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Paris Dia 1 - GoTravel2Live

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    • Por Karina Faria
      Viajadoras e viajadores do meu Brasil!!
      Se você vai viajar para Paris, com certeza uma de suas preocupações é com alimentação.De fato muita gente acredita que comer em Paris deva custar "um olho da cara".
      Mas na verdade, isso não é verdade. Existem lugares para se comer bem em Paris por até 10 euros.
      Tem uma rua no Quartier Latin,perto da Notre Dame, que tem uma concentração de vários restaurantes com menu a essa preço.
      Neste post te explico "Tim por Tim Tim" como chegar nessa rua.
      Leia mais ..... 
      https://www.tudosobreviagens.com.br/onde-comer-em-paris/
       

    • Por rkoerich
      Bom dia!!
       
      Em maio deste ano eu e minha esposa fizemos uma viagem pelas cidades acima e somente agora consegui um tempinho pra preparar um relato para o pessoal do mochileiros. A viagem teve o seguinte cronograma/itinerário:
       
      05/05 - Saída do Brasil
      06/05 a 12/05 - Paris
      12/05 a 17/05 - Londres
      17/05 a 21/05 Amsterdam (com um dia indo a Bruxelas de trem).
       
      A viagem toda foi comprada pela Air France direto no site deles com preço promocional para múltiplos destinos. Chegada em paris, Voo Interno de Paris para Londres e Londres para Amsterdam e retorno ao Brasil de Amsterdam por 699 dólares.
       
      Essa foi minha primeira viagem que usei o Airbnb para fazer minhas reservas de hospedagem e foi fantástico. Simplesmente viciei no negócio. Abaixo aproveito para passar o link dos apartamentos que fiquei (todos super indico):
       
      Paris:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/4557450
       
      Londres (dei sorte de pegar um apto de um Brasileiro):
      https://www.airbnb.com.br/rooms/1530246
       
      Amsterdam:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/2799966
       
      Para quem já me conhece, sabe que tenho um ponto fraco para com as fotografias, então o relato em si pode ficar um pouco prejudicado pela quantidade de fotos do post. Logo, se surgir alguma dúvida podem perguntar que irei responder com o maior prazer.
      Minhas fotos estavam hospedadas em um site que passou a cobrar pela hospedagem e caiu todas as imagens que tinha upado aqui. Vou colocar o link da minha galeria da viagem caso alguem queira ver alguma foto:
      https://goo.gl/photos/KZKhTbjL3VnpFHcg8
       
      Dia 01
      Nosso voo foi tranquilo, embora achei que a Air France deixou muito a desejar. Espaço interno da econômica o pior que já voei, menor do que os da TAM. Aeronave com sistema de entretenimento bem precário e serviço de bordo muito fraco.
       
       
      Dia 02
      Chegando em CDG peguei um RER a 10 euros para chegar ao meu apartamento e fazer Check in. A localização do meu apartamento foi escolhida propositalmente ao lado da torre para sempre que fosse sair e pegar um metrô pudesse passar por lá e fazer fotos. Como a torre é um pouco mais afastada do grande centro, optei por esta logística. Após deixar as coisas no apartamento, saí para logo de cara ver a magnífica...
       
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      5 - Escuela Militar, na outra ponta da Champs de Mars

       
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      Minha ideia era fazer boa parte do deslocamento usando o sistema do Velib (bicicletas). Queria curtir pedalar por Paris e a facilidade em pegar as Bikes tinha me conquistado. Mas chegando lá, a velha comodidade do metro aliado ao cansaço de carregar mochila me pegou. Toda Paris ou caminhei, ou andei de metro.
       
      Como fiquei muito tempo na Torre quando cheguei, das 13:00 até umas 16:00, me joguei para o Louvre pois era o único dia da semana em que ele fechava mais tarde e dava pra ficar quase 5 horas lá dentro.
       
      Eu comprei o Paris Museum Pass de 05 dias, então tive acesso sem fila a alguns lugares e o Louvre foi um deles. Apenas apresentei na entrada, passei pelo scanner e cai dentro. O museu é fora de série, enorme e lotado. Aqui o importante é ver o seu perfil. Se você gosta de história e de arte, separe um dia inteiro, pois vai bater muita perna e tem que ter paciência.
       
      Eu particularmente gostaria de ter voltado um outro dia (até porque tinha o Paris Museum Pass), mas os dias em Paris passaram voando e vou ter que voltar de novo em uma próxima oportunidade. Seguem algumas fotos:
       
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      12 - A famosa

       
      13 - Venus de Milo

       
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      Após sair quase 10 da noite do Louvre (estava anoitecendo por volta das 21:30 em Paris), pegamos um metrô e fomos direto para o apartamento comer algo e descansar. A essa hora o fuso + a caminhada do Louvre estava fazendo efeito e estávamos acabados.
       
       
      Dia 03
      Como tinha uma ótima padaria na rua do meu apartamento, acordei um pouco mais cedo e dei uma folga para a mulher para ir até lá e comprar algumas delicias locais e preparar um café. Saímos do apartamento por volta das 09:30 da manhã e pegamos o Metro até chegar na famosa igreja do Código da Vinci, a Igreja de São Sulpício.
       
      Na frente uma bela fonte e a entrada da igreja é de graça. Algumas fotos:
       
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      Após sair da Igreja, fomos caminhando até os Jardins de Luxemburgo que era perto. Entramos no acesso ao lado da Fontana de Medice e aproveitamos para fazer algumas fotos. Uma pena que a fonte estava desligada.
       
      Ficamos no jardim por volta de umas duas horas. Levamos uma toalha e aproveitamos para fazer um lanche na área que era permitida para pic nic. O jardim vale muito ficar um bom tempo curtindo o clima do lugar e esquecer o tempo por um pouco.
       
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      Aproveitando a disposição de início de viagem, seguimos o dia (agora já no início de tarde) caminhando pelos arredores. Fomos ao Pantheon (que infelizmente a fachada estava em obras). Aqui mais uma vez consegui entrar sem fila devido ao Paris Museum Pass, que me deu acesso inclusive a cripta. De lá avistamos uma igreja e resolvemos ver o que era, pois não estava no nosso roteiro.
       
      Nos deparamos no fundo do Pantheon com a igreja aonde estão os restos mortais da padroeira de Paris, a Igreja de Santa Genoveva.
       
      Continuamos caminhando pela Boulevard Saint-German des Press passando pelos seus bares e restaurantes até chegar no coração de Paris, na Catedral de Notre-Dame. Entramos na igreja mas não conseguimos subir até o domo pois já havia passado da hora limite de subida (eram mais de 16:00).
       
      27 - Pantheon

       
      28 - Pantheon

       
      29 - Cripta do Pantheon

       
      30 - Fontaine St. Michel

       
      31 - Notre Dame

       
      32 - Notre Dame

       
       
      Com pouca energia mas muita disposição, encaramos ir aos Jardins de Tuilerie fazer a glamourosa caminhada da Champs Elysees até o arco do triunfo. Pessoal, sério... Faça com energia de sobra. Acredito que o passeio ia ter sido muito agradável se tivéssemos feito descansados. Aqui estávamos sentindo o ritmo forte do dia e ficamos bem pregados.
       
      Chegamos no Arco por volta das 21:45 e conseguimos subir as escadas para pegar a torre iluminada a noite, um espetáculo!!!
       
      33 - Jardins de Tuilerie

       
      34 - Jardins de Tuilerie

       
      35 - Jardins de Tuilerie

       
      36 - Place de La Concorde

       
      37 - Champs Elysees

       
      38 - Champs Elysees

       
      39 - Arco do Triunfo

       
      40 - Arco do Triunfo

       
      41 - Arco do Triunfo

       
      42 - Torre Eiffel do alto do Arco do Triunfo

       
      Após essa maratona, pegamos um metrô para voltar ao nosso apartamento pois no dia seguinte seria a nossa ida para Versailles e não poderíamos acordar muito tarde.
       
