas bem preservadas, entre elas o Xaxim (Dicksonia sellowiana), ameaçada de extinção. Além disso, fomos presenteados todos os dias com belos dias de sol e calor, o que foi essencial para que a gente aproveitasse por completo cada momento. 
        
       
       
    • Por TMRocha
      O Nando é um motoqueiro nato e aventureiro nas horas vagas e de vez em quando sai por aí pelo Brasil e usa o seu Drone para nos mostrar paisagens impressionantes de nosso país.

      Observe agora como Paraty (RJ) é espetacular vista do alto.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/um-drone-pelo-brasil-sobrevoando-paraty.html
      Sem mais delongas, vamos ao vídeo:
      *********************************************************************************
      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
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      Eis aí mais um lugarzinho incrível de nosso Brasil:



      Boa sorte...

      ... e até a próxima!
    • Por TMRocha
      Abaixo estarei colocando o relato da viagem que fiz com a Luciana para a Região de Copacabana, no Rio de Janeiro, entre os dias 02 e 05 de Abril de 2015.

      Fomos de Excursão pela São José Viagens, que é uma excelente agência de turismo de Belo Horizonte. Confira agora como foi essa viagem.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/rio-de-janeiro-e-niteroi-rj-02-05042015.html
      Se quiser saber mais sobre como chegar até ela e ter os seus serviços, veja o link abaixo:

      Para que o post não fique tão cheio e cansativo estarei dividindo ele em dois:
      Rio de Janeiro (RJ): Dicas de Roteiro na Região de Copacabana; Rio de Janeiro (RJ): Relato [Continuação desse post] - Aqui contarei como foi a nossa viagem. Então, se quiser saber mais sobre o que fazer nessa região do Rio de Janeiro, favor clicar no Botão abaixo:

      MINHAS IMPRESSÕES [2015]
      [PARTE 01] - [PARTE 02]
      Quem é de Minas Gerais, especialmente da região metropolitana de Belo Horizonte pode ter algum receio ou talvez um pouco de medo de visitar o Rio de Janeiro por conta das inúmeras notícias da violência urbana que assistimos nos noticiários ao longo dos últimos anos e por conta de informações ultra sensacionalistas e sem nenhuma profundidade, acaba que muitas pessoas por essas bandas possuem uma imagem errônea e muito negativa do Rio de Janeiro, chegando a acreditar que o Rio é um local muito inseguro, violento e com o crime totalmente descontrolado o tempo todo, mesmo nos principais pontos turísticos e cartões postais da cidade.
      Por aqui em minhas redondezas, na zona metropolitana de Belo Horizonte, já cansei de ouvir pessoas dizendo que nunca queriam ir ao Rio de Janeiro - E ao perguntar para elas se já foram até lá diziam que nunca foram e nunca queriam ir - Mal sabem o engano que estão cometendo!
      Por conta disso sempre tive um grande receio em ir para o Rio e também me deparar com a violência [minha ideia como viajante é visitar ao menos uma cidade de cada Estado do Brasil ao menos uma vez durante minha vida - e também alguns países do Exterior - e estava quase excluindo o Rio de Janeiro desse processo], mas acabou que pudemos aproveitar uma promoção muito em conta para ficar por lá durante a Semana Santa pela Empresa Rumo Certo Turismo [fui totalmente convencido a fechar esse pacote pelo nosso agente de viagens], que nos ofereceu o passeio através da empresa São José Viagens - que opera em Belo Horizonte, e eu, meio com certa insegurança, resolvi realizar este passeio com minha namorada, a Lu (Luciana).
      - Ainda bem que fomos! Achei a "cidade maravilhosa" realmente Maravilhosa. Tanto que pretendo até voltar mais uma ou duas vezes no futuro porque com os poucos dias que ficamos não deu pra fazer tudo que queríamos. E como havia obras por toda parte na cidade devido aos Jogos Olímpicos de 2016, acredito que esse lugar que já é especial ficará ainda mais incrível.
      - Ficamos principalmente na Área da Orla de Copacabana, realizamos um Bus Tour pela parte principal da cidade, demos uma passada na Pedra do Arpoador, subimos no Cristo Redentor e no Pão de Açúcar, andamos de Ônibus Anfíbio saindo próximo do Pão de Açúcar, percorrendo a praia até a Marina da Glória e chegamos a praia de Copacabana pelo mar, atravessamos a Ponte Rio-Niterói, conhecemos um pouquinho da Cidade de Niterói e ainda realizamos algumas compras na Feira de São Cristóvão [que é a maior feira Nordestina fora do próprio nordeste], fizemos um programa (quase) de carioca curtindo a orla da praia de Copacabana e ainda exploramos alguns dos restaurantes da região.
      A impressão que tive dos lugares que fomos foi a seguinte:
      Que é muito arborizado, bonito, o clima é muito gostoso e as águas são maravilhosas. Que os pontos turísticos são muito interessantes e há opções de lazer para todos os tipos de pessoas.
      Com apenas 4 dias não foi possível conhecer tudo que o Rio nos oferece e que quem for vai ter aquele gostinho de querer voltar lá outra(s) vez(es). Além de ser uma completa mistura de povos, pois avistamos por lá turistas de diversas regiões do mundo como americanos, alemães, latinos (aos montes), japoneses e povos de outras línguas que não conseguíamos entender e nem identificar o idioma que falavam ou de onde eram. 
      Foram poucos os lugares em que não me senti seguro, pois a paisagem mudava de belíssima para lugares um pouco feios de uma vez - talvez por isso eu tenha estranhado - principalmente perto da Feira de São Cristóvão que tinha muitas pichações e achei o ambiente externo meio sombrio, mas assim que entramos na feira esse receio se dissipou totalmente e voltamos ao clima normal que senti por toda a cidade.
      No mapa abaixo [do Google My Maps] coloquei os principais pontos turísticos que exploramos [caso queira clique no mapa interativo clique AQUI].

