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Travessia Serrinha do Alambari - Penedo
Karin, é possível fazer no sentido inverso sim, só vai ter mais desnível. Se não mudaram o trajeto, a travessia desembocava na estrada do Córrego Frio, depois da Pousada Île de France.
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Marrocos
Olá, Vitor! Valores especificamente para o trekking são os transportes até os refúgios e os pernoites neles. Como exemplo, no caso do Toubkal, seria o transporte de Marrakech até Imlil (o equivalente a uns R$ 20), e as dormidas nos refúgios (cerca de uns R$ 50 por pernoite). O gasto maior é justamente chegar até Marrakech, ou seja, a viagem até do Brasil ao Marrocos. Abs, JL
- Marrocos
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Caiaques infláveis
Bom, Clebson. Eu não acho o Tahiti rígido, pelo contrário. Não conheço o Ventura de perto, só de fotos, mas eu acho que os Ducks em que eu já desci, da Zefir e Arboat, eram muito mais rígidos e resistentes. Quanto à altura, esse é um problema do Tahiti. Realmente você fica baixo, e o encosto não é dos melhores, com uma tendência a esvaziar a parte do assento depois de muito movimento. Nada que comprometa muito, mas não é algo positivo para a remada. Como eu relatei antes, acho que a vantagem dele é a sua versatilidade e o custo x benefício. Para quem inicia nesse ramo, é uma boa opção. Um problema que já foi mencionado por você, é a questão do reparo. Devido ao baixo custo do equipamento, uma eventual dano, se não for muito pequeno, fica impraticável mandar reparar. Seria bom começar a divulgar técnicas e materiais para que o pessoal ao menos tente remendar sozinho.
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Travessia Sete Quedas - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Bom, eu não tenho dúvidas de que a obrigatoriedade de guia (salvo em áreas de patrimônio arqueológico ou espeleológico) seja um contrassenso e mesmo contraproducente para a conservação de qualquer área natural. No caso da Chapada dos Veadeiros a coisa chegava às raias do absurdo, pois as trilha abertas eram super simples, mais tranquilas que um passeio na Cantareira ou no Parque da Tijuca. Essa medida apenas afastava um público especial, que, no mundo todo, é o mais importante aliado dos parques e reservas. Não é o turista eventual, e sim o praticante regular de montanhismo, aquele que ama a natureza e quer o máximo de contato com ela, que denuncia, que recolhe lixo, que dá sugestões, que participa, que volta sempre. Como já foi dito aqui no fórum, esse procedimento de "obrigatoriedade" de guias não é aplicado nos sistemas de parques mais bem sucedidos do mundo. Isso não existe nos EUA, no Canadá, na Nova Zelândia na Argentina, no Chile, etc... Aliás, no próprio Brasil não existe base legal para essa imposição, pois como obrigar um particular a contratar com outro? Se é concessão ou permissão de serviço, onde está a licitação? Interessante notar que o argumento principal de quem defende a obrigatoriedade é a renda proporcionada a certos segmentos. Ora, a captura de pássaros, como diversas outras agressões à natureza, é em muitas regiões rurais também importante fator de renda. Esse é um argumento suficiente para justificar a sua tolerância? E outra, mesmo que o impacto seja significativo sobre a renda local (existem dados ou é só impressão?), será que seria interessante para a comunidade viver ad infinitum dessa fonte tão frágil? E será que com o aumento geral da visitação, sem guias, não haverá aumento de renda em outros setores, permitindo a realocação da mão-de-obra? Pousada, alimentação, transporte. Parabenizo a Administração do Parque pela importante iniciativa, pois parque protegido é parque visitado. E assim como na ecologia, a visitação precisa ser diversa, com guias e sem guias, mais novos e mais velhos, tios e aventureiros. Afinal, o parque é de todos. Sds, José Luiz
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Caiaques infláveis
Saudações de Mar e Rio a todos, Embora seja membro deste fórum há anos, ainda não tinha descoberto este segmento, pois sou muito mais mateiro e escalador do que remador. Aproveito então para deixar minhas impressões. Pratiquei durante muitos anos rafting, mas apenas no esquema de empresas comerciais. Sempre gostei muito da atividade, mas sentia que cada vez eu curtia um pouco menos. Estava cansando daquele esquema repetitivo "tiozão". É como se você fizesse trilha sempre com guia, você não evolui, fica estagnado. Cogitava adquirir um duck para praticar, mas, corretamente, acreditava que o investimento seria muito alto, para pouca utilização, e o espaço para guardar o bote exíguo num apartamento. Pois bem, depois de mais um rafting comercial, que foi o mais decepcionante, tive um impulso e adquiri um caiaque inflável Tahiti da Sevylor no final do ano passado. Aparentava ser algo bem frágil, mas o investimento era baixo (R$ 690,00), o que me surpreendeu e motivou. Posso dizer que valeu muito a pena e já fiz dois raftings muito legais "solo", que mostraram que tudo o que tinha feito nos últimos 14 anos era brincadeira de criança. Além disso desci pelo menos 3 rios sem corredeiras, muito lindos. Atravessei represas e lagoas. E utilizei até no mar. a vantagem desse Tahiti sobre um duck tradicional de rafting, apesar desses ducks serem muito mais resistentes e apropriados, é que esse caiaque permite acoplar uma quilha externa que faz toda a diferença. Antes de adquiri-la, era um verdadeiro martírio remar no mar ou em água parada, mas com ela o tracking melhora muito mesmo e você consegue impor velocidade sem peder o rumo. Existem modelos melhores da Sevylor, incluindo alguns "self-bailers" que certamente são muito mais apropriados para rafting e mar com ondas, pois retiram a água automaticamente. Mas não encontrei deles no Brasil. No futuro penso em fazer um "upgrade" de embarcação, mas até o momento está dando bem para o gasto. Sou do Rio de Janeiro, e quem tiver equipo e estiver interessado em fazer rafting e canoagem de fluvial ou marinha, estou à disposição para conjugar esforços. É só entrar em contato. José Luiz
