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Olá viajante!

Bora viajar?

Atacama e Machu Picchu 2008/2009

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Fala galera, blz ?

 

Pois é, vamos nós outra vez.....heheheheheheheheehhehe

 

Desculpem novamente pelo jeito de escrever, pelos erros de português e eventualmente algum dado incorreto, mas sabem como é, tenho que confiar na memória e para falar a verdade, nessa viagem (não sei se por causa da altitude....heheheheh) ocorreram alguns lapsos.

 

Mas, vamos em frente.

 

Dessa vez não vamos colocar os gastos da viagem, tentaremos dar uma idéia de preços de alimentação e gasolina, mas não mencionaremos os hotéis.

 

Desculpem se os dados forem importantes, mas é que na outra viagem tivemos muitos problemas com hospedagens e escolhas de hotéis, tempo de procura, etc.

 

Fechamos um acordo (eu e a patroa) no meio da viagem depois de procurarmos um hotel em Salta - AR que fosse barato e ao mesmo tempo tivesse garagem para a moto.

 

Quebramos a cara, durante 1h30/2h, acabamos ficando num hotel que parecia bacana, mas não era o esperado.

 

O acordo foi, vamos procurar as Plazas de Armas/Plaza Central e de lá procurar os hotéis, se entrarmos em 3 e gostarmos de algum fechamos na hora, sem estress, sem dor de cabeça.

 

Claro que para isso precisavamos ter uma idéia do que era "caro" em casa cidade, em cada país.

 

Para isso sempre parávamos no hotel que tinha cara de ser bem caro, sabe aquele hotel que te atende em inglês e depois descobre que vc é brasileiro, pois é, é esse tipo de hotel que íamos primeiro.......hehehehehehe de posse do preço (vcs. acham que tinhamos condições de ficar em algum hotel caro ????....heheheheheh) sabíamos o que era caro, aí era caçar 3 hotéis bacanas (cara de honesto e com garagem) e checar os quartos e comparar os preços.

 

Feito isso ficamos mais tranquilos com esse ponto que sempre gerou atrito na viagem toda.

 

Em alguns lugares nos guiamos pelo livro de Viagens para Mochileiros do Zizo Asnis & os Viajantes.

 

Pois é, uns dias antes da viagem eles relançaram a 5a. edição do Guia do Viajante Independente - América do Sul.

 

Tudo bem, era o resumo do Guia do Viajante Chile e da Argentina, faltaram informações essenciais em algumas cidades, mas ao menos tinhamos informações de dois países que queríamos viajar (Bolívia e Peru) e nos poupava bastante espaço, já que teriamos que levar um Guia para o Chile, outro Guia para a Argentina, outro Guia para o Peru e outro Guia para a Bolívia.

 

Aliás recomendo fortemente a leitura de guias de viagem no planejamento das viagens, além é claro, da leitura de relatos de viagens.

 

Nos Guias se encontram bastante informações de pontos turísticos, mas não todos.

 

A idéia de uma viagem nova é sempre bacana, para onde ir, como ir, quando ir, etc. são dados interessantíssimos para se pesquisar.

 

O planejamento de uma viagem (ao nosso ver) é tão importante quanto a viagem toda.

 

Se a viagem estiver bem planejada, se evita o famoso fator "sorte", se bem pesquisada, te dará oportunidades de antever lugares extremamente interessantes e de como chegar lá.

 

Claro tem dia que é chato, mas vejam as viagens do amigo F.Quebramar, são super bem pesquisadas, ele mostrou algumas fotos de como faz o planejamento da viagem e lhes garanto, nunca vi alguém com tanta concentração e objetividade no planejamento.

 

Nós ainda deixamos vários buracos no nosso planejamento, mas é assim mesmo, gostamos de ter várias opções e ir acertando o roteiro no caminho, algumas vezes quebramos a cara, mas faz parte......heheheheheheehehheehhe

 

Um dia a gente chega no nível do amigo F.Quebramar o Falcão das estradas.

 

Ah, importante, nessa viagem havia um fator interessantíssimo.

 

Estavamos super curiosos com o Peru, mas a medida que líamos sobre a Bolívia, foi despertando um interessante enorme pelo país, ao ponto de pensarmos em fazer só um ponto no Peru e o resto na Bolívia.

