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Olá viajante!

Bora viajar?

AFRICA DO SUL “AT OWN RISK” – Joburg, Kruger Park, Capetown e muito mais!

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"At your own risk" será explicado no fim do relato! 

POR ACASO... ÁFRICA DO SUL

Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!

Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.

Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.

Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.

Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, a animação tomou conta de mim... “Marido... a Lua de Mel pode ser na África?”. Eu estava radiante!

 

POR ACASO... COMPANHEIROS!

Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!

Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!

 

PLANEJAMENTO

O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!

Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.

Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem

Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.

Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!

Clima: inverno!

Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.

Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros

Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).

Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:

22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg

23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg

26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger

30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown

30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown

7 de setembro – aéreo de volta pra casa.

A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).

Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.

Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.

Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.

Hospedagens

Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:

Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.

Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!

https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731

Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:

www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3

 

Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive

Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!

Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.

Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.

Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!

O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!

https://www.sanparks.org/

Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!

Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.

Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!

*Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!

*Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!

Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.

*Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.

Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!

Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.

Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.

O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.

O que comprar antes

Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.

*Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.

*Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.

Internet

Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.

Money... que é good nóis num have!

Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.

Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)

Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.

Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!

Arrumando malas

Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.

Chegou a hora!

Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

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FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!

 

CONTINUA...

Editado por Juliana Champi

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Dia 02/09/2018 (Domingo): Hout Bay, Chapman’s Peak Drive, Boulders Beach, Cape Point e Cabo da Boa Esperança

O tempo amanheceu mega bosta, e pra hoje tínhamos programado um dia que precisava muito ser limpo! Mas vamos lá, o tempo muda a cada 5 minutos mesmo!

Pegamos o caminho para Hout Bay, que é continuando o caminho dia anterior que chegou até Camps Bay. Estacionamos perto do porto e fomos lá dar uma andada. A região é bonita, tem muitas focas por perto... e dali oferecem passeios pra vê-las em seu habitat, aos montes, mas não ficamos afim não, já pudemos ver algumas por perto, onde os pescadores jogavam restos de peixes. FOTOS 84-86

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FOTOS 84: Porto de Hout Bay

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FOTO 85: foquinha fofa em Hout Bay

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FOTO 86: foca posando pra minha foto!

Fiquei com MUITO ÓDIO de um cara que ficava arrastando uma foca para a calçada e incentivando que as pessoas passassem a mão nela e tirassem fotos, cobrando por isso claro. E quando ninguém queria, ele chutava a foca de volta pra água, queria bater nele! Turismo predatório NÃO! Passado o ódio deste cara (outras pessoas por perto tb ficaram indignadas), seguimos nosso caminho rumo a Boulders Beach. O caminho para se chegar lá é pela estrada chamada Chapman’s Peak Drive! E o tempo já estava lindo e maravilhoso com céu azul!

Esta estrada panorâmica linda circunda a montanha de mesmo nome, ao sair de Hout Bay, se colocar Bolders Beach no maps ele já vai indicar o caminho pela montanha. Paramos em um pedágio apenas (47 Rands), e eles dão um papel que é tipo o “vale-a-volta” rs, mas como não voltamos pela mesma estrada nem precisamos usar.

A estrada é maravilhosa e tem vários pontos de observação! Vale muito a pena! FOTOS 87-90

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FOTO 87: vista de um dos mirantes da estrada

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FOTO 88: Chapman's Peak Drive

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FOTO 89: Chapman's Peak Drive

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FOTO 90: por baixo da pedra!

Boulders Beach pertence a cidade de Simon’s Town, e é uma reserva natural para proteção da reprodução de pinguins. Chegando lá tem um estacionamento, e bem perto tem uma feira de artesanato. Caminhando pelo deck se chega próximo à pedras onde podem estar os pinguins, isolados por cercas, mas não tinha muitos por perto. Pagamos 76 Rands cada um pra entrar na praia e vê-los de muito perto, por toda parte. A praia é bem bonita! Tem um trecho que dá pra entrar na água, em outros a gente não chega na areia, só vê por passarelas. FOTOS 91-94

91.thumb.jpg.90af1c5fca506532959a646fa09c057e.jpg

FOTO 91: Vista de Boulders Beach

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FOTO 92: águas clarinhas de Boulders Beach

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FOTOS 93 e 94: Pinguins! 

Já estava perto da hora do almoço e já estávamos com uma fominha, então resolvemos comer por ali mesmo, no “Café Penguino”, gastamos 150 Rands e compramos umas baboseiras na feira!

