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Alguém sabe se há voos de de Havana (Cuba) a Georgetown (Guaiana)?


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Não vou saber responder sua dúvida em específico, mas a questão de não achar na busca pode ser devido a pandemia. Muitos voos entre países e até mesmo internos deixaram de ser executados e não estão aparecendo na busca. Estou fazendo planejamento de uma viagem pela America do Sul e estou encontrando esse problema com alguns voos.

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no passado recente nunca teve voo entre georgetown (guiana)e havana

o que tinha antes da pandemia e não sei se está tendo ainda é vôo  de paramaribo (suriname) pela Fly All Ways

outras opções próximas seriam de trinidad tobago pela Caribbean Airlines ou a partir de Caracas pela Aeropostal ou pela Conviasa

além da copa airlines voando do panamá outras empresas da américa latina fazem voo (ou pelo menos faziam antes da pandemia) para havana, eu mesmo em 2019 fiz são paulo - cidade do méxico - havana pela Aeroméxico

tinham também vôos direto do Peru pela Latam, de Bogota pela Wingo (uma subsidiaria da copa)e até a cubana de aviacion fazia buenos aires - cuba sem escalas, entre outras

 

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Em 22/05/2021 em 11:39, Nani84 disse:

Não vou saber responder sua dúvida em específico, mas a questão de não achar na busca pode ser devido a pandemia. Muitos voos entre países e até mesmo internos deixaram de ser executados e não estão aparecendo na busca. Estou fazendo planejamento de uma viagem pela America do Sul e estou encontrando esse problema com alguns voos.

 

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      Olá amigos,
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      ####  Informações importantes:
      • Companhia do Cruzeiro: Royal Caribbean
      • Leve dólares caso precise usar por emergência. (US$200)
      • Não compre nenhuma das moedas, o tempo de parada em cada lugar não compensa o cambio te ter Cash ao invés do cartão.
      • A maioria das cabines para 2, podem se tornar para 4, com as camas que descem do teto, ficando cada vez mais barato no total.
      • Cada pessoa por cabine pode levar 1 garrafa de espumante ou vinho. Levei 2 conforme dizia o site, mas como estávamos em 3 pessoas poderíamos ter entrado com 3 na mesma cabine conforme fomos informados na hora.
      • Não são cobrados o valor da "rolha" para toma-las no jantar "com hora marcada".
      • Bebidas inclusas no pacote básico são: Limonada, Chás gelados ou em sachê para fazer com água quente sempre disponível, café cafeinado e descafeinado, água e gelo.
      • Quanto antes você comprar a passagem poderá ganhar recompensas, no meu caso foram US$100 consumíveis.
      • Cada lugar tem um pacote turístico específico, como não pegamos nenhum não vou poder dar minha opinião, fizemos tudo sozinhos, mas aconselho a inserir os tours para os Fiordes na Noruega e Blue Lagoon, Glacier e Geisers na Islândia para facilitar os translados e tempo disponível.
      • Vale a pena ponderar que este é um cruzeiro onde 80% da tripulação tem mais de 70...75 anos e idade, e cerca de 70% são Americanos, e a outra parte era formada principalmente por Canadenses, espanhóis e italianos.
      • Leve Dramin, a travessia do mar da Noruega para Islândia pode ser bastante intensa, mesmo para um navio transatlântico.
      • Vale a pena ter em mente a licença poética de que o percurso é uma viagem transatlântica.
      • Fique espero para pegar cedo os tickets de Tenders gratuitos para as cidades que precisam de traslados onde o navio não encosta no porto.
      • Se possível, faça essa viagem em uma cabine com vista para o mar, Mesmo que seja escotilha, vale a pena.
      • Prepare-se para muitas noites de música, dança, festas e diversos eventos, além da melhor comida de navio (inclusa) que tive a oportunidade de experimentar.
      • Leve roupa de frio, de gala e de festa.
       
      • Embarque na Dinamarca: chegue pelo menos 2 dias antes, aproveite um pouco a cidade. Se for fazer bate e volta na Suécia (Vale a pena) separa um dia inteiro, vá de trem.
      • O bilhete integrado para usar o transporte público vale a pena se você estiver hospedado relativamente distante o centro, muito usual e fácil.
      • No dia do embarque verifique o horário de embarque, se esquecer de imprimir as etiquetas eles fazem uma cópia na hora.
      • Todos os portos de parada tem Wifi gratuito, normalmente logo após a saída do Navio. A velocidade costuma ser boa o suficiente para ver um vídeo no YouTube ou fazer chamadas pelo WhatsApp.
      • Nos dias que você ficar só navegando, (4 dias ao total) aproveite o navio, lave roupas, (eu lavo no quarto, com direito a varal e tudo, porque só uso praticamente dryfit pois normalmente carrego malas pequenas.
      • A internet custa em torno de 80R$ por dia a bordo.
       