       
      Dia 04
      Levantamos por volta das 07:30 e tomamos um café rápido para poder pegar o trem para Versailles. Fomos até a estação Champ de Mars Tour Eiffel e pegamos um RER C para Versailles. Aqui não tem muito erro, você chega lá e a maioria das pessoas estão indo para o mesmo lugar. A passagem se não me engano ficou algo em torno de 3 a 5 euros por pessoa.
       
      A viagem dura em torno de uns 35 a 40 minutos e é bem agradável, você passa por uma Paris mais moderna, com prédios comerciais e depois aos poucos vai vendo a periferia e o interior chegando. A estação de Versailles é bem tímida mas existem boas indicações para você chegar até o castelo (qualquer coisa é só seguir o fluxo).
       
      Chegando lá nos deparamos com aquela fila imensa e aqui, por mais que o Paris Museum Pass isente o pagamento de entrada, a fila não deu para escapar. Foram uns 45 minutos no pátio até conseguirmos entrar no castelo. Pausa para umas fotos enquanto isso.
       
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      A entrada se dá por uma porta lateral na direita e ali já tem opções de banheiro e lanchonetes para quem quiser (eu recomendo) fazer uma pausa antes do tour.
      O Castelo é impressionante... A ostentação dos quartos, lustres e decoração é algo impressionante. Tudo muito bem conservado, o circuito é sempre feito na presença de monitores que ficam de olho se alguém está fazendo algo inapropriado... Cuidado com os paus de selfie, lá não é permitido!
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      Após o tour, fomos até a entrada dos jardins. A Atração é paga a parte, mesmo com o Paris Museum Pass. Se não me engano foram 9 euros de entrada por pessoa. Infelizmente peguei o jardim central em obras e aí acabei não me animando em ir até o final do espelho d’água para fazer aquela foto tradicional do chateu com o jardim na frente. Mas deu para curtir bastante, explorar os jardins secundários, tomar um sorvete e descansar nos vários bancos espalhados pelos jardins.
       
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      55 – O jardim central estava em obras

       
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      57 – Quase um labirinto de jardins

       
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      No retorno para Paris, foi bem confuso saber qual trem embarcar na volta. Versailles é a estação final do RER que vem de Paris, mas outros trens passam por la e não tem nenhuma indicação ou ninguém para ajudar. Eu entrei em um trem com mais pessoas e demos sorte, nem marquei qual era o destino deste trem para ajudar aqui, mas é importante saber qual o trem pegar sentido Paris.
       
      Chegamos em Paris por volta das 16:00 e fomos direto para o apartamento descansar um pouco pois queríamos ir a noite na torre ver ela iluminada após as 22:00. Aproveitamos para fazer uma janta e chegamos lá por volta das 22:30). Sempre caminhando para a torre, pois nosso apto ficava bem pertinho.
       
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      Ficamos até quase meia noite aproveitando e curtindo cada momento único que ali vivemos...
       
      Dia 05
      Conforme a viagem ia passando, nosso cansaço físico ia piorando pois o ritmo em viagem sempre é bem puxado. Aqui já estava difícil ficar acordando antes das 08:00. O Soneca começou a funcionar no despertador do celular e acabamos saindo do apartamento por volta das 09:30.
      Nosso sábado pela manhã estava comprometido com a feirinha de antiguidades e o mercado de pulgas de Saint. Ouen. Super fácil de chegar e encontrar, ele fica na estação final da linha 4 (port clignancourt). Basta sair reto da estação e passar por baixo do viaduto. Cuidado para não confundir a o mercado de pulgas com as barracas de camelô antes do viaduto.
      Para nós foi super bacana olhar os moveis antigos, roupas de grife usadas a venda, louças, entre outros. São vários mercados com dezenas de lojas vendendo de tudo. Mas os preços são bem “inacessíveis”. Vale a pena conhecer, mas caso tenha pouco tempo na cidade acho que deva reconsiderar.
      Curtimos o lugar até umas 13:00 e seguimos para Montmartre (que era caminho) de metrô. Subimos a ladeira até chegar na maravilhosa igreja de Sacré Coeur. Acho que após a torre Eiffel, foi o lugar com mais pessoas que vimos em Paris. As escadarias estavam lotadas e foi uma loucura.
       
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      Após uma rápida entrada na igreja (estava tão cheio que você tinha que caminhar junto com o fluxo dentro da igreja pois não dava para parar, parecia uma manada de búfalos, rs) resolvemos subir no Domo para ver o visual de Paris. O ingresso foi 6 euros por pessoa e a subida é bem divertida. Se for claustrofóbico ou se tiver problemas com esforço não suba... Deve dar uns 15 minutos de subida e é super apertado e sem ventilação por boa parte da subida.
       
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      Saímos e fomos direto para a praça central de Montmartre, onde tem dezenas de restaurantes, bares, artistas de rua. O Bairro é super boêmio e numa outra oportunidade quero poder explorar melhor. Ficamos para o almoço, passeamos um pouco mais pelo bairro e fomo para o apartamento tomar um banho e trocar de roupa para sair para jantar.
       
      Escolhemos ir para Rue de la Huchette, que são dois quarteirões (bem próximo a Fontaine St. Michel) com bares e restaurantes de todos os tipos. Antes demos uma parada na Ponte Alexandre III para pegar o fim de dia (que na verdade eram 21:00) antes de ir jantar.
       
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      Dia 06
      Domingo de manhã, tempo meio chuvoso, arriscamos ir a bastilha ver a feira de domingo que, aliás , recomendo a todos... Quem estiver em Paris em um domingo tem que ir na feira de Bastilha.
      Centenas de barracas oferecendo de tudo, frutas, verduras, café, queijos, frutos do mar... Um passeio imperdível!! Quase compramos uma lagosta para fazer no apartamento, se tivéssemos mais tempo em Paris com certeza seria algo que faria...
       
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      Depois de caminhar um pouco mais pelas ruas do bairro, passamos em frente a ópera e o monumento principal da Bastilha, local onde acontecem as principais manifestações culturais e políticas de Paris.
      Em seguida fomo até a Place de los Vogues, uma bela praça toda simétrica, com construções de casas históricas ao redor dela. Ali parece que já é outro bairro, Marais. Mas fui caminhando desde o centro da Bastilha. Como o tempo ameaçava a melhorar , ficamos ali sentados um pouco descansando e organizando o nosso roteiro do dia...
       
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      Como o tempo acabou abrindo e se tornou o dia mais bonito que estivemos em Paris, aproveitamos para fazer algumas coisas a pé e bater perna. Pegamos um metro e saímos na beira do rio e ali foi caminhando pelo GPS para ir nos principais pontos que havíamos destacado:
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      82 – Ponte Neuf

       
      83 – Hotel de Ville

       
      84 – Notre Dame

       
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      86 – Pont des Arts

       
      87 – Voltamos ao Louvre para aproveitar o sol

       
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      90 – A Torre vista pelo lado do Trocadero

       
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      Como já era por volta de 19:00 e estávamos ao lado do nosso apartamento, resolvemos encerrar o dia mais cedo para poder descansar um pouco e fazer uma janta para poder aproveitar mais o último dia cheio em Paris.
       
      Dia 07
      Enfim havia chegado um dos grandes momentos da viagem, a subida na Torre Eiffel. Me perguntei muito antes (enquanto planejava a viagem) se valia a pena ir ao topo, pois quando você está em Paris você sobe nas construções para ter uma vista melhor da torre, e da torre o que seria interessante ver? Mas encarei e não me arrependi nenhum pouco, pois foi incrível.
      Aconselho a comprar antes os ingressos até o topo pelo site oficial da torre Eiffel (http://ticket.toureiffel.fr/index-css5-sete-pg1-lgen.html ). Não desistam! Eu tentei por 03 semanas comprar os ingressos e sempre dava que todas as datas que estaria lá estavam cheia (e tentei comprar com uns 02 meses de antecedência), mas em uma das vezes consegui comprar os ingressos sem fila até o topo e valeu muito a pena. Paguei 15 euros por pessoa.
       