Seguimos então pra nossa última atração do dia, o Cabo da Boa Esperança! Quem se lembra das aulas de história sabe o quanto este lugar é icônico.

Chegamos facilmente na entrada do Parque e pagamos 292 Rands por casal pra entrar... carinho né? Se quiser dá pra se hospedar lá dentro, no esquema do Kruger. Você entra com o carro mesmo e dirige até os pontos de interesse. Tem muitas coisas, nós fomos nos dois faróis (“cape point”, farol antigo e  novo) e no Cabo da Boa Esperança em si, que são os que achamos que valia a pena!

Nos faróis dá pra subir de furnicular (seria mais 70 rands por pessoa), mas preferimos a pé. Dá uma cansadinha daquele monte de escada sem fim mas vale a pena, as vistas são incríveis! Os faróis em si não tem nada de espetacular, um se vê de longe e o outro é uma muvuca, o que vale mesmo é o caminho! E lá de cima se avista os oceanos Atlântico de um lado e Índico do outro, mas ao contrário do que se pensa, ali não é o encontro entre eles. O marco do encontro é no Parque das Agulhas Negras, há muitos km dali. FOTOS 95-100

95.thumb.jpg.a90471a9ca3ee61df64262670e4dcd7b.jpg

FOTO 95: subindo no farol com o Cabo da Boa Esperança ali atrás!

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FOTO 96: sobe sobe sobe!

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FOTO 97: o farol, rs!

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FOTO 98: sem proteção, o abismo é logo ali!

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FOTO 99: o outro farol!

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FOTO 100: olhar pra baixo pode ser um desafio!

Estava ventando muito e o sol já estava ameaçando nos deixar... por algum motivo tínhamos que sair pela portaria do parque até às 18h14... não sei pq da hora quebrada, rs, mas parecia mudar dia após dia pq era daqueles painéis que se altera os números.

E a gente tava meio confuso sobre se dava mesmo pra ir no Cabo da Boa Esperança, pois a gente via ele do alto do farol, via gente por lá, mas aparentemente elas tinham ido por trilha, o que não dava tempo da gente ir. Mas no caminho achamos a entrada pra lá, um dos lugares mais cênicos que já visitei! LIN-DO! Quanto mais a gente subia, mas lindo tudo ficava! Cansou, mas valeu muito! FOTOS 101-104

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FOTO 101: a estrada pro Cabo da Boa Esperança

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FOTO 103: uma avestruz de boas andando na estrada!

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FOTO 103: chegamos lá!

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FOTO 104: dá um uta aqui mundão!

Saímos de lá faltando tipo 2 minutos pro portão fechar, kkkkkk, e seguimos pro nosso ritual mercado > casa... estávamos quebrados! Mas que dia! Gastos totais: 1165 Rands

CONTINUA...

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Dia 03/09/2018 (Segunda-feira): Kirstenbosch National Botanical Garden, Green Market Square e BooKap (free walking tour)

 

Dia 3 de setembro é o Dia do Biólogo no Brasil, então hoje era dia das duas biólogas celebrarem seu dia! Mas com muita tristeza pela notícia do incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro! Enfim...

Fomos tomar café da manhã no bar que tínhamos ido no primeiro dia, rs, o SideWalk, muito bom! Gastamos 200 Rands mas comemos uma super refeição! De lá partimos pro Jardim Botânico de Capetown, um dos mais bonitos do mundo!

A entrada custou 70 Rands. O Kirstenbosch National Botanical Garden é imenso e conta com lojas, restaurantes e muito mais. É passeio pra um dia inteiro pros mais interessados, tivemos pouco tempo nele, mas já deu pra ter uma boa ideia!

Tínhamos nos programado pra um passeio com guia que segundo informações começaria as 11h da manhã, mas ninguém apareceu e ninguém sabia dizer pq! Depois de muito esperar nos disseram que o guia estava em reunião e não viria! Primeira e única mancada dos parques sul africanos!

Fomos andar por conta! Além do jardim de magníficas proteas, plantas símbolo da AS, outra atração diferenciada é a trilha sobre copas... uma passarela por cima da mata com vistas muito bonitas! Curtimos muito, o visual é maravilhoso! FOTOS 105-109

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FOTO 105: magnífica Protea

 

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FOTO 106: Protea King! Linda!

