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  1. Fizemos esse roteiro na nossa lua de mel que passamos na Europa em Dezembro de 2022. Escolhemos esses países porque somos apaixonados pelo natal e tínhamos o sonho de ver neve. Então fizemos a base em Londres, que era onde a passagem estava mais barata e depois fomos para Finlândia e Estônia. Foi uma viagem corrida, mas sem dúvidas, a viagem dos nossos sonhos: muita neve, luzes de Natal e os encantadores mercadinhos que deixam o inverno ainda mais incrível! Cronograma Geral: Dia 1: São Paulo - Londres Dia 2: Londres Dia 3: Londres Dia 4: Londres- Helsinki Dia 5: Helsinki Dia 6: Helsinki - Tallinn Dia 7: Tallinn Dia 8: Tallinn Dia 9: Tallinn - Helsinki Dia 10: Helsinki - Rovaniemi Dia 11: Rovaniemi Dia 12: Rovaniemi Dia 13: Rovaniemi - Ivalo Dia 14: Ivalo Dia 15: Ivalo Dia 16: Ivalo - Helsinki Dia 17: Helsinki - Londres Dia 18: Londres Dia 19: Londres - São Paulo Dia 1 – Brasil → Londres Voo São Paulo → Londres (Latam) Dia 2 – Londres Chegada em Londres Trem do aeroporto até Paddington Winter Wonderland (Hyde Park) -> Festival de Natal, comidas típicas, brinquedos e luzes Dia 3 – Londres St. Pancras & King’s Cross (Harry Potter) Camden Town Almoço: Fish and Chips no Poppies Museu Britânico Museu de História Natural Covent Garden Trafalgar Square (Mercadinhos de Natal) Leicester Square (Mercadinhos de Natal) LEGO Store e M&M’s World Piccadilly Circus Jantar: Hambúrguer no Shake Shack Dia 4 – Londres → Helsinque Voo Londres → Helsinque (Norwegian) Primeira experiência com a neve Praça do Senado (Senaatintori) + Mercadinho de Natal Jantar: Restaurante Italiano La Famiglia Dia 5 – Helsinque Café Regatta Sibelius Monument Igreja Temppeliaukio (Igreja construída na rocha) Capela Kamppi Helsinki Central Station Finnish National Theatre Sauna Löyly + Mergulho no Mar Báltico Jantar: Sopa de salmão no Löyly Chocolate quente no Mercadinho de Natal Dia 6 – Helsinque → Tallinn Ferry: Helsinque → Tallinn (Eckerö Line) Check-in na Old Town Almoço: Salsicha e batata no Mercadinho de Natal Farmácia mais antiga da Europa Muralhas medievais Jantar: Pub Kompressor (Panquecas estonianas) Dia 7 – Tallinn Café Maiasmokk Catedral Alexander Nevsky Mirantes Kohtuotsa e Patkuli Almoço: Peppersack (Restaurante medieval) Museu Kiek in de Kök e túneis dos bastiões Freedom Square Viru Gate à noite Jantar: Pizza no Bella Ciao Restoran Dia 8 – Tallinn Chocolat de Pierre - Melhor chocolate quente da vida! Passeio livre pela Old Town Loja Kalev (chocolates) Museu da KGB Balti Jaama Turg Jantar medieval no Olde Hansa (Special Experience) Dia 9 – Tallinn → Helsinque Ferry Tallinn → Helsinque (Eckerö Line) Nevasca (Aproveitamos para descansar) Jantar: Mcdonald's Dia 10 – Helsinque - Rovaniemi Café Ekberg 1845 Catedral Ortodoxa Uspenski Market Square Almoço: Batata recheada no Mercado Central Museu Nacional da Finlândia Jantar: Mcdonald's Trem noturno para Rovaniemi (VR - Sleep Cabines) Dia 11 – Rovaniemi Chegada de trem em Rovaniemi Passeio de trenó com huskies - Bearhill Husky Museu Arktikum Jantar: Restaurante Rosso Passeio no centro de Rovaniemi e shopping Dia 12 – Rovaniemi Ônibus até a Santa Claus Village Linha do Círculo Polar Ártico Foto com o Papai Noel Almoço: Santa’s Salmon Place Correio do Papai Noel Casa da mamãe noel Passeio pela vila Noite: Tour - Caça Aurora Boreal Dia 13 – Rovaniemi → Ivalo