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Saber qual o regime de alimentação que mais se adéqua ao seu perfil talvez faça TODA a diferença em sua viagem. Pode representar uma grande economia ou uma grande TRAGÉDIA. Nesta “rezenha” eu vou tentar explicar os tipos de regime.

 

Tipos de regime de alimentação:

“CM” ou Café da manhã:

Regime com café da manhã incluso. No café da manhã, há ainda duas diferenças que valem à pena o registro: Café da Manhã “Continental” e Café da Manhã “Buffet”.

O Café da Manhã Continental algumas vezes é chamado de ‘café da manhã frio’, pois a maior parte dos alimentos são frios. É um café da manhã muito simples, com pouca variedade. Em algumas regiões ele pode ser tão somente um café com leite, pão e manteiga. Algumas vezes pode incluir uma fatia de queijo ou presunto, ovos fritos e um suco. Costumo apelidá-lo de “café com pão, bolacha não”. Não espere encontrar diversidade de pães, bolos e comidas quentes.

O Café da Manhã Buffet (Bufê) é mais elaborado. Normalmente inclui frutas da época, grãos e cereais, variedade de queijos e outras espécies de frios, derivados de leite, geleias, gelatinas, sucos, ovos mexidos, salsichas cozidas com molhos, carnes secas, “waffles”, panquecas doces e salgadas, omeletes feitos com escolha de acompanhamentos na hora, papas, mingaus, cuscuz, inhame, macaxeira, batata doce e tapiocas feitas na hora (quem conhece o Nordeste sabe do que estou falando, uma delícia!). A quantidade de itens varia de acordo com a região. na Europa, por exemplo, estes bufês chegam até a terem saladas, conservas como picles, pastas, pães, torradas e pimentões, além do tradicional café, leite e chás. Não inclui água mineral engarrafada, somente se estiver servido em filtros ou jarras.

 “MAP”ou Meia-pensão:

Regime com café da manhã e jantar. Este tipo de regime de alimentação é muito conveniente para para Hotéis e Resorts centrais, pois durante o dia os viajantes poderão explorar à vontade o turismo local, passando o dia inteiro fora do hotel, almoçando onde melhor lhes convier. Quando retornarem ao hotel, e como na volta bate um cansaçozinho, poderão jantar no próprio hotel, e, muitas vezes, até curtir um show/apresentação/atração oferecido pelo estabelecimento.

Normalmente inclui bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), mas apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições.

Alguns hotéis oferecem a possibilidade de Meia-Pensão com café da manhã e almoço, ao invés do jantar, mas não é regra. Aqui vale dizer que uma refeição não substitui a outra, isto é, não se pode ‘trocar’ o café da manhã pelo almoço, por exemplo.

FAP” ou Pensão Completa:

Regime com café da manhã, almoço e jantar. A Pensão Completa é interessante para grandes Resorts, que ficam mais isolados do centro. Este regime é indicado para quem está viajando com a família ou para quem deseja curtir toda a estrutura do hotel. Estão incluídas as bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), também apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições.

“All Inclusive” ou Tudo Incluído:

Regime com café da manhã, almoço, jantar, lanche e serviços. Observem que a principal diferença deste regime para o Pensão Completa é a inclusão do lanche e dos serviços. Alguns hotéis incluem serviços como boliche, cavalgada, passeios de bicicleta, golfe, mergulhos etc. Este regime é geralmente adotado em alguns Resorts e Cruzeiros e possuem o que chamamos de ‘cardápio nomeado’, ou seja, o que não constar nos cardápios como liberados, saem por conta do viajante. Não estão incluídas ‘bebidas Premium’, como Whisky 12 anos, Vodcas e Vinhos de carta especial, além de serviços extras como SPA e salão de beleza.

A questão mais fundamental na hora de escolher o seu regime de alimentação é entender o contexto da sua viagem. Faz sentido para uma família com crianças contratar um regime All Inclusive, assim como faz sentido você contratar apenas o café da manhã se o objetivo da viagem for Gastronômico.

E aí, qual regime é o melhor para você, viajante?

Boa viagem!

