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Em 27/04/2021 em 11:41, Alan Rafael Kinder disse:

Estou com planos para fazer Soldados Sebold agora neste dia 15/05... espero que o clima colabore.

A idéia inicial era dar uma volta pela serra catarinense, mas são tantos pontos que não daria pra fazer decentemente em menos de cinco dias (e não disponho desse tempo todo agora).

Opa! Aquele lugar é da hora, só não sei quando vou rsrs Mas tenho em mente no fim de maio/começo de Junho. Então boa sorte e quando voltar muitas histórias pra contra pra gente :)

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Em 27/04/2021 em 09:42, StanlleySantos disse:

Obrigado!

Somos dois. Antes da pandemia ser a palavra da vez, já evitava povão o máximo possível. A vantagem do sul é isso, muita atração natural onde vc pode ir embora e "se perder" no bom sentido (com ênfase no montanhismo amador e profissional), de uma forma que vc nem sente falta da cidade, coisa que não existe na minha terrinha, rs. Assim como vc, pretendo fazer soldados sebold (sem previsão por ora), e conhecer a serra. As praias, então? Maravilhosas.

 

Eu dei umas voltas pelo interior do RS, fiz uma travessia por lá, Ferrovia do Trigo, lugar de trechos muito bonito. A pandemia deixou a viagem um pouco marcada, principalmente no rosto hahaha mas deu tudo certo. Então tá na minha lista a Serra Catarinense "Campo dos Padres" também sem previsão e quem sabe voltar pro litoral. Você é de onde? Eu sou do Mato Grosso hihi

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Em 28/04/2021 em 19:13, Robson De Andrade disse:

Eu dei umas voltas pelo interior do RS, fiz uma travessia por lá, Ferrovia do Trigo, lugar de trechos muito bonito. A pandemia deixou a viagem um pouco marcada, principalmente no rosto hahaha mas deu tudo certo. Então tá na minha lista a Serra Catarinense "Campo dos Padres" também sem previsão e quem sabe voltar pro litoral. Você é de onde? Eu sou do Mato Grosso hihi

Ferrovia...era pra eu ter feito esse trem em 2019, mas uma frente fria que tava rolando na semana que eu iria frustrou meus planos. Quando voltar ao Estado para fazer a praia do Cassino vou tentar emendar com a Ferrovia. Eu sou de Manaus, ou seja, morro, montanha ou afins, quase zero por aqui (apesar de ironicamente o ponto mais alto do país ser aqui no norte).

Para esse ano agora só o conjunto Marumbi e pico Caratuva (se a pandemia deixar)

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5 horas atrás, StanlleySantos disse:

Ferrovia...era pra eu ter feito esse trem em 2019, mas uma frente fria que tava rolando na semana que eu iria frustrou meus planos. Mas quando voltar ao Estado para fazer a praia do Cassino vou tentar emendar com ferrovia. Eu sou de Manaus, ou seja, morro, montanha ou afins, quase zero por aqui (apesar de ironicamente o ponto mais alto do país ser aqui).

Para esse ano agora só o conjunto Marumbi e pico Caratuva (se a pandemia deixar)

Eu fiz no final de Janeiro deste ano, até escrevi um relato aqui, é um lugar legal, é um trecho "não permitido". Mesmo assim um dia desses eu quero voltar lá, ver algumas coisas que não vi. Quando eu fui tava chovendo muito e fazia calor, seria legal fazer num tempo frio, mas seco rsrs.

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    • Por Tadeu Pereira
      Trilha Saco das Bananas ou Trilha das 10 Praias Desertas - Caraguatatuba x Ubatuba - SP 
      Praias: Praia da Tabatinga, Praia da Figueira, Praia da Ponta Aguda, Praia da Lagoa, Praia do Simão, Praia Saco das Bananas, Praia da Raposa, Praia da Caçandoquinha, Quilombo Caçandoca, Praia do Pulso, Praia da Maranduba e Praia do Sape.
      Dificuldade: Moderado
      Distância: 28 km
      Salve salve mochileiros!
           Segue o relato desta trilha fantástica situada entre Caraguatatuba e Ubatuba no litoral Norte de São Paulo, iniciada na Praia da Tabatinga a aproximadamente 20 Km da cidade de Caraguatatuba e finalizada na praia do Sape. A trilha é de nível médio com subidas e descidas mostrando belas paisagens e diversas praias. A maioria das praias são quase que desertas com pontos de água potável.  
      Partida - 17/11/20 - Ida 7:30am - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$45,00 - Caraguatatuba x  Praia da Tabatinga -> Ônibus R$4,65
           Partimos do bairro do Butantã em São Paulo capital onde combinamos com o motorista do aplicativo BlablaCar para sair às 7:30am. Saímos no horário marcado e fomos em 4 pessoas no carro. A viagem foi tranquila, segura, todos de máscaras pela pandemia e com duração de duas horas e meia até chegarmos ao Terminal Rodoviário de Caraguatatuba onde pegamos um ônibus do transporte público com sentido a cidade de Ubatuba. Depois de aproximadamente 35 minutos descemos no último ponto da praia da Tabatinga próximo ao Mercado Prime onde fica o início da trilha pela rua à direita do mercado. Compramos mais alguns mantimentos e água e iniciamos por volta das 11:00am a Trilha do Saco das Bananas ou Trilha das 10 praias desertas.   
       