 

Recomendo ao máximo aos interessados em conhecer o Peru que reflitam e pesquisem sobre a Bolívia, existem lugares únicos lá como o Sul da Bolívia, como a Laguna Verde e Laguna Colorada, o Arbol de Piedra e o Sol da manãna, além é claro de uma estrada que leva ao cume de uma montanha (antigo vulcão) que chega à 5.800 m de altitude, fantástico, tivemos uma enorme vontade de ir até lá, cumprir esse trajeto e colocar a Fazer nessa incrível altitude, mas o tempo.... Ah, esse mal de todo viajante não nos permitia fazer isso.

 

De lá daria para seguir para o famoso Salar de Uyuni que dispensa comentários, apenas um, PESQUISEM.

 

Ah, já ia esquecendo o nome do Cerro que tem uma estrada de terra que dá para chegar ao seu cume (é sofrido viu gente), é o Cerro Uturuncu ou Uturunco (varia de acordo com o site).

 

Enfim, na Bolívia ainda tinhamos a intenção de conhecer outros lugares (se fosse possível fazer dois roteiros em um....heheheheh) Perto de Tupiza existe uma cidade que ficou conhecida por ser o ponto final da dupla Butch Cassidy e Sundance Kid, pois é, eles morreram na Bolívia.

 

E o outro roteiro (que incluímos nessa viagem) seria conhecer Copacabana no Lago Titicaca, La Paz e Coroico (em La Paz existe vestígios de uma cultura mais antiga que os Incas, é a civilização de Tihuanaco e também tinhamos intenção de conhecer o Chalcataya um "nevado" que fica há 5.300 m de altitude) ah, e é claro, a Estrada de La Muerte, sim, ela existe e continua fazendo suas "cruzinhas", conhecemos o Jim (aquele dá foto na BMW durante a viagem) que quase virou mais uma cruzinha lá.

 

Na volta nossa intenção era seguir até o Parque Nacional Sajama e tirar algumas fotos do Sajama, a montanha mais alta da Bolívia e de lá entrar no Chile, seguindo até Arica, por um Parque Nacional.

 

Mas, como eu disse planejamento é planejamento, a realidade às vezes não nos permite ver tudo, o que é bom, sempre temos a chance de voltar.

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Indo por esse caminho, vc irá primeiro (depois de muitos km's) parar num bloqueio oficial, é como se fosse uma Aduana no meio do nada, pois é, terá que apresentar o tal papel branco (que te entregaram na Aduana) e o seu documento (passaporte e documento da moto), o soldado irá anotar todos os dados em um livro, não se acanhe no início parece que vc vai ser convidado a ser "propinado", mas lá é assim e apesar do sono do soldado fomos liberados com um sorriso, só perguntou aonde íamos.

 

Depois disso irá andar vários km's e será parado novamente no meio de um povoado (serão vários soldados), mas todos muito simpáticos novamente apresente os documentos pessoais e o tal papel branco.

 

Eles nos convidaram a entrar na construção em frente ao bloqueio (que parece mais com uma blitz da polícia) e lá achamos que seriamos propinados (com direito até a um sorriso), mas novamente eles anotaram os nossos dados em um caderno e só.

 

E nos liberaram, foram muito simpáticos, falaram que muitos brasileiros iam por ali e um deles arriscou várias palavras em português, sendo repreendido por um dos soldados, cara, eles são muito simpáticos mesmo.

 

Só não falaram de futebol.....hehehehehehehehe É que o Peru não está bem na Copa América.....hehehehehehehehehe

 

E olha o visual do deserto aqui

 

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E segue assim por vários e vários km's, até que se chega num trecho de serra

 

Na parte baixa dessa serra (que tem muitas curvas), aliás, é preciso falar algo, a estrada é um tapete, e está sempre limpa, a areia não aparece na estrada, depois descobrimos que existem funcionários que percorrem a estrada o dia inteiro, com vassouras, pás e um carrinho de mão e vão limpando a estrada, incrível!!!!

 

Só não sei se sempre é assim.....hehehehehehe

 

Enfim, na parte baixa dessa serra á um povoado e eles aproveitam a água que chega lá para plantar

 

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E é com esse visual que chegamos a Moquegua, ali antes do início da cidade há uma bifurcação, onde se segue para Puno, Arequipa ou se entra na cidade.

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É preciso dar um aviso aqui, que me esqueci no relato do Chile.

