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Charlles Davidson

Alguém tem roteiro mochilão para sair do Acre e chegar no litoral brasileiro?

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    • Por foradatribo
      Entre novembro e dezembro de 2018 tiramos 10 dias percorrendo o litoral catarinense,  3 foram em Bombinhas e Floripa; cartas marcadas.
      A parte mais interessante/surpreendente da viagem começa depois da Praia do Luz, mas é impossível não falar nada de Garopaba, Embaú e o Rosa. No total foram mais de 20 praias além Rosa Sul, da quais pelo menos 7 foram memoráveis surpresas.
      Como Garopaba e o Rosa já são nossos velhos conhecidos, se é que isso é possível, cada vez que volto lá descubro um cantinho novo. Dessa vez foi a Igreja Matriz de São Joaquim, e os sinais indígenas que consegui achar.
      GUARDA DO EMBAÚ
      O primeiro dia paramos às 8:00 na Guarda do Embaú, dia perfeito, lá tudo é perfeito. Conseguimos estacionar tranquilo na rua, e partimos a nado cruzei o Rio da Madre, estava uma temperatura agradável. Fomos à Prainha da Guarda e a Lagoinha, depois uma árdua subida até a Pedra do Urubu, a vista lá de cima é sensacional. Inclusive conhecemos um médico que subiu logo após, não acreditei quando ele começou a me contar que tinha medo de andar na trilha e ser atacado por um animal selvagem, rimos bastante. Afinal ele é um profissional que trabalha encarando a morte todos os dias. Descemos, esfomeados. Foi difícil encontrar um restaurante legal para almoçar, só haviam dois abertos: um na margem do Rio da Madre com comidas de turista e um mais no meio da vila com uma comida mais simples no estilo buffet, nossa escolha afinal.


       Pegamos a estrada, uma longa estrada para chegar a uma praia que fica só uns 4 km da Guarda, a Praia da Gamboa.
      PRAIA DA GAMBOA
      A primeira impressão não é muito impactante. Neste dia estava bem deserta, a areia é meio grossa, tem uma água que escorre dos pântanos do entorno, dá um certo nojinho. Mas é sim uma bela praia e que vale a parada, a areia apesar de grossa é bem limpa, e tem umas sombras mais pro meio da praia que me renderam boa hora de cochilo. Saímos de lá umas 16:00 para ir até o Siriú onde seria nosso acampamento. A estrada de terra que liga as duas é uma miragem, vale muito a pena, até porque se for dar a volta pelo asfalto são uns 30 km a mais.

      EXPLORANDO GAROPABA
      Chegamos no Siriú e fomos direto para a praia tomar um banho novamente, e procurar um SUP para o dia seguinte. Achei o Clodoaldo, um simpático senhor e fechamos por um precinho camarada na manhã seguinte duas pranchas. Acampamos, num camping muito aconchegante, e bem estruturado.
      No dia seguinte às 7:00 já estávamos rumando para a Lagoa do Siriú, onde fizemos um passeio longo até às 10:00 remando, tá certo que a última meia hora foi um caos, o vento nos castigou em contrário.
      Ainda fomos nas dunas fazer uma esfolação. Dessa vez fiz sandboard, cai tombos de todos os jeitos mas aprendi, kkkkk. O negócio difícil! no começo.
      Como se não bastasse fomos para o Rosa Sul e trilhamos pela Trilha do Luz sob os últimos raios do Sol. Um espetáculo. Para voltar pedimos informação e entramos num túnel de árvores que leva até o Rosa, o tal do Caminho do Rei. Não foi nada fácil, com pouca luz, o tamanho da subida, e o cansaço acumulado, precisamos fazer algumas pausas inclusive. Mas no final achamos uma viela que cortava, depois de terminar o caminho do rei, cerca de 1 km pela estrada comum. Um pouco de medo de entrar em local privativo? Tivemos, mas o cansaço era mais forte que o medo, kkk.




