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Adeilsonn

Bolívia - La Paz (Chacaltaya + Valle de La Luna + Estrada da Morte - Páscoa em terras Bolivianas - Muitas fotos e preços!!

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Salve, salve galera mochileira. ::otemo::

 

Então esse é o meu 1º relato de trip, espero que seja o primeiro de muitos outros.

 

Passei o feriadão de páscoa na Bolívia e como peguei todas as dicas aqui, nada mais justo que deixar o meu relato, pois sei que poderá ajudar outros mochileiros.

Esse foi meu 1º mochilão internacional, na verdade vou chamar de mochilinha pois foi um bate volta.

Vou separar por dia para tentar detalhar o máximo possível, vamos a aventura por terras Bolivianas.

 

A trip iniciou em Novembro de 2013, foi quando a Gol fez uma promoção de passagens de volta a ::ahhhh:: R$ 39,00, e para nossa surpresa minha e do meu amigo, havia passagens para Santa Cruz de La Sierra.

 

Após comprar as passagens comecei a ler os relatos e confesso que a princípio fiquei com medo e receio e ao mesmo tempo ansioso para conhecer o país e a cultura.

 

17/04 – Quinta-feira

 

Como moramos no RJ e o voo partiria de SP(GRU), saimos do RJ no dia 17/04 às 23:59h pela empresa Útil que faz a linha RJ X Guarulhos.

 

Gastos

Passagem RJ X SP – R$ 49,00 (empresa Útil) ::otemo::

Lanche na Rodoviária RJ – R$ 9,00 (Rei do Matte Joelho + Guarana natural)

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18/04 – Sexta-feira

 

Chegamos na rodoviária de Guarulhos por volta das 07:00h e pegamos um busão para o aeroporto, cerca de 20min, chegando no aeroporto tomamos café.

A emoção começou aqui, pois os retardados ::putz:: chegaram cedo no aeroporto e esqueceram a hora do voo, resultado: quando fomos fazer o checkin, nos avisaram que já havia encerrado, desespero! ::ahhhh:: Rsrs Começamos a correr de um lado para o outro, implorando aos atendentes para deixarem a gente embarcar, quando eram umas 10:30h conseguimos embarcar. ::cool:::'> Viajamos mais espremidos do que nunca pois as mochilas também estavam conosco embaixo das poltronas. rsrsrs ::otemo::

 

O voo partiu pontualmente às 11:05h, trajeto super tranquilo. Chegamos em Sta Cruz de La Sierra por volta das 13:00h, quando o avião vai se aproximando do solo em STLS a visão não é das melhores, muito mato e estradas de terra (medo) ::ahhhh:: .

No aeroporto fizemos o primeiro cambio.

Não encontramos passagens aéreas para lugar nenhum, queríamos ir para Uyuni porém não dava para ir de busão pois teríamos pouco tempo. ::bad::

Encontramos uma brasileira “perdida” e rachamos o taxi até o terminal Bimodal.

 

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Quando chegamos no Bimodal, parecia mais uma feira, os atendentes da agencias de passagens todos gritando desesperadamente os destinos, uma loucura.

Conseguimos um ônibus cama para La Paz ônibus novo, confortável com manta e tv/DVD.

 

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Literalmente fomos jogados dentro do ônibus e ele partiu (15:00h) não conseguimos comprar nada para comer, a sorte é que tinhamos um pacote de biscoito maisena(nossa salvação)... Após umas 3 horas de viagem o ônibus para num “restaurante”(na verdade uma casa no meio da estrada onde o pessoal janta, o cardápio era Tatu, Frango, Peixe... eu não consegui comer nada, a pessoa que servia os pratos era a mesma que pegava o dinheiro e fritava as coisas, higiene zero e a visão era de embrulhar o estomago, jantei o meu pacote de maisena com refrigerante mesmo.

 

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OBS1:Antes de comprar a passagem compre algo para comer, pois o pessoal da agência pode vender a passagem e já te jogar dentro do ônibus, lembre-se que no caminho não tem nada para comer e são aproximadamente 17h até La Paz.

 

OBS2: Como li em vários relatos que nunca ninguém foi parado pela polícia boliviana para conferir o “verdinho e o cartão de vacinação” eis que somos parados por um guarda dentro do terminal que nos solicitou os documentos, saí do RJ para tomar dura na Bolívia, como estávamos com tudo certo ele nos liberou sem problemas.

 

OBS3:Em SCLS o clima é quente, parece com os 40C do RJ, porém conforme o ônibus se distancia de SCLS vai esfriando e na madrugada faz muito muito frio, então prepare os casacos as calças, meias, luva.

 

Gastos:

Busão Rodoviária X Aeroporto(GRU) – R$ 3,00

Café da Manha Aeroporto(GRU) – R$ 15,00 (Não lembro o nome da lanchonete, pão na chapa + café com leite)

Cambio Aeroporto(VIRU VIRU) – R$ 1,00 X B$ 2,60

Água Aeroporto(VIRU VIRU) – B$ 15,00

Taxi Aeroporto X Terminal Bimodal – R$ 60,00

Taxa de embarque (BIMODAL) – B$ 3,00

Ônibus Sta Cruz X La Paz – B$ 50,00 (TransCopacabana Men 1)

Água + Refrigerante – B$ 5,80

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19/04 - Sábado

 

Chegamos em La Paz por volta das 07:00h, estava fazendo ::Cold:: 7Graus, pegamos um taxi até o Hostal Copacabana localizado na Calle Illampu 734, por um quarto com 2 camas de solteiro e banheiro, no terceiro andar. Gostei muito do hostal porém não tem elevador, dificultando muito a subida até o quarto. A recepcionista super simpática e nos ajudou mt respondendo nossas perguntas sobre tudo...

 

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Estávamos com muita fome tomamos o desayuno no Hostal.

Esse dia foi para adaptação e conhecer o Centro de La Paz, eu não senti nada, não precisei tomar nada, já o :oops: Tiago sentiu fortes dores de cabeça, enjoo, falta de ar e ficou a viagem inteira a base de remédio e bala de coca. :oops:

 

Nesse dia fomos até o Mirador Killi Killi, vale a visita, vista maravilhosa da cidade, da pra ver também o Estádio. Lá de cima temos a certeza que Lá Paz é uma cidade cercada por montanhas.

 

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Comemos na Pizzeria Italiana na rua do Hostal, Hamburguer com fritas, ::otemo:: batemos ponto na Pizzaria todos os dias, lá encontramos um ambiente limpo, bonito e bom, achei os Bolivianos bem porquinhos. :?: Rsrsrs .