 

A TIM não funciona no Chile (nas partes que andamos) e no Peru (meu celular é TIM) me parece que a Claro funciona no Chile (não tenho certeza) e no Peru, pois vimos várias e várias placas como essa aí de cima em várias e várias cidades, além é claro de lojas Claro.

 

Decidimos conhecer Moquegua pelo tanto de que ouvimos/lemos nos relatos, pois é Moquegua é uma cidade simples, com casas simples e como não fomos até o outro lado da cidade (que é o caminho de quem vem de Puno) não vimos à parte da cidade para os turistas, onde ficam os hotéis e fica os Informes Turísticos.

 

Percorremos as ruas de Moquegua e já percebemos o famoso e confuso trânsito Peruano, nada que um ex-motoboy de SP não tire de letra, tudo bem é preciso usar as "facas nos dentes", ok, a gente sabe usar......hehehehehehehehehehe

 

O casal da V-Strom (Marcos e Antonella) haviam nos alertado sobre a confusão no trânsito do Peru, sobretudo em Puno e meio que já estávamos esperando isso, na dúvida buzine e olhe feio.....heheheheheeheheheheheheh

 

Ah, aqui vimos o que restou da Yamaha, um linda e maravilhosa RD350 Amarela, sim, pq a Yamaha aqui é do tempo das 2 Tempos (e agora eu entendia pq um Peruano me perguntou na Aduana ainda se minha moto era 2T......heheheehheheh).

 

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E após percorrermos o centro e outros lugares em busca de um lugar para comer e já pensando em comer em algum posto de gasolina (vimos alguns com lanchonete na entrada da cidade) encontramos esse lugar

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Vídeo 16:

 

 

 

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E não me perguntem o que quer dizer CEBICHERIA, só um Carioca Alvinegro e morador da BA poderá explicar.....heheheheheh

 

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Ah, e se preparem no PE o pessoal vai tentar te atender em inglês, sabe pq, pq brasileiro não tem cara de brasileiro (heheheheheheheeheheheheheheheh.... é sério, a gente é um povo tão misturado que é difícil definir como é um brasileiro....heheheheh), ou seja, se preparem para emitir um, por favor, nosotros somos Brasileiros, no hablamos ingles......hehehehehehehe

 

E aí se prepare para a risada.......heheheheheheh

 

Tem horas que vc vai ficar cansado disso, mas é assim mesmo, somos um povo com uma infinidade de ascendências e maravilhosamente misturados, portanto amigos somos um povo sem "rosto" ou "características definidas" e eu acho isso ótimo, pois é isso que nos faz esse povo maravilhoso.

 

Enfim, pedimos um Lomo Saltado e veio de entrada Mariscos (como pensei que o pessoal pensava que a gente era gringo e por tanto poderiam mandar uma entrada cara) já avisamos que não queríamos, apesar da patroa ter ficado tentada.....hehehehehe

 

No final, a entrada nem foi cobrada e tinha em todas as mesas, mas gato escaldado (vcs. já sabem o resto do velho deitado.....heheheh).

 

E como o pessoal aqui gosta de Inca Kola, tirando nós que estávamos de Sprite, todo mundo de Inca Kola.....heheheheheheheeh

 

Bem abastecidos, pegamos nossas coisas e fomos embora, a comida era muito boa e o preço "baratim".....heheheheheh

 

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E ainda foi possível tirar a foto dessa legítima Peruana (sem que ela percebesse, aqui ou se paga propina, ou se paga mico, já que nem todo mundo aqui gosta de sair em fotos... hehehehehehehehehehehe).

 

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No caminho de volta para a estrada, vimos o famoso Triciclo Peruano e foram muitos no caminho (alguns com saudades do Nicolas e sua KTM....hehehehehehehh) aproveitamos e abastecemos a moto em um GRIFFO (é assim que o pessoal designa os Postos de Gasolina aqui, não sei se tem outro nome......) e normalmente são peruanas as frentistas.

 

Aqui só tinha gasolina 90 Octanas e lá vai a moto ficar desregulada de novo..........

 

Enchemos o tanque e não deu outra a marcha lenta, ficou lenta....... Mas ao menos pegou.....hehehehehehehe

 

Ah, durante o almoço decidimos seguir para Arequipa e assim "aclimatar" novamente, já que Puno era 3.800 m de altitude e Arequipa 2.300/2.600 não me recordo agora, além de Arequipa estar mais perto.

