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Mato Grosso - Chapada, Nobres e Pantanal


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Olá, mochileiros!

Sou brasileira mas moro na Alemanha, e estou indo ao Brasil em fevereiro com o meu namorado alemão e vamos visitar o Mato Grosso - queremos fazer o circuito Chapada dos Guimarães, Pantanal e Nobres. Mas confesso que está bem dificil planejar essa viagem a distância! Principalmente porque parece ser impossível fazer esse passeio sem carro, e nós não dirigimos e nem temos veículo próprio. 

Todas as pessoas que conversei até agora - incluindo guias turísticos e agências, pousadas e turistas que já foram lá - me disseram que é preciso um veículo próprio. Mas nós queremos tentar mesmo assim. 

Então estamos em busca de companhias para compartilhar o transporte - ou mochileiros que estejam fazendo passeios semelhantes de carro e possam nos ajudar! E também, claro, companhias para a viagem e os passeios são sempre bem vindas! 

Caso tenha alguém aí pensando em ir na mesma época, se manifeste aqui e trocamos contato!

Obrigada, abraços :)

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    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Mahin
      Oi me chamo Mahin, estou procurando uma cia pra viajar, moro em Salvador e pretendo começar a viagem saindo daqui para Chapada diamantina × Pernambuco e depois percorrer o norte/Nordeste, tudo isso com pouca grana.
      Se sentir interesse manda um email, bjin ✨
      [email protected]
    • Por Carol Magnoni
      ROTEIRO CUIABÁ 1 OU 2 DIAS
       
      Oi pessoal! Eu sou a Carol, moro em Curitiba e fiz uma viagem sozinha pelo Mato Grosso em dezembro de 2019. Uma das cidades que visitei foi Cuiabá. Quando estava pesquisando eu senti que havia pouco conteúdo detalhado na internet sobre a capital do Mato Grosso, por isso resolvi escrever esse relato para vocês. Qualquer dúvida estou à disposição. 
       
      Antes da viagem:
      - No Google Maps, baixar mapa offline de Cuiabá – eu sempre faço isso, ainda que eu vá ter internet móvel no local, porque é sempre bom garantir que você não vai ficar perdido.
       
      Dia 19/12
       - Voo Curitiba – São Paulo 20h30
      - Pernoitar no airbnb próximo ao aeroporto de Congonhas -> eu tentei dormir no próprio aeroporto, como sempre faço em conexões longas, mas o que eu não sabia é que Congonhas fecha por volta das 23h e ninguém pode dormir lá dentro, então tive que arrumar um lugar barato nas redondezas para pernoitar, já que a minha conexão era de mais de dez horas e durante a madrugada.
       
      Dia 20/12
      - Voo São Paulo – Cuiabá 07h00 – chegada 8h10
      - Dom Bosco Hostel - Rua Candido Mariano nº 1390 – Booking – R$ 95,40 para duas diárias
       O Dom Bosco Hostel, é aquele famoso bom, bonito e barato - > fica super bem localizado, é um prédio novo, tem ar-condicionado (e isso é muito importante para Cuiabá), a dona, Maria Goreti, é também quem administra o local e um amor de pessoa, tudo limpinho e arrumadinho. O café da manhã é cobrado a parte, oito reais, mas é muito caprichado e os quitutes da Maria são deliciosos.
       
      WALKING TOUR PELO CENTRO DE CUIABÁ
       Se você acordar bem cedinho e tiver bastante pique para andar, dá para fazer tudo num dia só, mas lembre-se que Cuiabá é MUITO QUENTE, então não esqueça de passar protetor solar, de se hidratar e fazer pausas para descanso. Uma alimentação mais leve também ajuda. Se preferir divida esse roteiro em dois dias.
      Eu criei um mapa no My Maps do Google com os pontos turísticos que eu me interessei em Cuiabá e também com os restaurantes legais, segue o link: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1wn8ztei8eDJHis9Kw9UyxoB42Trlhq-3&usp=sharing
      A ordem dos lugares nesse roteiro está respeitando uma lógica para quem vai fazer o itinerário a pé.  
      - Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – é uma igreja bem antiga em estilo colonial; é um bom ponto para o início do tour pelo centro histórico:


       
      Como vocês vão perceber ao longo desse relato, eu não tive muita sorte no dia que tirei para conhecer Cuiabá, não sei bem porque, talvez por ter sido muito próximo do Natal, grande dos lugares que eu pretendia visitar estavam fechados 😔. E foi o caso dessa igreja. Eu vi fotos do interior dela na internet e parecia bem bonito, mas infelizmente estava fechada.  
       