      Mapa da Área que Exploramos no Rio de Janeiro..
      Ao chegar no Rio tivemos tantas coisas que podíamos fazer que mudamos muito meu roteiro original, e acabou que no final ele ficou assim:
      Meu Roteiro
      Quarta, 01 de Abril de 2015
      [Final da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para o Rio de Janeiro (RJ).
      Quinta, 02 de Abril de 2015
      [Parte da Manhã] City Tour de Bus pelo centro do cidade;
      [Final da Tarde] Nascer da Lua na Pedra do Arpoador;
      [Parte da Noite] Compras na Feira Noturna de Copacabana;
      Sexta, 03 de Abril de 2015
      [Parte da Manhã] Cristo Redentor;
      [Final da Manhã até Início da Tarde] Pão de Açúcar;
      [Parte da Tarde] Passeio de Ônibus Anfíbio;
      Sábado, 04 de Abril de 2015
      [Parte da Manhã] Programa (Quase) de Carioca na Praia de Copacabana;
      [Final da Tarde até Início da Noite] Passeio até Niterói;
      [Parte da Noite] Compras na Feira de São Cristóvão;
      Domingo, 05 de Abril de 2015
      [Parte da Manhã] Última caminhada na Praia de Copacabana;
      [Início da Tarde até Parte da Noite] Viagem de volta para Belo Horizonte via ônibus de Viagem.
      Com todas explicações postas acima e o roteiro definido segue-se agora como foi a nossa viagem:
      RELATO DA VIAGEM
      DIA 01 - Quarta-feira [01 de Abril de 2015]
      Nesse dia levantei pouco depois das 5:00h e fui trabalhar. Após 9 horas de trabalho [8 de serviço + 1 do almoço] saí do serviço perto das 16:00h e fui até onde faço a aula de inglês, onde tive aula até às 18:50h.
      Dali voltei para onde trabalho novamente, tomei um banho, esperei um pouco e ao sair peguei um ônibus que ia para o centro de Belo Horizonte e em menos de meia hora depois desci onde ficam aquelas estações do MOVE e segui andando até o Terminal Turístico JK, que fica próximo da Praça Raul Soares, em Belo Horizonte.
      Ao chegar ali já encontrei a Luciana, que estava me esperando.


      Nosso ônibus partiu por volta das 23:00h e seguimos por via rodoviária em direção ao Rio de Janeiro num ônibus Leito. Achei muito bom e econômico viajar dessa forma porque a gente pôde dormir sem preocupações enquanto o ônibus seguia seu trajeto.


      O ônibus da São José Viagens é muito moderno. Possui 2 andares, é equipado com ar-condicionado, poltrona reclinável para todos os passageiros e também possui banheiro próprio. Além disso, a empresa foi muito organizada e cuidadosa com as nossas malas. O guia dessa excursão nos ofereceu um pequeno lanche e de vez em quando também entregava água para todos os passageiros.
      DIA 02 - Quinta-feira [02 de Abril de 2015]
      O ônibus seguiu viagem até chegar na Cabana da Mantiqueira (Barbacena), onde realizou uma parada rápida.