           A trilha teve início na rua ao lado direito do Supermercado Prime pela Rua Onze onde seguimos por ruas com um terreno muito acidentado com muitos buracos e lama até chegar na entrada para a Praia da Figueira. Resolvemos não entrar nesta praia pois o tempo não estava ajudando muito e então seguimos em frente. Alguns metros a frente chegamos no Mirante da Praia da Ponta Aguda de onde se tem uma bela vista da Praia da Figueira e da Praia da Ponta Aguda.
         
                                                 (Entrada Praia da Figueira)                                                        (Estrada)
       

      (Mirante da Praia Ponta Aguda) - (Praia da Figueira)

      (Praia da Figueira)

      (Praia da Figueira)
           Passando o mirante a trilha começa a adentrar a mata mais fechada passando por diversos pontos d'água. Andamos por mais ou menos mais 1 hora e chegamos em um casarão abandonado com várias bananeiras ao redor. Não sei a história desta casa mas parecia ser bem antiga. Neste ponta a trilha se divide em duas, para a esquerda se segue a trilha para a Praia do Simão, e para a direita se chega na Praia da Ponta Aguda. Descemos uns 15 minutos de trilha passando por um descampado até chegar na Praia da Ponta Aguda. 
       

       (Praia da Ponta Aguda) 

       (Praia da Ponta Aguda) 
            Ficamos pouco tempo na Praia da Ponta Aguda pois estávamos correndo contra o tempo que a todo momento mostrava que podia desabar com muita chuva. Retornamos pela mesma trilha que chegamos na praia e continuamos a trilha seguindo as placas rumo a Praia da Lagoa. 
       

          (Praia da Lagoa) 
           A Praia da Lagoa que faz jus ao nome contém uma lagoa que desagua no mar situada do lado esquerdo da praia. Retornamos pela mesma trilha e seguimos as placas para a Praia do Simão que a princípio iríamos pernoitar e seguir no dia seguinte.  
       
           Apesar da placa de proibido resolvemos seguir em frente e caminhamos por mais ou menos umas 2 horas neste trecho. A trilha estava muito molhada pela chuvas do dia anterior tornando o trecho escorregadio e muito difícil de render a caminhada. O tempo até que estava colaborado pois só tínhamos pego chuviscos durante o caminho, até que chegando próximo da Praia do Simão o tempo simplesmente resolveu dizer qual seria o nosso destino pelos próximos 3 dias ahahauhauhauha. 
       
           Começando com um chuva bem fina, toda aquela água que estava acumulada durante o dia resolveu cair bem na hora que estávamos chegando na Praia do Simão ahuahuah e não parou mais. Depois de vários escorregões e tombos passando por alguns trechos que sem chuva até seriam fáceis, mas com toda aquela água caindo do céu com a trilha encharcada e muito escorregadia ficaram bem complicadas. E depois de algumas horas chegamos na Praia do Simão ou Praia Brava do Frade.

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)


      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
           Segundo moradores a Praia Brava do Frade possui este nome pois a um tempo atrás morou um frade na praia por muitos anos, razão do nome original. A praia é bastante procurada também por surfistas que buscam tranquilidade em uma praia deserta longe da badalação, mas neste dia não tinha ninguém na praia. 
           Chegamos e já montamos acampamento no meio das inúmeras árvores pensando em obter alguma sombra pra caso no dia seguinte o sol desse as caras ahuahuah. A praia tem mais ou menos 1 km de extensão com mar de águas agitadas, areia clara, praia de tombo, aparentemente com muitas correntes de retorno. Também ficamos próximos ao um ponto de água potável que fica no meio da praia formando uma pequena lagoa que com a forte chuva virou uma grande cachoeira que corria até o mar. A pernoite estava garantida, mas a chuva não parou mais aquela noite e nem no outro dia. Choveu forte, com trovoadas e muito vento o tempo todo.

