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Surf Trip 10 dias Costa Rica jul/2017 - e algumas fotos

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Não sou muito de escrever, sou de falar...mas vamos tentar

Vou passar um resumo rápido sobre como foi a Surf trip do ano passado, já vou dar alguns valores pra o pessoal ter uma noção...

Esse ano estou indo novamente em junho, caso alguém for nesse mesmo período chama aiii..

Informações

Tempo: 10 dias

24/07 a 04/08/2017

Pessoas 5 (Surfistas 3 - Bodyboarders 2)

Carro

Reservamos um carro grande na Alamo, uma Toyota Fortune para 7 pessoas + bagagens. Valor: 1.100U$ Aluguel + seguro + taxas

Rodamos quase 1700 km – gastamos 1 tanque e meio de diesel (120 litros) computado do carro deu media de 15 km/l

Perrengue da chegada: não tinham nosso carro reservado, depois de muita conversa nos ofereceram uma Van 12 lugares 4x4 da Hyundai com a promessa de trocarem pelo carro reservado a noite em nosso Hostel. Conforme prometido a noite estavam la no Hostel com a caminhonete. Como pedido de desculpas não precisaríamos entregar o carro com o tanque cheio...

Estradas

As estradas principais são boas, boa pavimentação, são estreitas e tem muitos caminhões.....muita atenção ao dirigir, regras de transito são ignoradas, para ter ideia, se você estiver em uma estrada e o carro da frente resolve entrar a esquerda, ele não vai pro acostamento e aguarda para converter, ele simplesmente para no meio da pista...outra, mantenha distância do carro da frente, eles param por nada, mas também param para animais selvagens.....

Estradas secundarias algumas são asfaltadas e outras são de chão....tranquilas para um carro comum....mas as estradas terciarias, aquelas que dão acesso a muitos picos de surf são uma buraqueira só, o 4x4 e essencial, principalmente se tiver chovido na noite anterior...muita lama e buracos que cabem uma roda inteira dentro....

Sobre a chuva, o período que ficamos choveu apenas 1x uma pancada no final da tarde e outra na noite, chuvas rápidas mas fortes, muito fortes mesmo....nos demais dias era muito sol e ceu limpo de manhã e sol e algumas nuvens a tarde.....

 

Celular:

Chip local da kolbi com 10U$ de carga para internet..durou até o 8º dia depois coloquei mais 5U$ - só fiquei sem sinal em Ollies Point, nosso guia tinha um modem da claro que levávamos no carro e usamos muito também; comprei o meu no aeroporto com um agente autorizado ele fez tudo na hora e deu certo, meu amigo que comprou em uma banca de jornal teve de ligar para a kolbi para fazer o cadastro via telefone, demorou pra caramba. Então, compre o seu com o agente autorizado e não perca tempo com isso depois...

Surf Guia

Para o Surf na região de tamarindo foi essencial, contratamos o Augusto, instagram @gu_paty, um brasileiro muito gente boa, ele é guia e faz as fotos da trip também.

Por que o guia foi essencial na trip? Com o guia conseguíamos surfar em uma praia durante a maré vazia e em outra com a maré cheia, a maré é muito importante para o surf, o guia nos levou em secrets incríveis com ondas de capa de revista que, com certeza, não acharíamos por conta. Surfávamos de manha em um pico incrível, a maré mudava, e íamos para outra praia mais incrível ainda..para ter uma ideia, existem praias extensas onde com a mare vazia quebra em um canto e com a mare cheia em outro....sem o guia teríamos passado reto por muitos acessos a praias que estavam rolando as ondas....que no GPS e waze não pareciam.

Sobre GPS, no nosso caso o Waze funcionou perfeitamente na costa rica, não precisa alugar GPS na locadora de veículos eles tentam empurrar mas é só negar..quem quer pagar 10U$ por dia em um GPS??? Kkkkk

 

Bagagem – apetrechos(acessórios)

Leve: Protetor solar, repelente isso é obrigatório, lá é muito caro.

O que levei: Repelente, protetor solar, um canivete suíço, uma lanterna pequena, fita tape, remédio para dor de cabeça e dor no corpo, Sorine (quem precisa sabe da importância dele..), kit primeiro socorros para suturas...surf em coral sempre corremos o risco de ter de fazer alguns pontos....

Bagagem – Roupas

                A única calça e moletom que levei foi porque sai do RS e aqui era frio pra caramba, 3 bermudas, 3 sungas, 5 cuecas, 6 camisetas, chinelos, toalha. Minha roupa eu acomodei naqueles sacos a vácuo e coloquei na capa da prancha...que foi uma das minhas bagagens despachadas, a outra foi uma mochila normal que coloquei alguns acessórios de surf e  na bagagem de mão foi o equipamento fotográfico;

 Obs1. Para a nova ida a CR (jun/18) vou levar menos roupas...

Obs2. A roupa molhada seca em menos de 2 hs se estender na rua durante o dia, na noite ela custa a secar devido a umidade da estação verde;

Equipamento de surf:

                Levei capa sarcófago, capa toalha, uma prancha de bboard, pe de pato, lycra, parafina e leash

Dica:      Acessórios de surf, leashs, parafina, chave de quilhas com catraca, lycra....da pra comprar la. Para terem ideia um leash da FCS premium custa 28u$, chave de quilha FCS com catraca 20U$, lycra 20U$, parafinas de 2 a 3U$, não se jogue na primeira surfshop e nem nas grandes..

Detalhe: quando fui a primeira vez pude despachar duas malas (prancha e mochilão) e ainda levar uma bagagem de mão (mochila equipamentos fotográficos); Bodyboard, viajando AVIANCA, não paga taxa de prancha desde que ela suja uma das bagagens a ser despachadas....esse ano mudou, poderei despachar, sem custo, somente uma mala de até 23kg ou seja, levarei o sarcófago do bodyboard usando-o também como mala, dentro levarei as roupas e a mochila dobrada...a bagagem de mão continua sendo a dos equipamentos fotográficos...

RESUMINDO: prancha de bodyboard não paga taxa desde que seja a única bagagem a ser despachada até 23kg

Lembranças/souvenirs

As lembranças são muito caras na costa rica, isso pq pagamos em dólares e temos a mania de converter para reais, sempre esquecendo que a realidade é sempre 1x1..mas vamos lá.. para ter ideia um imã de geladeira sai 5U$, uma placa sai 15U$, um crocodilo, raia manta ou perereca  de madeira sai 10U$ cada e são do tamanho da palma da mão.

