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Ana Caroline Cunha

ESCÓCIA: roadtrip com uma campervan durante 7 dias (outubro 2018)

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Olá! Como vocês estão?!

No final de 2018 eu estava morando no Reino Unido, mais especificamente em Londres. Em Outubro eu e meu ex namorado começamos a procurar algo para fazer nas férias dele. Foram várias análises, possibilidades, roteiros, até que concordamos em ir para a Escócia com um casal de amigos dele. Organizamos a viagem mais ou menos uma semana antes de ir e foi um estilo novo e diferente de tudo que eu já tinha feito: iríamos passar uma semana dormindo em uma campervan.

Vou compartilhar com vocês todos os detalhes dessa viagem que foi a maravilhosa troca que acontece entre culturas, já que meus parceiros desses dias eram todos Australianos e para eles tudo era muito normal. Já eu, fui inserida em um ambiente completamente novo.

Algumas informações gerais:

  • Viagem realizada em outubro de 2018
  • A nossa saída foi de Londres
  • Passamos 7 dias
  • Não gastamos com hospedagem, nós 4 dormimos em uma campervan, que eu já contei aqui nesse post como foi a experiência
  • Vou colocar os valores em Libra gastados em 2018, com a variação cambial é muito difícil converter para real (principalmente agora, com esse vírus solto por aí e dificultando a vida de quem ganha em real kkkkk). Na época, eu lembro que fiz o cálculo e o resultado foi cerca de R$ 1.500,00!!!!

Eu estava muito resistente a essa viagem por vários motivos, mas ao final foi uma das experiências mais legais que eu tive e abri muito minha mente :)

Vamos ao meu relato dos dias na Escócia?

Eu saí de Londres em um ônibus noturno até Edimburgo, custou 37,70 libras ida e volta. Fomos com a empresa National Express, é cansativo passar a noite no ônibus, quase não dormi mas é a forma mais barata de transporte. Nossos amigos foram de trem, a viagem é de 4h e muito mais cara.

Chegamos em Edimburgo cedo e os outros só chegavam meio dia, então tínhamos a manhã livre para turistar até encontrá-los e ir buscar a campervan.

Essa foi a primeira vez que cheguei em um lugar sem absolutamente nada definido, foi bem engraçado. Já peguei um desses mini guias que estava distribuído na rodoviária.

DIA 01 - EDIMBURGO E ST. ANDREWS

Como chegamos de manhã cedo, fomos logo procurar um lugar para tomar café da manhã. Se tem algo que eu amo no Reino Unido, são os cafés da manhã estilo inglês/europeu. Achamos um lugar bem recomendado pelo aplicativo Yelp e depois de encher a barriga, saímos andando por Edimburgo.

Eu simplesmente AMEI essa cidade. É uma capital com todas as características esperadas de um país antigo, mas muito mais aconchegante sabe? Não é aquela loucura de cidade grande como Londres. Conseguimos fazer tudo a pé, carregando as mochilas nas costas haha

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Fomos andando por vários monumentos até chegar ao castelo. Não entramos porque custava mais de 17 libras e não podia entrar com mochilas grandes, fica para a próxima. Era bem grande e parecia ser interessante.

Uma segunda coisa que descobri para visitar em Edimburgo, eram referências de Harry Potter. Dei um Google e descobri que estávamos perto de várias! Tem o cemitério que deu nome a alguns personagens da série como Tom Riddle, duas cafeterias que dizem que J.K. Rowling escreveu os livros, entre outros. Com tempo na cidade, tem os "free walking tour" direcionados a esses pontos. Essas são promovidas a pé, por guias locais, de forma gratuita, mas que ao final espera-se uma gorjeta ao guia de acordo com o trabalho realizado.

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Com o fim da manhã, encontramos nossos amigos e pegamos a Campervan. Paramos no mercado para fazer as compras e seguimos para St. Andrews. Essa é uma cidade costeira que é referência em golfe e tem a famosa universidade em que o príncipe William e Kate se conheceram. Andamos um pouco por lá pela universidade, pelo castelo que tinha acabado de fechar e seguimos até o pier.

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Como o dia já estava praticamente no fim, seguimos dirigindo até Perth. Chegamos a noite, encontramos um estacionamento público apropriado para passar a noite e jantamos pizza.

Acabamos não vendo nada em Perth, infelizmente porque parece ser uma cidade bem fofa! Apenas dormimos porque estávamos todos exaustos.

DIA 02 - ROADTRIP ESCÓCIA

Esse foi o dia que começamos a fazer trilhas pelas Escócia.

Acordamos, tomamos café e seguimos para Dunkeld, mais especificamente uma trilha chamada The Hermitage. No outono, as folhas caídas e o cenário alaranjado me impressionou. Essa é uma trilha curta, cerca de 30 minutos e muito fácil, mas por paisagens lindas. Uma caminhada tranquila, que fizemos até com chuva durante o trajeto mas recomendo a parada.

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IMG_8262.thumb.jpg.d0f1b7619266e70bc3bc34fab0b0f7d8.jpg

Não muito longe, seguimos para a segunda parada do trajeto, chamada Faskally Forest. Essa é uma que não recomendo tanto. É para ser uma floresta encantada, então a noite e com crianças deve ser bem divertido pois tem um show com luzes e música.

Fizemos mais uma caminhada circular e seguimos para Inverness. Gostaria muito de ter passado uma noite nessa cidade, ela é um pouco maior e é uma delícia! Entramos apenas na igreja St. Andrews, porque nosso objetivo era visitar o Lago Ness nesse dia também. Vale citar que caso não esteja planejando um roteiro como esse de campervan, Inverness é a cidade mais perto do monstro do Lago Ness hahaha

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IMG_0434.thumb.JPG.46a3ea77407f01b547d15ef2de6ce314.JPG

Seguindo nosso caminho, cometemos um grande erro. O Loch Ness é um lago enorme, com mais de 30 km de distância. Quando já estávamos no meio dele, percebemos que pegamos a estrada errada! É possível ir pelos dois lados e em um deles é possível pegar um passeio de barco, visitar o Castelo Urquhart, entre outras atrações turísticas. Mas no lado que estávamos, não tinha nem espaço para parar!

Quando percebemos o erro, iríamos perder muito tempo para voltar todo o caminho, então continuamos até encontrar algum lugar para parar e pelo menos chegar um pouco mais perto do Lago:

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IMG_8299.thumb.jpg.2c717efd083bbef36526caec23d66ebf.jpg

Decepcionados e com o fim do dia, seguimos mais um pouco até encontrar o Eilean Donan Castle. É muito bonito e demos a sorte do sol estar se pondo, criando um clima bem gostoso e compensando um pouco o que perdemos na parada anterior. Não entramos no castelo, até porque tinha acabado de fechar, mas essa é uma opção também.

 

IMG_8444.thumb.jpg.d8e3f50f2f69a01c17102c3a1d6a4dfd.jpg

Chegou a hora de seguir até encontrar um lugar para dormir e foi a noite que paramos ao lado da rodovia, em frente a um cemitério hahaha. Cozinhamos nossa janta embaixo de chuva e vento, dormimos cedo.

