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TRENES ARGENTINOS ūüöÜ: uma maneira cl√°ssica de viajar en la ARGENTINA ūüá¶ūüá∑ | Vlog viajante ūüĆé


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TRENES ARGENTINOS ūüöÜ: uma maneira cl√°ssica de viajar en la ARGENTINA ūüá¶ūüá∑ | Vlog viajante ūüĆé

 

 

Oi gente! Desta vez, queremos convidá-lo a viajar de trem conosco. Uma jornada de sentidos sensoriais em essência. Uma amostra por nossos olhos do serviço de trens argentinos. Um serviço eficiente no que você pretende, que leva os usuários a diferentes partes da Argentina que, com paciência e disponibilidade de tempo, desejam viajar de maneira clássica, viajam de trem.

Este episódio de áudio está em nosso podcast | https://bit.ly/3gzGSox

00:00 Intro
00:46 Estación Rosario Norte
02:33 Trem
08:22 Estación Retiro
10:33 Despedida

Eles podem obter as informa√ß√Ķes necess√°rias dos trens argentinos em suas viagens de curta e longa dist√Ęncia em seu site.

Trenes Argentinos | https://www.argentina.gob.ar/transpor...

Esperamos que voc√™ goste da nossa maneira de apresentar nosso passeio basicamente entre a Esta√ß√£o Rosario Norte, passando por todas as outras esta√ß√Ķes at√© chegarmos √† Esta√ß√£o Retiro em Buenos Aires. Em linhas gerais, fornecemos as informa√ß√Ķes de infraestrutura e layout dos vag√Ķes, esta√ß√Ķes e destinos, para que eles tenham uma no√ß√£o se decidirem tomar o servi√ßo dos trens argentinos.

Como sempre, viva uma vida feliz, beba bastante √°gua para ser saud√°vel e sorrir.

Um beijo! ūüíô

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  • Membros

Ol√° amigo! Esta viagem de trem foi em setembro de 2019. Esta semana h√° um novo v√≠deo no canal do trem "El Rosariono" de Ros√°rio a Buenos Aires e na semana passada publiquei o tutorial de como comprar passagens em trens argentinos que s√£o 75% mais barato do que viajar de √īnibus e 90% mais barato do que viajar de avi√£o. Felicidades!

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  • Colaboradores

@par de sorrisos Nesta você está enganada.Conheço toda a Argentina, vivi anos em Chile,então posso te dizer que o conforto desses trens é zero em comparação com a Europa. São muito lentos. Esses 300 km de Rosário a Retiro,por ex,leva horas.Na Espanha, por exemplo, se fosse no TAV seria feito em 1 h.Governo sabe disso, por isso subsidia o preço das passagens. Houve uma época que o trem de las serras,pelas serras de Cordoba custava centavos em Real.Por isso mesmo,não sei como está hoje.

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  • Membros

√Č correto. Mas com a capacidade instalada atual √© isso que eles podem oferecer. Comparar o que foi percorrido e o que foi vivido √© o motivo pelo qual valorizamos a sua opini√£o e temos muitos percursos a percorrer para podermos comparar. Enquanto gostamos da experi√™ncia. Felicidades!

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  • 2 semanas depois...
  • Membros
Em 07/01/2021 em 09:38, D FABIANO disse:

@par de sorrisos Nesta você está enganada.Conheço toda a Argentina, vivi anos em Chile,então posso te dizer que o conforto desses trens é zero em comparação com a Europa. São muito lentos. Esses 300 km de Rosário a Retiro,por ex,leva horas.Na Espanha, por exemplo, se fosse no TAV seria feito em 1 h.Governo sabe disso, por isso subsidia o preço das passagens. Houve uma época que o trem de las serras,pelas serras de Cordoba custava centavos em Real.Por isso mesmo,não sei como está hoje.

  Nossa. Querer comparar trens da Europa com o da Argentina. Pelo menos lá ainda tem e no Brasil que destruíram tudo. Brasil é um pais destinado ao fracasso e a roubalheira.

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  • Membros

Aqui, eles est√£o trabalhando na expans√£o dos trens de longa dist√Ęncia. Certamente cada pa√≠s com sua realidade. Consideramos que o que √© realmente importante √© que este sistema de transporte permite transportar muitas pessoas a um custo razo√°vel. Sauda√ß√Ķes.

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  • 1 m√™s depois...
  • Membros
Em 07/01/2021 em 09:38, D FABIANO disse:

@par de sorrisos Nesta você está enganada.Conheço toda a Argentina, vivi anos em Chile,então posso te dizer que o conforto desses trens é zero em comparação com a Europa. São muito lentos. Esses 300 km de Rosário a Retiro,por ex,leva horas.Na Espanha, por exemplo, se fosse no TAV seria feito em 1 h.Governo sabe disso, por isso subsidia o preço das passagens. Houve uma época que o trem de las serras,pelas serras de Cordoba custava centavos em Real.Por isso mesmo,não sei como está hoje.

Se pensa em  ir rápido vai de avião. Acho ótimos esses trens assim mesmo. Essa vibe é para quem curte essa nostalgia, curti o momento, as paisagens passando vagarosamente pela janela.