      - Museus de Imagem e Som - MISC – fica no coração do centro histórico e eu achei muito interessante:

       
      - Centro Histórico (Rua Cândido Mariano e redondezas) – concentração de prédios históricos:

       
       
                    
       
      - Catedral Metropolitana Bom Jesus de Cuiabá – tem uma arquitetura bem diferentona. Confesso que só entrei para desfrutar de um pouco de frescor e de descanso nos bancos da igreja, não é fácil fazer uma caminhada no sol a pino de dezembro cuiabano meus amigos.
       
      Do lado da Catedral há uma feirinha de rua com coisas muito gostosas e ao redor dela estão as Praça Alencastro e Praça da República, importantes praças que abrigam os principais prédios públicos históricos. Essa região é o centrão da cidade, bem vuco-vuco de pessoas e comércio. Foi um pouco estranho porque eu estava claramente turistando e tirando fotos, muito destoante do pessoal que estava trabalhando ali.
       
               
       
      - Palácio da Instrução – muito próximo da Catedral há um prédio tombado que abriga exposições de artes e a Biblioteca Pública Estadual, mas estava em reforma e não pude entrar 😑. Acredito que deve valer muito a pena conhecer por dentro.
       

       
      - Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – conhecida com a “Notre Dame” Cuiabana, é uma linda igreja que fica no alto de um morro. Ela é vista de várias partes da cidade.
       

       
         
       
      - Centro Geodésico – para quem não sabe, Cuiabá é o centro geodésico da América do Sul, o que significa que é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (obrigada google), no "Coração da América do Sul", como já dizia Caetano Veloso na música "Um Índio". Na cidade há um marco indicando onde seria exatamente esse ponto. Eu não achei nada demais, é uma praça simples com um marco representativo, visitei só pela curiosidade e porque já estava perto. 
      Na Chapada dos Guimarães também existe um marco para esse centro geodésico e já li que as cidades disputam esse "título". Eu não sei em qual das duas fica "o verdadeiro" centro geodésico, o fato é que as duas cidades ficam bem próximas, então em qualquer delas que você estiver pode ter certeza que está sim bem "no meio" do nosso sub-continente.  

       
      O legal de turistar a pé é que no caminho você encontra agradáveis surpresas, como essa ruelinha gracinha:
       

       
      - Museu da Caixa D’água – é um museu bem pequeno, mas que vale a pena a visita. Construído no séc. 19 o Morro da Caixa D'água por mais de 140 anos foi o único reservatório da cidade. Durante esse período a estrutura recebia água diretamente do Rio Cuiabá e distribuía para as bicas espalhadas em vários pontos da cidade. Além de objetos históricos o museu abriga um acervo artístico e conta um pouco sobre a história da cidade. Além disso, ele fica numa praça bem agradável e arborizada (mais um bom ponto de descanso). A entrada é gratuita e foi lá que eu peguei um folder supercompleto com o mapa de Cuiabá e os principais pontos turísticos que vou deixar para vocês ao final desse relato.
       
                     
       
      Seguindo minha andança, mais uma linda surpresa pelo caminho (Colégio Coração de Jesus):