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DIA 03 - ISLE OF SKYE

No terceiro dia, entramos oficialmente na Isle of Skye. Começamos parando na Sligachan Old Bridge, que foi uma sugestão minha. Estava chovendo, então paramos rapidinho só para umas fotos. É bem bonito ao redor, se não tivesse chovendo daria uma caminhada mais longa.

IMG_8519.thumb.jpg.30601e320ed7dc29ce02c5b37876e3d5.jpg

Continuamos até Old Man Storr, a primeira trilha maior do roteiro. Foram 2h, cerca de 4.5 km e a grande dificuldade do percurso foi a chuva, vento e frio, mas a vista compensou do mesmo jeito. A trilha é muito bem demarcada e aberta, não tem como se perder e não tem segredo. Só seguir o caminho!

IMG_0459.thumb.JPG.04d1cb761c01229c3e224d9a7c0f3c52.JPG

Lembrando que o casaco GG impermeável foi um patrocinio do meu ex namorado hahahaha

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Quando terminamos a trilha, fomos até Kilt Rock and Mealt Falls Viewpoint, que é uma cachoeira caindo no mar e o vento quase me deixou sem celular! Hahaha. O estacionamento é super perto desse mirante, então não tem segredo! Fácil acesso, com uma paisagem incrível. Além disso, tem umas pegadas de dinossauro que foram encontradas por lá e estão sinalizadas :)

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IMG_8631-1.thumb.jpg.bea0855de44ec26b7eb5bfd39a346181.jpg

A segunda trilha do dia foi a chamada Quiraing. Como já estava mais tarde, o vento estava ainda mais intenso. Novamente parecia que eu ia ser carregada e em vários lugares tivemos que ser bem cautelosos. O total é 6.8km, mas a gente não fez tudo porque as condições climáticas não estavam boas, andamos por cerca de 2h novamente. Se tivéssemos chegado um pouco mais tarde, provavelmente nem seguiríamos o percurso, o vento estava MUITO forte.

IMG_8638.thumb.jpg.6c7b99169144d0ed02db7d930ca9927d.jpgQZPV0979.thumb.JPG.8c353b319bf14d9f272ccfea24cfae9c.JPG7077077_IMG_8670(2).thumb.JPG.b4cdf94a48d3c59939233e074947d9cc.JPG

Novamente, a paisagem compensou todo o esforço. Foi um dos dias mais pesados para mim que não era acostumada com trilhas e grandes caminhadas, que foram dificultadas pela força do vento. Mas fiquei muito feliz e orgulhosa de ter completado o roteiro e sentido a imensidão da natureza por lá.

No fim do dia, após todas essas andanças, chuva, vento, tudo que precisávamos era um banho quentinho! Fomos até o Arainn Fhinn, The Fingal Centre e pagamos para tomar um banho. É tipo uma academia com piscinas, então é tranquilo utilizar o banheiro, com o pagamento de uma taxa pequena.

Estacionamos e dormimos por lá.

A CONTINUAÇÃO ESTÁ NO MEU SITE QUE PODE SER ACESSADO CLICANDO AQUI. (ou www.anavoando.com.br) Eu sei, é um saco eu redirecionar pro meu site privado, mas o conteúdo é exatamente o mesmo e estava me dando um trabalhão carregar as fotos aqui, porque são arquivos pesados e eu estou com preguiça hehehe Desculpaaa!!!! 😫😫😫

Bônus: eu descobri que a menina que estava com a gente tinha uma mapa completinho de tudo que a gente fez, onde estacionou e tal, copiei ele e está aqui para vocês acessarem as informações e terem uma visão geral do que eu fiz, mas esse mérito e empenho não é meu, é dela ok?! Espero que ela não se importe, mas acho que nunca nem vai ver hahaha CLIQUE AQUI para acessar!

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Que experiência! O ponta-pé nas minhas viagens de natureza, assim como totalmente fora da minha zona de conforto, mas saí muito realizada e feliz por ter me aberto a essa oportunidade, mesmo estando em um momento bem delicado emocionalmente da minha vida. Foi uma excelente forma de finalizar minha temporada no UK.

Espero que tenham gostado desse post e que eu tenha plantado uma sementinha para ir visitar esse país incrível que nem sempre está na prioridade dos brasileiros. A Escócia ganhou meu coração :)

Podem me acompanhar também pelo Instagram: anavoando e no site www.anavoando.com.br

Se tiverem qualquer dúvida, é só perguntar!! ❤️ 

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Em 23/05/2020 em 17:44, Ana Caroline Cunha disse:

Olá! Como vocês estão?!

No final de 2018 eu estava morando no Reino Unido, mais especificamente em Londres. Em Outubro eu e meu ex namorado começamos a procurar algo para fazer nas férias dele. Foram várias análises, possibilidades, roteiros, até que concordamos em ir para a Escócia com um casal de amigos dele. Organizamos a viagem mais ou menos uma semana antes de ir e foi um estilo novo e diferente de tudo que eu já tinha feito: iríamos passar uma semana dormindo em uma campervan.

Vou compartilhar com vocês todos os detalhes dessa viagem que foi a maravilhosa troca que acontece entre culturas, já que meus parceiros desses dias eram todos Australianos e para eles tudo era muito normal. Já eu, fui inserida em um ambiente completamente novo.

Algumas informações gerais:

  • Viagem realizada em outubro de 2018
  • A nossa saída foi de Londres
  • Passamos 7 dias
  • Não gastamos com hospedagem, nós 4 dormimos em uma campervan, que eu já contei aqui nesse post como foi a experiência
  • Vou colocar os valores em Libra gastados em 2018, com a variação cambial é muito difícil converter para real (principalmente agora, com esse vírus solto por aí e dificultando a vida de quem ganha em real kkkkk). Na época, eu lembro que fiz o cálculo e o resultado foi cerca de R$ 1.500,00!!!!

Eu estava muito resistente a essa viagem por vários motivos, mas ao final foi uma das experiências mais legais que eu tive e abri muito minha mente :)

Vamos ao meu relato dos dias na Escócia?

Eu saí de Londres em um ônibus noturno até Edimburgo, custou 37,70 libras ida e volta. Fomos com a empresa National Express, é cansativo passar a noite no ônibus, quase não dormi mas é a forma mais barata de transporte. Nossos amigos foram de trem, a viagem é de 4h e muito mais cara.

Chegamos em Edimburgo cedo e os outros só chegavam meio dia, então tínhamos a manhã livre para turistar até encontrá-los e ir buscar a campervan.

Essa foi a primeira vez que cheguei em um lugar sem absolutamente nada definido, foi bem engraçado. Já peguei um desses mini guias que estava distribuído na rodoviária.

