Relatos de viagens pelos países do Sudeste Asiático: Tailândia, Vietnã, Timor-Leste, Singapura, Mianmar, Malásia, Laos, Indonésia, Filipinas, Brunei e Camboja
#1212501 por _helen_
23 Ago 2016, 21:21
DIA 23 (19/01/16) Chiang Mai (templos diversos / dia à toa)

Deixamos esse dia como curinga em Chiang Mai para talvez ir a Chiang Rai, mas não com aquele passeio que a maioria das pessoas faz que inclui a Tribo das Mulheres-Girafa e a tríplice fronteira com Laos e Mianmar. A ideia era pesquisar por lá mesmo algum passeio que fizesse só Chiang Rai ou talvez uma forma de ir e voltar por conta. Procuramos algumas agências na cidade e todas faziam o mesmo pacote que não queríamos. Desanimamos e nem tentamos ver uma outra forma de ir, até porque são cerca de 3 horas o trajeto entre as duas cidades. Nesse dia, então, acabamos ficando à toa em Chiang Mai.

Saímos de manhã sem pressa e tomamos um capuccino bem gostoso. Depois, sanduíches no 7eleven.

Entramos para conhecer uns templinhos menores no centro da cidade. Primeiro o Wat Chai Phrakiat, e depois o Wat Tung Yu. Esse estava vazio, ficamos só nós ali naquela paz incrível. E ele ainda tem umas estátuas de Buda de cores variadas, que estavam iluminadas pela luz do sol. Sensacional!

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Wat Tung Yu
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No dia em que tínhamos visitado o Wat Phra Singh, um motorista de tuc-tuc nos ofereceu um passeio que incluía dois templos um pouco mais afastados e também um mercado de artesanato. Fomos lá de novo pra fazer esse tour, não achamos o mesmo motorista, mas um outro nos ofereceu o mesmo passeio (dessa vez em um carro). A gente não estava a fim do tal mercado de artesanato, mas como tínhamos tempo de sobra decidimos ir até lá ver qual era e qualquer coisa pedir para vir embora.

O primeiro templo visitado foi o Wat Suan Dok. Diversas estupas brancas no pátio e uma estupa principal dourada grande, bem bonito. O interior do templo também.

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Wat Suan Dok
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Depois, fomos ao Wat Ched Yot, um templo mais antigo (construído em 1453). Bacana.

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Wat Ched Yot
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Partimos então ao tal mercado de artesanato. Já estávamos farejando a armadilha para turistas… ::putz::
Primeiro o motora nos largou em uma loja enorme de pedras preciosas! ::lol4:: Huahuahua, só aqueles ônibus de excursão com senhorinhas superbem vestidas e nós no meio. Uma vendedora quis nos acompanhar para mostrar as peças mas logo viu que não ia sair nada do nosso bolso :lol: . Olhamos um pouco e voltamos para o carro.

Aí, ele nos levou para uma loja de artesanato, peças variadas: esculturas, tapetes, pinturas, porcelanas, etc. Tudo muito lindo e de muito bom gosto, mas… a preços exorbitantes ::hein: ! Um homem nos acompanhou pela loja, se dizendo o proprietário, mostrando muitos dos itens e a gente só balançando a cabeça “arrã, beautiful”. Quando ele viu que a gente não ia levar nada mesmo, ele perguntou se a gente não tinha gostado da loja dele! Respondi: “tua loja é linda, mas eu não tenho dinheiro para isso” ::toma:: ! Depois dessa, cansamos da brincadeira e pedimos para o motorista nos levar embora. Ele ainda tentou dizer que faltavam outras lojas, mas nem deixamos ele argumentar muito. A cara de desapontamento e até de um pouco de raiva foi evidente, obviamente ele recebe comissão por levar as pessoas nesses lugares.

No fim das contas, os templos eram bonitinhos mas nem tão afastados quanto disseram. Não houve nenhuma espécie de explicação sobre os templos, ele nos largava lá, dizia para a gente ficar o tempo que quisesse e esperava no carro. E no final, essa aporrinhação de vendedores. Não façam esse passeio a menor que vocês tenham muito tempo de sobra em Chiang Mai, como nós. Ou se quiserem comprar artigos de luxo! :lol:

Almoçamos no Number Nine Restaurant e ficamos o resto da tarde usando a internet no hotel.

À noite, fizemos uma massagem de corpo inteiro com óleo. Maravilha! :D

Fomos novamente ao Night Market. Era a última noite na cidade, então fomos comprar umas lembrancinhas (dessa vez, adequadas ao nosso poder aquisitivo ::tchann:: ). Jantamos no mesmo lugar do outro dia no Night Market (o terrenão com várias barracas de diferentes comidas).