Alguém deu a dica de separar uns 50U$ para lembranças, é muito valido é o suficiente...

Bebida:

                Agua em garrafa é cara, as pets de 5 litros chegam a custar 15 dolares, o guia disse que esse preço é por causa dos americanos que não tomam água da torneira...também fui informado que a água da torneira pode ser tomada desde que não venha de cisternas, comprei uma garrafa pet de 1 litro e usei ela a viagem toda, enchendo em troneiras...não tive problemas....resumindo, não frequentei muito o banheiro...kkk

Cervejas, la tem muita cerveja artesanal em quase todo local, cervejas são baratas, na faixa de 4 a 5 U$ a lata de 500ml de cervejas top...as mais comuns na faixa de 2 a 4 U$...consegue-se comprar pack de heineken por 5 dólares com u unidades;

O café é um caso a parte, tu toma um ótimo café em qualquer soda, cafeteiras estilo americanas, aquelas que aparecem nos filmes nos restaurantes de beira de estrada, o valor é muito variável, uns não cobram, outros cobram míseros 250 colones(0.50 cents de dólar..) ahh..550, colones = 1 dolar, outros cobram 1 dólar e tu enche a caneca quantas vezes for necessário ( no meu caso é sempre necessário...kkk)

O melhor café que tomei foi no Down Patrol em tamarindo....não tem explicação, quem toma café sem açúcar entenderá o que irei escrever, dependendo do sistema utilizado para moer o sabor, o cheiro e a textura mudam....sensacional

Surf...ahhh o surf..

Surfando na CR você se sentira em um filme de surf, ondas perfeitas, com pressão e muitos tubos....das praias que fui, as que peguei as melhores ondas foram Rivermouth, LitlleHawaii e Ollies poit.

Avellanas river mouth e na saída de um rio, onda abre para os dois lados e indo até a beira...dependendo da maré é um tubo lindo...

Avellanas Litlle hawaii  é uma direita forte  com tubo e parede, quebra em cima de uma bancada de corais...a direita tbm é surfavel para mais experientes pois quebra ceca em cima da bancada, se errar o drop é acidente certo...

Ollies point é o sonho de qualquer surfista e bodyboarder, principalmente para aqueles que assistiram Endlles summer, é uma direita linda, lenta, que quebra na saída de um rio, quebrando sempre no mesmo lugar...tu dropa ela e vê aquela muralha de agua se formando, mas ela não vai fechar inteira...ela vai abrir..pedindo manobras, implorando para que tu atrase e pegue aquele tubo dos sonhos..a onda te espera...a onda é tua....se não errar vai até a ultima sessão que é um tubo seco na beira da praia.....sai da onda, rema por de tras do barco e vai pra fila no pico..

Também surfamos Marbella (pequeno menos de meio metro), Hermosa (pequeno), Esterillos(pequeno).

IMPORTANTE: respeite a fila, não rabeie ninguém.....se sair no meio da onda não atrapalhe quem vem na onda seguinte....não reme na linha da onda.....não tive estresse no surf, em alguns picos quando tu entra o pessoal já deixava tu pegar a primeira onda de boas-vindas (ollies e Avellanas)

Lugares que tentarei surfar esse ano:

boca Barranca, dona ana, Caldeira, el hoyo, roca bruja (vou de carro kkkkkk), Labirints; Playa Grande; Edys Point;

Lugares a explorar que não fui na primeira vez

La fortuna- vulcão arenal-Rio Celeste-parque Manuel Antonio-dominical-Roca Bruja

Estadias.

Fiquei a primeira e última noite no Room2board em Jacó, reservei pelo www.hostelworld.com (tem app) o que facilita para as reservas entre uma cidade e outra, muito conforto, segurança, higiene, estrutura de hotel...vale muito...sendo que essas são as noites de mais cansaço da viagem...

Na playa negra montamos nosso QG no Almendro Surf Lounge, quarto simples mas com banheiro(agua fria), área externa com piscina e jacuzzi, 100 metros da beira da praia....

 

Dia 1

·         Porto Alegre - San Jose -  Jaco

Aluguel carro: Toyota Fortune 4x4 7 lugares + Seguro total 1.100U$

o   Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

Jacó é Surf City, muitas Surfshops, restaurantes (Soda), bares e bem movimentada.

AGUARDANDO CARRO NA ALAMO

https://goo.gl/maps/ygVbQrds6J52

Na ida pra Jaco vale a parada na ponte do rio Tarcoles para ver os Crocks

https://goo.gl/maps/w33RRbuMck52

https://goo.gl/maps/ujCG6omiex82

HOSTEL ROOM2BOARD

https://goo.gl/maps/4MBjyF62AkQ2

https://goo.gl/maps/XjGYFLrKvAN2

Dia 2

·         Jaco - Esterillos Este, Centro e Oeste - Playa Hermosa

o   Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

FOTO ESTERILLOS

https://goo.gl/maps/9zQrcQhiePL2

FOTOS HERMOSA

https://goo.gl/maps/zXJegM5setR2

https://goo.gl/maps/tfTcmed47Q52

 Playa Hermosa - Jacó

 

Dia 3

·         Playa Hermosa – Estrada ate Playa Negra – Playa Negra e Lagartillos

o   Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

Na ida passamos por Boca barranca estava minúscula mas suas linhas eram lindas. Esquerdas longas....

Nosso QG foi na Negra, de lá íamos a qualquer praia da região de tamarindo, tiros rápidos de 1 hora, salvo a ida a Playa de Coco dois dias seguidos para surfarmos Ollies...