 

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Andamos pela Praça San francisco, mercado das Bruxas e percorremos várias agências para fecharmos os passeios, nessa altura já sabíamos que não iriamos conseguir fazer o Salar, então fechamos o Chacaltaya e a Estrada da Morte, fechamos ambos passeios pela http://www.nofearadventuresrl.com/, com cartão de crédito.

 

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OBS1: No terminal fizemos nosso 2º câmbio, R$ 1,00 valendo B$ 2,30 (péssimo por sinal). Não façam o câmbio no terminal não, deixem para fazer na Calle Sarganada.

 

OBS2:Na Calle Sarganada fizemos câmbio R4 1,00 valendo B$ 2,80, o melhor de toda a viagem. ::otemo::

 

Gastos:

Taxi Terminal X Hostal Copacabana – B$ 15,00

Hostal Copacabana – B$ 180,00 (Quarto 2 camas + banheiro) http://www.hostalcopacabana.com/

Hostal Copacabana Desayuno – B$ 15,00

Taxi até o Mirador Killi Killi – B$ 20,00

Pizzeria Italia – B$ 25,00 (hamburguer com fritas)

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20/04 – Domingo

 

Passeio Death Road / Estrada da morte ::otemo::::otemo:: com direito a bike básica suspensão dianteira, mais equipamentos de segurança, blusa, cd com fotos e vídeos, café da manhã e lanches (pão com ovo frito e coca cola, barra de cereal, bananas e água, no fim do passeio tem um ótimo almoço). O passeio dura o dia todo.

Acordamos cedo e partimos para o restaurante onde seria servido o café da manhã, de lá pegamos os equipamentos de segurança, entramos na van e partimos para o passeio, tinham americanos, ingleses, espanhóis e nós brasileiros na van.

 

A van nos leva até a parte mais alta da Estrada da Morte e para em um lugar estratégico, daí nos entregam as bikes, conferem os equipamentos de segurança e fazemos uns testes nas bikes, frenagem, equilíbrio...

 

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Após os testes, iniciamos a descida no asfalto, a adrenalina começa aqui pois nessa parte tem caminhão, moto, carros circulando na estrada. Essa parte de asfalto serve para nos acostumar com a bike e pegar confiança para o perrengue que vem logo depois.

 

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Após aproximadamente 40min, paramos na entrada de um túnel para reunir o grupo e iniciar a descida pela estrada de terra, pedra, barro... Pegamos neblina, sol, chuva e sol novamente ::ahhhh::::Cold:: .

 

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Teve de tudo, muita adrenalina, emoção... O visual é maravilhoso... Os penhascos incríveis, as curvas super fechadas e sem nenhuma cerca de proteção, estrada estreita... Tivemos a certeza do porque ela é chamada Estrada da Morte.

 

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No fim do passeio, dizem que tem banho e piscina e talz, a galera estava mais do que morta rsrsrs Só queríamos era almoçar e descansar e o tempo estava meio chuvoso e frio, então após o pessoal da agência limpar e agrupar as bikes em cima da van, nos levaram até o sítio para o almoço... A van ainda atolou na lama rsrsrsr

 

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Ficou na memória e quero refaze-lo de novo e de novo...

A galera da agência não tenho nem o que falar, todos muito atenciosos, divertidos, sempre por perto prezando pela segurança e divertimento do grupo. Dia e passeio perfeitos.

 

 

OBS: É bom levar uns biscoitos, vá com roupas leves e leve roupas limpas, pois quando o passeio acaba tem lugar para tomar banho e colocar roupas limpas. Eu não sabia dessa dica e tive de permanecer com minha calça e blusa suadas e sujas.

 

Gastos:

Death Road – B$ 330,00 (No cartão de créditos) http://www.nofearadventuresrl.com/

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Show de bola! Final de Setembro/Início de Outubro faço o Downhill e volto para contar!!! ::ahhhh::::hahaha::

 

 

Boa trip para vc Gilmsu... ::otemo::

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21/04 - Segunda-feira

 

Mais uma manhã gelada em La Paz, ::Cold:: tomamos um rápido café e partimos para o local combinado onde a van iria nos pegar. Esse é o dia de subir o Chacaltaya e depois conhecer o Valle de La Luna são 2 passeios pelo preço de um, começa por volta das 07:00h terminando 17:00h.

 

Quando estávamos percorrendo as agências, um atendente falou que não tinha neve no Chacaltaya, que nessa época do ano era impossível ver neve e talz ::ahhhh:: ... nos deixando sem vontade de conhecer. Por sorte não acreditamos no vendedor e depois fechamos com outra agência. ::otemo::

 

Na van tinham 5 brasileiros, um casal de idosos argentinos e 3 ingleses... Mesmo tendo feito a descida da estrada da morte no dia anterior, observamos que após a van sair do asfalto a estrada/caminho até o Chacaltaya da muito muito medo... ::ahhhh:: pois tem muitos buracos, pedras, cascalhos, curvas e mais curvas.

 

 

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Quando o guia nos mostrou bem de longe a montanha completamente branca, coberta de neve, os brasileiros enlouqueceram... rsrs ::hahaha:: (brasileiro não conhece frio e muito menos neve), chegamos em uma parte em que o chão estava branco (fizemos a van parar para já iniciar-mos a sessão de fotos na neve rsrsrsr). ::otemo::

 

 

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Após várias fotos nessa parada (forçada rsrs), entramos de novo na van, após esse ponto a subida foi ainda mais emocionante, pois a van ia deslisando no gelo...

 

 

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Tinha tanta neve que a van nos deixou no meio do caminho. Ainda conseguimos andar/escorregar e subimos um bom pedaço em direção ao topo, mais infelizmente não conseguimos chegar ao cume do Chacaltaya, onde fica a base de pesquisa, pois estávamos todos mortos por ter andado muito a quase 5.000m de altitude e para nossa surpresa por volta das 11h o tempo fechou muito e começou a nevar.

 

 

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Falta pouco galera, vamos, vamos... vocês estão vendo 2 pessoas nessa foto abaixo??

 

 

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Deixa eu aproximar um pouco... e agora estão vendo?? Sim ainda estamos caminhando... rsrsrs ::otemo::

 

 

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Nosso guia com receio do mal tempo e da neve aumentar decidiu encerrar a aventura no Chacaltaya, pois segurança vem em 1º lugar.