      1* Parada - Dinamarca / Skagen
      Cidade pequena. Desembarque diretamente no porto.
      No próprio Porto na saída no navio dá para alugar uma bike, 10 Euros, por 1 dia. Se você for no farol e no Bunker da 2* guerra mundial aconselho alugar, a ciclofaixa é boa e torna tudo mais fácil, mesmo se na volta você parar em alguma lojinha na calçada sempre existe um lugar para colocar as bikes.
      • Costuma ventar muito no Grenen (encontro das águas do Mar Báltico e Mar do Norte) Leve uma blusa corta vento.
      • Não visitamos as dunas, mas parecem ser um bom programa também.
       
      2* Parada - Noruega  -  Stavanger
      Cidade média / Grande. Desembarque diretamente no porto.
      Não deixe de caminhas pela rua de casas coloridas, que formam a antiga vila viking e a Old City formada por quase 200 casinhas brancas de madeira.
       
      3* Parada - Escócia / Lerwick (Shetland)
      Cidade de tamanho médio. Desembarque por meio de pequenos barcos que partem do Navio para o porto (Tender).
      A cidade de arquitetura medieval de pedra vale uma caminhada da orla até o The Knab seguindo pela costa até o monumento Broch of Clickimin,  na volta passe no supermercado em frente a ele chamado Tesco caso queira comprar algum artigo de higiene faltante na mala, roupa, luva ou comprar produtos locais.
       
      4* Parada - Islândia / Akureyri
      Cidade de tamanho médio. Desembarque diretamente no porto.
      Assim como nas paradas anteriores o centro fica super perto do desembarque. Vale a pena caminhar por ali até a igreja principal e o Jardim botânico. Existe 3 ônibus gratuitos que fazem um tour pela cidade, cada um leva você a um lugar diferente, eles partem da Rua Holfsbót (endereço Google: 65,6831356, -18,0899817) peguei o número 6 que deu uma volta boa pela cidade desci perto do museu de Akureyri e voltei andando pelo centro antigo sentido o Jardim botânico e por fim ao centro novamente.
       
      5* Parada - Islândia / Reykjavik
      Cidade de tamanho médio/grande. Desembarque diretamente no porto. O Porto fica relativamente longe dos pontos turísticos e do centrinho da cidade. Do Porto parte um ônibus que custa 11$ Cada viagem. Se você não estiver afim de andar 4 km para ir ao centro da cidade terá de pagar para ir e pagar para voltar. Vale a pena ir a pé e voltar de ônibus, o caminho da orla é bonito e com ótimas paisagens (se não estiver chovendo). Se você não tem condicionamento físico, e acha que não consegue, acredite na experiência de poder ver as praias de pedra preta no caminho que é totalmente plano. Com algum esforço sim, mas dá pra fazer se NÃO estiver chovendo, para valer a pena o passeio.
       
      4* Parada - Groenlândia  / Prins Christian Sund
      Na verdade não é uma parada, o navio chega a Groenlândia e faz 1 dia de percurso por um largo braço de mar que adentra o continente, entre penhascos e icebergs, o tour que leva praticamente 1 dia inteiro, e dá direito até a um giro 360 graus do Navio inteiro em frente ao maior glaciar para todos apreciarem a vista de dentro do navio, é bom para ver (mesmo que não tão de perto) os glaciares caso você não tenha marcado nenhuma excursão.
       
       5* Parada - Groenlândia / Qaqortoq
      Cidade pequena, Desembarque por meio de pequenos barcos que partem do Navio para o porto (Tender).
      Único Porto sem Wi-Fi. Alguns cafés próximos vendem Wi-Fi de 30 min. por 6 Euros. Ande a pé, faça uma rota que pegue um morro para tirar fotos lá de cima, (2,5 horas vimos tudo e tomamos um café).
       
      6* Parada - Nova Scotia / Sydney
      Cidade de tamanho médio/grande. Desembarque diretamente no porto. O Porto fica próximo dos pontos turísticos e do centrinho da cidade. Possui lojas enormes de souvenires.
       
