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Palmas Tocantins


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Palmas

Uma cidade bem limpa, com o transito fácil e com boas condições climáticas para visitar o ano todo.

Sugestão de roteiro:

1º dia

O grande cartão postal são as praias https://turismo.to.gov.br/icones/sol-e-praia/palmas/ todas tem estrutura. A Praia da Graciosa tem pier e ótimos bares e restaurantes como o https://www.instagram.com/donamariabeach/?hl=pt-br e o Cafe de la Music. Na Praia também é possível pegar uma canoa ou barco para ter acesso a Ilha da Canela https://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/ilha-canela/ o transporte custa em média 20 reais e inclui ida e volta. Aos finais de semana tem transporte de hora em hora. A ilha possui estrutura de bar, restaurante, banheiros e cadeiras de praia. Tenham um pouco de cuidado pois já vi arraias na ilha, em praias de rio, é bom ter cuidado. Os preços na ilha também são razoáveis um almoço em média sai por 70 a 100 reais para casal.

Depois de um dia de praia a noite tem várias bares e restaurantes, indico:

Restaurante Palazzo - https://hotelgirassolplaza.com.br/index.php/pt/servicos-pt/92-descobremais-pt/228-grupogirassois-palazzo-pt 

por 49,90 mais taxa de serviço tem entradas e sobremesas a vontade + prato principal

Vila Trancoso Food Park https://www.instagram.com/vilatrancosofoodpark/?hl=pt

várias opções de comidas, pizza, macarrão, sanduíches etc...

Smile Foods https://www.instagram.com/smillefoods/?hl=pt-br

O melhor na relação custo benefício, realmente sabem preparar pratos saborosos.

 

2º dia

O Parque Cesamar é incrível para atividades ao ar livre, tem estrutura de lanchonete e banheiros.https://www.visitbrasil.com/pt/atracoes/parque-cesamar.html

Museu Palacinho https://portal.to.gov.br/reas-de-interesse/cultura/patrimonio-cultural/museu-historico-do-tocantins/

Ótimo para conhecer a cultura e história do Tocantins, é um lugar lindo para visitar e tirar fotos.

Praça dos Girassóis, https://turismo.to.gov.br/praca-dos-girassois/

É enoooorrrmeeee tem muita coisa pra ver e registrar. Vá com tempo... é um lugar lindo.

 

3º dia 

Shoppings tem 2: http://www2.palmasshopping.com.br/ e https://www.capimdouradosc.com.br/

Se a visita for em dia terça ou sexta-feira vale a pena conferir após às 17 horas a Feira da 307 Sulhttps://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/feira-da-304-sul/ grande variedade de comidas, artesanato de capim dourado, frutas exóticas, petiscos etc...

Aos domingos, final da tarde e noite, tem a Feira do Bosque https://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/bosque-dos-pioneiros/

ótima para comer, comprar artesanato e passear.

 

4º dia

Próximo a cidade, no município de Lajeado tem a Praia do Segredo https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/praia-do-segredo-e-o-novo-destino-turistico-para-banhistas-no-tocantins-fotos.ghtml, linda e com toda a estrutura. É afastada do centro do município e acessível de carro e moto.

Na região tem também a Pousada Alto do Tocantins, http://www.pousadaaltodotocantins.com.br/, que é acessível via canoa (eles oferecem essa possibilidade de transporte) ou carro, 20 km via estrada sem asfalto. A pousada e a estrutura é ótima, não é barato mas achei que compensa.

Aproveitem a viagem!!!!

 

 

 

 

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    • Por Priscilla Pimentel
      Oi, pessoal!!
      Eu que consumo tanto as informações desse lugar, hoje decidi relatar como foi a minha expedição no Jalapão, e quem sabe assim poder ajudar também!
      Minha expedição foi de 16/06/21 a 21/06/21 – 6 dias
       
      Bom ir para o Jalapão nunca foi um sonho, inclusive tinha outras opções que gostaria de conhecer antes, mas por indicações de amigos decidi ir ao Jalapão. 
      A primeira coisa a fazer é contratar uma agência, eu pesquisei algumas, mas preferi ficar com a Jalapa Adventure, que um amigo me indicou fortemente e não me arrependo!
      Já aviso que é uma viagem roots, de difícil acesso e cara também, mas quando você chega lá, dá para entender o porquê, lá é tudo muito distante mesmo, as estradas são péssimas e o acesso não é nada fácil. 
      Todo o meu pacote fechei com a Jalapa Adventure, então foi o pacote de 6 dias e 5 noites, que incluiu entrada nos atrativos, hospedagens, café da manhã, almoço e janta, exceto as bebidas (o pacote ficou R$ 2.800,00 sendo 30% de entrada, e o restante você paga em Palmas, antes de sair para a expedição e eles parcelam em até 3x). Obs. Esse valor não inclui os passeios opcionais como Rapel, tirolesa, rafting, Morro do Espírito Santo, Morro do Sereno.
      Peguei também com a agência a meia diária em Palmas e o Uber do primeiro e do último dia. (R$ 390,00 paguei um dia antes da viagem).
      A única coisa que comprei por conta própria foi a passagem aérea (de São Paulo para Palmas R$ 1.500,00)
      Uma outra coisa importante, a agência pede o teste do COVID, pode ser teste rápido. Mas achei isso muito bom, porque você vai ficar no carro com mais outras pessoas, então é bom prevenir. (paguei no teste do cotonete 109,00). Obs. Não são todas as agências que pedem.
      A agência passou meu contato para o Uber que ia me buscar, ele me mandou mensagem antes e alinhamos mais o menos o horário que eu chegaria em Palmas.
      Sai de São Paulo às 23:50 e cheguei em Palmas às 2h. Quando cheguei no aeroporto o meu uber já estava me esperando na saída. Demoramos uns 30min até chegar no hotel em Palmas.
      No hotel fiz o check-in e fui dormir (quarto individual), a minha saída no dia seguinte seria às 8h. 
      Obs. No meu grupo, expedição de 6 dias, seria eu e mais 4 pessoas, mas como uma delas testou positivo para a covid e as demais tiveram contato com ele, tiveram que reagendar a expedição. Sendo assim, eu fui remanejada para um outro grupo, porém esse outro grupo começaria um dia depois do meu, porque a expedição deles eram de 5 dias.
       