      Cheguei um pouco mais cedo para não correr risco de alguma confusão eu perder meu horário e claro que aproveitei para tirar mais algumas fotos.
       
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      O acesso foi super tranquilo. Tem uma fila inicial das pessoas que reservaram no mesmo horário, mas é super de boa, pois todos vão subir naquele horário. Passando pela revista e detector de metais você entra no primeiro elevador que vai levar até o segundo nível da torre. De lá a vista já é bem legal e você pode comprar um ingresso só até lá que fica mais barato, mas no meu caso queria ir até o topo. Fiquei bem pouco tempo ali no segundo nível e já encarei a nova fila que se forma no segundo nível para entrar no elevador que vai até o topo.
       
      Chegando no topo, é impossível não ficar alucinado com a torre em si, os metais entrelaçados... A vista panorâmica para a Champs de Mars, para o Louvre, para o Arco do Triunfo... Me arrependi de não ter ido na torre no primeiro dia, pois esta vista panorâmica faz você entender melhor Paris.
       
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      Após vivenciar essa experiência fantástica, aproveitamos para dar uma passeada sem um itinerário, apenas curtindo as ruas de Paris até a hora do Gran Finale que seria fazer o Pic Nic na Torre.
      Deixamos para ir lá por volta das 18h, então passamos em um mercado e compramos tudo o que precisávamos... Conseguimos descolar uma cesta no apartamento em que estávamos e digo sem sombra de dúvidas que foi a melhor experiência que já tive... Sentar lá com a pessoa que você ama, curtindo sem preocupação com o tempo, bebendo um espumante deitado em uma toalha... Se você não sentir vontade de morar em Paris depois disso você não é humano... Por mais clichê que seja, é foda mesmo viu!?
       
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      E assim encerramos nossa estadia em Paris. Dormiríamos mais esta noite e no dia seguinte embarcaríamos para Londres com aquela sensação de quero mais, de que é uma cidade para se voltar sempre... E como em todo lugar, sempre algumas coisas ficaram para a próxima oportunidade como:
      - Passeio de barco no Sena
      - Pegar um fim de dia na torre Montparnass
      - Catacumbas
      - Moulin Rouge
      - Subir no alto da Notre Dame
      - D’Orsay (esse fiquei chateado por não ter conseguido ir)
       
      Dia 08
      Nosso voo para Londres saia as 10:30, então acordamos por volta das 06:00, organizamos nossas coisas e pegamos um RER direto para o aeroporto sem maiores problemas. Avião saiu no horário e as 10:45 (horário local, 1 hora de fuso) pousamos em solo inglês.
      Diferentemente da minha passagem anterior por Londres, a imigração estava bem tranquila (desta vez pousei em Heathrow ao invés de Gatwick). No aeroporto já pegamos o metrô para chegar ao nosso apartamento alugado em Broadhurst Gardens, Hampstead.
      Nos organizamos com as malas, e passamos em um mercadinho próximo ao metrô para comermos algo e irmos para Camden Town. Escolhemos o nosso apartamento próximo ao metrô (zona ½) e também a estação de trem para termos uma abrangência ainda maior do sistema público. Portanto compramos um Oyster e só usamos metrô ou trem.
      Chegando em Camden, aquela loucura independente da hora ou do dia. Eram aproximadamente 16:00 quando chegamos e começamos a curtir o local, explorando os mercados, lojas e as comidas típicas espalhadas.
       
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      Como o dia estava bonito e, Londres é foda, resolvemos ir até as margens do Tamisa para tirar umas fotos do Parlamento e da London Eye, como sempre de metrô.
      Infelizmente a fachada frontal inteira do parlamento estava em reforma e coberta com lona (aliás que sorte que eu estava com isso...). Ficamos ali até o cair da noite, mas não deu para ficar muito tempo mais pois começou a esfriar bastante e não estávamos tão agasalhados assim.
       
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      Por volta das 21h encerramos o nosso primeiro dia em Londres e voltamos para descansar no apartamento.
       
      Dia 09
      Neste dia, resolvemos explorar a região do Palacio de Buckingham, junto com o Green Park e o Hyde Park. Foi um dia bem agradável aonde conseguimos diminuir um pouco o ritimo e descansar bastante. Acabamos não vendo a troca dos guardas, então no Palácio ficamos bem pouco tempo. Já no Hyde Park atravessamos ele todo até chegar no Kensington Palace (residência do Principe William) e passear nos jardins do palácio, Kensington Gardens. Acabamos não entrando no palácio, o valor era meio salgado (18 libras acho) e também o dia estava muito bonito e resolvemos não fazer um passeio interno.
       
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      130 – Hyde Park

       
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      132 – Kensington Palace

       
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      136 – Kensington Gardens

       
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      Resolvemos dar uma esticada e caminhar até Notting Hill (no mapa parecia perto, mas foi uma bela de uma caminhada, quase uns 45 minutos) até chegarmos na famosa Portobello Road. Achamos o bairro uma graça, super movimentado e vibrante. Ao longo da Portobello Road várias barracas de feira que são itinerantes conforme o dia da semana. Ficaria hospedado aqui facilmente em uma outra oportunidade.
       
      138 – A famosa rua

       
      139 – A livraria do filme virou um gift shop

       
      140 – As clássicas casas de Notting Hill

       
      Por volta de umas 19:30 resolvemos pegar um ônibus para o nosso bairro, passar em um mercado e comprar uns ingredientes para fazer uma bela janta e repor as energias.
       
      Dia 10
      Neste dia, o mundo resolveu desabar em Londres. Era chuva que não acabava mais. Portanto, nada melhor do que ir ao Museu Britânico. Ficamos no museu por volta das 10:00 até umas 15:00 e dali resolvemos esticar do ladinho na Primark da Oxford Street para gastar algumas libretas...
       
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      Dia 11
      Este dia era de grande expectativa para mim, pois era o dia que tinha um Tour reservado previamente na Fuller’s (na minha opinião uma das melhores cervejas do mundo). Como o Tour estava marcado para as 13:00 e o bairro é um pouco distante de metrô, optamos por fazer algo rápido pela manhã, então fomos até a Tower Bridge fazer umas fotos.
       
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      Para quem gosta de cerveja, o Tour da Fuller’s é imperdível. O Tour é em inglês (aqui precisa de um inglês intermediário ao menos, pois a explicação é bem técnica e quem não entender vai ficar boiando e não curtir a essência do lugar). O passeio dura aproximadamente 75 minutos e é finalizado com chave de ouro em uma degustação open bar por 30 minutos. Isso mesmo, você pode beber todas as cervejas a disposição o quanto quiser por 30 minutos. Pensa no estrago...
       
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      Após o Tour, e quase carregado pela minha esposa, paramos em uma Hamburgueria muito legal no bairro da Fuller’s para dar uma forrada no estomago. Dali resolvemos ir ao apartamento dar uma cochilada pois o porrete foi severo...
      Depois de umas duas horas de sono, partimos para explorar o Covent Garden, Leicester Square, Trafalgare Square, Picadilly Circus e o Soho, tudo na base da caminhada. Aliás, caminhar do Covent Garden passando pela Leicester Square até a Picadilly Circus, é uma das melhores chances que você vai ter de curtir a vida Londrina...
       
      152 – Covent Garden

       
      151 – Picadilly Circus

       
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      153 – National Gallery

       
       
      Dia 12
      Era sábado e o nosso último dia inteiro em Londres. Optamos em dar um pulo no Borough Market, uma feira incrível que fica próximo a Tower Bridge que abre poucos dias da semana e que possui uma diversidade de comidas impressionante. Aqui dá pra você matar a fome apenas pegando provinhas dos quiosques que ficam lá dentro. Sábado é sempre uma loucura, então o lance é ter paciência e ir cedo.
       
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      Após matar umas horinhas por lá e sair com a barriga cheia, resolvemos dar uma passada na St. Paul Cathedral para fazer alguns registros. Foi minha segunda vez lá e ainda assim não criei coragem de pagar 20 libras pra entrar nela... Por enquanto ainda somente fotos externas...
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      Pra encerrar o dia passamos no museu de história natural (o que não recomendo fazer em um sábado, estava completamente lotado!!)... Já no final do dia era hora de voltar ao apartamento, tomar umas geladas e arrumas as malas para ir para o aeroporto no dia seguinte.
       