Ônibus até Ivalo + Transfer até o Hotel Check-in no Aurora Village (Cabana de vidro) Passeio e refeições no hotel Aurora boreal de noite (Fraca, mas vimos do quarto) Dia 14 – Ivalo Trenó com renas Alimentação das renas Sauna + jacuzzi ao ar livre Dia 15 – Ivalo Sauna tradicional sobre lago congelado Snowmobile pela floresta Dia 16 – Ivalo → Helsinque Voo Ivalo → Helsinque Passeio pelo mercado central e roda gigante Almoço: La Famiglia Descanso Jantar: Pizza no mercadinho de natal Dia 17 – Helsinque → Londres Voo Helsinque → Londres (Finnair) Tower Bridge Almoço: Josef Traditional Fish & Chips Tower of London (Joias da Coroa) Afternoon Tea no The Wolseley Fortnum & Mason Piccadilly Circus Primark Loja Harry Potter Dia 18 – Londres Caffè Nero London Eye Caminhada até o Big Ben Abadia de Westminster Troca da guarda no Palácio de Buckingham (muito cheio) Caminhada pelo parque Almoço: Pub The Gloucester Arms Science Museum Natural History Museum Covent Garden Dia 19 – Londres Caffè Nero Passeio por Notting Hill The Blue Door (decepção - estava toda pichada) Notting Hill Bookshop Portobello Road e feirinhas Caminhada pelo Hyde Park Palácio de Kensington Almoço: Misto Restaurante italiano Retorno ao hotel e saída para o aeroporto Voo Londres → São Paulo (Latam) Nossas considerações sobre a viagem: Bom, eu já falei que essa foi a viagem dos nossos sonhos e que vivemos coisas que nunca imaginamos viver. Mas agora vamos para a parte mais prática, que sempre ajuda muito quem está planejando uma viagem parecida. Clima Apesar do frio rigoroso, ainda não era inverno oficialmente kkkkk. O inverno mesmo começa mais para o final de dezembro e vai até março, mas a neve pode começar a cair já em novembro, dependendo da região. Nós demos muita sorte, porque pegamos bastante neve desde o primeiro dia na Finlândia e ela só foi aumentando. Mas é importante lembrar que a natureza é imprevisível. Quando voltamos para Helsinque no final da viagem, por exemplo, a neve já tinha derretido e a cidade estava completamente diferente. Câmbio Levamos dinheiro e fizemos o câmbio para euros (Estônia e Finlândia) e libras (Londres). Mas usamos um pouco de cartão também. Transporte Como viajamos em época de neve, ficamos com receio de alugar carro, além de não achar tão vantajoso por conta das grandes distâncias entre as cidades. Fizemos praticamente tudo de avião, trem ou ônibus. Dentro das cidades, andamos muito a pé e, quando necessário, usamos Uber ou metrô, principalmente em Londres. Roupas de frio Essa era uma das nossas maiores dúvidas, já que nunca tínhamos viajado para lugares tão frios. O principal aprendizado foi: se vestir em camadas. A gente usava mais ou menos assim: 1ª camada térmica: calça e blusa térmica + meia leve 2ª camada: calça e blusa para aquecer (tricô, lã ou fleece) + meia mais quente 3ª camada impermeável: casaco para -20 °C e calça de neve + bota de neve Acessórios: gorro, luvas, cachecol ou gola e aquecedores de mão (hand warmers) Essa é a base para não morrer de frio hahaha, e depois você vai ajustando conforme a temperatura e também conforme o seu corpo reage ao frio. Se não der para investir em tudo, priorize um bom casaco impermeável que aguente baixas temperaturas, uma calça de neve e uma bota de neve de qualidade. Dica super importante Levamos aquelas canetas touch screen para conseguir mexer no celular sem tirar a luva. Isso