Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
HermesRicardo

Chapada Diamantina e Sul da Bahia – XRE300 – Pai&Filho

Posts Recomendados

Sempre tive o sonho de subir na moto e sair por aí sem destino. Conhecendo novos lugares, paisagens, sensações e pessoas. Vou completar 40 anos bem vividos no próximo mês e decidi que precisava me preparar de maneira extraordinária a minha entrada nos “enta”. No meu trabalho, um amigo falou que iria de São Paulo ao Chuí (RS) acompanhado por sua esposa. Ele iria em uma Citycom 300i. Neste momento veio à tona o meu antigo sonho. Não tive dúvida, agendei uns dias de férias do meu trabalho e comecei a pensar no roteiro. Em paralelo, fui equipando com alguns acessórios básicos a minha XRE300 2015, que estava na época, com 18 mil km rodados. Alforje lateral, almofadas de agua no banco, pastilhas de freio e pneus novos, troca de óleo e verifiquei a tensão da corrente...até pensei em trocar a corrente mas resolvi economizar neste item. Para me acompanhar nesta jornada, convidei o meu filho Jonatan, que tem 23 anos e mora em Cambuí, sul de Minas Gerais. Ele topou na hora e isso me deu ainda mais motivação!

Faltando uma semana para iniciar a minha sonhada aventura, começou a greve de caminhoneiros em todo o Brasil e não tinha gasolina nos postos.  Nem se pagasse uma fortuna por ela! Simplesmente eu estava com tudo pronto, mas com o tanque seco. Anunciaram o fim da greve em uma segunda (28/05) e meus planos de partida era para a próxima quinta (31/05). A greve acabou (graças a Deus), mas até que a vida voltasse ao normal era outra história. Começaram a fazer filas quilométricas nos postos para conseguir um pouco de combustível. Respirei fundo e esperei as coisas se acalmarem. Até que na quarta-feira (30/05) consegui encher o tanque da moto e as filas aqui do Rio de Janeiro já diminuíam. Me enchi de ânimo, coragem e espirito de aventura para o início da minha sabática preparação para o novo ciclo de vida.

Para não deixar este diário muito grande e cansativo, relatei sem muitos detalhes o dia a dia deste roteiro. Espero que gostem e que inspire outros “seres inquietos” a buscar uma grande aventura. Divirtam-se!

1° Dia, 31/05/2018 – Rio de Janeiro – Saí de casa por volta das 11:30h, passei no posto para calibrar os pneus e segui para Cambuí, sul de Minas Gerais onde eu iria visitar os meus pais e também encontrar com o meu filho, que bravamente enfrentou este desafio comigo. Ainda na via Dutra, percebi que tinha feito um ótimo investimento nas almofadas de agua, o banco estava superconfortável. Não tive problemas para abastecer neste trajeto apesar de ver que ainda faltava combustível em alguns postos. Aí foram 450Km até a casa dos meus pais. Curti a noite com eles, jantamos e vi na televisão que ainda havia muita confusão nos postos no Norte de Minas. Mesmo sabendo que lá fazia parte do meu trajeto, resolvi não desistir da missão. Fui dormir cheio de energia para ver o que tinha pela frente!

2° Dia, 01/06/2018 – Cambuí, MG – Acordei cedo, calibrei os pneus da moto (29 traseiro, 22 dianteiro), encontrei com o Jonatan, equipamos a moto com toda a bagagem e saímos por volta das 11h. Seguimos pela Rodovia Fernão Dias com destino a Belo Horizonte (BH). No caminho comecei a ver que a situação da falta de combustível ainda afetava bastante Minas Gerais. Próximo a 3 Corações, vi que precisava abastecer. No posto à beira da estrada tinha uma fila enorme e ainda havia previsão do combustível acabar sem atender a todos que ali estavam. Resolvi seguir em frente com o combustível que eu tinha no tanque... até que alguns quilômetros adiante vi um posto com apenas 5 carros na minha frente...que alegria! Enchi o tanque e a frentista (muito simpática) se surpreendeu ao saber que estávamos seguindo para a CHAPADA DIAMANTINA, de moto, durante a crise de falta de combustível. Ela sem nenhuma resistência encheu uma garrafa pet (2 litros) com gasolina para qualquer emergência. Vibramos por ter vencido o primeiro desafio e ainda havíamos conseguido gasolina extra para caso ficássemos sem combustível no meio da estrada. Seguimos em frente, sempre procurando abastecer nos postos que não tinha muita fila, geralmente os que não tinham bandeira ou que estavam distantes das cidades. Passamos por BH e seguimos para Sete Lagoas. À frente, um pôr do sol que deixava o horizonte avermelhado. Por volta das 19h, chegamos a SETE LAGOAS e nos hospedamos em um hotel onde fomos recepcionados por um Mineiro muito engraçado. Demos umas boas risadas com ele. Depois do banho, demos uma volta na cidade para jantar e descobrir o que tinha por lá. Comemos um sanduiche de pernil com bacon em uma feira próximo à uma das Lagoas da cidade. Estava sensacional! Depois fomos dormir sob ameaça da greve dos caminhoneiros ser retomada. Não deixamos que isso nos abalasse. Será? (rs)

3° DIA, 02/06/2018 – Sete Lagoas, MG – Saímos por volta das 08h, com destino ao Norte de Minas Gerais. A paisagem mudou muito do que estávamos acostumados e a distância entre as cidades eram enormes. Aqui a preocupação em ficar sem combustível era eminente e nos deixou bastante apreensivos ao perceber que a moto havia entrado na reserva e não tinha nenhum sinal de cidade, posto ou pessoas. Apenas um intenso trafego de caminhões gigantescos. Até que, enfim, encontramos um posto e tinha gasolina. Aleluia! Abastecemos e seguimos! Chegando em Montes Claros percebemos o tamanho do nosso desafio! Sem gasolina na cidade! Apenas um posto com centenas de pessoas com galões, dezenas de motos e muitos carros! Como queríamos chegar em Janaúba e estava com meio tanque, resolvemos enfrentar aquela fila que além de desorganizada, sempre surgia algumas calorosas discussões. Fiquei bastante nervoso porque já estávamos a 2 horas na fila e tínhamos andando poucos metros. Não teve jeito, para sair de lá, precisei comprar no mercado negro daquele posto IPIRANGA, 2 galões de 5 litros para seguir em frente. Não sou favorável a este comportamento, mas não encontrei outra saída naquele momento. Só assim conseguimos chegar em Janaúba no início da noite. Logo que chegamos já vi que teríamos que ter paciência para abastecer novamente. Decidimos não nos preocupar naquela noite e fomos procurar um hotel. Fomos dormir cedo para acordar mais cedo ainda e ir para as intermináveis filas dos postos da cidade.

4° Dia, 03/06/2018 – Janaúba, MG – Acordamos às 05:30h fizemos o check-out no hotel e fomos para o posto! O que era aquilo?! Não acreditei ao ver aquela fila de moto. Aproximadamente 300 motos já estavam lá pra esperar o posto abrir às 8 horas. Por sorte, um outro motociclista nos levou a um outro posto que abriria às 10h. Viram o nosso esforço e com o apoio de outras pessoas que estavam na fila, conseguimos abastecer e seguir viagem. Partimos com destino à Bahia, que alegria! Quando finalmente passamos da divisa de MG com a BA o sufoco do combustível acabou. Tinha gasolina sem fila em todos os postos. Seguimos viagem vendo a paisagem mudar para o que eu imaginava como sertão da Bahia. Uma geografia muito bonita, mas no fundo eu imaginava o quanto deveria ser difícil viver em um local tão seco. Passamos por enormes parques geradores de energia eólica, vimos uma mistura de caatinga com serrado e muita estrada pela frente. Até que enfim fomos chegando no parque da chapada diamantina embaixo de uma chuva fina e gelada. Já era noite quando avistamos uma montanha iluminada e em seguida uma placa dizia “MUCUGÊ a 1KM”. Fomos para a pousada felizes da vida pelo feito que havíamos tido até ali. Estávamos muito cansados, mas saímos para comemorar com pizza e vinho!