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
       
       

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Acampamento)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
       
      (Bica d'água)
           Acordar em uma praia deserta certamente é um desejo de muitas pessoas, mas acordar com a praia deserta e com muita chuva também foi uma experiência muito boa com sentimento de frustração e agradecimento. Ficamos por três dias nesta praia por causa da chuva, as barracas viraram nossos lares naquele paraíso por alguns dias ahuahua. A chuva não deu trégua no segundo dia, choveu por várias horas de manhã até o meio da tarde. Tivemos que esperar por horas pra sair da barraca pra poder conhecer aquele paraíso, mas quando a chuva deu uma trégua nós saímos para desbravar e conhecer a praia. 

            Do lado direito andando pela praia existe um paredão de pedra que dependendo do volume d'água é um bom ponto para um banho de cachoeira, mas neste dia apesar de toda a chuva estava com volume baixo.  
       
      (Cachoeira)
            A chuva começou novamente e retornamos para o camping e por ali ficamos. Fizemos toda nossa comida dentro da barraca. Uso o modelo QuickHiker 2 Quechua que tem duas portas e dois grandes avanços possibilitando usar o fogareiro sem nenhum problema. Choveu o resto do dia e toda a noite. 

       
            Dormimos cedo com muita água ainda caindo, e por volta das 4:30am da madrugada a chuva resolveu finalmente parar. Resolvi sai da barraca assim que amanhecesse para ir ao banheiro e me deparei com um nascer do sol sensacional saindo lá longe no horizonte do mar. E depois de tanta chuva tive uma sensação de euforia, alegria, minhas energias se renovaram e todo aquele cenário de frustração por causa de toda aquela chuva mudou imediatamente ao ver os primeiros raios de sol naquele dia ahuahua, foi muito emocionante. Bom Diaaaaaaaaaaa!


       




      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
           Com toda aquela animação já preparei um belo café da manhã e comecei a desmontar acampamento para seguir em frente pois além de toda aquela chuva que estava caindo antes, o mar também estava um pouco revolto e impossibilitou a travessia pela praia para poder continuar a trilha. E naquela manhã tudo isso estava ao nosso favor para poder continuar a travessia, então tomamos um café reforçado, desmontamos todo acampamento e seguimos para o lado esquerdo no final da praia onde fica a continuação da trilha. 

           No final da praia havia um acampamento fixo montado com barracas, panelas, talheres, pia, agua encanada hauahuahua. Depois de todo o perrengue que passamos com a chuva, aquele acampamento iria ser muito útil pra nós. Mas como não tivemos muito tempo de desbravar a praia, só encontramos esse acampamento quando estava saindo do Simão. Um morador local que encontramos na trilha nos disse que são de surfistas que se juntam e passam alguns dias neste local.  

       
           A continuação da trilha fica atrás deste acampamento. Neste trecho existe uma subida até chegar em um mirante que se vê toda Praia do Simão. E é neste trecho da trilha que se faz jus ao nome Saco das Bananas. Caminha-se por diversas plantações de bananas revelando belas paisagem. 


      (Mirante - Praia do Simão ou Brava do Frade)

             A caminhada neste trecho foi um pouco cansativa pois existem algumas subidas e descidas que desgastam um pouco por causa do peso da mochila. Caminhamos por uma hora e meia mais ou menos até chegarmos nas ruinas de uma escola abandonada, a Escola do Saco das Bananas construída em 1973 que atendia por volta de 25 crianças fechando em 1993 por falta de alunos. Ao lado esquerdo da escola segue a trilha para praia da Raposa e para o lado direito fica a trilha que chega na próxima praia da travessia, a Praia do Saco das Bananas. 

      (Escola E. P. G. Saco das Bananas)

           Seguindo a trilha da escola até a Praia do Saco das Bananas começamos a perceber o quanto ela é histórica com a frequente presença da Comunidade Quilombola existentes em algumas ruinas da época da escravidão. Levaram 10 minutos de descida até a praia e chegando encontramos um casarão de frente para o mar, que provavelmente seria dos donos de toda aquela plantação de bananas, encontramos uma praia pequena de aproximadamente 55 metros de largura, areias amareladas, águas cristalinas, com algumas pedras enterradas nas areias e cercada pela Mata Atlântica.

      (Praia Saco das Bananas)

      (Praia Saco das Bananas)

            Na Praia Saco das Bananas encontramos com alguns moradores que nos informaram que a praia era como um porto para os barcos levarem os produtos que os moradores cultivavam e que na sua maioria eram e é até hoje as bananas. Chegamos bem na hora que eles tinham colhido vários cachos. Nos contaram também que a trilha Saco das Bananas em alguns trechos, foram estradas construídas de pedra com intuito de facilitar o transporte de mercadorias cultivadas no roçado como: cana, mandioca, banana e outras especiarias. A praia guarda muitas histórias e muitos mistérios de sofrimento do período escravocrata e ainda sofrem até hoje com a especulação imobiliária. 