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    • Por fernandobalm
      Resumo:
      Itiner√°rio: Buenos Aires (Argentina) ‚Üí Puerto Madryn (Argentina)‚Üí Rio Gallegos (Argentina) ‚Üí Punta Arenas (Chile) ‚Üí Ushuaia (Argentina) ‚Üí Puerto Natales (Chile) ‚Üí El Calafate (Argentina) ‚Üí Comodoro Rivadavia (Argentina) ‚Üí San Carlos de Bariloche (Argentina).
      Período: 10/03/2001 a 01/04/2001
      10-12: Buenos Aires
      13-15: Puerto Madryn
      16: Rio Gallegos
      16-18: Punta Arenas
      18-21: Ushuaia
      21-23: Puerto Natales
      23-25: El Calafate
      26: Comodoro Rivadavia
      27-29: Bariloche
      30: Buenos Aires
      01/04: SP-Rodoviária do Tietê
      Ida: Voo de São Paulo a Buenos Aires pela KLM, previsto para sair às 9h15 do Aeroporto de Guarulhos, pago com pontos do programa de fidelidade da KLM.
      Volta: √Ēnibus de Bariloche a Buenos Aires e depois a S√£o Paulo (Rodovi√°ria do Tiet√™), previsto para sair perto de 16h ou 17h da Rodovi√°ria de Bariloche. Paguei cerca de 105 pesos (equivalente a 105 d√≥lares na √©poca) pelo trecho de Buenos Aires a S√£o Paulo,
      Considera√ß√Ķes Gerais:
      N√£o pretendo aqui fazer um relato detalhado, mas apenas descrever a viagem com as informa√ß√Ķes que considerar mais relevantes para quem pretende fazer um roteiro semelhante, principalmente o trajeto, acomoda√ß√Ķes, meios de transporte e informa√ß√Ķes adicionais que eu achar relevantes.
      Nesta √©poca eu ainda n√£o registrava detalhadamente as informa√ß√Ķes, ent√£o albergues, pousadas, pens√Ķes, hot√©is e meios de transporte poder√£o n√£o ter informa√ß√Ķes detalhadas, mas procurarei citar as informa√ß√Ķes de que eu lembrar para tentar dar a melhor ideia poss√≠vel a quem desejar repetir o trajeto e ter uma base para pesquisar detalhes. Depois de tanto tempo os pre√ßos que eu citar ser√£o somente para refer√™ncia e an√°lise da rela√ß√£o entre eles, pois j√° devem ter mudado muito.
      Sobre os locais a visitar, só vou citar os de que mais gostei ou que estiverem fora dos roteiros tradicionais. Os outros pode-se ver facilmente nos roteiros disponíveis na internet. Os meus itens preferidos geralmente relacionam-se à Natureza e à Espiritualidade.
      Informa√ß√Ķes Gerais:
      Em toda a viagem houve bastante sol. Chuva e neve foram raras, ocorrendo geralmente de maneira breve e na regi√£o mais ao sul. As temperaturas na regi√£o de Buenos Aires, Bariloche e Puerto Madryn estiveram bem razo√°veis, chegando at√© perto dos 30 C em alguns dias. Mais ao sul, em Comodoro Rivadavia, Rio Gallegos, Puerto Natales e principalmente Punta Arenas e Ushuaia estiveram bem mais baixas, chegando a ficar abaixo de zero √† noite. O vento foi muito forte em toda a Patag√īnia, o que tornava a sensa√ß√£o t√©rmica ainda menor. Na regi√£o perto de Punta Arenas o tempo mudava muito rapidamente, havendo v√°rias situa√ß√Ķes diferentes durante o dia.
      A popula√ß√£o de uma maneira geral foi muito cordial e gentil¬†ūüĎć. Disseram-me que poderia n√£o ser muito bem tratado em Buenos Aires, mas se enganaram. Fui muito bem tratado em toda a viagem, com uma √ļnica exce√ß√£o numa visita a uma loberia em Puerto Madryn e, assim mesmo, porque creio que houve um mal entendido.
      Tive alguma dificuldade em entender a língua no Chile, principalmente quando conversando com pessoas com forte sotaque regional.
      As paisagens ao longo da viagem agradaram-me muito, passando por monumentos, parques e constru√ß√Ķes interessantes nas cidades e por √°reas costeiras, praias, montanhas, lagos, cavernas, geleiras, glaciais, florestas, rios e outros¬†¬†¬†.
      Pude ver tamb√©m v√°rios animais durante a viagem, a maioria em seu habitar natural. Isso incluiu lobos e le√Ķes marinhos, focas, elefantes marinhos, pinguins, delfins, guanacos. flamingos, tatus etc.
      Pensei em fazer a travessia de Bariloche a Puerto Montt, passando pelo Vulcão Osorno, mas desisti, pois naquela época demorava 4 dias, por não haver estradas em boa parte do trajeto, e eu não dispunha deste tempo.
      Surpreendeu-me que nas viagens de √īnibus na Argentina estavam inclu√≠das no pre√ßo pago as refei√ß√Ķes (almo√ßo e jantar)¬†ūüĎć.
      A viagem no geral foi tranquila. Não tive nenhum problema de segurança.
      Eu era (e ainda sou) vegetariano. Como a base da alimentação nesta região é a carne, foi um pouco difícil conseguir comida vegetariana, mas nada que supermercados não solucionassem. Gostei muito dos sanduíches de miga na Argentina, do doce de leite e dos vinhos, que tomei pouco .
      Os preços na Argentina estavam muito altos, pois havia a paridade do peso para o dólar e o real tinha sofrido a desvalorização alguns anos antes.
      A Viagem:
      Fui de SP a Buenos Aires no s√°bado 10/03/2001. A sa√≠da do voo estava prevista para as 9h15. Durante o voo uma senhora argentina de cerca de 60 a 70 anos falou-me de como eu iria gostar de Buenos Aires (ela disse: ‚Äúh√° muito o que ver, Buenos Aires n√£o √© feia como S√£o Paulo‚ÄĚ ). Falou-me que seu filho ou sobrinho estava procurando por emprego h√° tempos, ap√≥s se formar e n√£o conseguia (o que me parecia um sintoma do agravamento da crise). Achei a travessia da foz do Rio da Prata espetacular . Cheguei perto da hora do almo√ßo e me receberam muito bem no aeroporto ūüĎć. Deram-me gratuitamente bastante material sobre a Argentina e me indicaram um √īnibus que me deixaria na Pra√ßa San Mart√≠n. Peguei e de l√°, ap√≥s obter informa√ß√Ķes sobre onde me hospedar, fui andando at√© a regi√£o da Recoleta.
      Para as atra√ß√Ķes de Buenos Aires veja https://turismo.buenosaires.gob.ar/br. Os pontos de que mais gostei foram os monumentos, os equipamentos e eventos culturais, os parques e a cidade como um todo.
      Fiquei hospedado na Recoleta por 22 pesos a diária (na época equivalente a 22 dólares). Acho que era o Hotel Lion d’Or (https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g312741-d317288-Reviews-Hotel_Lion_d_Or-Buenos_Aires_Capital_Federal_District.html).
      Depois de me hospedar fui dar uma volta nas redondezas. Gostei bastante do local, bem cuidado. Passei por um cemit√©rio que me chamou a aten√ß√£o pelas est√°tuas. Resolvi entrar e l√° fiquei por mais de 1 hora, apreciando as obras de arte que existiam nos t√ļmulos, alguns dos quais de pessoas famosas, at√© internacionalmente. Nunca tinha feito uma visita destas a um cemit√©rio, mas gostei bastante. Depois passeei pelo bairro apreciando suas ruas e lojas. Parecia um local elitizado. Se bem me lembro ainda fui a Puerto Madero √† noite.
      No domingo 11/03 fui conhecer os outros pontos da cidade, incluindo o centro com seus monumentos e órgãos do Estado, e pontos específicos com seus equipamentos culturais e esportivos. Saí perto de 9h da manhã e voltei por volta de 23h. Andei muito. Pude visitar a Casa Rosada, a Praça de Maio, os órgão legislativos e judiciários, a catedral, o obelisco, centros culturais, confeitarias históricas, vários monumentos, o Rio da Prata, áreas arborizadas, a Boca, o Caminito (com suas casas coloridas), ver o estádio de La Bombonera por fora, ver casais fazendo apresentação de Tango na rua etc  .
      Num dos dias jantei algo como nhoque num restaurante de rua e no outro jantei no shopping. Interessante como no shopping os atendentes perceberam que eu era brasileiro e at√© falaram palavras em portugu√™s comigo ūüĎć.
      Na 2.a feira 12/03, fui para o outro lado, conhecer o Jardim Japon√™s e os parques da regi√£o do bairro de Palermo. Gostei muito . Eram parques enormes, sendo que o jardim japon√™s fazia jus ao nome, com v√°rias estruturas nip√īnicas, que se encaixavam muito bem na paisagem. Voltei para o hotel perto da hora do almo√ßo e no in√≠cio da tarde peguei um √īnibus para Puerto Madryn, j√° na Patag√īnia.
      A viagem durou perto de 18h. Passamos por Bahia Blanca no in√≠cio da madrugada. A paisagem ao longo da viagem agradou-me bastante ūüĎć. Recebemos jantar inclu√≠do no valor da passagem. Cheguei bem cedo na 3.a feira 13/03, hospedei-me num hotel simples (acho que o nome era parecido com Vaskonia). Como era bem cedo, fui ver se era poss√≠vel fazer excurs√£o √†¬†Pen√≠nsula Valdez ainda naquele dia. Achei uma ag√™ncia de turismo que dava desconto para h√≥spedes do hotel em que estava e, pesquisando algumas outras, vi que era a melhor op√ß√£o. Acabei comprando com eles o passeio pela Pen√≠nsula. O dono brincou comigo perguntando se eu lembrava do jogo entre Argentina e Brasil na Copa de 1990, quando Maradona atraiu a marca√ß√£o de 3 e lan√ßou Caniggia sozinho para driblar Taffarel e fazer o gol.
      Para as atra√ß√Ķes de Puerto Madryn e da Pen√≠nsula Valdez veja https://www.patagonia-argentina.com/puerto-madryn/ e https://www.patagonia-argentina.com/peninsula-valdes/. Os pontos de que mais gostei foram os animais, as forma√ß√Ķes rochosas e a natureza como um todo.
      Sa√≠mos pouco depois da 9h, se bem me lembro. No nosso grupo havia um espanhol da regi√£o basca, uma inglesa, um su√≠√ßo, um casal de argentinos e acho que alguns outros. O espanhol mencionou que desejava conhecer outros locais, mas que a Argentina era muito grande e tudo muito distante. Perguntou-me se o Brasil era t√£o extenso quanto a Argentina . Passamos por locais de avistagem de pinguins, lobos marinhos e elefantes marinhos. N√£o vi orcas. Numa das paradas, perguntei se poderia nadar e o guia disse que sim. Enquanto nadava, disseram-me que um pinguim nadou atr√°s de mim. Numa outra ocasi√£o vi um pinguim perseguindo um peixe. Nunca imaginei que um pinguim fosse t√£o r√°pido nadando. Parecia um torpedo. No caminho apreciamos tamb√©m a paisagem patag√īnica, des√©rtica, com v√°rios guanacos (ou seus parentes). Conversando com o argentino, que se me lembro era advogado, ele me falou da patag√īnia, dos poss√≠veis aproveitamentos econ√īmicos, da popula√ß√£o, de Buenos Aires e da situa√ß√£o da Argentina como um todo. No fim, quando est√°vamos nos despedindo, encontramos um tatu, que parecia j√° acostumado a humanos. Regressamos no meio da tarde.
      Aproveitei e ainda fui dar um passeio na praia. Reencontrei o suíço, mas acho que ele não me reconheceu.