DIA 01 - EDIMBURGO E ST. ANDREWS

Como chegamos de manhã cedo, fomos logo procurar um lugar para tomar café da manhã. Se tem algo que eu amo no Reino Unido, são os cafés da manhã estilo inglês/europeu. Achamos um lugar bem recomendado pelo aplicativo Yelp e depois de encher a barriga, saímos andando por Edimburgo.

Eu simplesmente AMEI essa cidade. É uma capital com todas as características esperadas de um país antigo, mas muito mais aconchegante sabe? Não é aquela loucura de cidade grande como Londres. Conseguimos fazer tudo a pé, carregando as mochilas nas costas haha

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Fomos andando por vários monumentos até chegar ao castelo. Não entramos porque custava mais de 17 libras e não podia entrar com mochilas grandes, fica para a próxima. Era bem grande e parecia ser interessante.

Uma segunda coisa que descobri para visitar em Edimburgo, eram referências de Harry Potter. Dei um Google e descobri que estávamos perto de várias! Tem o cemitério que deu nome a alguns personagens da série como Tom Riddle, duas cafeterias que dizem que J.K. Rowling escreveu os livros, entre outros. Com tempo na cidade, tem os "free walking tour" direcionados a esses pontos. Essas são promovidas a pé, por guias locais, de forma gratuita, mas que ao final espera-se uma gorjeta ao guia de acordo com o trabalho realizado.

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Com o fim da manhã, encontramos nossos amigos e pegamos a Campervan. Paramos no mercado para fazer as compras e seguimos para St. Andrews. Essa é uma cidade costeira que é referência em golfe e tem a famosa universidade em que o príncipe William e Kate se conheceram. Andamos um pouco por lá pela universidade, pelo castelo que tinha acabado de fechar e seguimos até o pier.

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Como o dia já estava praticamente no fim, seguimos dirigindo até Perth. Chegamos a noite, encontramos um estacionamento público apropriado para passar a noite e jantamos pizza.

Acabamos não vendo nada em Perth, infelizmente porque parece ser uma cidade bem fofa! Apenas dormimos porque estávamos todos exaustos.

DIA 02 - ROADTRIP ESCÓCIA

Esse foi o dia que começamos a fazer trilhas pelas Escócia.

Acordamos, tomamos café e seguimos para Dunkeld, mais especificamente uma trilha chamada The Hermitage. No outono, as folhas caídas e o cenário alaranjado me impressionou. Essa é uma trilha curta, cerca de 30 minutos e muito fácil, mas por paisagens lindas. Uma caminhada tranquila, que fizemos até com chuva durante o trajeto mas recomendo a parada.

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Não muito longe, seguimos para a segunda parada do trajeto, chamada Faskally Forest. Essa é uma que não recomendo tanto. É para ser uma floresta encantada, então a noite e com crianças deve ser bem divertido pois tem um show com luzes e música.

Fizemos mais uma caminhada circular e seguimos para Inverness. Gostaria muito de ter passado uma noite nessa cidade, ela é um pouco maior e é uma delícia! Entramos apenas na igreja St. Andrews, porque nosso objetivo era visitar o Lago Ness nesse dia também. Vale citar que caso não esteja planejando um roteiro como esse de campervan, Inverness é a cidade mais perto do monstro do Lago Ness hahaha

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Seguindo nosso caminho, cometemos um grande erro. O Loch Ness é um lago enorme, com mais de 30 km de distância. Quando já estávamos no meio dele, percebemos que pegamos a estrada errada! É possível ir pelos dois lados e em um deles é possível pegar um passeio de barco, visitar o Castelo Urquhart, entre outras atrações turísticas. Mas no lado que estávamos, não tinha nem espaço para parar!

Quando percebemos o erro, iríamos perder muito tempo para voltar todo o caminho, então continuamos até encontrar algum lugar para parar e pelo menos chegar um pouco mais perto do Lago:

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Decepcionados e com o fim do dia, seguimos mais um pouco até encontrar o Eilean Donan Castle. É muito bonito e demos a sorte do sol estar se pondo, criando um clima bem gostoso e compensando um pouco o que perdemos na parada anterior. Não entramos no castelo, até porque tinha acabado de fechar, mas essa é uma opção também.

 

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Chegou a hora de seguir até encontrar um lugar para dormir e foi a noite que paramos ao lado da rodovia, em frente a um cemitério hahaha. Cozinhamos nossa janta embaixo de chuva e vento, dormimos cedo.

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DIA 03 - ISLE OF SKYE

No terceiro dia, entramos oficialmente na Isle of Skye. Começamos parando na Sligachan Old Bridge, que foi uma sugestão minha. Estava chovendo, então paramos rapidinho só para umas fotos. É bem bonito ao redor, se não tivesse chovendo daria uma caminhada mais longa.

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Continuamos até Old Man Storr, a primeira trilha maior do roteiro. Foram 2h, cerca de 4.5 km e a grande dificuldade do percurso foi a chuva, vento e frio, mas a vista compensou do mesmo jeito. A trilha é muito bem demarcada e aberta, não tem como se perder e não tem segredo. Só seguir o caminho!

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Lembrando que o casaco GG impermeável foi um patrocinio do meu ex namorado hahahaha

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Quando terminamos a trilha, fomos até Kilt Rock and Mealt Falls Viewpoint, que é uma cachoeira caindo no mar e o vento quase me deixou sem celular! Hahaha. O estacionamento é super perto desse mirante, então não tem segredo! Fácil acesso, com uma paisagem incrível. Além disso, tem umas pegadas de dinossauro que foram encontradas por lá e estão sinalizadas :)

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A segunda trilha do dia foi a chamada Quiraing. Como já estava mais tarde, o vento estava ainda mais intenso. Novamente parecia que eu ia ser carregada e em vários lugares tivemos que ser bem cautelosos. O total é 6.8km, mas a gente não fez tudo porque as condições climáticas não estavam boas, andamos por cerca de 2h novamente. Se tivéssemos chegado um pouco mais tarde, provavelmente nem seguiríamos o percurso, o vento estava MUITO forte.

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Novamente, a paisagem compensou todo o esforço. Foi um dos dias mais pesados para mim que não era acostumada com trilhas e grandes caminhadas, que foram dificultadas pela força do vento. Mas fiquei muito feliz e orgulhosa de ter completado o roteiro e sentido a imensidão da natureza por lá.

No fim do dia, após todas essas andanças, chuva, vento, tudo que precisávamos era um banho quentinho! Fomos até o Arainn Fhinn, The Fingal Centre e pagamos para tomar um banho. É tipo uma academia com piscinas, então é tranquilo utilizar o banheiro, com o pagamento de uma taxa pequena.

Estacionamos e dormimos por lá.

A CONTINUAÇÃO ESTÁ NO MEU SITE QUE PODE SER ACESSADO CLICANDO AQUI. (ou www.anavoando.com.br) Eu sei, é um saco eu redirecionar pro meu site privado, mas o conteúdo é exatamente o mesmo e estava me dando um trabalhão carregar as fotos aqui, porque são arquivos pesados e eu estou com preguiça hehehe Desculpaaa!!!! 😫😫😫

Bônus: eu descobri que a menina que estava com a gente tinha uma mapa completinho de tudo que a gente fez, onde estacionou e tal, copiei ele e está aqui para vocês acessarem as informações e terem uma visão geral do que eu fiz, mas esse mérito e empenho não é meu, é dela ok?! Espero que ela não se importe, mas acho que nunca nem vai ver hahaha CLIQUE AQUI para acessar!