Gastos do dia (bahts):
    60 dois capuccinos
    50 sanduíches
    100 passeio-furada (por pessoa)
    225 almoço
    250 massagem com óleo (30 minutos, por pessoa)
    112 cevas no 7eleven antes de jantar
    190 janta
Editado pela última vez por _helen_ em 27 Ago 2016, 17:09, em um total de 3 vezes.

#1212969 por _helen_
25 Ago 2016, 20:27
DIA 24 (20/01/16) Chiang Mai; ida para Krabi 17:35

Se no dia anterior já ficamos à toa, nesse mais ainda. Aproveitamos para acordar tarde, arrumar o mochilão sem pressa e fazer o check-out no horário limite.
Tomamos um shake de manga com maracujá (provem! é muito bom!) e compramos um pacotinho de dragon fruit em uma banquinha na rua. Caminhamos à toa por um bom tempo, olhando a cidade, as pessoas, as lojinhas… Fomos almoçar no mesmo restaurante do dia anterior.

Fomos novamente nas lojinhas da região do Night Market (várias coisinhas ficam abertas mesmo de dia) para comprar uma “encomenda” de última hora. Aproveitamos para entrar em um templo daquela região: o Wat Buppharam.

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Wat Buppharam
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Fomos até a Rachadamnoen Road (rua principal do centrinho) e fizemos mais uma foot massage. E aí voltamos para o hotel, pegamos as bagagens e chamamos um tuc-tuc para nos levar ao aeroporto.

O aeroporto é bem pertinho e mesmo com um certo trânsito de fim de tarde, ele foi cortando entre os carros e levou menos de 15 minutos para chegar.

O voo até Krabi passou muito rápido. Fui ao lado de um senhorzinho que conversou comigo desde que o avião decolou até pousar, uma pessoa sensacional e cheia de histórias pra contar! Carl, norte-americano, mas viveu muitos anos lecionando em uma universidade na Rússia. Figuraça! :)

No desembarque do aeroporto de Krabi, já há um guichê que vende tíquetes de ônibus para Ao Nang e para Krabi Town. Embarcamos no ônibus e ele ainda ficou mais uns 10 ou 15 minutos esperando mais passageiros até sair.

O trajeto não é dos mais curtinhos, creio que tenha levado uns 45 minutos até o hostel, mas ele nos largou na porta. Fizemos check-in, largamos as mochilas e partiu rua!

Pegamos umas cevas e nos sentamos na escadaria que dá na areia da praia de Ao Nang. Era noite, mas só a luz fraca dos postes de iluminação já deixava ver que a cor da água era incrível :o ! Comemos uns lanches no 7eleven e uma panqueca de nutella em uma barraquinha de rua e fomos embora, muito ansiosos pelo dia seguinte em que finalmente conheceríamos as famosas praias da Tailândia. ::hahaha::

Gastos do dia (bahts):
    30 shake de frutas
    20 pacotinho de dragon fruit
    300 almoço
    90 foot massage (30 minutos, por cabeça)
    150 tuc-tuc até o aeroporto
    150 bus do aeroporto de Krabi até Ao Nang (por pessoa)
    212 7eleven (cevas e sanduíches)
    40 panqueca de nutella
#1213904 por janes87
30 Ago 2016, 08:52
Oi, Helen, tudo bem?
Adorei o relato. Parabéns pela riqueza de detalhes!
Gostaria de opiniões sobre minha viagem à Tailândia.
Terei apenas 12 dias em outubro/novembro de 2016.
Minha ideia é passar 2 dias inteiros em Bangkok, 2 dias inteiros em Krabi e 3 dias inteiros nas ilhas Phi Phi. Os outros dias serão gastos com deslocamentos (o que poderia acrescentar meio dia em cada cidade, mais ou menos). Na volta irei pernoitar em Bangkok para ir embora da Tailândia.
Você acha que 3 dias será muito tempo para Phi Phi? Valeria a pena passar 1 dia em Chiang Mai?
Desde já agradeço!
#1213949 por _helen_
30 Ago 2016, 12:26
janes87 escreveu:Oi, Helen, tudo bem?
Adorei o relato. Parabéns pela riqueza de detalhes!
Gostaria de opiniões sobre minha viagem à Tailândia.
Terei apenas 12 dias em outubro/novembro de 2016.
Minha ideia é passar 2 dias inteiros em Bangkok, 2 dias inteiros em Krabi e 3 dias inteiros nas ilhas Phi Phi. Os outros dias serão gastos com deslocamentos (o que poderia acrescentar meio dia em cada cidade, mais ou menos). Na volta irei pernoitar em Bangkok para ir embora da Tailândia.
Você acha que 3 dias será muito tempo para Phi Phi? Valeria a pena passar 1 dia em Chiang Mai?
Desde já agradeço!


Olá!

Muito obrigada pelo elogio!