 

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FOTO 107: trilha sobre copas

 

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FOTO 108: uma amostra dos lindos cenários do Jardim!

 

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FOTO 109: a trupe!

Compramos algumas coisinhas nas lojas de plantas e souvenirs e fomos ao Garden Shopping, perto de casa, pra trocar dinheiro pq os primeiros 1000 dólares tinham acabado! Neste shopping tinha uma casa de câmbio recomendada pelo nosso anfitrião, e de fato pegamos uma taxa um pouco melhor, pouco mais de 14 rands por dólar. Trocamos só 500 dólares pq não achamos que precisaríamos de mais que isso... se resolvêssemos fazer o mergulho com tubarões pagaríamos no cartão! Almoçamos por ali e depois seguimos pro centro, pois as 16 horas faríamos um “free walking tour” por Bokap! Desta vez paramos o carro em estacionamento, rs!

Andamos pela Long Street e pelo Green Market Square, que são imensas feiras de rua! Compramos algumas tranqueiras e comprei uma calça que adorei, mas que rasgou duas vezes depois de eu usar! Snif

As 16h em ponto estávamos no lugar de onde saem os tours (são várias opções) e fomos com nosso guia pro Bokap, o bairro Islâmico colorido! A história é bem interessante e claro, trata da resistência ao Apartheid! As cores surgiram para protestar contra o regime, em que os negros só podiam usar roupas e terem casas brancas! Foram umas 3 horas e o bairro tem um Q de indiano tb, com lojas de especiarias e restaurantes típicos! E hj eles tb lutam para se materem um bairro, e não um complexo turístico! Gostamos bastante, mas passamos MUITO frio, rs! FOTOS 110-112

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FOTO 110: as cores da liberdade em Bokap!

 

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FOTO 111: Bokap

 

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FOTO 112: Bokap

De volta ao estacionamento com o carro são e salvo, rs, fomos ao mercado e liquor shop pra fazermos comidinha em casa, frio demais hj! Gastos do dia: 1800 rands (mas compramos bebidas pra levar, rs).

 

Dia 04/09/2018 (Terça-feira): Hermanus e vinícolas!

 

Partimos cedo para a cidade de Hermanus (120km de CT via R44), base para a observação de baleias. As Baleias Francas Austrais visitam a costa de julho a dezembro e podem ser avistadas de cima dos penhascos e dos bancos espalhados pela orla.

Cidadezinha simpática, paramos o carro bem perto da orla e nos pusemos a andar pelas feiras e penhascos! As baleias estavam por lá! Fomos atrás de passeios de barco, mas devido ao vento forte não estavam saindo. Tinham nos recomendado a agência https://www.neptunesdivers.com/ mas não rolou!

De qualquer forma ficamos horas ali fotografando as fofuras... elas mostraram cauda, nadadeira dorsal, deram pulos, enfim, fizaram em todas as posições indicadas nas placas! SENSACIONAL. FOTOS 113-119 (overdose, rs)

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FOTO 113: centrinho de Hermanus e a gente pagando de turista, quem nunca?

 

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FOTO 114: andando pela orla e penhascos em busca das baleias!

 

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FOTO 115: paisagem de cima dos penhascos

 

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FOTO 116: opa, costas!

 

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FOTO 117: opa, rabinho e cabeça, duas!

 

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FOTO 118: LINDA!!!

 

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FOTO 119: barriguinha!

 

Depois de almoçar por lá, seguimos para a região das vinícolas das redondezas. As vinícolas da Hermanus Wine Route ficam lado a lado nas margens da estradinha (R320) que sai da rodovia principal, a uns 15 minutos do centro do vilarejo, e acompanha o curso do Rio Onrust pelo vale de Hemel-en-Aarde. Nós fomos apenas em uma, a La Vierge, mas também li recomendações da Hamilton Russell Vineyard e Creation Wines, que não achei!

Fizemos a degustação e compramos um vinho na La Vierge, ela é bonitinha, mas não achei nada de espetacular! Os tours por vinícolas na AS são diferentes do que eu já tinha feito em outros lugares, onde se caminha pelos parreirais e um guia conta a história do local... na AS eram apenas degustações e geralmente a produção do vinho é em local diferente, onde se visita é só a “cava”, mais ou menos como as do Porto, em Portugal. FOTOS 120-122

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FOTO 120: La Vierge!