ajudou demais, porque no frio você fica naquele dilema eterno: quero tirar foto, mas não aguento tirar a luva nem por dois segundos kkkk. Sobre a aurora boreal: Ver a Aurora Boreal foi uma experiência legal, mas também um pouco frustrante. Nós sabíamos que, por ser um fenômeno natural, não havia garantia de que iríamos vê-la, ainda mais na época em que estávamos (muita neve e céu nublado), mas ainda assim existia aquela esperança. Fizemos um tour para tentar ver a aurora e, mesmo com o tempo ruim, o guia se esforçou ao máximo, chegando até a nos levar de carro até a Suécia em busca de um céu melhor. Quando finalmente paramos, o que conseguíamos ver era apenas uma luz esverdeada bem fraquinha no céu. Não dava para ver quase nada, mas ficamos surpresos quando vimos as fotos: nelas, a aurora aparecia bem mais intensa e bonita, o que nos fez entender que a experiência real é um pouco diferente do que se vê nas imagens. Quando estávamos no hotel, tivemos um momento um pouco mais especial, eu acordei de madrugada, do nada, e vi uma luz no céu, também era bem fraca igual a outra, mas dava pra ver ela se movimentando levemente. Quando as pessoas olham nossa foto, ficam impressionadas, e apesar de ter sido muito especial, nós não sentimos e nem consideramos que vimos a aurora boreal kkkkk Não podemos reclamar pois não estávamos na época certa e nem era esse o foco principal da viagem. Mas ainda sonhamos em ter uma experiência melhor no futuro e conseguir ver uma aurora “de verdade” kkkkk. Um pouco sobre as cidades: Londres foi o nosso ponto de partida e também de despedida da viagem. Não estávamos com tantas expectativas, mas a cidade nos surpreendeu muito. Apesar de ser grande e bem agitada, Londres é linda, principalmente no inverno, com muitas luzes, enfeites de Natal e algumas opções de mercadinhos natalinos. Fizemos muita coisa e andamos bastante, mas o que mais gostamos em Londres é que o transporte público funciona muito bem, o que facilita demais a locomoção. Dá pra ir de uma ponta a outra da cidade em poucos minutos. Helsinque foi especial porque foi o nosso primeiro contato com a neve. A gente não imaginava que iria pegar neve por lá, mas assim que pousamos já vimos a cidade toda branquinha. É uma cidade muito interessante, porque apesar de ser grande e moderna, tem uma cultura muita diferente: pessoas assando salsichões no Café Regatta, as saunas coletivas, o mergulho no Mar Báltico e sem contar na arquitetura incrível. Rovaniemi é uma cidade pequena, com poucas opções, basicamente um shopping pequeno e um museu. Mas o grande destaque é a Vila do Papai Noel, que é simplesmente incrível e faz a gente se sentir criança de novo. Curtimos muito a neve, as decorações, as músicas natalinas, conversamos com o Papai Noel, atravessamos a linha do Círculo Polar Ártico e enviamos uma carta pelo correio. Além disso, foi em Rovaniemi que fizemos o passeio de trenó com os huskies e também o tour para tentar ver a Aurora Boreal. Ivalo foi um dos pontos mais altos da viagem. Nos hospedamos em um hotel incrível no meio das florestas e foi um momento de descanso. Ficamos nas famosas cabanas de vidro e aproveitamos as experiências que o hotel oferecia: trenós e interação com renas, snowmobile, saunas tradicionais e jacuzzi. Além disso, vimos o frio mais intenso das nossas vidas e também uma aurora boreal muito especial direto do nosso quarto.