      7* Parada - Nova Scotia / Halifax
      Cidade de tamanho Grande. Desembarque diretamente no porto. O Porto fica próximo dos pontos turísticos e do Waterfront bem estruturado com restaurantes e lojas. Vale a pena andar pela cidade e visitar os pontos turísticos históricos.
       
      8* Estados unidos - Boston, Massachusetts
      O desembarque é feito a partir das 7h A.M. Existe uma "sugestão" de horário, (que em geral é seguido), dependendo da localização da sua cabine.
      Fique ao menos 2 dias na cidade, aproveite o centro histórico e a vida local.
       
      * Por que fazer?
      O custo beneficio para quem quer conhecer estes lugares, mesmo que tenhamos pouco tempo disponível em cada porto (em média de 8 a 12 horas) é o modo mais barato de se conhecer alguns dos países que a passagem, estadia e alimentação sairiam muito mais caras, já que café da manhã, almoço e janta estão inclusos no navio. Salvo exceções. A companhia a bordo é ótima, os serviços e atrações são excelentes e a gastronomia é incrível.
      * Porque não fazer?
      A tripulação e idosa, o que por um lado é bom se você não quer muita bagunça, ainda assim os velhinhos são um pouco sem noção, principalmente quanto a educação e comportamento. Ainda que seja um bom custo benefício, é um cruzeiro caro o suficiente para um bom mochilão pela Europa gastando €75 Euros por dia. Depende muito do que você tem intensão de ver e fazer, mas no final a experiencia destes 17 dias, valeram muito a pena.
       
      Abraços,
       
      Algumas fotos:











    • Por Anna Samille Vs
      Oi pessoal estou em planos de da uma volta no mundo de carona e com mochilão queria saber os primeiros países q eu deveria começar a minha viagem 
    • Por Vitor Monaco
      Salve galera, é um prazer sentar para abrir meu primeiro tópico no site, é o começo de uma longa jornada! Será um prazer regar esta jornada com trocas das mais variadas.
       
      Estou começando a elaborar um roteiro para uma viajem de aproximadamente 1 ano e meio a 2 anos. A ideia é pegar um voo de SP para Portugal - onde tenho uma base para ficar sem custo, de Portugal cair pro Marrocos, e dali em diante a proposta seria fazer toda a viajem por terra. 
       
      Digamos que a "ida" tem como objetivo o percurso Marrocos > Vietnam, com foco no Marrocos, Egito, Israel, Índia, Tailândia e Vietnam, e a "volta" tem como objetivo pegar a ferrovia transiberiana e chegar em Portugal, com foco na China e Russia, depois passando por Berlin, Paris, Espanha e Portugal - lugares onde eu tenho bases de apoio.
       
      Entre as pesquisas que iniciei sobre este longo percurso, sobre os países, condições e possibilidades, abro esse tópico para uma primeira e grande dúvida, e com certeza não será a última.
       
      Aí vai: alguém já fez, ouviu, pesquisou, tentou ou sabe de informações reais e atuais em relação a fazer o percurso Marrocos > Egito por terra passando pela Argélia e Líbia? Sugestões de outras rotas possíveis são bem vindas.
       
      Espero poder desenvolver um ambiente de troca e enriquecimento de informações, reitero o prazer de abrir este tópico e desde já agradeço a todos pela parceria!
       
      Grande Abraço!
       