 

Voltamos até a bifurcação e entramos à direita, logo um aviso de pedágio, mas estava meio que abandonado e com sinais de fumaça (putz só me falta ter uma rebelião/protesto ai na frente......hehehehehheh).

 

No final tinha uma viatura da Polícia que só ficou nos observando, mas nada mais.

 

Seguimos nossa viagem sem nenhum percalço.

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Essa vegetação nos acompanha durante um trecho depois vamos subindo até tudo virar deserto

 

No caminho um túnel.....heheheheheheeh

 

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Mas esse era curtim....hehehehehehehe

 

E olha aí o deserto de novo....hehehehehe

 

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Aqui nesse trecho há muitas casas com cara de abandonadas (mas é claro tudo muuuuito espaçado), não tenho certeza se há pessoas que vivam aqui.

 

O interessante mesmo são esses fios (acho que são fios de alta tensão) que "afloram" no deserto....hehehehehehe

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Será que há algum complexo de Lost aqui (algo como a escotilha ?????).....heheheheheheheheh

 

Bom como sempre na parte baixa da serra um povoado e aqui há plantação de diversas culturas, lógico, tudo muito pequeno, algo como agricultura familiar.

 

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Logo voltamos ao deserto, passando por uma cidade, pequena, mas com algum recurso

 

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E uma serra que subia cheia de curvas, muitas curvas.....

 

E lá em cima novamente um platô, plano e por muitos km's

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E seguimos assim até passarmos por uma instalação da Aeronáutica e aqui vai um alerta, o GPS com o mapa antigo que usamos, informa que a estrada principal é uma, na verdade o que ele apresenta como estrada secundária é outra, provavelmente isso foi atualizado na nova versão que acabou de ser lançada.

 

Depois de um tempo encontramos uma estrada ruim que vem do litoral, onde pegamos à direita e aumenta o tráfego de caminhões, estamos no final da Estrada Interocêanica que vai passar pelo Acre e chegar até o Pacífico

 

E tem até pedágio, só que moto não paga, mas tem que seguir por um caminho horrível, beirando um barranco e com garrafas quebradas.

 

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Aqui um pouco atrás (não tiramos fotos, uma pena) tem uma ponte lindíssima, que devia ser o caminho antigo, ponte com arcos de pedra, bem interessante, vimos outro no caminho para Cusco e também não conseguimos fotografar, uma pena.

 

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E olha o nosso primeiro Fusca, pois é, se na viagem para Ushuaia só vimos um Fusca em Colônia del Sacramento no Uruguai, aqui vimos muitos, esse foi só o primeiro....hehehehehehe

 

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Pena que a foto não ficou boa, mas um detalhe bacana é que sempre que virem fotos das "cholas" reparem nos chapéus, pelo que li, é uma tradição dos antigos povos Incas, que agora, aos nossos olhos estão "padronizados", mas não, há detalhes sutis (como os chapéus) que representam a cultura diferente entre as diferentes "tribos", isso se bem me lembro está beeem melhor explicado no livro do Zizo Asnis e os viajantes (o livro que levamos).

 

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E assim subindo e percorrendo uma estrada não tão boa vamos chegando a Arequipa

 

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Chegamos da estrada e seguimos por uma avenida sempre com o Vulcão Misti (muito encoberto) à nossa esquerda, não há muitas placas indicando o centro e Arequipa é uma cidade enorme.

 

No que nos pareceu um bom caminho, fizemos um retorno após um grande viaduto e seguimos por uma avenida grande, até sermos parados pela Polícia Local, checado os documentos e novamente liberados (não pagamos propina, ufa !!!), aproveitei e perguntei ao guarda (preocupado mesmo era com a moto que não ter bateria para pegar.....heheheheh) qual o caminho para a Plaza de Armas.

 

E ele nos indicou de seguir reto, até o primeiro farol, entrar à direita e novamente no primeiro farol à esquerda, seguindo reto até a Plaza de Armas.

 

Pois foi isso que fizemos e por sorte a moto pegou (precisando forçar e dar a "meia acelerada") e seguimos o caminho (sob o final da tarde), seguindo a orientação fomos pegos no primeiro farol por uma imensidão de táxis (tem foto no relato de amanhã) amarelos e pequenos e o trânsito confuso, que tentava se ordenar pelas moças (aqui em alguns cruzamentos ficam umas policiais que com o movimento dos braços, liberam ou fecham o trânsito, tudo isso auxiliado por apitos).