      (Praia Saco das Bananas)
           Ficamos por uma hora nesta praia contemplando e logo seguimos para a próxima praia que seria a Praia da Raposa. Retornamos até a escola e na bifurcação da trilha principal fomos para a esquerda. Neste trecho existem algumas subidas de tirar o fôlego, mas que nos proporcionaram vistas fantásticas das praias. 
       




       



           Caminhamos por uma hora e meia neste trecho até que chegarmos na entrada da Praia da Raposa, mas por causa do tempo ruim decidimos seguir em frente e não passar por esta praia. A entrada pra praia fica em uma trilha pequena onde existe uma corda para ajudar na descida ingrime. A entrada é bem pequena e fica à direita pra quem vem da Praia Saco das Bananas. Caminhamos mais alguns minutos e chegamos na Praia de Caçandoquinha. 

      (Praia da Caçandoquinha)

      (Praia da Caçandoquinha)
       
      (Rio de água doce)
           Chegando na Praia da Caçandoquinha se vê um casarão de fazenda do período escravagista mas que, por ser privada, não é aberta ao público. É uma praia de mar calmo, areias claras, muitos borrachudos, do lado direito da praia existe um riacho de água doce e contém algumas árvores centenárias propiciando ótimas sombras para ficar a beira mar. Hoje a Caçandoquinha guarda uma história de riqueza branca e sofrimento escravo, amenizado com o reconhecimento e regularização do Primeiro Reduto Quilombola do litoral norte do Estado de São Paulo.
        
      (Praia da Caçandoquinha)
           Ficamos um tempo nesta praia para descanso e aproveitamos para fazer um lanche embaixo das sombras de umas das grandes árvores centenárias que têm de frente para o mar. Ao contrario da sua vizinha, Caçandoca, esta praia é muito tranquila, não existe nenhuma estrutura para o turismo, não se chega de carro, e é pouco frequentada. Do lado esquerdo da praia existe uma trilha que leva ao Quilombo Caçandoca, nosso próximo destino. 
           Caminhando por uns 10 minutos já se chega no costão onde existe uma corda para a descida até a Praia da Caçandoca. A praia é fantástica, um paraíso quase que intocado sem construções e com uma enorme história.  De areias claras, mar calmo o lugar tem um deslumbrante vista da baía do Mar Virado, Maranduba e algumas ilhas. Esta praia por ter acesso de carros pelo km77,5 da rodovia Rio-Santos já tem um pouco mais de estrutura como alguns campings e alguns quiosques a beira mar, mas tudo bem simples.
            A região do Quilombo Caçandoca tem muita história, faz parte de uma área legalizada como pertencente aos Quilombolas remanescentes das comunidades da época do período de escravidão contando com 890 hectares.  O Quilombo Caçandoca é o mais antigo do litoral norte de São Paulo e encontra - se em um dos lugares mais belos do Brasil. A escravidão só teve um "fim" em 1888 através da Lei Áurea, mas muito tempo antes os negro já lutavam por sua liberdade. A história como a dos remanescente de Quilombos, como a da antiga Fazenda Caçandoca, mostra que a luta foi árdua, mas foi vencida, e esta parte da história é passada de pai para filho, netos e bisnetos, mantendo sempre acesa a memória da Comunidade Quilombola. 
       
      (Praia da Caçandoca)
       
           Assim que chegamos já fomos atrás de um camping pois o tempo estava fechando novamente mostrando que iria chover novamente. Sentamos no Quiosque Pastel da Vó e conversando com alguns locais, nos recomendaram o Camping do Jango que fica do outra lado da praia no canto esquerdo. Fomos até lá e fechamos por R$25,00 Reais pra cada por uma noite com banho quente. Montamos a barraca e retornamos para o quiosque Pastel da Vó para curtir o resto do dia com sol enquanto tinha.
       
         (Quiosque Pastel da Vó)
           Retornamos ao camping onde tomamos um bom banho quente, fizemos um rango reforçado e dormimos pois a chuva não deu trégua no começo da noite. No dia seguinte o sol prevaleceu no céu o dia todo, o que nos proporcionou ver o quanto aquele lugar é maravilhoso mostrando belas paisagens. Decidimos ficar mais um dia e seguir para próxima praia somente no dia seguinte.
       
      (Camping do Jango)

      (Igreja)

      (Praia da Caçandoca)

      (Praia da Caçandoca)

           (Praia da Caçandoca)

           Passamos quase que o dia todo no Quiosque Pastel da Vó, pois além do tratamento maravilhoso, a cerveja tava muito gelada e ainda nos deram o valioso repelente que os locais usam para parar os borrachudos. Uma mistura de óleo de cozinha com vinagre de álcool. A mistura funcionou e lambuzamos o corpo. Bye bye Borrachudos! huahauhau 

       (Praia da Caçandoca)

       
           Foi o dia mais quente da travessia com uma temperatura de quase 30 graus. Almoçamos pela praia mesmo, comemos porções e pasteis da Vó e tomando uma merecida gelada. Até que os preços estavam de boa, nada abusivo. Retornamos ao camping por volta das 19:00pm horas, fizemos mais um rango reforçado e descansamos para poder seguir bem cedinho para as próximas praias. 