ALMENDRO LOUNGE

 https://goo.gl/maps/ZQWHgSGRV7t

https://goo.gl/maps/XFvWCg16sw42

PLAYA LAGARTILLOS

https://goo.gl/maps/KxdLaEsSpU92

https://goo.gl/maps/yuvGd3hvaNK2

 

Dia 4

Marbella – Bahia de los Piratas – Avellanas

o   Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

 AVELLANAS

https://goo.gl/maps/dbUAcGoHcnF2

https://goo.gl/maps/Ssa6ueFHAVB2

https://goo.gl/maps/keFCpbN97P62

https://goo.gl/maps/yNKfVSNM6582

RIVER MOUTH

https://goo.gl/maps/PUt4XChyJdo

 

FOTO BAHIA DE LOS PIRATAS

https://goo.gl/maps/mVuA6qfieyG2

https://goo.gl/maps/frKVfTbKxKk

https://goo.gl/maps/deikPw98Bom

MARBELLA

https://goo.gl/maps/vfnRFtFt9F32

https://goo.gl/maps/dGbNu1YWYf72

https://goo.gl/maps/hoAA6Edhv2R2

 

Dia 5

Avellanas River Mouth – Litlle Hawaii

o   Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

FOTOS LITLLE HAWAII

https://goo.gl/maps/JT3k195UhJF2

https://goo.gl/maps/mwu2kZxpAZU2

 Litlle Hawaii

Dia 06 e 07

·         Ollies point – Gasto Barco + taxa + lanche 75U$ p/ pessoa p/ dia

o   Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa p/ dia

o   Alimentação: +/- 10U$ p/ pessoa p/dia

 

Esses dois dias foram corridos mas totalmente alucinantes ou auge da Trip

No primero saímos da Negra as 5 horas da manhã ruma a Playa del Coco para pegarmos o barco com destino a ollies, muita adrenalina para conhecer e surfar essa onda, swell marcando 1.5m e intervalo de 13 segundos...na ida passamos ao longe por Rocca, da pra ver no horizonte a pedra gigante e a nevoa do lip das ondas quebrado..só nesse visual já percebemos que as ondas estava entrando e o terral soprando.....chegamos em ollies e tinham 2 barcos, um catamarã que pernoitou ali e outro com um grupo de paulistas....mal o barco tinha ancorado nós já nos jogamos na agua...altas ondas....a ond quebra no mesmo local....vem com força, abre aquela muralha a tua frente e o tubo....emoção, adrenalina e sorriso no rosto....tu surfa até cansar..volta pro barco, come algo e volta pra agua...ficamos umas 8 horas surfando...estava bom demais para ir pra Roca....mas prometemos voltar no dia seguinte...

No segundo dia saímos ainda mais cedo, swell prometendo e queríamos ser os primeiros a chegar no pico..saímos da Negra umas 4hs da manhã..chegamos na playa del Coco e o barco já nos esperava, desta vez um barco um pouco maior com 2 motores. Muito mais rápido e nosso capitão era o Wilber..local gente boa e no mar nos mostrou ser baita surfer...

Chegamos em ollies e só tinham 2 na agua, era o pessoal do catamarã que estava passando o final de semana na região...imagine a cena..chegar no paraiso, ondas clássicas quebrando, 2 na agua?? É de chorar...caímos e fomos pro pico, ao chegarmos os surfistas que já estavam la, desde as 5 hs da manhã segundo eles, falaram que pegariam mais duas ondas e iriam embora....como prometido, foram para o bote e depois rumo ao catamarã...surfamos sozinhos até o meio dia..quando chegaram dois barcos um com uma equipe americana e outro com uma família do RJ...mais tarde chegou um barco com uma família japonesa com dois guris que entraram e quebraram no surf....

Mais uma vez, estava tão bom e clássico que nem pensamos em arriscar ir pra Roca..surfamos ollies até não aguentar mais, não ter  mais braço para a remada...

Na volta ao continente passamos em Roca para curtir aquele visual, energizante, emocionante. Sem explicação....

Ao chegarmos no continente descobrimos pq ollies estava vazia, naquele mesmo dia entrou swell em Pavones e a costa rica toda desceu....hehehe

Quem nos atendeu na Boat trip foi a equipe Go South Adventures CR insta @gosuuthadventurescr solicite o capitão Wilber

Fotos Ollies

https://goo.gl/maps/P8YF8rMkEy12

https://goo.gl/maps/M4VzFUHuyk52

https://goo.gl/maps/igBwhf39QeP2

https://goo.gl/maps/8DTtSfoP5hu

Ollies Point

FOTOS Roca BRUJA

Roca Bruja

Dia 8

Avellanas – Bahia de los Piratas

o   Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

Avellanas

Avellanas

Avellanas

Secret

Dia 9

Playa Negra – Estrada para Jacó – Playa Hermosa

o   Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa

o   Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa

 

Dia 10

Jacó -  San Jose – Porto Alegre

 

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    • Por StanlleySantos
      Fala mochileiros!
      Cheguei recentemente de um passeio no chamado "caribe brasileiro" (nome mais do que merecido, diga-se de passagem), ou Alter do Chão, para quem não conhece, e, como me surpreendi com a experiência que tive lá (principalmente em relação a gastos, uma vez que destinos exclusivamente turísticos acabam sendo por vezes temidos pelos custos de viagem), nada mais justo do que compartilhar. Então, partiu!!!

      Alter do chão lá de cima, com a ponta do cururu bem definida. Acreditem, caminhei boa parte disso aí de praia
      A época escolhida foi a segunda semana de novembro, logo após o agito derivado do tradicional Sírio de Nazaré em outubro. As passagens deram uma aliviada, e consegui pegar uma ida e volta de 400 mangos (com barco, de Manaus, você gasta quase esse mesmo valor de ida e volta, só com passagem, e fica de um dia e meio a quase três dias nos rios dos trechos, enquanto que o vôo dura nem uma hora).  Fato rápido: as praias do norte costumam estar mais bonitas na segunda metade do ano em virtude da seca, mas, diferentemente do Amazonas, que seca demais e não fica tão bacana no ponto mais baixo, certos rios do Pará secam menos e mantêm sua beleza natural em virtude da proximidade geográfica com o oceano. E com o belo rio Tapajós não foi diferente. A propósito, Santarém tem seu próprio encontro das águas, assim como Manaus, só que é Tapajós e Amazonas, ao invés do Rio Negro e Solimões (não a dupla sertaneja) da minha terrinha 