      No dia seguinte, fizemos 16 km entre Praia da Ferrugem e Praia do Rosa uma trilha sensacional, na verdade a junção de 3 trilhas (Trilha da Caranha, Trilha do Ouvidor, Trilha da Praia Vermelha). Pela areias e costões foi sensacional.Após uma bela anchova triturada na vila da Ferrugem e um cochilo para repor as energias, nada como um banho refrescante na Praia da Vigia, apesar dos ardido da areia esfolada, para relaxar.
      Antes da noite fomos ver o Sol se pôr do Morro das Antenas, conheci um morador muito simpático, ficamos conversando até a noite cair por completo. Durante uma passeio na Vila, que começou a chover, aproveitamos para visitar a Igreja de São Joaquim - obra prima, e a convite de um simpático capelão ficamos para acompanhar a missa.



      ALÉM DO COMUM
      No dia seguinte, saímos cedinho novamente. Conhecemos a Lagoa de Ibiraquera, e sua praia agradável. Curioso que a partir daqui a paisagem muda drasticamente, de montanhas cobertas de verde, passamos a uma vastidão de areia fina, coberta por pequena ilhas de arbustos e esparsar árvores características do litoral catarinense.
      Sempre a beira Mar, sejam as estrada pavimentadas ou extensas costeletas (estradas não pavimentadas de areia) que parecem desgrudar os órgãos internos de que se aventura por elas. Chegamos na Praia da Ribanceira, também muito bela, e já quase deserta, mas o que mais impressionou foram alguns metros de areia depois de um trilha de 500 m, numa ponta de Mar que já destruiu uma edificação de suporte aos pescadores fica a, de nome não menos apropriado, Praia dos Amores: fácil se apaixonar. Ademais conhecemos um morador, muito simpático que nos indicou outra preciosidade do lugar acessível apenas por trilha, a Praia da Água. Lá fomos nós cruzar a elevação. Por ela, vários mirantes colocados pelos pescadores que em junho esperam ansiosos os cardumes de tainhas e a Baleia Francas, e que a nós só mostraram tartarugas sofrendo contra a fúria de Poseidon que com as ondas lançava-as na encosta pedregosa.


      Depois ainda passamos pelas praias de Imbituba, fizemos a trilha do Farol de Imbituba, saindo da Praia da Vila pelo costão e retornando pela trilha comum. Poderia ser chamado de Praia dos Lagartos, tamanha era a quantidade desses répteis que vimos por lá.
      Ainda seríamos surpreendidos nesse dia pela paixão de um holandês que nos surpreendeu com seu acervo de conchas, inexplicável. Antes de nos escondermos na noite, fomos fazer mais uma trilha, curta, ao menos era o que esperávamos. Minha nossa, foram 2 h intermináveis de sobe e desce rochas, até que saímos na Praia de Itapirubá Sul. Bom, que valeu a pena o rochoso é a melhor experiência de Itapirubá, depois do Museu das Conchas.


      Cansados, e esfomeados partimos por mais algumas praias, poderíamos dizer mais uma, só não dizemos porque é uma longa extensão de areia com alguns balneários. Acabamos chegando quase à noite já na Ponta do Gi, mais especificamente na Praia do Sol, a tempo apenas de entrar para o camping. O dono logo saiu e ficamos só nos, naquele deserto. Confesso que passei algum medo, lá na Ribanceira o morador tinha falado de alguns saqueamentos que haviam ocorrido recentemente naquela região, simples assim o bando chegava e levava tudo, deixando os campista sem nada, o que me confortava um pouco era o fato de o pátio ao menos ter muro.
      Seguirei contando, daqui a pouco...
    • Por João Pedro Gusatti
      Companhia pra viajar pelo país saindo no final de julho e voltando só no final de novembro.
      Pretendo viajar pedindo carona, trabalhando para conseguir dinheiro, dormindo em barraca, etc.
      Futuramente após este, fazer um mochilão pela america do sul e central.
      Interessados manda mensagem 64984444035
    • Por gmussiluz
      Bom, já estava há um tempo querendo fazer uma trip desse tipo. Meu primeiro plano era fazer no litoral norte de Salvador, que foi reforçado mais ainda quando vi aqui no Mochileiros o relato do Jorge Soto, de Arembepe a Mangue Seco a pé (http://www.mochileiros.com/de-arembepe-a-mangue-seco-se-a-pe-t11941.html).
      O objetivo primário era de fazer uma trip de praia, em local que ainda não conhecia (ou não conhecia direito), a pé e com baixo custo. Mas pra quem nunca fez uma travessia longa de vários dias, é se aventurar demais querer fazer com equipamento, sem conhecimento do local e "às pressas", sendo melhor então fazer um trecho mais curto para conhecimento dos limites, analisar pontos a melhorar em questão de equipamento, organização e etc. Então, analisando o longo litoral da Bahia (maior do Brasil, diga-se de passagem), resolvi com minha então namorada fazer o trecho de Itacaré a Barra Grande, que é mais curto e daria pra fazer no tempo que tínhamos disponível. Pelo Google Maps/Earth, dá aproximadamente 46Km, mas lá ouvimos dizer de até 60Km.
       