      1ºDia - Dia Rota das Cachoeiras em Taquaruçu
      Acordei, me arrumei e desci para tomar café. O guia (Cristiano, vulgo Fifity) chegou no horário combinado às 8h. 
      Obs. Eu estava de chinelo, mas troquei por uma botinha de trilha, já que íamos caminhar um pouquinho (trilha fácil e curtinha). Mochilinha pequena, só para levar toalha, protetor, chinelo etc.
      O primeiro dia fiz a rota só eu e o guia, já que meu grupo havia cancelado. Mas foi bem tranquilo, o guia foi sensacional!
      A primeira cachoeira foi a do escorrega macaco e depois a cachoeira da roncadeira, as duas são no mesmo local, e na roncadeira você pode fazer Rapel, passeio opcional, esse eu não fiz (R$ 120,00 por pessoa). Obs. Antes de iniciar a trilhar tem banheiros.
      Ahh essa trilha é bem legal, você pode ver uns macaquinhos, macaco prego, uma graça! A cachoeira não estava muito cheia, dava para entrar tranquilo.
      Saímos dessa cachoeira direto para o almoço, que foi na Cachoeira do Evilson. Fomos os primeiros a almoçarmos, o que foi ótimo porque depois descemos para a cachoeira e estava vazia, deu para tirar várias fotos e ouvir só o barulho da natureza 😍🍃.
      Voltamos para Palmas umas 16h, fiquei no mesmo hotel que estava. Foi ótimo chegar cedo, porque eu estava super cansada, já que não tinha dormido na noite anterior.
       
      2º Dia – Lagoa do Japonês e Pedra Furada
      Saímos do hotel de Palmas às 7h. E aqui já conheci meus companheiros dos próximos dias. Um casal Nat e Caio, uns fofos. No fim toda a exposição foi em 3 pessoas + o Guia Fifity.
      Partiu rumo à Lagoa do Japonês. Demoramos em média umas 3h muitaaa estrada ruim e muito calor (mas ficamos todos os dias com o ar-condicionado do carro ligado), aproveitamos o tempo na estrada para nos conhecermos.
      A Lagoa do Japonês é maravilhosa, linda demais, uma água cristalina de tirar o fôlego. Mas já aviso se você não souber nadar, que nem eu rs, não tem como aproveitar muito, tem umas partes rasas, mas a melhor parte fica onde só vão os nadadores kkkkk. Nessa parada tem uma ótima estrutura, banheiros, restaurante com comida muito boa e ótimos drinks! Obs. Aqui na lagoa tem a tirolesa, passeio opcional (R$ 40,00 por pessoa).
      Saímos da lagoa umas 15h e partimos rumo à pedra furada... Ai meu amigo aqui começa a emoção, pensa em umas estradas que é só área fofinha, parecia que estávamos nas dunas antes mesmo de chegar, uma sensação de que o carro estava surfando 😂. Por isso é importante ir com guia, eles conhecem o caminho e sabem como conduzir o carro em todas as situações, realmente o Jalapão é bruto!
      Chegamos na pedra furada é simplesmente lindo demais... Um ponto negativo, aqui começam a filas para tirar fotos, siiimmm tem fila para as fotos, o pior é que sempre tem alguém que gosta de tirar 1000 fotos e nunca está satisfeito 😅, o ruim é que quanto mais uma pessoa demora nas fotos, mas aumenta a fila, bom tirando isso o lugar é bem legal e tem um mirante lindo do cerrado! Aqui também tem banheiro.
      Hora de partir para a pousada, mas estrada de areia fofinha e estrada de terra. Chegamos umas 18h, ficamos na pousada Águas do Jalapão. Eu simplesmente amei!! Tem piscina, tem ofurô natural, tem massagem, tem lojinha, e tudo muito limpo e aconchegante. Os quartos não são pequenos (o que eu fiquei tinham 2 camas) e tem ar-condicionado. O café da manhã e o jantar são bem servidos e com variedades de comidas. Ahh tem um bar com drinks deliciosos e vários tipos de cervejas, dá para aproveitar beem! Recomendo que provem o drink de Açai e a caipirinha de Rapadura!
       