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      Dia 13
      Nosso voo para Amsterdam era bem cedo, senão me engano umas 07:00 da manhã. Como era domingo o sistema de metrô aqui não ia nos ajudar. Tivemos que apelar para o Taxi (único momento da viagem). Fiz a reserva um dia antes pelo aplicativo MiniCabIt, informei o numero de passageiros e bagagens e voilá! No horário marcado chegou uma van para nos levarmos para o Heathrow...
       
      Chegamos em Amsterdam perto do meio dia (devido ao fuso horário) e já tinha comprado com antecedência os ingressos + Passagens para o Keukenhoef (famoso parque das tulipas que só abre 40 dias por ano). Como a saída para o parque é do aeroporto, deixamos as nossas malas nos lockers e fomos diretos para lá. Até chegar fora uns 40 minutos de ônibus.
       
      Se você está nesta época do ano em Amsterdam este programa é imperdível. O parque é maravilhoso, enorme e super bem cuidado. Dá para perder um dia inteiro vendo tudo o que é tipo de flor...
       
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      Ficamos no parquet até umas 16:30 e voltamos para o aeroporto. De lá compramos um single ticket do Sprint (trem de superfície) até uma estação de metro e pegamos um metrô até o nosso apartamento que ficava em frente ao RembrandtPark.
      Depois de nos acomodarmos, fomos jantar nas proximidades da Leidspleim ondem comemos um delicioso festival de costelinhas de porco ao barbecue. E claro sempre tirando algumas fotos pelo caminho, pois Amsterdam é uma das cidades mais fotogênicas do mundo.
       
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      Dia 14
      Amanheceu o dia com o tempo bem ruim, nublado para chuvoso... O que limitou um monte as nossas opções. Acordamos um pouco mais tarde, o cansaço da viagem já estava pesando no corpo.
      Fomos caminhando até o Vondelpark e fomos presenteados com o letreiro do Iamsterdam itinerante dando bobeira lá sem ninguém. Ótimo para fazermos os nossos registros...
       
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      Continuamos a nossa caminhada até a Museumpleim, onde fica o famoso letreiro (este não é itinerante) junto com o museu do Vangogh e o Rijksmuseum.
       
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      Depois do almoço o mundo desabou… Foi muita chuva até a noite. Acabamos comprando um guarda chuva e ficamos caminhando pelo centrinho, vendo lojas e principalmente comprando cerveja. A noite nem saímos do apartamento, fizemos uma janta e relaxamos.
       
      Dia 15
      Acordamos super cedo pois este dia iriamos de trem para a Bélgica (Bruxelas). Eu comprei as passagens com bastante antecedência no Brasil pelo site da Tallys (operadora de trem na Europa) e dei muita sorte. Na estação de trem tinha um brasileiro querendo dar um “migué” e pegar o meu trem que era bem mais rápido do que o da NS (trem holandês) e não conseguiu e falou que o preço da passagem na hora do meu trem estava 4x mais caro do que eu paguei com antecedência.
       
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      A viagem foi super tranquila e bem rápida. Acredito que o trem deva beirar os 400km/h pois foi de longe o trem mais rápido que já andei. Chegando em Bruxelas fui para o metrô para fazer o meu deslocamento até a estação central e começar a bater perna.
      O tempo estava bem esquisito, momentos tinha sol, momentos vinha a chuva. E o frio era de lascar pois tinha muito vento. A nossa primeira parada foi a igreja de St. Michel e Gudule. Imponente por fora e muito bonita também por dentro (não paga nada para entrar).
       
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      Nessa região, tem muita coisa perto e dá pra fazer tudo caminhando quase... Foi o que fizemos. Dali fomos caminhando até o Parque de Bruxelas, o Palácio de Bruxelas, descemos até o Jardin du Monts des Arts passando pela Place Royale até chegar ao Manneken Pis
       
      186 – Senado Belga

       
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      188 – Palacio real

       
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      190 - Jardin du Monts des Arts

       
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      192 – Manneken Pis

       
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      Saímos do Manneken Pis por volta do meio dia e fomos direto para a Grand Place. A praça é algo fora do comum, é de ficar com o queixo caído... a Beleza por tudo, a ostentação, os restaurantes... É cenário de filme mesmo. Aproveitamos e almoçamos em um restaurante ali na praça, a dica aqui é ver os pratos do dia. Sempre tem boas opções por um preço bem em conta.
       
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      Após um fantástico almoço, fomos na Galeria Saint-Hubert (se não me engano é o centro comercial mais antigo da Europa) onde tem lojas magnificas de relógios, chocolates e outras coisas mais. Ali fica muito perto da Rua dos bares da Delirium, mas acabei não indo... Depois pegamos um metrô e fomos para o Arco do Triunfo, no Parque do Cinquentenario. Este lugar é lindo, mas os Belgas aqui deram uma de portugueses e fizeram um estacionamento na frente e atrás do Arco, ou seja, as fotografias ficam completamente comprometidas em um dos lugares mais belos de Bruxelas.
       
      197 - Galeria Saint-Hubert

       
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      Para encerrar o nosso dia em Bruxelas fomos até o Atomium (tivemos que pegar o metrô novamente, pois é um pouco mais afastado). Confesso que fui surpreendido, pois ele é muito imponente... Super alto, bonito e se tiver sol o efeito é muito louco dos reflexos. Uma pena que acabei não subindo, vai ficar para a próxima.
       
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      Encerramos o dia por volta das 18:00 e voltamos para a estação de trem para o retorno a Amsterdam.
       
      Dia 16
      Nosso último dia de viagem, queríamos curtir mais a cidade do que ficar batendo perna que nem louco e fotografando. Amsterdam amanheceu com um belo sol e saímos sem muito compromisso para curtir os canais, ir na Heineken Experience, fazer um passeio de canal e encerrar o dia em um dos meus lugares prediletos de Amsterdam, a cervejaria Brouwerij’t IJ, a famosa cervejaria do moinho.
       
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      Após algumas cervejas voltamos para o nosso apartamento para organizar as nossas coisas e preparar a nossa ida no dia seguinte para o aeroporto.
       
      Dia 17
      Pegamos um metrô até a estação de Sprint e depois pegamos o trem até o aeroporto. Amsterdam é tudo muito fácil em relação aos deslocamentos, até o aeroporto é super perto. Chegamos no horário certo, despachamos as malas e voltamos para a realidade, afinal uma hora acaba!!
    • Por castrotrip
      Ola
      Irei viajar para Paris e ficarei 4 dias inteiro
      Montei o cronograma diário se alguém poder verificar e der dicas ou dizer se esta bom
      E poder indicar algum roteiro a noite que seja seguro
      Grato

    • Por Jackson Lincoln Lopes
      Olá mochileiros! Este é meu segundo relato aqui no fórum. Depois de uma grande aventura pela América do sul de carro, chegou a vez de viajar de avião. Pela primeira vez fui a Europa e posso dizer que superou minhas expectativas.
      Inicialmente a minha ideia era apenas de conhecer a Itália. Não tenho descendência, mas sempre gostei deste país e foi o tiro mais certeiro que poderia fazer. Foi tudo praticamente lindo, perfeito e maravilhoso.
      Li muita coisa aqui no fórum que me ajudou muito. Sou professor, então meu período de férias é no mês de janeiro. Minha maior preocupação na viagem seria a chuva, que muitos diziam cair com abundância neste período nos países europeus. São Pedro, foi muito legal conosco, posso garantir isso a  vocês.