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Que experiência! O ponta-pé nas minhas viagens de natureza, assim como totalmente fora da minha zona de conforto, mas saí muito realizada e feliz por ter me aberto a essa oportunidade, mesmo estando em um momento bem delicado emocionalmente da minha vida. Foi uma excelente forma de finalizar minha temporada no UK.

Espero que tenham gostado desse post e que eu tenha plantado uma sementinha para ir visitar esse país incrível que nem sempre está na prioridade dos brasileiros. A Escócia ganhou meu coração :)

Podem me acompanhar também pelo Instagram: anavoando e no site www.anavoando.com.br

Se tiverem qualquer dúvida, é só perguntar!! ❤️ 

Eu viajei em cada detalhe das suas palavras.... Cresceu ainda mais o desejo de conhecer essa cultura. Agradeço por compartilhar sua história. Fascinante! Rica em detalhes ❤

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4 horas atrás, Vandy Herculano disse:

Eu viajei em cada detalhe das suas palavras.... Cresceu ainda mais o desejo de conhecer essa cultura. Agradeço por compartilhar sua história. Fascinante! Rica em detalhes ❤

Que bom que gostou!! Fico feliz ❤️ Espero que você consiga visitar o quanto antes :) 

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      Dia 1: 25/12 - Embarcamos NVT para Guarulhos, passamos o dia todo lá no aeroporto e o primeiro perrengue: descobri que havia esquecido minha carteira, sorte q passaporte e dinheiro estavam na soleira comigo. Pensei em emergência usar o cartão do meu namorado. Nosso voo foi pela Aeroméxico noturno.
      Dia 2: 26/12 - Chegamos bem cedinho na Cidade do México, imigração foi tranquila e tivemos nosso primeiro carimbo no passaporte. Tínhamos 16h de escala, sendo assim alugamos um carro e fomos até as piramides de Teotihuacan, fica 1h de distância, paramos num posto e tomamos café da manhã. Alugamos o carro por ser mais em conta que excursão. Não queríamos depender de ônibus e Uber pois ficamos com medo de perder o voo. E foi super tranquilo dirigir por lá, havia lido relatos que era confuso. Voltamos perto das 14:00h, queria comer uma comida tipica e não achei nada na estrada principal e acabamos indo pro aeroporto mesmo. Embarcamos cansados para Paris. No voo servem tequila, vodka e foi um jantar muito delicioso de carne com batata. 
       
       
      Dia 3: 27/12 - dia dos Perrengues: Finalmente em Paris chegamos pelo Charles de Gaulle, imigração mega tranquila. Mas ai começou o segundo perrengue. Fomos pegar o trem porém estava tendo a greve, até então os trens funcionavam, mas para nossa surpresa desespero não estavam mais. Buscamos informações no free wifi do aeroporto e compramos tickets de ônibus Roissybus, sua parada final era na Ópera. Pensamos que seria mais barato pegar um uber/táxi de lá. Fila estava imensa do ônibus, depois de 1h na fila percebemos que esquecemos uma mala de mão na parte das esteiras. Até tentei ir lá recuperar mas seria impossível pois meu namorado não colocou identificação na mala COLOQUEM ATÈ NA DE MÂO, as minhas estavam todas etiquetadas. (minha prancha estava na mala fiquei chateada pra caramba e cabelo aos ventos em quase toda viagem). 
      Chegamos na Ópera, cansados 2 malas grandes, 1 de mão sem rodinha, mochila e mais minha bolsa imensa e pesada. Subimos na galeria Lafayette (do outro lado da rua) com todas as malas, vimos lá de longe a torre. Aproveitando a galeria quentinha olhamos no maps e parecia ser perto o hotel. Engano nosso, com malas não foi nada fácil. Já estava escuro, era quase umas 19h. Eu estava cansada e com fome. Parei na primeira banquinha de comida e peguei um kebab fritas e refri. Pedi um uber até o hotel pois não aguentava mais. Hotel simples e pequeno conforme o site, sem surpresas. Ficava no Belle Ville, bairro chinês tudo em volta era chinês, até um mercado. Andamos um pouco encontramos um carrefour, pegamos uns lanches e bebida. Colocamos as bebidas do lado de fora da janela para resfriar.
       
       
      Dia 4: 28/12 (Sábado) - Acordamos cedinho, amanhecia umas 8:30h e escure umas 16:30h então queríamos aproveitar. Iriamos alugar as bikes Velib, já que metro estava em greve, aluguel de 24h custava 1,70€ e usava free por 30min, depois disso é cobrado por tempo. Ficamos mais de 1h tentando e não deu certo. Foram 300-élysées felizes. Na volta pro hotel, passamos pela feirinha natalina novamente e encaramos um brinquedo, mega radical 10€ cada um, mas super valeu a pena era algo que eu nunca tinha visto, e olha que eu já fui em vários parques. Retornamos ao hotel mortos.
       

       
      Dia 5: 29/12 - Acordamos cedo e pegamos a Velib antes que expirasse as nossas 24h, fomos até a catedral de Notre Dame, ela estava em reforma fizemos nossas fotos. O dia colaborou, estava sem nenhuma nuvem, céu bem azul. Fomos caminhando até o Pantheon, 1km bem pertinho embora fosse um morrinho acima. Logo depois fomos ao Jardim de Luxemburgo, caminhada rápida também de uns 15min. Lá tem umas cadeirinhas onde as familias sentam, as crianças ficam brincando. Bem agradável, aproveitamos o solzinho e ficamos ali sentados também pensando como iriamos para a torre, pois de lá sairia nosso mini cruzeiro. Encontramos um ponto de ônibus, na qual tem certinho os ônibus. Esperamos congelado e pegamos o nosso super lotado ônibus, como não tínhamos ticket fui pagar ao motorista, ele não cobrou, não sei se é por conta da greve. Fomos a ponte de bir-hakeim, onde em baixo dela da para fazer muitas fotos legais. e logo ali próximo tinha o pier onde saem vários cruzeiro. Eu comprei no Groupon e acompanhava crepe + refri. (já foi nosso almoço), tem um mini bar a bordo. Passa por vários pontos e tem um guia. Desembarcamos e mais uma vez nós na torre. Pegamos mais espumante e apreciamos o fim de tarde lá. E acabei caindo em um truque "onde esta a bolinha" lá perdi 200€ pronto, acabou minha viagem. Como fui estupida. Mas bola pra frente. Fomos ao hotel, comemos coisinhas do super mesmo.
      Dia 6: 30/12 - inicio da ROAD TRIP:  Iriamos pegar o carro no aeroporto, precisávamos ir até lá segunda-feira horário de pico. Logo chamei um táxi 50€. Uber estava 95€ Devido a demanda sem metro/trem acredito q por isso estava muito alto. Carro havia sido locado e pago pela Budget - PÉSSIMA FINAL EXPLICO O PQ - Planejávamos sair cedo e chegar em Bruxelas pro almoço e turistar. Precisávamos passar 1300€ de caução, e o cartão não passou. Lembra que já ficou 600€ de caução da velib, pois então não havia sido estornado ainda. Depois de horas de negociação, tiramos o seguro deles, nosso cartão já incluia seguro, (no Brasil era de madrugada, estávamos tentando ligar para aumentarem o limite, conseguimos e passou 900€. E pé na estrada.
       