5° Dia, 04/06/2018 – Mucugê, BA – A recepcionista da pousada e a dona da pizzaria haviam nos falado que não poderíamos deixar de ir na cachoeira do Buracão. Esta cachoeira estava a uns 80km voltando pela estrada que havíamos chegado. Acordamos cedo e partimos em baixo de chuva para ver a tal cachoeira. Ao chegar no centro de guias turísticos do local fomos informados que a cachoeira estava interditada devido à chuva que já estava castigando a região a 5 dias. Ficamos decepcionados e voltamos para Mucugê com a sensação de ter rodado 160km em vão. Decidimos naquele momento que iríamos para Lençóis a procura do sol e das belas cachoeiras. Seguimos para Lençóis, mas antes passamos no MUSEU DO GARIMPO para aprender um pouco sobre a cultura local. Valeu a pena porque fomos muito bem recebidos com uma aula sobre a fase do garimpo na região. Dalí continuamos a viagem até que vimos uma estrada de terra com destino a IGATU. Resolvemos ir conhecer. Caramba... uma estradinha de terra com muitas ladeiras e com um visual “inacreditável”. Fomos chegando na cidade onde tudo era de pedras, ruas, muros, casas, bares, bancos. Parecia que estávamos voltando no tempo. Perguntei a um guia local um lugar bacana para almoçar. Ele nos indicou um restaurante de comida caseira. A comida estava ótima. Depois do almoço e de uma cerveja gelada, deixamos a moto e caminhamos até uma cachoeira apreciando as casas e as paisagens. Claro, tirando muitas fotos. Chegamos na cachoeira e o sol deu o ar de sua graça. SHOW!!! Tiramos a roupa e deixamos secando, já que tínhamos tomado muita chuva na parte da manhã. Depois do banho de cachoeira e da roupa seca, pegamos a moto e seguimos para Lençóis por mais uns 100km. Quando chegamos, já estava escuro e pegamos a primeira pousada que paramos pra perguntar o preço da diária. Em seguida foi o padrão, banho e sair para jantar! Fomos surpreendidos pela bela cidadezinha com ruas de pedras. Jantamos em um restaurante chamado “Quilombolas”. Tudo perfeito! Depois das caipirinhas de umbu, fomos descansar.

6° Dia, 05/06/2018 – Lençois, BA – Depois do café da manhã, procuramos um guia que nos levou pra conhecer algumas cachoeiras da região. Cachoeira da Primavera e a Cachoeirinha são demais e foi ótimo pra massagear as costas nas quedas d’agua. Na parte da tarde, pegamos a moto e fomos até a cachoeira do Poço do diabo. Ficamos lá apreciando por um tempo aquela imensidão de agua e pedras. Já eram 16h quando saímos da cachoeira com destino ao morro do Pai Inácio. Chegamos na encosta do morro, deixamos a moto, pagamos 6 reais por pessoa e começamos a subir as escadas e pedras até o topo. Paisagem dos cânions de tirar o fôlego. Mas o ponto alto foi o pôr do sol acompanhado de um arco íris quase que pintado à mão! Emocionante!! Ficamos ali, eu e meu filho, vendo o sol ir embora, deixando um vermelho cor de fogo em cima das montanhas. Descemos porque já estava ficando frio e estávamos de camiseta e bermuda a uns 30km da Pousada. Foi mais um dia extraordinário.

7° Dia, 06/06/2018 – Lençóis, BA – Hora de sair da Chapada, mas com vontade de voltar em outro momento. Percebi que a corrente da moto já estava desgastada (aquela mesma que ignorei na revisão) e decidi que precisava de um mecânico. Seguimos para Itaberaba e paramos na oficina do Tony. Ele trocou a corrente e o kit de relação + a troca de óleo e filtro. A moto ficou novinha. Dalí continuamos firmes na estrada com destino a Itabuna, no sul da Bahia. Chegamos muito cansados à Itabuna. Aqui eu não imaginava que a cidade era tão grande. Demorou um pouco para encontrar um Hotel, mas conseguimos.

8° Dia, 07/06/2018 – Itabuna, BA – Próximo destino Arraial d’Ajuda. Seguimos pela BR101, até que vi no mapa uma opção por estrada de terra até Cabrália e resolvemos encarar. Que doideira, entramos na plantação de eucalipto que não acabava nunnnca....andamos muito nesta estrada de terra. Já eram 12h quando chegamos em Cabrália. Ver o mar foi umas das sensações mais plenas que tivemos neste roteiro. Paramos na praia de Coroa Vermelha, pé na areia, peixe frito, cerveja gelada e praia de agua quente. Tudo que queríamos! Depois de algumas horas, partimos para Arraial através da balsa de Porto Seguro. Lá, curtimos um pouco da noite fora de temporada antes de ir pra pousada descansar para o dia seguinte. Foi bem legal.

9° Dia, 08/06/2018 – Arraial d’ajuda, BA – O objetivo do dia era ir à TRANCOSO e chegamos lá por volta das 10:30h. Fomos para praça do Quadrado onde é impossível não querer morar em uma daquelas casinhas que circundam a praça quadrada, que na verdade é um retângulo. Tiramos algumas fotos e como ainda era cedo, decidimos naquele momento que iriamos dormir em CARAIVA, passando pela PRAIA DO ESPELHO. Partimos por uma estrada de terra que estava toda esburacada e em alguns pontos, com muita lama, devido à chuva que estava castigando a região. Tive quase certeza que iríamos beijar o chão em algum momento. Mas inacreditavelmente: não beijamos! Chegamos à praia do Espelho sem nenhum arranhão. Que praia espetacular! Tomamos um banho de mar enquanto observávamos tartarugas que nadavam livremente perto de nós. Já era próximo das 15h quando partimos para CARAIVA, rodando mais 25Km por estrada de terra, lama e areia! Chegamos em segurança também. Deixamos a XRE300 em um estacionamento na beira do rio e atravessamos em um barco rustico até a outra margem onde estava a bela vila de Caraiva. Lugar roots, com ruas de areia, transporte através de carroças. Estas também transportavam alguns mantimentos para as casas e pousadas mais afastadas da margem do Rio. Logo que conseguimos uma pousada, deixamos as coisas no quarto e fomos ver o pôr do sol no encontro do rio com o mar. Foi alucinante!! A noite ficou por conta do forró, que é marca registrada do local. O pessoal dançava muito bem! Depois de algumas cervejas fomos dormir para iniciar o retorno para casa, que seria no dia seguinte.