  2. Quanto estava planejando minha Eurotrip, que a princípio só sabia que chegaria e sairia por Barcelona, comecei a considerar muito os países nórdicos, já que estaria passando por lá no inverno, final de janeiro e começo de fevereiro. Por que não tentar ver a Aurora Boreal? Enfim, pesquisando, escolhi Tromso, na Noruega, para caçarmos as auroras. A vantagem de Tromso são as temperaturas amenas se considerarmos que estamos no Ártico. Para vocês terem uma ideia, na noite que fomos caçar a Aurora, estava fazendo 3 graus. Nem Curitiba é assim tão quente numa noite de inverno 🤣. Porém, quanto mais pesquisava, mais ficava encantada com o Ártico. Decidimos também conhecer Rovaniemi, na Finlândia, pois estava viajando com a minha filha de 11 anos e seria uma experiência bem legal ver o Papai Noel da Lapônia, pra ela e para a minha criança interior 🤫. Mas como ir de Tromso à Rovaniemi? Primeiro, desconsideramos ir de avião, pois era caro e tinham conexões longas em alguma capital nórdica. Não podíamos perder um dia inteiro em aeroportos, pois nosso cronograma estava super apertado. Pesquisei ir de ônibus e trem, mas as pesquisas indicavam vários trechos, conexões, muito confuso e demorado. Até que vi um vídeo de uma oriental mostrando um ônibus que ia de Tromso à Rovaniemi direto. Não entendi nada do que ela falava, mas deu pra entender que existia uma linha que fazia esse trajeto. Pois bem, com dificuldade encontrei o site https://www.eskelisen.fi/en/eskelinen-en/arctic-route/ ou o https://bestarctic.com/the-arctic-route/ e descobri que se tratava de uma viagem diurna de 10 horas, passando por fiordes noruegueses e seguindo pela Lapônia Finlandesa. Antes de mais nada, não é uma passagem barata. Custa 183 euros para adulto e 90 euros para criança. Mas a viagem em si foi um dos pontos altos de toda a nossa passagem pela Europa e ficava mais barato do que ir de avião. Saímos de Tromso, às 7 horas da manhã, com o termômetro marcando 0 graus e a temperatura foi caindo vertiginosamente ao adentrar na Finlândia. Chegamos em Rovaniemi já com -20. Sobre a viagem em si, você embarca no ônibus vermelho da empresa The Artic Route no terminal de ônibus e barco de Tromso, e as primeiras estradas contornam os fiordes noruegueses. É lindo demais! Vimos um fenômeno raro conhecido como "cão solar". Só fui entender o que eu tinha visto quando fui pesquisar na internet o que era aquilo que estava vendo. Na fronteira com a Finlândia, você troca de ônibus e só então me pediram os tickets. A partir dali a estrada é um tapete de neve, com pinheirinhos por todos os lados. Parece coisa de filme. Passamos por rios congelados e tudo em volta, absolutamente branquinho. Chegamos em Rovaniemi às 17h30. Já era noite! Jantamos pelo centrinho que estava bem cheio e fomos para o nosso airbnb. Acordamos no outro dia com -26 com passeio programado para a Santa Claus Village. Como as hospedagens em Rovaniemi são muito caras, fizemos a cidade de escala para partirmos de trem para Helsinque. Por isso, só passamos uma noite por lá. Mas valeu muito a pena. Deu pra aproveitar demais o dia que passamos na terra do Papai Noel! Às 21h estávamos embarcando no nosso trem, rumo à Helsinque, para continuarmos nossa viagem pela Europa. E foi isso, parte da nossa aventura. Achei interessante compartilhar porque pouco se fala desse trajeto que é, provavelmente, um dos mais lindo do mundo! viagem_das.w_82764727.mp4
  3. Rovaniemi é uma cidade conhecida por ser a cidade do Papai Noel, fica na regiao da Laponia, no norte da Finlândia. Estive por lá com mais uma amiga durante 3 dias e 2 noites em fevereiro de 2020. O que eu considero que foi mais do que o suficiente para conhecer a cidade, ver a aurora e fazer uma curta trilha na neve. Como chegar: é possivel chegar de aviao, onibus ou trem. Eu cheguei de Onibus pela empresa Onnibus e voltei para Helsink de trem. As estações de onibus e trem ficam localizadas no centro da cidade. Hospedagem: Ficamos em um hostel no centro da cidade. Minha dica é nao se afastar muito do centro pois as opcoes de transporte publico sao limitadas. Primeiro dia Depois de uma longa viagem noturna de onibus chegamos em Rovaniemi as 11am. O Hostel em que ficamos era cheio de regras para checking e checkout no horário, entao fomos atras de alguma coisa pra comer e só depois fomos fazer o checking. Tinha muita neve na cidade, muita mesmo. Se vc for pra lá com uma mala de rodinha durante o inverno ira sofrer. (foi o caso da minha amiga). Após deixarmos as bagagens no hostel, fomos dar uma volta próxima ao rio e conhecer a cidade. Esse primeiro dia estavamos muito cansadas da viagem e apenas jantamos e fomos dormir. Logo cedo iriamos para Santa Village.