Não, eu não acho 3 dias muito para Phi Phi. Fiquei 2 e ficaria mais tempo fácil fácil. Considerando o dia da chegada, se tu pegares o ferry vindo de Krabi pela manhã, terás o resto do dia em Phi Phi. Aí poderias cortar uma diária em Phi Phi e realocar em outra cidade. Mas, mesmo que queiras ficar lá todo esse tempo, não seria demais , Phi Phi é sensacional! ::love::

Quanto a Chiang Mai, não acho que vale a pena todo o tempo e transtorno de deslocamento para ficar só um dia. Eu adorei a cidade, mas no teu caso não creio que compense. Colocar esse dia como um a mais em Bangkok seria melhor.

Espero ter ajudado, fique à vontade para perguntar mais! Abraço!
#1214683 por _helen_
02 Set 2016, 10:09
LuizChianca escreveu:Helen, muito bom o relato!! Parabéns!! ::otemo::

Vou em novembro e espero que consiga concluir seu relato até lá :D

Achei demais o dia com os elefantes, este com certeza já está na lista.

E quanto ao Tiger Kingdom, não interessou visitar??

Abraço!!


Oi, Luiz! Muito obrigada!

Eu também espero concluir o relato até lá ::tchann:: ! Estou com vergonha de mim mesma por estar demorando tanto para escrever...

Conseguiste agendar com a Patara? Uma amiga minha tentou para final de dezembro e já não tinha mais disponibilidade!

Quanto ao Tiger Kingdom... fiquei muito dividida! Sou apaixonada por felinos (bichos em geral, mas felinos mais) e fiquei com dois corações entre a vontade de tocá-los e a dó de vê-los vivendo em jaulas... Enfim, não sou contra (talvez os bichinhos estejam melhor lá do que se estivessem soltos e sendo caçados), mas preferi não ir.

Uma excelente viagem pra ti!

Abraço!
#1215110 por _helen_
04 Set 2016, 16:24
DIA 25 (21/01/16) Krabi (Railay Beach)

O hostel em que ficamos – Glur – é uma graça, todo muito bem planejado. Os beliches possuem luzes e tomadas individuais, armário que dá para colocar cadeado e até um espacinho para cabides. A piscina é muito boa, os banheiros coletivos são em bom número e em nenhum momento foi preciso esperar um banheiro ou um chuveiro. O café da manhã é básico e satisfatório, e dá pra usar a cozinha pra preparar algum complemento. Vi que nos quartos coletivos os beliches ainda tem cortinas. Tem também área pra lavar e secar roupas. Hostel aprovadíssimo. ::otemo::

Saímos cedo para a praia de Ao Nang. O primeiro contato com uma praia tailandesa! Quem já conheceu sabe que Ao Nang tem uma praia “feinha” (quando comparada com as outras), mas naquele momento ficamos maravilhados com aquele mar verdão.

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Praia de Ao Nang.
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Sentamos um pouco na areia, tiramos umas fotos, entramos no mar deliciosamente quentinho. Ficamos uns 40 minutos ali e decidimos ir para Railay Beach. Bem no ponto em que a avenida principal de Ao Nang acaba na praia tem um quiosque que vende tíquetes de barco para as outras praias e ilhas.

Uns 10 minutos de barco e chegamos em Railay West. Aí sim! Perfeita ::love:: ! Água calma, morna e transparente, paredões de rocha de um lado, muita vegetação ao redor… inacreditavelmente linda.

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Railay West.
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Maravilhosa!
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A praia ainda estava vazia, pegamos um lugar embaixo de uma árvore e estendemos a canga ali. Ficamos algumas horas intercalando entre ficar na água até murchar, deitar para tomar um pouco de sol e sentar sob a sombra da árvore. 8)

Bem ali perto tem uma rua com comércio: restaurantes, artesanatos e um mercadinho. Tem também um banheiro público. A gente buscava ceva nesse mercado e voltava pra tomar na praia.

À tarde partimos para conhecer Phra Nang Beach. É bem tranquilo de ir caminhando. Passamos por Railay Beach East, onde estão muitos resorts. A praia não é boa pra banho, na maré baixa fica uma enorme de faixa de lodo. Bem no canto de Railay East está o caminho pra Phra Nang. Nessa parte tem dezenas de macaquinhos curiosos prontos para roubar a comida de quem estiver distraído :D . No meio do caminho é a entrada para quem quer ir à Princess Lagoon, a gente até cogitava, mas quando vimos, desistimos. É um barranco muito íngreme, molhado, embarrado e escorregadio. Não sei por quanto tempo a trilha fica dessa maneira, mas só essa parte inicial já nos desanimou, ainda mais para subir de chinelo (bem bom para torcer um pé ou levar um tombo).

