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Alcides

Huayna Potosí

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Também acho que vai dar ruim coincidir as datas... Mas pelo menos as experiências a gente vai compartilhando a medida que cada um for neh?

  • Vou acompanhar! 1

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Opa, ainda não fechei a data certa, mas estou planejando fazer o Huayna Potosi no começo de agosto.
Se alguém for nesse período....

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Em 07/05/2019 em 18:10, Calango Seixas disse:

Fala Luka! No fechar do planejamento minhas datas para o Huayna ficaram 8, 9 e 10 de junho. Bora?

Gente, falei merda. Eu vou nos dias 11, 12 e 13. Antes eu estarei em Samaipata e Sucre, fora um dia em La Paz (até hoje em todas as minhas experiências com altitude eu aclimato bem e rápido, a última foi em dezembro de 2017 no Lascar e deu muito bom).

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Em 16/04/2019 em 08:29, Luka Izzo disse:

bom dia, Calango.  

Quando tiver uma certeza da data posta aqui. Tô procurando mais gente com o mesmo objetivo para reduzir os custos. Eu entrei em contato com a Hiking e vi que o valor de $150 pode cair bastante se fecharmos um grupo. Penso até em uma redução de $50 por cabeça..  Abração brother! . 

opa, tudo bem parceiro?

estou analisando a possibilidade de ir na segunda quinzena de junho.

qualquer coisa.

valew abraço

 

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E aí Luiz.... bleza?  Também estou estudando essa data.
Seria legal se desse heim!! Pois aí juntaria eu, você e o Calango pra pegar um preço legal com a agência lá. Abração! 

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 @Calango Seixas, tudo joia?
Estou planejando fazer a travessia do Condoriri nos dias 7, 8 e 9/06 e emendar com o curso de escalada no gelo mais a subida ao Huayna Potosi nos 10, 11 e 12/06. Suas datas estão bem próximas das minhas, talvez a gente se esbarre por lá! (PS: você também é de MG?)

Decidi fazer assim (Condoriri + Huayna) na esperança de que o trekking do Condoriri ajude a aclimatar melhor, além dele oferecer paisagens muito bonitas!

Mandei um email para a Alberth Bolivia Tours e me disseram que esse pacote custaria USD365 + USD16 de taxa do parque nacional.

 


 
 

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Comprei passagem pra setembro, dia 08/09 tô em La Paz! Galera que vai em junho postem aqui os relatos e dicas. Forte Abraço. 

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@naiarasc , tudo ótimo e por aí?

Seguinte, eu pensei em começar o minha ascensão ao Huayna no dia 11 mas eu estarei em La Paz já no dia 10. A intenção era passar um dia em 3600 antes de ir mas eu estarei vindo de Sucre, que querendo ou não é 2800. Se der para fazer um bem bolado e juntar os rolês seria bom até para todo mundo economizar sim.

A travessia do Condoriri eu vou passar... Não tenho tempo de viagem o suficiente dessa vez porque tenho que passar uns dias antes em Samaipata e Sucre que eu nunca fui na vida. De qualquer forma, boa sorte!

Sim, apesar do chimarrão na mão que é um costume que eu herdei do sul eu sou de BH rs. Como ta o roteiro de viagem de vocês? Eu to indo mais duas amigas dia 4 a noite e volto dia 21.

Em 20/05/2019 em 11:19, naiarasc disse:

 @Calango Seixas, tudo joia?
Estou planejando fazer a travessia do Condoriri nos dias 7, 8 e 9/06 e emendar com o curso de escalada no gelo mais a subida ao Huayna Potosi nos 10, 11 e 12/06. Suas datas estão bem próximas das minhas, talvez a gente se esbarre por lá! (PS: você também é de MG?)

Decidi fazer assim (Condoriri + Huayna) na esperança de que o trekking do Condoriri ajude a aclimatar melhor, além dele oferecer paisagens muito bonitas!

Mandei um email para a Alberth Bolivia Tours e me disseram que esse pacote custaria USD365 + USD16 de taxa do parque nacional.

 


 
 

 

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18 minutos atrás, Calango Seixas disse:

@naiarasc , tudo ótimo e por aí?

Seguinte, eu pensei em começar o minha ascensão ao Huayna no dia 11 mas eu estarei em La Paz já no dia 10. A intenção era passar um dia em 3600 antes de ir mas eu estarei vindo de Sucre, que querendo ou não é 2800. Se der para fazer um bem bolado e juntar os rolês seria bom até para todo mundo economizar sim.

A travessia do Condoriri eu vou passar... Não tenho tempo de viagem o suficiente dessa vez porque tenho que passar uns dias antes em Samaipata e Sucre que eu nunca fui na vida. De qualquer forma, boa sorte!

Sim, apesar do chimarrão na mão que é um costume que eu herdei do sul eu sou de BH rs. Como ta o roteiro de viagem de vocês? Eu to indo mais duas amigas dia 4 a noite e volto dia 21.

 

@Calango Seixas êh mundo pequeno, moro em BH também! 😀

Estamos indo apenas eu e meu namorado. Como já estive na Bolívia em outras oportunidades e desta vez decidi voltar especificamente para subir o Huayna Potosi, tentei minimizar as chances de falhar (acredito que o maior risco é não aclimatar direito) e fiz o roteiro todo pensando na melhor aclimatação possível.

O meu planejamento está assim:

  • Dia 02/06: Vôo pra La Paz
  • Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking
  • Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna
  • Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol
  • Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking
  • Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna 
  • Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo
  • Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto
  • Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz
  • Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil

Pelo seu roteiro, acho que estaremos defasados em 1 dia mesmo. Pode ser que a gente se esbarre em algum momento do dia 11 ou dia 12, mais provável no dia 12, eu descendo e você subindo! 

 

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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