       
      - Espaço do Artesão – é um importante local que abriga o artesanato típico da região, ótimo para comprar presentes e lembrancinhas.
      *Atenção: o que antes era chamado de “Sesc Casa do Artesão” não existe mais, após passar pela Rua 13 de junho, esquina com a Av. Sen. Metelo, em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico que ocupava desde 1983, passou por um lar temporário na Avenida Tenente Coronel Duarte, 2140 (outro prédio do SESC), e atualmente ‘estacionou’ no Salão Social dentro do Sesc Arsenal e passou a se chamar ‘Espaço do Artesão’. Até o Google está desatualizado com essa informação e se você perguntar pela cidade muita gente ainda vai conhecer o local com o nome de "Casa do Artesão". Então para não ter erro: atualmente o Espaço do Artesão fica dentro do Sesc Arsenal (Rua 13 de Julho, s/n).
      Super vale a pena a visita porque o Sesc Arsenal é lindo e os artesanatos são incríveis. Mas tenho que dizer que a maioria dos itens é cara, como eu acredito que deve ser mesmo, temos que aprender a valorizar o trabalho dos artesãos. As peças exigem um tempo muito grande de elaboração e o resultado normalmente é incrível e de muita qualidade. Mas sim, é possível encontrar souvenirs mais simples e baratinhos. Lá você vai encontrar principalmente artesanato de madeira, trabalhos com cipó, fibra de tucumã, tecelagem, redes mato-grossenses, xales, tapetes, trabalhos indígenas, biojoias, artesanato com semente, produtos alimentícios, etc. Enfim, tem bastante coisa mesmo.
      - Sesc Arsenal -  é o local que abriga o Espaço do Artesão. É um prédio muito bonito e no seu interior há um jardim lindo com banquinhos (olá descanso! 😅). Lá dentro também tem um restaurante que parecia ser muito bom, mas eu ainda não estava com fome e acabei comprando só uma água.
                  
       
       

       
      - Orla do Rio Cuiabá – é uma grande praça à beira rio no bairro chamado "Porto", onde tem um prédio histórico maravilhoso que abriga o Museu do Rio, mas estava fechado (mais uma vez 😔). Eu li que o museu está fechado desde 2016 para reestruturação, é uma pena. O local é lindo mesmo só por fora e vale a visita. Dentro desse prédio histórico funciona o Restaurante Regionalíssimo, onde almocei. Ele faz jus ao nome, todas as comidas são típicas e muito gostosas. Porém achei muito caro (eu acho que custou R$ 65,00 o buffet livre) e a higiene meio duvidosa 

       

       
      - Cenário da Orla do Porto – seguindo a partir do Museu, sempre pela orla do rio, há um agradável passeio público (nem tão agradável assim no calor de Cuiabá). Com cerca de 500m de caminhada você chega ao Cenário da Orla do Porto, que são reconstituições de predinhos históricos da orla. Quando eu fui estava tudo com tapume e extremamente mal cuidado, de novo, uma pena . Se aquilo fosse bem preservado seria lindo. Me pareceu que estava em obras, espero que um dia reabram.
                   
       
      - Mercado do Porto  – é o mercadão municipal, mas não achei tão interessante quanto outros mercados que existem Brasil afora. É bem pequeno e não tem muita coisa de diferente para ver não, só muito pequi . Eu pularia esse ponto facilmente.
      - Arena Pantanal – eu não fui porque cago litros para futebol, mas acabei me arrependendo, porque me disseram que ela está super bem cuidada e como eu fui perto do Natal estava tendo uma exposição natalina com algumas atividades.
       
      Para finalizar o dia: 
      - Parque das Águas ou Parque Tia Nair – eu acabei terminando o dia caminhando pelo Parque Mãe Bonifácia, que foi uma baita perda de tempo, porque não achei nada demais, é um local arborizado onde as pessoas fazem caminhada e corrida. Hoje eu tiraria esse parque e incluiria o Parque das Águas ou Parque Tia Nair, que ficam longes do centro (precisa pegar um uber), mas me parece muito mais interessante. Se você não tiver tempo para os dois, eu optaria em primeiro lugar pelo Parque das Águas, porque de noite tem o show das águas que dizem ser muito bonito (não sei se acontece todas as noites).