Phra Nang também é linda! Conhecemos a Princess Cave, que fica bem de frente para a praia. É um local de culto à Princesa da Fertilidade, e as oferendas que deixam para ela são réplicas do órgão sexual masculino em várias cores, espessuras e tamanhos.

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Phra Nang Beach.
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Caverna da Princesa safadinha!
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Depois, nos acomodamos em um canto perto do paredão de pedra e caímos na água.

Estava eu bem tranquila tomando banho de mar, quando pisei em uma coisa dura. Pensei “que estranho, é muito duro pra ser um galho de árvore”. Mergulhei e catei… um enorme cacete de madeira :shock: ! A maré deve ter trazido da caverna. Saí da água rapidinho e fui lá devolver o cacete para a Princesa, vai que ela fica braba comigo achando que eu roubei dela :lol: !

Final da tarde voltamos até Railay West, ficamos mais um pouco e pegamos o barco para voltar para Ao Nang.

À noite queríamos marcar um passeio para Hong Island para o dia seguinte. Existem vários passeios de barco para todos os gostos: 4 Islands, 7 Islands, 9 Islands… Escolhemos Hong Island porque pelo que pesquisamos foi o lugar que mais nos interessou e também para não passar o dia em uma correria entre um lugar e outro. O próprio hostel vende muitos desses passeios, demos uma pesquisada com eles e saímos para o centrinho para pesquisar outras opções.

Passeamos, jantamos (uns fried noodles em um restaurantezinho bem sem graça) e acabamos não achando algum tour que parecesse mais interessante que o do hostel, então voltamos e fechamos com eles. A recepcionista ligou para agência para agendar e nos avisou que eles nos pegariam às 09h30. Achamos muito tarde o horário de saída :? , a gente estava achando que sairia tipo 8 da manhã, mas também era tarde para voltar ao centrinho e procurar novamente um passeio que saísse cedo. Deixamos por isso mesmo.

    #ficaadica: prestem atenção nesse detalhe do horário de saída do passeio, isso faz muita diferença! Nessa época não anoitece muito tarde (ao redor das seis da tarde), e no relato do próximo dia conto como fez falta essa hora ou hora e meia que poderíamos ter ganho saindo mais cedo.

Gastos do dia (bahts):
    200 barco de Ao Nang para Railay West (por pessoa, ida+volta)
    100 ceva no mercadinho de Railay
    180 janta
    256 compras diversas (água, biscoitos, lanchinhos etc)
    600 passeio Hong Island (por pessoa, com almoço)
Editado pela última vez por _helen_ em 07 Set 2016, 12:45, em um total de 3 vezes.
#1215120 por LuizChianca
04 Set 2016, 17:04
Obrigado pelo retorno Helen, mandei um e-mail na Patara e realmente não tem mais vagas para novembro, de qualquer forma depois pesquisei um pouco mais e vi que esse lance de andar em cima dos elefantes não é legal, com certeza domesticar um animal selvagem nunca vai ser saudável, até encontrei outro lugar que a interação é só em alimentar e dar banho, mas o preço é bem salgado e desisti de ter essa experiência na Tailândia.

Vou continuar acompanhando!! ::otemo::
#1215143 por LuizChianca
04 Set 2016, 18:49
Gosto também de mergulhar, vou trocar Chaing Mai pelo Liveabord, quem sabe encontro o tubarão-baleia.

Já li o relato de hoje sobre Railay Beach, dizem que o por-do-sol é imperdível, será que compensa dormir uma noite por lá? sabe dizer qual o ultimo horário do barco para Krabi?
#1215303 por _helen_
05 Set 2016, 12:51
LuizChianca escreveu:Gosto também de mergulhar, vou trocar Chaing Mai pelo Liveabord, quem sabe encontro o tubarão-baleia.

Já li o relato de hoje sobre Railay Beach, dizem que o por-do-sol é imperdível, será que compensa dormir uma noite por lá? sabe dizer qual o ultimo horário do barco para Krabi?



Eu acho que deve ser muito bom ficar hospedado em Railay, tem um ar de vilarejo rústico que eu particularmente gosto muito. Mas não é necessário ficar por lá por causa do por-do-sol, tem barcos de volta para Ao Nang.

Tirei essa foto da tabela de preços do quiosque da praia de Ao Nang. Para voltar de West Railay depois das 18h é um pouquinho mais caro, mas tem até a meia-noite. Não utilizei nesse horário, mas durante o dia eles sempre esperam ter pelo menos 8 pessoas no barco para partir, isso não costuma levar mais do que 5 a 10 minutos.