  4. Tô começando a me planejar para uma possível viagem em outubro desse ano (2024) entre as capitais dos países bálticos (Vilnius na Lituânia, Riga na Letônia e Tallinn na Estônia) com uma passadinha em Helsinque, para aproveitar que vou estar por lá mesmo rs. Minha dúvida é sobre a segurança para mulheres viajando sozinhas nessas cidades - principalmente Riga, que é a maior das três capitais dos bálticos - e sobre a situação para turismo nessa região, devido à Guerra da Ucrânia. Alguém esteve por essas bandas recentemente para relatar?
  5. RELATO DE VIAGEM Em outubro/2019 realizei uma viagem por uma região pouco explorada pelos brasileiros na Europa. Como tinha poucos dias de férias, o roteiro foi enxuto mas acho que fiquei tempo suficiente em cada cidade. ROTEIRO São Petersburgo (Rússia) 3 dias Helsinque (Finlândia) 2 dias Tallinn (Estônia) 2 dias Moscou (Rússia) 3 dias Caso tenha mais dias é fácil incluir Riga (Letônia) 2 dias e Estocolmo (Suécia) 3 dias Como eu voei de Swiss peguei um stopover em Zurique e aproveitei para conhecer a cidade Outubro já faz bastante frio na região (peguei temperaturas na faixa de 0 a 10 graus), então sugiro fazer esse roteiro até setembro (caso o frio seja um problema para você) Eu gostei muito de todas as cidades, cada uma tem uma pegada diferente. Acredito que a mais dispensável seria Helsinque e a mais imperdível Moscou. CUSTOS Gastei aproximadamente R$6000 em toda a viagem (incluindo a passagem aérea que paguei R$2050 voando ida São Paulo – São Petersburgo (com stopover em Zurique) e volta Moscou – São Paulo (conexão em Zurique) Me hospedei em hostel em todas as cidades, o que torna a viagem mais econômica. Os deslocamentos entre cidades comprei antecipadamente, pois os preços costumam subir se deixar para comprar muito perto (ou na hora). O deslocamento entre São Petersburgo – Helsinque fiz de trem (paisagens lindas na região da Carélia do Sul) pagando 29 euros indo com o TAV Allegro O deslocamento entre Helsinque – Tallinn realizei de ferry cruzando o golfo da Finlândia (embarcação super moderna) pagando 29 euros indo com a Tallink (tem outras empresas que realizam o trajeto) O deslocamento entre Tallinn – Moscou realizei de avião voando pela Aeroflot pagando 140 dólares (com uma bagagem despachada) Eu levei apenas euro (moeda corrente na Finlândia e Estônia) e troquei por rublos para usar na Rússia. Nas próximas mensagens irei detalhar um pouco sobre cada uma das cidades que visitei:
  6. Você está planejando viajar para a Escandinávia? Acha que é uma região muito cara e está se perguntando como de economizar na sua viagem pela Escandinávia? Se sim, continue lendo pois vou explicar como você pode economizar com transporte durante à sua viagem pelos países Nórdicos, uma das regiões mais desenvolvidas do mundo!! Copenhague A Escandinávia é uma região do mundo que é um verdadeiro sonho para quem gosta de viajar. Um conjunto de paisagens deslumbrantes, cidades encantadoras, um modelo de sociedade invejável e uma cultura simplesmente maravilhosa que faz com que qualquer um que passe qualquer tempo lá se apaixone. Continue lendo: Como Economizar na Escandinávia: Tudo sobre Scandinavia Pass (Noruega, Suécia, Dinamarca, e Finlândia)