      3º Dia - Cânion Sussupara, Prainha do Rio Novo, Dunas e chegada em Mateiros
      Sem sombra de dúvida foi o dia mais cansativo!
      Às 6:40 já estávamos tomando café. O Fifity já estava pronto, colocou gelo no cooler, limpou o carro e estava só esperando a gente para guardar as malas. Ele simplesmente madrugava, para que quando acordássemos o carro estivesse prontinho só esperando a gente!
      Às 7h saímos da pousada, rumo ao Cânion Sussuapara, esse lugar é incrível! Parece um lugar meio sagrado tem uma energia surreal, uns paredões de rocha onde a água desce, é indescritível... Esse foi um dos lugares que mais gostei! Ficamos nesse ponto um tempinho e partimos.
      A próxima parada foi no almoço. Almoçamos na comunidade rio novo, é um lugar bem simples o restaurante é pequeno, mas tem uma comida maravilhosa!! Aqui também você pode experimentar sovertes artesanais com frutas da região, recomendo! O local tem banheiros.
      Obs importantíssima: Nessa parada eu vi muitas pessoas ficarem sem almoço, como comentei o lugar é pequeno e lá funciona por reserva, ou seja, aquelas pessoas que vão sem uma agência muitas vezes não sabem disso, e chega na hora não tem reserva e ficam sem almoço.
      Saímos da comunidade direto para a Prainha do Rio Novo que fica bem pertinho... o lugar é uma delícia, passamos um tempão lá. O nosso guia Fifity sempre nos lavava para almoçar cedo e isso era ótimo porque logo após o almoço partíamos para os atrativos e que na maioria das vezes estava bem vazio, já que todos estavam almoçando ainda.  A Prainha é maravilhosa, de água calma nas margens, do meio para frente tem uma correnteza bem forte e pode ser perigoso. Obs: Aqui não tem banheiro, tem só um espaço para se trocar.
      Partimos rumo as Dunas, mas antes fizemos uma parada no Recanto das Dunas, onde tiramos fotos com a Serra Espírito Santo de Fundo, tem também a Arvore dos Desejos para tirar foto e amarrar sua fitinha 😅. Aqui também tem um bar bem legal, eu particularmente passaria o dia bebendo e vendo o cerrado. Continuamos o caminho para as Dunas, paramos o carro em um ponto e fomos andando até as Dunas, dá uns 15, 20min. Bom preciso nem falar que é lindo demais, geralmente as pessoas ficam até o sol se pôr.
      Chegamos às 18:30 na pousada Buritis do Jalapão (que fica em Mateiros) a pousada é mais simples em comparação com a anterior, mas é bem confortável e nos quartos tem tv, frigobar e tem wi-fi.
      Descarregamos as malas, nos arrumamos e saímos às 19:30 para o jantar. Jantamos no Restaurante Extremo, um lugar muito fofo, comida boa e tem drinks e cervejas! Após a janta partiu descansar, porque esse foi um dia tenso.
       
      4º Dia - Fervedouros
      Aqui começa a rota dos fervedouros!
      E o primeiro foi o Rio Sono. O nosso guia Fifity foi muito bom, ele inverteu toda a ordem dos fervedouros e com isso pegamos alguns exclusivos, siiim só para nós, e em alguns casos tinham outras pessoas, mas não estava cheio. Bom nesse primeiro fervedouro foi o que mais aproveitamos sem sombra de dúvida, ficamos mais de 1h lá (geralmente tem limite para ficar nos fervedouros de 20min, caso tenha muita gente), até chegar o próximo grupo. Fizemos vários vídeos, fotos, e aproveitamos muito! Eu sinceramente não sei descrever como é um fervedouro, é algo muito diferente do que eu já vi na vida. A água é cristalina, com uma coloração incrível, tem uma temperatura agradável, e aqui você não afunda o que foi ótimo para mim que não sei nadar kkkkk.
      Seguimos para o Fervedouro Encontro das Águas, depois Fervedouro Buritis, bom todos são lindos, o que muda é que cada um tem uma característica de coloração e a maneira que cada um deles traz a água do subsolo à tona, com maior ou com menor pressão da nascente.
      Nesse dia almoçamos no Restaurante Rio Sono, a comida é maravilhosa demais, e eles são bem caprichosos, o lugar é muito bem cuidado e tudo muito limpinho.
      Visitamos os Artesanatos da Região, aqui tem várias coisas feitas de capim dourado, comprei algumas coisinhas rsrs. Eles aceitam cartão.
      Chegamos na pousada por volta das 17h, descansamos um pouco e nos arrumamos para ir jantar.
      Saímos às 19:30 para a janta, dessa vez comemos em lugar que vendia uns espetinhos, tinham várias opções de espetinhos e tinha opção que vinha com arroz, farofa e vinagrete. Estava bem bom os espetinhos!
       
      5º Dia – Morro do Sereno, Cachoeira da Formiga e Fervedouro
      Ahhh para mim a melhor parte da viagem =D
      Dia do passeio opcional Morro do Sereno, o casal que estava na expedição comigo não foi, então eu fui alocada a um outro grupo só para fazer esse passeio.
      Acordei as 3:30, coloquei a legging, blusa de frio, botinha, mochilinha com água e barrinhas de cereal e partiu! Sai às 4h da pousada e chegamos no início da trilha 4:30. No início da trilha eles te dão uma perneira para proteger da cobra, casa tenha, te dão um bastão de pau e uma lanterna, já que ainda estava escuro. Eu sou uma trilheira iniciante e cada vez mais apaixonada então para mim foi a parte mais incrível da viagem. Aqui é uma trilha com nível de dificuldade médio, tem em média 660 degraus SUBIDA TODA VIDA, demoramos +/- 1:30h até chegar no topo. Eu particularmente não achei fácil, mas consegui subir, tem uns bancos no caminho que dá para você sentar e pegar um ar. Bom quando você chega lá em cima é muito frio, por isso leve blusa! O céu de lá é tão lindo, super limpo sem nuvens, só as estrelas e a lua, vale muito a pena! Um pouco antes do sol nascer eles montam uma mesinha, com café, chá e club social, fofo demais! Aiii o sol começou a da sua presença ilustre, maravilhoso demais, eu fiquei ali um tempão admirando e agradecendo por tanta beleza e claro tirei várias fotos incríveis, ahh lá tem uns balanços para tirar foto, lindo demaisss. Umas 6:40 começamos a descida... Eu recomendo fortemente esse passeio. Obs: Esse é um passeio opcional e você paga para o seu guia (R$ 200,00 por pessoa).
      Às 7:40 eu cheguei na pousada, encontrei com o meu grupo, tomamos café e partiu mais um dia de fervedouros. E aqui pegamos nossas malas porque nossa próxima pousada fica em São Felix.
      A primeira parada foi na Cachoeira da Formiga. É um dos pontos mais bonitos sem sombra de dúvida, a água tem uns tons esverdeados que lembram esmeraldas e a água é super transparente. O ponto negativo aqui é que estava muito cheio, foi o ponto mais cheio que pegamos. A Dunas estava cheia, mas lá é bem maior então é mais tranquilo, agora a cachoeira da formiga não é muito grande então ficam todos muito aglomerados. Aqui tem um restaurante.
      Partimos para o Fervedouro Por Enquanto. E chegamos lá estava bem vazio, só tinha um grupo que já estava de saída. Aqui tem um restaurante e foi onde almoçamos, tem sorvetes de sabores da região. Ficamos um tempão aqui, aproveitando o fervedouro só nosso e depois almoçamos!
      Depois do almoço fomos para o Fervedouro do Alecrim, lindo também. E depois fomos para a pousada em São Felix. Ficamos hospedados no Fervedouro e Pousada Bela Vista! Que pousada lindaaaa, e tem um fervedouro dentro dela, depois das 18h o fervedouro fecha para visitantes de fora e fica aberto só para quem está hospedado na pousada, você pode entrar no fervedouro a noite, de madrugada a hora que quiser!!! A pousada é maravilhosa demais, os quartos são lindos e grandes, tem restaurante e tem um bar.
      Entramos no fervedouro a noite, depois nos arrumamos e fomos para o jantar.
       