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      Para fazer essa viagem, eu consegui 4 dias de folga no trabalho e eu tinha um orçamento limitado a R$ 1.200 (mil e duzentos reais), que deveriam dar para bancar todas as despesas da viagem, de passagem à alimentação.
      E assim, em Fevereiro de 2021, eu embarquei na minha primeira experiência viajando sozinho, e com um orçamento bem limitado:
        O que fiz nos 4 dias de viagem?
      Dia 01 — Vôo e Centro de Floripa
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      Foi aí que eu experimentei pela primeira vez o famoso capuccino do Starbucks, mas preciso ser sincero: não é o melhor capuccino do mundo, porém valeu a experiência.
      Café tomado, fui aproveitar a bela vista que tem o aeroporto.
      Minutos depois, chamei o Uber até o centro da cidade, pois eu queria conhecer a Ponte Hercílio Luz, que fica no centro da cidade.
      Algo que vale a pena ficar atento, é quanto às distâncias dentro de Florianópolis: tudo é muito longe e atravessar a ilha acaba se tornando muito caro.
      No print ao lado você pode ver o quanto eu paguei de Uber do aeroporto até o meu hotel, que ficava na praia de Canasvieiras, no norte da ilha.
      Se tornou inviável para mim ficar saindo todo dia do hotel e indo para o centro, já que eu tenho um orçamento bastante limitado. Mas, isso me fez ser criativo e pensar em formas diferentes de me divertir.
      Mas, voltando ao assunto: no centro da cidade, após sair do aeroporto, eu pude ver a famosa ponte e aproveitar o clima frio e com brisa única que só a cidade de Florianópolis pode proporcionar.
      Eu caminhei muito a pé, atravessei toda a ponte, andei pelo parque que fica lá próximo e desci algumas ruas para chegar até a orla, onde você pode visitar um Píer que dá vista para todos os prédios da cidade.
      Essa parte me lembrou bastante a praia de Copacabana, apesar de nesse ponto da cidade não ter praia própria para banho.
      Já eram umas 14h e decidi que era hora de ir para o hotel, pois estava morrendo de fome e queria almoçar lá perto. Chamei novamente um Uber.
      Lá eu já consegui conhecer a primeira praia e comer uma das piores refeições que já comi na minha vida (e mais caras também, preciso dizer).
      Eu sou uma pessoa que não gosta de nada que vem do mar, e em uma cidade beira mar é bastante complicado encontrar outro tipo de comida. Mas, o errado nessa história aqui sou eu, não é mesmo?
      Depois de almoçar e visitar a praia, fui direto para o hostel Innbox, onde eu fiquei hospedado. O hostel é feito de containers, super colorido e fica a uns 5 minutos de caminhada da praia de Canasvieiras. Super recomendo!
      Dia 02 — Beto Carrero World
      Eu sou completamente apaixonado por filmes de animação, e quando descobri que o Beto Carrero tinha os personagens da DreamWorks logo fui atrás de descobrir os preços do ingresso.
      Para a minha surpresa, não eram tão caros quanto eu imaginava. Consegui pegar uma promoção e paguei R$ 89 no ingresso para 1 dia de uso do parque. Neste valor já estão inclusos 3 fast pass.
      É importante lembrar que o Beto Carrero não fica na cidade de Florianópolis, muito pelo contrário, fica a quase 200 km da cidade. Para fazer esse trajeto eu contratei um transfer pelo site da decolar.com que custou aproximadamente R$ 70 ida e volta, que me pegava na porta do hotel e me deixava na porta do parque e fazia o mesmo no final da tarde.
      O transfer era compartilhado, então acabei fazendo amizade com as pessoas que estavam lá dentro e nós decidimos aproveitar o dia juntos.
      Já dentro do parque fiquei assustado com a quantidade de pessoas e o tamanho das filas. Felizmente o fast pass ajudou bastante nessa parte, já que poderíamos agendar três brinquedos pelo aplicativo do Beto Carrero.
      Foi sem dúvida um dia em que eu voltei a ser criança. Eu cantava todas as músicas, via todos os personagens e me diverti bastante nos brinquedos do parque.
      Um dos mais legais, sem sombra de dúvidas, é o Crazy River, pois ele é uma espécie de toboágua em que você vai dentro de uma bóia e passa por vários cenários do filme Madagascar.