      Cidades que conhecemos na Itália: Roma, Milano, Torino, Monza, Venezia, Bologna, Imola, Firenze e Pisa.
      Paris entrou na viagem meio que de intrometida, mas valeu muito a pena. Estávamos buscando um voo barato do Brasil a Itália e vice versa. Para a volta a passagem mais em conta que encontramos foi a partir de Paris. Então colocamos a cidade francesa em nosso roteiro. E quem não gostaria de conhecer Paris, né?
      Comprei as passagens ainda em abril pelo Decolar.com, sendo que na ida fomos em um voo da Latam saindo de São Paulo para fazer uma escala em Paris e logo pegar um voo da Vueling no dia seguinte para Roma (com troca de aeroporto). A volta seria feita pela Royal Air Maroc (que medoooo) de Paris, com escala em Casablanca (Marrocos) até São Paulo.
      As passagens de ida saíram R$2.350,00 para duas pessoas. Enquanto as passagens de volta saíram por R$2.100,00 para duas pessoas. Totalizando R$4.450,00 para nós dois. Nós dois no caso, eu e minha mulher, Niceia. Acredito que foi um bom preço, pois não estava achando preço menos que R$6.000,00 entre abril e junho.
      Passagens compradas, comecei a definir meu roteiro. A ida seria foi dia 30 de dezembro de 2017 e a volta dia 17 de janeiro de 2018.
      Como sou amante de esportes, meus passeios sempre tem algo ligado a ele. Entre os meus destinos, queria conhecer os autódromos de Ímola e Monza, além de conhecer o Juventus Stadium e assistir um jogo do campeonato italiano, que acabou sendo entre Milan x Crotone.
      Antes da viagem fui acompanhando o aumento do euro e sempre comprava um pouco da moeda. Fiz compras no valor de R$3,87, R$3,90, R$3,95 e lá pelo dia 20 de dezembro acabei pagando R$4,13  na moeda da UE.
      Em todo o relato vou colocar os preços em euro, OK? Para uma fácil conversão em real, a média em que paguei na moeda ficou nos R$4,00 por euro.
      Mas, uma dica. Esqueça que o quanto o real vale. Se não você ficará louco. Eles ganham em euros, por isso o preço parece ser tão absurdo de tudo.
      No relato também não colocarei o que gastamos em compras pessoais. Compramos blusas, camisetas, calças jeans, cachecóis, gorros. GENTE, não comprem as coisas no Brasil. Blusa de frio e acessórios para as mulheres, não compre aqui. Compre lá. São melhores, tem mais opções, as blusas são próprias para o frio e o preço? Na Itália uma maravilha! Em Paris estava mais caro as coisas. Compre tudo na Itália. Mas vale aquela perguntinha: você realmente precisa disso?
       
      Algumas curiosidades que não esperava sobre a Itália e italianos:

      Italianos amam cachorros e bicicletas.
      Italianas (e italianos em uma quantidade menor) fumam e fumam muito. Chega a irritar. Meninas de 13 anos, pareciam chaleiras.
      Muitos monumentos na Itália parecem que vivem em reformas. Atrapalha e muita a paisagem, as fotos. E parece que são obras intermináveis.
      Os trens não atrasam como li muito por aqui. Nem os regionais. Peguei mais de 10 trens e apenas um atrasou (Milano a Torino).
      Italianos são muito receptivos.
      No norte da Itália, em hotéis, comercio e monumentos o inglês é falado com muita frequência. Não esperava isso.
      O transito é caótico em Roma
      Com exceção de Torino que o metro é novo (acredito que foi feito para as Olimpíadas de Inverno de 2006) os vagões são mais velhos que os de SP ou Rio. Mas são muito eficientes e tem a toda hora.
      Na Itália se vê muitos carros da Fiat (claro) e Ford. É normal ver um Masseratti nas ruas das cidades maiores.
      Os italianos  italianas são muito, mas muito elegantes. Se vestem muito bem.
      Sexta, 29 de dezembro de 2017.
      Eu moro no Paraná, então a minha viagem começa antes e termina depois destes dias citados da compra das passagens aéreas. Não encontrei bons preços do Paraná para SP, então acabamos indo de ônibus para São Paulo. Chegamos um dia antes do voo para a Europa e ficamos hospedados no Hotel Íbis Styles da Barra Funda, bem perto do terminal da Barra Funda.
      Conhecemos um pouco da região da Barra Funda, passamos próximo ao Allianz Parque, fomos no hotel Bourbon e também em uma loja da Decathlon ali perto, na marginal tiete.
       

      Ônibus da Viação Garcia - Cabine cama: Tudo de bom! Parece executiva no avião.
      Gastos do dia
      R$198,00 – Passagens Londrina/SP – viação Garcia.
      R$120,00 – Alimentação
      R$177,00 – Íbis Styles Barra Funda
      R$9,00 – Uber.
      Total do dia: R$504,00.
      Sábado, 30 de dezembro de 2017.
      Depois de sete meses de espera de quando compramos as passagens e organizando a viagem, finalmente chegou o dia mais esperado de todos. Já era nosso 10º dia de férias, no entanto como teve Natal e a organização das malas. Passou rapidinhos essa fase pré viagem. Levamos três malas. Duas de mão e uma grande para despacho. Inicialmente, essa mala grande a ser despachada era para trazer vinhos. Claro que ela já foi com varias coisas, tripé (quase inútil), tênis, sapato (inútil), blusas e algumas guloseimas.
      Como sou cliente Accor Hotels (aconselho muito a todos serem, é de graça mesmo) pude fazer o later chek-out, então saímos do hotel próximo das 17h00 (horário limite para deixar o hotel) e pegamos um Uber até Guarulhos.
      Chegamos e logo despachamos a mala e já fomos para a sala de embarque. Passamos pela polícia e tudo mais. Só esperando o voo JJ8108 da Latam.

      O apertadíssimo B777 da Latam.
      Exatamente uma hora antes do voo começou o procedimento de embarque, às 21h35.
      Entramos no B777 e partimos rumo a Europa.
      Gastos do dia:
      R$45,00 – Alimentação
      R$58,00 – Uber.
      Total: R$103,00.
      Domingo, 31 de dezembro de 2017.
      Andei poucas vezes de avião no Brasil, mais ou menos uns 4 ou 5 destinos. Sempre voos de no máximo duas horas. Já imaginava que seria um porre o voo. Mas não esperava que seria tanto. Este avião B777 é uma das piores aeronaves que já voei, certamente a pior. Imagine ficar nesta posição por quase 12 horas. Felizmente, a pessoa que sentaria ao nosso lado não foi. Então tínhamos 3 assentos para duas pessoas. É de se comemorar muito. Os comissários da Latam foram legais, mas você sente um arzinho de superioridade neles. Chegamos em Paris exatamente as 12h50 como o programado.
      Um adendo aqui: quando comprei as passagens tinha a decolar deu a opção de realizar a continuação do voo para Roma no mesmo dia, as 21h30 (horário de Paris), mas como eu estava morrendo de medo de não dar tempo, preferi ir no outro dia cedinho, as 06h20 para Roma. Um erro gigantesco que cometi. Mas repito, a minha inexperiência causou isso. Eu pensava que 9 horas não era o suficiente para fazer a troca de aeroporto e tal. Tinha que ir do Charles de Gaulle para Orly. Fiz este trajeto em pouco menos de 3 horas, somando o tempo desde que o avião pousou, passando pela imigração (super tranquila, só pediram a passagem de volta, nem seguro, nem valor, nem comprovante de hotéis ou passeios, apenas o bilhete de volta) e depois para pegar as bagagens, que demorou um pouco. Inicialmente eu iria do CDG para Orly com um transfer do França entre amigos na casa dos 80 euros, mas li sobre o Le Bus Direct no conexão Paris, então resolvi arriscar, já que teria tempo caso desse algo errado. Paguei metade do valor do transfer no Le Bus Direct.