       
      Como nosso itinerário estava atrasado devido essa locação, chegamos la já era escuro demos uma passadinha no Atomium e fomos pro Delirium Café. Segunda-feira estava socado, é muito divertido. Isso que eu não gosto de cerveja, então comprava nas liquors e bebia na rua. Comemos as famosas batatinhas fritas. São divinas. Fomos pro hotel Campanile, muito bom.
      Dia: 31/12 - Mais uma vez cedinho acordamos e fomos rapidinho nos pontos principais da cidade, pois iriamos pegar estrada até Amsterdã. Nosso hotel era na cidade vizinha,  pois estava muito caro para o ano novo. Paramos no hotel Bastion Hotel Schiphol Hoofddrop, outro hotel maravilhoso. Aquela parada básica no mercado, abastecendo as nossas bebidas para o ano novo, iriamos passar na praça Museumplein. Em Amsterdã não se pode beber na rua, então coloquei a vodka numa garrafa de água e lá fomos nós, paramos relativamente perto, na rua mesmo. Ficamos no ring de patinação era super cedo ainda, bebemos, comemos nossos petiscos. Conhecemos uns brasileiros, q ficaram conosco o resto da noite. Queima de fogos, quase não dava de ver pois tinha muita neblina. Meia noite estouramos champagne e logo fomos embora - (Para usar o banheiro se pagava 1,5euros)
    • Por Birigui
      Fala galera!! Gostaria de relatar uma viagem que eu e uma amiga fizemos pela Tasmania agora em Março de 2020!
      Foi uma viagem de 10 dias com aproximadamente 2.400 Kms percorridos de Campervan (para quem não conhece é um tipo de Motorhome montado no chassi de uma Van).
      No relato vou dar meu roteiro e algumas dicas que para mim funcionou muito bem!
      O roteiro
      Hobart Bruny Island Port Arthur / Eaglehawk Neck / Blow Hole / Devils Kitchen / Remarkable Cave Mount Field National Park Strathgordon / Dam Cradle Mountain National Park(North gate) Stanley / The Nut Penguin / Bakers Beach / Greens Beach Launceston Freycinet National Park Triabunna / Orford Hobart
      Como moro na Australia fiz uma pesquisa de preços nas CIAs aéreas de baixo custo e fechei a passagem com a Tigerair (Gold Coast - Hobart ida e volta AUD$293). A Campervan usei o Site/ APP da Motorhome Republic que é estilo a Skyscanner que checa todas as lojas de locação de Campervan - AUD$ 1,723 para 2 pessoas, já com seguro total e Km livre). 

      Antes de iniciar o relato da viagem gostaria de deixar algumas dicas que fizeram diferença para mim na viagem.
      Dicas:
      As locadoras de campervan tem tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico a seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma especie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$5000 no meu cartão que foi devolvido após 14 dias úteis do retorno da Campervan (já que não tive nenhum problema). Todos os National Parks cobram uma taxa de visitação e ela é cobrada por pessoa. Porém existe um Passe que dá direito a entrar em todos os parques que vale para um automóvel e até 6 passageiros. O passe custa AUD$60 e é válido por 3 meses. Já os tickets individuais custam em média de AUD$ 16 por pessoa. Então se tiver em 2 pessoas e visitar 2 parques o Pass vale bem mais a pena. site para emitir o Park Pass - https://passes.parks.tas.gov.au/ Para comer eu fazia uma pesquisa em Tavern pelo caminho e dava prioridade para comer neste lugares já que o preço normalmente é bem melhor que restaurantes e os pratos são bem servidos e saborosos. Em média eu pagava AUD$20 a AUD$25 por prato. Muita atenção com o horário de funcionamento de restaurantes, camperpaks, etc., porque os lugares fecham bem cedo para quem está acostumado com as coisas no Brasil. Restaurantes fechavam por volta das 20:00 hs. Camperparks também costumam fechar cedo então se quiserem dormir nos Camperparks é bom ligar antes das 16:00 hrs para reservar (alguns aceitam self-check-in). Existem vários camperparks free porém sem nenhuma estrutura (banheiro, cozinha, etc.) e normalmente estes camperparks ficam nos parks ou na estrada. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic ou para aqueles que quiserem usar o mapa do Google eu sugiro pegar um chip telefônico da Telstra que é a principal operadora de celular da Australia e que me deixava com sinal praticamente 95% do tempo. Os APP para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu usava o CamperMate ou o Motorhome Republic Trave. Quando for programar a rota e o sentido de como irá fazer o trajeto, indico fazer no sentido horário. Isto porque quando você estiver descendo do Norte para o Sul pela costa você estará de frente para o mar, o que te dá a oportunidade de ver várias paisagens lindas. As estradas tem uma pavimentação perfeita porém são bem estreitas e com muitas curvas, subidas e descidas. As velocidades não são altas o que acaba tornando a locomoção um pouco mais lenta. Tomar muito cuidado ao dirigir ao amanhecer, anoitecer e a noite. Isto porque são os horários que muitos animais vem para perto das estradas se alimentar e com isto o risco de atropelar os bichinhos é muito grande (infelizmente você vê muitos mortos pelo caminho). Levar capa de chuva ou roupa a prova d'água porque o clima na Tasmania muda muito rápido e chove bastante pela região. Entre um lugar e outro, é possível parar em vários pequenos lugares e lookouts que são indicados na estrada e não estavam no roteiro.   Agora vamos para a parte que realmente importa que é a viagem.
      1° dia - Hobart
      CDB - Centro da cidade Porto Wellington Park Cheguei por volta das 15:00 hrs horário local e fui direto pegar a Campervan. As empresas de Campervan ficam ao arredor do aeroporto e a que eu loquei não disponibilizava o serviço de pegar o cliente no aeroporto. Por isto, tive que pegar um Taxi até o local que ficava aproximadamente 5 Km de distancia e paguei AUD$ 16.
      Na locadora fiz todo o procedimento e já fui direto para o Camperpark que já havia reservado e ficava bem próximo do aeroporto para fazer o check in e em seguida já fui para o centro de Hobart que fica a 20 Km do aeroporto.
      Estacionei e dei uma volta pela área do Porto e CBD (CBD é como é chamado o centro das cidades). Aproveitei e já parei em um restaurante para almoçar porque já era umas 17:00 hrs.
      Após o almoço resolvi passar no mercado para fazer umas compras e abastecer a Campervan com comida, bebida e água potável.
      Do mercado resolvi subir para o Mount Wellington para ver a cidade de cima! 
      2° dia - Port Arthur 
      Seven Miles Beach Eaglehank Neck Blow Hole Devil Kitchen Port Arthur Historic Site Remarkable Cave Acordei cedo tomei meu café da manha na Campervan e fui caminhando até a Seven Miles Beach já que ficava muito próximo do Camperpark.
      Fiquei um tempo na praia apenas contemplando porque estava frio e chuviscando.
      No caminho para o Port Arthur fui parando em alguns pontos para tirar fotos e conhecer (Eaglehank Neck, Blow Hole, Devil Kitchen).
      De lá já peguei a estrada em direção a Port Arthur Historic Site que é onde tudo começou aqui na Australia. Era o presidio que a Inglaterra enviava os presos para cumprir suas penas que variavam de anos à perpétua (perpétua - porque o preso não poderia mais voltar para a Inglaterra).
      O ticket para entrar no Site é AUD$40 que dá direito a uma visita guiada de 40 min e um passeio de barco pela baia.
      E por ultimo parei no Remarkable Cave.
      3° dia - Bruny Island
      Salamanca Market - feirinha que só ocorre todos os Sábados das 8:00 as 15:00 hrs em Hobart Acordei cedo para pegar o inicio da feira. É uma feirinha com muitas barraquinhas de produtos variados (comida, artesanatos, bebidas, etc). 
      Depois de 2 horas de feira, peguei a estrada sentido Bruny Island. Para chegar na ilha tem que pegar um ferry que custa AUD$ 60 (ida e volta) para carros acima de 6m.
      Chegando na ilha peguei a direção do farol parando no The Neck lookout onde você consegue ver o mar dos dois lados.
      De lá fui para a Lighthouse que tem uma vista muito bonita na extremidade da ilha.
      Iria fazer um outro tracking mas tive um pequeno problema com o freio de mão da minha Campervan o que me consumiu um tempo precioso e tive que desistir e retornar para o continente.
      4° dia - Mount Field
      Trilhas Strathgordon / Gordon Dam Como fui direto da Bruny Island para Mount Field consegui dormir no camping que tem dentro do park nacional o que me economizou tempo para as trilhas do dia seguinte.
      Ao acordar fui pegar informação no centro turístico do park para definir quais trilhas iria fazer e decidi por uma que leva em média 3 horas ida e volta.
      Depois das trilhas peguei o carro em direção ao Gordon Dam que é uma barragem de uma usina hidrelétrica de 1974.