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Fui novamente para Railay em outro dia e com o bilhete de ida e volta que tínhamos comprado viemos embora direto de Phra Nang. Saindo de Phra Nang os barcos funcionam até as 18h, viemos de lá um pouco antes disso e a praia ainda estava cheia, ou seja, deve ter bastante gente que fica lá pra ver o por-do-sol e depois vai pra Railay West pegar o barco para Ao Nang.
#1215718 por _helen_
07 Set 2016, 12:40
DIA 26 (22/01/16) Krabi (passeio Hong Island)

Quando chegamos desse passeio no fim do dia, eu disse para o Rodrigo: “quando eu escrever o relato no Mochileiros, eu vou resumir esse dia com essa carinha aqui: ::ahhhh:: ”.

Como eu já tinha adiantado, nos buscaram 9h30. Fomos de caminhonete até o píer Ao Nammao.

Primeiro, aquela confusão básica para ver quem ia para qual passeio (todas as outras pessoas fariam o tour 9 Islands, mas como a primeira parte do passeio era igual fomos no mesmo barco que eles). Depois, todos pagaram a taxa de preservação de Hong Island. Depois, assinaram uma listinha do empréstimo dos snorkels. O grupo todo ainda esperou um tempão até que eles carregassem o barco com água mineral e uns outros materiais. Saímos do píer quase 11 da manhã, só pensando “eu poderia estar aproveitando a praia esse tempo todo...”. :roll:

Ainda paramos no píer de Railay East para pegar mais um casal que estava hospedado ali. O rapaz que era o guia/barqueiro/faz-tudo desceu, se sumiu, e uns 10 minutos depois voltou cheio de sacolas com marmitas descartáveis, que eram os nosso almoços.

Finalmente navegamos até a primeira parada do passeio: Hong Lagoon. A ilha tem paredões tão fechadinhos que forma uma lagoa no seu interior, incrivelmente lindo. Água verde clarinha, na maior parte na altura do joelho, morninha. Uau! O barco ficou na entrada da lagoa porque a maré estava bem baixa, e entramos caminhando (usamos chinelos porque tem muitos corais no fundo, mas papetes seriam mais apropriadas), no trecho para entrar a água dá mais ou menos na altura da cintura.

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Entrada de Hong Lagoon.
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Hong Lagoon.
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Quando voltamos para o barco, cada um já recebeu a sua porção de comida. A galera já começou a mandar ver ali mesmo, enquanto íamos para o próximo ponto.

Chegamos em Lading Island, uma enseada minúscula em uma ilha, ótima para fazer snorkel. Caímos direto na água e ficamos até ver que o guia estava chamando para voltar ao barco! Todos a bordo e … nada do barco pegar :shock: ! Mexeram no motor do barco, entraram embaixo da água para fuçar, o piloto do barco apareceu todo sujo de graxa e nada. Não deixaram ninguém descer porque quando o barco funcionasse seria uma função embarcar todos novamente. E assim se foram 55 minutos de espera, até a porcaria funcionar e irmos para Hong Island.

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Lading Island.
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Chegamos lá, sei eu, creio que quase 4 da tarde. E o sol já estava se escondendo, porque os paredões da praia são bem altos. Que desânimo bateu! O lugar que escolhemos conhecer pela sua beleza e por ser excelente para mergulhar de snorkel, já não dava para aproveitar porque não tinha mais luminosidade batendo na água. :x

Hong Island tem duas enseadas, uma maior, onde tem um pequeno píer, e outra menor mais no canto esquerdo, fomos para lá porque tinha menos gente. O lugar é lindo e é claro que ainda assim achamos incrível, mas ficamos frustrados. A ideia do passeio era ficar duas horas aqui, mas com todos os contratempos, tivemos 45 minutos. Lembra do que eu disse sobre a diferença que faz sair cedo para o passeio? Pois é.

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Hong Island.
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Enseadinha menor de Hong Island - maravilha!
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Estávamos no canto da enseada menor curtindo o sossego, até que pensamos “bom, deve estar na hora, vamos para o barco”. Conforme fomos nos aproximando do píer, vimos um barco saindo e nos perguntamos “aquele é o nosso barco?”. Sim, era o nosso barco :o ! Começamos a pular e gritar e agitar os braços, aí eles nos viram e fizeram a volta para nos buscar. Quase tivemos que passar a noite na casa do guarda da área de preservação. ::vapapu::

Entramos no barco putos da cara, mas os perrengues ainda não tinham terminado. Enquanto estávamos na praia de Hong Island, eles chamaram por rádio um outro barco, com medo de que aquele estragasse novamente. Aí, no meio do marzão, encostou esse outro barco e passaram todas as pessoas de um para o outro. Detalhe: famílias com crianças pequenas passando de um barco para o outro! Só que o barco chegado era bem menor, ficamos todos amontoados.