      Na 4.a feira 14/03 fui conhecer a Loberia de Punta Luma, onde havia lobos marinhos e montanhas. Fui caminhando pelas estradas de terra ou similar. Num dado momento fui para a costa, pois achei que seria mais belo o passeio. Passei por uma linda jovem argentina que me orientou sorridente sobre o caminho. Encontrei pequenos grupos de lobos marinhos e cheguei bem perto, o que me permitiu observ√°-los bem. Acho que foi um erro, pois devo t√™-los deixado nervosos. Na hora n√£o avaliei isso bem. Mas n√£o houve nenhuma rea√ß√£o de ataque ou surto vis√≠vel, embora tenha percebido que eles pareciam ter ficado tensos. Devido a isso, resolvi afastar-me e n√£o mais me aproximar tanto. Encontrei uma monitora que me explicou sobre lobos e le√Ķes marinhos. Por ter ido pela costa e praias, acabei n√£o vendo a placa que dizia que alguns locais n√£o eram permitidos e que tinha que pagar uma taxa. Quando cheguei √† entrada principal, o respons√°vel disse que eu n√£o poderia ter passado por uma √°rea de que vim, perguntando-me se n√£o tinha visto a placa na estrada ou n√£o tinha querido ver. Ele parecia irritado. Pediu-me o ingresso. Como a monitora n√£o havia me cobrado, achei que poderia ser indevido e lhe disse que ela n√£o me havia cobrado. Ele se irritou bastante e disse que ele estava cobrando, j√° em tom bem mais alto ūüė†. Eu paguei, ele acalmou-se, deu-me algumas informa√ß√Ķes sobre as montanhas e o local. Fui dar um passeio e conhecer as montanhas, que tinham apar√™ncia interessante, diferente, parecendo at√© de outro planeta. Realmente grandiosas . Depois, j√° perto do p√īr do sol, voltei a p√©. No caminho, acho que ele passou por mim com sua caminhonete.
      Na 5.a feira 15/03 peguei um √īnibus para Rio Gallegos. Novamente belas paisagens, mas desta vez bem mais des√©rticas. Neste ou em outros trajetos pude ver guanacos, cria√ß√Ķes de ovelhas e fazendas com fileiras de √°lamos pr√≥ximos √†s casas, que segundo me explicaram eram plantados para cortar o vento, muito forte na Patag√īnia. Cheguei l√° na 6.a feira 16/03 pela manh√£. Estava bem mais frio ūü•∂, obrigando o uso da roupa mais pesada (fleece) e da jaqueta (anoraque). Conversei com uma atendente p√ļblica local, que me explicou sobre a regi√£o, os pontos a conhecer e me falou sobre as precau√ß√Ķes a tomar com o frio. Dei um¬†passeio pelo centro da cidade e fui a uma ag√™ncia de turismo perguntar sobre os poss√≠veis passeios. Embora tenha achado interessante o lago na cratera de um vulc√£o, achei muito caro e distante. Resolvi ent√£o contemplar a orla e o centro. Achei a paisagem do mar muito bela ūüĎć.
      Para as atra√ß√Ķes de Rio Gallegos veja https://www.patagonia-argentina.com/rio-gallegos-ciudad/. Os pontos de que mais gostei foram os monumentos, a cidade, a orla e o mar.
      Parti no pr√≥prio dia para Punta Arenas. A ida para Ushuaia via terrestre era invi√°vel, porque passava pelo Chile e as companhias argentinas n√£o faziam diretamente. Sa√≠ no in√≠cio da tarde e cheguei na parte final da tarde. No √īnibus um judeu me perguntou de que cidade eu era, e quando disse que era de S√£o Paulo, ele fez um ar de admira√ß√£o e falou ‚Äúuma cidade muito perigosa‚ÄĚ. Falou de um jeito que imaginei que conhecesse S√£o Paulo¬†. No caminho paramos para fazer a sa√≠da da Argentina e entrada no Chile. No escrit√≥rio havia um mapa bem amplo da regi√£o e descobri que existia uma reserva florestal em Punta Arenas, pela qual me interessei. Em Punta Arenas fiquei hospedado numa casa que funcionava como hotel, aparentemente de uma mulher judia. Ainda sa√≠ para dar uma volta nos arredores e conhecer um pouco da cidade. Encontrei uma pequena empresa de inform√°tica e lhes perguntei sobre como eram as condi√ß√Ķes de trabalho ali. Quando voltei, Eli (acho que este era o nome da dona) me disse ‚ÄúMeti√≥ sus patitas en el barro.‚ÄĚ ou algo parecido, quando eu pedi desculpas e fui lhe pedir um pano ou vassoura para limpar a sujeira que tinha deixado. √Ä noite deste ou do dia seguinte (ou em ambas), fui jantar num restaurante, pedindo espaguete e tomando vinho ūüĎć. O vento era muito forte e frio, o que fazia a sensa√ß√£o t√©rmica diminuir muito. A temperatura estava perto de zero graus ūü•∂.
      Para as atra√ß√Ķes de Punta Arenas veja https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/punta-arenas. Os pontos de que mais gostei foram a reserva florestal e a paisagem do mar.