10° Dia, 09/06/2018 – Caraiva, BA – A missão agora era retornar para casa e eu particularmente já estava bem cansado de tanta aventura. Saímos de lá por volta das 10:30h e de cara, tinham 48Km de estrada de terra, embaixo de uma forte chuva, antes de chegar na BR101. Foi tensa aquela estrada. Passamos um ponto de alagamento em um local inóspito com água batendo no meio da moto. Que adrenalina! Depois de 2 horas para sair desta estrada, chegamos na rodovia e seguimos com destino ao Rio de Janeiro. Neste dia tomamos chuva o dia inteiro. Já eram umas 17h quando chegamos na cidade de São Mateus, norte do Espirito Santo (ES), onde nos hospedamos. Um banho quente e descanso era tudo que estava precisando naquele momento. Meu filho também já demonstrava muito cansaço.

11° Dia, 10/06/2018 – São Mateus, ES – Nesta noite não consegui dormir quase nada por conta de alguma coisa que havia comido no dia anterior... Tive uma noite de rei ;-). Mas como ainda tinha muita estrada pela frente, tomamos o café da manhã e partimos. Este trajeto, para mim, foi um dos mais cansativos devido ao “mal-estar” que me acompanhou o dia todo. Próximo à região de Serra (ES) tive que parar para tirar um cochilo na sombra de uma arvore. Meu filho cuidadosamente e com muita paciência fez a guarda enquanto eu me recuperava! Me recuperei um pouco e seguimos viagem, passando por Guarapari e avançamos com destino ao Rio de Janeiro. Chegamos por volta das 16h em Campos dos Goytacazes. Como eu estava muito debilitado, resolvemos procurar um hotel. Acredito que fizemos uma boa escolha em não arriscar seguir viagem naquele estado que me encontrava.

12° Dia, 11/06/2018 – Campos dos Goytacazes, RJ – Depois do merecido descanso, acordei muito bem e o Jonatan também estava bem animado em saber que estávamos muito próximo de casa. Pegamos a estrada e viemos cantando por um longo trecho. Ainda não havíamos concluído a jornada, mas a sensação de gratidão já estava contagiante naquele momento. Logo que avistei a ponte Rio-Niterói, os meus olhos marejaram de alegria. No pedágio da linha amarela os motoristas deveriam estar me achando um doido. Segunda feira de manhã e eu cantando e desta vez, era muito alto, pra todos ouvirem! Cheguei em casa no mesmo horário que eu havia partido, 11:30h da manhã. Meu filho abriu o portão, coloquei a moto para dentro, desci da moto, olhei pro céu e agradeci muito a Deus pela oportunidade de ter vivenciado junto com o meu filho tantas aventuras, perrengues, risadas e emoções.

No total foram 4.350KM, passando por 4 estados em 12 dias de viagem. Foram tantas estradas, tantas pessoas que conhecemos, tantos quebra-molas que pulamos, estrada de terra, chuva, frio, calor, risadas, conversas, cansaço, sustos e surpresas, que fizeram desta viagem algo marcante para mim e para o meu filho. A sensação de gratidão por ter conseguido atingir o objetivo, por estar vivo e por ter uma casa para retornar, são elementos básicos e essenciais para estes dois seres humanos que estavam perdidos em meio a tantas preocupações, atividades e compromissos. Desejo que estejamos sempre motivados em realizar sonhos, mas principalmente que tenhamos sabedoria para desfrutar as coisas simples! Obrigado ao Jonatan pela excelente companhia e parabeniza-lo pela coragem deste desafio. Te amo filho!

Hermes, Minas/Rio de Janeiro

image.png.a46908feefad0ede83f400f34a3f1095.pngimage.png.fafe94d0b6b6a8be4e99a0734b5c5575.pngimage.png.5eb499b64d1730cfbea3348bbeec47c7.pngimage.png.81dacea01c287075d115e6ec0c92c805.png20180605_172158.thumb.jpg.92e6bcfa3470d1507ccbe0921d3d6ddc.jpg

20180607_114733.jpg

20180607_123535.jpg

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Hermes,Boa Tarde !

 

Wowww que viagem show !!!  Parabéns pela coragem e pelo espírito aventureiro, sem dúvida foi uma viagem inesquecível. E parabéns para o filhão também que encarou o desafio.

 

Sou suspeita em falar de moto, mas com certeza apesar de algumas dificuldades,valeu a pena cada segundo

 

Abraços

 

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por Fabiula Fernades
      Como chegar em Morro?
      Partimos do Rio de Janeiro e apesar de inumeras buscas em como chegar a Morro de São Paulo, não tínhamos noção de como chegaríamos. Mas como nosso espírito é aventureiro partimos levando na mala coragem e disposição para curtir.
      1º dia - Chegamos em Salvador por volta de 10:40h e ficaríamos hospedados no Farol da Barra pelo Airbnb, que dependendo do local tem hospedagem mais barata, a anfitriã nos deu o passo a passo de como chegar até o local.
      Guardamos nossas malas e partimos para um rápido reconhecimento e pegamos informações de como chegar em Morro. Passeamos pela orla da praia e fomos até o farol.
      Existem 3 formas de chegar a Morro:
      1ª - Semi terrestre: Paga-se o ferry boat que sai do terminal São Joaquim com saídas de hora em hora (o valor ao certo não sei pq não escolhemos este meio, mas acho que é algo em torno de R$7,00) e tem duração de 1 hora . Quando desembarcar terá uma mini rodoviária onde sai o ônibus para Valença (R$40,00) e de Valença para Morro pegara um barco rápido (dependendo das condições climáticas) até Morro (não sei o valor).
      2ª - Aéreo (não faço ideia do valor)
      3ª - Catamarã: R$96,86 (cada pessoa) duas horas de travessia por alto mar. A principio parece caro mas só o fato de não ter que ficar trocando de condução é excelente (Melhor custo benefício, escolhemos este e foi certeiro). A empresa é a BIOTUR saída no terminal próximo ao mercado modelo
      2º Dia Acordamos cedo e não deu tempo de tomar café pois descobrimos que o catamarã sairia as 09:00 e ainda colocamos o terminal errado no trajeto do Uber.
      Já acomodados partimos rumo ao paraíso, chegamos em Morro de São Paulo por volta das 11h na entrada da ilha paga-se a taxa de visitação R$15,00 por pessoa (aceita cartão). Ao desembarcar do catamarã logo vem uns rapazes te oferecendo "Uber", agradecemos e seguimos arrastando nossa mala (vale a pena somente para quem vai ficar longe do centro e está com bagagem bem pesada).
      Logo na chegada ao centro demos de cara com um carinha bem alegre super gente fina e nos indicou onde ficava a pousada e também nos informou sobre os passeios, seu nome é João da Descubra Morro de São Paulo, agencia de turismo. Super indico a Descubra Morro de São Paulo.
      Fomos até a pousada dos Nativos onde havíamos feito a reserva (pousada bem legal, com café da manhã incluso que é servido na porta do seu quarto - R$108,00 a diária,quarto duplo básico com ar condicionado) deixamos nossa mala e partimos para desbravar o paraíso.
      Passeamos um pouco e fomos almoçar no Restaurante Espelho Dágua
      Pratos executivos entre 20 e 25 reais. Vem arrumadinho e a opção escolhida(carne ou peixe ) vem separado, economia que vale a pena para curtir os passeios Sem falar no típico suco de cupuaçu jarra 750 ml R$13,00. Nota 10 Lugar simples e aconchegante e olha que sou chata para comer. Na sequencia Suco de Cupuaçu, MOqueca de Peixe e Moqueca de Sururu. Ao entardecer subimos até o mirante para ver o por do sol, tem uma subidinha considerável (10 minutinhos) mas vale muito a pena. O tempo não estava dos melhores mesmo assim tivemos um belo por do sol.