 

Fácil de entender para quem é de lá, mas não passamos nenhum apuro por conta disso....hehehehehehehe

 

Seguimos o caminho por um trânsito enforcado por uma rua bem estreita, onde passamos algumas "venturas" já que lá ninguém cede muito espaço para nós, cansado disso, enfiei a moto em cada cantinho possível e com "a faca nos dentes" conseguimos chegar à Plaza de Armas

 

Enfim, chegando à Plaza de Armas, o trânsito parece que dá uma aliviada e podemos seguir procurando um hotel, aqui há lugares lindos, provavelmente históricos e com o efeito da luz a gente fica meio perdido para onde olhar.

 

Mas, resolvemos seguir atrás de um hotel, paramos como sempre num com cara de caro e assim pudemos ver o que é caro em Arequipa, aí é só encontrar algo que seja bom e barato.....hehehehehehe

 

E foi assim que rodamos, rodamos e rodamos e nada de encontrar nada, paramos num lugar e fomos consultar o livro dos Viajantes (Zizo Asnis), pois é, é super confuso achar algo ali em Arequipa mesmo com o livro e com as indicações dele, não achamos nenhum hotel indicado no livro.

 

Em compensação achamos muito, muuuuito trânsito e fomos assim até vermos uma pousada (distante da Plaza de Armas) numa rua que parecia o projeto de camelódromos da Prefeitura de S. Paulo (a rua dos comércios populares), aliás, rica em pousadas só que sem condições de abrigar uma moto.

 

Enfim, no final dessa descida encontramos uma rua que na esquina havia duas pousadas, na verdade era a mesma pousada.

 

E a patroa foi lá checar o valor, eu preocupado com a bateria deixei a moto ligada um tempo, mas resolvi desligar para não esquentar muito o motor.

 

Depois que desliguei, a patroa voltou e falou que a pousada era barata, e pelo preço era a pousada mais barata de toda a viagem e o principal tinha garagem.

 

Ok, vamos lá.

 

Foi aí que a moto não ligou mais...........

 

O meu receio aconteceu na hora certa, ou melhor, no lugar menos problemático.

 

Foi fácil empurramos a moto e aproveitei o aparelho que levei para dar carga em bateria (sim levamos aquele que tem que colocar uma lâmpada para funcionar e liga na tomada, vc já deve ter visto no Carrefour ..... heheheheheehhe).

 

E aí desliguei a bateria da moto e deixei carregando com uma lâmpada de um abajur.

 

Nos trocamos e fomos comer.

 

Ligamos para os nossos pais (era entre 1 e 2 hs da manhã no Brasil, lembre-se do fuso horário) e subimos até a Plaza de Armas.

 

Comemos uns sandubas e umas empanadas e a patroa matou a vontade de comer bolos (que começou em San Pedro e aumentou com o aviso da moça do Informes Turísticos de Tacna.....heheheeheh)

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E depois fomos à praça e o resultado foi esse:

 

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E se vc enjoou tem mais um tantim só.....hehehehehehehe

 

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E olha os detalhes

 

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E tinha uma igreja linda, só que com luzes brancas ao lado da Plaza de Armas, que teríamos fotografado (mesmo com cuidado, dá, pois essa região é bem policiada), se não fosse um "incidente", um rapaz começou a brigar com um cara ao nosso lado e instantaneamente jogou o rapaz (que era mais baixo que ele) pra cima de uma corrente, esbarrando em duas moças e de leve na patroa.

 

Bom, o cara que caiu não reagiu e o rapaz que estava com a namorada (todo valentão) falou alguma coisa para ele, do tipo, faz de novo se tiver coragem.

 

A polícia que estava presente na praça não fez nada e parece que tudo voltou ao normal, exceto o rapaz que deve ter se machucado e o valentão que saiu todo vitorioso.

 

E nós saímos de fininho e voltamos para o hotel.

 

Tentando imaginar o que tinha causado aquilo, foi aí que percebemos como estávamos longe da pousada e por sorte em outro país, se fosse aqui no Brasil, o fim teria sido trágico, já que as brigas normalmente envolvem "valentões" armados.