      (Praia Quilombo Caçandoca)
                  Desmontamos acampamento por volta das 6:00am horas da manhã com um nascer do sol sensacional que fomos presenteados naquela linda manhã de Domingo.

      (Praia Quilombo Caçandoca)
           Tomamos um café da manhã reforçado, contemplamos por mais alguns minutos aquele momento e aquele lindo lugar e logo seguimos para a próxima praia, a Praia do Pulso. A trilha fica no canto esquerda da praia da Caçandoca muito próximo do camping que ficamos. .

           Caminhamos por uns 15 minutos até que chegamos em uma guarita com um guarda que nos informou como passar pela Praia do Pulso. A praia de acesso restrito tem na sua maioria acesso por condôminos. Descemos mais alguns minutos e chegamos em uma praia com um extenso gramado comunitário, areias fofas amarelas, enormes árvores proporcionando uma grande sombra em dias ensolarados, mar calmo de águas claras, porém o que chamou mais atenção foram as enormes casas chegando quase que nas areias da praia.  Não existe nenhuma estrutura para turismo, ambulantes, quiosques.

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)
           Comtemplamos por alguns minutos e seguimos até o canto esquerdo da praia onde fica a continuação da trilha. Neste trecho a trilha foi um pouco cansativa pois o sol estava bastante quente e as subidas deste trecho nos castigaram bastante. Durante a trilha vimos diversos mirantes com vistas espetaculares passando pelos fundos das casas até chegarmos aos fundos da famosa Igreja de Nossa Senhor de Fátima ou também conhecido como o Castelo dos Arautos. Uma fantástica construção de 9 mil m² parecido com castelos medievais com obras de Aleijadinho e com uma vista fantástica da Ilha do Pontal, Ilha e Praia de Maranduba e ao longe uma parte da Trilha das Sete Praias.

      (Praia do Pulso)
       


           Após passar pelo Castelo dos Arautos caminhamos por uma estrada chamada Estrada da Caçandoca até a rodovia BR101 Rio-Santos, onde seguimos por alguns quilômetros até a praia de Maranduba.

           Procuramos logo por um camping e encontramos o Camping Toa Toa que fica entre as Praias de Maranduba e Praia do Sapé. Fechamos por R$35,00 Reais e ficamos por uma noite. O Camping Toa Toa é bastante estruturado com banheiros amplos, com chuveiro quente, uma grande área gramada com vários pontos de energia, churrasqueiras, cozinha comunitária e com entrada tanto para praia quanto para rodovia Rio-Santos BR101. Montamos acampamento e saímos logo para procurar algum lugar pra almoçar e depois conhecer o local.   


      (Praia do Sapé - Ilha do Pontal)
           A Praia de Maranduba e do Sape são praias mais voltadas para banho, crianças, família. Tem uma ampla estrutura comercial e turística como quiosques, pousadas, hotéis, mercados e restaurantes. Como estávamos passando por praias quase que desertas sem ninguém a alguns dias já, esta praia foi meio que um choque pois estávamos voltando para a cidade.

      (Camping Toa Toa)

      (Praia de Maranduba)
           Desmontamos acampamento e mais uma vez o sol nos presenteou com mais um lindo nascer. Mochila feita e café tomado fomos para a rodovia Rio-Santo aguardar o ônibus para retornar a Caraguatatuba. Aguardamos por alguns minutos até prgar o ônibus sentido Caraguatatuba por R$4,65 e em 40 minutos chegamos na rodoviária. Almoçamos em um restaurante ali próximo do terminal e fechamos com um BlablaCar pra algumas horas depois por R$48,00 Reais de Caraguatatuba até São Paulo. E assim acaba mais uma trip e eu só tenho a agradecer! 
      GRATIDÃO  
      Retorno - 23/11/20 - Volta 9:00am  - Maranduba x Caraguatatuba -> Ônibus R$4,65- Caraguatatuba x São Paulo ->BlablaCar R$40,00
       
       
       
      Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
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    • Por Samu-kao
      Oi, estou pensando em fazer minha primeira trilha sozinha em algum lugar do rio de janeiro, que curiosamente será a primeira trilha da minha vida. Quais equipamentos ( só o absolutamente necessário) que tem de levar e quais são os cuidados.
    • Por Paulonishi
      Em Florianópolis são muitos os lugares para se visitar, mas um deles é quase obrigatório, a Lagoa da Conceição. Marco da colonização inicial da cidade, tem muitas atrações culturais, históricas e gastronômicas. Deixarei abaixo um panorama do lugar, com dicas e impressões da última visita em dezembro de 2020. 