 

 

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Mesmo não tendo conseguido chegar ao topo, essa aventura foi maravilhosa, muito muito muito lindo. ::cool:::'>

Fiz até um bonequinho de neve, meio tosco ::lol4:: mais que geral tirou foto com ele.. ::otemo::

 

 

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Partindo para o Valle de La Luna, paramos em um mirante que não lembro o nome, onde da para observar toda La Paz e também o Chacaltaya ao fundo.

 

 

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Depois seguimos para o Valle de La Luna, um lugar místico, bonito, porém não tinha nada demais, valeu mais pelas histórias contadas pelo guia.

 

 

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Nesse dia fomos para o Hostal Jr, na mesma rua, porém no primeiro andar, essa diferença de altitude faz toda a diferença.

 

 

OBS1:Esses 2 passeios duram o dia inteiro, então é bem interessante levar uma mochila com coisas para comer.

 

OBS2:Leve filtro solar, óculos escuros, roupas de frio.

 

 

 

Gastos:

Chacaltaya + Valle de La Luna – B$ 140,00 (Cartão de Credito) http://www.nofearadventuresrl.com/

Ingresso Valle de La Luna – B$ 15,00

Hostal Jr – B$ 120,00

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22/04 – Terça-feira

 

Último dia em La Paz. :cry::cry:

 

Andamos mais um pouco e fomos até a Plaza Murilo e depois ao Terminal de Buses para comprar a passagem de volta para Sta Cruz, compramos no ônibus cama com TV/DVD para as 16h.

 

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Almoçamos na Pizzeria (fiquei fã), compramos algumas guloseimas para aguentar as mais de 17h até Santa Cruz e partimos para o Terminal de buses.

 

Gastos:

Ônibus La Paz X Sta Cruz – B$ 170,00 (Transcopacabana Men 1, mesma empresa preços diferentes)

Pizzeria Italia – B$ 37,00 (Macarronada molho 4 queijos)

Taxi Hostal X Terminal de Buses – B$ 15,00

Taxa de embarque _ B$ 2,00 (Terminal de Buses)

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23/04 – Quarta-feira

 

A viagem de La Paz X Santa Cruz estava indo tudo bem, tudo bom, ::otemo:: até que começamos a ver vários ônibus parados e o nosso começou a diminuir a velocidade até que parou também, ::ahhhh:: estávamos há aproximadamente uns 20min do Terminal Bimodal... Pensamos que era um engarrafamento, daí o motorista parou, puxou o freio de mão e de repente abriu a porta e gritou (está acontecendo o PARO daqui nada passa, geralmente eles liberam a estrada por volta das 17h). ::ahhhh::::ahhhh::

 

Como assim PARO??? E meu voo??? Onde estou??? ::hein:::hein:

 

Descemos do ônibus e seguimos o fluxo de pessoas, caminhamos... :|

Passamos por várias barricadas de troncos de árvores, pedras, entulho, terra...

 

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Bem longe avistamos uma nuvem de fumaça negra, sabíamos que teríamos que passar por la... Porém antes de chegar, vimos todos voltando, correndo... até que descobrimos o pq estavam voltando, descobrimos da pior maneira possível (já não conseguia respirar, garganta e olhos estavam ardendo muito, efeito do gás de pimenta) sim sim saí do Brasil para passar perrengue na Bolívia (gás de pimenta é horrível).

 

O desespero bateu. Vou perder meu voo?? Vou apanhar?? Vou tomar mais gás de pimenta na fuça??

 

Não tenho mais $$... Quero minha mãe!! rsrs ::ahhhh::::quilpish::

Achamos uma fila de taxi, porém nenhum queria nos levar até o aeroporto... Mais desespero e medo....

Graças a Deus apareceu um que topou nos levar, cobrando quase o dobro do valor normal, não pensamos 2 vezes e aceitamos o valor, entramos no carro e o taxista saiu cortando, fazendo bandalha, andando pelo meio do mato, passando por lama, buraco, passando por cima de galhos de árvores... até que conseguiu passar pelo bloqueio e nos levou até o aeroporto. Claro que ele ainda cobrou mais B$ 50,00 pois teve que dar uma outra volta para chegar até o aeroporto.

 

 

 

Chegando em SP, já havia comprado as passagens do aeroporto para o Terminal Tiete.

Pegamos o busão no Tiete por volta das 22h, cheguei em casa as 05:00h do dia 24/04.

 

 

OBS1: No aeroporto (Viru Viru) tivemos que pagar a taxa de embarque B$ 175,00.

 

 

Gastos:

Taxi Sta Cruz X Aeroporto VIRU VIRU – B$ 150,00

Valor normal do taxi B$ 60,00

Lanche VIRU VIRU – B$ 69,00

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CONSIDERAÇÕES FINAIS:

 

Essa foi minha 1ª viagem internacional, literalmente o 1º mochilão, pois já fiz alguns bate e volta nos fins de semana aqui pelo RJ mesmo.

SIM FARIA TUDO DE NOVO E DE NOVO, ::otemo::::otemo:: como li vários relatos aqui no site sobre a Bolívia e os perrengues que os mochileiros passam por la, já li casos de assaltos, internações por causa do mal da altitude ou por causa da comida, fui com medo e receio e claro que tentei tomar todos os cuidados possíveis para não ter surpresas.

 

Felizmente não senti nada, não tive problema nenhum com comida ou altitude.

 

Infelizmente como tive pouco tempo não consegui fazer o Salar, passaria pelo perrengue do último dia de novo... Emoção e adrenalina não faltou. Bolívia me aguarde pois ainda quero conhecer o SALAR, LAGO TITICACA, POTOSI, SUCRE... Ainda tem muita coisa para conhecer.

 

Faltou algumas despesas como lembranças e coisas que compramos para trazer, e algumas despesas como água, biscoitos, refrigerantes... que sinceramente não lembro desses valores.

 

TRANSITO

 

La Paz é uma cidade com o transito caótico, sinal vermelho não diz nada, nos cruzamentos vence o mais audacioso, pois ninguém para pro outro passar não... Eles amam buzina, barulho infernal... Ande SOMENTE pela calçada, OLHE 1000X para os lados antes de atravessar uma rua.

 

ALIMENTAÇÃO

 

Fiquei fiel a comia da PIZZERIA, macarrão, hamburguer, pizza... Não quis arriscar a comer nada diferente ou típico deles não... Eu achei os bolivianos meio porquinhos, tipo vi inúmeras barraquinhas vendendo pães, doces, sem nenhum tipo de higiene, com a mesma mão que pegam o dinheiro eles pegam os produtos (sem luva, sem nada). E tudo fica exposto pegando poeira, sol, insetos posando...