      ORGANIZAÇÃO
      Moro em Salvador e estava de férias. Após 1 semana em Ilhéus na casa de parentes, partiríamos para Itacaré e seguiríamos viagem. Importante ressaltar que essa semana em Ilhéus foi determinante para redução do trecho percorrido, já que estávamos com roupas e itens para mais tempo na mochila, e não apenas o essencial para o percurso da trip. Entretanto, foi ponto importante para analisar que, em uma distância maior, onde teríamos mais coisas e consequentemente poderíamos estar com peso igual, deveríamos estar mais preparados, bem como se tivéssemos ido apenas para fazer a trip, estaríamos com menos peso e provavelmente teríamos completado o objetivo sem problema. Ambos estávamos com cargueiras de 40L: eu com aproximadamente 12Kg e ela com aproximadamente 8Kg. O tempo pretendido era de 2 dias de viagem, pernoitando na praia. Importante que, para caminhada em praia, tem que ter conhecimento da maré, do contrário, por falta de planejamento pode pegar uma maré cheia para caminhar e terá que ir pela areia fofa, obrigando a parar ou dobrar o esforço de caminhada e, assim, dificultando o percurso.
       
      1º DIA
      Saindo de Ilhéus, pegamos um ônibus para Itacaré logo de manhã cedo, ele passa de hora em hora e para em pontos ao longo da estrada, demorando aproximadamente 1h50 pra chegar em Itacaré. (Se conseguir uma carona, ótimo, já que de carro até lá leva cerca de 50min.)
      Ao chegar em Itacaré, já havia falado previamente com um amigo que mora lá para contatar um barqueiro para a travessia do Rio de Contas, que é o que separa Itacaré da Península de Maraú, onde fica situada Barra Grande. Encontrei meu amigo rapidamente só para confirmar o barqueiro, depois fizemos compras de água e alimentos num mercadinho e seguimos para a Praia da Concha, onde o barqueiro, com um daqueles barcos de alumínio a motor, já estava nos esperando (haviam outros barqueiros na praia, que ficam lá para fazer passeios turísticos rio acima e que com certeza fariam a travessia também, mas como eu ainda não sabia, preferi esse contato com o meu amigo). A travessia é bem rápida, são aproximadamente 100m e em menos de 5min se chega ao outro lado. Descemos, fizemos um rápido preparo, e demos início à caminhada às 10h40. (ao descer do barco, o barqueiro perguntou para onde iríamos daquele jeito. Quando falamos “Barra Grande”, ele arregalou os olhos e deu um sorriso, como quem diz “pirou” hahaha. Dessas coisas que quem viaja com mochila nas costas já está acostumado).
      Nesse ponto, ainda se vê pessoas por ali. Vez ou outra, algumas pessoas atravessam para surfar do outro lado do rio (Itacaré é um dos locais mais conhecidos do Brasil para a prática de surf) ou para ficar numa praia menos frequentada, já que do outro lado não tem povoamento nem acesso fácil e em 10min. de caminhada já não se vê ninguém.
       