      Bando de copião, pegaram o encontro das águas amazonense e fizeram uma versão deles kkkkkkkkk  é brincadeira, mas é igualmente impressionante e belo
      Estamos em um período de calor intenso, então acreditei que iria encontrar um sol de rachar cuca no Pará, mas como a vida é uma caixinha de surpresas, houve uma grande frente fria e transição de massas de ar e pressão atmosféricas (aqueles papos de previsão do tempo, não vou entrar em detalhes) que preencheu a maior parte do país com chuvas e temporais. Os cariocas sentiram isso na pele, infelizmente, e em outros estados o estrago foi menor. Mas exatamente nessa semana pegaria umas chuvas no Pará. Pois bem, vida que segue....
      Cheguei no aeroporto de STR no domingo (4), após deixar Manaus embaixo de um toró, por sorte as nuvens de chuva estavam mais no Amazonas, e no Pará ainda tinha um pouco de sol. Mais perdido que cego em tiroteio, tratei de procurar um jeito de me deslocar para Alter. Tinha apenas 5 dias disponíveis para conhecer os lugares, uma estadia boa, a meu ver, para conhecer as principais atrações, mas dessa vez não fiz um roteiro rígido para ser seguido. Conhecia uns lugares e simplesmente iria na cara e na coragem pq acredito que as viagens ficam mais interessantes assim, e é bom você saber lidar com imprevistos. Levei apenas 500 bonoros para essa viagem, e acreditem, deu e sobrou.
      Fato do aeroporto de STR: os taxistas chegam em cima de você que nem urubus numa carcaça, e os preços deles não são muito convidativos (50 pila para ir ao centro de Santarém, 100 a 120 para ir para Alter). Mas fica a dica do tio: esperem passar o bus para Santarém, pois tem uma linha que faz essa integração, ou rachem o táxi com alguém, que com certeza vai ter gente afim. De santarém tem ônibus para alter, mega fácil de pegar, e barato, vale esperar um pouquinho. Mas como não sabia desse fato, resolvi rachar o táxi com uma família que iria direto para alter

      Pessoalmente acho massa ter uma ciclovia entre a cidade e a vila turística, em Manaus não temos isso
      O táxi rachado me custou apenas 34 reais, o que foi uma boiada e tanto! Desci perto da famosa ilha do amor, já na orla da vila. O "centro" é ali mesmo, e você não vai se afastar muito dali, a não ser para os passeios para os lugares distantes. Tem pousada pra dedéu, hotéis, e redários com camping, que era o que eu estava procurando (eu prefiro acampar e ter o desconforto e privacidade da minha barraquinha ). Não lembro de ter visto hostel, mas creio que tenha sim.
      Não andei muito e logo de frente pra ilha achei um camping com redário, rústico, bem localizado, além dos donos serem bem receptivos, e com um preço MEGA em conta, considerando a sua localização. Altas vibes naquele lugar (estilo roots, espere encontrar hippies e pessoal alternativo, se você tem algum preconceito com esse tipo de gente, não recomendo o camp, mas não achei nem um pouco ruim).

      Le acampamento base. Fui muito bem tratado aqui.
      Honestamente pensei que só ia chegar no domingo com tempo de achar um lugar para ficar, mas estava no meio da tarde, e não queria perder o dia, então conheci a dona, fechei as diárias, e tratei de dar um rolê pelo lugar.

      A vila até parece meio feinha com o rio seco, mas vai por mim, lá na frente é a coisa mais linda de se ver. Detalhe para a conhecida serra da piroca 
      A vila é tranquila, mesmo nos fins de semana, confesso que achei bem vazia de gente, e desconheço a alta temporada de lá, apesar de ter chutado o mês de outubro. O lugar é cheio de moradores e visitantes latinos, no camp mesmo haviam argentinos e chilenas de passagem. O cajueiro parece ser o capim de lá, de tanto que tem, existem ruas onde você passa e sente o cheiro gostoso, de tanto caju (e cajuí) que tem no chão. Curiosamente não encontrei nenhuma bebida específica feita dele na vila. Se eu tivesse vontade de comer caju, era só olhar para uma árvore e colher.

      Caju hoje, caju amanhã, caju sempre
      Andando pela praia da ilha do amor (que na seca pode ter seu curso d'água atravessado a pé, só tomar cuidado pq dizem que tem arraia lá), decidi ir a pé para a conhecida ponta do cururu. Quando os rios secam, faixas de areia são descobertas pela água e ficam em contato com a parte mais funda e bonita do rio, em Alter há várias pontas, sendo as do cururu, pedras e muretá as mais conhecidas. Na cheia não dá para chegar nelas a pé, ou simplesmente nem dá pra acessar (por já não existirem!), sendo obrigatório pagar barqueiro para levar lá. Li que os valores não são dos melhores para quem está só, fora que eu não estava afim de fazer um passeio regrado com hora para ir e voltar, e como você deve ter visto na foto lá de cima, tinha uma mega praia formada em todas as margens da região, então resolvi botar as panturrilhas para trabalhar e ir a pé.

      Partiu ponta do Cururu
      A "andada" leva mais ou menos 1 hora e 20 minutos, de alter até chegar lá, e você fica com aquela ansiedade de estar vendo o horizonte, e não chegar perto dele, mas deu para me distrair com os achados da praia. Corais, peixes mortos e muitos mexilhões se faziam presentes na margem (de noite é possível achar caranguejos). Ah, nas praias também é possível achar MUITOS sapinhos, eles são um símbolo da vila, e representados na cultura local por esculturas e amuletos com o nome de muiraquitã (embora não seja o nome certo pro sapo em si, apesar de tentarem te convencer do oposto). Sapo na areia, embaixo de sol, durante o dia nunca tinha visto, isso me encantou.

      Eu desconheço o gênero e espécie, mas lá parece haver pelo menos 3 ou 4 espécies de diferentes cores e tamanhos, até sapinho de meio centímetro achei
      Chegando na ponta, senti na pele o porquê de chamarem aquele lugar de caribe brasileiro. Nossa, que praia sensacional!!!!!  Água semelhante à do mar (transparente e azul-esverdeada), agitada, e areia branquinha. Agradeci à Deus e à minha mãe por estar naquele momento e naquele lugar tão únicos, e com o sentimento de conquista de mais um lugar paradisíaco de nosso Brasil

      Recadinho básico pra mandar pra patroa em casa

      É vontade de ficar aqui e não sair mais, difícil imaginar uma paisagem dessas que não é no litoral

      A minha foto favorita dessa viagem. Depois das altas fotos, um bom banho
      Engraçado que só eu tinha vindo a pé, todos os demais presentes estavam nos seus barcos de passeio ou particulares, fiquei pensando no quanto que devo ser louco para fazer essas proezas, mas sem crise!! Dizem que pôr do sol é perfeito nessa ponta, mas infelizmente, em virtude desse clima de nublado e chuvas, o céu não ficou legal para o crepúsculo em nenhum dia da minha estadia. Fica para a próxima. Uma história engraçada: não ajustei meu relógio para o fuso horário do Pará, e por isso saí bem tarde da praia, achando que ainda era uma hora mais cedo  os demais barcos indo embora e eu sobrando na praia, e com mais de uma hora de caminhada no breu total. Mas como uma pessoa precavida vale por duas, tinha levado minha lanterna na bolsinha, então o "passeio noturno" foi mais divertido que frustrante. Adorei achar caranguejos na margem, nesse processo.