      A lagoa da conceição é onde a cidade começou.  Está ao leste de Florianópolis e é dividida em duas partes por uma ponte, a lagoa de dentro e a de fora, estando  ligada ao mar pela Barra da Lagoa
      Para se chegar até ela entrando na ilha, pega-se a beira mar Norte até o Itacorubi. Mas calma, não se preocupe porque tem muitas placas indicativas até o acesso à rodovia SC 404, que nos leva até o nosso destino.

      É uma via de pista simples e que fica bem complicada durante a temporada, devido ao movimento intenso e pelo relevo íngreme e bem sinuoso.
      Na parte mais elevada, temos um mirante com um pequeno estacionamento gratuito. Oportunidade para se ter uma visão da bela paisagem da região.
      Depois disso, agora é só descida, mas com curvas ainda mais fechadas, pedindo muita atenção e paciência até o final.
      Chegando no chamado centrinho da Lagoa, o mais difícil e encontrar um lugar para estacionar durante a temporada, porque na principal são poucas vagas e as ruas transversais são bem estreitas.

      Apesar de poucos hotéis, tem muitas opções de hospedagem em hostels e casas de aluguel por temporada, que considero a melhor opção para quem viaja acompanhado.
      Encontrando uma opção próxima ao centrinho e ao terminal urbano, é possível explorar as principais atrações à pé e de ônibus, sem o stress do trânsito e do gasto com estacionamento.

      Da pequena ponte que corta parte da lagoa, se tem uma bela visão da marina e da chamada Lagoa de fora… Boa também para observar o cotidiano do lugar
      A avenida das rendeiras é passagem obrigatória e caminhar pelo calçadão é uma ótima maneira de apreciar a vista com calma e temos acesso às belíssimas dunas de areias branquinhas e bem finas, é uma atração bem característica da região.

      Continuando a caminhada no sentido a Joaquina, essa parte da Lagoa tem uma boa estrutura para passar o dia, com sombras e gramados, além de ser bem em frente aos restaurantes. Bateu fome, é só atravessar a rua para comer. Conta também com quiosques, aluguel de caiaques e aulas de Stand Up e windsurf.

      Suas águas são bem rasas e limpas na maior parte da sua extensão, mas convém sempre dar uma conferida, principalmente nas épocas de maior movimento.
      A lagoa de dentro tem águas mais escuras.. parecendo sujas 😦
      No Centrinho encontramos agências bancárias dos principais bancos, supermercados, vários restaurantes e um comércio bem variado… ah, e muitos brechós!
      Estando por lá, não deixe de visitar a parte histórica, que preserva parte do calçamento original que dá acesso ao Santuário de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa, que deu o nome a esta região.

      Esta igreja recebeu a visita ilustre de Dom Pedro II por 2 vezes, que doou 2 sinos para ela. Um pouco mais acima, ainda preservando a arquitetura colonial, temos a casa do vigário, datada do século 18, mais uma belo panorama do lugar.
      Em termos de opções gastronômicas, temos uma variedade bem grande, assim como em preços… Uma boa opção para quem gosta de culinária oriental é esse buffet, com ótima variedade em carnes, saladas e até sushis.

      Fica no Shopping Via Lagoa e abre todos os dias para almoço
      Você vai encontrar dois tipos de ônibus. O amarelo é o executivo. É mais caro (o dobro do comum) e confortável. Para em qualquer lugar também, bastando acenar. O outro é comum (azul e branco), que tem interligação entre os terminais.

      A terceira opção são os barcos, que fazem o transporte pela Lagoa nos mesmos valores dos ônibus urbanos.

      O transporte por aplicativo também é uma opção… Não tão barata, mas com uma ótima disponibilidade e comodidade para quem quer conhecer as outras atrações na ilha, principalmente a noite
      As atrações mais próximas são o passeio de barco até a Costa da Lagoa, a Praia da Barra da Lagoa, a Praia Mole, Praia da Joaquina.
      E, para aqueles dias em que está chovendo muito, uma ida até o centro da cidade para visitar o mercado público ou andar pelos museus e igrejas é uma das opções.
      Ah e no final da tarde, o por do sol na Lagoa é imperdível!
      Esse é só um resumo, procurei detalhar e ilustrar no vídeo sobre o lugar. Dá uma conferida e se lhe foram úteis as informações, deixe o seu comentário e o like lá no youtube (@trips.flicks).
      É isso aí, um grande abraço e até breve!
       