       
       
      Para fechar a noite fomos para a praça onde tudo acontece, vários bares e restaurantes que os funcionários ficam na porta te mostrando o cardápio.
      3º Dia:
      Decidimos fazer o passeio Volta a Ilha com a Descubra Morro de São Paulo, o tempo não ajudou muito e a maré estava alta, mas deu parra curtir. Para quem Gosta de aventuras fortes rsrs vale a pena fazer o passeio e ir as piscinas naturais de Moreré e Boipeba (esta não conseguimos ver pois a maré estava alta e deveríamos fazer o passeio ao contrário mas como trocamos de piloto ja na saída da ilha o mesmo não soube que era para fazer ao contrario). Também não fomos na barraca do GUido pois ninguém do grupo se interessou em ir.
      4º Dia:
      Decidimos ficar mais 1 dia em Morro já que nos encantamos com a 4ª praia a maré estava baixa e fazia varias piscinas naturais. Passamos uma boa parta deste dia nesta praia. A tarde partimos para a Toca do Morcego para ver o por do sol, lugar muito, mas muito legal. Tem que chegar por volta de 16:30h para poder pegar um lugar bem bom com DJ, ficamos nos Puffs bem despojados. O valor da entrada é R$15,00, rola uns drinks maneiro o valor da Coca lata R$6,00, a long neck R$12,00 Heinneken. Não dá vontade de sair de lá.
      5º Dia:
      Novamente passamos o dia na 4ª praia e ficamos no bar e restaurante da piscina (não aceita credito). Lugar legal e no cardápio tem a história da dona do bar. A Noite passeamos pela segunda praia e tomamos uns drinks feito de cacau no Cacau (rsrs). Durante nossa estadia não houve lual, que pena. Jantamos no Mediterrâneo comemos Camarão no abacaxi que vem servido no proprio abacaxi, serve duas pessoas, valor R$80,00.
       

      6º Dia:
      Com a dica do João da Descubra Morro de São Paulo fomos para praia de Gamboa e praia Linda. Se a maré estiver baixa da para ir andando porém a maré estaria baixa a tarde então fomos até a entrada da ilha e pegamos um barquinho de "luxo" até a praia de Gamboa, levamos uns 15 minutos para chegar e o valor foi de R$5,00 por pessoa. Passamos o dia de boa em Gamboa e almoçamos na praia Linda, comemos uma moqueca de sururu que foi R$60,00 e nessa praia tinha musica ao vivo e muito boa. O cantor passa um envelope pedindo uma ajuda de custo de R$10,00, valeu a pena na verdade a única música boa ao vivo em Morro foi na praia Linda. Na volta como tínhamos interesse em conhecer o trajeto a pé, não pegamos o barquinho e retornamos caminhando levamos em torno de 40 minutos com direito a banho de argila, ainda vimos um belo por  do sol do alto de umas pedras próximo a pousada Portaló

      7º Dia
      Acordamos arrumamos a mala pois era dia de partir, tomamos café e fomo para a tirolesa, só subir alguns degraus, rsrs. Com  70 m outros dizem 53m de altura e 340m de extensão ela vai direto para a primeira praia. O valor está R$50,00.
       
      Voltamos para a pousada, pegamos nossas coisas e partimos para pegar o catamarã, já havíamos comprado as nossas passagens no dia anterior na Biotur. Ás 11:30h pegamos o catamarã de volta a Salvador.

       
       
      Ficamos hospedados no Pelourinho onde passamos a tarde de sabado, passeamos bastante com direito a pintura do Olodum.
      NO 8º dia Voltamos para o Rio de Janeiro às 4:00h da matina, pegamos um Uber as 2h da manhã até o aeroporto que custou R$45,11.
       
       
       
    • Por nani.etc
      Na primeira semana de outubro, fui com um amigo conhecer Arraial d'Ajuda e cidadezinhas próximas: Trancoso e Caraíva. Fomos do Rio de Janeiro de GOL (vôo com escala em Brasília), chegamos em Porto Seguro às 11:20h. Não alugamos carro, fizemos tudo por conta própria. Vou detalhar tudo para vocês.
      Fiquei hospedada em 2 hotéis da Rede Porto Firme: Saint Tropez e Arraial Bangalô. Do dia 02 a 04 no primeiro, e do dia 04 a 07 no segundo. Ambos são MARAVILHOSOS! 
      O Saint Tropez tem um ar de sofisticação e o atendimento foi perfeito, a praia do Parracho, que fica em frente, é tranquila e muito bonita. Andando 800m para a direita, praia da Pitinga, e 800m para a esquerda, praia do Mucugê. Fiz ambos os trajetos andando pela areia. Tranquilo! A localização é um pouco afastada do centro, mas taxis levam e trazem por R$20 o trecho. Fui em dupla, então, R$10 pra cada (as vans custam R$3,50). OBS.: Para ir ao centro, o hotel oferece uma van às 18h para os hóspedes. Super recomendo para quem gosta de glamour, sofisticação, sossego e pé na areia!
         
       
      O Arraial Bangalô é todo cercado de árvores e pé na areia mesmo (cadeiras de sol na areia dentro do hotel). A praia em frente é a Apaga Fogo, que possui em algumas épocas do ano, desova de tartarugas bem em frente ao hotel. Quando a maré está baixa se formam algumas piscinas naturais em frente ao hotel. E por possuir muitos recifes de corais e pedras em frente (com ouriços e peixinhos), basta andar 30 metros para direita ou esquerda, para conseguir entrar no mar. A praia é deserta, muito tranquila! Ponto positivo: O hotel fica muito perto da balsa que leva a Porto Seguro e mais perto do centro. Vans passam a todo instante e rodam a noite toda. R$3,50 é o preço.
          
       
      PRIMEIRO DIA (02/10 - terça-feira): 
      Chegamos em Porto Seguro pela GOL às 11:20h. Do aeroporto pegamos um táxi até a balsa de Porto - Arraial d"Ajuda (R$30 reais). Atravessamos de balsa (R$4,50) e do outro lado pegamos uma van que fica parada logo ao lado da balsa (R$6,00). Encheu, saiu. A van nos deixou em frente ao nosso hotel (Saint Tropez).
      Fizemos nosso check in e fomos almoçar na Cabana Uikí, que fica ao lado do hotel (melhor acesso pela areia). Tinha uma banda ao vivo, muito animada. Pedimos uma moqueca de frutos do mar para dois (R$119), que servia três. Muito saborosa.
      Aproveitamos o resto do dia no hotel, tomando nosso drink de boas vindas e tirando fotos da paisagem e atrativos. A Praia do Parracho é bem tranquila e bonita.
      À noite, pegamos a van do hotel (exatamente às 18h eles disponibilizam para os hóspedes uma van para levar ao centro) e fomos conhecer a Rua Mucugê e o Beco das Cores.
      Depois, fomos à Pizzaria Paolo, localizada próximo à Rua Mucugê, no coração de Arraial D'Ajuda. O restaurante é muito aconchegante e acolhedor, com mesas em volta de uma gigantesca árvore. As opções de pizza são inúmeras. Pizza de massa feita NA HORA e bem fina, assada em forno à lenha, muito saborosa. Você vê sendo feita, um charme a parte! Uma pizza grande serve tranquilamente 4 pessoas e tem preço justo! No sabor, há opções para todos os gostos, inclusive combinações de ingredientes, com toque especial do Chef Paolo, uma figura muito simpática e acolhedora. Escolhemos metade Portuguesa Especial e metade Caprese (com mussarela de búfala, rúcula e tomate cereja), uma delícia. Pedimos cerveja para acompanhar. Uma das melhores pizzas que já comi! Super recomendo o restaurante pelo ambiente (que é uma graça), pela comida e pelo excelente atendimento.
         