 

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FOTO 121: um dos experimentados na degustação, comprado por 145 Rands!

 

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FOTO 122: fazer xixi com transparência no banheiro masculino! hahaha

Voltamos pra casa e fomos jantar num bar chamado Carlyles, bem legal, mas no fim da noite todo mundo começa fumar dentro do bar e é péssimo!

Gastos do dia: 1500 Rands.

Hora de decidir as cenas dos próximos capítulos agora... só tínhamos mais dois dias e coisas demais a fazer ainda!

CONTINUA...

 

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Em 25/09/2018 em 22:18, Juliana Champi disse:

CAPETOWN

 

Dia 30/08/2018 (Quinta-feira): Retorno a Joanesburgo, devolução do carro até 13h, ida a Cape Town (voo 15h).

Eu estava bem preocupada com este dia, nosso voo era as 15h, a devolução do carro às 13h e nós só poderíamos deixar o camp de Letaba às 6h. Apesar de termos 7h para sair do Kruger e chegar no aeroporto de Joburg, nada podia acontecer no caminho, e não gosto muito desta pressão.

Acordamos 5h, empaçocamos (isso, do verbo empaçocar, rs) nossas coisas no carro e antes das 6h já estávamos no portão, saímos pontualmente neste horário. Como estávamos ao norte do parque, saímos pelo portão Phalaborwa e seguimos pra Joburg pelo caminho que o google maps indicava. Quase 500km.

E do nada, no caminho, a estrada começou a ficar sensacional... montanhas coloridas, paredões rochosos, cânions... meeeooo, estávamos na rota panorâmica!

Antes de ir tínhamos visto que tinha esta rota, mas imaginamos que tanto na ida quanto na volta não teríamos tempo de andar por ela... e deixamos pra lá. E agora estávamos nela, sem saber e sem planejar! É linda demais... tem gente que passa até dois dias pela região, e imagino que tenha muita coisa linda pra se ver por lá... o gostinho que tivemos da estrada já valeu demais! VIDEO 1 e 2

 

VIDEO 1: trecho da rota panorâmica

 

VIDEO 2: mais da rota panoramica

Paramos pra um café rápido no caminho e no fim das contas conseguimos chegar sãos e salvos no aeroporto antes das 13h. Almoço 100 Rands. Tendo rodado 1282km em 4 dias, devolvemos o carro imundo e com meio tanque na Bidvest (que debitou mais 55 dólares no cartão, provavelmente da gasolina, limpeza e pedágios) e fomos atrás de fazer nosso check-in na “MANGO”, subsidiária da South African Airways. Deu tudo certo, apesar da pouca vontade do atendente da Mango, e as 15h10 decolamos rumo à Cidade do Cabo.

Duas horas depois estávamos lá. Nos dirigimos ao balcão da Budget pra pegar nosso carro, um Fiesta Ecoboost marrom cocô horrendo, kkkkkk! Tb botamos mais 4Gb de internet no chip por 150 Rands cada casal. Internet não é das coisas mais baratas na AS não. E fomos pra casa. Combinei o check-in com o anfitrião pras 19h e chegando no endereço ele estava na porta nos aguardando.

Anteriormente ele tinha nos dito que quem faria nosso check-in seria sua esposa Margareth, pois ele estaria na Australia, mas ele acabou voltando naquele dia e estava lá, exausto, nos esperando. Andrew e Margareth foram hiper fofos! Nos deram várias dicas e conversamos um pouco sobre a crise da água.

Em Jozi e no Kruger tinha alguns avisos com relação a economia de água, e o tempo estava tão seco que os olhos ficavam irritados, a pele muito seca e o nariz chegava a sangrar. No kruger 99% dos rios pelos quais passamos estavam secos... Mas em Capetown a falta d’água era realmente uma ameaça e eu já tinha conversado com o Andrew ainda antes de ir. Na casa que alugamos existem 2 cisternas de coleta de água da chuva e esta água é usada nos vasos sanitários. Tb nos orientaram a tomar banhos rápidos (tem até aplicativo pra controlar o tempo se quiser) e a coletar a água do banho, enquanto a água não esquenta, pra usar nas privadas. A máquina de lavar tb deveria ser usada no programa rápido, sem maiores problemas. Quase todos os dias tomamos banhos dentro do tempo sugerido, só quando eu tinha que lavar os cabelos é que ficava difícil, rs.