       

       
    • Por Carolina Rosaboni
      Depois de tanta emoção o último dia foi para relaxar e com poucas aventuras
      O barco que sai do Bonete nos deixa na praia de Borrifos no restaurante Nova Iorqui, e é uma boa subida (Que não dá pra fazer de chinelo) até voltar ao ponto que o ônibus nos deixou no dia 31. Como gastamos todo nosso dinheiro em espécie eu estava indo para o mercado mais próximo a pé ( mais ou menos 5Km) mas o motorista de ônibus U. foi super legal e foi a segunda alma boa que encontrei na viagem, me emprestou 10 reais para ir de ônibus. O mercado tinha preços bem salgados,mas precisamos nos alimentar no camping. Finalmente voltamos para o parque estadual e estávamos morrendo de medo de não conseguir entrar porque sabíamos que eles estaria fechado, e já tínhamos contado com a fé muitas vezes em um só dia, contudo como tínhamos a reserva e era o mesmo segurança do dia 31 ele nos informou que poderíamos embarcar no parque e que o dono do camping estava de carro um pouco a frente e conseguimos até uma carona. A chegada ao camping da Lage foi um alívio depois de muito perrengue. Lá tem Wi-Fi, fogão, chuveiro quente e luz depois das 18h, minha definição do mínimo para viver. Finalmente falei com os meus familiares e pude aproveitar o dia. E descobrimos que vendia os mesmo produtos do mercado com um preço bastante similar

      Do camping para a cachoeira que passamos primeiro na trilha para praia do Bonete são 20 minutos, desta vez atravessamos por ela e descemos mais um pouco onde existe um escorregador natural muito divertido, essa parte do rio não chega a dar pé, mas é só se mexer um pouco depois da queda que dá para chegar em uma margem, no fim de tarde existe um mirante em cima do buraco do cação para admirar o lindo pôr do sol. Armamos a barraca longe do penhasco pois lembramos da ventania no dia anterior e fomos abençoados com uma noite tranquila de sono

      Mas a melhor parte do camping foi conversar com a galera de lá, a mãe do Ivo, a Dona Nice é maravilhosa e cheia de histórias e causos para contar, além de me ter dado o antialérgico que fez meu pé voltar ao tamanho normal (recomendo todo mundo levar loratadina antes de entrar na ilha, pois vão precisar). O cunhado do Ivo também é super gente boa e prepara os melhores drinks, é um pessoal muito de bem e que conhece bastante o lugar, para quem não pretende passar a noite eles também fazem uma visita guiada pelo parque por um preço super acessível. As paisagens do camping são maravilhosas e tem passarinhos o dia todo comendo do seu lado, mais um pouco dá até para subir no colo
       
      Eu fui embora no dia seguinte e não aproveitei as outras trilhas do parque, mas teria material o suficiente para mais um final de semana. A volta foi bem tranquila, a trilha é bem mais fácil para voltar do que para ir, estava sozinha e no meu tempo cheguei na balsa em 2h40 e peguei o ônibus, pois os Blablacars estavam bem mais caros que a passagem convencional

       
      Água: R$ 8
      Macarrão R$ 4
      Suco Tang R$ 1,40
      Cantinho do Vale R$ 10
      Camping R$ 60 por pessoa/diária
      Onibus Ilhabela/SP R$ 70
    • Por Carolina Rosaboni
      Chegando na praia do Bonete todas as nossas esperanças de sinal foram por água abaixo lá só chega Wi-Fi para as maquininhas de cartão e a luz vai até as 18h, então estejam preparados para ficarem incomunicáveis já chegando em Ilhabela, na parte Sul quase não tem sinal. Assim que pisamos fui no primeiro restaurante que encontrei e esqueci de pegar o nome pra tomar um Coca, como uma boa viciada, todos os atendentes foram super gente boa e me emprestaram o celular só para avisar que estava viva. reparamos que tinha uma ducha na porta desse restaurante e um camping do lado. 

      Nos afastamos e assistimos ao pôr do sol, em menos de meia hora a praia ficou vazia e um breu que só. Tomamos banho naquela ducha mesmo apenas iluminados pelas estrelas (dava pra ver a constelação das três marias inteirinha, o céu de lá é perfeito) e nos dirigimos para a outra ponta da praia para ver se havia possibilidade de armar a barraca. Já de aviso NEM TENTE, os moradores viram a noite com lanternas procurando se tem alguém com barraca e são bastante mal educados, chegam totalmente na ignorância só de te ver com as coisas se você não está se dirigindo a um dos campings. Mas felizmente uma mulher de São Sebastião veio nos pedir um isqueiro emprestado e disse que era super tranquilo só dormir na praia, ela e o marido estavam nessa a dois dias. 
       
