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Fernando L

Serra Dona Francisca e Serra do Mar Corupá

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Serra do Mar sentido São Bento do Sul-Corupá

Que tal fazer um roteiro de  um ou dois dias indo por uma e voltando pela outra?  Este roteiro já foi realizado por nós (casal) algumas vezes e é muito interessante pois explora duas serras em um mesmo destino. Você pode começar partindo de Joinville, Florianópolis ou qualquer outra cidade entre as duas, assim como partindo de Curitiba ou Mafra.  As duas são um espetáculo, mas a Serra Dona Francisca possui um mirante no meio da serra onde pode-se parar e apreciar o cenário. Fica mais interessante descendo, mas também é linda subindo, principalmente quando é avistada ao longe. É preciso cautela pois há curvas acentuadas e o trânsito de caminhões constante. A Serra Dona Francisca parte da BR-101 em Joinville e vai até o cruzamento com a BR-280 em São Bento do Sul em um percurso aproximado de 75 Km. Após a subida da serra encontra-se Campo Alegre, pequena e simpática cidade que será explorada em outro tópico.  

A descida pela Serra do Mar também é mais bonita que a subida, há muita vegetação nativa e bananais. Partindo de São Bento do Sul até Jaraguá do Sul a distância é aproximadamente 60 Km. Logo após a descida encontra-se Corupá, linda cidade no meio das montanhas e que possui duas atrações imperdíveis: Seminário de Corupá e a Rota das 14 Cachoeiras que serão exploradas em outros tópicos. 

Um detalhe: é muito comum ter neblina nos dois trechos de serra, portanto escolha preferencialmente dias secos ou reserve mais dias na região. Mas como já tivemos a experiência de passar nos dois locais com neblina, parcial e total podemos afirmar que também é pitoresco nestas condições.

Para quem não é da região e gostaria de fazer este passeio aconselha-se a pernoitar em Rio Negrinho ou Jaraguá do Sul. Mas também é possível fazê-lo em outros roteiros. Nós por exemplo já saímos de Guaratuba (PR), subimos a Dona Francisca, descemos a Serra do Mar e pernoitamos em Piçarras. 

É sem dúvida um roteiro de encher os olhos e incluído por nós como "grandes estradas", aquelas cênicas e imperdíveis.  DSCF6642.thumb.jpg.093d2ed6cf50c8b2499aa89780016972.jpg

Serra do Mar sentido São Bento do Sul-Corupá

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Serra do Mar 

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Serra Dona Francisca sentido Joinville-Campo Alegre 

 

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Mirante Serra Dona Francisca 

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Serra Dona Francisca sentido Joinville-Campo Alegre

 

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    • Por Juliana Champi
      Olá pessoal, tudo bem?
      Tirando um seleto e sortudo grupo de nômades digitais, a maioria de nós sofre litros quando volta de um período de férias já em depressão à espera do próximo!
      Uma boa pedida para aguentar o sofrimento da espera, hahaha, é encaixar mini aventuras nos fds ou pequenos feriados.
      Eu já escrevi dois outros tópicos sobre estas pequenas aventuras de fins de semana pelo estado do Paraná (Pico Agudo e Morro do Gavião), e vou deixar mais duas registradas aqui hoje. Também pretendo utilizar este mesmo tópico para relatar outras ao invés de ficar criando tópicos novos!
      Bora lá!
       
      MORRO DA PEDRA BRANCA
      Este passeio é bem light, pode ser feito em esquema bate-e-volta de alguma cidade próxima ou mesmo se vc estiver passando pela estrada e tiver um tempinho sobrando.
      O acesso ao Morro da Pedra Branca se dá pela PR 376, (Rodovia do Café, liga o norte do estado à capital) entre Mauá da Serra e Ortigueira. Não tem placa nem indicação nenhuma do morro. No sentido Londrina > Curitiba lá pelo km 308 já dá pra avistar o morro, que tb é conhecido como “morro das antenas” por abrigar ali antenas de telefonia da Oi.
      Depois do km 310 vá reparando bem, à esquerda vai ter um comércio chamado “Restaurante e Lanchonete da Bica”. A entrada para o morro é cerca de 1km depois (dá pra ver melhor no print abaixo). Um portão tb à esquerda dá acesso à estrada que leva até o topo do morro. Este portão poderá estar fechado, mas é só bater palma que sai um senhorzinho que fica numa casinha ali na entrada cuidando. Foi cobrado 10 reais para cada um, João (filho, 11 anos) não pagou.