      Com 1h20 de caminhada, paramos em frente a Piracanga, onde fizemos uma parada de 20min. para hidratar e comemos barra de cereal. Piracanga é uma “ecovila e centro holístico de cursos e terapias” que oferece cursos e retiros, basicamente um lugar pra “ficar de boa” e foi onde vimos apenas um casal na areia, que nos cumprimentou quando reiniciamos a caminhada. Ainda na frente de Piracanga, tem um pequeno rio, que passamos sem problema com a água não chegando nem na cintura. Não conheço o rio, mas a maré estava bem seca e possivelmente na maré cheia e dependendo da estação, pode ser que tenha que segurar a mochila acima da cabeça para atravessar.
      Desse ponto em diante, não há muita novidade: areia, coqueiral e água salgada, sem NENHUMA pessoa durante o percurso, nem sinal (apesar de o visual ser sempre “mais do mesmo”, é algo que não consigo descrever, porque ficamos deslumbrados o tempo todo, a cada passo ficávamos olhando para o que vinha à frente sempre achando cada vez mais bonito e paradisíaco). Mais 1h50, atravessamos mais um pequeno rio que também não tinha profundidade para se preocupar em molhar as mochilas, mas deixo aqui a mesma observação de antes: é bom atentar para a maré e estação do ano que, se for chuvosa, pode resultar num nível maior do rio. Logo após esse rio, fizemos mais uma parada para beber água e comer algo. Nesse local também não víamos nenhum sinal de habitação, mas um pouco acima da restinga parecia ter um rastro de quadriciclo, transporte bem comum naquela área. Dessa vez ficamos um pouco mais(30min.), porque ela já estava sentindo bastante dor no joelho e cansaço.

      Recomeçamos e percebemos que a maré já estava mais cheia. Além disso, nesse trecho a areia era mais fofa e a inclinação da praia era maior, e além de andar com os pés meio tortos, acaba havendo uma sobrecarga no joelho (nesse caso, o direito) e a gente vai ficando meio “descompensado” =S. A partir daí, as reclamações do joelho e cansaço foram aumentando e já comecei a procurar um local para pararmos e armar acampamento, quando, com aproximadamente 40min. de caminhada, paramos.
      Dei uma olhada no perímetro, tinha uma casa relativamente simples a uns 200m sem sinal de gente nela, além de um tipo de estradinha de areia em direção ao continente a uns 50m de onde estávamos e, claro, coqueiros por toda parte. Achei dois coqueiros baixos e consegui tirar mais de 10 cocos, aproveitando para reabastecer as garrafas que estavam vazias (aproximadamente 3L de água de coco!). Após isso, montamos a barraca, organizamos as coisas e tomamos banho (de mar hahahaha). Depois, foi só jantar (2 latas de atum com acompanhamento de bananas, puro luxo) e praticamente desmaiamos perto das 18h, contemplando um céu absurdamente estrelado, sem sinal de nuvens nem no horizonte.

      Como o quarto da barraca é quase totalmente telada (Azteq Nepal) e o céu estava muito limpo sem sinal nenhum de nuvens vindo, deixei a barraca sem o sobre-teto -mesmo sabendo, tendo experiência de chuva surpresa e claro, já tendo lido muita coisa- o que nos fez acordar com um belo banho de chuva às 22h. A chuva veio sem aviso, forte e pesada! Acordamos naquela agonia para pegar lanterna, abrir o sobre-teto que estava totalmente dobrado dentro da barraca e conseguir achar os pontos certos para fixar – tarefa de nível ultra hard. Provavelmente está pensando: “Mas já não sabe do risco de uma chuva surpresa?”, “Sobre-teto sempre!”, e etc., mas o céu estava tentador demais e serviu de experiência hahahaha. Nunca mais armo sem sobre-teto. Resultado: algumas coisas molhadas, outras encharcadas, frio e aprendizado! Afinal, temos que aprender com os erros (ou negligências) também. Depois de “rearrumar” tudo e secar um pouco algumas coisas, voltamos a dormir.
       