       
      SEGUNDO DIA (03/10 - quarta-feira):
      Tentamos fechar um passeio para Trancoso + Praia de Taípe, mas não haveria saída na quarta. Então, resolvemos conhecer Trancoso por conta própria.
      Pegamos um táxi para o centro (R$20), e esperamos a van para Trancoso (R$12). Uma hora depois, chegamos à Praia dos Coqueiros. Lá, ficamos na Cabana Enseada Beach Trancoso. Tomamos uma Original 600ml (R$20) e só. Achamos os valores bem altos. O espaço tem chuveirão e banheiro. Além de rede para descanso junto ao restaurante.
      Andamos um pouco até a Praia dos Nativos (tem que atravessar o rio) e voltamos para conhecer o Quadrado. O vilarejo é muito tranquilo e traduz a paz. Lá tomamos um açaí de 500ml na Açaiteria Trancoso. Delicioso! 
       
      Pegamos a van de volta à Arraial d"Ajuda às 14:30h (R$12), visitamos o Centro Histórico (igreja, mirante das fitas e lojinhas para comprar lembrancinhas) e depois paramos na Rua Mucugê para um "almojanta" PF de respeito (no Varanda Mucugê) e depois aproveitamos o finzinho de tarde no hotel.

       
      TERCEIRO DIA (04/10 - quinta-feira):
      Este dia foi um pouco corrido, já que precisaríamos fazer check out e check in no hotel novo. 
      Acordamos cedo e fomos conhecer a Praia da Pitinga. Praia linda com falésias e mar calmo. Voltamos umas 10h, arrumamos nossas coisas e fizemos check out no Saint Tropez. Deixamos a mala na recepção e fomos almoçar na Cabana La Plage, na Praia de Mucugê (800m do hotel pela areia). 
      O ambiente é lindo e acolhedor, tem espreguiçadeiras, redes e lounges para uso dos clientes, um excelente lugar para passar o dia e tirar muitas fotos lindas. 
      Pedi uma cerveja assim que cheguei, e já agendei meu almoço. Fiquei relaxando no lounge, curtindo a música e olhando o mar. O almoço é servido em mesas dentro do ambiente. Sem problemas deixar os pertences longe. Mesmo para uma Carioca acostumada com a violência, confiei e me surpreendi. Almocei uma moqueca de camarão para dois (que serviu duas pessoas duas vezes, rs), bem temperada e muito saborosa, e, para acompanhar, uma cerveja, que estava super gelada. O preço é abaixo de outras cabanas que conheci. Voltaria, com certeza e indiquei para todos os amigos!

      Destaque para o DJ pelas ótimas escolhas musicais, tocou de rock à eletrônico. Dancei e cantei junto. Parabéns ao dono, Laurent, pela administração do local, e aos seus funcionários pela simpatia e cordialidade! Quando vier, não deixe de passar por aqui.
           
      Voltamos para pegar nossas malas e pedimos um táxi até o Arraial Bangalô (R$35). Fizemos check in e passamos o resto da tarde aproveitando a piscina do hotel tomando um drink de morango delicioso.
      À noite, novamente, fomos à Rua Mucugê e comemos um hambúrguer artesanal na Hamburgueria Mucugê. Super recomendo! O pão se assemelha com o do Madero e paguei apenas R$18 num hambúrguer artesanal e muito gostoso. Pedimos meia porção de fritas e um refrigerante para acompanhar.
      Neste dia, queríamos ir à Quintaneja do Morocha Club, mas começava as 23h e tínhamos passeio no dia seguinte. Voltamos!
       
      QUARTO DIA (05/10 - sexta-feira):
      Fechamos o passeio para a Praia do Espelho com a Portal Turismo (R$60 no dinheiro) e eles passaram pra pegar a gente às 8:10h. O guia Fernando e o motorista baiano que me fugiu o nome agora, são muito atenciosos e divertidos. Nota 10 para o serviço! 
      No caminho passamos por uma aldeia indígena, a Aldeia de Imbiriba. Descemos para tirar fotos e comprar utensílios. Dica: as crianças deixam você tirar foto com as aves, dois reais e elas ficam felizes da vida. Entre para ver os preços das peças e se surpreenda positivamente. 

      Chegamos na Praia do Espelho às 10:30h e lá ficamos no Bar e Restaurante Aconchego do Espelho. Não nos cobraram consumação mínima porque eles são parceiros da Agência, mas consumimos uma carne de sol com mandioca (R$60) e uma Brahma 600ml (R$12).
        
      Voltamos no horário combinado (15:30h) e passamos para dar outra volta em Trancoso (40min). Tomamos um sorvete na Sorveteria Mucugê, no Quadrado. A loja tem uma árvore imensa dentro, saindo pelo seu telhado. Incrível!

      Chegamos às 18h no hotel. Cansados! rs Pedimos um hamburguer do hotel e dormimos cedo, amanhã tem mais passeio!
       
      QUINTO DIA (06/10 - sábado):
      Queríamos conhecer Caraíva, mas ficamos com receio de ir por conta própria, mas depois vimos que seria tranquilo, porém mais demorado. Então fechamos um passeio com a Cacau Tour (já que a Portal não tinha fechado grupo) - (R$70 no dinheiro). Passaram pra buscar a gente também às 8:10h. O motorista Nando é um amor! 
      Às 10h chegamos para atravessar o rio. Ao chegar em Caraíva há estacionamento "do lado de cá" do rio (não sei o valor). Dali é só cruzar de canoa (R$5) e em menos de cinco minutos você já estará na vila, onde não circulam carros. A Vila é toda de areia fofa. 
      Fomos direto para a praia e nos largamos no bar da Casa da Praia, que possui puffs da Corona muito confortáveis e colchões com almofadas coloridas. É pra relaxar MESMO! Conhecemos a praia e tomamos banho no rio ao lado esquerdo no final e depois voltamos para petiscar uma batata-frita (R$29). O atendente Junior é super atencioso. 
        
      Infelizmente (ou não), em Caraíva não tem fácil acesso a internet. Fiquei o dia inteiro sem redes sociais! rs
      Às 16:30h atravessamos de volta (R$5) e esperamos o Nando para voltar para Arraial d'Ajuda. Chegamos no hotel ainda com sol e degustamos um espumante para já ir nos despedindo do paraíso! 

      À noite fomos jantar no Cantinho Mineiro (na Brodway). Comi um contra-filé acebolado (R$24) e uma Brahma 600ml. Muito gostoso!
       
      SEXTO DIA (07/10 - domingo):
      Nosso vôo era cedo, infelizmente. Tomamos café da manhã e fomos para a balsa de van (R$3,50), atravessamos o rio (a volta é de graça) e pegamos um táxi até o aeroporto (R$30).
      Escala em Confins. Chegamos no RJ às 14:50h.
       