      Dura aproximadamente 10 minutos e é uma viagem para dentro do filme. Se você for ao Beto Carrero eu super recomendo visitar essa atração.
      Dia 03 — De patinete pela orla da praia
      No terceiro dia eu decidi ficar na praia de Canasvieiras, e logo após o café da manhã aluguei um patinete no próprio hostel para poder andar por todo o bairro. Foi uma experiência muito bacana, pois eu pude conhecer várias ruas, várias praias e vários pequenos parques que estão dentro do bairro.
      Eu tinha me planejado ir de patinete até Jurerê Internacional, mas acabei não fazendo esse trajeto pois fiquei com medo de andar de patinete no meio de ruas movimentadas.
      Porém, se você for um pouco mais aventureiro vale super a pena fazer esse trajeto, já que Jurerê Internacional fica ao lado da praia de Canasvieiras e é um destino bastante procurado por quem vai a Florianópolis.
      O aluguel do patinete não é muito barato, mas sem dúvida foi uma das experiências mais legais que eu tive. Como a região é super plana, dá para andar praticamente toda de patinete e a bateria dura várias horas.
      Segundo informações do aplicativo da empresa em que eu aluguei o patinete, daria para andar aproximadamente 20 Km com ele, o que é uma distância bastante considerável, já que eu estava hospedado bem próximo à praia.
      Dia 04 — Dia de me despedir
      O quarto dia já começou cedo, pois foi dia de me despedir de Florianópolis e pegar meu voo de volta para Goiânia.
      No hostel eu consegui conhecer pessoas de todo o mundo: tinha muitos argentinos, casais do Rio Grande do Sul, de Goiás e de vários outros estados do Brasil.
      Me despedir de toda aquela riqueza cultural em que ele estava vivendo foi bastante dolorido.
      Antes de ir para Florianópolis eu tinha bastante medo de ficar em um hostel, pois nunca tinha ficado em um e já tinha ouvido relatos bem ruins.
      Mas, olha, preciso confessar que dormir em um quarto com várias outras pessoas roncando não é a melhor experiência do mundo, porém nos momentos de confraternização — onde eu pude conversar com todas as pessoas, conhecer as suas histórias e as suas características — fizeram com que todo esse “sofrimento” valesse a pena.
      Tive a oportunidade de conhecer um senhor argentino, que veio ao Brasil apenas para curtir as suas férias, e também de conhecer mochileiros que estão viajando por todo mundo e tem uma bagagem cultural riquíssima.
        Quanto eu gastei com a viagem?
      Eu sei que você quer saber quando tudo isso custou e eu não vou esconder de você. Falei todos os valores que eu gastei com essa viagem: transporte, alimentação, passagem, hospedagem e tudo mais, muito bem detalhado, no vídeo que você pode assistir abaixo.
      Eu espero muito que você tenha gostado desse texto e que ele tenha te incentivado a conhecer a Ilha da Magia. Se algum dia você for para Florianópolis, não deixe de me contar como foi a sua experiência.
      Não deixe também de clicar no aplauso ao lado desse texto, pois isso me ajuda muito a continuar trazendo mais conteúdos como esse.
    • Por Birovisky
      Além das pousadas, campings e esportes radicais que também vos "rezenharei" neste post, o que Brotas tem mais a oferecer? O famoso Lado B que tanto amo explanar em minhas "rezenhas" está aqui, passeamos pelo Parque dos Saltos (um lindo lugar, todo verde com cachoeiras e uma natureza exuberante, e sabe o que é o melhor? Tudo gratuito!!!), pelo centro de Brotas com escala na Casa da Cachaça (não se engane pelo nome, lá tem de tudo o que você ama ou poderá amar!) e um merecido descanso, unido de uma supimpa diversão no Hotel Fazenda Areia que Canta, com direito a conhecer as tais areias, praticar tirolesa, comer uma abençoada e estupenda refeição e apreciar o que Deus nos concedeu de melhor, a natureza!
       
       
    • Por TardoAventura
      Aventura na Serra da Arrábida, Setúbal, Portugal.
      1,5 Kms de adrenalina e superação até ao cume da Espantosa Serra da Arrábida!
      Seguindo a PR2 STB que é 5 estrelas a nível de sinalização!
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      Boas Caminhadas!
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