      2º DIA
      Acordamos às 5h. Assistimos o Sol nascer, café da manhã, arrumação, passar pano na barraca, curtir a praia um pouco e enquanto isso dando um tempo pro Sol subir mais e poder secar mais as coisas. Nesse tempo, passou um pescador empurrando a bicicleta e perguntei a ele se sabia quantos km faltavam para Barra Grande, que ele me respondeu “não sei direito não, mas está longe!” (depois descobrimos que, nesse ponto, estávamos mais ou menos próximos de Maraú. Provavelmente ele veio de lá).

      Reiniciamos às 9h e caminhamos por 3h30 até ela sentir o joelho e pararmos. Onde estávamos, não havia condições de parar, não tinha nada, então sugeri andarmos mais um pouco até onde tivesse alguma coisa. Estávamos nos aproximando de Algodões, e quanto mais perto, mais víamos casas de praia enormes e já com a “cara da riqueza” e$tampada nas fachadas, além de começarmos a ver algumas pessoas: algumas vezes caseiros, outras vezes pessoas trabalhando, e também pessoas passeando de quadriciclo na areia. Perguntamos a alguns trabalhadores quantos km faltavam até Barra Grande e ele sem muita certeza nos disse “uns 30” e foi quando “nós” (ela hahaha) decidimos parar. Desistimos e fomos perguntar a umas pessoas num bar onde poderíamos pegar ônibus para Barra Grande, e fomos informados que passaria um em 20min., logo ali perto. Fomos caminhando num Sol escaldante e, quando perguntamos a um cara de bicicleta o local do ponto de ônibus, ele disse que era ali, que o ônibus já tinha passado, mas que “sempre passa carro e logo vocês arranjam carona”. Fomos para o ponto e esperamos. Após 3 carros cheios, em menos de 10min. passou um cara sozinho num L200 e parou pra nos dar carona até Barra Grande, marcando o fim da nossa trip.

       
      O QUE APRENDEMOS NESSA VIAGEM?
      -É muito ruim fazer uma trip dessa com mala de 1 semana anterior em algum lugar. Se for pra fazer a trip, que seja uma viagem exclusiva pra ela, pra não ter que carregar coisas desnecessárias.
      -Vimos que ainda existe muitos lugares vazios e paradisíacos só esperando pela oportunidade e visita de quem estiver disposto.
      -Sobre-teto sempre! Mesmo no céu estrelado (hahaha).
      -É muito importante se concentrar no seu corpo e em seus limites, se respeitar, respeitar seu próprio tempo e o do outro, caso vá acompanhado.
      -Os nossos limites podem ser bem menores ou maiores do que imaginamos.
      -Independente do cansaço é bom olhar tudo mais de uma vez, pra não esquecer.
       
      EQUIPAMENTOS USADOS:
      -Curtlo Highlander 35+5L
      -Quechua Forclaz 50L
      -Azteq Nepal 2
       
      ATUALIZAÇÃO:
      Em dezembro de 2018 fiz uma travessia de Itacaré a Moreré, trecho que contempla o citado neste relato, segue link:
      Travessia Itacaré - Moreré (BA), a pé
    • Por YagoBarros
      Então , final de maio partirei em um mochilão roots por todo sul do litoral brasileiro , rumo ao uruguai. Não tenho data pra voltar , pretendo passar pelo menos 1 mês viajando , então vou parando nos lugares mais bonitos sem pressa.
      Eventualmente , me hospedarei em hostels sem problema, mas na maioria do tempo dormirei na minha barraca mesmo.
      Quero começar a trip em Palhoça SC , mas aceito qualquer dica e mudança de roteiro que acrescente.
      Quem quiser fazer companhia está convidado haha, qualquer coisa só mandar msg.
    • Por erick fernando123
      Salve salve galera😃, quero mais uma vez, como forma de agradecimento por todas as informações aqui encontradas, contar a história da minha viagem pelo Maranhão e Acre, sim o Acre tem muita coisa pra se ver e lá não tem dinossauros, infelizmente! hahaha
      Bem vamos pelo começo então… Um amigo queria muito conhecer o Maranhão e me convidou a ir com ele, logo partimos para as pesquisas e o mochileiros.com como sempre foi uma fonte muito importante, nossa ideia sempre foi conhecer os Lençóis Maranhenses o resto era lucro! Por fim marcamos a viagem para Dezembro, abaixo deixo um roteiro da viagem. Devo confessar que o Maranhão foi uma surpresa, nunca pensei muito neste Estado como destino, mesmo sendo o berço da Mágica Chapada das mesas Parque onde se encontram três Biomas, Cerrado, Caatinga e Amazônia, enfim, muita coisa no Maranhão…
       