      Localização do Morro da Pedra Branca
      Dali daquele ponto começa uma estrada de terra. O senhorzinho indicou que a gente poderia subir de carro ou a pé. Optamos por ir a pé, afinal essa era a ideia. Quando fomos a estradinha estava bem boa, dava pra subir com qualquer tipo de carro, inclusive tem gente que vai lá tirar aquelas fotos pré-casamento... mas parece que tem ocasiões em que carro baixo não sobe.
      São 3km de estradinha numa subida bem tranquila, em que a gente vai observando bichinhos e plantinhas!
      Fomos bem cedo pq queríamos ver a neblina baixa, no vale abaixo de nós. As 8h30 estávamos no “cume”, mas a neblina estava em toda parte, hahahahauah! A gente não via nada, e tava bem frio (9 graus) pra pouca roupa que a gente tava usando.
      Mesmo assim ficamos perambulando pelas formações rochosas lá de cima e a espera valeu a pena, o tempo abriu uns 30 minutos depois da nossa chegada!

      Caminho pela estrada!

      Era tudo névoa!

      Minhas amadas plantas! Tem tanta beleza, tanta foto, mas prometo me conter!

      Só mais essa linda, rs!

      A torre de telefonia perdida na névoa!
       

      A imensidão verde ainda tímida!
       

      Abrindo!
       

      Descortinando!!

      Vento e descabelo!
       

      Vista bem bonita!
       

      Meu mini trilheiro!
       

      Fotinha da vista!
       

      Parece mais perigoso do que era ok? rs

      Céu azul!
       
      Depois de mais andar e admirar, descemos e ainda fomos uns 2km pra frente na estrada espiar uma linha férrea que passa por ali. Bonitinha.


      Linha férrea estilosa!
       
      Não é nada mega exuberante, mas vale a caminhadinha num fds que podia ter sido só de netflix, rs! Chegamos de volta em casa pouco depois das 14h. 
      FIM
    • Por Nathan Martins
      Hey,
      Sou natural de Manaus - Amazonas e atualmente moro no sul catarinense. Estou programando ir pra Bom Jardim da Serra no inicio da primavera pra fazer um camping (setembro). De forma bem roots. Sou uma pessoa simples e busco companhias agradaveis que por ventura tenham o mesmo destino em mente ou morem nas proximidades.
      Pontos a serem visitados: Serra do Rio do Rastro e Canion do Funil
       
    • Por Eduardo Passos
      Vou para o Pierre Auger Observatory, quero ver um pedacinho da nossa Via Láctea desse lindo lugar. Vai ser meu primeiro mochilão, sonho em viver essas experiências da estrada de que tanto ouço falar. Quero aproveitar cada momento nessa jornada. ''Porque o primeiro mochilão tem que ser pra tão longe?'' Oras, tens de ir onde tiveres vontade, não importa a distância!!! Sei que os perrengues que me aguardam são muitos e não vão ser fáceis, mas se assim o fosse não teria graça alguma hihihi u.u... Ficarei muito feliz em ter alguém para me acompanhar, sou de Santa Catarina, mas podemos marcar um ponto de encontro na rota... Boraaa acender esse espírito nômade ancestral que jaz em nossa entranhas!!
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Bom, depois de muito andar, ter experiências incríveis, nossa ultima base antes de mergulhar terra a dentro: chegamos na Ponta de Santa Marta no final do dia 5. Havia sido o dia mais longo e cansativo até agora. Escolhemos uma pousada, pé na areia, para ficar as ultimas noites à beira mar. Afinal o retorno seriam quase 900 km dirigindo, era primordial descansar cada músculo.
      Logo que fizemos o grande contorno no sentido sul para pegar a estrada do Farol já me surpreendi: eu esperava uma costeleta de areia, como aquelas que me acompanhavam desde a Guarda, que nada, uma bela rodovia como um mar de azeite, até o carro parecia sussurrar aliviado. Como era noite, praticamente, só deu tempo de achar a pousada tomar um banho e descansar na rede, lá fora uma tempestade se desenhava. Ainda pude ver as luzes do Farol, incansáveis a embalar os corações dos navegadores.
      No dia 6 acordamos um pouco mais tarde do que tínhamos habituado, às 07:00. Um desjejum já esperava na recepção, foi o tempo de comer e reunir a tralha numa mochila. Estávamos nós pelo costão rumo a Praia Grande, numa trilha interminável.

      Foram 2 h caminhando; saímos da Prainha do Farol, passamos pelo Morro do Céu, paramos numa velha cabana de observação dos pescadores, até que chegamos. Aqui dá para entender a dimensão da Praia Grande, um mar de areia grossa e amarelada, bastante reta a ponto de não ser muito bem definido aos olhos os contornos da Praia da Galheta a 4 km dali. Ademais a praia fica toda cercada pelas dunas de areia, confundindo ainda mais nosso sentido. Quase deserta, com água limpa e calma é um bom refúgio para um banho mais reservado. Éramos sós ali.