      5° dia - Cradle Mountain 
      Dormi em um Camping Park a 2 km da entrada do parque nacional o que foi muito bom para ganhar tempo de deslocamento.
      No parque visitei o centro turístico para definir qual trilha fazer e acabei fazendo duas delas.
      O legal neste parque que você deixa o carro no centro turístico e pega o ônibus do park que te deixa no inicio de cada trilha.
      Neste park é fácil ver alguns animais peculiares da Australia como os Wallabes (que são os cangurus menores) e o Wombat.

      6° dia - The Nut
      The Nut Stanley Penguin Brakes Beach Greens Beach Iniciei o dia visitando The Nut. É um park nacional que fica em cima de uma grande rocha que tem acesso ou por trilha ou por teleférico e que dá uma visão bem bonita do mar.
      A cidadezinha de Stanley é bem pitoresca e nela foi filmado o "The Light Between Oceans".
      Novamente na estrada fui sentindo Penguin que é uma cidade que tem varias estatuas e desenhos de pinguins (nada alem disto....mas é bem engraçado).
      Não demorei muito na cidade e já fui em direção as duas praias que queria visitar. Nesta duas praias tem vários pontos para fotos e algumas trilhas.
      7° dia - Launceston
      Cataract Gorge St Helens Launceston é a segunda maior cidade da Tasmania com um CBD com muitos prédios históricos que vale a visita.
      Do CBD fui para o Cataract Gorge Park fazer algumas trilhas e ver uma hidrelétrica de 1895.

      Após o park peguei a estrada para St Helens onde visitei alguns dunas de areia e suas praias.
      8° dia - Freycinet National Park
      Bay of Fire Binalong Freycinet Bay of fire é uma baia de aproximadamente 25 milhas que ganhou este nome porque os colonizadores Ingleses viam, à noite, as fogueiras feitas pelos Aborigines.
      Também nesta região as pedras tem uma coloração alaranjada devido a simbiose entre um fungo e uma alga.

      Saindo de Binalong fui para Freycinet, que dentro de todos os parks visitados, é o que tem uma estrutura maior com restaurante e camperpaks.
      Passei no centro turístico para pegar informações das trilhas e acabei fazendo 3 delas (Wineglass Bay, Honeymoon e Cape Tourville).
      9° dia - Hobart
      Triabunna Orford Triabunna e Orford tem saídas para o park nacional Maria Island. Não tive tempo para fazer este passeio já que além do tempo do ferry as trilhas são grande e não entra carro na ilha. Apenas dei uma volta nas cidades e peguei o caminho de volta para Hobart.
      Em Hobart visitei o Tasmanian Museum and Art Gallery que tem entrada free. Subi novamente no Wellington Mount e por fim dei uma volta no porto.
      10° dia - Gold Coast
      No 10° dia apenas devolvi a Campervan e retornei para casa.
       
      Espero poder ajudar o pessoal que está montando seus roteiros de viagem.
      Nos vemos na minha próxima viagem.
       