      Após a parada o ônibus continuou seu caminho até que amanhecesse. Finalmente por volta das 7:00h já estávamos chegando ao Rio de Janeiro e pudemos ter a nossa primeira visão de como é a Cidade.
      O Guia da São José nos explicou sobre a questão da violência do Rio e que, como a cidade é conhecida internacionalmente, acaba sofrendo uma exposição muito maior da mídia, pois boa parte do mundo está com seus olhos virados para os acontecimentos dessa cidade. Também nos contou um pouco sobre os lugares em que passamos e já nos adiantou que havia obras por todo o Rio devido as Olimpíadas de 2016.
      De um lado da estrada por um bom tempo a gente avistava um manguezal, e do outro uma lagoa gigantesca, que os antigos habitantes acreditavam ser a continuação do mar devido a sua enorme extensão.


      A medida em que seguíamos para a capital carioca víamos coisas interessantes, como a imensidão do Complexo do Alemão e o muro que separa esse conjunto de favelas dessa rodovia [chamado por mim carinhosamente de "Muro da Vergonha"].
      Pela janela do ônibus também começamos a ver algumas das obras importantes realizadas pelo governo, como a expansão das linhas de metrô e um pouquinho de como são os prédios do centro do Rio de Janeiro.

      Complexo do Alemão.

      Muro separando a Favela da Rodovia [muro da vergonha].

      Obras de Expansão do Metrô.

      Nossa 1ª vista do centro do Rio de Janeiro.
      Por volta das 8:00h chegamos ao nosso destino. Nos hospedamos no Majestic Rio Palace Hotel, onde entramos, tomamos nosso café da manhã e voltamos ao ônibus para realizar um Bur Tour pelo centro do Rio de Janeiro, já que o Check-In de todos só aconteceria próximo da hora do almoço.




      - Bus Tour no Centro do Rio de Janeiro -
      Tivemos muitas explicações do nosso guia, mas passei um pouco batido em algumas coisas porque estava muito entretido com as paisagens, já a Luciana dormiu um pouco porque estava meio cansada devido a não ter dormido tão bem durante à noite.
      Nesse tour vimos vários lugares interessantes, como a praia de Copacabana, a Baía de Guanabara, o Morro da Mangueira, o Estádio Maracanã, o Sambódromo da Sapucaí vazio [Achei ele bem pequenininho na vida real, na tela da TV quando a gente assiste o Carnaval do Rio parece que essa passarela se estende por quilômetros].
      Também tivemos um pouco de explicações sobre a história de alguns pontos, avistamos diversos prédios históricos, de instalações do governo carioca e passamos por alguns parques muito bonitos.
      Praia de Copacabana:



      Baía de Guanabara:


      Morro da Mangueira:

      Estádio Maracanã:




      Sambódromo Marquês da Sapucaí:

      Parques e outros prédios importantes da cidade:





      Por diversas vezes o Guia da São José parava suas explicações e ia ajudar o condutor do ônibus a se guiar pelo trânsito do Rio por conta das dezenas de obras espalhadas por toda a cidade, que estava um verdadeiro canteiro de obras. Às vezes para contornar a situação tinha que dar a volta em alguns lugares e em outros procuravam seguir caminhos alternativos, por isso não foi possível descermos do ônibus como eles planejavam.
      Também avistamos o Arco da Lapa e conseguimos ver o Cristo bem ao longe [Por quase toda a capital do Rio é possível avistar o Cristo Redentor].


      Seguindo nosso passeio passamos em frente a favela da Rocinha, que é a maior favela da América Latina e conta com muito mais de 150.000 habitantes. Do alto do morro avistamos pessoas pulando de parapente, mas a Luciana conseguiu focar apenas um [eu já errei na mão e não consegui focar bem nenhuma foto devido à enorme distância que eles estavam da gente].

      Favela da Rocinha.

      Paraquedistas no Céu: Não parece, mas essa foto foi tirada a partir do chão (de dentro do nosso ônibus).
      Por fim, passamos por alguns túneis e pela Orla de São Conrado, que é muito linda. O governo está fazendo um enorme calçadão para que as pessoas possam passar por essas áreas e aproveitar melhor esse belíssimo visual.