      Nosso roteiro
      Curitiba - São Luís
      São Luís - Chapadinha (a ideia era Jeri, mas não deu)
      Chapadinha - Tutoia
      Tutoia - Barreirinhas
      Barreirinhas - São Luís
      São Luís - Curitiba (depois decidi ir para o Acre)  
      Meu amigo Das #aventurasdocelinho voltou para Curitiba e eu segui para o meu encontro com a floresta🤩
      São Luís  - Rio Branco - Capixaba
      Capixaba - Bujari Região Metropolitana de RB
      Rio Branco - Porto Velho
      Porto Velho - Curitiba
       
      Gastos Maranhão
      Voo CWB - SLZ 455,27
      Hostel Tanan: 40,00 a diária
      Ônibus de São Luiz para Chapadinha: 37,50
      Chapadinha - Tutóia: 31,50
      Chalé em Tutóia: 70,00
      Tutóia  - Barreirinhas:  15,00
      Hostel Barreirinhas:45,00
      Passeio Lagoa Bonita:80,00
      Passeio Caburé:85,00
      Passeio Lençóis Maranhenses:80,00
      Gastos Acre e Rondônia
       
      SLZ - RBR 450,10
      Táxi de Rio Branco para Capixaba: 80,00 deu este valor porque dividimos em 3
      12 dias na Comunidade Fortaleza: 350,00, incluso 4 refeições e banho
      Almoço em Rio Branco: 2,50 no mercadão perto do terminal
      Gastos Gerais em Rio B.:50,00
      Rio B. - P.V: 2,50 com ID Jovem
      Porto Velho, Hospedagem: 20,00 a diária
      Almoço: 5,00
      Porto Velho - SP:370,00 meia com ID
      SP - Curitiba:90,00