Geladeira?? Não lembro de ter tomado nada gelado não.

 

OBS:Bebidas, todas em temperatura ambiente, nada de geladeira não... Coca cola, água, suco...

 

IDIOMA

 

Entendo e falo apenas o básico em Espanhol, porém não tive nenhum problema, pois o PORTUNHOL funcionou direito.

 

É isso galera, essa foi minha aventura por terras Bolivianas no Feriadão de Páscoa.

 

Se alguém tiver dúvidas e eu puder ajudar, é so falar.

Espero que essas informações sejam úteis para alguém, assim como os vários relatos que li me ajudaram muito.

  • Gostei! 1

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    • Por Julio Bona
      Fala ai galera
      Em jun/19 vou seguir pelo meu primeiro mochilão e ainda estou em busca de dicas. Fiz um roteiro inicial mas gostaria de receber algumas orientações de quantidade de dias ficar, pontos para conhecer, o que não vale a pena a visita... O roteiro é basicamente o seguinte:
      - Inicio do mochilão com chegada à noite em Santiago, 2 noites e 1 dia;
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      - Tour de 3 dias e 2 noites pelo Salar de Uyuni;
      - 1 noite de deslocamento entre Uyuni e La Paz (ônibus);
      - La Paz, 2 dias e 2 noites (DownHill e Chacaltaya);
      - Copacabana (Isla del Sol) em 2 dias e 1 noite;
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      Começo falando bem rapidamente de mim: até pouco tempo atrás, viagem não era algo que eu considerava nem tangível nem desejável (acho que faltava peças em meu cérebro) mas desde que encontrei minha metade da laranja, sinto um enorme desejo de desfrutar desse mundão de meu Deus com ela. Começamos em Campos do Jordão, fomos para Salvador, Arraial do Cabo, voltamos para Salvador (é bom demais lá <3) e outras viagens "pequenas" aqui e ali, mas sem nunca deixar as terras tupiniquins.
      Dito isso, apresento aqui os 3 personagens principais dessa história: este que voz fala, Marcos (ja previamente apresentado). Mozão, Juliana. E nosso primeiro destino internacional: Bolívia.
      Essa viagem era para ter saído em 2017, mas alguns problema$ a adiaram para 2018, ou seja, tivemos ai quase 2 anos de pesquisas, planejamentos e preparação. A primeira coisa foi definir onde ir: fazer o clássico, Chile - Bolívia - Peru? Escolher apenas um desses países? Escolher outro país? O que levamos em conta foi que, para nós, 30 dias (inicialmente eram 30 dias) era pouco tempo para mais de um país, para dizermos que de fato conhecemos um país, assim optamos por apenas um por viagem. A equação Barato x Uyuni x Huayna Potosi (já adianto que este não rolou, mais a frente direi o porquê) teve como resultado: vamos para a Bolívia \o/. Nosso roteiro foi esse:
       
      SANTA CRUZ DE LA SIERRA X SUCRE
      SUCRE X POTOSÍ
      POTOSÍ X UYUNI
      UYUNI X LA PAZ
      LA PAZ X COPACABANA (ISLA DEL SOL)
      COPACABANA X LA PAZ X COCHABAMBA
      COCHABAMBA X TORO TORO
      TORO TORO X COCHABAMBA X SANTA CRUZ DE LA SIERRA
       
      Deixamos o solo tupiniquim no dia 14/12/2018, em voo da Gol. Dentro da Bolívia todo o trajeto entre cidades foi feito de ônibus. 
      Neste relato tentarei ser o mais detalhista possível em relação a agencias, como chegar, preços, etc.e sintam-se a vontade para me perguntar qualquer coisa, diversos relatos me ajudaram muito e se eu puder minimamente retribuir esta ajuda, já ficarei muito feliz.
       
