Infelizmente ainda não conheço nada das riquezas naturais daqui, mas tive a oportunidade de conhecer o Museu do Seringal, e é um passeio imperdível pra quem vem à capital amazonense.
Em 30/01/2011, tomei um barco - circular, haha - na Marina do Davi, que fica depois do Hotel Tropical.
Custou R$ 14, ida e volta. Pra chegar no Museu, demoramos uns 40 min, pq o barco passa na Praia da Lua e pára em algumas outras comunidades, tipo ônibus circular meeesmo!
Uma curiosidade muito legal que achei foi que tem postos de gasolina no meio do Rio Negro!!! São postos flutuantes, inclusive com lojas de conveniência, que abastecem os barcos que passam por ali.
Bom, depois de passarmos por inúmeras comunidades - as paisagens são fantásticas, vá com sua máquina a tira-colo - chegamos no porto do Museu.
A Casa Sede, cuja curadora é dna Judith, uma senhora pra lá de simpática!!!, foi cenário de um filme brasileiro cuja protagonista foi Maitê Proença.
Nesse dia, chegamos lá em 4 adultos e 2 crianças, e dna Judith mui amavelmente nos ofereceu um suco de cajú, retirado ali do pé.... Affee.... nisso a Amazônia não tem comparação: eu, por exemplo, vivo no meio de pés de açaí, cupuaçu, rambotan, e por aí vai... haha
Depois ela nos mostrou a casa inteira, cenograficamente decorada com piano do séc 19, relógio de parede, cristais e louça parisienses, uma maravilha!!! Tudo é lindo e bem conservado.
Ao lado do casarão, existe uma espécie de armazém, onde ficavam os mantimentos que os escravos da época, todos nordestinos, retiravam para sua subsistência. Há também uma capela e um local de banho para a baronesa, com vista para o rio.
Depois fomos levados para a mata, onde se extrai, literalmente, o leite da seringueira; conhecemos formigas que se esmagam nas mãos e se passa pelo corpo, e devido ao cheiro forte podia-se evitar a aproximação de onças. Tudo é incrível, verdadeiro e original.
A história dos tempos áureos do Ciclo da Borracha é contada e vivida, em 3 ou 4hs de um passeio sem descrição. E por tudo isso, paga-se a taxa de conservação do Museu, no valor de R$ 5.
No final de tudo, pode-se assinar um Livro de presença, tomar o barco de volta à Marina do Davi, e ter muito a contar aos seus amigos, filhos e netos.
Ops, mas não posso ser injusta.... junto com a dna Judith, trabalham um senhor e outra senhora (me perdoem por ter esquecido o nome de vcs...), que ajudam na manutenção do Museu, e também nos contam detalhadamente a história do Ciclo da Borracha. Pois muitas vezes aparecem grupos de estudantes do INPA (aconteceu qdo eu estava lá!) que requerem toda atenção da dna Judith.
Ah, não existe local de alimentação na ilha do Museu, portanto vc deve comer em terra firme antes de ir ou depois quando voltar.
Pronto! Por R$ 19 se pode fazer um passeio lindíssimo e cultural pelo Rio Negro.
Eu já me considero manauara! Essa terra é boa demais!
P.S.: infelizmente, as outras fotos - da balança de pesagem dos rolos de borracha, da capela, da casa de banho da baronesa, da extração propriamente dita da seringueira, e do forno onde se 'enrolava' o látex - foram tiradas com outra máquina, e cada uma delas tem mais de 2M de tamanho, não sendo possível postar aqui no site.
Mas fica uma idéia da riqueza do local e um convite para que todos vão visitar o Museu do Seringal.
Oláaaa!
Moro há 6 meses em Manaus, vim a trabalho.
Infelizmente ainda não conheço nada das riquezas naturais daqui, mas tive a oportunidade de conhecer o Museu do Seringal, e é um passeio imperdível pra quem vem à capital amazonense.
Em 30/01/2011, tomei um barco - circular, haha - na Marina do Davi, que fica depois do Hotel Tropical.
Custou R$ 14, ida e volta. Pra chegar no Museu, demoramos uns 40 min, pq o barco passa na Praia da Lua e pára em algumas outras comunidades, tipo ônibus circular meeesmo!
Uma curiosidade muito legal que achei foi que tem postos de gasolina no meio do Rio Negro!!! São postos flutuantes, inclusive com lojas de conveniência, que abastecem os barcos que passam por ali.
Bom, depois de passarmos por inúmeras comunidades - as paisagens são fantásticas, vá com sua máquina a tira-colo - chegamos no porto do Museu.
A Casa Sede, cuja curadora é dna Judith, uma senhora pra lá de simpática!!!, foi cenário de um filme brasileiro cuja protagonista foi Maitê Proença.
Nesse dia, chegamos lá em 4 adultos e 2 crianças, e dna Judith mui amavelmente nos ofereceu um suco de cajú, retirado ali do pé.... Affee.... nisso a Amazônia não tem comparação: eu, por exemplo, vivo no meio de pés de açaí, cupuaçu, rambotan, e por aí vai... haha
Depois ela nos mostrou a casa inteira, cenograficamente decorada com piano do séc 19, relógio de parede, cristais e louça parisienses, uma maravilha!!! Tudo é lindo e bem conservado.
Ao lado do casarão, existe uma espécie de armazém, onde ficavam os mantimentos que os escravos da época, todos nordestinos, retiravam para sua subsistência. Há também uma capela e um local de banho para a baronesa, com vista para o rio.
Depois fomos levados para a mata, onde se extrai, literalmente, o leite da seringueira; conhecemos formigas que se esmagam nas mãos e se passa pelo corpo, e devido ao cheiro forte podia-se evitar a aproximação de onças. Tudo é incrível, verdadeiro e original.
A história dos tempos áureos do Ciclo da Borracha é contada e vivida, em 3 ou 4hs de um passeio sem descrição. E por tudo isso, paga-se a taxa de conservação do Museu, no valor de R$ 5.
No final de tudo, pode-se assinar um Livro de presença, tomar o barco de volta à Marina do Davi, e ter muito a contar aos seus amigos, filhos e netos.
Ops, mas não posso ser injusta.... junto com a dna Judith, trabalham um senhor e outra senhora (me perdoem por ter esquecido o nome de vcs...), que ajudam na manutenção do Museu, e também nos contam detalhadamente a história do Ciclo da Borracha. Pois muitas vezes aparecem grupos de estudantes do INPA (aconteceu qdo eu estava lá!) que requerem toda atenção da dna Judith.
Ah, não existe local de alimentação na ilha do Museu, portanto vc deve comer em terra firme antes de ir ou depois quando voltar.
Pronto! Por R$ 19 se pode fazer um passeio lindíssimo e cultural pelo Rio Negro.
Eu já me considero manauara! Essa terra é boa demais!
P.S.: infelizmente, as outras fotos - da balança de pesagem dos rolos de borracha, da capela, da casa de banho da baronesa, da extração propriamente dita da seringueira, e do forno onde se 'enrolava' o látex - foram tiradas com outra máquina, e cada uma delas tem mais de 2M de tamanho, não sendo possível postar aqui no site.
Mas fica uma idéia da riqueza do local e um convite para que todos vão visitar o Museu do Seringal.
Aproveitem!