      Em Orly, às 4 da manhã esperando o busão que liga os terminais sud e ouest.
      Ficamos hospedados no Íbis Budget Orly (com atendimento em espanhol, inglês e francês, claro), ao lado do aeroporto de Orly no terminal Sud. Fizemos o check-in próximo das 15h30. Estávamos a praticamente 24 horas sem tomar banho. Então la se foi a primeira ducha em solo europeu. Nesse finalzinho de tarde começou a chuviscar, nada demais. Um friozinho de 5º, bem diferente dos 35º que estava no norte do Paraná. Eu queria saber onde era a Vueling no terminal Ouest em Orly, então, fomos em busca de desbravar o aeroporto. Entre 03:30 e 23h35 tem um ônibus que liga os dois terminais: sud e ouest. O ônibus é gratuito e faz cinco paradas entre um terminal e outro, pois ele vai parando nos estacionamentos ao longo dos terminais. Voltamos para o hotel próximo das 20h00 e fomos jantar no Íbis Orly, vizinho ao Íbis que estávamos, pois lá não tinha jantar.
      Por recomendação do Adriano aqui do mochileiros.com eu fiz essa reserva no hotel para poder dormir antes da viagem de fato se iniciar, pois no voo como muitos dizem e pude comprovar, é quase impossível dormir. Você tira cochilos, mas sono de qualidade esquece. Criança gritando, gente se esbarrando, servido de bordo, turbulências... sem chance dormir. Claro que a ansiedade aliada ao fuso horário e a virada de ano, foi difícil dormir. Mas foi possível repousar o corpo.
      Gastos do dia:
      €42,00 – Le Bus Direct (CDG – Orly) – Cartão de crédito.
      €29,00 – Jantar no Íbis Orly – Dinheiro
      €46,58 – Íbis Budget Orly Airport – Comprado no Brasil.
      Total: €117,58.
      Segunda, 01 de janeiro de 2018. Dia 1
      Após tanta espera, vamos a Roma! Claro que sem um perrengue não poderia faltar. Comprei as passagens todas com duas bagagens despachadas de 32 kg por passageiros. Eu já sentia que teria problemas com isso, então no mês de outubro do ano passado enviei emails para o decolar.com sobre isso: o voo da Latam e depois a continuação com a Vueling. A resposta que tive do decolar.com naquela época é de que caso acontecesse qualquer coisa guardasse os comprovantes. Pois bem, aconteceu. Eles afirmaram que não tinha direito a mala despachada pois minha tarifa era a basic e tals que não dá direito a bagagem despachada: resultado? Paguei €40 para despachar uma mala. Lei de Newton? Sempre tem um pior né? Pois é, uma mãe e filha brasileira compraram a mesma passagem que eu, mas elas tinha 4 malas a serem despachada... multipliquem os €40 x 4...
      Mas, é claro que isso não me tirou nenhum pouco do sério, pois eu tinha todos os emails salvos do decolar.com, além dos comprovantes da venda deles e do pagamento que fiz lá na hora. Deixa isso pra depois, por bem ou por mal, eu recupero isso. Na pior das hipóteses na justiça ganho fácil.
      O avião decolou exatamente as 06h20 e chegamos as 08h15 em Fiumicino.

      Loja da Vodafone em Fiumicino

      Meus planos eram pegar as malas e partir rumo ao centro para aproveitar cada momento em Roma, pois eu teria menos 75 horas na cidade. Errei feio no planejamento nesta parte. Roma merece no mínimo 5 dias. NUNCA vá para ROMA e fique menos de 5 dias. É sério. Se você não ficar pelo menos 5 dias, vai ter que voltar lá. E eu farei isso com certeza. É tudo de bom Roma.
      Comprei o RomaPass pela internet no inicio de dezembro e escolhi tirá-lo no aeroporto para não perder tanto tempo. Segundo perrengue do dia. As 9 da manhã já estávamos com tudo nas mãos, prontos para ir ao centro. Fomos pegar o RomaPass e uma maldita plaquinha na porta do escritório deles: Giorno 1/1 a partire le 11:00. FDP! Perdemos duas horas em Roma. Logo em Roma? Onde já seria corrido. Eu com medo de não poder tirar no centro da cidade por ter escolhido ali, não queria ir. Perguntei para as pessoas (com meu super italiano) mas ninguém sabia de nada. Só ali mesmo. Resolvi esperar então né. Do que correr o risco de ter que voltar ali. Enquanto isso comemos nosso primeiro corneto italiano. O tempo não passava. Próximo do café tinha uma loja da Tim e uma da Vodafone. Tim eu não queria nem pintado de ouro, pois ela me deixa na mão todo instante aqui no Paraná. Pois bem, pensava que gastaria uns 30 euros no chip. Saiu por €55. A sensação de ser assaltado foi instantânea 3 coisas inesperadas em menos de 3 horas: a mala despachada paga, esperar o RomaPass e o valor do chip. Sabe quando você pensa “Putz, vai dar tudo errado nessa viagem!”? pois bem, pensei isso. Mas, felizmente os problemas ficaram por aí. Aí quando cheguei fazia aquela conta maldita de multiplicar um euro por 4 reais e pensava toda hora em quanto esse chip custou... faça as contas. É de doer o bolso, a alma, o coração. Mas eu sabia que seria necessário. E foi. Este plano da Vodafone era de 30GB para 28 dias. Nesses €55 entrava o chip (físico), o plano de 30GB e a ativação do chip. No aeroporto tinha wifi grátis.
      Pois bem. O tempo passava lentamente e depois abriu o escritório para retirar o RomaPass, logo encontrei os primeiros brasileiros ali. Nosso RomaPass era de 72 horas.
      ROMA, prima fermata!
      Contrariando muitos, eu optei por não ficar no centro da cidade. Confesso que estava com medo. Mas arrisquei e fiz um golaço modéstia a parte. Chegamos no hotel próximo das 13h00. Não peguei o Leonardo Express. Peguei o trem para Tiburtina que era mais em conta e o hotel ficava próximo da estação Tiburtina. Como era dia primeiro e feriado, já imaginava que tudo estaria fechado. Levamos as guloseimas e as detonamos. Só foi tomar um banho rapidão e cair fora para aproveitar Roma.
       

      Hotel Delle Province - Pensa em um atendimento e um café da manhã maravilhoso!
       

      Bairro do Hotel

      A distancia do metro ao hotel era de 600 metros – estação Bologna. Mais três estações estávamos em Termini. Logo fizemos a baldeação para outra linha e saímos no metro Republica. Aí sim começamos a andar a pé. Os primeiros quilômetros de centenas nesta viagem. Sim, centenas. Acredito que a média a pé nossa em km era superior a 10 por dia.
      Tinha um pequeno roteiro que não consegui seguir e “começamos a nos perder” nas maravilhosas ruas e becos de Roma. A cada esquina uma surpresa. A alegria por estar lá era gigante. Sol e garoa ao mesmo tempo. Estava friozinho, mas fazia calor de tanta emoção por estar na cidade eterna.

      Primeira foto em Roma com nossa máquina fotográfica: Piazza Repubblica.
      Da piazza Repubblica fomos em direção a piazza Barberini e logo depois ao monumento colona de Marco Aurelio. Estávamos bem pertinho da Fontana de Trevi e levamos um susto com a quantidade de gente. Por ser baixa temporada e feriado do dia primeiro, sabia que teria muita gente, mas não tanta. Entramos em algumas igrejas próximas e fomos em direção a piazza di Spagna. Começou a chuviscar e surgiram vendedores de guarda chuvas de todos os lados.

      Fontana di Trevi lotada!
      Andamos e andamos mais, a fome bateu. Não tínhamos almoçado, só comido as guloseimas. Vimos vários cardápios do lado de fora, mas resolvemos parar no restaurant pizzeria Cesar. Ficava há duas quadras do Vitorio Emanuelle, mas nessa altura eu já estava andando de qualquer jeito e deixei Google maps de lado.
      Logo no primeiro dia, o meu prato não poderia ser outro: pizza.

      Ristorante e pizzeria Cesar: Primeira refeição em pra valer em solo italiano.
      Já passava das 21h00. Estávamos meio que perdidos mesmo sem o maps, então, utilizei o maps para chegar ao metro e ir ao hotel. Quando vimos que o Coliseu estava perto, não tivemos duvidas. Fomos para lá. Quando saímos da estação do Coliseu, vimos a quantidade de gente que tinha na rua. Parecia altíssima temporada. Todo mundo tirando fotos e na rua que levava até o monumento Vittorio Emanuelle. Depois de uns 30 minutos tirando fotos e admirando o Coliseu fomos ao Vitorio. Lá mais um tempo deste. Voltamos pela mesma rua e pegamos o metro na frente do Coliseu para ir ao nosso hotel, a estação Bologna era da mesma linha do Coliseu. Então, chegamos no hotel as 23h30.
       