      6º Dia – Cachoeira das Araras, Rafting e Retorno para Palmas
      Último dia =(
      Nesse dia tem um passeio opcional que é o rafting, eu não fiz, como não sei nadar fiquei com medo.
      Às 7h estamos tomando café, saímos da pousada às 8h para o rio onde se iniciava o rafting. O casal foi, como eu não fiz, fui com o guia Fifity para o fim do rio, onde finalizava o rafting e lá perto tem a Cachoeira das Araras, fiquei umas 2h, que foi o tempo de terminar o passeio do casal.
      Almoçamos no restaurante que fica onde termina o Rio, mas não lembro o nome do restaurante rsrs.
      Se você não sabe nadar, pode ir ao rafting caso queira, falaram que é bem tranquilo que é um nível fácil. (Passeio Rafting opcional 200,00 por pessoa)
      Após o almoço partimos para Palmas. No caminho tem uma parada para tirar foto na Serra da Catedral.
      Chegamos em Palmas umas 17:30h, o guia Fifity nos deixou na pousada e acabou a expedição =( . Ao todo foram 1200km rodados!
      Eu não dormi porque meu voo era para às 2h da madrugada, então a agência agendou para o transfer ir me buscar na pousada à 1h...
       
      Algumas dicas importantes!!
      - Veja bem a agência que você vai contratar, como relatei teve pessoas que ficaram sem pousada e sem almoço. As vezes o barato sai caro...
      - Não vá de chinelo branco. Sério eu fui de chinelo branco e ele ficou MUITO sujo.
      - Essa dica aqui é meio que opcional, leve uma escovinha pequena para lavar o chinelo na hora do banho e uma bucha de banho para lavar o pé, sério o meu ficou muiiito sujo kkkk.
      - Leve TUDO, absolutamente TUDO, que você possa precisar de uma farmácia/perfumaria. A farmácia no jalapão tem quase nada! Ou seja, leve remédios (eu levei remédio para dor de cabeça, para estomago, para cólica, para alergia e para enjoo porque passamos muito tempo dentro do carro e pode precisar) e produtos de uso pessoal.
      - Leve uma blusa de manga longa, a noite no jalapão faz um friozinho.
      - Se for fazer o passeio opcional das trilhas, leve um tênis e prefira ir de legging, porque a saída é de madrugada é faz frio.
      - Não vá de mala de rodinha, prefira mochilas ou mochilão. Isso porque o carro balança muito durante toda a expedição, então pode acabar danificando a mala, sem contar que é difícil colocar 5 pessoas e mais 5 malas de rodinha em um carro, mesmo sendo 4x4.
      - Nos fervedouros não pode usar protetor solar ou repelentes.
      - Não precisa levar muitas toalhas, eu levei duas e que acabei usando só nos passeios, todas as pousadas tinham toalhas.
      - Se você pretende ir sem agência, PLANEJE MUITO BEM ANTES. O Jalapão não é um lugar de fácil acesso, e é só estrada ruim, não tem sinal de celular e acho que nem oficina de carro tem rs! Então pense bem, principalmente se você não tem experiência. Eu mesma não iria por conta própria kkk.
      - Agende seu voo com um dia antes da saída expedição e um dia depois do fim da expedição, ou com boas horas de folga. Isso porque vimos um carro de uma agência que quebrou no último dia da expedição deles e o voo do grupo saia de madrugada, ou seja, eles estavam desesperados com medo de perder o voo. Melhor ter uma folga e não correr o risco, além de que você tem um tempo para descansar e em palmas tem algumas coisas para aproveitar também!
      - Leve dinheiro em espécie, muitos lugares não aceitam cartão, inclusive para os passeios opcionais.
      - Não jogue lixo na rua ou no cerrado, vi alguns lugares com garrafa de cerveja e papel jogado, muito triste ver isso. Vamos fazer um turismo consciente e ajudar a preservar a natureza!
      - Leve sacolas plásticas, para colocar o chinelo quando terminar a expedição, colocar biquínis ou roupas sujas, ou para jogar seu lixo durante as viagens.
      - Leve sapatinha aquática, para usar nas cachoeiras e na lagoa do japonês.
      - O sinal do celular não pega no Jalapão, só em alguns restaurantes ou pousadas que tem wi-fi.
      - O Jalapão pode ser visitado durante todo o ano. Mas dizem que de maio a novembro é a alta temporada.
      - Não tenha medo de ir sozinha(o), eu fui e foi muito tranquilo mesmo!
      - VÁ DE CORAÇÃO ABERTO e não espere luxo ou grandes estruturas
      - O Jalapão é um dos lugares mais lindos que já visitei.
       