      Eu acabei indo no Mãe Bonifácia porque era perto do meu hostel e eu estava com o tempo super curto, pois ainda precisava pegar na Localiza até às 20h um carro que aluguei para viajar no dia seguinte.
      Depois ainda passei no banco sacar dinheiro e no mercado para comprar uns lanches para a viagem.
      Finalizei o dia jantando no restaurante Lelis Peixaria que é super tradicional de Cuiabá e eu recomendo DEMAIS! Comi o famoso rodízio de peixes (que inclui jacaré, arraia e outras iguarias) e bebi a caipirinha de caju, que é simplesmente divina. Não me lembro certinho do preço, mas eu acho que foi mais ou menos R$ 60,00 pelo rodízio (fora a bebida), e funciona como um rodízio de carnes, eles trazem os acompanhamentos na mesa e vão passando com as mais variadas receitas de peixes. Não é baratinho, mas eu AMEI a comida, comi horrores e sinto muita saudade, sem dúvida o melhor lugar que eu comi. Me parece que no almoço é mais caro, então deixe para ir no jantar. A caipirinha de caju é perfeita, provem!
       

      Foi no Lelis que eu comi pela primeira vez o Pirarucu e foi amor a primeira garfada. Gostei tanto que fui pesquisar e descobri que o pirarucu é um dos maiores peixes de águas doces fluviais do Brasil, podendo atingir mais de dois metros e pesar mais de 80 kg. Ele é tão saboroso que é conhecido como o "bacalhau amazônico". 
       Eu incluiria mais um dia em Cuiabá só para poder comer mais, ô culinária foda!
       
      Dica bônus:
      - Depois desse day tour em Cuiabá eu fui para Nobres e Chapada dos Guimarães, que terão um roteiro próprio. Mas no dia que eu voltei de Nobres eu tinha que passar novamente por Cuiabá para devolver o carro que aluguei (eu fui para a Chapada de ônibus), então eu aproveitei as poucas horinhas que tinha na capital e fui comer no restaurante Mahalo.
       * para entender porque eu fui para Nobres de carro e para a Chapada de ônibus acompanhe os próximos roteiros que vou publicar aqui e me segue no instagram @gocaracol que também vou contar tudo por lá.*
       Antes mesmo de chegar na cidade eu já tinha lido inúmeras recomendações do Mahalo e já tinha visto que ele estava a apenas meia quadra de distância do hostel. Assim como também li que era um restaurante super CARO. Essa foi a minha ÚNICA extravagância da viagem, eu realmente reservei um dinheiro a mais para poder comer nessa restaurante, porque sim, eu prefiro ficar em hostel com quarto misto para economizar uma graninha e poder gastar um pouco mais com comida.
      Bem, o Mahalo é realmente muito caro (MUITO!), mas é aquela comida que você come e nunca mais esquece, sabe? Salivo até hoje só de lembrar hahaha. O lugar é extremamente sofisticado e eu só tinha roupa de mochileira, mas fui assim mesmo. Botei um vestidinho simples (que estava todo amarrotado), meti uma rasteirinha no pé e fui. Pessoal que estava lá era muito chique, mas mesmo destoando da galera e estando sozinha eu não senti nenhum tratamento diferente, ao contrário, fui muito bem tratada. Eu acho que gastei mais ou menos R$ 150,00 com um prato principal, sobremesa e um drink. E olha, valeu a pena, faria de novo se pudesse hahaha.
       

       
      Dica bônus 2 (essa você vai amar):
       Depois da Chapada, para voltar para Curitiba, onde moro, eu tive que passar por Cuiabá novamente, por motivos de: é onde fica o aeroporto rs. Eu aproveitei que tinha mais algumas horas na cidade e resolvi dar um pulo num local que moradores de Cuiabá me indicaram:  São Gonçalo Beira Rio.
       São Gonçalo Beira Rio é basicamente uma comunidade ribeirinha que vive do turismo gastronômico e do artesanato. Está localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade. A Comunidade é reconhecida pela confecção de artesanatos em cerâmica, Viola-de-Cocho (símbolo de Cuiabá) e por preservar o folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri. Eu fui e não me arrependi.
       Lá há várias pequenas peixarias supersimples e que servem uma comida deliciosa, tendo o peixe como protagonista, claro, e a um preço BEM CAMARADA! Sim, aqui é o lugar para comer bem, comer muito e comer barato. É afastado do centro, mas eu garanto que vale a pena. Eu comi na Peixaria Barão e indico, mas o que os moradores me disseram é que todas as peixarias servem basicamente o mesmo cardápio pelo mesmo preço, a diferença é mínima, então qualquer uma deve ser boa.
       