      No s√°bado 17/03 dei um passeio por Punta Arenas e depois fui conhecer a Reserva Florestal de Magalh√£es, que havia descoberto na estrada. Antes passei pela Ordem Salesiana para conhecer suas obras e pelos edif√≠cios mais famosos da cidade. Depois, de acordo com o mapa, rumei para a reserva. Havia uma ladeira, que fazia um corredor de vento para o mar. Quando estava chegando l√° em cima, o vento era t√£o forte, que eu andava para frente sem sair do lugar. A√≠ andei os metros finais agachado, diminuindo minha superf√≠cie e, portanto, a for√ßa que o vento exercia sobre mim¬†. Caminhei at√© a reserva passando por paisagens naturais de que gostei. Gostei muito da reserva tamb√©m , com seus bosques preservados, sua vista de montanhas e paisagens naturais, os sinais da presen√ßa de castores, embora n√£o tenha visto nenhum, suas √°rvores t√≠picas da regi√£o e a vista ampla da regi√£o, a partir de alguns pontos mais elevados. Depois retornei no fim da tarde. Neste dia o tempo amanheceu nublado, depois garoou, depois abriu o sol, depois choveu com m√©dia intensidade, voltou a abrir o sol, nevou fraco e parou¬†. Uma amostra de como o tempo muda r√°pido nesta regi√£o. A noite voltou a fazer muito frio novamente ūü•∂, que era mais sentido devido ao vento muito forte.¬† Se bem me lembro, foi aqui que minhas m√£os come√ßaram a perder o movimento, depois que o sol se foi. Era dif√≠cil at√© esfreg√°-las. Eu n√£o levei luvas. Tentei coloc√°-las dentro da roupa, mas adiantou pouco. O sangue parecia estar parando de fluir. Quando cheguei ao hotel, reaqueci-as e senti a vida voltar. Como deve ser dif√≠cil ficar numa situa√ß√£o destas como ocorre¬†com os montanhistas em situa√ß√Ķes inesperadas.
      No domingo 18/03 resolvi ir para Ushuaia, mesmo sabendo que aos domingos n√£o havia transporte direto. Peguei um √īnibus at√© Puerto Porvenir, j√° na Terra do Fogo. Para chegar l√° precisamos pegar uma balsa para atravessar o Estreito de Magalh√£es. Acho que foi aqui que pensei em nadar enquanto esperava, mas a √°gua estava muito fria e n√£o me arrisquei. Achei a travessia muito bela, com vistas espetaculares . V√°rios delfins (eu acho) ūüź¨¬†acompanharam o barco. Quando chegamos l√° acho que houve algum problema de um dos ve√≠culos que vieram no barco com um policial, o que fez a viagem atrasar e ficarmos parados um tempo. Na viagem havia v√°rios americanos, alguns de Wyoming, que sabiam falar um pouco de espanhol. Havia tamb√©m uma queniana (ou descendente de quenianos) radicada na Bol√≠via. Conversei com os americanos sobre a viagem, suas expectativas e como o ambiente se parecia com o local onde moravam. Conversei com a queniana-boliviana sobre a Reserva do Masai Mara. Combinei com ela de irmos juntos ao Parque Nacional da Terra do Fogo no dia seguinte, se bem me lembro, encontrando-nos na porta por volta de 8h. As paisagens naturais do resto da viagem tamb√©m me pareceram belas. Chegamos √† noite. Depois de pesquisar um pouco, resolvi experimentar um hostel (pela primeira vez na vida), visto que com a dolariza√ß√£o, os hot√©is regulares pareciam-me caros. Foi o primeiro de muitos¬†.
      Para as atra√ß√Ķes de Ushuaia veja https://turismoushuaia.com/?lang=pt_BR. Os pontos de que mais gostei foram o parque, o glacial, as paisagens naturais e a vista da cidade e do mar.
      Na segunda-feira 19/03 fui at√© o Parque Nacional da Terra do Fogo. Perdi a hora de manh√£ e cheguei 1h atrasado ao encontro marcado . A mo√ßa n√£o me estava esperando (imagino que desistiu). Fui caminhando e adorei o parque. Assim como a Reserva Florestal de Magalh√£es, havia muitas paisagens naturais a observar, cursos de √°gua, montanhas, √°rvores e vegeta√ß√£o t√≠picas etc . Fiquei l√° o dia inteiro. Encontrei um japon√™s no meio do caminho que me disse que achava frio para acampar ali. Sa√≠ no p√īr do sol. Desta vez fui tirar o barro dos meus t√™nis num local que parecia um tanque no banheiro. Voltei √† noite ao hostel.
      Lá conheci um casal de europeus, americanos ou canadenses (não me lembro bem). Não percebi no hostel que na cama de baixo havia uma moça e troquei de roupa no próprio quarto num dos dias . Ela, que era eslovena e estava quase dormindo, virou para o outro lado. Depois, quando percebi que era uma moça, fui pedir desculpas.
      Na 3.a feira 20/03 fui explorar a cidade e seus arredores. A vista do oceano em direção à Antártica parecia linda. Tentei verificar a possibilidade de ir até lá, nem que só um pouquinho, mas achei inviável o tempo necessário. Não tinha me preparado para tal. Após andar pela cidade e reencontrar o casal do hostel, fui em direção ao Glacial Martial (https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g312855-d313939-Reviews-Glacier_Martial-Ushuaia_Province_of_Tierra_del_Fuego_Patagonia.html). Nunca tinha ido a um Glacial. Não sabia o que esperar. Não estava preparado em termos de equipamentos. Fui de tênis de pano (ou couro). Mas adorei . Era uma geleira pequena, mas subi nela até onde achei seguro, para não escorregar. Sentei até um pouco, para apreciar a maravilhosa vista, tanto das montanhas acima e do glacial, como da paisagem abaixo, com a cidade e o oceano. Achei ambas espetaculares. Mas era frio. Depois de apreciar bastante e quase ficar meditando um tempo lá, voltei para a cidade e fui apreciar novamente a orla.
      Na 4.a feira 21/03 peguei um √īnibus para Puerto Natales, no Chile novamente, para ir conhecer Torres del Paine. Tivemos que fazer entroncamento, posto que a rota regular, se bem me recordo, era direto para Punta Arenas. N√£o me recordo bem se cheguei a ir at√© Punta Arenas (acho que n√£o) ou se parei num ponto intermedi√°rio (acho que √© mais prov√°vel). Cheguei em Puerto Natales no meio da tarde e me hospedei num pequeno hotel. Sa√≠ para dar uma volta na cidade, antes do p√īr do sol.