      Se o Jalapão não está na sua lista de desejos, eu recomendo COLOQUE!
      Bom tentei relatar o máximo possível, mas são tantos detalhes kkkk, caso tenham dúvidas, podem me mandar mensagem, ficarei feliz eu ajudar!
       
      Eu fui com a agência Jalapa Adventure, mais que recomendo eles! Inclusive vou voltar ao Jalapão em breve e quero fazer Chapada das Mesas também, tudo com eles kkkk
      Instar: jalapaadventureoficial
      Telefone: (63) 99953-0606
       
      Meu instar caso queiram ver algumas fotos: prihmp
      Ou então só jogar na internet o nome dos lugares, vocês vão ficar encantados! 😍🍃
       
    • Por Mônica Ferreira Lima
      Gente, se querem conhecer um lugar ainda isolado, com águas cristalinas e visual lindo, com fácil acesso, é lá. Cachoeiras, rafting, caminhadas, tudo bastante simples. Inclusive a hospedagem, mas com muito carinho e atenção. Ainda por cima, conhecemos a cidade histórica de Natividade. Show!




    • Por guilhermenavarro
      Duração: 7 dias, passando a primeira e a última noite em Palmas.
      Veículos: Duster 1.6 (Movida), Renegade 1.8 (Unidas). 09 pessoas.
      Acesso aos atrativos sem carro 4x4: Ao fim do texto há uma lista dos atrativos visitados e especificações sobre o acesso.
      Época do Ano: Fim da estação chuvosa, início da estação seca. Caíram apenas algumas gotas de chuva durante a semana.
      Roteiro básico: Palmas – Ponte Alta – Mateiros – cidade de Rio da Conceição – Pindorama do Tocantins – Palmas. Foram percorridos cerca de 1200 km.
      Custo por pessoa: cerca de 800 reais + passagem aérea. O valor total da viagem foi contabilizado e dividido entre as 09 pessoas do grupo pelo aplicativo Tricount. Nesses 800 reais considera-se quase tudo o que foi gasto, inclusive passeios, camping, hostel, almoços, aluguel de carro e combustível.
       
      Domingo, 29/04. Palmas, Praça dos Girassóis, Praia da Graciosa, Hostel Aconchego.
      Aluguel de Veículos
      Alugamos a Duster pela Movida. Foi pago 926 reais pelos 7 dias; a Movida não oferece franquia reduzida, sendo que o valor é de 1800 reais e caso o dado ao veículo seja menor do que esse, paga-se o valor do concerto. Me ofereceram seguro contra terceiros, seguro contra pneu furado e vidros, porém não achei nenhum deles vantajoso.
      O outro veículo foi alugado na Unidas, lá eles oferecem o Renegade. Há uma vantagem: a franquia reduzida, que aumenta o valor do aluguel, porém a franquia fica por 500 reais. O valor total pago pelos 7 dias foi de 1400 reais.
      Mas porquê a busca pela franquia reduzida? Já prevíamos que as estradas de terra, pedra e areia fossem danificar esses veículos, especialmente o Renegade, que é mais baixo e que não possui um local feito pra que se amarre a corda ou cinta pra viabilizar o reboque. A Duster possui um ferro com um furo no meio, tanto na dianteira como na traseira que facilita muito o reboque.
      Porquê não alugar uma 4x4? É simples, em Palmas o valor da 4x4 era quase 5 vezes maior que o da Duster e do Renegade, por volta de 4.500 reais durante o mesmo período de uma semana.
      Conhecendo Palmas
      Cheguei em Palmas cerca de 06 horas antes do resto do grupo, aproveitei pra conhecer a cidade, apesar de não achar muita coisa pra se fazer por lá.
      Conheci o Palácio do Araguaia, de fato bem bonito. Próximo a ele ficam dois monumentos em homenagem a Luis Carlos Prestes e à Coluna Prestes.
      Após o passeio cultural, achei legal ir conhecer as praias que margeiam o Rio Tocantins. Elas em geral são cercadas por uma rede que impede a entrada das Piranhas (ainda bem hahaha). Conheci a Praia da Graciosa, é simpática, mas não é grande coisa; pude me refrescar enquanto esperava o resto do pessoal.
      A cidade de Palmas parece uma USP gigante, pra quem conhece a Cidade Universitária... São inúmeras rotatórias e avenidas. As avenidas se estendem por muitos quilômetros, não há trânsito, é uma cidade planejada.
      Hospedagem
      Ao fim da tarde, fui atrás de um lugar pra ficarmos a primeira noite em Palmas. O primeiro lugar que fui, adorei! É o Hostel Aconchego (foto 1).
      Fiz o percurso entre o Aeroporto e o Hostel em cerca de 25 a 30 minutos. O lugar é bem bonito e aconchegante (hahaha é verdade), há uma rede do lado de fora, cadeiras e mesinhas. Do lado de dentro é muito limpo e organizado. Pagamos por volta de 40 reais por pessoas, com direito a um ótimo café da manhã – com uma série de ingredientes locais, um suco de Cajá maravilhoso, goiabada... meu deus hahahaha – e as ótimas dicas e conversas com a Ariela, moça que nos recepcionou no Hostel. Gostamos tanto do local que passamos nossa última noite lá, novamente

      Foto 1: Em frente ao Hostel Aconchego, com a Ariela (a esquerda).
      Feira Local
      A nossa janta foi numa feira local, pra mim o melhor lugar de Palmas. Pudemos encontrar muita comida boa e barata, além de artesanato feito com o capim dourado – num preço muito mais em conta do que se encontra no Jalapão.
      Na feira há muitos tipos de caldos, um que é muito bom e local é o Caldo de Chambari (R$ 7,50) (foto 2). Nós gostamos também de um prato que chama Jantinha, onde vem MUITA carne picada, arroz e feijão tropeiro (R$ 10,00).