      Que que foi, maninho, tá olhando o q? Já me vu....
      Apesar da caminhada ter sido ótima, andar na areia dá uma fadiga aos músculos do pé, batata da perna, calcanhar, etc., e cheguei em alter pedindo um torsilax para não amanhecer com as patas doendo. Armei a barraca, fui procurar o que jantar e depois, dormir.
      2o. dia: Tsunamis aéreos e a tentativa de subir a careca
      A segunda iniciou com temporais, com direito a raios de minuto a minuto, e eu, desde a madrugada dormindo com aquele barulho gostoso de chuva batendo na barraquinha. Como a chuva estava forte durante a manhã toda, não tinha como procurar uma panificadora e comprar itens pro café, o povo do camp estava todo em off nas suas redes tbm  então o jeito era me acomodar na barraca, e planejar o que fazer pro dia, caso o temporal não parasse mais. Teve uma hora que precisei sair para improvisar uma "vala" pra água acumulada vazar, ou minha casinha provisória seria inundada 
      Depois de meio-dia, a chuva finalmente deu uma trégua, e estava na hora de andar na vila e procurar algo para comer. A falta de paciência para cozinhar algo na cozinha do camp me fez apelar para o bom e velho PF, que veio numa quantidade generosa, me fazendo dividir ela com o Robervaldo (um vendedor de arte e viajante que conheci lá, gente boa, inteligente e bom de papo, com esse deu pra conversar até sobre política sem haver atritos).
      Como o sol estava ainda tímido, mas querendo aparecer, achei que o melhor seria ir para algum lugar próximo da vila, então resolvi subir a piroca, literalmente 

      March!!!!!!

      Esse lugar é diferenciado
      Sim, é isso que você leu. Um ponto conhecido de alter, que está em praticamente todas as fotos turísticas e artísticas é a chamada serra da piroca (que está mais para morro a meu ver, mas vai da sua interpretação). A etimologia do nome é justa: significa algo como "vegetação rala" ou "careca", que tem a ver com a vegetação do alto do morro e o nosso falo masculino A trilha é sussa, vc leva uns 40 minutos andando até chegar ao topo.
      Infelizmente, nesse dia, não deu pra chegar no topo, topo mesmo, por causa de insetos, não precisa ser biólogo(a) para saber que depois de grandes chuvas certos insetos como cupins e formigas saem para namorar aos montes na mata e no céu. Pois bem! Tinha uma espécie de "muquitinho" que resolveu fazer uma verdadeira suruba galáctica bem no alto da piroca (!), não é exagero amigos, o bicho é do tamanho de um mosquito, mas eram enxames de enxames, tantos, que dava pra ouvir alto e claro o barulho das asas deles da base do morro, e o céu escurecia um pouco lá no topo. Mosquito grudando no meu corpo suado, batendo nos olhos e ouvidos obviamente incomodava bastante, além de eu não saber se eram bichos nocivos de alguma forma, então me vi obrigado a descer.

      A trilha é super de boa e demarcada na subida, mas não recomendaria para pessoas de idade e com problemas cardíacos ou de locomoção

      O máximo que deu pra subir. Ahlá a vila, o lago verde e a ilha do amor no fundo
      Como ainda haviam umas três horas de luz do dia, resolvi ficar no lago verde de bubuia, curtindo o final da tarde. Ele é bem raso por tipo, um quarto de quilômetro na seca, então pra criança brincar é mais de boa, e a água é igualmente gostosa. Tem aluguel de caiaque também. Fiquei brincando de caiaque por uma hora, e depois apenas boiando na água

      Até aqui e ainda está bem raso
      Com tempo de sobra, em comparação com o dia anterior, resolvi andar e conhecer a vila de noite. Achei o lugar relativamente tranquilo e seguro (apesar de não ter visto policiamento, o que sugere que não é bom ficar dando sopa nas ruas até tarde da noite). Além da orla para passear existe a praça central, onde tem wifi gratuito (quando está pegando), várias lojas de lembrancinhas e uma praça de alimentação. Em algumas ruas próximas há restaurantes, lanches e moradores que fazem refeições prontas a um valor ok. Particularmente não sou um "gourmet", então não fiz questão de provar as especiarias locais (até pq já provei a maniçoba num festival paraense de Manaus, uma vez, e não gostei muito, fiquei com receio de gastar muito num prato que não me agradasse), então comprar um prato do bom e velho vatapá já estava de bom tamanho 😀

      10 pila num pratão desse vale cada mordida!!!
       
      3o. Dia: Ponta do Muretá e mais caminhadas na praia
      Segundo dia consecutivo em que amanhece com as altas tempestades, não tinha muito a ser feito a não ser aguardar na barraquinha a chuva passar, e dormir ao som da chuva. De madrugada, um visitante inesperado no meu quartinho:

      Mas ein???????
      Bom, tinha conhecido a ponta do cururu, a ilha do amor, morro da piroca e lago verde, hoje poderia ser uma nova atração. Como tinha visto anteriormente no "gugrou maps", a ponta do muretá fica próxima da vila (em termos pq é mais uma hora de caminhada na praia), então não vi o motivo de não fazer essa atividade. Estava decidido.
      Dessa vez o povo do camp se juntou pra fazer um frango guisado MA-RA-VI-LHO-SO (Parabéns ao Robervaldo, nível master chef já  ).
      De tarde dei mais um rolê na vila, a procura de lembrancinhas para levar para casa, e após isso segui rumo à ponta. Não é complicado, só seguir a margem do rio pela cidade, não pela ilha do amor. A ponta do Muretá é curiosa pq ela tem um lago atrás que tem um formato triangular, assim como a ponta.