  7. Senhoras e senhores, segue meu relato da viagem que fiz para os países Bálticos, com direito a um dia em Helsinki, na Finândia. Foram dez dias no total. Fui apenas eu e meu pai. Não foi uma viagem exatamente ao estilo mochileiro, pois ficamos em hotel ao invés de albergue, embora podemos dizer que sempre pegamos o hotel mais barato que encontramos, considerando que ele devia estar a uma distância caminhável das Cidades Antigas (e demos bastante sorte com os hotéis!). Só reservamos o hotel para os dois primeiros dias, porque decidimos definir o roteiro durante a viagem. LITUÂNIA Dia 1 – De São Paulo para Vilnius A viagem começou no dia 13 de fevereiro de 2015, sexta-feira. Pegamos um voô de São Paulo às 21:30hs até Paris. Classe Econômica é só sofrimento em voôs longos... As cadeiras da Air France são bem apertadas. Chegamos em Paris perto da hora do almoço e pegamos outro avião em direção à Riga (Letônia) na parte da tarde, o que não nos deixou tempo para conhecer Paris. O voo até Riga pareceu que demorou um século, mas estávamos mesmo era preocupados com a última conexão. Chegando em Riga, tínhamos apenas meia hora para pegar o voo até Vilnius (Lituânia). Saímos correndo do avião junto com mais um pessoal que ia fazer a mesma conexão. Apesar da preocupação, deu tudo certo. Embarcamos no voo e em 50 minutos estávamos chegando no nosso destino inicial! O custo das passagens foi de R$ 2.450,00 ida e volta. Na ida, o trecho inicial foi São Paulo – Paris – Riga – Vilnius, sendo os dois primeiros pela Air France e o último pela Air Baltic. Na volta, os trechos foram Tallinn (Estônia) – Amsterdam – São Paulo, sendo o primeiro trecho operado pela Estonian Air e o segundo pela KLM. Chegamos no aeroporto de Vilnius às 20:30hs do dia 14. Como a imigração foi feita na França, quando chegamos na Lituânia não passamos por nenhum tipo de alfândega. O aeroporto é bem pequeno e estava praticamente deserto. Logo na frente do aeroporto tem um ponto de ônibus. Pegamos um até a Cidade Velha, onde era o nosso hotel. A passagem é 1 euro por pessoa. Desembarcamos a uns 600 metros do hotel e fomos a pé com nossas mochilas. O problema é que meu pai estava com uma mochila grande de rodinhas e, pra ajudar, uma das rodas quebrou durante o voô de ida. Então deu um certo trampo pra carregar a mochila até o hotel, principalmente se considerarmos que estava -2ºC. Enfim, chegamos vivos ao Hotel Europa Royale. A diária do quarto para duas pessoas saiu R$ 172,00. O hotel é muito bom e aconchegante, além de estar localizado dentro da Cidade Antiga. Só para esclarecer, nas capitais de todos os países Bálticos a parte turística das cidades são os bairros nos quais se localizavam as cidades medievais (Old Town), com as casas antigas, catedrais, muros e torres remanescentes ou que foram restauradas após a II Guerra Mundial. Como estávamos morrendo de fome, decidimos esbanjar e ir em um restaurante alemão na frente do hotel chamado Vokieciu. Pedi um cordeiro com batata assada e uma cerveja local, a Svyturys Ekstra. A comida e o atendimento estavam excelentes, mas a cerveja achei bem fraquinha. O prato saiu por 20 euros e a cerveja 4.5 euros. Saindo de lá, saímos para caminhar um pouco e paramos no Pub The Portobello para 660 ml de Guinness por 3.6 euros. Como estávamos cansados pela viagem e já estava tarde, só restou voltar para o hotel e desmaiar. Dia 2 –Trakai e a aventura no gelo. Tomamos café as 8hs no belíssimo restaurante do hotel. As opções do café da manhã eram bem saborosas, com destaque para o brioche de maçã. Enquanto esperava meu pai tomar banho, sai