       
    • Por Raisa Karigyo
      Salta - Cafayate - Purmamarca - Tilcara - Iruya - Humahuaca
      Algumas fotos da viagem que fizemos em fevereiro pelo norte da argentina, nos estados de Salta e Jujuy. Nossa viagem começou na cidade de Salta, onde alugamos um carro na Hertz. No primeiro dia de viagem conhecemos o incrível Museu de Alta Montanha, que contém 3 múmias de crianças incas sacrificadas há mais de 500 anos e encontradas em 1999 no cume do vulcão Llullallaico, fomos também ao topo do Cerro San Bernardo para ver o pôr-do-sol e ter uma visão panorâmica da cidade.
      No dia seguinte seguimos de carro para a cidade de Cafayate. O caminho até a cidade, a Ruta 68, é lindo e possui diversas atrações, como a "Puente Morales", famosa por ter sido usada na gravação do incrível filme argentino Relatos Selvagens. Após a ponte, conhecemos a Garganta do Diabo e o Anfiteatro, formações rochosas que lembram cânions. Ao chegarmos em Cafayate, armamos a barraca no camping e fomos explorar a cidade, no dia seguinte fizemos degustação de vinhos na vinícola El Esteco. Cafayate é famosa pelo cultivo da uva Torrontés, que é uma espécie de uva de altitude. Inclusive, para os entusiastas, pode-se fazer várias "Bodegas" em um dia e provar vinhos o dia inteiro, há uma infinidade de opções, porém lembre-se que a Lei Seca na Argentina não possui tolerância!
      Depois de Cafayate seguimos pela incrível Ruta 40, até a Quebrada de las Flechas, outro tipo de formação rochosa com montanhas "em diagonal". A estrada de rípio (a qual fomos fortemente aconselhados a não seguir por não estarmos com um veículo 4x4), estava em boas condições e não tivemos problemas, porém nosso objetivo final que era a cidade Cáchi não foi alcançado devido às fortes chuvas do dia anterior.
      No dia seguinte dirigimos pela Ruta 33, estrada cheia de curvas e com ganho de altitude considerável. Além da altitude, o visual  estava sempre mudando, desde florestas verdes, montanhas coloridas e até cactos. As atrações nesse caminho são a sensacional "Cuesta del Obispo" (3340m), a "Piedra del Molino" (mirante panorâmico), o Parque Nacional Los Cardones e a Recta del Tin Tin. Após a descida da "Cuesta del Obispo" avançamos até a "Piedra del Molino" (3547m) - mirante panorâmico - no qual fomos deixados na mão pelo nosso carro alugado, a bateria simplesmente morreu. Depois de conseguir ajuda para empurrar, seguimos viagem pela Ruta 33, passamos o Parque Nacional "Los Cardones", com seus cactos gigantes e chegamos à "Recta del Tintin", estrada construída em cima de um caminho utilizado pelos incas séculos atrás, uma reta de aproximadamente 20Km. Estrada linda, com montanhas, flores, cactos e grupos de vicuñas atravessando a rodovia. Voltamos e dormimos na cidade de Purmamarca.
      Nos dias seguintes conhecemos Salinas Grandes, o terceiro maior deserto de sal do mundo. Para chegar, dirigimos pela Ruta 52, estrada cheia de curvas pela qual se chega à Cuesta de Lipan, que atinge 4170m acima do nível do mar. Depois seguimos para a pitoresca Quebrada de Humahuaca, composta por várias cidades e povoados, entre elas Purmamarca, Tilcara, Maimará e Humahuaca. Na quebrada de Humahuaca nos hospedamos no camping em Tilcara e participamos das festas, sabíamos que estaríamos em meio ao feriado de carnaval, mas não imaginávamos como seriam as comemorações. Nessas cidades a tradição de Carnaval é desenterrar o Diablo e pudemos acompanhar especificamente a descida dos diablos no povoado de Maimará, no qual a população do povoado e das cidades ao redor se reúnem em uma montanha, chamada Cerro Negro para festejar a descida dos diablos com banda, nieve, tempera e talco. Lembre-se de levar um óculos de sol grande (se tiver um com proteção lateral, melhor ainda!) chapéu ou boné e roupas confortáveis para se sujar. A brincadeira de carnaval é sujar quem está limpo e dela participam crianças, jovens e até os idosos!
      Para descansar do Carnaval, seguimos viagem (desta vez de ônibus) para a cidade de Iruya, um povoado muito pequeno de acesso difícil por estrada de rípio, cheia de precipícios. Por ter uma localização mais isolada, seu povo conservam vivas as tradições dos antepassados. Boa parte da população prefere não ser fotografada. Em Iruya subimos até o "Mirador del Cóndor", uma trilha de pura subida de aproximadamente 1h30 de duração e com o visual dos mais maravilhosos dessa viagem! Vale a subida perto das 17hs para curtir um pôr-do-sol e fotografar durante a "golden hour".
      Havíamos passado pela cidade de Humahuaca (a caminho de Iruya) e pegamos um tempo nublado, não pudemos ver o Cerro de 14 Colores, na serranía Hornocal. Como somos brasileiros e só desistimos de vez em quando, retornamos de Iruya até Humahuaca e fomos novamente tentar ver o Cerro, desta vez tivemos sorte e o céu azulzinho nos permitiu curtir a paisagem incrível das montanhas coloridas! O mirante do Cerro fica a 4350m acima do nível do mar, algumas pessoas podem sentir os efeitos da altitude, mas fique tranquilo, há uma ambulância para atendimento no local.
      Retornamos a Salta e pudemos passar um tempo descansando e caminhando pelas ruas da cidade. O apelido da cidade é "Salta, la Linda", com toda a razão! Principalmente no centro da cidade, o centro antigo, as igrejas e construções históricas, a praça 9 de Julho, há muita gente caminhando e a vida noturna de comércio, bares e restaurantes é intensa e vai até tarde da noite. Recomendo tomar uma cerveja Salta rúbia para aplacar o calor e admirar a cidade!
      Aéreo de Puerto Iguazu a Salta $7.875 (pesos argentinos)
      Total aproximado de investimento nessa viagem R$2.500,00 por pessoa
      Informações úteis:
      ·         Não há uber nessa região, porém há táxis e Remis (motoristas particulares que fazem corridas);
      ·         Custo médio de uma refeição 250 a 350 pesos;
      ·         Para esse roteiro em específico, recomendo o aluguel de um veículo, pode ser 1.0 que dá conta;
      ·         Custo médio de quarto privado em hostel entre 500 e 600 pesos (com variação para cima devido ao feriado de carnaval);
      ·         Se quiser acampar, há muitos campings com ótima infra estrutura (inclusive municipais) ao longo dessas cidades, com custo aproximado de 300 pesos por pessoa;
      ·         Levem protetor solar, protetor labial e hidratante. A região é muito seca e venta bastante!
      ·         Pegamos variação térmica de 8°C a 35°C, leve fleece e corta vento;
      ·         A população sempre foi muito amável e receptiva e dá pra se virar bem no portunhol


       






    • Por Kassiano Severino
      Oi galera!!
       Sempre peguei dicas aqui do fórum, agora é minha vez de retribuir rsrsrs. Em Setembro de 2019 estava realizando meu intercâmbio em Londres (Minha primeira experiência no exterior), aí decidi passar um final de semana em Edimburgo, na Escócia.
      1° Comprei uma passagem de ida pela Ryanair por 15 euros, gostei do preço, saindo do Stansted Airport. 
      2° Como estava em Bethnal Green precisava ir para o aeroporto, então comprei um transfer para o aeroporto por 4 libras. Meu vôo era por volta das 08:00 da manhã. Então sairia de Londres por volta das 05:00 e estaria em Stansted às 06:00. Só que teve um acidente no começo da via, eu e outras pessoas ficamos esperando o ônibus e nada até uma senhora passar e nos avisar 😲😲😲😲. Isso já era por volta das 05:45, sai correndo para a Central Line rumo a Liverpool Street, chegando lá compro uma passagem de trem (Stansted Express) por 19 libras. Nessa altura estava com medo de perder o vôo, até pq eu sabia que precisava passar no balcão da Ryanair para conferência de visto. Chegando no aeroporto já por volta de 07:20 vejo a fila GIGANTESCA para o balcão da Ryanair. Penso comigo, ferrou, perdi meu vôo. Aí nessa hora vejo um funcionário da companhia aérea, ele estava atendendo pessoas sem bagagens e conferindo os passaportes, fui até lá e bingo visto conferido!!! 😃😃😃😃😃😃
      3° Hora da segurança e outra fila quilométrica, após uma espera grande chego na área de embarque faltando 20 minutos para o horário limite. 
      Isso foi uma grande aula de como se adaptar, contornar uma adversidade e que compensou bastante. Pois, foi o melhor fim de semana da minha estadia no Reino Unido.
      __________14 de Setembro________
      Edimburgo - Cheguei no aeroporto e já sinto uma diferença enorme na temperatura, sou de Recife, então 8 graus é frio!!! 🥶🥶🥶🥶, Mas gosto dessa temperatura rsrsrs. 
      Vou até o terminal e pego um ônibus até o centro da cidade, no caminho sinto como estivesse entrando no mundo medieval, prédios, ruas, praças e claro o castelo de Edimburgo!!