      Dicas iniciais (para antes da Bolívia):
      Ir de ônibus, trem da morte ou qualquer outro meio terrestre tende a ser muito mais barato, com certeza é uma experiencia unica, mas é muito mais demorado. Motivo esse que nos fez optar por ir pelo ar. Ainda sim, ressalto que durante os meses que procurei passagens áreas, encontrei preços que ficavam mais em conta que ônibus, porém eram datas bem fora do que teríamos disponíveis. Só para terem uma noção da diferença: como moro em Jundiaí - SP, minha partida é da cidade de São Paulo, de lá eu pagaria R$350,00 o trecho (ou seja R$700,00 total) de ônibus saindo do tietê, numa viagem de 36 horas que se findaria em Santa Cruz de la Sierra. De avião, paguei R$1053,00 ida e volta em um voo de aproximadamente 3 horas de duração. Percebi também que o processo de entrada na Bolívia é muito mais rápido pelo aeroporto. Acredito ser sabido por todos (menos por Jon Snow, esse não sabe nada) que não é necessário Passaporte para visitar países da América do Sul, somente um RG em boas condições e dentro de um prazo aceitável (que agora me fugiu a mente se é 5 ou 10 anos da data de expedição) já é o suficiente, porém ouçam o tio aqui: se tiver passaporte, leva, se não tiver, faça. è muito menos burocrático o uso do passaporte, se for abordado por um policial só o carimbinho de entrada nele já resolve. Não que você vá ter problemas se for só com RG, mas o passaporte facilita a vida lá. Se você não tem ainda, pense que é melhor fazer agora do que esperar a taxa subir (e ela sempre sobe), ou não ter tempo para tirar (já pensou precisar do passaporte para viajar e encarar uma greve ou tempo de emissão de 3, 4 meses? Isso pode ser possível, então é melhor prevenir que remediar. Ah, CNH não conta como documento, é RG ou passaporte). A Bolívia exige a carteira internacional de vacinação de febre amarela, facilmente obtida caso você seja vacinado (se precisar de ajuda é só chamar) mas em nenhum momento alguem lá dentro pediu para ver a minha. Ainda sim, é melhor ter e não precisar do que precisar e ter que cry over spilt milk (escola de idiomas Mamonas Assasinas). Seguro viagem não é obrigatório, mas se você precisar de médico lá e não ter seguro, prepara o bolso. Vi relatos de pessoas que deixaram 10 mil trumps lá só com medico. Não feche passeios e/ou hostels aqui, não compensa. Lá as ofertas são muito maiores e consequentemente há maior margem para tentar barganhar um desconto, fora que há hostels que você não vai achar nos aplicativos e sites. Se quiser, de uma olhada (usei muito o booking, hostelworld e airbnb) para ter uma ideia de quais hostels procurar ou onde procurar por eles. A lingua não é um problema: Falo inglês e tenho um espanhol nivel duolingo (iniciado 2 meses antes da viagem). Levei também um livro de bolso de conversação em espanhol mas usei 2 vezes no máximo. Acontece que o povo Boliviano é solícito, seja educado e fale devagar, com mimica se necessário, que você se fará entender. Em ultimo caso tem o Google tradutor que pode ser usado até off, então não se preocupe com isso. Ah, entender eles é bem tranquilo até, é mais difícil para eles nos entenderem, mas como eu disse, é possível. Dicas iniciais (inside Bolivia):
      Não coma nada da rua: talvez pareça ríspido, eu li e ouvi muito isso, e ainda sim me arrisquei, porém só não como duas coisas: pedra quando esta sem sal e urubu quando voa. Ou seja, saiba seus limites. Se seu estomago for nível rambo e quiser encarar, só vai. Mas não é aconselhável. Não beba água da torneira: pelo motivo já citado, a água da torneira pode ser prejudicial. Conhecemos um casal brasileiro que se mudou para Cochabamba e tomaram a agua da torneira. Ganharam uma semana de cama severamente doentes. Uma saída barata é a água de saquinho, custa 0,50 BOBs um saquinho de 500ml. A altitude pode ser um grande problema, então não a subestime. Se aclimatar corretamente, um cházinho de coca, soroche pills, folha de coca mascada, tudo isso ajuda, mas não extrapole seus limites pois nada disso é milagroso.  
      O que levar?
      Isso é relativo, então posso dizer o que eu levei:
      3 calças (duas seriam o suficiente, porém acabei me sujando bastante no Uyuni).
      7 camisas (um baita exagero).
      1 calça de pijama (ok).
      2 camisas e um shorts de pijama (ok).
      4 camisas de manga comprida (exagero)
      1 Segunda pele (ok).
      1 blusa de moleton (não usei, mas mozão usou).
      1 casaco que não sei nem como chamar, mas é daqueles que é quase um iglu, protege mais do frio que meu quarto (o tamanho dele na mala foi algo triste, mas lá eu usei bastante)
      9 cuecas e 1 sunga (usei todas mas acho que dava para levar menos)
      5 pares de meia (exagero)
      2 pares de tenis e 1 par de chinelo (ok)
      1 toalha fast dry comprada na Decatlhon (quem sabe rola um patrocínio??)
      Escova de dentes
      Creme dental
      Creme de pentear cabelo
      Alguns rolos de papel higienico (não lembro quantidade, mas como descumpri a regra de não comer nada da rua, todos os rolos foram muito úteis)
      6 pacotes de leninhos umedecidos (3 comigo e 3 com mozão, mas foi exagero também) 
      Kit de primeiros socorros (remédio para dor muscular, remédio para estomago, diamox, sal de fruta, ibrupofeno, dipirona, band-aid)
      Celular, carregador e carregador portátil.
      Doleira
      Mochila de ataque de 10L (não chegou nenhuma proposta de patrocínio então não haverá divulgação dessa vez u.u)
      Cartão de crédito para emergências (não usei)
      Desodorante
      Sabonete
      Jogos (A quem interessar possa: Coup, The resistance e baralho).
      Touca
      1 par de Luva
      1 óculos de Sol
      Manteiga de Cacau
      Cadeados
       
      Acredito que só, mas posso ter esquecido de alguma coisa. Tudo foi dentro de uma mochila de carga de 42L (que é maior que muitas de 50L), e de uma mochila de 35L. Ambas foram comigo dentro do avião, não houve despacho.
       
      E assim encerro a introdução. Na próxima vez que voltar a escrever já falarei sobre o inicio da viagem, e para você que ma acompanhou até aqui, deixo algumas fotos de aperitivo \o/
      Até logo (espero)
       
       






    • Por João Pedro Carvalho
      INTRODUÇÃO E PREPARATIVOS
      para quem quiser, tem a versão mais bonitinha em PDF aqui -> RELATO TRIP - @der_wanderlust .pdf

      PROMESSA FEITA, PROMESSA CUMPRIDA...
       
      Fala galera mochileira e não-mochileira,
       
      Depois de ter colocado o pézinho pra fora desse Brasilzão pela primeira vez na vida na minha primeira trip internacional, me sinto na obrigação moral de retribuir a toda ajuda que eu recebi de outros mochileiros que já tinham feito esse rolê antes, e que compartilharam suas experiências de viagem, para que pessoas como eu, que nunca tinham comprado sequer uma passagem aérea antes, pudessem viver uma das experiências mais incríveis da vida: mochilar!!!
      Então, cumprindo a promessa que fiz antes de viajar, cá estou eu, escrevendo este relato, que também espero que inspire muitas outras pessoas a pegarem sua mochila e partirem pro mundo, porque viajar é preciso!!!
       
      RESUMÃO
       
      O clássico mochilão pelos três países, 40 dias, desembarcando em Lima, indo pra Ica, Arequipa, acampando com escoteiros do mundo todo em Cusco, depois indo pra Puno, passando por Copacabana, La Paz, fazendo a travessia do Salar do Uyuni e chegando no Atacama e descendo até a capital chilena para pegar o voo de volta para casa.
      Tudo realizado entre julho e agosto de 2018, rodando mais de 5.000 km, só andando de bus entre cidades (porque pobre tem que fazer o dinheiro render kkkk).
      E por falar de dinheiro, vamos a parte interessante. João, quanto custou essa brincadeira toda? Pois bem, vamos por partes:
       
      Comida, transportes, hospedagens e passeios fora do acampamento (30 dias)
      R$ 4743 (1000 euros)
      Lembrancinhas e bugigangas pra família toda
      R$ 667 (parte em dólar, parte em reais)
      Passagens Áereas
      (Londrina-Lima/Santiago-Londrina)
      R$ 1476 (em reais mesmo)
      Acampamento em Cusco (10 dias, tudo incluso)
      R$ 1409 (exclua isso da sua planilha)
      Chip Internacional EasySIM4U
      R$ 120 (e ganha 6 revistas super tops)
      Seguro Viagem (40 dias)
      R$ 110 (economizei 500 dólares com ele)
       
      Excluindo o monte de blusa, chaveiro, cobertor, poncho que eu comprei lá (tudo é muito barato no Peru e na Bolívia), foram R$ 7850 tudinho mesmo. O que mais me pesou foram as passagens aéreas, por eu ter que sair do meu país Londrina-PR (pequena Londres com preços de Suíça), que só tem um aeroporto regional, as passagens saíram uns 300 reais mais caras do que se saísse de Guarulhos, só que ai gastaria com ônibus até São Paulo e no fim das contas daria na mesma.
      Então, considerando os 30 dias que eu estava na viagem “regular”, ou seja, que eu não estava acampado, minha média foi de R$ 163 por dia (alimentação, passeios, ingressos, hospedagem e transporte). Saiu um pouco caro, mas muito mais barato do que se eu tivesse ido de pacote de agência de viagem que se vende aqui no Brasil.
               