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Santa Marta - Perguntas e Respostas
Camaradas de Mochila, Estou indo para Panamá e Colombia ficando em ambos durante o período de 07/09 até 30/09. Ainda nào defini quando saio de uma para o outro, mas o foco são praias e trilhas. Quem estiver na região na mesma época e quiser trocar infos e dicas.. estamos aí! Saio do Rio e tenho muita experiência de montanhismo e viagens SdM, José Luiz asmallvictory@hotmail.com
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Gerais do Machambongo
Peter e demais montanhistas do Fórum, Gostaria de saber a referência do início da trilha da fumacinha por cima e da travessia para Mucugê q vc relata aqui.. Pretendo fazer essa travessia brevemente e o teu relato já me ajudou bastante, pois pretendia começar por Mucugê, mas percebi q até a logística é melhor no sentido q vc fez.. pois é menos estrada de chão até Mucugê do q saindo em Cascavel ou no Baixão.. Quem puder me dar essa dica ou outra sobre a travessia eu agradeço muito.. e estou à disposição para trocar infos.. já fiz praticamente todas as longas travessias do parque só me falta essa.. Ah.. se alguém tiver dicas do Pico do Itobira eu tb agradeceria muito.. Sds da Montanha, José Luiz
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Tanzânia - Perguntas e Respostas
André, Eu estou consultando os guias da lonely planet, tanto o próprio da Tanzania como o da África tem muita informação, que pode ser complementada com relatos de 1a mão como os daqui. Entre num site de livrarias grande como Saraiva ou Cultura e veja se tem para encomendar. Eu viajei muito pelo mundo e os melhores até agora são sem dúvidas os da lonely. Sds, José Luiz
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Panamá - Perguntas e Respostas
Pessoal, Estou pensando em passar uns 9 dias no Panamá no final de outubro ou em novembro, alguém está indo para lá na mesma época ? Outra pergunta para os que já estiveram lá,, além da subida do Volcán Baru existe outra trilha ou travessia em parque nacional que vcs recomendem ? Agradeço desde já qqer dica.. Sds da Montanha, José Luiz
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Tanzânia - Perguntas e Respostas
Pessoal, Sempre tive vontade de subir o Kilimanjaro, mas esse esquema de guia sempre me afastou, pois todas montanhas e trilhas q fiz até hoje foram por conta própria... mas to ficando velho e começo a aceitar essa concessão aos meus princípios por causa da atratividade do Kili.. Bom.. as perguntas para quem já esteve lá ou ainda está ou esteja planejando ir são: 1. é possível acertar o guia/cia lá mesmo na Tanzânia, ou o melhor é sair daqui do Brasil já com um pacotão ? Em ambos os casos alguém tem alguém para recomendar ? 2. Já que vou tão longe, queria aproveitar e fazer um safari num parque nacional (Serengetti).. dá para conjugar bem os dois destinos ? 3. A idéia inical é ir de avião por conexão na África do Sul, existe meio melhor ? 4. Alguém está com idéia de ir para lá ainda este ano ? Agradeço desde já, qqer dica.. Saudações da Montanha, José Luiz
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viagem lençois maranhenses por 10 dias
Valeu pelo relato ! Ajudou bastante.. estou indo para lá a partir de 15/11/10.. se alguém mais se animar nessa época.. entre em contato ! SdM, José Luiz
- Travessia Santo Amaro x Atins - Lençóis Maranhenses
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África do Sul
Pessoal, Estou indo na minha volta do Nepal pra África do Sul dia 02/12, vou para uma reserva particular perto do Kruger e depois dia 05 para Capetown aonde fico até dia 09.. se alguém estiver indo pra lá na mesma época.. é so entrar em contato.. Agora só uma dúvida.. será q é fácil arranjar esses passeios dentro do Kruger a partir dessa reserva do entorno ? No site dela eles nao oferecem.. e embora todo mundo diga q as reservas tem mais bicho.. e tal.. eu queria efetivamente entrar oficialmente no parque.. Se alguém tiver alguma dica eu agradeço desde ja'.. Saudacoes da Montanha, José Luiz
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Everest - Perguntas e Respostas
Pessoal do Fórum, Chegou a minha vez.. depois de 2 anos querendo.. e qse nao conseguindo este ano devido a muitos rolos.. agora eu vou !! Obrigado a todos q colaboraram nessa lista.. especialmente aos que me ajudaram em PVT, André; Stinkfoot e Assis ! Se alguém novo estiver indo pra lá.. avise.. estarei entre os dias 11/11 e 02/12.. e pretendo fazer parte do ECB a partir de Lukla.. o trekking to Langtang voltando para Kathmandú tb por trilha.. e sobra uns 2 dias vou pra Pokhara tb.. tirar ao menos umas fotos do maciço dos Annapurnas.. Qqer coisa me contatem por email.. acho q lá deve ser fácil ter acesso.. Saudacoes da Montanha a todos, José Luiz
José Luiz
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