      Vitor
    • Por [email protected]
      Ter uma história com uma Kombi é bem comum entre os brasileiros. Eu mesma me recordo das histórias de infância, onde uma Kombi era utilizada como transporte escolar na minha cidade. Tenho certeza que que muitos de vocês já se depararam com uma Kombi com aquela faixa amarela escrito “ESCOLAR”, não é mesmo?!
      Kombi Escolar
      Nenhum outro veículo já produzido tem tantas histórias para contar como a Kombi. No Brasil ela foi fabricada de 1953 a 2013, completando 60 anos de produção, sendo um dos veículos que mais participou da vida dos brasileiros. Uma “senhora” com mil e uma utilidades, que vão desde sua utilização no comércio à fins particulares. Diversos jornais e revistas vinham em kombis, assim como outros segmentos que a utilizaram: aviação, correios, imprensa, exército, hospitais, supermercados, entre outros.
      Hoje é muito comum vermos Food-Trucks (traduzido do inglês para “caminhão de comida”) ou MotorHomes (“Casa sobre Rodas”) sendo adaptados em Kombis. A versatilidade desse veículo não tem limites!
      Food Truck
      A criatividade do povo brasileiro em usar a kombosa vai além de “casas sobre rodas” ou “carros de comida”. Hoje já existem Kombi adaptadas como estúdios fotográficos, choperias móveis, lojas ambulantes, escritórios sobre rodas e uma infinidade de usos que revelam que mesmo que a produção desse veículo tenha se encerrado, sem dúvida continuará participando de nossas vidas por muitas décadas.
      No entanto, uma das facetas da “Kombi” que mais vem chamando atenção nos últimos anos é a sua utilização como “motorcasa”, ou como já é conhecida popularmente: Kombihome. É cada vez mais comum vermos notícias de pessoas que decidiram transformar a Kombi em Motorhome e utilizá-la para viajar ou até mesmo morar dentro desse veículo adaptado.
      E os motivos desse “movimento” estar ocorrendo, particularmente no Brasil, entrelaça a história da Kombi com as características do nosso povo.
      Antes de mais nada, é importante ressaltar que a cultura dos Motorhomes nunca foi muito popular na nossa terrinha. Diferente dos Estados Unidos e Europa, o Brasil possui poucas fábricas especializadas em construção de Motorhomes (a maioria localizadas na região sul do nosso país). Não consultei nenhum artigo ou pesquisa que explique essa realidade brasileira, mas poderia “chutar” algumas razões, como: estradas mal cuidadas, postos de gasolina sem infraestrutura, o preço dos combustíveis, falta de segurança, e talvez o principal motivo na minha opinião, que é a situação financeira e a renda per capita do trabalhador brasileiro. Afinal, pra quem ganha um salário mínimo (a maioria da nossa população), adquirir um veículo apenas para viajar com a família é um sonho muitas vezes inalcançável.  
      Típico Motorhome Americano
      Os valores variam muito, mas a média de preço de um motorhome básico está na casa dos R$70.000,00. Isso porque esses veículos muitas vezes são adaptados em vans ou chassis de caminhão, o que já torna o custo inicial muito elevado. No entanto, o brasileiro parece ter “redescoberto” um veículo barato, com razoável espaço interno e muito popular em nosso país: a Kombi. As vantagens dessa velha senhora não param por aí: mecânica simples, fácil acesso a peças de reposição e principalmente: manutenção barata. Para se ter uma ideia, certos reparos no sistema de transmissão de uma van são mais caros que o motor inteiro de uma kombi.
      E é por se adaptar a realidade financeira da população brasileira, que as Kombihomes estão virando febre por aqui, e ganhando cada vez mais o coração das pessoas.
      Nós adquirimos a nossa em março de 2017. Trata-se de uma Kombi ano 2010/2011, modelo Standard, motor flex 1.4. Inicialmente estávamos de olho em modelos mais antigos, fabricados entre 2003 e 2009. No entanto, as opções que encontramos não estavam bem conservadas, apresentando pontos de ferrugem na lataria e alguns problemas mecânicos. Ao encontrarmos com a Chica (nome carinhoso com que batizamos nossa Kombi), foi amor à primeira vista. E mesmo com o preço de venda estando um pouco acima do planejando, acabamos ficando com ela. Levamos ela para a casa por R$20.500,00, pagos à vista.
      Muitos parentes e amigos questionaram a escolha da Kombi, em detrimento de veículos com maior espaço interno, como as Vans, ou com motores mais potentes, como as caminhonetes 4x4. A verdade é que a Kombi foi a escolhida por ser a única que se encaixava no nosso orçamento. Apesar das boas lembranças que eu e meu marido tínhamos da Kombi, não nos considerávamos “fãs” do veículo, assim como alguns colecionadores e amantes de Kombi.
      Basicamente o que nos levou a escolher a Kombi foi seu baixo custo. Claro que depois de 1 ano viajando, a Chica acabou se tornando parte da família, recebendo muito mais carinho que um carro comum está acostumado.
      Entretanto, nem tudo são flores! Assim como qualquer veículo, a Kombi também tem seus pontos negativos. Mas isso é assunto para o próximo post...
      Mesmo não sendo o melhor, o maior ou o mais bonito motorhome, a Kombi vem atendendo perfeitamente nossas demandas de uso e nos proporcionando a oportunidade de realizar o sonho de viajar por nosso país.  
      Para saber mais sobre o universo de motorhomes e Kombihomes, acesse nosso canal no Youtube ou nosso perfil no Instagram. Eu tenho certeza que você vai se encantar com esse estilo de vida que vem seduzindo cada vez mais pessoas.
      Kombihome Chica - Na Estrada  
      Youtube:https://www.youtube.com/naestrada
      Instagram: https://www.instagram.com/naestradadekombi
       
       
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