      Vista do mirante do Leblon:



      Com o ônibus de volta à praia de Copacabana, algo que achei muito interessante é que diversas empresas se juntaram para reflorestar um pouco da Mata Atlântica Original, cada uma cuidando de uma determinada área, que foi praticamente devastada pela exploração desenfreada dos portugueses e dos brasileiros ao longo dos séculos. Quem cuida dessa mata que tirei a foto abaixo, por exemplo, é a Havaianas. 

      Reflorestamento da Mata Atlântica Original (Área da Havaianas).
      Terminado o tour, voltamos ao Majestic Rio para guardar as malas em nosso quarto. Achei o hotel muito arrumado, brilhando de limpo e super organizado. Nosso quarto era bem arrumadinho e contava com banheiro e frigobar. No hotel ainda havia piscina e um refeitório muito amplo, entretanto só chegamos a usar o refeitório e o quarto no hotel.

      Corredor do nosso andar no Majestic Rio Palace Hotel

      Depois de guardar as nossas coisas pedimos indicação de algum lugar para o guia e a para alguns lojistas, mas não tivemos muito sucesso, então por acaso encontramos a Pensão Copa Rica [Para entrar deve subir a escadaria] e resolvi que faríamos um almoço econômico nesse local.

      Gostei do almoço e achei o preço bem em conta, mas a Lu não curtiu muito por conta do tempero que utilizaram na comida. Após o almoço voltamos ao hotel e descansamos até perto das 17:00h.
      - Pedra do Arpoador -
      Já descansados, aproveitamos a oportunidade que o Guia da São José nos ofereceu para visitar a Pedra do Arpoador pagando praticamente apenas nossas passagens [vou chamar ele assim porque me esqueci como ele chamava]. O nosso Guia se juntou a outro guia da São José [de um grupo que chegou pouco antes de nós no Rio], uniram os grupos e fomos em mais de 20 pessoas, pegando uma lotação e seguindo até a praia do Arpoador.
      Andamos pela praia até chegar próximo da Pedra do Arpoador e aproveitamos para tirar uma boa foto com toda a praia de Copacabana ao fundo.



      E subimos a Pedra do Arpoador. 




      As ondas aqui são muito fortes e intensas, o que faz com que o local seja ideal para a prática de Surf, porém acredito não ser aconselhável às pessoas que não sejam profissionais tentar nadar nessa área devido as pedras. O Guia tinha a intenção de fazer com que todos avistassem o pôr do Sol, contudo acabou que observamos um belo nascer da Lua na Pedra do Arpoador.

      Ao voltar, o grupo já começou a dispersar tendo algumas pessoas indo embora de ônibus e outras procurando por algum táxi. Já era de noite e demos uma entrada rápida na escadaria da Igreja da Ressurreição e continuamos nosso caminho de volta pelo Calçadão de Copacabana.



      Aqui, o que restava do grupo se dispersou totalmente, nossos guias se despediram do restante do pessoal e aproveitaram para ir beber em algum bar pelas redondezas. Resolvemos fazer o caminho de volta a pé andando pela praia e demos uma passeada pela Feira Noturna de Copacabana.



      Feira Noturna de Copacabana.
      Nessa feira vendem diversos tipos de vestuário, muitos artigos e lembranças. Quem coleciona souvenir terá um prato cheio de oportunidades para aumentar sua coleção gastando pouquíssimo dinheiro. Existem centenas de barracas que percorrem uma área bem extensa e quem tiver fome pode comer nos quiosques à beira da praia ou do outro lado da avenida, onde há diversos hotéis e restaurantes.
      Compramos algumas coisas na feira e por infelicidade do destino a Lu pegou uma roupa pelo cabide de mal jeito e fez um enorme arranhão [de fora a fora] na lente esquerda do meu óculos [que é caríssimo por conta do grau da minha vista que é muito alto]. A partir desse momento tive que aprender a conviver com aquele enorme arranhão na lente, nada sério - basta evitar ficar muito de frente para luz!
      No caminho de volta nos juntamos a uma moça que era do nosso grupo e paramos na Antônia Casa e Café para comer um lanche noturno.