      Fonte: google maps, 2018
      A caminhada foi sussa, tirando o esforço óbvio nas pernas e pés por andar na areia, mas o segredo é ficar mais perto da água onde a areia é mais firme. A ponta do Muretá também é linda!!!! Com ondas batendo o tempo todo, e dessa vez, sem sinal de vida, salvo pelos barcos de passeio que passavam (mas não paravam) e botos que brincavam perto da praia (sim, vi botos na superfície, mas era difícil registrar os danados). A praia era só para mim naquela tarde 🤩

      Por essa tarde, declaro a ponta do Muretá território Stanlístico!  Detalhe: no horizonte é a serra da piroca e mais à direita da imagem fica a ponta do cururu

      Praise the Sun!
      O pôr do sol também ficou impedido pelas nuvens, mas foi melhor do que no cururu. Lindo demais, uma pena que tinha que voltar logo para a vila antes que anoitecesse.
      Só a nível de curiosidade, os gastos foram mínimos nesses dias: tirando as diárias do camping, só gastei um pouco com comida, leite-achocolatado-pão-queijo-presunto-ovo para café + lanche, e as lembrancinhas nesse dia, estava bem alimentado e com um espaço seguro para acampar, que pra mim era o principal. Poderia ter gastado mais, poderia, se eu quisesse fazer os passeios, mas optei por não fazer, pelo medo de chover e o passeio não valer a pena (fora que sempre gosto de fazer as coisas de forma mais independente).
      4o. Dia: despedida de Alter do chão
      Esse seria meu último dia na vila, até porque queria conhecer Santarém um pouquinho. Me recomendaram ficar em Alter pq valia mais a pena e tal, mas acabei seguindo meu coração das cartas.
      O dia seria para visitar lugares previamente visitados. Sei muito bem que deixei de visitar a ponta das pedras, que meio mundo diz ser o lugar mais bonito da região. Os valores dos barcos não estavam justos, a meu ver (prefiro não informar), e a praia infelizmente é bem isolada, sendo necessário um transporte próprio para chegar lá, se não for contratando barqueiro. A pé, pelas praias, até é possível, mas levaria o dia inteiro, fora o cansaço, então penso que essa atração serviria para me motivar mais ainda a retornar (pensando seriamente em trazer a mãe aqui em 2020). 
      Esse foi o primeiro dia em que não amanheceu chovendo, pelo contrário, fez até um solzinho forte que duraria o dia todo, então com esse tempo bonito, imaginei que daria para chegar ao topo do morro sem me deparar com os insetinhos (descobri que as chilenas que estavam acampando foram lá de noite, e chegaram no topo sem problemas, me arrependo de não ter pensado em fazer essa trilha noturna )
      Tomei um café reforçado, pois só iria retornar no meio da tarde à vila, então comecei o dia na trilha do morro. E dessa vez deu tudo certo, apesar de lá haver um outro inseto chatinho (que lembra uma abelha sem ferrão), deu para ficar lá em cima por um bom tempo, e tirar altas fotos para matar os amigos de inveja.

      Melhor vista. Reconhece aquela ponta ali?

      Agora posso dizer pra família e amigos: subi a piroca, minha gente!!!
      Após terminada essa trilha, como eu tinha gostado bastante da ponta do cururu, e como eu tinha chegado lá no final da tarde de domingo, imaginei como estaria bonita em plena quarta ensolarada. E acertei em cheio! As águas estavam bem agitadas, e com uma cor maravilhosa   aquele local digno de cartão-postal havaiano. E a melhor parte: novamente estava com a ponta só para mim 

      Que água transparente é essa, cara?

      O calor não faz muito bem pros anuros, então o jeito é procurar uma sombrinha, ne

      Ah, o paraíso

      Perfeição
      base montada, passei umas horinhas brincando na areia, nadando, ou simplesmente boiando nas ondas, e era uma felicidade sem fim! Um cabra de quase 30 com a alma de 10 brincando na praia, mas como alegria de pobre dura pouco, a fome estava batendo, e precisava retornar para a vila. Umas 13:00 me despedi daquele cantinho do céu e tratei de retornar.

      Recadinho para o povo que iria assistir o pôr do sol, antes de ir embora 🤭🤭🤭
      Almoço devorado, era hora de enfim me despedir do pessoal do camp., agradecer à anfitriã pela hospitalidade, e pegar o rumo à Santarém. Existe uma única linha que faz a integração Santarém-Alter, que passa pelas paradas de ônibus sinalizadas nas ruas. Então é só ir, comprar um chopão geladinho (vc sabe o que é chopão?), e esperar, pq se não me engano é de meia em meia hora que passa.

      Ah o Rober na breja se depedindo de mim. Obrigado a todos presentes nesses dias!
      Cheguei em Santarém no final da tarde, no centro, e fiquei perambulando pela famosa orla, procurando possíveis lugares para pernoitar (enfim, dormir numa cama!! 😭😭😭), até que encontrei o hotel alvorada. Uma casa no melhor estilo do início do século passado,um pouco rústica, comparando com o padrão de hotel e pousada atual, porém receptiva e com um ótimo custo-benefício (paguei nem 100 reais por duas diárias, isso com café e wifi incluso), com vista pro rio, e ainda localizada no centro da cidade. Definitivamente acertei em cheio  e recomendo, se você está numa estadia em Santarém, e não faz questão de muito luxo, ou quer uma experiência de vivência do homem do norte autêntica, e uma ótima localização.