      Coliseu a noite.
       

      Monumento a Vitorio Emanuelle.
      Cheguei no hotel, estava bem cansado mas ainda deu tempo de fazer aquela reclamação no reclameaqui.com sobre o decolar.com, vueling e Latam.
      Gastos do dia:
      €40,00 – Despacho de bagagem Vueling Airlines – Dinheiro.
      €77,00 – RomaPass – Comprado no Brasil.
      €55,00 – Chip Vodafone – Dinheiro.
      €16,00 – Trenitalia (Fiumicino – Tiburtina) – Dinheiro.
      €213,00 - Hospedagem - (com o sogiorno €36)
      €  5,00 – Lanche/Água – Dinheiro.
      €30,50 – Jantar – Dinheiro.
      €  5,00 – Água/Salgadinho – Dinheiro.
      Total: €441,50
      Terça-feira, 02 de janeiro de 2018. Dia 2
      Acordamos bem cedo, tipo 06h30. Fomos surpreendidos com a qualidade excepcional do café da manhã do Hotel Delle Province. Vou deixar as fotos falarem por si.
      Nossa primeira parada era o Coliseu novamente. Mas agora, entrando nele. Não apenas fotos pelo lado de fora.
      A fila para quem não comprou o ingresso era grande, não gigante. Grande apenas.
      Nós, que tínhamos o RomaPass passávamos direto, não demorou nem 5 minutos para estar na frente do coliseu e já estar lá dentro, passando por todas as revistas, validar o ticket, essas coisas.
      Falar sobre o coliseu não é necessário. Fomos abençoados com um dia maravilhoso e as fotos ficaram legais.

      Nenhuma nuvem no céu. Ótimo dia para visitar o Coliseu.
       

      O famoso Arco de Constantino nos arredores do Coliseu.
      Do coliseu para o Palatino e Forum Romano. Chegamos as 08h30 no primeiro destino e saímos as 12h00. Andamos feito loucos por tudo que é lado. E ainda acredito que não fomos em todos os cantinhos. Mas andamos sem parar no Forum Romano. Determinado momento o chip do celular não funcionava mais porque recebi mensagens que estava sem crédito. Eu ainda estava puto com o valor que paguei no chip (funcionando e tal), imagina sem funcionar. Estava muito de cara.
      Depois dali, saímos próximo ao monumento Vitorio Emanuelle. Entramos lá e ficamos mais algum tempo, fotos vai e vem. E eu louco querendo ter o Google maps e internet para se localizar e otimizar o tempo né. Afinal, deixei poucos dias para Roma. Dali, saímos em direção a Via del Corso e logo nos primeiros 200 metros encontrei uma loja da Vodafone. Entrei e gastei todo meu italiano. O rapaz ficou uns 10 minutos mexendo e já estava nervoso também, afinal, não ia ganhar nada e estava perdendo tempo. Até que ele achou as configurações e mudou umas coisas da Tim Brasil para a Vodafone Itália. Internet funcionando a todo vapor.  Continuamos na rua com as lojas de grifes e outras com preços bons e já fizemos as primeiras compras. O frio também exigia isso. Embora a tarde, estava na casa dos 14º C. a noite viria o frio com tudo.
       

      Vista de 180º do fórum romano.

      No final da via del Corso demos de cara com a piazza del popolo. Olhamos a entrada da Villa Borghese. Ainda tínhamos uma atração do RomaPass a usar, pois só tínhamos ido no Coliseu. Como a Galleria Borghese necessiatva ade ligar para reserva, estávamos em duvida no Musei Capitollino ou Galleria Borghesse no outro dia. Mas como tínhamos o Vaticano no dia seguinte, iria ficar pesado duas atrações parecidas. Pensamos no Capitollino.
      A fome batia, mas a vontade de bater perna era maior, até que indo em direção a piazza Navona, resolvemos almoçar, isso lá pelas 15h00.

      Piazza di Spagna. Bastante escadarias.
      Depois de almoçar, estávamos bem próximos da Piazza Navona e do Pantheon, fomos na praça primeiro. Lá tinha bastante pessoas e estava bem movimentado. Algumas fotos depois, fomos ao Pantheon, onde tinha mais gente. Começava a esfriar bem e a luz solar ameaçava ir embora. Já eram quase 17h. resolvemos andar mais e fomos em direção a corte suprema e a ponte Umberto I. de lá, resolvemos andar pelo parque Adriano. Já era mais ou menos umas 17h30 e avistamos o de Sant’Angelo e vi que poderia entrar com o RomaPass. Pensei e falei para a Niceia, vamos? Vai ser diferente! E foi. La na hora eram 12 euros para entrar se não me engano.
       

      No Castel Sant'Angelo - com vista para a cidade/Basílica de San Pietro.

      O passeio no Castelo durou mais ou menos uns 70 minutos. É escada pra caramba e boas rampas, mas também sobe até o topo dele. Valeu a pena porque tínhamos o RomaPass. Se não, não teríamos entrado. A atração fecha as 19h30. Saímos de lá próximo das 19h.
      Iríamos jantar no McDonald’s, pois ainda estávamos um pouco cheio do almoço. Sempre levamos na bolsa, o salgadinho San Marco, uma espécie de Elma Chips deles lá. O de batata com sabor de extrato de tomate é o melhor. Mas os McDonalds é tudo automatizado e só no cartão de crédito, não estava afim de usá-lo e pagar IOF.
      Voltamos pela Fontana de Trevi (mais uma vez) e lotada só para variar. Compramos nosso primeiro gelato na Itália na sorveteria Melograno, o melhor sorvete que encontramos em Roma. Minha mulher disse que foi o melhor da Itália. Eu ainda fico com da sorveteria Venchi. Não jantamos. Fomos embora e compramos um vinho na frente do nosso hotel, com salames e queijos. Estávamos comendo às 21h mais ou menos. Dormimos às 23h.
      Gastos do dia:
      €30,50 – Almoço – Dinheiro.
      €10,00 – Sorvete – Dinheiro.
      €11,00 – Mercado – Dinheiro.
      Total: €51,50
      Quarta-feira, 03 de janeiro de 2018. Dia 3
      Neste dia acordamos as 06h30 mais uma vez. Dia de conhecer o Vaticano. Depois do belíssimo café do Hotel Delle Province (insisto em falar, muito bom, quase um almoço) pegamos o metro e após fazer a troca da linha B (azul) pela linha A (vermelha) descemos na estação Ottaviano, até o momento estava calmo. De repente começou a brotar gente em direção ao Vaticano. Nem precisava olhar o Google maps, era só seguir o fluxo e os chineses. A fila no Vaticano era imensa. Nosso bilhete era o da visitação das 9h00. Chegamos lá 08h50. Em cima da hora. Quase ninguém na fila de quem comprou pela internet. Pagamos 4 euros a mais por pessoa para furar fila e mais 7 euros no áudio guia. NUNCA, nunquinha e em hipótese alguma você deve comprar os áudio guias, a não ser que você seja fanático pelas informações. Se você for apertar todos os códigos das obras, você sairá do museu só na outra semana. Jogamos 14 euros fora nesses áudio guias. Escutamos umas 10 coisas e olhe lá. Além de carregar no pescoço. Não sou católico, nem evangélico e de nenhuma outra religião. Acredito em Deus. Resolvi ir ao vaticano, pois é um passeio clichê e com familiares religiosos, já viram né. Tem obras lindíssimas e tal. A capela sistina não é nada outro planeta. Se você não faz questão de passar por lá, não vá. Mas, é aquela, foi em Roma e não foi no Vaticano. Eu sabia que seria meio xarope, mas não sabia que seria tanto.