rapidamente para bater umas fotos de Vilnius e ir até o centro de informações para saber certinho como ir até Trakai, que é uma cidade que tem um castelo medieval e seria nosso primeiro passeio. Após pegar as informações no centro e um mapa de Trakai, fomos até o terminal de ônibus. O terminal fica a cerca de 1km do portal da cidade antiga e, como nosso hotel era praticamente ao lado do portal, fomos caminhando até lá. A passagem até Trakai saiu por menos de 2 euros o trecho e dura cerca de 25 minutos a viagem até lá. Ao chegar na cidade, você vai caminhando até o castelo, conhecendo a cidadezinha e os demais pontos de interesse marcados no mapa. Vilnius Pub Restaurante alemão Lugar do café da manhã e um tio olhando com um sorriso amigável. Caminho até a estação de ônibus Caminhando por Trakai Arquitetura da antiga URSS Lago congelado Trakai Como era o nosso primeiro dia andando ali no Báltico (e dada nossa falta de experiência com tal clima), fomos aprendendo a não andar no gelo! Durante todo o caminho, é sempre importante procurar os trechos com terra ou com um gelo mais áspero, se não, a chance de cair de bunda no chão é gigante... Durante a caminhada até o castelo, existe a opção de ir por terra ou caminhar pelo lago, que congela no inverno. Obviamente que fui caminhando pelo lago, já que estava menos escorregadio e era uma experiência nova, à parte o cagaço nos primeiros passos, com medo do gelo quebrar! Durante a caminhada encontramos uma galera jogando hockey e um rapaz tentando pescar em um buraco no gelo. Não parecia que o pacato cidadão estava tendo muito sucesso. Antes de chegar no castelo, ainda paramos em um café para tomar um capuccino (1.5 euros). Com cagaço de andar no lago Joinha para a pesca esportiva! Castelo de Trakai ao fundo Galera do Hockey Castelo O Castelo de Trakai é incrível, valendo muito a pena pagar 5.5 euros para entrar nele (estudante paga meia). Você se sente na Idade Média lá dentro... É uma experiência única. Além da arquitetura, o castelo também possui algumas instalações que funcionam como um museu, para contar a história do lugar. Uma curiosidade é o período no qual Trakai foi comandada pelos Karaites no fim do século XIV. Era um povo de origem turca e que ainda deixou uma herança cultural na região. Dentro do castelo Na capela do castelo Galerinha das antigas Saindo do castelo, ainda deu tempo de tomar mais um café e voltar até o terminal de ônibus. Saímos de Trakai às 15:45hs. Os ônibus saem, em média, de 30 em 30 minutos até Vilnius. Chegando na capital, fomos até o mercado Rimi (será seu melhor amigo durante a viagem) para comprar água, porcarias e bebidas. O preço, em geral, é mais barato que no Brasil e a qualidade das frutas é incrível. Na volta para o Hotel, ainda parei em uma loja de cds que ficava no porão de uma outra loja. Comprei dois cds de bandas da Lituânia por cerca de 9 euros cada (em média, cd é uma coisa cara no Báltico), após fazer o atendente colocar uns 10 cds para eu escutar e escolher o que queria comprar. Saindo de Trakai Mansão no caminho Chegando em Vilnius Após tomar um banho, saímos para jantar em um restaurante francês perto do hotel. Tinha um francês bem doido que ficou batendo papo com a gente. Pedi uma panqueca de salmão por 5.5 euro e meu pai um peixe por 10 euros. Achei a comida boa e suficiente pra matar a fome. O curioso é que uma das garçonetes do lugar tinha visitado o Brasil e até