      Atrás, se desenham o Morro do Ceú e alguns Sambaquis (montanhas formadas pela disposição de conchas, já extintas, que serviam de alimentação para povos primitivos que habitaram ali).

      De baixo eles são grandes, mas lá de cima da pra imaginar como os Sambaquianos tinham apetite. É possível ter uma visão 360º desde o Farol, passando pela Praia do Cardoso, da Cigana, Lagoa da Cigana, vilas de pescadores, rodovia, Dunas, Galheta, voltando para o Farol, tudo emoldurando um vale imenso e árido que mais parece solo marciano.

      Voltamos para a Ponta, queríamos conhecer o Farol (todo construído com óleo de baleia). O ponto continental mais a Leste da Região Sul. A área é militar então só ficam abertos os portões que dão proximidade à base durante o dia. Algumas trilhas no meio da vegetação rasteira, onde cobras trafegam faceiras, é bom tomar cuidado, levam o curioso para observar a grande torre que como um oásis no deserto, está para os barcos à noite. Não tínhamos autorização para entrar no Farol, logo tivemos de se contentar com imaginação de como é lá dentro.

      Depois de repor as energias, às 15:00 trocamos a tralha e partimos conhecer a Praia do Cardoso e Praia e Morro da Cigana. Não deu pra resistir e caímos na água já no Cardoso, uma água limpa e calma, onde as ondas mais parecem solavancos da estrada.

      Pelo menos 50 m dentro da água o mar não tem mais de 40 cm, a diversão da molecada. Se divertimos um tanto. Então, partimos pelos nada menos que 3 km de areia que separam as duas praias. Primeiramente subimos o Morro da Cigana de onde pudemos ter uma visão incrível das duas praias e de um pedaço da Lagoa mais continental. O Morro também parece marciano, pedras enormes quase cobertas pela areia que insiste em se deslocar pelo vento.

      Encontramos um casal de Tubarão que frequenta aquelas praias a 40 anos, e nos relataram as inúmeras mudanças que viram, assim como as surpresas que as dunas preparam a cada temporada. Ao descer do Morro um dejavu: o sonho noturno de um celular caindo nas pedras, como não sou supersticioso ignorei e coloquei-o exatamente no bolso que o senhor do sono tentou me avisar, e lá se foi como num filme desses que fazem por aí. Nosso plano era ver o Pôr do Sol ali no Morro depois de um banho naquela maravilha da Cigana, contudo até este foi abortado. No horizonte nuvens negras piscando raivosas fizeram nossas pernas ganharem vida rapidamente, chegamos na vila com a chuva.
      Deu trabalho mas achei um café em uma padaria, no apagar das luzes. De brinde ainda ganhei o carinho de um felino (gato) que andava ali.

      Foi mais uma noite observando a tempestade, o que deu ideia da importância do Farol.
      No dia 7, reunimos tudo logo cedo, e de mala e cuia partimos para as últimas paradas no litoral. Garopaba do Sul, Barra do Camacho e outros balneários se confundem numa vastidão de areia que parece não ter mais fim, até mesmo Poseidon dá a entender que está cansado de agredir o continente. As ondas se tornam longas dobras na água, a areia aparenta engolir o mar aos poucos.
      Retornamos à SC100, rumando para a Serra do Rio do Rastro. Conosco uma certeza: numa próxima temporada, de 4x4, vamos seguir por essa infinitude até o Arryo Chuy.
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Já era o quinto dia de acampamento e viagem. Acordei muito cedo, recomendação do Holandês do Mar, para procurar algumas conchas naquela imensidão deserta que é a Praia do Sol. Depois de uma hora de caminhada, Apolo (o deus do Sol) mostra-me o porquê do nome da Praia. Aos poucos as cores vão transitando por vários tons dourados, estarrecedores. Foi de esquecer até as conchas, hshs. Como não tenho espírito holandês, não tinha encontrado muitas mesmo.

      Retornando para o acampamento, e depois de uma pomposa refeição à base de frutas, o dono do camping apareceu, e lá fomos nós pelas areias. A primeira parada do dia foi na Ponta do Gi, uma graciosa elevação no meio da areia, coberta da cascalho e pedras, dá para imaginar um cenários daqueles que nos pintam da superfície de Marte - só que com plantas. Bem no ápice da elevação, fica a Pedra do Frade, uma beldade, completando o cenário extraterreno - parece que foi colocado minuciosamente uma rocha sobre a outra. Infelizmente um ponto negativo daqui fica por conta das pessoas sem juízo que sobem com seus carros e ficam perambulando sobre a paisagem, destruindo a graciosidade dos deuses.