O motor desse barco precisou ser muito forçado, então fazia um barulho ensurdecedor. As pessoas no fundo não conseguiam ficar sem tapar os ouvidos. E quem estava do meio para a frente estava completamente encharcado, pois levantava muita água! Uns tentavam proteger seus pertences para não molhar máquinas fotográficas, celulares etc. Outros tentavam se agasalhar um pouco com toalhas e cangas, além da água o vento era forte e estávamos sentindo frio. Os que estavam com crianças pequenas agarravam as pobres criaturinhas quase esmagando as coitadas. Todos com olhos arregalados e um ar de apreensão. Em resumo: era o retrato do inferno. ::grr::

Fomos ao ponto que seria a última parada do nosso passeio: Daeng Island. É uma ilha onde não dá para desembarcar, mas costuma ser um bom local para a prática de snorkel. O guia disse; “pois é, pessoal, aqui era pra gente fazer snorkel, mas o mar está muito agitado e não vai dar”. Nada surpresos por não dar certo mais uma coisa, sentimos alívio por finalmente ir embora.

Depois de um tempo, não sei se consertaram o primeiro barco ou o quê, mas ele nos alcançou (até porque estava vazio e mais leve, navegava mais rápido). Passamos somente eu e o Rodrigo para o barco grande, pois todo o restante do grupo ainda ia conhecer outras 8459 ilhas, e só nós retornaríamos. Enquanto passamos de um barco para o outro, todos ficaram nos olhando com cara de cachorros pidões, tipo “como eu queria estar saindo desse barco dos infernos também”.

Navegamos tranquilos, o sol já estava próximo da linha do horizonte e o visual estava incrível. Deu para relaxar e curtir. O piloto do barco perguntou pro Rodrigo: “já pilotaste um barco?”. “Não”. “Então vem aqui, tu podes pilotar um pouco”. Deu a direção pro Rodrigo, ensinou um pouco dos paranauês e se deitou tranquilamente a fumar um cigarro, como se quem estivesse de férias fosse ele! Cena hi-lá-ria! ::lol4::

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O barco parou no píer de Railay East, e dali viria um long tail pra nos levar ao outro píer de onde a caminhonete nos levaria até o hostel. Ainda esperamos uns 10 minutos chegar o bendito long tail. Passamos para ele, sentamos no fundo do barco mesmo porque a porcaria nem bancos tinha, e aí adivinha. Na hora de dar a partida, tinha acabado a gasolina. O rapaz que ia nos levar estava fumando um cigarro de palha e tranquilamente entrou no barco maior, voltou com um galão de gasolina e, com seu cigarrinho pendurado no canto da boca, abasteceu o motor do long tail. ::ahhhh::

A essa altura tudo estava parecendo uma grande brincadeira de mau gosto. Muita coisa deu errada em um passeio só para ser verdade. Só o que faltava, como gran finale, era explodir em pedaços pelos ares. Acabar não só o passeio, mas também a vida (um pouco de drama huahauha). ::lol4::

    #ficaadica: recomendo fortemente, muito mesmo, que na medida do possível vocês façam o passeio para Hong Island com barco particular. Gasta-se um pouco mais para ir no horário que quiser, voltar no horário que quiser, e minimizar as chances desses perrengues que passamos. Publiquei no post anterior a tabela de preços dos barcos (lista à esquerda: barcos coletivos, lista à direita:barcos privativos). E para quem quiser ir de tour mesmo, seria prudente evitar a agência Connecting Krabi :wink: (não confundam com a Krabi Konnect, que é a empresa que opera o Maya Bay Sleep Aboard).

Pensamos que a caminhonete até o hostel ainda ia, sei lá, furar um pneu, ou capotar :lol: . Mas chegamos são e salvos. Pegamos umas cevas que tínhamos deixado na geladeira do hostel e ficamos na piscina relaxando de toda a tensão do dia. ::mmm:

Mais tarde saímos para o centrinho. Estávamos preocupados com as outras pessoas que estavam conosco no passeio e seguiram para as outras ilhas, mas vimos alguns deles e ficamos aliviados. Comemos em um restaurante indiano (tem mais de um por ali), resolvemos fazer uma pequena extravagância e fizemos uma refeição bem gostosa.

Estávamos na dúvida entre passar o dia seguinte à toa na praia ou fazer o tour 4 Islands, nem preciso dizer o que escolhemos. Falando sério, viagem sem perrengue não é viagem! Tudo bem que eles resolveram acontecer todos no mesmo dia, mas agora a gente dá risada de tudo isso e tem história para contar! ::lol3::

Gastos do dia (bahts):
    300 taxa do parque de Hong Island (por pessoa)
    670 janta
#1215817 por _helen_
07 Set 2016, 20:21
DIA 27 (23/01/16) Krabi (Railay Beach)

Um dia sem maiores acontecimentos ou preocupações, somente aproveitando a maravilhosa praia de Railay. 8)

Fomos de manhã cedo, chegamos com a praia vazia e pegamos nosso mesmo lugarzinho embaixo da árvore. Ficamos horas entre banhos de mar, de sol e cervejinhas geladas.