 

Enfim fomos dormir sob a luz do carregador de baterias.....hehehehehehe

 

Grande abraço,

 

P.s.: Um amigão me perguntou como fiz para levar a lâmpada que encaixa no carregador de bateria, dentro do alforje ou do bauleto ..... heheheheheheheheheh... Psiuuuu, não espalhem, mas eu tirei a lâmpada do abajur que ficava no criado mudo ao lado da cama..... e coloquei de volta no outro dia..... heheheheheheheeheheheheheheh

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16/12/08 - Arequipa - PE/Cusco - PE

 

Acordamos cedo, e já desci com a bateria, o rapaz da recepção dormia tranquilamente atrás do balcão....hehehehehehe

 

Montei tudo direitim e liguei a moto, deve ter acordado alguns hóspedes, já que a garagem fica no centro dos aptos.

 

Mas, funcionou.....heheheheheheheheh

 

Nem tentei ligar de novo, aproveite e fiz o básico, conferir a corrente e lubrificar (aproveitei e estiquei-a) e voltei para pegar as coisas para montar a moto.

 

Perguntei para o rapaz da recepção se havia algum Taller naquela região, ou uma concessionária Honda, a minha preocupação era também não estar dando carga na bateria, aproveitei e troquei a lâmpada de 55W pela de 35W original para ver se mantinha um pouco mais de carga na bateria.

 

Enfim, o rapaz não sabia de onde havia um Taller naquela região e naquele horário, também não sabia de uma Honda lá, o engraçado é que vimos Hondas Twisters com a polícia de Arequipa, ou seja, provavelmente haveria a bateria da Fazer, já que é a mesma, aliás, é a mesma até da CG 150ED

 

Mas, como nada se resolvia, deixei para lá e após tudo estar pronto voltamos até a Av. movimentada e seguimos até um posto que tivesse gasolina de 95 Octanas.

 

Achamos um, foi caro 15 e poucos soles por Galão....hehehehehehehe É a medida aqui é no Galão, no caso da Fazer dá em torno de 40 soles, ou algo em torno de 13 e poucos dólares, com dólar à 2,50 (arredondando tudo pois estou fazendo a conta de cabeça....heheheh), dá 32,50 reais mais ou menos, ou seja, um pouco mais barato que o Brasil se estiver fazendo a conta de cabeça, já que o tanque dela estava na reserva.

 

E para variar um frentista (na verdade acho que era o dono do posto) me derramou toda a gasolina sobre o tanque da moto.....

 

É amigos, tirando o Chile (que não aconteceu nenhuma vez) a Fazer sofreu com isso .....hehehehehehehe

 

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E olhas os táxis amarelinhos, aqui não aconteceu e acho que não acontece mesmo de haver "lotação" no táxi, portanto, estejam atentos nisso, quando vierem para cá.

 

O preço descobrimos em Cusco é irrisório, 2,50 Soles (há quem vai te cobrar mais caro) por viagem, menos que um dólar.

 

Enfim, voltamos por toda aquela avenida até a ponte e lá surpresa, não tem retorno para pegar a Av. de Entrada de Arequipa, tivemos que atravessar a pista e fazer o retorno mais à frente.

 

O duro é que há placas aqui indicando um caminho para Juliaca (próxima cidade grande), mas como de Arequipa há dois caminhos (o novo e o velho) que vão para Juliaca e queríamos o novo, já sabíamos de outros relatos recentes, pois a pista era boa (segundo o que nos informaram lá) teríamos que "adivinhar" onde era o caminho.

 

No GPS por estar com o mapa desatualizado, o caminho mostrado era o antigo.

 

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Retorno na Avenida (extensa) de entrada de Arequipa

 

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Arequipa e o Vulcão Misti, para variar completamente encoberto.

 

Ah, o Vulcão Misti, há excursões para escalada partindo de Arequipa e deve ser um belíssimo passeio, outro passeio aqui nessa região é o famoso Cânion Del Colca, segundo maior do mundo em profundidade, são dois dias de passeio no mínimo e terá a chance de ver o vôo em círculo dos Condores, isso no mirante, além é claro de um convento antigo que é lindo (passamos ao lado dele, enquanto procurávamos hotel) e certamente vale a visita, mas aí são necessários alguns dias aqui e nosso destino era outro.

 

Paramos em alguns postos e fomos nos informando sobre o caminho, e é assim mesmo, um erro e poderíamos rodar por vários e vários km's até descobrirmos.

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