      Para as atra√ß√Ķes de Puerto Natales veja https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/puerto-natales. Os pontos de que mais gostei foram Torres del Paine, a caverna com o animal extinto e as paisagens naturais.
      Na 5.a feira 22/03 fui at√© o Parque de Torres del Paine (https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Torres_del_Paine). Se bem me lembro, havia um √īnibus de turismo que ia at√© a porta do parque e depois pegava as pessoas no fim do dia para retornar (acho que eram v√°rios hor√°rios de retorno). Na ida passamos por paisagens que achei espetaculares, das montanhas nevadas e da vegeta√ß√£o nativa. Paramos num espelho d‚Äô√°gua formado por um lago com montanhas ao redor, como eu s√≥ tinha visto em filmes e quadros. A partir da porta do parque fui caminhando em dire√ß√£o √†s torres. Achei toda a paisagem espetacular . At√© bebi √°gua em um riacho, mas a temperatura da √°gua era muito baixa. Tive algum tipo de tor√ß√£o ou mau jeito no joelho, pois devido ao hor√°rio de volta do √ļltimo √īnibus resolvi acelerar. Achei espetaculares as torres e toda a paisagem no seu entorno . No retorno, pouco depois do meio do caminho, encontrei dois ge√≥logos brasileiros, que trabalhavam para companhias de petr√≥leo. Eles me deram carona at√© a entrada e afastaram qualquer risco de perder o √ļltimo √īnibus. Inclusive, se bem me lembro, acho que devido a isso peguei o pen√ļltimo. Estavam fazendo pesquisas devido √† similaridade daquela regi√£o com o fundo do mar, onde se explora petr√≥leo. Falaram que era o primeiro local tur√≠stico em que foram trabalhar.
      Na 6.a feira 23/03 fui at√© uma caverna com registros pr√©-hist√≥ricos que era pr√≥xima da cidade. Talvez fosse a Cueva del Milodon (https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/torres-del-paine/monumento-natural-cueva-del-milodon). Achei interessante a caverna com seus registros humanos pr√©-hist√≥ricos e o Milodon, um animal extinto h√° muito tempo ūüĎć. Se bem me lembro fui e voltei de √īnibus. No meio da tarde peguei um √īnibus para El Calafate. Cheguei no in√≠cio da noite e fiquei hospedado numa casa. A dona avisou-me para tomar cuidado quando fosse ao Lago Argentino, porque havia muito barro no entorno.
      Para as atra√ß√Ķes de El Calafate veja https://www.patagonia-argentina.com/el-calafate/. Os pontos de que mais gostei foram o Glacial Perito Moreno, o Lago Argentino, com seus flamingos e as paisagens naturais.
      No s√°bado 24/3 peguei uma excurs√£o para conhecer o Glacial Perito Moreno (https://pt.wikipedia.org/wiki/Geleira_Perito_Moreno). Logo de manh√£ combinei a excurs√£o com uma ag√™ncia e fomos num micro-√īnibus. A guia sugeriu que tap√°ssemos os olhos no caminho e s√≥ abr√≠ssemos quando ela avisasse, para termos a surpresa de ver o glacial. Gostei bastante da paisagem, com geleiras e depois gostei do Glacial, com o lago em que estava inserido . Pegamos um barco e fomos at√© certo ponto, para v√™-lo de mais perto. Disseram-me alguns anos depois, que n√£o se ia mais de barco at√© perto do glacial, devido ao aquecimento global e aos deslizamentos. N√£o sei como est√° atualmente. Havia uma escada com muitos degraus, que a guia disse para aqueles que poderiam ter alguma dificuldade de mobilidade (idosos por exemplo), avaliarem se compensava descer. Eu fui at√© o √ļltimo degrau e apreciei a paisagem de cima e de baixo. Gostei bastante da paisagem. Vimos algumas quedas de blocos de gelo, imagem famosa em v√≠deos. Na √©poca n√£o t√£o comum quanto atualmente. Na volta ganhamos um chocolate quente ‚ėē.
      Depois, mais tarde, eu fui dar um passeio numa parte do Lago Argentino que era pr√≥ximo. Achei o lago espetacular . Os flamingos no meio, em grande quantidade, embora j√° estivesse perto do entardecer, davam um colorido que tornava a paisagem ainda mais bela. Sujei bastante meu t√™nis com a lama do entorno. Quando voltei, perguntei para a filha da dona se ela poderia limpar meu t√™nis, comigo pagando, e a m√£e, ouvindo, disse ‚ÄúEu n√£o te avisei‚Ä̬†. Achei que a mo√ßa n√£o gostou muito da ideia, pois daria um trabalh√£o e resolvi eu mesmo lavar no dia seguinte.
      No domingo 25/3 fui dar uma volta nos arredores, andando por boa parte da margem do Lago Argentino e apreciando a paisagem. Gostei muito de tudo ūüĎć. Durante o passeio, quando estava bem longe da cidade, 2 cachorros ūüźē¬†come√ßaram a me acompanhar. Como gosto de cachorros, fiz agrado para eles e fizemos parte do passeio juntos. Mas eu pensei que depois eles ficariam por ali. Quando comecei a voltar, eles come√ßaram a me acompanhar. No come√ßo n√£o me importei e pensei que iriam desistir. Depois fiquei preocupado, pois claramente n√£o sabiam andar nas ruas e j√° est√°vamos chegando perto da estrada e da cidade. Tentei espant√°-los, mas n√£o havia meio de voltarem. Achei que poderiam morrer atropelados, pela total falta de traquejo que demonstravam com as ruas. Falei com um homem que estava na rua, perguntando sobre como resolver aquela quest√£o. Ele riu da minha d√ļvida e disse que n√£o