ensaiou umas palavras em português. Depois de comer, era hora de descansar para conhecer um pouco de Vilnius no dia seguinte. Dia 3 – Vilnius e as 16 fogueiras da independência Saímos de manhã para caminhar pela cidade antiga. Por azar, meu pé esquerdo começou a doer bastante nesse dia, provavelmente pela falta de amortecedor na botina que usei... Mas dane-se, eu ia andar até meu pé cair. Como era feriado de independência, os museus estavam todos fechados. Passamos pelas belas catedrais da cidade antiga e pelo curioso bairro de Uzupis, que se considera um “país” próprio e até tem uma data de independência no dia 1 de abril (por que será, né?). Ali na entrada do bairro existem várias pontes com cadeados, como é famoso na França. No entanto, essa tradição é bem antiga por esses lados da Europa... Vilnius Vilnius Uzupis, a ponte dos cadeados e o menino de uma luva só Uzupis Saindo de Uzupis, fomos até a colina de Gediminas, cartão postal de Vilnius. Você pode subir a colina andando ou de teleférico. Fomos andando. Lá de cima, é possível avistar boa parte de Vilnius, tanto a parte antiga quanto a mais nova. Saindo de lá, fomos até a Rua Gediminas, onde meu pai aproveitou para comprar uma bota e paramos para um café. Catedral O outro lado de Vilnius Gediminas Cavaleiro Gedi... ...minas (que piada tosca!) Praça principal, onde iriam acontecer o show da independência Catedral Decidimos pegar o ônibus 53 até o shopping Ozas, que fica um pouco distante da cidade antiga. Como não entendemos como o ônibus funcionava, fizemos o trecho todo de graça... O shopping tem mais tamanho do que qualquer outra coisa, mas serviu para termos uma boa noção dos preços das coisas. Aproveitei para comprar um amortecedor de calcanhar para o meu pé e uma camisa da seleção de basquete da Lituânia, a pedido de um amigo. Após as compras, comemos lá no shopping mesmo. Resolvemos arriscar um prato de 5 euros, que você podia montar. Era um prato brutal, com repolho, beterraba, carne de porco empanada, molho branco, legumes e arroz. Embora uma comida simples, gostei bastante. Shopping Ozas Pegamos novamente o 53 para voltar ao hotel. No meio do caminho, subiram dois fiscais no ônibus pedindo os bilhetes. Como não tínhamos e eles perceberam que não sabíamos como a coisa era, falaram para nós comprarmos direto do motorista, por um euro. Provavelmente nos livramos de uma bela multa. Chegamos no hotel no final da tarde e descansamos um pouco. Ao anoitecer, fomos até a praça da catedral, onde estava tendo um show pela comemoração da independência. Além disso, na rua Gediminas tinham 16 fogueiras acesas, representando a independência da Lituânia. Elas também serviam para esquentar o pessoal, afinal, não é lá muito quente o inverno por lá... Shows da Independência As fogueiras Para terminar a noite, resolvemos experimentar a culinária local no restaurante Forto Dvartas. Experimentamos uma sopa de cogumelo muito saborosa, panqueca feita de batata e recheada de bacon, além dos famosos cepelinai (mais conhecidos como zeppelins), que são um tipo de batata recheada (pedimos com carne de porco). Achei a textura bem diferente e um gosto que me lembrou pamonha! Para beber, experimentei o hidromel sem graça da casa. Os pratos são bem em conta, custando até cerca de 8 euros e também são bem servidos. E assim acabou a última noite em Vilnius. Zeppelins
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