      Foto 2
      Vale lembrar que passamos em um supermercado e garantimos mantimentos pra quase toda a viagem... muita água, miojo e pão! Hahahahah
       
      30/04 Ponte Alta – Dunas do Jalapão (Antes de Mateiros), via TO-255.
      Passeios do Dia: Cachoeira do Lajeado.
      O café da manhã no Hostel começava as 07. Saímos um pouco tarde, por volta das 09 horas de Palmas, uma vez que paramos numa loja de pesca pra comprar fogareiro.
      Fomos em direção a Ponte Alta, lá abastecemos o carro e seguimos sentido Mateiros pela TO-255. Quando falo o nome das estradas, não é porque está indicado, mas só pra vocês acharem elas no Google haahha
      A ideia inicial era ir para a Cachoeira da Velha, a 30 km da estrada principal, e terminar o dia nas Dunas, a 6 km da estrada principal. Não sabemos se carro sem ser 4x4 chega a Cachoeira da Velha, por ser muito longe deixamos de ir. Em relação as dunas, os 6 km seriam feitos a pé, não fosse a pick up que nos ofereceu carona na caçamba.
      Há um camping em frente à entrada das Dunas, cuja diária é 25 reais por pessoa. Passamos a noite por lá. Eles servem almoço, deve ser em torno de 30 a 35 reais, porém ficamos com o nosso miojo... o moço disse que seria complicado fazer a janta, pois não havíamos avisado que iríamos jantar lá, e então ele teria que matar a galinha ainda... ok né
      De fato, o que fizemos foi ir a Cachoeira do Lajeado (Foto 3), chegamos lá com certa tranquilidade sem carro traçado, além do fato do caminho até ela ser curto. A cachoeira é mais legal do que as fotos que vimos pela internet, talvez as pessoas tenham ficado apenas nas primeiras quedas.... Há uma pequena trilha, que qualquer pessoa com básico preparo físico consegue fazer e chegar no poço da cachoeira, onde há a maior queda.

      Foto 3
      Terminamos o dia na frente das dunas, porém chegamos após o anoitecer. Atolamos algumas vezes, a maioria delas bastava alguém empurrar pra desatolar. Em um dos casos, um guia que passou com turistas numa caminhonete 4x4 nos salvou! 😃
      O camping em questão era o da Dona Benita (Foto 4). Senhora muito simpática, com uma ótima cachaça 51 com Jalapa, uma batata da região.

      Foto 4: A cachaça fez efeito
      Tempo de Viagem Palmas-Ponte Alta-Dunas
      Não consigo lembrar exatamente quanto tempo demoramos no percurso Palmas-Ponte Alta-Dunas, o que é certo é que curtimos uma cachoeira ótima (por cerca de 2 horas) no meio do caminho, e que saímos de Palmas as 09 horas da manhã e chegamos nas dunas por volta das 19 horas da noite.
      Condição das estradas
      A estrada de asfalto que liga Palmas a Ponte Alta é ruim. Por vezes é um tapete, do nada há tantos buracos que você tem que escolher o menor e passar por cima. Tem que ir de vagar.
      A estrada que liga Ponte Alta a Mateiros passa pelo acesso a Cachoeira da Velha, pela Cachoeira do Lajeado, e pelas dunas é a pior do Jalapão, complicadíssimo para carros não traçados.
      Apenas pra explicar o que torna essa estrada (TO-255) complicadíssima: Os carros atolam quando passam pela Areia (foto X), pelo menos na época seca o problema não é lama. Além disso há inúmeras pedras e verdadeiros blocos na pista. Em um dos trechos, há um morro, onde passar por ele é tão complicado que colocaram um pouco de asfalto nesse trecho; o problema é que há tantos blocos antes do asfalto, e um degrau tão grande entre o asfalto e a pista de “terra” que tivemos que fazer uma força tarefa pra melhorar a pista e os carros passarem (fotos 5 e 6).

      Foto 5

      Foto 6: Haviam blocos de pedra muitos grandes logo antes de um pequeno trecho asfaltado, exatamente pelo relevo ser íngreme nessa porção da rodovia que liga Ponte Alta a Mateiros.
       
      01/05 Ponte Alta – Mateiros, via TO-255.
      Passeios do dia: Mirante do Espírito Santo, Cachoeira do Formiga.
      Para ver o nascer do sol no Mirante do Espírito Santo, saindo das dunas, acordamos 03:30, desmontamos as barracas, e saímos do Camping as 04:00.. 04:20. Atolamos algumas vezes logo após a saída do camping hahahaha, chegamos rapidamente ao acesso da trilha.
      Sem carro 4x4 não vale a pena pegar essa acesso, mas sim estacionar na própria estrada principal e percorrê-lo a pé, é muito curto.
      Não sabíamos disso, fomos de carro e a Duster atolou (foto 7); o Renegade conseguiu voltar e ficou pela rodovia.

      Foto 7: Duster atolada no acesso à partir da estrada principal para a Trilha do Mirante do Espírito Santo.
      Abandonamos o carro (Foto 8 ) no acesso. A trilha é bem pesada, porém curta. É pesada pois é muito íngreme.

      Foto 8: O carro acima, na rodovia principal é o Renegade. No meio do caminho é a Duster, atolada. Na parte inferior da imagem, estão os carros das agências de turismo. Um moço nos salvou ao nos desatolar! 😃 
      Suponho que a tenha subido em cerca de 30 minutos, parei pra descansar algumas vezes. É importante levar lanterna. É possível demorar muito mais do que 30 minutos pra fazer essa subida, é necessário estar em boa forma.