sabia de quem eram os cachorros e me disse para atirar uma pedra neles. Eu n√£o podia fazer isso. Eu gosto muito de cachorros. Mas andei mais um pouco e eles quase foram atropelados. A√≠, com enorme dor no cora√ß√£o, atirei uma pedra do lado deles. Mas eles n√£o entenderam e continuaram atr√°s, novamente, indo pela rua e quase sendo atingidos por carros. A√≠ resolvi atra√≠-los para fora da rua, peguei uma pedra n√£o muito grande e acabei atirando no dorso, de modo a causar o m√≠nimo impacto poss√≠vel. Nunca vou esquecer a fisionomia de decep√ß√£o dos cachorros, que me seguiram com amor e me viram atirar pedras neles. Foi uma facada na minha alma ūüėĘ. Mas eles pararam de me seguir e acho que voltaram para os campos. Talvez tenha funcionado, mas acho que o pre√ßo foi alto.
      √Ä noite peguei um √īnibus para Comodoro Rivadavia. Cheguei no dia seguinte, 2.a feira 26/3, entre o princ√≠pio e o meio da manh√£. Considerando o tempo que eu tinha dispon√≠vel e as atra√ß√Ķes a conhecer, resolvi ficar somente um dia e pegar um √īnibus para Bariloche no fim do dia.
      Para as atra√ß√Ķes de Comodoro Rivadavia veja https://www.comodoroturismo.gob.ar e https://manualdoturista.com.br/comodoro-rivadavia. Os pontos de que mais gostei foram o Museu do Petr√≥leo, as informa√ß√Ķes sobre as Malvinas e a guerra, as constru√ß√Ķes na cidade, a praia e a vista do oceano.
      Fui a um escrit√≥rio de turismo municipal perguntar por sugest√Ķes de pontos a visitar. Al√©m da cidade e do museu, foi sugerido conhecer a Praia de Rada Tilly. Perguntei se n√£o seria mais interessante conhecer um campo com alguns aerogeradores de energia e√≥lica (naquela √©poca nunca tinha visto nenhum). O atendente disse-me que era muito longe, num caminho que n√£o tinha outras atra√ß√Ķes e era deserto, o que poderia me deixar √† merc√™ de algum acidente ou problema nas pernas ou p√©s. Resolvi ent√£o seguir a sugest√£o e ir a Rada Tilly, que achei uma praia muito bonita, por√©m cuja aproveitabilidade ficava comprometida pelo clima frio. Mas a paisagem agradou-me, incluindo o caminho ūüĎć. Antes tinha ido ao Museu do Petr√≥leo, que achei bastante interessante ūüĎć. Nele ou em algum local anexo, havia uma exposi√ß√£o sobre as Malvinas, com informa√ß√Ķes sobre a guerra, que achei bastante interessantes tamb√©m, apenas pontuando que era a vis√£o argentina do conflito, que apesar disso me pareceu razoavelmente isenta, mas ainda assim sob a √≥tica argentina. Dei tamb√©m um passeio pela cidade, sua catedral, seus edif√≠cios hist√≥ricos etc.
      Depois de voltar de Rada Tilly, peguei o √īnibus para Bariloche. A viagem durou quase 1 dia, se bem me lembro. Conversei com algumas pessoas durante a viagem, sendo que me falaram de cidades na regi√£o de Bariloche que tinham pouca popula√ß√£o, mas concentravam muitos artistas e amantes de filosofia e artes. Durante a viagem, ap√≥s saber que eu era brasileiro, o jovem comiss√°rio do √īnibus perguntou-me ‚ÄúPel√© ou Maradona?‚ÄĚ ‚öĹ. Respondi que Pel√© tinha feito mais de 1.200 gols e Maradona menos de 200, Pel√© tinha sido 5 vezes campe√£o do mundo e Maradona s√≥ 1 etc. Ele retrucou para mim que Pel√© jogava com os mestres. Continuamos um pouco na conversa, mas olhei para os outros passageiros e percebi que muitos estavam me olhando. Para n√£o causar confus√Ķes, falei ent√£o ‚ÄúCada um no seu tempo‚ÄĚ, que √© algo em que creio e que acho que apaziguou os √Ęnimos¬†.
      Cheguei no in√≠cio da tarde da 3.a feira 27/3. Achei a paisagem da viagem magn√≠fica , principalmente na regi√£o de Bariloche. Havia muitos lagos e montanhas entremeados, al√©m das paisagens com vegeta√ß√£o natural aparentemente preservada. Hospedei-me numa casa, que funcionava como hotel. Consegui gratuitamente mapas com informa√ß√Ķes e sugest√Ķes de passeios ūüĎć.
      Para as atra√ß√Ķes de Bariloche veja https://barilocheturismo.gob.ar/br/home. Foi um dos pontos de que mais gostei . O que mais me agradou foram as paisagens naturais, os lagos, a vista do Monte Campan√°rio e os locais naturais e t√≠picos do Circuito Pequeno (Chico).
      Inicialmente, como ainda havia luz do sol, fui dar uma caminhada acompanhando o curso do lago que ficava perto da área central. Durou umas 2 horas. Achei magnífica a paisagem.
      Nos 2 dias seguintes fui realizar o Circuito Pequeno (Chico) e subi no Monte Campan√°rio. Decidi subir pela trilha, que estava com a infraestrutura bastante comprometida, mas nada que me parecesse amea√ßar a seguran√ßa, apenas causando maior necessidade de esfor√ßo f√≠sico e fazendo sujar os cal√ßados e as roupas. A vista l√° de cima foi uma das mais belas que j√° vi ¬†, englobando a paisagem natural, com lagos, montanhas, picos nevados, florestas, vilas etc. Andando pelo circuito, pude ver muitos atrativos naturais, paisagens de que muito gostei. Houve tamb√©m a Col√īnia Su√≠√ßa, que achei interessante.