       
       
       

      WhatsApp Video 2020-08-16 at 12.51.42.mp4  
      Além da culinária delícia, ao final da rua das peixarias há a Casa dos Artesãos (outra, que não tem nada a ver com a do centro), uma associação da comunidade onde se vende artesanato, principalmente objetos de cerâmica, com barro extraído da encosta do Rio Cuiabá e feito de forma totalmente manual pelas mulheres da associação. Tem muita variedade, as peças são lindas e eu achei tudo muito barato – se você não quiser gastar tanto no Espaço do Artesão (aquele que fica Sesc no centro da cidade) aqui é uma boa pedida pra presentes e souvenirs, principalmente de cerâmica, mas lembre-se que você precisa de espaço na mala para armazenar as peças embaladas com jornal ou plástico bolha para não quebrar. Eu já estava com o mochilão completamente lotado, mas fiz o impossível para caber mais umas peças de cerâmica que eu trouxe para casa.
       

       
       
       

       
       

       
       
            
       
      Para terminar vou deixar aqui uma foto do folder que eu peguei lá no Museu da Caixa D'água que contém indicação desses lugares e outros mais:
       

       
      Encerro esse roteiro ressaltando que Cuiabá é linda e vale a pena ser visitada, o povo é muito hospitaleiro e a culinária é uma das melhores do Brasil. É uma pena que muitos prédios históricos estejam mal cuidados e/ou fechados para visitação e espero que as autoridades se conscientizem de manter esse patrimônio vivo e aberto ao público. Se puder fique dois dias inteiros só em Cuiabá, você poderá desfrutar de todas essas dicas gastronômicas e conhecer os pontos turísticos com mais calma e menos cansaço.
      Se você gostou desse relato, segue o perfil @gocaracol no instagram, porque lá eu conto mais sobre essa viagem e muitas outras.
      Eu não podia terminar esse relato sem colocar um vídeo que viralizou na época da Copa de 2014, que me passou pela cabeça durante toda a escrita desse roteiro e que tem tudo a ver com o contexto dessa viajante que vos escreve: alguém que saiu de Curitiba para Cuiabá!
       
      Pérola da internet brasileira 
       
       
      Tchaaauu!!
       
       
       
       

    • Por Vivi Nakano
      Oi, amigos e amigas viajantes!
      Antes da pandemia fizemos um mochilão de carona em alguns países da América do Sul. Uma das primeiras partes da viagem foi conhecer Buenos Aires e descer até o Ushuaia (tudo de forma econômica e de carona!!).
      É possível ir inteiramente de carona? Sim! Nós fomos e foi demais. Na Patagônia argentina é muito comum as pessoas darem carona. A estrada para a cidade do fim do mundo é incrível, repleto de lugares diferentes, misteriosos, vários animais diferentes e muito mate. 
      Estamos postando alguns vídeos no YouTube sobre este trajeto e nosso mochilão, se você tiver interesse, dúvidas e curiosidades, fale com a gente, se inscreva no canal!!! Pegamos muitas dicas aqui no blog antes de cair na estrada, e queremos ajudar outras pessoas com este sonho. 
      O link do canal é este: https://www.youtube.com/channel/UC_s6lPHmcwshOyB8FlFNO0A
      Prazer! Sou a Vivi e meu parceiro de viagem é o Trumai :D 
      Qualquer dúvida nos envie mensagens no insta: @vivinakano e @trumaiii




    • Por carolcasstro
      Olá, pessoal!
      Há um tempo fiz uma viagem para Capitólio desde SP, onde passei um final de semana acampando no complexo Cascata Eco Parque. A viagem foi bem econômica e acho um estilo de trip legal pra gente recomeçar a viajar depois da quarentena.
      Para ajudar quem ainda pretende conhecer a cidade, fiz um artigo no meu blog Experiências na Mala contando em detalhes quais são os 5 MELHORES PASSEIOS (os mais imperdíveis), quanto custam e uma dica de roteiro para o final de semana. 
      Clique aqui para conferir o artigo e aproveite para me seguir no instagram @experienciasnamala para ficar por dentro de mais dicas de viagens.
      Espero que gostem! 
       
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