      DICAS:
      • Se tiverem mais tempo, conheçam Taípe e Araçaípe.
      • Sempre perguntem se as cabanas e bares das praias possuem consumação mínima.
      • Não tenham medo de andar de transporte púbico.
    • Por Jean Pedro de Quadros
      De dia 9 ao dia 14 de Julho, 2018.
      Passagem Azul de Poa a Salvador: 600 reais com uns 3 meses de antecedencia, meu amigo que foi comigo pagou 800 porque comprou depois
      Aluguel de carro: 687 reais do dia 9 ao dia 15 (fiquei 1 dia a mais com o carro em Salvador)
      Gasolina: 320 reais
      Guia Ibicoara, Joao 320 reais os dois dias com a entrada do Buracao incluido - recomendo
      Hostel Ibicoara - 160 reais os 2 dias com cafe da manha
      Guia Itaete, Orlando 300 reais os dois dias - recomendo
      Pousada Aconchego, 300 reais com almojanta e cafe da manha
      Dia 9 - DESLOCAMENTO SALVADOR IBICOARA - chegamos em Salvador de manha alugamos um carro e fomos direto para Ibicoara, chegamos por volta das 10h da noite, sao quase 500k e pegamos um acidente passando Mucuge. Ficamos no Hostel Ibicoara, com o Fabio, carioca gente boa, nos serviu cafe da manha as 6h30 nos dois dias que ficamos la, trocamos ideia sobre nosso roteiro e ele curtiu muito, vao pegar so as mais loucas da Chapada disse ele, roteiro brocador! Falamos com o guia Joao, lenda na cidade e otimo guia, e deixamos acertado passar na sua casa e pousada para sair as 7h, ele iria nos acompanhar nos proximos dois dias.
      Dia 10 - CACHOEIRA DA FUMACINHA - Saimos cedo e fomos de carro ate a entrada da trilha, estrada muuuuito ruim, em torno de 40 minutos ate o povoado do Baixao - ha opcoes de dormir la e evitar esse trajeto de carro cedo ate la -, depois uma trilha dificil de 18 km ida e volta, mas fizemos em menos de 3h ate a entrada da fenda da cachoeira, absurda, linda demais! Vale toda a caminhada ate la, sao mais de 100 metros a Fumacinha!! Ficamos umas 2h la, ate que chegou um novo grupo e ai voltamos, nos banhamos em mais uma cachoeiras menores e no rio na volta, e em torno de 2h30 fizemos o trajeto (o Joao nos levou por um caminho alternativo na volta, que tem uns pocos e atalha bastante, falou que nao leva todo mundo ali, so quem esta ´´bom de pulo`` hahaha). Chegamos no hostel antes das 6h da tarde (Fabio falou que fizemos muito rapido que normalmente o pessoal chega perto das 8h da noite), bem cansados, comemos algo e fomos dormir.
      Dia 11 - CACHOEIRA DO RIO NEGRO + CACHOEIRA DO BURACAO - Saimos tambem as 7h e fomos para a trilha da Cachoeira do Rio Negro, que e uma cachoeira nao muito explorada em Ibicoara, mas ela e muito top, tem 50 metros, um poco enorme e a trilha e tranquila, fizemos os 6km ida e volta em 1h20 a ida e a volta 1h. De principio nao iamos nela, mas valeu muito a pena, ficamos sozinhos la de boas. Saimos as 10h30 de onde deixamos o carro para a Buracao, que e a mais famosa da regiao, o Joao nos levou por cima dela, dois dois lados, animal! (Nao e todo mundo que o Joao leva ali tambem) Descemos a trilha que leva em torno de 3h ida e volta, trilha facil/tranquila de 8km ida e volta! Que lugar e que cachoeira!! Como voce tem que usar o colete nessa cachoeira que e bastante explorada na regiao, pode-se entrar pelo canyon nadando, ir atras da cacheoira, subir em algumas pedras, e uma experiencia incrivel!! Aproveitamos e por volta das 4h da tarde voltamos que teriamos em torno de 90 km de chao numa estrada pessima e mal sinalizada, nos informamos muito e usamos o gps, mas cuidado que essa estrada e bastante ruim, mas deu tudo certo. Chegamos Itaete por volta das 8h na Pousada do Aconchego, que fica na Colonia, um povoado no interior do interior Itaete, a dona Landinha, dona da pousada foi muito querida nos serviu um almojanta muito bom isso nos 2 dias apos voltarmos das cachoeiras, e tambem um cafe da manha otimo, com direito a cuzcuz e tapioca. Conversamos por telefone com o guia Orlando e deixamos tudo certo nossa saida para Cachoeira Encantada as 7h30 da manha do dia seguinte.
      Dia 12 - CACHOEIRA ENCANTADA - Saimos da pousada as 7h30 e deixamos o carro na entrada da cachoeira, o caminho e de dificuldade media, muito bonito e em torno de 5h ida e volta, pinturas rupestres, canyon impressionante e a cachoeira de 230 metros imponente, estavamos nos dando conta o privilegio de ser as unicas pessoas na Terra de estar ali na cachoeira naquele dia, unico! Umas da cachoeiras mais impressionantes que ja vi!! Curtimos e voltamos mais devagar, tomamos banho numa cachoeira menor na volta e voltamos para a pousada, almocojantamos por volta das 6h e descansamos apos os 14 km de ida e volta ate a Cachoeira Encantada. O Orlando foi muito parceiro durante o dia todo, otimo guia tomou uma ceva merecida com nos apos o dia irado!!
      Dia 13 - CACHOEIRA DO HERCULANO + CACHOEIRA DO BOM JESUS - Saimos novamente as 7h30 e fomos para o Herculano, trilha nivel media de menos de 4h ida e volta e 10km, tambem muito bonita a trilha, pedras enormes. Chegamos la e nao deixa a desejar a nenhuma das outras cachoeiras que fomos, impressionante, sao 3 quedas de mais de 100metros e um poco enorme acho que o maior de todas as que fomos, nadamos la, tomamos banho!! Na volta, Orlando nos apresentou um lugarzinho abencoado, banheira do Herculano, uma piscina natural num paredao, demais!! Ficamos ali relaxando um tempo! Tem foto abaixo. Saimos, pegamos o carro e fomos para a entrada da Cachoeira do Bom Jesus, em torno de 7km e 2h30 a ida e volta da trilha de nivel facil, estavamos cansados ja de todos os km dos dias anteriores, sem esperar tanto dela, mas nos surpreendeu, que cachoeira! O sol batendo forte nos seus 60 metros inclinado..tem pedra que da pe logo abaixo das quedas, muito top ficar ali, valeu demais ir em mais essa!! Na volta o Orlando, que conhecia o Fabio do Hostel Ibicoara, ficava zuando ele e falando como se fosse ele do nosso roteiro, "os caras brocaram!! hahahaha vieram la do sul pegaram so as monstruosas", uma figura! Almocojantamos na dona Landinha, tava de novo muito bom e descansamos, foram 63 km de trilhas em 4 dias!
      Dia 14 - POCO ENCANTADO + POCO AZUL  - Saimos da pousada as 9h30 pois era nosso dia mais tranquilo, tinhamos a viagem da volta e sabiamos bem os horarios,  chegamos as 10h30, melhor visibilidade do poco fica entre as 10h e 13h30, fomos la e ao entrar bateu o sol que estava querendo se esconder antes, muita sorte, nao se pode entrar mas e muito bonito apesar de ser uma contemplacao apenas de 15 minutos, vale a pena, sao 30 reais para ajudar na preservacao! Saimos de la e fomos para o Poco Azul, entrando as 13h, melhor horario era das 12h30 as 14h, entrao tava demais a agua, e possivel nadar e fazer snorkel por 20 minutos, que sensacao unica, muito top tambem. Tambem 30 reais justos para o lugar e para ajudar! Almocamos ali do lado do Poco Azul comida caseira bem boa e suco natural otimo de qualquer fruta que tu imagine! Saimos de la por volta das 3h e dirigimos os mais de 400km de volta ate Salvador com a sensacao de dever cumprido e dias incriveis!! O roteiro e pesado e exige disposicao, cuidado e preparo, mas e possivel e demaisss!!
      Segue fotos abaixo, em ordem: Cachoeira da Fumacinha, Cachoeira do Rio Negro, Cachoeira do Buracao, Cachoeira do Herculano, banheira do Herculano, Cachoeira do Bom Jesus, e  Poco Azul.