E a casa? LINDAAAAAAA! Queria morar. Dois quartos com suíte, uma sala e cozinha enormes, quintal... decoração super linda, com alguns quadros do próprio Andrew, que aliás, era nosso vizinho. Bairro tranquilíssimo, com vista da Table Montain, um sossego!

Fomos logo num mercadinho perto de casa, bem diferente, com muita coisa orgânica, quase todo dia a gente ia lá ficar pirando nas comidas diferentes, kkkk... compramos comidas e bebidas e em casa fomos planejar o dia seguinte!

A previsão do tempo tava péssima, com tempo instável todos os dias... e tinha algumas coisas que a gente tinha que fazer com tempo bom... compramos as entradas pra Robben Island no primeiro horário pela internet pra não correr o risco de chegar lá e não ter mais, seja o que deus quiser! As entradas da Robben Island são caras... 360 Rands cada um!

Gastos do dia: 1000 Rands

CONTINUA...

Excelente relato. Voou aguardar por mais...

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Dia 05/09/2018 (Quarta-feira): Centro histórico, feira e compras!

Passamos os últimos dias monitorando a possibilidade de mergulho com tubarões, mas o vento impediu a saída dos barcos em 3 dias seguidos! Nos informaram tb com bastante sinceridade que as últimas saídas tinham sido frustradas, ou seja, que não tinham achado os tubarões. Nestes casos algumas empresas até permitem que o viajante mergulhe de novo, mas como só estava previsto barco pro dia 6, nosso último dia de viagem, caso não víssemos os tuba já era...

Junta isso com um puta frio, junta isso com o preço altíssimo deste passeio (de 500 a 600 reais por pessoa), junta isto com o fato de que eu mareei indo pra Robben Island por causa do vento e junta isso com a vontade de fazer outras coisas, eu e Gui abortamos a missão tubarão branco!

A gente queria muito um dia meio livre pra revisitar algumas coisas e ir atrás de outras que ainda não tínhamos visto... e tb queríamos muito ir pra região produtora de vinho mais famosa da AS, as cidades de Stellenbosch, Franschoek e Paarl...

A Tata e o Eze tb queriam este dia livre... mas queriam muito o mergulho com o tuba! Depois de uma super dúvida eles se decidiram... iriam atrás dos tuba! Então hj ficaríamos junto de rolê pela cidade e no último dia iríamos nos separar, eles atrás dos tuba, nós atrás dos vinhos, rs! Então bora!

Subimos novamente o caminho que dá acesso a Table Montain pq eu não tinha visto a pelúcia do “dassie” em nenhum outro lugar e estava totalmente apaixonada pelo bichinho. Além disso lá em cima tb tinha uma loja que vendia umas proteções de vento pra pescoço bonitas e boas de dar de presente. Comprei 3 de presente e 10 pra mim, kkkkkkkk!

Meu marido é o doido do disco, fomos atrás de um “sebo” que ele tinha garimpado na internet, ele ficou horas lá, hahahahauaha, e compramos algumas coisas legais! FOTO 123

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FOTO 123: o doido do disco feliz da vida!

Voltamos ao Bokap almoçar num restaurante que tínhamos paquerado no dia do free walking tour, o Biesmiellah. Um típico restaurante “malai”, comida boa e preço ok, 285 Rands por casal. Tb fomos em uma loja de especiarias ali do lado e compramos vários temperos indianos, que adoro, além de arroz e outras coisinhas!

Descemos e fomos atrás de um bairro onde supostamente se concentram os grafites de Capetown, o Bairro de Woodstock... não achamos os grafites e o bairro era meio sinistro, fomos embora. Certamente não fomos no lugar certo.

Seguimos nossa jornada e estacionamos perto da “City Hall”, que é um prédio bem lindo. Lá perto tb tem o Castelo da Boa Esperança que achamos meio caro e caidinho, não entramos. Pela região tb está o Museu do Distrito 6, South African National Gallery, South African Museum e planetário, mas só passamos por perto, não entramos em nada! FOTOS 124-125

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FOTO 124: City Hall

 

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FOTO 125: entrada do Castelo da Boa Esperança

Fim de tarde já... voltamos a região do V&A Waterfront pra curtir a vista e fazer comprinhas de última hora naquela loja grande que mencionei no primeiro dia de Capetown! Por fim fomos em mercados e compramos comidinhas diferentes, vinhos, amarula e Lindt, que gente, é um terço do preço do Brasil e chocolate suíço é vida né!