      Foto 9: O nascer do sol é mais bonito pra quem tá atolado ahahahha não nos rendemos à mafia da 4x4

      Foto 10: descida do Mirante do Espírito Santo

      Foto 11: Outra vista da mesma trilha... parece que a descida da Serra do Espírito Santo é mais bonita do que a vista do mirante em si...
      Lá em cima há a possibilidade de fazer uma outra trilha, de mais 3 km, onde se tem acesso a outra vista – das dunas e a erosão que dá origem às dunas. Não sabemos se é legal ou não, descemos rapidinho pra pedir ajuda a alguma caminhonete 4x4!
      Após desatolar, fomos rapidinho pra Mateiros, reabastecemos o tanque (gasolina por R$ 5,60, em Palmas é R$ 4,60). Fizemos breves reparos no parachoque, com enforca gato... pois descobrimos que alguns parafusos caíram, e um pedaço quebrou – isso nos custou ao fim da viagem R$ 500,00.
      Em Mateiros achamos uma Padaria, lá comemos demais, e gastamos de menos! O pão na chapa era 1 real, café 1 real... coisa assim... tinha suco de laranja, bolo, tudo muito ótimo!
      Partimos pra Cachoeira do Formiga, sentido São Felix, que fica mais a norte. A estrada (TO-247) que liga Mateiros a São Felix é, como quase todas, de terra. Seu estado é incomparavelmente melhor do que a que liga Mateiros a Ponte Alta.
      Na Cachoeira do Formiga o esquema é R$ 30,00 camping + cachoeira. Só a cachoeira fica por R$20,00. Acampamos por lá mesmo. Curtimos a Cachoeira o resto do dia... almoçamos por lá, mas isso não vale a pena: R$ 35 reais por pessoa, não veio tanta comida assim.
      O legal dessa cachoeira é que não há limite de tempo, nem de pessoas. Boa parte do tempo ficamos lá sem ninguém mais. Pudemos inclusive aproveita-la de noite, pois há uma luz no local!
      O camping é meio precário, mas foi tranquilo. Não tivemos coragem de usar o chuveiro com shampoo e sabonete, pois isso iria diretamente para um córrego. O som da cachoeira durante a noite é ótimo.

      Foto 12: Cachoeira do Formiga

      Foto 13: Cachoeira do Formiga

      Foto 14: Cachoeira do Formiga
      02/05 Nascente(“fervedouro”) Buritizinho, Ceiça e Dunas.
      Acordamos ainda na Cachoeira do Formiga, desmontamos nossas barracas e partimos pro Buritizinho, posteriormente para o Ceiça e terminaríamos o dia nas dunas. O acesso aos dois fervedouros é tranquilo sem carro 4x4.
      O fervedouro do buritizinho é pequeno, a água é muito transparente. Vê-se ao fundo a água “ferver”. Paga-se R$ 15 ou 20,00... pudemos ficar lá um bom tempo, só tinha um casal fora o nosso grupo. Tem um rio bem legal lá também, a água é bem límpida.
      Minha opinião pessoal em relação aos “fervedouros” é que eles na verdade são nascentes, muitas vezes devem cavar pra que se faça essas piscinas – apenar de chamarem por fervedouros, na verdade a água não é quente, é apenas uma nascente. O do buritizinho é pequeno, mas dá pra nadar um pouco e rende boas fotos.
      Partimos pra nascente do Ceiça, é mais legal que o Buritizinho, porém bem mais cheia. R$ 20 reais, 15 minutos... Parte do grupo nadou lá, parte do grupo nadou no riozinho do lado de grátis ahahhaha
      Acho que vale muito a pena quando vazio!
      Almoçamos em Mateiros, num restaurante logo ao lado de um mercadinho! Foi bem barato... algo em torno de 15 reais, foi ótimo.
      Partimos pras dunas umas 15:00, chegamos ao final da tarde, nenhum atolamento no caminho ahahha.
      Fomos começar nossa jornada de 6 km pra ir a pé, 6 km pra voltar. Parte do nosso grupo conseguiu uma carona numa caminhonete de um guia muito simpático, o passeio na caçamba foi muito melhor do que dentro de qualquer carro... que visual (foto 15).

      Foto 15: Eunuco e Juru divando da caçamba... nem precisou descer pra tirar foto
       
      Pra voltar das dunas, os guardas do parque deram carona pra todo mundo!
      As dunas (foto 16) devem ser visitadas mais cedo, desde o começo da tarde até o final da tarde. Há uma série de lagoas ao fundo que podem ser visitadas, não tivemos tempo. Além do que, as próprias dunas já são muito impressionantes!

      Foto 16: Pinga divando nas dunas. Serra do Espírito Santo ao fundo.
      Descemos das dunas e pensamos se íamos dormir novamente no camping em frente. Decidimos ir pra Mateiros e acampar na pousada e camping Toinha. O preço foi R$ 20,00 por pessoa.
      03/05 Serras Gerais: Viagem para Dianópolis e Rio da Conceição. Passeios: Lagoa da Serra
      Partindo de Mateiros, saímos pela TO-247 sentido Pedra da Baliza, já na fronteira com a Bahia. Ao chegar lá viramos a direita na BA-458 sentido Panambi. Passamos por um infinito latifúndio, monocultura: soja.
      Uma estrada não assinalada no mapa do Google, perfeitamente asfaltada, nos levou diretamente para Dianópolis. Em Dianópolis deve-se abastecer o carro, pois não há posto de gasolina em Rio da Conceição. Entre Dianópolis e Rio da Conceição é cerca de 30 minutos. De Rio da Conceição a Lagoa da Serra, mais 1 hora. Apesar de termos saído cerca de 08:00 da manhã de Mateiros, só chegamos na Lagoa da Serra 15:00.
      Uma grande confusão foi criada na internet, em vários lugares a Lagoa da Serra foi citada como sendo a mesma que a Lagoa Bonita. Deixo claro que são lugares diferentes. Vale-se ressaltar que a Lagoa Bonita está fechada.
       A Lagoa da Serra (Foto 17) fica na cidade de Rio da Conceição, seu acesso é possível sem carro 4x4, e em seu estacionamento vimos vários carros de passeio comuns.
      O lugar é muito bonito. A água é bem transparente, e a visão da serra é impressionante.