      Le orla com a área recreativa

      A cultura do sapo presente também em STR.
      Com isso, só restava arrumar as coisas, tomar um banho merecido, e dormir.
      5o. Dia: conhecendo um pouquinho de Santarém
      O dia foi resumido a simplesmente conhecer alguns dos principais pontos da cidade. A mãe estava sempre mandando mensagens para eu tomar cuidado com isso e aquilo, mas confesso que dificilmente me senti inseguro em alter e STR. A cidade é razoavelmente policiada, e a impressão que tive é de que a criminalidade lá é pequena, comparando com Belém e outras regiões do estado. Além do mais, a cidade tem vários pontos em comum com Manaus, então, de certa forma me senti familiarizado ao andar por ali  
      Alguns pontos que você precisa saber se quiser conhecer a cidade:
      * Santarém, como já disse, tem um centro comercial colado com a orla, onde a maioria dos ônibus passa (incluindo o ônibus para alter). Se você se hospedar no centro, tem um retorno garantido.
      * No centro, a melhor referência de parada de ônibus é a praça Barão de Santarém (também chamada de praça São Sebastião). Lá tem museu e uma catedral, também.
      * O encontro das águas pode ser visto do início da Orla, nessa data que fui estava em reforma, mas, diferente de Manaus, onde você precisa pegar uma balsa ou um barco particular para ver a atração, o encontro dos Rios Amazonas e Tapajós é mais de boa para ver e registrar. 
      * Uber não existe lá. Mas particularmente não vi como um problema, uma vez que a cultura de mototáxi é forte, e passam muitos ônibus nas avenidas principais da cidade.
      * A orla é bem movimentada de noite, porque tem uma parte da praia que é destinada para o lazer, atividades físicas, fora o calçadão, onde as pessoas comem e fazem caminhada. Super de boa. 
      * Há um zoológico legal para visitar, mas que é de difícil acesso, é altamente recomendado você ter transporte próprio para chegar nele.
      * Há Wifi gratuito nas principais praças da cidade, é só se registrar e usar, se estiver disponível. Pela tranquilidade das pessoas usando, deu a entender que o receio de assaltos era mínimo.
      * O parque da cidade fica próximo do centro, dá para ir até a pé, mas vai de cada um.
      * O melhor horário para visitar a Orla, a meu ver, é do fim da tarde até umas 21 ou 22 horas, pelo fluxo de pessoas. Na área do conhecido bar do mascotinho tem uns restaurantes, pizzarias e bares bacanas.
      * Existem umas praias bacanas próximas do aeroporto de STR, mas que necessitam de transporte próprio (ou money para o taxi) para chegar lá, numa delas fica a badalada casa do Saulo, pela correria e ausência de transporte, acabei não indo também para esses lugares.
      O primeiro ponto que fui conhecer foi o parque municipal, gosto de espaços naturais para o convívio e prática de exercícios e ações sociais, fui me orientando pelo localizador + google maps, vi que dava para ir andando, e logo cheguei ali.

      A pista de cross para quem curte uma bike marota. 

      Uma coisa que achei muito legal do parque é a preocupação com a educação, ali existem inúmeros avisos de conscientização, e uma pegada forte para o cuidado com o meio ambiente, com foco no reaproveitamento de pneus, os mesmos foram utilizados para a trilha de mountain bike, e confecção de animais e plantas de pneus. Simplesmente show de bola! Viveiro de quelônios, de plantas, e até um minhocário foram pontos interessantes de se ver. 

      O parque pega pesado (num bom sentido) na pegada ecológica, além de ser bem arrumado. Parabéns!

      Idéias que viram inciativas que embelezam o lugar

      Espaço saúde para caminhadas e trilhas
      Depois do passeio, o próximo ponto de interesse era o Zoológico da UNAMA. Este fica praticamente na zona rural da cidade, foi meio tenso o mototáxi me deixando numa rua de terra e me dando as direções  mas o maps estava indicando que era ali mesmo, e os moradores confirmaram a direção. 
      O zoológico estava passando por uma reforma e ampliação, nessa semana em que estava indo, mas deu pra curtir. É cobrado um valor simbólico de entrada, e um valor adicional para visitar o "berçário" dos peixes-boi, segundo o rapaz que estava me atendendo era uma taxa para ajudar na compra de material para fazer o leite "manipulado" dos filhotes, pessoalmente pagar os R$ 3,00 de entrada mais os R$ 3,00 de manutenção dos viveiros dos peixes-boi vale MUITO a pena, pelo prazer de colaborar para o desenvolvimento de um espaço de lazer e conhecimento.

       

      Que gutyyyyy 🤩
      As araras-vermelhas estavam livres no espaço, eu não sei se podia fazer algo além de tirar foto com elas (até porque uma delas quase rouba minha bandana e belisca minha orelha ), mas achei isso legal, pois promove uma interação maior com os visitantes, além de dar uma liberdade maior para os animais (só as araras, no caso). De resto, haviam algumas gaiolas com espécies nativas, algumas vistas no Pará e não no Amazonas, acho sempre válido conhecer elementos da nossa fauna. Infelizmente não haviam tantos animais, comparando com outros zoológicos que visitei, mas gostei bastante do espaço (trilha no meio da mata), e como já disse, o zoo está em expansão, então provavelmente no ano que vem já existirão mais espécies em exibição.

      Era o animal mais próximo dessa visita
      Saí do Zoo na hora do almoço, então peguei dois ônibus em direção ao Shopping da cidade (acho que o único), mas não cheguei a ver nenhum restaurante bacana, então fiquei por pouco tempo lá. Creio que era melhor ter ido de tarde, até para assistir um filminho, mas sem crise!!! 
      Retornei para a pousada no meio da tarde, descansei um pouco, e de noite, fui dar mais uma volta na orla, para beliscar uma besteira ou outra, e curtir a vibe noturna da cidade. No dia seguinte seria apenas para dar uma voltinha no centro comercial, ver se tinha algo que valia a pena comprar, e pegar o vôo para Manaus, então não entrarei em detalhes.
       