      Ao terminar de comer, nos despedimos dessa moça, compramos uma água e voltamos ao Hotel, onde descansamos até o outro dia.
      Notas Interessantes:
      - Para diminuir um pouco no orçamento gasto na viagem, principalmente com alimentação nós costumamos "farofar", isto é, antes de ir ao destino compramos muitos biscoitos de sal, doce, salpet, polvilho, chips, mini-pão com maionese ou patê e mais uma ou outra coisinha. Dessa forma economiza-se um pouco na alimentação e não é necessário comprar tudo no destino turístico, que provavelmente vende as coisas mais caras do que se estivéssemos comprando na região em que moramos.
      - Evite comprar a água no hotel, fica muito mais caro, para abater no valor basta procurar por um supermercado ou farmácia que o valor sairá bem mais em conta.
      - Outra coisa que fazemos é nos afastar um pouco das atrações principais [ou nesse caso da praia], dessa forma o valor da alimentação cai bastante e nosso gasto com comida não fica tão alto, sobrando algum dinheiro para fazer outras coisas.
      DIA 03 - Sexta-feira [03 de Abril de 2015]
      - Cristo Redentor -
      No dia anterior eu já havia fechado o passeio do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar com o Guia da São José Viagens, por isso acordamos cedo e lanchamos no hotel. O que mais gostei do nosso refeitório foi o fato de ser uma verdadeira mistura de povos, pessoas falando inglês, português, espanhol e outros falando tão rápido que não dava para saber ao certo qual era o idioma estavam pronunciando.
      Recebemos as vans na porta do hotel e dali partimos em três grupos para ir ao Cristo Redentor. 



      - De vez em quando eu perguntava ou falava alguma coisa para o motorista, que por algum motivo confundiu minha voz com a de uma mulher e estava me chamando de senhora! [Whats? - A Lu me zoou muito por isso!]
      Descendo da van demos uma parada no Mirante das Paineiras, que está localizado pouco antes do Cristo.



      Com o grupo reunido, o Guia entregou os ingressos a todos, e com o bilhete em mãos pegamos a van que nos levou até o Cristo Redentor.


      Subindo as escadarias do Cristo já começamos a apreciar a paisagem.




      Quem tiver algum tipo de dificuldade de locomoção pode ficar despreocupado porque possuem uma escadaria larga e de fácil acesso e também uma escada rolante. Se eu não estiver enganado também acredito que o monumento seja equipado com um elevador para cadeirantes.


      Ao chegar no alto do Cristo estava uma verdadeira muvuca, com turistas por todos os lados, estava até difícil de se locomover ou tirar algumas fotos do monumento. Então tentamos observar primeiramente a paisagem em volta do Cristo.






      E assim nos voltamos para a estátua do Cristo Redentor, onde tentamos tirar uma foto nossa junto ao monumento.


      Infelizmente os dois turistas que tentaram tirar as fotos pra gente não souberam focar o Cristo e acabou que a cabeça não saiu na foto. Após tentar duas vezes desistimos de fazer isso porque a muvuca ficou ainda pior, pois chegava gente o tempo todo e estava muito empurra-empurra, então tirei umas fotos da Lu no Cristo e ela tirou umas minha nele.


      Como estava a muvuca:

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      Depois desse dia finalmente entendi o porquê de tantos novos adeptos ao Pau de Selfie. Acredito que mais por preguiça e falta de companheirismo do que por incapacidade técnica, àqueles a que pedimos que tire uma foto pra gente cometem erros grotescos, que muitas vezes podem comprometer a visualização de um lugar que talvez sequer a gente volte mais.
      - No meu caso não conseguiram enquadrar a cabeça do Cristo na foto, algo muito fácil de se fazer porque bastaria inclinar a câmera um pouco mais para cima ao invés de sair mais a parte da barriga (como fizeram). Desse jeito poderia enquadrar a cabeça do Cristo perfeitamente na imagem.
      - Meu irmão mais novo estava na usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (Paraná) e pediu para que uma pessoa tirasse uma foto dele e sua esposa em que saísse eles e o letreiro da usina de Itaipu. Resultado: Comeram uma letra da usina ao tirar a foto (e antes disso ele havia tirado uma foto perfeita para essa mesma pessoa).

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      Como ainda tínhamos que visitar o Pão de Açúcar e o tempo estava muito contado, ficamos por pouco tempo e descemos as escadarias do Cristo, desta vez de escada rolante.

      Enquanto esperávamos o restante do grupo reunir lanchamos numa lanchonete que fica na parte de baixo do Cristo. Apesar de estar nesse monumento tão famoso achei os preços dela bem em conta. Entretanto as lojas de lembranças possuíam preços realmente absurdos se comparados aos que compramos na Feira Noturna de Copacabana.