       




    • Por filipe ladeiro
      Quinta-Feira - 30/03/2017 - 20:00 - A previsão era de chuva, e se estendia por toda Bahia, durante a semana da trilha salvador ficou submersa, raios e trovoadas se alastraram pela cidade e justamente no dia de pegar viagem, piorou.
      As trovoadas e as inundações tomavam conta da cidade de salvador, alcançando quase uma totalidade do interior da Bahia, que enfrentava uma frente fria violenta, essa que, demorou de chegar pra fechar o verão. E assim também foi na Chapada Diamantina, nosso destino. Mas já era tarde, ou era a hora, o que era certo é que não tínhamos como adiar a viagem pois, a programação já estava feita e assim iriamos fazer, com a força e objetivo de chegarmos até o nosso limite, e assim realmente foi que aconteceu. Na vontade de Deus, fizemos a viagem mais marcante de nossas vidas, não pelo fato de deslumbrar sobre paisagens e banhos de cachoeiras, mas por ter conhecido a natureza selvagem, por ter aprendido novas experiências de vida e a vivência no mato, e assim aprender a respeitar e saber até aonde podemos ir.
      Mochilas prontas, partimos...

      Na noite de quinta, saímos de Salvador, a equipe estava formada, cassio, Filipe, Jonatas e Jadson com destino a Feira de Santana, aonde encontramos nosso amigo Chico, trocamos os carros e seguimos viagem rumo ao Capão. Às 03:30 chegamos.
       
      31/03/2017 - Sexta Feira
      05:00 - Depois de um descanso rápido no carro, arrumamos as mochilas, preparamos o corpo e a mente para engrenar uma forte subida e pesada rumo a cachoeira da fumaça, e assim foi, as 05:30 partimos pra vencer a subida subida longa, pesada, sobre uma neblina densa, forte, que pairava sobre o capão inteiro, uma subida que requer um preparo, e um descanso para subir com calma ainda mais com o fato de estar com bastante peso.


       
      Subimos, paramos, descansamos, e continuamos a subir....

      Parada pra curtir a neblina


       
      Subida estava gostosa, estava propícia pra uma trilha perfeita, clima frio, de ar-condicionado, sem sol, vento gelado, paramos para registrar algumas fotos naquele clima, sombrio de neblina, ja tínhamos subido mais de 1:30hr quando Chico começou a passar mal, indigesto e tendo calafrios, suando frio, se arrepiando, com tontura, sensação de desmaio, mesmo depois de algumas paradas para que se recuperasse, em uma ultima parada, respeitamos o momento dele, ficamos 40 min parados, sentados, para que ele se recuperasse, mas nao teve jeito, o ponto final da viagem para chico tinha chegado.

       
      Decidimos de logo em comum acordo, descer novamente o que já tínhamos subido, e retornar ao capão para tomarmos solução do que faríamos. Voltamos pro Capão, chegando às 11:00 hrs, pegamos informação que, um ônibus partia de Palmeiras às 12:20, seguimos rumo a palmeiras e para enviar Chico, de volta para Feira, ele que estava disposto a voltar pra sua terra para que fosse medicado pois estava preocupado com o que estava sentindo.
      E assim foi, partiu um dos nossos, e os ficante retornaram para o Capão.
      Mas a viagem estava apenas começando, muita coisa ainda vinha pela frente, partimos pro capão e fomos direto para Purificação
      Passamos nas Angélicas e subimos para purificação, aproveitar nossa sexta- feira, porque sábado iriamos retornar a subir a fumaça e partir em direção ao Vale do XXI novamente.



       
      Descemos da purificação, retornamos pro capão e fomos pra Seu Dai, fizemos nosso hango, fomos na vila, um chuvisco leve havia pairado no capão desde o cair da noite, no final da tarde, era possível ouvir as trovoadas e relâmpagos, a noite começou com chuva e assim continuou....
       
      01/04/2017 - Sábado
      05:00 - Levantamos e arrumamos novamente nossas coisas, pois hoje era dia de vencer o XXI, sobre uma leve garoa contínua, essa que foi constante durante toda a noite, saímos de seu Dai, paramos o carro no inicio pra fumaça e partimos mais uma vez em direção ao que viemos, tentar alcançar o XXI
       
      Partindo Rumo ao destino planejado







       
      E assim, subimos a fumaça, pegamos o lajedo do gerais da fumaça, bifurcando a esquerda sentido palmital, e descendo a direita em direção ao Córrego Verde.
      A partir da descido do córrego verde que começamos a entender que não iriamos ultrapassar nossos limites.
      O córrego verde estava completamente encharcado e a trilha destruída.
      A trilha pelo leito do rio sobre as pedras estava demasiadamente escorregadia, pedras verdes de limo, com água correndo por cima, estávamos andando sobre pedras navalhas deslizando, agora não tinha mais jeito, era descer o córrego verde em direção ao córrego branco, descer a cachoeira do XXI e chegar ao local de acampamento.
      Porém..
      Um incêndio forte e devastador no ano passado, acabou destruindo completamente a trilha do córrego verde, e assim foi aberta uma trilha alternativa, beirando barranco, e muitas vezes leito do rio, a recomendação e o que ouvimos diversas vezes foi em não trilhar se estivesse minimamente úmido, pois o nome já diz por si próprio. A trilha do XXI é feita sempre quando está tudo seco, pedras secas, trilha seca, sem limo, sem escorregões.
       
      A descida com cuidado TRIPLICADO, era com muita cautela, pois estávamos com peso, a mochila jogava, e todo momento a atenção era sempre pouca, a dificuldade da trilha era latente, a trilha devastada, com arvores caídas por todos os lado, raízes pra fora, nos fez perder muito tempo até chegarmos ao córrego branco, que por pior que seja, o branco era pior que o verde, as pedras do córrego branco estavam quiabo. Forçando os joelhos, descendo devagar, muita agua passando por nós, sinal de que a chuva encheu as nascentes e fez minar agua para todos os lados.