Tb compramos mais um chip de internet pq íamos nos separar no dia seguinte, então não daria pra rotear internet de um celular só! Gastos do dia: incríveis 3100 rands, afffffeeeeee... mas gente, não precisa disso, é só pq eu não ia mergulhar com o tuba então tava ryyyca, kkkkk!

 

Dia 06/09/2018 (Quinta-feira): os casais se separam... vinícolas e tubarões!

Último dia... as férias estavam no fim! Levamos a Tata e o Eze no ponto de encontro deles, o V&A Waterfront, e seguimos nós pras nossas amadas vinícolas.

Visitamos uma vinícola em cada cidade, Stellenbosch, Franschoek e Paarl (nesta ordem). Estas são cidades de colonização europeia que concentram a maior produção de vinhos da África do Sul. As estradas de acesso são bem bonitinhas! Só em Stellenbosch tem mais de 200 vinícolas, rs.

Em Stellenbosch visitamos a Tokara, (também li boas recomendações da Delaire e Waterford Spier). Em Franschoek visitamos a La Motte, (tb recomendam Boschendal) e em Paarl visitamos a FairView. O roteiro completo dá cerca de 200km. Bem sussa! Agora vamos às impressões!

Todas as visitas seguem aquele esquema que já comentei, degustações e só, sem visitas a produção!

A vinícola de Tokara (Stellenbosch) é linda, vistas incríveis. Fizemos só a degustação, de 75 Rands por pessoa, 2 tintos e 2 brancos. Vinhos bons, mas nada fora de série! FOTOS 126-128

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FOTO 126: Tokara Winery, Stellenbosch

 

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FOTO 127: vista de Tokara

 

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FOTO 128: vista de Tokara, assim é bom demais tomar vinho, rs

Na sequência fomos para a cidade de Franschoek, na La Motte. Bem grande e bem chique! O almoço com vinho era 500 Rands por pessoa, hahahahauahauaha! Como os vinhos sul africanos são bem fortes de teor alcoolico, já tínhamos ficado meio tontos na primeira... aqui pedimos uma tábua de pães e queijo sensacional (340 Rands) e não fizemos degustação... eu pedi vinho e Gui não bebeu! FOTOS 129-131

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FOTO 129: La Motte, Franschoek

 

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FOTO 130: Ryyyca em La Motte, Franschoek

 

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FOTO 131: Queijo e pão até dizer chega! Mara!

De lá partimos pra última cidade, Paarl! Visitamos a vinícola de FairView, bem mais “popular”. As degustações eram feitas em balcões coletivos e não tinha como tomar só vinho, tinha que comer queijo tb... e putz, eu não aguentava mais queijo, tinha comido um kilo na anterior, kkkkk! Mas esta é produtora de vários produtos, incluindo queijo... então vamos lá, a tábua de queijos era micro, kkkk. A vinícola tb é bonitinha, mas os vinhos foram os menos bons! No entanto eles produzem uns queijos com frutas que já tínhamos comprado em Capetown e eram muito bons... compramos pra tentar levar o com figo, com framboesa e com manga e gengibre. FOTOS 132-135.

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FOTO 132: janela de FairView, em Paarl

 

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FOTO 133: mini tábua de queijos, molho horrível de hibisco.

 

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FOTO 134: FairView,, Paarl

 

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FOTO 135: eu odeio figo mas amei este queijo!

Voltamos pra casa meio cedo e meio moles, hahahahaha, aproveitamos pra dar uma dormidinha e ajeitar malas. No fim da tarde fomos buscar os mergulhadores e pela primeira vez nos perdemos em Capetown... o maps mandou por uns caminhos estranhos e o cansaço ajudou a fazer merda... demoramos o dobro do tempo previsto pra buscar a Tata e o Eze.

Eles estavam exaustos, com frio, felizes e passando mal! O tuba apareceu... mas a Tata não conseguiu mergulhar... mesmo tomando remédio ela mareou demais e passou muito mal durante todo o passeio. Conseguiram ver o tuba por cima uma vez, mas de dentro da gaiola não. Na verdade vendo os vídeos submersos depois vimos que passou um tuba enquanto o eze estava engaiolado, mas na hora ele não viu.