      Fila do lado de fora do Vaticano para comprar ingressos. Compre pela internet e não se arrependerá?
       

      Dentro do Vaticano lugarzinho especial que o Papa Francisco fez. Adorei!
      Ficamos lá das 09h00 até as 11h00. Eu sinceramente não aguentava mais. Minha mulher e eu estávamos cansados e ela queria comprar um casado, pois iria começar os “Saldi” no dia seguinte. Queríamos conhecer a Basilica de San Pietro, mas havia uma fila monstruosa em caracol. Deveria ter no mínimo umas 2 mil pessoas naquela fila que fazia a volta naquele famoso e grande circulo do pátio do Vaticano onde são celebradas as missas. Tiramos umas fotos e fomos embora. Neste local, foi onde mais vimos pessoas pedindo esmolas e ajudas em Roma. Mas nada de pessoas chatas ou mal encaradas.
      Saímos de lá e fomos para o hotel, descansar um pouco. Acredite, anda e anda muito lá dentro Vaticano. Calculo que percorremos uns 2km lá dentro em corredores, escadas e jardins. Mais 3,5km do Vaticano até a estação Barberini. E mais uns 600 metros do metro até o hotel. Pode por 6km só na parte da manhã.
      Aí, conhecemos de vez a via del Corso. A Zara, a Kiko, Celio, Alcott. Lojas excelentes e com preços melhores ainda. Compramos casacos que não tem no Brasil. Cachecóis e outras coisas. Lá se foram euros que levamos separados do valor da viagem.
      Chegamos no hotel as 14h. logo saímos para almoçar e conhecer a vizinha do bairro do hotel. Já era tarde, mais ou menos 15h. Algumas coisas fechando, quando passamos em frente uma portinha, chamado Il Tunel ristorante e pizzeria. Pensa em um lugar massa e deve ser bem tradicional e bem a cara de Roma fora do centro. Muito legal, atendimento mil. Nos ajudaram a escolher o vinho. Todos que trabalhavam no local eram mais velhos, e tinha duas pessoas que devem bater o ponto lá todos os dias comendo, pois estavam no maior dos papos.

      Ristorante e pizzeria Il Tunel: lasagna bolognesa e spaghetti carbonara.
      Saímos dali e tínhamos duas missões ainda. Ir no Pantheon, pois no dia anterior estava lotado e também tirar fotos legais em Trevi, mas na Fontana sempre lotado. Minha mulher queria porque queria tirar fotos lá, então, ela armou o plano de acordarmos 5 da manhã na quinta, para ir a Fontana la pelas 6h, voltar ao hotel e ainda tomar café.
       

      Pantheon. Gratuidade está acabando.

      Conseguimos a Trevi só para nós! Também né, acordando as 5 da manhã (quinta pela manhã).
      Fomos ao Pantheon e claro, andar, andar, andar... Não sei se era por estar a noite, mas esperava um pouco mais do Pantheon. Vale lembrar que a partir de maio, será cobrado uma taxa de 2 euros para entrar no Pantheon. Até lá, é gratuito. Andamos mais um pouco e não jantamos de novo, apenas o sorvete. Comemos no hotel, pois tínhamos muitas coisas ainda a comer. Mas, sem vinho esta noite.
      Gastos do dia:
      €56,00 – Vaticano – Comprado no Brasil.
      €27,50 – Almoço – Dinheiro.
      €10,00 – Sorvete – Dinheiro.
      Total: €93,50.
    • Por Maatheusgp1
      Eu estava estudando em Londres e tive uma semana de férias, e eu queria muito visitar Paris, seria minha primeira vez lá, então comprei as passagens para o dia 26/12 saindo de Gatwick e chegando ao Charles De Gaulle, eu tinha esquecido que nos dias 25 e 26 de dezembro o transporte público em Londres não funciona, então comecei a ficar em pânico e pensar “poxa comprei as passagens e agora como vou fazer para ir até o aeroporto, vou ter que cancelar!”, não tinha ninguém para me levar, Uber ia ficaria mais de 100£ enfim, eu encontrei uma companhia de ônibus que fazia a rota do lugar onde eu estava para o Gatwick “thanks God”, chegando ao aeroporto eu não precisei despachar minha mala, pois só estava com uma mochila de costas. O voo foi muito rápido, acho que levou 1 hora, chegando ao Charles De Gaulle eu passei pela imigração, a imigração foi a mais tranquila da minha vida, eu estava com todos os documentos da onde estava estudando, reserva do hostel, dinheiro, etc, o agente falou Bonjour, eu respondi, ele carimbou meu passaporte e pronto, estava eu em solo Parisiense, antes de ir eu fiquei com medo pq li vários relatos na internet que a imigração da França era chata de passar e essas coisas do tipo, e eu não falo nada de francês, para minha sorte foi a imigração mais fácil da minha vida.

      Então eu fui procurar o metrô para ir para o hostel, chegando à estação que fica dentro do aeroporto, eu não sabia qual ticket comprar (pq nos guichês de venda existe vários tipos de tickets), fui perguntar na bilheteria como eu fazia para chegar ao endereço (mostrei o papel do hostel), e o vendedor muito atencioso me ajudou, comprei o ticket e segui meu rumo. Em paris quase todo mundo fala inglês, principalmente nos aeroportos e pontos turísticos, mas eles gostam que vc fale um simples Bonjour ou Bonsoir.

      Quando eu entrei no metrô, me deparei com pichações e sujeira, até ai ok, pq eu já sabia que os metrôs e trens de Paris não são limpos. O meu hostel era 5 minutos caminhando da estação do metrô, e como eu sou mestre em me perder, eu me perdi, fiquei desesperado pq o bairro era sujo, as pessoas estavam me olhando estranhas, e eu estava ficando apavorado, eu estava cansado pq na noite do natal não dormi bem, na mesma hora pensei “Paris é isso? Quero ir embora agora.” Por sorte, encontrei o hostel, entrei, fiz checkin, fui para o quarto, tomei um banho e comi o tradicional Croissant, que comprei no hostel, a agradável vista do meu quarto dava para um canal (rio) com vários barcos de passeio e pesca, mais tarde eu sai para explorar a cidade, o que eu mais queria ver era a famosa Torre Eiffel, então pesquisei no google maps (Dica: Google Maps me ajudou muito, exceto quando meu celular acabava a bateria) e fui para a estação comprar o ticket que custa 1,90 €, (só no último dia que descobri que dava para usar ida e volta, e todo dia eu gastava 3,80€ pq não sabia enfim...), desci na estação e caminhei por uns 3 minutos até a Torre, a estação que eu desci ficava entre uns prédios então de primeiro momento não vi a torre por completa, oq eu vi foi só a ponta dela entre os prédios


       



                (Fonte: Google Images)
       
      E pensei: “a Torre é isso? Que feia, parece uma torre de telefone, Paris não é tudo isso”, e tive vários pensamentos negativos, quando eu me aproximei da Torre, eu me enganei e vi aquele monumento lindo e reluzente na minha frente, quis correr e abraça-la, é lindíssima e gigante, fiquei horas observando e tirando várias fotos.



       
      Nunca vi tanta gente tirando foto de um monumento, eu era uma delas, então fui para a fila pq queria subir na torre, vc passa por 2 filas, a primeira onde os seguranças verificam sua mochila e passa o detector de metal (dica: eu estava com um copo de porcelana que comprei e eles não deixaram eu entrar, claro que eu não ia jogar fora, voltei no outro dia), eles são muitos rigorosos, vi várias pessoas jogando objetos pessoais no compartimento. No outro dia eu voltei, comprei o ingresso para subir até o topo, peguei fila novamente, lá tem fila para tudo, mas é bem rápida, nesse dia estava sol e ventando muito, a vista lá de cima é maravilhosa, da pra ver a cidade toda, o rio Senna, Arco do Triunfo, Sacre coeur, valeu cada centavo e minuto de espera na fila. Paris é linda e maravilhosa, exceto por algumas coisas, mas valeu a pena conhecer e poder realizar meu sonho. 
       


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