      Enfim, chegamos ao final do Branco, maaas o dilema começou a partir desse momento, ja era 15 hrs, no final do córrego branco, estávamos em cima da cachoeira do XXI, de frente pro vale, a neblina não nos deixava enxergar o que tinha nas nossas frentes, as montanhas estavam escondidas na fumaça, e a chuva pairava sobre nós, com isso tínhamos que descer o XXI e chegar ao local do acampamento, rodamos para achar a descida por 2 horas, pegamos trilhas erradas, beirando o precipício, pedras escorregando, o GPS batia certo, porém era inacreditável achar que a descida seria tão tensa, Cássio rodopiou por cima do vale, exploramos por cima do paredão, escalamos e beiramos as ribanceiras do vale, retornamos para o final do córrego branco, completamente desolados em não achar a descida para o acampamento.
      Naquele momento estávamos sem rumo, sem prumo, naufragados no meio de uma imensidão verde, de pedras, água e montanhas, a natureza tomava força e dominava a gente, chegamos a conclusão que não teríamos tempo hábil para descer e ali naquele momento as 17:15, não tínhamos lugara para passar a noite, o frio, a chuva e a neblina estavam ganhando força, e era imediato achar um lugar para nos abrigarmos, porém estávamos dentro de um Cânion, dentro de um rio, nao tinhalugar plano para ao mínimo que fosse armar uma barraca.
      Voltamos subindo o corrego branco, batendo em retirada, para que tivesse um unico lugar aonde pudessemos passar a noite, e nao ao relento, de baixo de chuva de frio, molhado, esperando o dia amanhacer para retornar.
      O PERRENGUE ESTAVA SENDO FORMADO.
      Mas eu que surge, um presente de Deus uma pedra no MEIO do rio, em que conseguimos armar somente uma barraca a maior para quer entrasse os 04, armamos a barraca com a noite chegando.. a chuva ganhando força, abrigamos com a lona e logo ao lado da barraca na beira do paredão do vale, uma proteção nas pedras em que não molhava, assim pudemos armar a barraca levar a mochila para beira do paredão nos abrigarmos, como se fosse uma mini-caverna. Um presente de Deus, naquele momento você agradece, aquilo era somente o que se precisava, um lugar seco, para se aquecer, depois de armar a barraca, e a certeza de que o mínimo que precisávamos era aquilo e assim nos foi dado.
      02/04/2017 - Domingo
      Na noite anterior A noite caiu rapido, a chuva ganhou força, e ficamos analisando o que nos aconteceu e aonde conseguimos nos abrigar, foi tenso chegar, não foi possível descer o XXI, mas foi aquele local que nos foi dado para a viagem ter um proposito .
      Na hora bate o desespero, bate a aflição, mas a equipe foi safa, em armar a barraca, sem passar desespero uns para os outros, trabalhamos em agilidade, em pensar, em agir, em resolver o problema, a barraca nao molhou, todos conseguiram dormir, a chuva deu trégua, o rio não subiu, acordamos em meio novamente a neblina as 05:00 porém sem chuva, isso foi a chave de ouro, levantamos, desarmamos acampamento, e tomamos rumo pro capão novamente, subindo o córrego branco, bifurcando para o córrego verde, mas nada ainda havia terminado, estava tudo muito molhado, as pedras como sempre sabão, a trilha estava demorada devido aos cuidados redobrados, muitas quedas, muitos momentos de tensão, Cassio tomou uma queda feia, entrou dentro de duas pedras enormes, o que salvou ele foi a mochila.. que prendeu nas pedras, se nao fosse isso seria pior, continuamos a luta do córrego verde, paramos algumas vezes para descansar, da í apertamos o passo para o capão, demos uma pausa no mirante do capão, agora já sem neblina, descansamos e descemos a fumaça, chegando no capão as 16 hrs.
      Daí em diante foi pegar estrada pra Salvador e guardar a experiência.
      Foi tenso, foi quase um perrengue, mas foi aprendizado, muito bom passar por isso, nos prova que somos mais do que pensamos, e outra nunca faça o XXI se estiver minimamente úmido, e se for, tenha uma equipe com você de confiança.
      Valeuu !!!!
       












    • Por PedrãodoBrasil
      Travessia Chapada Diamantina Extreme (10 Dias, 176 km)
       

       
      (Ibicoara x Lençóis) Sul x Norte
       
      01 a 11 Setembro 2018
       
       
       
      Integrantes
       
      *Formiga (Guia)      https://www.facebook.com/formigueiro.formiga
      *Pedrão do Brasil (Idealizador do Trekking)
       
      *Luciano
       
      *Karla
       
      Saída de Vitoria no dia 30 de Agosto de 2018. Chega em Lençóis as 14:20 hs.
      Ida para o Beco Hostel. (www.obecohostel.com.br)
       
       
      Dia 31 ida para Ibicoara.
      Saímos de Lençóis cedo e fomos para Ibicoara, local onde o trekking iniciou. Nos Hospedamos no Refúgio da Família X no Campo Redondo.
       
      Dia 01 de Setembro ida a Cachoeira do Buracão.
      Liga ímpar e a melhor e mais bonita cachoeira da Chapada Diamantina.
      Inicio 10:00 hs
      Término 16:00 hs
      Ida e volta 7 km.
       
      Dia 02 Setembro. início da travessia extreme.
      Ida ao Baixão, onde se iniciou o Trekking, fizemos Cachoeira da Fumacinha por baixo
      Chegada ao entroncamento as 12:00 hs. Fumacinha as 13:00 hs.
      Acampamento entroncamento, Próximo a fenda as 16:00 hs.
       
      Inicio 09:30
      Termino as 16:00.
      12 km
      Dia 03 Setembro
      Saída do entroncamento (canyon da Fumacinha.) As 07:30 hs. Subida da fenda. Trilha da Fumacinha por cima.. Trilha da toca do vaqueiro.
      Trilha do Gerais do Macho Bomba.
      Pernoite na trilha. (Cela de descida para o Rio Mucugê)
       
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 17 hs.
      24 km
      Dia 04 Setembro
      Saída da cela as 08 hs. Descendo até o Rio Mucugê, passando pela Matinha.
      Parada na Cachoeira da Matinha .Logo seguimos para Mucugê.
      Chegando por volta das 17:30 hs.
      Pernoitamos no (www.hostelmucuge.com.br)
      Inicio 08:30 hs
      Término 17:30 hs
      22 km
      Dia 05 Setembro.
      Saída as 09:30 hs.
      Pegando trilha para o encontro dos Rios Mucuge e paraguassu, passando pela AABB.
      Logo em seguida paramos na lapa do caboclo.
      Logo e seguimos para cachoeira do tomba cachorro. Local de nosso pernoite.
      Inicio 09:30 hs
      Término  17:00 hs.
      21 km
      Dia 06 Setembro
      Saída da  cachoeira Tomba Cachorro as 09:00 hs. Chegada no cachoeirao por cima as 12:00 hs.
      Chegada na igrejinha a tarde, triha irada e com subida bem suave, pois a trilha do Gerais do Rio Preto é muito boa.
      Inicio 09:00 hs
      Término 17:30 hs
      20 KM
      Dia 07 Setembro
      Fomos a Cachoeira do Funis já no Vale do Paty. Afinal a trip merece um bom descanso com Banho.
      Inicio 10:00 hs
      Término 15:00 hs e um merecido descanso.
      10 KM.
      Dia 08 Setembro
      Saída igrejinha as 08:30 h.
      Subida rampa. Gerais Rio Preto . Descida ladeira quebra bunda.
      Rancho.
      Gerais Vieira.
      Córrego das galinhas..
      Bomba.
      Capão
       
      Inicio 08:00 hs
      Término 19:30 hs
      28 km
       
      Dia 09 Setembro.
      Capão Dia de descanso
      Dia 10 Setembro.
      Capão
      Subida fumaça.
      Águas claras
      Poney
       
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 16 hs
      16 km
      Dia 11 Setembro
      Poney
      Trilha lençóis x pai Inácio
      Gruta do lapão (Passando por dentro dela)
      Lençóis
      16 km
       
      176 KM
      Hard
       
       





























































      20180910_123055.mp4






      20180911_085808.mp4









  • Seja [email protected] ao Mochileiros.com

    Faça parte da maior comunidade de mochileiros e viajantes independentes do Brasil! O cadastro é fácil e rápido! 😉 

×