      Quando uma parte do grupo chegou pegamos novamente as vans e fizemos o caminho inverso, agora nos dirigimos para parte inferior do Cristo, perto do Mirante das Paineiras, onde nos reunimos ao nosso grupo. Quem deixou para ir ao Cristo nesse horário pegou filas realmente imensas.


      Olha só o tamanho dessa fila, e estavam para chegar mais centenas e centenas de pessoas.
      O Guia dividiu aqueles que já queriam voltar para o hotel e os separou em uma van, e nós e o outro grupo das duas vans restantes finalmente seguimos estrada a fora para ir ao Pão de Açúcar.


      DICA IMPORTANTE: Quem puder deve levar óculos escuros para se proteger da luz do sol. Mesmo com o tempo um pouco fechado eu mal conseguia abrir meus olhos devido a luminosidade, já a Lu que estava de óculos escuros não sofreu com esse problema. Em dias mais ensolarados acredito que a luminosidade seja ainda mais forte.
      - Pão de Açúcar -
      Por coincidência pegamos o mesmo motorista da Van Oficial, que novamente cometeu os mesmos erros me chamando de senhora! ["Quê quê isso jovem!???]. Assim que descemos da van oficial já nos deparamos com o Pão de Açúcar, que está encravado em um lugar muito bonito. As primeiras coisas que percebemos foram os cabos dos bondinhos e alguns adeptos do montanhismo escalando o morro.


      Enquanto o nosso guia providenciava os ingressos usamos essa oportunidade para tirar mais algumas fotos na entrada.


      Com os ingressos em mãos, enfrentamos uma fila que nos levou até o bondinho. Por dentro é tudo muito bonito, possuem algumas obras de arte e também há uma loja por lá. Como cabem até 64 pessoas em cada bondinho as filas fluem muito rápido.



      Após esperar mais um pouco entramos no primeiro teleférico e subimos de pouco acima do solo para o Morro da Urca, a 227 metros de altura. Obs.: Ao entrar no bondinho deve-se prestar atenção porque ele balança um pouco e existe um pequeno vão entre o bondinho e a plataforma que a gente embarca e desembarca.

      Vista por dentro do teleférico:


      Observando a paisagem fora do teleférico:



      A área do Mirante da Urca é bem grandinha, existem lojas e muitas outras coisas, mas fomos orientados pelo nosso guia a ir rapidamente até o segundo morro porque muitas pessoas do nosso grupo teriam de voltar com horário pré-determinado.
      [Eu e a Luciana realizaríamos outro passeio depois, então não precisávamos nos preocupar com isso, mesmo assim preferi subir rapidamente porque estava curioso para saber como seria a vista lá de cima]. É nesse morro que se encontra uma das Helisight, empresa que realiza voos panorâmicos de helicóptero para o Cristo e pelo Rio de Janeiro.

      A fila do bondinho para ir do Morro da Urca para o do Pão de Açúcar estava realmente imensa, por isso demoramos um bocadinho para subir no bonde. O lugar é muito bonito, possui dezenas de árvores e mesmo estando tão alto ainda foi possível avistar diversos macaquinhos pulando de um galho para o outro, mas não consegui tirar foto deles porque eles eram muito ágeis.



      Esperado o tempo devido, pegamos o bondinho e subimos até o Morro do Pão de Açúcar, que está a 396 metros de altura.





      Assim que chegamos no Morro do Pão de Açúcar já fomos surpreendidos com uma vista espetacular!

      Esse mirante também estava cheio, mas pelo menos os turistas estavam bem espalhados, o que não atrapalhou na nossa mobilidade e nos permitiu apreciar o Pão de Açúcar com bastante calma.
      Fotos nossas:




      Vista 360º do Rio de Janeiro observada a partir do mirante do Pão de Açúcar:










      Apreciado o Pão de Açúcar, chegou a hora de descer de volta ao Morro da Urca.



      Andamos vagarosamente pelo Morro da Urca até chegar no outro bondinho e demos uma pequena parada para tirar mais fotos e contemplar mais um pouco a paisagem:





      Enfim, chegamos ao solo novamente. Como esse relato já está ficando muito extenso continuarei ele na próxima parte desse post.

      Continue acompanhando na próxima parte.
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