      Então é isso. A viagem foi extremamente prazerosa, feita na base dos improvisos, em alguns aspectos, mas valeu cada segundo aproveitado. E ao contrário do que um ou outro pode achar ou pregar, não é um destino caro. Alter é um lugar para todos os bolsos, penso que se a pessoa consegue fazer contatos, ou se dedica um pouquinho a pesquisar sobre os lugares, ela se programa tranquilamente, e honestamente, isso nem é necessário. A corrente da boa vibe do lugar por si só te carrega sem maiores problemas. Só seguir a onda =D
      Agora às informações básicas, como de praxe em meus relatos:
      Melhor época para ir: semelhante ao Amazonas, Pará possui um período de cheia (que é mais evidente nos primeiros meses do ano e vai até o mês de Junho, mais ou menos, as águas estarão mais cheias, chuvas se farão mais frequentes), e um período de seca (de junho a novembro, onde chove bem menos e os rios dão uma secada, mas como disse, as praias ficam melhores nesse período, peguei chuva nessa semana por puro azar mesmo). Acredito que entre Agosto e novembro seja a melhor época, se você quiser evitar o movimento do final de ano. Em alter existe a famosa festa do Çairé, um grande e importante festival da região, que vale a visitada pela importância cultural.
      custos: cara, levei R$ 500,00 e gastei aproximadamente R$ 390,00, e pude ficar super de boa lá. Tomava café, almoçava, lanchava, jantava e/ou comia besteira quase todo dia, acampei em 3 dias e fiquei hospedado em um quarto próprio de hotel em 2, pude comprar lembrancinhas, e se quisesse teria comprado mais. O que realmente dói no bolso do visitante são os passeios de barco ou o transporte alugado, pois muitas atrações são de difícil acesso por terra, ou estão um pouco longe, ou mesmo em outras vilas. Penso que você vai gastar mais em alter mesmo.
      O que fazer lá: Só a vila de alter por si só possui a ilha do amor e as praias próximas como referência (atrações 0800), a trilha para a serra da piroca, o lago verde e suas adjacências. As pontas, como mostrei, podem ser acessadas por terra, mas somente durante a seca, e exige um esforcinho, então o melhor jeito de chegar nelas é de barco. Há passeios com preços variados. Existem atrações ainda mais distantes como a FLONA (que pessoalmente não me interessa por eu já ter muito contato com a floresta amazônica), a tal cidade das casinhas dos americanos, etc.
      Em Santerém também tem muitos lugares interessantes, mas que vão exigir pesquisa e um transporte próprio. De principal, o centro, o parque, o zoológico e algumas praias que ficam lá nas proximidades do aeroporto.
      Dinheiro ou cartão: leve ambos, porque há sinal de cartão em alter, e alguns bancos. Como me senti seguro andando na vila e na cidade, para mim bastou levar o dinheiro muito bem escondido e uma parte na carteira, de uso imediato. O cartão de crédito sequer foi utilizado.
      Transporte: recapitulando, em Santarém existem ônibus que circulam pela cidade quase toda, uma linha que vai para o aeroporto, e uma linha comum que vai para alter. A menos que você realmente não goste de ônibus, existem pontos de táxi e mototáxi em alguns lugares da cidade. O mototaxi é mais frequente. Em alter não vi taxi de nenhum tipo, então basicamente você se desloca por barco para certos lugares.
      Hospedagem: Tanto em Alter quanto em Santarém, lugar para ficar não falta, e tem para todos os bolsos. Pessoalmente não gostei dos preços dos estabelecimentos ofertados pelo booking, então penso que vale a pena andar um pouco e encontrar um lugarzinho bom e barato.

      Sejam felizes, e curtam bastante a vibe paraense! =D
    • Por José Luiz Gonzalez
      Introdução
      Fala galera!
      No fim de 2018 fiz uma viagem incrível pela África do Sul que contou inclusive com a companhia do grande parceiro Fabiano que conheci aqui no Mochileiros!
      Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se a vontade pra perguntar abaixo e evitem mensagens privadas ou e-mail já que a sua dúvida pode ser a mesma de outras pessoas aqui no fórum!
      Roteiro Resumido
      1 dia na Rota Panorâmica
      3 dias de Safári no Kruger
      9 dias na Garden Route
      5 dias na Cidade do Cabo
      Roteiro Detalhado
      15/11/2018 - Voo São Paulo > Joanesburgo
      16/11/2018 - Joanesburgo > Sabie
      17/11/2018 - Sabie > Graskop
      18/11/2018 - Graskop > Lower Sabie Rest Camp 
      19/11/2018 - Lower Sabie Rest Camp > Crocodile Bridge Rest Camp
      20/11/2018 - Crocodile Bridge Rest Camp > Marloth Park
      21/11/2018 - Marloth Park > Joanesburgo > Port Elizabeth > Jeffrey's Bay
      22/11/2018 - Jeffrey's Bay
      23/11/2018 - Jeffrey's Bay > Stormsrivier
      24/11/2018 - Stormsrivier > Plettenberg
      25/11/2018 - Plettenberg
      26/11/2018 - Plettenberg > Mossel Bay
      27/11/2018 - Mossel Bay
      28/11/2018 - Mossel Bay > Hermanus
      29/11/2018 - Hermanus
      30/11/2018 - Hermanus > Cidade do Cabo
      01/12/2018 - Cidade do Cabo
      02/12/2018 - Cidade do Cabo
      03/12/2018 - Cidade do Cabo
      04/12/2018 - Cidade do Cabo
      05/12/2018 - Cidade do Cabo > Joanesburgo
      06/12/2018 - Joanesburgo > São Paulo
    • Por Jadson Mello Santos
      Pessoal , moro em Salvador e estarei indo para Costa Rica em Março ano que vem , alguém sabe dizer quanto custa uma prancha de lomgboard em Jacó? 
      Prefiro ir de mochila , não quero alugar carro , fora o valor do carro , tem o valor do caução, prefiro pegar ônibus . Não sei como é o trânsito por lá. Outra coisa as despesas com taxas de transporte de prancha sairia muito caro e depois poderia vender a prancha lá mesmo. 
      Alguém poderia me dar uma dica ?
    • Por Jadson Mello Santos
      Boa tarde , 
      Tenho 2 dúvidas: 
      Vale a pena ir para Costa Rica como mochileiro e comprar a prancha de lomgboard lá e depois revende-la ? 
      Moro no Nordeste e estou querendo fazer um pacote turístico , mas achei que poderia usar meu dinheiro lá,  usufruindo de mais coisas lá , prefiro ficar em hostel e não em hotel caro e ainda por cima alugar carro com seguro caro . Acredito que pegando onibus , vou economizar bastante !  Quanto será que custa um lomgboard na Costa Rica usado ou novo ? Não sou marinheiro de primeira viagem , mas é sempre bom pesquisar já que o País é novo para mim . Já morei em alguns paises na Europa e sei como a banda toca por lá , mas América Central é como pisar em ovos para mim . Agradeço pelas dicas .
      Obs : o porque da ideia de comprar o lomgboard lá:  teria primeiro que comprar uma viagem trecho salvador - são Paulo,  não sei quanto seria a taxa desse percurso para a prancha , depois um percurso pagando 100 dólares de ida e volta da mesma , teria que alugar um carro,  fora o trabalhão que ia dar . A melhor coisa saltar do avião e pé na estrada .  Sabe dizer se lá tem aluguel de moto ? Seria também uma ótima pedida !
      Saudações,  
      Jadson Santos.
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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