      Na sequência fica a imensa Praia do Gi, deserta com 5 km até o início da Praia do Mar Grosso já na cidade de Laguna. Mar Grosso, não me pareceu muito interessante, sabe aquelas praias meio burguesinhas de São Paulo, tipo Maresias, então bem isso. Um resort à direita da rodovia com passarela e tudo até a praia. Ainda eram 10:00 e fomos direto para o Molhes da Barra onde, inocente, eu, com os vidros do carro baixados entrei feliz da vida. Poseidon me agraciou com suas agradáveis águas que rebentaram no molhes e entraram pelas janelas sem educação nenhuma, kkkkk. No molhes vimos muita gente pescando, era cada robalo; 😍. Muitos pescadores, de todos os lugares do sul. Na ponta um Farol, modesto mas simpático, contudo não ficamos muito à vontade, já que Poseidon insistia com suas graças.

      Fomos até o centro histórico, uma experiência indispensável. Visitamos o Marco de Tordesilhas, o museu de Anita Garibaldi, a Paróquia Santo Antônio do Anjos, A Fonte da Carioca, pena que a Casa de Anita estava fechada para reforma, e o Museu da cidade tinha sofrido um incêndio recente, então não tivemos acesso. Fomos depois ao Morro da Glória de onde podemos ver todo o molhes e boa parte da cidade. Antes de pegar a balsa, passamos na Fonte da Carioca reabastecer as águas e ver o a Casa Pinto D'ulysséia.



      Seguimos até a Balsa, esperamos 5 min e lá se fomos. Após a travessia, pegamos à esquerda e fomos procurar a Praia do Tamborete, uma teteia com se diz aqui no sul. Como Poseidon se desgasta no molhes, o Tamborete tem águas abrigadas e bem calmas, além de transparentes. A areia é limpinha e um morro rochoso faz a graça à direita. Um fato curioso é que em algumas rochas da lateral da praia emitem um 'eco' das ondas e um ruído das águas, acredito que possa ser o motivo do nome da praia. Outro detalhe curioso é uma espécie de oratório, parecendo aqueles dos Jesuítas que vemos nos livros, este fica um pouco antes da Praia do Tamborete.


      Na volta, pegamos mais à direita antes da rodovia, e fomos em busca da Praia do Gravatá. Depois de um bom trecho de vielas, subida acima, as casas acabam. Perguntei a um morador que me instruiu deixar o veículo no seu estacionamento e seguir a pé, não era recomendado deixar o carro no meio da mata, alguns roubos, segundo ele acontecem por ali. Pegamos a mochila e lá fomos nós, após 400 m na rua de paralelepípedos, entramos numa trilha pouco desgastada. Só a trilha já vale o esforço, por entre as colinas, algumas vacas e palmeiras retorcidas que lembram o nordeste do país. Nada mais que 30 min de caminhada, e a deserta Praia do Gravatá se descortina à nossa frente, indescritível, poderia dizer que é a mais incrível que encontrei nas minhas andanças. Na verdade são duas: a Praia do Gravatá e a do Maneloni, separadas apenas por uma elevação - mistura de areia e pedras coberta de grama. Com areias brancas e a água azul que se confunde com o céu.

      Ficamos um bom tempo por ali, antes de seguir. Nossa próxima parada foi a também isolada Praia da Tereza, uma vila com uma 10 casas. A praia não é muito bem conservada, mas conta até com um parquinho para as crianças. Logo em seguida fomos para a Praia do Ypuã, ao menos tentamos, kkkk. É uma extensão de areia enorme, e rapidamente encalhamos. Com algum trabalhos conseguimos desencalhar, e seguimos caminhando conhecer: a praia brevemente, só tinha gringo, e o nosso primeiro Sambaqui, o Sambaqui da Roseta.

      O final do dia já se aproximava, mas como o horário era verão, fomos conhecer a mais charmosa praia que já vi, a Praia da Galheta. Incrível, uma pequena vila, irregular. Casas de vários estilos culturais, sem muros ou cercas, emergindo da areia. Uma sinfonia perfeita com o grande Sambaqui que amortece as ondas. Ao norte do Sambaqui a Praia da Galheta, mas agitada, de areia branca e fina, com água azul carregada de 'carneirinhos' das ondas que quebram muito antes da margem; ao sul a Praia Grande, de areia mais grossa e água muito calma. Dá vontade de dormir ali, não fosse ter deixado o carro 1 km na estrada - depois do Ypuã preferi não me aventurar na areia - e estarmos de partida para o Farol de Santa Marta.

      Sigo com o final da trip no próximo post.
       
       


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