      Foto 17: Galerinha na Lagoa da Serra. O Stand-Up foi emprestado por uma moça muito legal, dona do Restaurante Quintal da Serra e de uma agência de turismo em Rio da Conceição. Ela aluga Stand Up, e acho que vale muito a pena!

      Foto 18: Capa de disco
      Por fim, apesar de não haver nenhuma placa em nenhum lugar, tivemos que pagar 20 reais por pessoa por ficar na Lagoa da Serra.
      Achamos um PF de 12 reais em Rio da Conceição, ótimo. Ao lado dele ficamos na Pousada Brandão, o dono chama Márcio e me deu várias dicas. Negociamos o valor por estarmos em 9... queríamos acampar exatamente pra abaixar o valor, ele nos fez um desconto e pagamos 35 reais ao invés de 40!
      04/05 Viagem pra Pindorama do Tocantins, Passeios: Cachoeira da Fumaça e Lagoa do Japonês
      Partimos de Rio da Conceição por volta das 09 da manhã. Tomamos café da manhã numa padaria onde tudo era muito barato... café 1 real, pão na chapa 1,50...
      Após uma hora de viagem em estrada de chão, chegamos à Cachoeira da Fumaça (foto 19); pra achar o local exato perguntamos numa casa, antes de uma ponte. Não há placas.
       
      Foto 19: A cachoeira da Fumaça tem uma queda bem alta, muito forte. Não é possível nadar nela, apenas em partes do rio um pouco mais acima. É bem bonita, tem um arco-íris permanente. É uma parada rápida durante a viagem.
      Voltamos à estrada em direção a Pindorama, numa única bifurcação pegamos a esquerda, não há placa. Chegamos lá por volta das 14:30. Comemos um PF barato de 12 reais, partimos pra Lagoa do Japonês.
      O caminho entre Pindorama do Tocantins e a Lagoa do Japonês é relativamente bem sinalizado e simples. Todo mundo conhece, basta perguntar caso seja necessário.
      É um caminho de 30 km entre a cidade e a lagoa. A partir de certo momento a estrada passa por uma pequena serra, muito íngreme.
      Alguns córregos são cortados no meio do caminho, tanto a Duster quanto o Renegade desceram sem maiores dificuldades.
      Durante a descida me questionei se os carros subiriam, mas subiram tranquilamente. Inclusive no estacionamento da Lagoa do Japonês havia: HB-20, Civic, uma Mercedez esportiva. Não me perguntem como esses carros chegaram lá, eu não sei... ahahhaha

      Foto 20: Lagoa do Japonês

      Foto 21: Lagoa do Japonês

      Foto 22: Lagoa do Japonês

      Foto 23: Há uma caverna na Lagoa do Japonês

      Foto 24: Júlio dentro da Caverna; é possível entrar em partes que não estão submersas.
      Atrativos e Acessos sem 4x4 (não traçados):
      A ordem é de acordo com o nosso roteiro;
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Cachoeira do Lajeado
      Chegamos sem maiores problemas até a cachoeira, é um acesso a partir da rodovia principal. É sinalizado.
      Há um córrego que passa em terreno bem arenoso, fui andando antes do veículo para saber se afundava; não afundava.
      Na época das chuvas as condições de acesso podem mudar.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Serra do Espírito Santo
      Não entre na estradinha de acesso à trilha sem veículo 4x4. Estacione na estrada principal que liga Ponte Alta a Mateiros e ande até o início da trilha, deve ser cerca de 300 metros.
      Estrada Mateiros São Felix: Cachoeira do Formiga
      Chega sem veículo 4x4 pois há uma parte da estrada mais recente, onde os veículos passam com tranquilidade.
      Não vá pelas partes onde há areia, é possível evita-las com tranquilidade.
       
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Buritizinho
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Ceiça
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Dunas
      Estacione na entrada da rodovia de acesso. Só chegam até as dunas veículos 4x4. Você pode dar a sorte de pegar carona em algum  veículo 4x4 que passe pelo caminho.
      São cerca de 4 km para ir, 4 km para voltar.
      Na volta é quase certeza que os guardas do parque forneçam carona.
      Cidade Rio da Conceição: Lagoa da Serra
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade, ao menos na época seca.
      Cidade Pindorama do Tocantins: Lagoa do Japonês
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade. Porém é ideal que o veículo seja alto, é necessário cruzar alguns córregos no caminho.
      Vi um HB 20, um civic, e uma Mercedez esportiva no estacionamento do local, eu não sei como eles chegaram, mas sei que é possível.
      Estrada entre Pindorama do Tocantins e Ponte Alta: Pedra Furada
      Há uma estrada de acesso, sinalizada, para a pedra furada. Tem bastante areia e é preciso tomar cuidado para não atolar.
       
    • Por dudavalenca
      Oi gente,
      Estou deixando meu relato sobre uma experiência incrivelmente vibrativa que tivemos no Jalapão. O lugar é repleto de maravilhas, limpo, e com uma energia sem igual!
      Quero também expressar nossa gratidão ao Marcos Tinoco.. sério, guardem esse nome pois tenho certeza que ainda vão ouvir muito por aí, muita confiança e parceria. Nos proporcionou momentos tão únicos, melhor viagem de nossas vidas. Guia que se torna um membro da família, me senti em casa, ele planeja toda a viagem de uma maneira exclusiva e especial! só tenho a agradecer, e INDICO DE OLHOS FECHADOS. 
      Deixo aqui o meu até breve, de coração ❤️🌻🍀✨ @maduvalenc








    • Por Alexandra Tiengo
      Olá, estou planejando uma viagem para a chapada das mesas e gostaria de saber quais as formas de chegar em Carolina através do aeroporto de Palmas, também estou procurando informaçoes sobre passeios em Palmas e Carolina, se tiverem sugestões, agradeço.
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