      O ROTEIRO
       
      O roteiro eu mostro detalhado aí embaixo com o mapa do My Maps (usem o My Maps, é muito bom pra quando você está planejando que lugares quer conhecer, ver quais cidades são próximas, quanto tempo de deslocamento e coisas assim).

       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
      O roteiro por cidades ficou desse jeito:
       
      20 jun – Londrina/Lima
      21 jun – Lima - (City Tour)
      22 jun – Lima/Ica - (Miraflores)
      23 jun – Paracas/Huacachina - (Reserva Nacional e Islas Ballestas)
      24 jun – Arequipa - (City Tour)
      25 jun – Arequipa - (Trekking Canion del Colca)
      26 jun – Arequipa/Cusco - (Trekking Canion del Colca)
      27 jun/05 ago - Acampamento Vale Sagrado
      06 ago – Cusco - (Maras e Moray)
      07 ago – Cusco - (Dia no Hospital)
      08 ago – Cusco/Águas Calientes - (Trilha hidrelétrica)
      09 ago – Machu Picchu - (Huayna Picchu)
      10 ago – Águas Calientes/Cusco - (Trilha de volta)
      11 ago – Cusco - (Montanha Colorida)
      12 ago – Cusco - (Laguna Humantay)
      13 ago – Cusco/Puno - (Mercado San Pedro)
      14 ago – Puno/Copacabana - (Islas Flotantes de Uros)
      15 ago – Copacabana/La Paz - (Isla del Sol e Isla de la Luna)
      16 ago – La Paz - (City Tour)
      17 ago – La Paz - (Downhill Estrada da Morte)
      18 ago – La Paz/Uyuni - (Chacaltaya e Vale de la Luna)
      19 ago – Uyuni -(Salar 3 dias)
      20 ago – Uyuni - (Salar 3 dias)
      21 ago – Uyuni/San Pedro de Atacama - (Salar e Vale de la Luna)
      22 ago – San Pedro de Atacama - (Lagunas Escondidas e Tour Astronomico)
      23 ago – San Pedro de Atacama/Santiago - (Geyseres del Tatio)
      24 ago – Santiago - (1700 km rodados pelo Chile)
      25 ago – Santiago - (City Tour)
      26 ago – Viña del Mar/Valparaíso - (Bate e volta)
      27 ago – Santiago - (Cajón del Maipo)
      28 ago – Santiago/Londrina
       
      Quando eu sai do Brasil, planejava ficar mais dias em Huacachina e menos em Arequipa, planejava fazer o tour do Vale Sagrado Sul em Cusco, assim como outros passeios em San Pedro de Atacama, mas como não viajei com o roteiro amarrado, ou seja, não tinha comprado passagem de bus nenhuma, nem reservado passeios ou hostels (exceto por Machu Picchu), pude muda-lo na hora, seja por amizades que fiz no caminho, ou por perrengues como o dia 07/08 que eu passei no hospital (isso eu conto depois). Por isso eu não recomendo comprar nada daqui do Brasil, nem reservar passeios, nem passagens de ônibus, nem hospedagem, tudo você consegue lá na hora, pechinchando e barganhando, assim você consegue preços melhores e não fica com o roteiro amarrado, você tem mais flexibilidade caso mude de ideia ou aconteça alguma coisa.
       

      Não tem segredo, tem que pesquisar, na internet, em blogs de viagens, no Mochileiros.com, em relatos de quem já foi, no meu caso, peguei um roteiro de 20 dias num blog, e fui adaptando, adicionando cidades e passeios, vendo os ônibus e hostels que eu poderia usar. Para os passeios, eu procurava nos relatos do Mochileiros.com e via as agências que a galera recomendava e já ia anotando o nome e o preço que pagaram pelos passeios.
       
      Para a hospedagem, eu procurava no Booking.com o nome da cidade, ordenava pelo menor preço, e ia vendo as avaliações da galera, se tinham curtido o lugar, mas sem reservar nada, só anotava o nome, o preço da diária, e quando chegava na cidade, ia direto nele (muitas vezes reservava o hostel pelo Booking quando chegava na cidade, pra não ter que pagar em caso de cancelamento).
      Para os transportes entre cidades, procurava no Rome2Rio as empresas que faziam o trajeto, o preço médio das passagens e já deixava anotado, mas também comprava só quando chegava na cidade, teve alguns que deixei pra comprar no dia da viagem mesmo.
      Para a alimentação, era na raça mesmo, perguntava para os locais mesmo onde tinha lugar bom e barato para comer, mas para planejamento, calculava R$ 40,00 por dia com comida. Tinha vez que gastava R$ 10,00, tinha dia que gastava R$ 50,00, mas fome não passava kkk.
       
      QUANTO LEVAR?
       
      Depois de definir o roteiro, ia anotando numa planilha no Excel mesmo, o roteiro por dia, os preços médios dos passeios, dos ônibus, das hospedagens, mais uns R$ 40,00 por dia pra comer, somei tudo e levei uns 20% a mais, só pra garantir. Funcionou bem, pelas minhas contas, eu precisava levar 1400 euros, trouxe 400 de volta, que já estão guardados para a próxima trip.
      Mas ainda levei meu cartão de crédito internacional, já desbloqueado para operações no exterior, só para uma possível emergência. Felizmente não precisei usá-lo.
       