    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/2-dias-em-edimburgo/
      O som da gaita de fole em cada esquina anuncia a chegada em Edimburgo, capital da Escócia, cheia de história e fantásticas paisagens! A cidade tem seu lado “novo”, simétrico, marcado por exemplares das arquiteturas georgianas e neoclássicas. Mas o que realmente atrai os visitantes é a Old Town, com catedrais, praças, ruas e becos medievais.
       
      A maior atração é sem dúvida o Castelo de Edimburgo (£16.50/adulto), construído no topo da imponente Rock Castle e de onde se tem uma das mais belas vistas da cidade, especialmente nos dias de sol (que são raros, mas existem). O lugar é na verdade um complexo de pátios e edifícios com museus que contam a história do país, marcada por diversas guerras entre clãs rivais e principalmente contra a Inglaterra. Apesar da Escócia ser parte do Reino Unido, a rixa com os ingleses é visível ao ouvir os guias narrando os acontecimentos.
       
      Saindo do castelo, o cenário é o mais vibrante possível na Royal Mile, rua que se estende até o Palácio de Holyroodhouse, com diversas lojas de souvenir, bares, restaurantes e grande parte das atrações turísticas, como a Catedral de St. Gilles. O Tartan Weaving Mill é um lugar interessante para conhecer um pouco da história e fabricação dos kilts, outro clichê escocês ligado a tradição dos clãs. Apesar de ser na verdade uma grande loja, é possível acompanhar de graça a produção dos icônicos tecidos xadrez, chamados de tartan.
       
      Para os fãs de whisky, o Scotch Whisky Experience (£14.50/adulto) pode ser uma boa pedida, mas para aqueles que querem apenas experimentar a bebida, alguns pubs oferecem um menu de degustação onde é possível escolher a combinação de sua preferência de acordo com o tipo o região (a partir de £12.50). Nós escolhemos o Ensign Ewart, um lugar super aconchegante e autêntico apesar de estar bem perto do castelo. A tábua de queijos é o acompanhamento perfeito, com destaque para um tipo escocês chamado Morangie Brie, inesquecível!
       
      A old town de Edimburgo tem diversas passagens, chamadas de closes, onde na idade média viviam os menos endinheirados. Existem várias lendas que são contadas a turistas corajosos em tours espalhados pela cidade, muitos gratuitos.
       
      Entre as belezas naturais estão os lindos jardins que beiram a Princess Street (onde vimos até um esquilinho!), e o Arthur’s seat, uma extensa colina que presenteia aqueles que conseguem chegar em seu topo com uma vista 360º da cidade! A subida não é tão fácil, mas se o dia estiver bonito vale muito a pena!
       
      Outro lugar fantástico é o Calton Hill, que fica em uma posição mais central e além de um panorama incrível da área urbana de Edimburgo e do mar, ainda tem um conjunto de monumentos que faz parte de um período conhecido como iluminismo escocês, onde se destacaram grandes artistas e intelectuais como David Hume e Adam Smith.
       
      Um ícone muito fofo da cidade que quase passa desapercebido é a estátua em tamanho real de Greyfriars Bobby, um cãozinho que passou muitos anos indo visitar seu falecido dono no cemitério, causando comoção nos habitantes de Edimburgo.
       
      Por um golpe de sorte passamos pelo Palácio de Holyroodhouse (residência oficial da rainha na Escócia) bem na hora de começar uma apresentação da guarda real escocesa, que é como a troca da guarda inglesa mas muito mais legal, porque eles usam kilt (atualmente ele é usado apenas em eventos especiais) e tocam gaita de fole!
       
      Um dos lugares fora da rota que conhecemos foi o Water of Leith, um caminho arborizado a beira do rio para um momento de paz e tranquilidade entre um ponto turístico e outro.
       
      Até uma cerveja no bar pode ser diferente, o Panda & Sons por exemplo é um pub literalmente escondido no subsolo de uma barbearia, fazendo referência a época da lei seca nos Estados Unidos. Nós passamos em frente mas estava fechado no dia, e realmente não dá pra saber que é um pub, muito legal! No Jekyll and Hyde o ambiente sombrio é inspirado na história do médico e o monstro.
       
      Além disso, vale lembrar que para o fãs de Harry Potter, Edimburgo é o lugar perfeito, já que muitos lugares serviram de inspiração para J.K Rowling, que morou na cidade por alguns anos. Tem tours especiais para isso também! Como não sou tão conhecedora, só sei que o café The Elephant House é bem famoso por ser um dos locais onde o livro foi escrito, mas na real não tem nada de especial!
       
      Uma curiosidade é que com a reforma protestante na Escócia, muitas igrejas católicas perderam sua função original e hoje são usadas como pubs, restaurantes, espaços culturais e até hostel! Nós ficamos hospedados no Belford, que além de ser dentro da igreja, simula uma vila, onde os corredores são desenhados como se fossem ruas e cada quarto é decorado com um tema. Não é tão perto do centro mas é uma boa opção pelo custo-benefício.
       
      A única coisa que realmente não me agradou no país foi a comida. Talvez para carnívoros seja melhor, afinal o prato tradicional é o Haggis, que é algo como um bucho de carneiro recheado com vísceras! Mas pra quem é vegetariano (ou quase, como eu), as opções são bem restritas.
       
      Edimburgo também é bastante conhecida por seus muitos festivais, sendo que um dos mais populares é o Hogmanay, comemorações de ano novo que duram 3 dias, com diversos shows, eventos e claro, a tradicional queima de fogos. Dizem que é o melhor ano novo da Europa!
       
      Pra chegar ao centro da cidade é possível pegar o ônibus 35 ou o Airlink, que vai direto ao centro (£4.50/adulto). Aqui tem mais informações sobre todas as opções. Também é super fácil ir pra Glasgow de ônibus, demora menos de 2 horas e a passagem é bem barata pela Megabus.
       
      Ah, um último detalhe: como Edimburgo fica no Reino Unido, a moeda é a libra, e o nome da cidade é pronunciado mais ou menos como “Edimbrrra”.
       
      Post original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/2-dias-em-edimburgo/


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