      Estendemos a barraca debaixo de umas árvores perto deles e fomos atrás de comida no outro comércio que tinha na praia e tinha a aparência de estar aberto, a barraca do Cacau, assim que nos viram passando nos trataram muito, mas muito mal mesmo, com respostas vagas e sem olhar na nossa cara, até indicaram um lugar na vila que poderia estar aberto, mas depois de toda essa recepção decidimos não ir e comer o resto do que tínhamos levado para a trilha. Capotamos de cansaço às 20h, um pouco depois fui acordada pela luz da lua cheia que iluminava a praia inteira como uma lanterna em nossas cabeças, o céu de lá realmente não tem explicação e tirando os mosquitos não tivemos muitas preocupações de noite. 
      No outro dia acordamos com o nascer do sol e um grupo de golfinhos bem na nossa frente, se tivesse bateria teria sido uma foto perfeita. Nos lavamos no rio que encontra o mar bem na beira da praia e estendemos as roupas com uma corda entre as árvores. O comércio abria no final da manhã e compramos mais água e apenas salgadinhos, os preços eram bem fora do nosso padrão. Lá na vila descobrimos que havia uma trilha para outra cachoeira, mas no dia anterior um menino tinha morrido de picada de cobra, o que nos desencorajou totalmente de explorar. Acabamos  ficando pela praia mesmo pois o dia estava lindo, ao meio dia a orla se encheu de lanchas e jet skis e fomos almoçar no bar do Cacau mesmo que prometeu um PF que alimentaria 3 pessoas. Nossa sorte foi que pedimos dois, pois a porção dava  para um pouco mais de uma pessoa, mas estávamos felizes de estar comendo comida dessa vez. 

      Já eram 14h30 e tínhamos acabado de comer, literalmente do além surgiu uma ventania muito forte, daquelas de tirar as pessoas do chão. Corremos para guardar tudo e nos abrigamos no bar do Cacau enquanto observamos os barcos do tinham virado e estavam sendo arrastados, logo mais começou uma chuva forte de 2h. Nos informaram que iriam fechar e não poderíamos ficar abrigados lá, nem passar a noite na praia como no primeiro dia pois chovia, e barraca nem pensar se não irão destruí-la. Ficamos um tempinho debaixo de uma árvore e fui procurar o gerente do bar que conhecemos no primeiro dia e contei toda a história e que não tínhamos dinheiro para o camping se poderíamos dormir no chão do bar e tentariamos pagar um barco bem cedinho no dia seguinte. Ele até deixaria, mas tinha uma confraternização de Ano Novo com o dono do bar, mas a sogra dele nos deixaria ficar nos bancos na frente do bar dela que tinha um pouquinho de cobertura. Eu já estava super contente, mas fui encontrar o casal de amigos que estava abrigado no bar da praia esperando sermos desalojados novamente e contei tudo o que o gerente havia me falado. 
       
      Resolvemos tentar a sorte até a confraternização começar, umas 20h dois casais chegaram para arrumar as mesas e estávamos nos dirigindo ao bar da D. Rosinha que fica no povoado. O C. (vou chamá-lo assim para preservar a identidade, mas serei eternamente grata)  dono do bar se compadeceu da nossa miséria e salvou nosso ano novo, além de nos abrigar em seu quintal para montar a barraca, oferecer banho quente, ofereceram uma ceia maravilhosa e passamos o Ano Novo com sua família super gente boa, até me fez voltar a ter fé no pessoal de Bonete que tinha sido extremamente rude até o momento conosco. Os sobrinhos dele nos levaram para um bar que tocava música ao vivo no povoado e pulamos as ondinhas na praia. No outro dia acordamos às 8h e conseguimos um barco de volta para ilha por “apenas” R$60 (por causa do ano novo o mínimo seria R$80 ou R$90, mas o cara nos fez preço de temporada, pois era amigo do C. ) Por causa da tempestade  no dia anterior os golfinhos não apareceram, mas o barqueiro nos levou para conhecer o buraco do cação, que mesmo muito profundo dá pra ver o fundo de tão cristalina a água é
      Resumo: o Bonete é um lugar maravilhoso para visitar, uma das praias mais lindas que fui e dá pra dormir na areia tranquilamente, mas vá preparado financeiramente para imprevistos,  pois não é sempre que almas boas aparecem. E se for de trilha se prepare pois o clima lá muda em dois segundos, sempre bom levar o dinheiro do barco e não conte com o cartão sempre, pois lá o wi-fi é bem limitado o barqueiro só aceita dinheiro por exemplo

      Almoço: R$ 30 por prato + 10%
      Cerveja: R$ 6 skol
      Coca cola R$ 6 na mercearia e no bar do Cacau R$ 5 no primeiro restaurante
      Fofura R$ 5
      Shot de pinga da ilha R$7
      Barco para Ilhabela R$ 60 por pessoa
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