      PREPARATIVOS
       
      Passagens Aéreas
       
      As duas piores partes da viagem são: comprar passagens aéreas e comprar moeda estrangeira, porque independentemente do quanto você pesquisa, parece que sempre você tá perdendo dinheiro.
      As passagens eu recomendo comprar uns 4 ou 5 meses antes da viagem. As minhas, comecei a procurar em janeiro, comprei em março, pra uma viagem para julho.
      Como eu tinha definido o roteiro primeiro, sabia que queria chegar por Lima e sair por Santiago, então procurava em todos os sites de busca possível na vida. Usei a opção “Múltiplos Destinos” ou “Várias Cidades”, passagens Londrina-Lima (20/07) e Santiago-Londrina (27/08), o Skyscanner tinha os melhores preços, mas ainda assim estava meio caro (R$1600). No site da Latam, Avianca, tudo acima de R$1800.
      Aí por acaso eu fui andar no centro da cidade um dia e passei em frente a agência da CVC, estava com sede, aí pensei, vou entrar, fingir que quero um orçamento e tomar uma água né? Tinha certeza que na agência de turismo seria o lugar mais caro. A atendente fez a busca no sistema dela, aí me disse: “R$ 1500 e pouco com bagagem despachada”, e eu: “como assim???? Mais barato que no site da Latam”. Acabei comprando lá, e como paguei a vista, teve um descontinho lá e saiu por R$1476 (comprei a passagem em março, minha viagem era em julho).
      Depois, de vez em quando eu olhava nos sites de busca e o preço não abaixava mais, então acredito que peguei a passagem com o preço mais barato possível kkk. A única coisa, é que em junho, a Latam trocou as escalas do meu voo de volta, ai a CVC me ligou para avisar que se eu voltasse no dia 27/08, teria uma escala noturna gigante no Rio de Janeiro, e acabaria chegando no dia 28/08, então ela me propôs voltar dia 28/08 num voo que eu pegaria escalas menores e chegaria no mesmo dia. Aceitei, o que foi a melhor coisa, porque ganhei um dia extra no fim da viagem.
       
      Chip Internacional
       
      Vou ser bem sincero, eu queria muito não ter comprado, mas como estava com tudo sem reservar, não conhecia nada, e queria dar um up no meu Instagram, fazer uns stories legais e postar tudo (pobre quando viaja tem que mostrar pra meio mundo, né?), e ainda por cima apareceu uma promoção da Revista Aprendiz de Viajante, que na compra de 6 revistas por R$ 120,00, de brinde ganhava um chip da EasySIM4U, com 4G ilimitado por 30 dias em todos os países, acabei comprando, não me arrependo, a internet funcionou muito bem mesmo, nas cidades, em alguns passeios, até em Machu Picchu funcionava, só no Salar do Uyuni que não tinha sinal nenhum. Também é possível comprar os chips nos países, não custa caro, mas tem que por crédito, troca o número, e tem franquia limitada, além de trocar o chip sempre que troca de país. Esse chip internacional funcionou nos 3 países, mas não servia pra ligações, apenas dados móveis.
      Além disso, como viagem era de 39 dias, e o chip só funcionaria por 30 dias, coloquei sua data de ativação para a partir do 9° dia, assim teria internet nos últimos 30 dias. Nos primeiros dias teria que me virar pedindo “la contraseña del wifi”. Usar chip brasileiro no exterior é pedir para pagar absurdos no fim do mês.
       
      Moeda Estrangeira
       
      Essa parte é com certeza a mais complicada, como levar dinheiro para a viagem? Reais, dólar, euro, cartão internacional, tele sena? Primeiramente, o cartão, mesmo sendo mais seguro, cobrava muitas taxas, fora os impostos que eram altíssimos para uso no exterior, além disso, muitos lugares não aceitam, então já risquei da minha lista.
      Bem, a moeda do Peru é o Novo Sol (S/)(PEN), da Bolívia é o Boliviano (Bs.)(BOB), e do Chile é o Peso Chileno ($)(CLP), por serem moedas “fracas”, suas cotações para compra no Brasil são as piores, então, ou compre dólar/euro no Brasil para trocar lá, ou leve real e troque lá. No meu caso, depois de muitas contas, cheguei à conclusão de que compensaria levar dólar ou euro, ao invés de reais. Para saber se compensa é só usar a formulinha que eu desenvolvi kkk
       
      (Quanto consigo em Soles levando Dólares) / (Quanto consigo em Soles levando Reais * Preço do Dólar em Reais)
       
       
      Se essa conta for maior do que 1, leve dólar, caso contrário, leve reais. Essa fórmula serve para todas as outras moedas, substituindo Soles por Bolivianos, Pesos, ou qualquer outra moeda fraca. Também pode ser substituído o Dólar por Euro, ou Libra, ou outra moeda forte.
       
      País
      Peru
      Bolívia
      Chile
      Real
      0,77 PEN
      1,65 BOB
      152 CLP
      Euro
      3,80 PEN
      8,00 BOB
      753 CLP
      Dólar
      3,25 PEN
      6,90 BOB
      650 CLP
       
      As cotações estavam assim, então preferi comprar euros. No Banco do Brasil a cotação estava melhor que nas casas de câmbio, e para funcionários, não é cobrada a taxa de operação, então se você tem algum parente ou conhecido que trabalhe lá...#ficaadica.
      Enfim, comprei 1400 euros por R$4,72 para levar, depois comprei mais 250 dólares por R$4,04, e na véspera, minha tia ainda me deu mais R$300 para comprar um poncho de lhama kkk.
      Toda essa grana devidamente guardada num saquinho de plástico com um papelão no meio para não amassar, dentro de uma doleira que eu usava amarrada na coxa (na cintura é muito manjada) por baixo da calça, com medo de alguém roubar aquilo assim que eu saísse do aeroporto. Importante, não dobrar as notas de dólar ou euro, lá eles são bem chatos com isso.
      Voltei para casa com R$200,00, 400 euros e 20 dólares.
       
      Seguro Viagem
       
      Aproveitei a Black Friday de 2017 e comprei o seguro viagem da Allianz Mondial, por R$109, plano América do Sul Standart, para 30 dias, estava com 50% OFF. Aí, em março, quando comprei a passagem para mais de 30 dias, liguei lá, expliquei a situação, aí cancelaram minha apólice, devolveram todo meu dinheiro, e fizeram uma nova apólice de 40 dias por R$110, pasmem. E pelo menos no meu caso, não foi um gasto, foi um investimento muito bem usado.
       
      Certificado Internacional de Vacinação
       
      Essa porc%#** desse certificado, teoricamente é obrigatório para entrar na Bolívia ou Amazônia Peruana, aí todo mundo se mata pra conseguir, tendo que ir em algum posto da ANVISA para tirar (é de graça), aí chega na hora da viagem e ninguém nem pede (ninguém me pediu). Mas é a famosa Lei de Murphy, se você viajar sem, tenha certeza de que te pedirão, então não arrisque, procure onde é o posto da ANVISA mais próximo da sua casa e faça esse certificado.
       