       
      No Maranhão: Chegamos na capital no dia 19/12/18 e ficamos no Tanan Hostel durante 3 dias para conhecer a única cidade brasileira fundada por franceses, São Luís tem muita história e coisa pra se conhecer, uma pena os governos não cuidarem tanto do seu patrimônio, o Centro histórico é tombado como patrimônio cultural da Humanidade pela UNESCO. Lá conhecemos a casa do Tambor de Crioula cultura maranhense preservada pelo seu povo tão guerreiro, conhecemos o centro histórico e realmente tem muita coisa pra se ver e viver, depois nossa viagem seguiu para chapadinha, no início era pra ser jeri porém a grana curta nos fez mudar o roteiro enfim fomos para chapadinha no dia 24/12, chegamos na cidade quase a noite por sorte encontramos um lugar em conta para ficar, véspera de Natal e dois loucos saem a procura de comida, só esquecemos de um detalhe véspera de feriado e estava tudo fechado o povo queria estar com a família, no fim das contas um motoboy super gente fina me levou numa casa de frango assado único lugar aberto… Resultado, nossa ceia foi Frango assado com pão francês e cerveja 😛Que delicia!!!!!! hahahahahaha
      No Natal saímos conhecer a cidade e para a nossa surpresa encontramos o bar universidade do Chopp foi muita emoção! Chegamos e com o calor tomamos muitas beras até conhecer a famigerada cachaça feita de mandioca era a Tiquira 🤪 tem o vídeo no Canal #aventurasdocelinho melhor cachaça que já tomei, resultado antes do almoço já estávamos trançando as pernas... neste mesmo dia ficamos sabendo das quebradeiras de coco babaçu uma cultura muito rica representada por mulheres que através deste trabalho conseguem seu sustento e sua independência, lá tivemos o prazer de conhecer a dona Maricota e sua família,   Dona Maricota junto com seu esposo o sr Antonio Miranda criaram seus filhos graças ao seu trabalho e a Palmeira Do coco Babaçu como eles aprendemos o multiuso que tem o coco e sua importância para as famílias da região, foi realmente um presente de natal incrível, conhecer toda aquela cultura e ser recepcionado pela família foi um momento único nossa gratidão eterna a essa maravilhosa família que compartilhou conosco o seu dia de natal, saímos de Chapadinha rumo a Tutoia encantados com o seu povo, já em Tutoia ficamos hospedados em uma pousadinha, ali foi tenso, o lugar era na beira da praia localização ótima o duro foi o quarto, logo de cara fiquei desconfiado decidi que seria melhor dormir na rede, estiquei a rede e ficou muito alta, logo pensei, vou arrastar a cama para baixo da rede que seu eu cair a noite não me quebro, arrastei a cama e surprise!!! o quarto que já não parecia limpo ficou ainda pior, era preservativo embaixo da cama,  sujeira e foi, só sabia rir mesmo, por isso a moça deixou tão barato🤔! hahahahahah
      Tutoia nos presenteou com um dos nascer do sol mais lindos que já tive o prazer de presenciar no delta do Parnaíba o astro rei se apresentou em uma imagem digna de pintura, que presente!
      Ficamos apenas um dia em Tutoia e partimos para Barreirinhas, a cidade é totalmente voltada ao turista, tem boa infraestrutura e tudo o que precisar, ficamos no Hostel da Julia bem na Beira Rio, ótima localização com barzinhos e saída de passeio dali mesmo, os passeio em Barreirinhas não chegam a ser absurdos mas para dois viajantes foi até que salgadinho, optamos por não fazer passeio todos os dias então pegamos dois passeios de meio dia para o Parque e outro passeio que durou quase o dia todo para  Caburé, os dois passeios pelo parque foram ótimos nosso sonho era realizado chegamos ao deserto com as lagoas azuis e demos muita sorte porque não era nem pra ter água nessa época, Maranhão sempre nos agraciando, a tarde fomos para a lagoa Bonita onde tivemos um pôr do sol muito bonito, de fato foi o melhor passeio, Caburé foi bem triste, a divulgação era que seria um passeio com vivência e interação com a população mas na verdade era só tirar grana de gringo, tudo caro e de pouca qualidade, no entanto muito do passeio somos nós mesmos que fazemos e escolhemos aproveitar o que já estava pago, ao contrário da outra dona que só reclamava, fizemos amizade com uns gringos italianos muito gente fina no final a mimica ajudava bastante hahahaah, nossa estadia em Barreirinhas foi muito boa, mesmo sendo uma cidade bem turística é possível encontrar comida boa e barata ali mesmo na Beira Rio, comemos todos os dias no mesmo barzinho, tinha uma costelinha de porco com barbecue divina, na última noite foi só alegria conhecemos uma galera de Chapadinha que ficaram com a gente, além de um casal Paraense muito massa foi muita surpresa boa!
      Saímos de Barreirinhas para aguardar 2019 em São Luís até porque dia 01 já era nosso voo a chegada de 2019 foi regada ao som de Raça Negra, mano Raça Negra de GRAÇA!!! foi muito melhor do que eu esperava.
      Dia 01 deixamos o Maranhão e nosso caminhos se separaram, meu amigo voltou para Curitiba e eu fui realizar o sonho de conhecer a Floresta. Essa é uma história longa… Depois do convite para o Maranhão senti que essa era a chance de conhecer a Amazônia afinal eu estava tão perto… e assim foi, Maranhão fechado fiz uma rifa para conseguir a grana para ir ao Acre, depois de fazer rifa e juntar mais uma grana cheguei nessa terra  tão rica em cultura e história, realmente o Acre é para poucos, para os merecedores, me considero muito privilegiado pelo tempo que estive na floresta, cheguei e fui direto para Capixaba participar do Encontro para o Novo Horizonte na comunidade Daimista fundada pelo Mestre conselheiro Luiz Mendes lá fui recebido como se fosse da família e no final era isso mesmo todos uma só família o que eu vivi no Acre não tem nem como explicar, mas vou tentar passar um pouco do que foi esses  15 dias por lá… Bom fiquei no evento durante 10 dias o evento que é idealizado com o intuito de reunir pessoas do mundo todo, o evento acontece a 18 anos, conheci pessoas incríveis e tive experiências únicas, lá tivemos vivência com as sagradas medicinas e convivemos com os índios Huni Kuin. Depois que o evento acabou peguei carona para Rio Branco e na metade do caminho fui convidado a ficar no Bujari Cidade vizinha, no Bujari fui recebido pela mesma família do Sr Luiz Mendes, junto com um grupo de 5 chilenos e 1 Catarinense tivemos uma casa a nossa disponibilidade onde ficamos hospedados tranquilamente, nesta mesma estadia por lá visitamos a casa de um membro da tribo Huni Kuin que nos convidou para uma seção com Nixi Pae a Bebida sagrada por eles consagrada, foi uma noite única com cantos e ritos ancestrais, a magia da floresta nos agraciou com muita coisa boa que sou eternamente grato, foi acima de tudo uma viagem ao encontro de mim mesmo que jamais será esquecido.
      Depois de toda essa magia vivida neste período segui para Porto Velho por apenas 2,50 isso mesmo, o programa ID Jovem do Governo Federal nos proporciona isso. Cheguei em Porto Velho depois de atravessar o lendário Rio  Madeira.
       