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No começo da tarde, comemos um kebab em um quiosque na rua das lojinhas e partimos para Phra Nang Beach. Dessa vez fomos para o outro lado da praia, contrário à Princess Cave, onde tinha menos gente.

Com o mesmo bilhete de ida e volta que tínhamos comprado para Railay, voltamos de Phra Nang. Chegamos no hostel, pegamos mais cervejas e ficamos na piscina até de noite.

Saímos para jantar e comemos pad thais e rolinhos primavera em uma barraca de rua, delícia! ::otemo::

Agendamos no hostel mesmo o tíquete do ferry para Phi Phi para o dia seguinte, incluindo o transfer que busca e leva até o píer.

Gastos do dia (bahts):
    200 barco de Ao Nang para Railay West (por pessoa, ida+volta)
    100 ceva no mercadinho de Railay
    75 kebab (cada)
    99 compras diversas (água, biscoitos etc)
    30 porção de rolinhos primavera
    60 pad thai (cada)
    350 transfer+ferry Phi Phi (por pessoa)
#1217510 por _helen_
14 Set 2016, 21:06
DIA 28 (24/01/16) Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard

Nos buscaram nos hostel com uma caminhonete e nos levaram até o píer Klong Jilad, para pegar o ferry que sai às 9 horas. Chegando lá, o motorista nos conduziu até um cara em uma mesa, pensamos que era pra conferir nossos tíquetes antes de embarcar. Ele perguntou quando íamos voltar pra Phi Phi, dissemos que não iríamos voltar. "Então pra onde vocês vão?", "Para Phuket", "Quando?", já fiquei desconfiada e disse que não sabíamos a data, aí ele disse que o tíquete podia ser com a data em aberto e custava 400 bahts. Perguntei se tínhamos que comprar aquele bilhete naquele momento, ele respondeu de novo "400 bahts cada", repeti a pergunta e ele respondeu "ok, faço por 350". Aí que entendemos que ele não era fiscal de coisa nenhuma e estava só querendo empurrar tíquetes :roll: . Saímos caminhando sem dar mais resposta, e logo à frente estava o verdadeiro controle dos bilhetes e o embarque.

A viagem de ferry durou uma hora e meia e foi muito tranquila. Muita gente fica na área externa, tomando sol, de roupa de banho mesmo. Preferimos ficar na parte de baixo, no arzinho condicionado.

As bagagens vão amontoadas, tipo assim, muuuito amontoadas em uma parte específica do barco. Não deixem nada delicado nas suas.

A chegada no píer de Tonsai é incrível :o . Geralmente os píers estão em áreas feinhas ou sujas, mas o de Phi Phi nos fez pensar "uau! Se isso aqui é o píer, imagina a praia!". Descendo do ferry, é necessário pagar a taxa de preservação de Phi Phi. Tinha um bolinho de pessoas brigando e batendo boca porque não queriam pagar. Passamos pelo lado, pagamos e seguimos.

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Píer feio (só que não)!
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Fomos direto procurar o escritório do Maya Bay Sleep Aboard. Entramos sem querer na rua antes da que deveríamos, e paramos para perguntar onde era em uma das milhares de agências de turismo. O cara (era um estrangeiro) teve a cara de pau de dizer "olha, nossa agência faz todos os dias o passeio para May Bay e faz mais ou menos uns seis meses que não vejo o barco do Sleep Aboard por lá, acho que eles fecharam". Que "malandragem" ridícula :roll: ! Que que ele achou, que a gente ia dizer "bom, nesse caso vou fazer o passeio com a tua agência". Idiota!

Caminhamos até a rua seguinte, chegamos no escritório, mostramos nosso vouchers e deixamos os mochilões. Ainda tínhamos umas horinhas até a saída do barco, então... partiu praia!

A menos de cinco minutos dali, chegamos em Loh Dalum Bay. Meeeeudeeeus, que praia! Que mar! Fantástico! Água tranquila, morninha e transparente! Lindo demais!

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Praia deliciosa de Loh Dalum.
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Entramos em uma bar na rua principal para comer umas pizzas antes de embarcar. As fatias de pizza eram para levar, e para usar a mesa era preciso consumir pelo menos um refrigerante. Ok, pedimos UM refrigerante.

Cinco minutos antes do horário de partida do passeio, a dez metros de subir no barco, tropecei e... meu chinelo arrebentou ::lol3:: ! Voltei correndo nos camelôs que tem bem na saída do píer e comprei uma falsificação de havaianas (foi castigo pra mim, eu tinha achado essas falsificações engraçadas). Voltei esbaforida e logo o barco partiu.