      Na 5.a feira 29/3 √† tarde fui pegar um √īnibus para Buenos Aires e posteriormente a S√£o Paulo. Optei pelo √īnibus porque o pre√ßo da passagem a√©rea s√≥ de volta era mais alto do que o de ida e volta . A porta da casa estava trancada, eu tocava a campainha, batia palmas e ningu√©m aparecia para abrir. Comecei a ficar preocupado em perder a hora. A√≠ comecei a gritar e a atendente veio abrir a porta. Acho que ela ficou com medo, talvez n√£o sabendo quem estava na porta. Imagino que quando reconheceu minha voz veio abrir. Talvez por ser chilena e n√£o conhecer bem a cidade ou por estar em alguma situa√ß√£o irregular, tenha ficado com medo se fosse um desconhecido.
      Peguei o √īnibus por volta de 17h. A viagem at√© Buenos Aires novamente teve belas paisagens ūüĎć, mas n√£o t√£o espetaculares quanto a anterior. Durou 1 dia. Chegando l√° na 6.a feira 30/3, comprei uma passagem para S√£o Paulo pela Via√ß√£o Pluma (https://www.pluma.com.br). Fizemos a entrada por Paso de los Libres e Uruguaiana no fim da madrugada. O atendente da Pol√≠cia Federal olhou-me com cara feia, ap√≥s carimbar meu passaporte e eu avisar que era brasileiro e que n√£o precisava ter carimbado como entrada de viajante. Acho que pensou que eu era estrangeiro . Depois de entrar no Brasil, j√° n√£o havia mais refei√ß√Ķes inclu√≠das no pre√ßo da passagem. A viagem pelo Brasil, pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran√° e sul de S√£o Paulo apresentou paisagens que achei magn√≠ficas . Fomos pelo interior e passamos por c√Ęnions, campos, amplas √°reas com vegeta√ß√£o nativa, montanhas etc. No s√°bado 31/3 almo√ßamos numa churrascaria em Passo Fundo. Eu sou vegetariano e n√£o peguei carne. Num dado momento, o mo√ßo que servia o rod√≠zio veio oferecer-me gentilmente lingui√ßa calabresa. Eu disse que n√£o tinha comprado o rod√≠zio, mas ele disse que era cortesia. Falei ent√£o que n√£o comia carne e vi sua cara de decep√ß√£o. Fiquei um pouco tocado por ter rejeitado a sua gentil oferta. No Rio Grande do Sul, ainda mais naquela √©poca, imagino que vegetarianos deveriam ser rar√≠ssimos. A viagem foi cansativa ūüėę, as pernas, os gl√ļteos e as costas ficaram doendo um pouco, mas as paisagens foram muito belas. Cheguei em S√£o Paulo perto de 5h da manh√£ do dia 01 de abril, data em que fazia 32 anos.
    • Por Matheus Verdan
      O vídeo acima explica quais são exatamente, todos os documentos necessários para entrar na Argentina com seu automóvel.
      Algumas informa√ß√Ķes e duvidas de muitas pessoas como:
      - Posso viajar com o automóvel financiado?
      - Qual seguro preciso ter para entrar na Argentina?
      - √Č exigido alguma vacina para entrar na Argentina?
      As perguntas acima são algumas de muitas outras que você não terá mais duvida depois de ver esse vídeo.
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      Direção Nacional de Imigração:
      Dirección: Av. Antártida Argentina, 1355, Ciudad de Buenos Aires
      Código postal: C1104ACA
      Teléfono: 54 (011) 4317-0234
      Correo electr√≥nico: [email protected]
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      Contatos importantes
      Em caso de emerg√™ncia, recomenda-se que o brasileiro disque o n√ļmero 107, servi√ßo de pronto-socorro municipal que pode enviar uma ambul√Ęncia ao seu domic√≠lio ou hotel. Brasileiros que passem mal em Ezeiza, entretanto, ou fora da cidade de Buenos Aires, devem chamar o Servi√ßo de Emerg√™ncia da Prov√≠ncia de Buenos Aires, pelo telefone 911.
      Os dados dos servi√ßos de utilidade p√ļblica da Argentina s√£o: ¬† ¬† ¬† ¬†
      Ambul√Ęncias: 107 ¬† ¬† ¬†¬†
      Bombeiros: 100          
      Defesa Civil (emergências): 103        
      Policia Federal: 101/911        
      Aeroportos: 5480-6111          
      Buetur (assistência ao turista): 0800 999 283887     
      Auxílio à lista: 110     
      Hora certa: 113
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      Links uteis:
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      Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: 
      @mathverdan 
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    • Por RafaelOS
      Olá pessoal!! 
       
      Tenho um grande sonho pela Patag√īnia tanto chilena quanto Argentina e sonho em conhecer Ushuaia, por√©m n√£o tenho no√ß√£o de valores, n√£o me importo com hot√©is ¬†chiques, gostaria de saber se com 3mil reais √© poss√≠vel conhecer esse lugar por pelo menos 1 semana?¬†
    • Por guilhermefsoares
      Boa tarde pessoal!
      T√ī com uma d√ļvida cruel: minha esposa trabalha embarcada internacionalmente atualmente e com as restri√ß√Ķes de entrada de brasileiros nos pa√≠ses estamos receosos de que ela possa perder as oportunidades por causa desse bloqueio. Estamos cogitando em passar um tempo na Argentina pra evitar que isso aconte√ßa mas, ainda com uma pol√≠tica de vacina√ß√£o melhor que a nossa, vi que tem os bloqueios por l√° tamb√©m. Gostaria de saber o que voc√™s acham disso. A gente fica por aqui mesmo, vai pra Argentina, pois n√£o estou vendo melhoras na situa√ß√£o atual e temos muito a perder se tomarmos as decis√Ķes errada.
       
      Agradeço já a atenção que vocês disponibilizaram.
      Abraços.
       
      Guilherme.
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