      Porto Velho - O final da Viagem estava próximo, Na verdade não pretendia ficar em P.V. a ideia era ir para Brasília, mas como viagens sempre são surpresas lá fiquei… Porto Velho foi mais uma surpresa boa, final de viagem e a grana no último, cheguei na Rodo e não consegui o bus para Brasília, não tinha jeito a opção era pegar carona ou pegar o bus para SP e ficar 4 dias ali, a grana acabando e eu não tinha lugar pra ficar, desespero batendo até que encontro uma amazonense gente fina que me indica acampar no posto de gasolina, foi o que eu fiz, cheguei e pedi pra armar a barraca no posto, ainda ganhei banho de brinde! hahahaha depois do Camping no posto fui procurar um lugar pra ficar… encontrei por 20 reais a diária eu tinha café da manhã, wifi e um quarto pra descansar ainda chorei um pouco e ganhei um desconto na última diária que ficou por 15, viva!!! Em Porto Velho busquei conhecer alguns lugares, infelizmente o complexo Madeira-Mamoré está fechado para reforma, importante ponto histórico da Capital ainda não está liberado ao público, passando por ali conheci as 3 caixas d'água considerado como marco inicial da cidade é referência histórica por ter sido o ponto de abastecimento para os primeiros colonos às margens do Madeira, descobri também que tem uma viagem de barco que parte de Porto Velho em direção a Manaus, fiquei com muita vontade de fazer essa viagem, só de pensar em ficar 5 dias no rio em meio a floresta já me encanta, infelizmente tive que deixar para outra oportunidade, outra coisa muito boa de Porto Velho foi que encontrei PF por 5,00 reais, sim meus amigos, e comida boa!!! Pelo menos não tive nenhum problema estomacal, hahahaha…
      Algumas fotos abaixo:
      Por do Sol no Delta do Parnaíba em Tutoia

      Visita no Parque Nacional Dos Lençóis Maranhenses

      Novos Amigos em Barreirinhas, Parana, Santa Catarina, Maranhão e Pará reunidos

       
      Novos amigos do Acre, outro super presente. Chile, SC, SP, MT, PR e CE reunidos.


       


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