      Ingresso para Machu Picchu
       
      O famoso ingresso, como eu ia na alta temporada (junho a agosto) e queria subir a Huayna Picchu (aquela montanha que aparece no fundo de MP), tive que comprar o ingresso em abril para poder subir em agosto. Caso você não queira subir nenhuma montanha ou vá na baixa temporada, não precisa de tanta antecipação. O acesso ao parque é limitado a 2000 pessoas por dia. Pedi para um guia turístico que mora em Cusco que conheci num grupo de viagens do Whatsapp, para que ele comprasse para mim, para que eu conseguisse o desconto de estudante. Mandei foto da minha carteirinha (ISIC e normal) e ele conseguiu comprar com desconto, de 200 soles, paguei 125. Mas caso você não tenha carteirinha, pode comprar pelo site oficial http://www.machupicchu.gob.pe/, ou pode deixar para comprar lá em Cusco mesmo.
       
      Mochilas
       
      De bagagem de mão, eu levei uma mochila de ataque de 30 L daquelas da Decathlon (comprem essas coisas na Decathlon que é top e barato), com uma pastinha com o passaporte, certificado de vacinação, passagens aéreas e minha caderneta de anotações.
      Já pra despachar foram: uma cargueira de 85 L da Conquista que eu já tinha há anos, com praticamente tudo dentro, além de um saco de dormir para -15° (emprestado de um amigo), um isolante térmico inflável (também da Decathlon e também emprestado de um amigo) e minha barraca Azteq Katmandu 2/3. Para não despachar esse monte de coisa amarrado e correr o risco de perder tudo ou alguém enfiar drogas na minha mochila cheia de zíperes (minha mãe assiste aquelas séries de aeroportos no NetGeo e ficou morrendo de medo kkk), eu pedi pra um amigo que trabalha com tapeçaria e ele costurou um saco para colocar tudo dentro e com um zíper só para poder passar um cadeado e deixar a mãe tranquila (ficou parecido com uma bolsa de academia).
       
      O que levar?
       
      Para detalhar melhor, tá aí uma lista completinha de tudo que eu levei:
      ·                 1 bota impermeável (Yellow Boot Timberland), 1 tênis (All Star velho), 1 par de chinelos e 1 par de alpargatas.
      ·                 2 toalhas de banho (1 normal e 1 daquelas da Decathlon que seca rápido) e 1 toalha de rosto, Kit banho (shampoo, condicionador, sabonete e bucha).
      ·                 1 estojo (pasta, escova, fio dental, desodorante, perfume, repelente).
      ·                 Hidratante e protetor labial (levem, senão a boca e o rosto de vocês esfarelam no deserto).
      ·                 4 calças (2 jeans, 1 de sarja com elástico e 1 de moletom) e 2 bermudas (1 jeans e 1 de praia).
      ·                 8 camisetas.
      ·                 12 cuecas e 7 pares de meia.
      ·                 2 camisetas segunda pele.
      ·                 3 blusas (2 de lã e 1 de moletom).
      ·                 1 casaco impermeável corta-vento (R$199 na Decathlon, melhor investimento).
      ·                 Pacote de lenços umedecidos.
      ·                 Remédios usuais (antialérgico, sal de fruta, band-aid, para dor de garganta, Dramin)
      ·                 Pasta com os documentos.
      ·                 Doleira com a grana (dólar e euro).
      ·                 Carteira com a grana trocada, cartão de crédito internacional para emergências, carteirinha de estudante.
      ·                 Celular, carregador, fones de ouvido, bateria extra, adaptador.
      ·                 2 cadeados e algumas sacolinhas plásticas.
      ·                 Caderneta e caneta.
      ·                 1 óculos de sol e relógio de pulso.
      ·                 1 rolo de papel higiênico.
      ·                 1 pacote de paçoca rolha e 1 saco de bala de banana (pra fazer a alegria da gringaiada).
       
      Me arrependi de levar tantas blusas porque lá acabei comprando mais (Mercado São Pedro em Cusco é sucesso), luvas, toucas e cachecóis não compensa levar daqui, porque lá tem mais bonitos e mais baratos.
      Devia ter levado e acabei me esquecendo, protetor solar, lá é caríssimo, aí tinha que ficar pedindo emprestado pros outros, e não esqueçam que nos Andes o Sol é mais forte, fora o vento e a secura do ar, então levem creme, hidratante para o rosto e lábios porque vão usar e muito!
               
      DIÁRIO DE BORDO
       
      Nos capítulos seguintes, vou contar como que foram os passeios, dia por dia, tentei lembrar e ser o mais fiel possível com todos os fatos passados, contando os perrengues, minhas impressões, também tentei contar tudo do modo mais descontraído que eu consigo ser (uiii ele é superdescontraído ele hehe).
      Coloquei algumas fotos para tentar ilustrar o que eu vivi, os lugares por onde passei, a grande maioria delas foi tirada do meu celular mesmo, como não tenho câmeras profissionais, nem GoPro, tive que me virar nos trinta com meu Galaxy S7 Edge, mas felizmente, a câmera dele é bem razoável, algumas poucas fotos, lá na parte do Atacama, foram tiradas com um iPhone X de um desconhecido que eu pedi para tirar do celular dele, porque o meu estava sem bateria e ele me mandou pelo Whatsapp depois.
      O relato em si acabou ficando mais longo do que o planejado, então, caso você não esteja com muita paciência para ler tudo, ou queira só um resumo, no final de cada dia eu coloquei um quadrado cinza com todos meus gastos diários, nome das empresas de bus, de algumas agências, dos hostels onde fiquei hospedado. Além disso, coloquei também algumas caixas coloridas com informações importantes em destaque, deem uma olhada nelas.
      Do mais, é isso, espero que curtam, e qualquer coisa, pergunta, dúvida, me chamem no Instagram @der_wanderlust que eu respondo com o maior prazer.
      Bora lá!!!
       
       
    • Por Carfeina
      Olá pessoal, tudo certo? Vou fazer meu pimeiro mochilão em Março e começarei pela Bolivia. Estou com uma dúvida terrível sobre a segurança lá. Quero levar meus equipamentos para fazer algumas filmagens e tirar algumas fotos e queria saber se a Bolívia é um país seguro em relação a assaltos. 
      Sou do Rio de Janeiro e lá eu não consigo fazer nada disso com o mesmo medo.
      Obrigado desde já!


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