Eles não se arrependeram de terem ido, e nós não nos arrependemos de não termos ido tb! E isso é o que importa! FOTO 136

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FOTO 136: eles viram o tuba!!! :)

Em casa mais descansados, aquecidos e de banho tomado, fomos pra nossa última noitada, rs! Fomos num lugar chamado “Dias Tavern”, no Distrito 6, e foi bem legal... lugar exótico, comida boa!

Hora de arrumar malas!

 

Dia 07/09/2018 (Sexta-feira): hora de voltar e planejar a próxima!

Acordamos acho que umas 4h30, pois nosso voo era as 7h00 e eu tinha marcado de devolver o carro às 5h00. Desta vez ele tava limpo e de tanque cheio, rs. Não nos cobraram mais nada depois!

Arrumar as malas foi foda pq eu comprei mais vinho do que devia, então estávamos com bagagem de mão meio pesada, já que despachei todos os vinhos devidamente embalados... FOTO 137

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FOTO 137: mochilas pesadas na volta!

Mesmo assim, gastamos nossos últimos rands no aeroporto e tive que comprar uma Amarula “spice”, que por enquanto só é vendida na AS... muito boa e muito barata!

O trecho interno foi operado pela British Airways, com péssimo atendimento em terra, mas bom na aeronave.

Na conexão em Joburg perdi uma pasta de amendoin mara que tava levando pro meu baby. Detalhe que na mesma mochila tinha queijo e planta, mas eles invocaram com a pasta de amendoin, rs! Ok... Fizemos um voo tranquilo de volta ao Brasil, dormimos em Sampa e no dia seguinte estávamos cada casal na sua cidade! Foi lindo! Como é demais ter parceiros perfeitos de viagem!

Chegando em casa mudei o nome do nosso grupinho do whats... AFRICA >>> ITALIA... quem sabe em 2020!

 

AT YOUR OWN RISK

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FOTO 138: At own risk!

Virou piada! Tudo na AS é por sua conta e risco. Desde entrar no Kruger e fazer safaris até usar escadas rolantes FOTO 138 e até carrinhos de mala! TUDO! Andar na rua, descer do carro pra abraçar o Baobá, beber água, tudo é por sua conta e risco, kkkkkk!!!!

E por minha conta e risco eu voltaria mil vezes pra essa terra linda ao som de Rei Leão! #FIM 💗

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17 minutos atrás, FlavioToc disse:

Excelente relato. Voou aguardar por mais...

Finalizado Flavio, obrigada por acompanhar! :)

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Que bom que terminou! Está muito bem detalhado e usarei no meu planejamento. Fantástica viagem, maravilhoso relato.

  • 2 semanas depois...
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Consegui ler tudo, com um certo atraso, mas li! [emoji122] e adorei! Muito bom! Viajei junto com vocês!

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Juliana, seus relatos são fantásticos!! Viajo junto na mente...

 

Tudo muito bem explicadinho e com certo humor que deixa mais interessante...

 

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Em 31/10/2018 em 14:08, Brunahkd disse:

Juliana, seus relatos são fantásticos!! Viajo junto na mente...

 

Tudo muito bem explicadinho e com certo humor que deixa mais interessante...

 

Obrigada Bruna! Dá um certo trabalho escrever tudo isso, huahauaha, então o incentivo é muito bem vindo! :)

  • 4 semanas depois...
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Super interessante sua viagem, seu relato ficou incrível.

Fiquei muito surpresa de ver o pássaro da foto 33! Não é um pica pau e sim uma poupa:  http://en.wikipedia.org/wiki/African_hoopoe . Não que eu seja uma entendida em aves, nada disso, mas aqui na minha região tem bastante poupas (upupa epops), sempre vejo nas minhas voltas de bicicleta. Estava achando que essa ave só tinha no sul da Europa e norte da África. Então foi uma surpresa ver esse tipo de ave no sul do continente africano. Depois lendo o artigo da wikipedia sobre poupas aprendi que tem 3 tipos, mas sinceramente essa poupa africana é bem parecida para não dizer tal e qual a que eu vejo aqui na minha volta.

Achei super bacana vc ter compartilhado tantas aves, animais diferentes (damão? fofo demais) e a flora também, adorei mesmo o seu relato, obrigada por compartilhar.

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