O passeio sai com um grupo de pessoas que vai dormir em Maya Bay junto com um grupo de pessoas que vão assistir o por-do-sol lá e voltar depois disso, não se assustem se parecer que tem gente demais no barco.

Passamos em frente à Viking Cave, o guia explicou que não é possível visitá-la porque as pessoas que exploram comercialmente a área não são muito, digamos, amistosas :shock: . Eles coletam ali os ninhos de uma espécie de pássaro e vendem isso como iguaria por valores exorbitantes, especialmente pra China.

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Entrada da Viking Cave.
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Em condições favoráveis, a primeira parada seria em Pileh Lagoon, mas o vento naquela parte estava forte e seguimos direto. Quem se importava? A gente estava indo para Maya Bay! \o/ ::hahaha::

O barco contorna ainda a Loh Samah Bay, que é de onde se acessa Maya Bay quando as condições não estão favoráveis lá. Não foi o nosso caso.

Chegando em Maya Bay, eles colocaram a música do filme "A Praia" (Moby – Porcelain). O barco foi contornando o paredão de pedra e a baía foi se revelando à nossa frente... cheguei a ficar arrepiada de lembrar disso agora! É indescritível! Daqueles momentos em que a gente não sabe se é real o que estamos vendo...

phpBB [video]


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Faceiros por chegar em Maya Bay!
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Depois de um tempo tentando assimilar a beleza do lugar, caímos na água para fazer snorkel. Água transparente como a da torneira! Cerca de 10 metros de profundidade e se via o fundo perfeitamente.

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Quando o sol já ia caindo e a baía já era praticamente só nossa, as pessoas que iam pernoitar lá desceram na praia e as demais foram levadas de volta para Phi Phi.

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É toda nossa!
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Ficamos contemplando a noite cair e depois disso passamos para a parte de trás da praia, onde tem uma casinha dos guardas (é uma área de preservação). Serviram o jantar: arroz e frango com legumes e leite de coco, bem gostosinho. E aí começaram a distribuir os famosos baldinhos, cada um tem direito a um e quem quiser mais compra à parte. Os guias eram bem legais e começaram a animar joguinhos com a galera, claro que todos envolviam coisas do tipo beber todo o baldinho de uma vez só se errasse uma pergunta. 8)

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Bebendo de balde!
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Tudo isso rolando numa área onde a vegetação é mais fechada e de onde não se tem visão da praia. Eu e o Rodrigo pegamos nosso baldinhos, abandonamos a galera ali e fomos curtir o lugar. Ficamos de donos de Maya Bay, só nós e a lua cheia. ::love::

Lá pelas tantas eles ainda serviram um lanche, uns espetinhos de frango feitos na brasa. E aí voltamos todos para o barco para "nadar com os plânctons". Confesso que eu estava com uma expectativa bem fora da realidade quanto aos plânctons, eu achava que eu ia me sentir em uma cena do "Avatar" ::lol4::, bem sem noção! A lua cheia é o pior período para vê-los, quanto mais escuro melhor, então o que vimos foram pontos de luz, como fagulhas, conforme nos movimentávamos. Mas o mergulho à noite naquele lugar já era incrível por si só, com ou sem plâncton. Para melhorar, a água estava morninha! Espetacular!

Saindo da água eles largaram um balde de água doce em cima de cada um e esse foi o banho do dia! Nos adiantamos para arrumar nossa "cama" na parte de cima do barco, queríamos dormir ao ar livre mesmo e lá em cima só cabem oito pessoas.

Os que tinham se empolgado com os baldinhos continuaram a festa na parte de dentro do barco, e quem estava lá em cima não conseguia parar de admirar aquele lugar. A lua iluminava muito, parecia um holofote nas nossas caras. Ventava bastante e o balanço do barco foi embalando nosso sono…

Acordei muitas vezes durante a noite, todas elas com aquela sensação de “que incrível estar aqui”. Em uma delas, tive vontade de ir ao banheiro. Desci pé por pé, cuidando para não pisotear ninguém dormindo pelo caminho. Quando voltei, não encontrei meu saco de dormir. Pensei “putz, voou com o vento e caiu na água...” Mas não, ele tinha caído no andar de baixo do barco :D . Lá fui eu de novo descer passando por cima das pessoas. Achei um lugarzinho nessa parte de baixo e passei o resto da madrugada ali mesmo.

Gastos do dia (bahts):
    20 taxa de preservação Phi Phi (por pessoa)
    275 pizzas + refri
#1217518 por LuizChianca
14 Set 2016, 21:44
Obrigado por disponibilizar os horários do barco, já estou anotando tudo aqui.

Agora fiquei na dúvida se compensa ou não dormir no barco em Maya bay, pois tenho um problema serio de enjoar com o balanço da embarcação, mas agora olhando as fotos da praia vazia até animou.

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