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Olá viajante!

Bora viajar?

Bogotá e Cartagena (de 0° a 50° no mesmo país!)

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Iniciarei o pequeno relato com o texto e no final ponho algumas fotos. Estejam sempre à vontade para perguntas!

 

Essa viagem consistiu em 3 pessoas: eu e um amigo fomos a Bogotá e depois de alguns dias iríamos ao encontro de um outro amigo, já em Cartagena.

 

Colômbia é surpreendente. Sabemos pouco e ficamos naquele pensamento de: drogas, Shakira, Valderrama. ::lol4:: Mas tem muito mais do que isso, claro.

 

Chegada no aeroporto tranquila, mas lá mesmo já é feita uma espécie de revista por raio-X e cachorros treinados. Talvez tenha que abrir a mala. Me mandaram passar direto.

Optei pelo ônibus Transmilênio. Pode ser uma alternativa confusa, mas dá certo. Existem outros ônibus localidades diversas saindo do belo aeroporto de Bogotá. Tente planejar sua descida com referência à estação, endereço e algo próximo. O meu primeiro hostel foi o Alegria, na Candelária.

 

A Candelária é um centro que fica movimentado de dia e também à noite, dá para andar sem problemas; não sei bem depois das 23h, que é um horário que o movimento das diversas universidades da região diminui. Há uma pracinha e uma rua bastante pitorescas e legais de andar: Plaza Del Chorro do Quevedo, com opções interessantes de pequenos botequinhos descendo ao longo dessa pequena rua estreita. Fica lá pela Calle 13 com Carrera 2.

 

Na primeira noite já corri para o Crepe And Waffles, Bogota Beer Company e algum barzinho universitário lá perto mesmo do hostel.

 

O Museu de Botero é grátis e enorme. Muita bem organizado e pode-se gastar horas por lá. Indico ir com bastante tempo reservado a ele.

O Museu do Ouro é um pouco cheio e, apesar de bonito e organizado, pode pecar pela pouca variedade na temática, afinal, ouro só pode ser dourado...mas tem uma apresentação multimídia interessante e uma lojinha com café.

O centro cultural Gabriel Garcia Marquez decepcionou, por ser mais um centro de eventos em geral, e não um espaço voltado exatamente para ele, ou então não explorei o suficiente. A vista do alto é muito bonita, assim como o jardim. Lá também fica uma unidade movimentada do famoso Café Juan Valdez. Peça um “tinto campesino”.

 

No campo das cervejas, a Club Colombia é a melhorzinha, apesar de não ser a mais comercializada. Tem a Aguila também.

 

A ida para a Catedral de Sal via ônibus é simples. Pode ser chata por causa do Transmilenio, que lota e tem muitas trocas de ônibus. Mas o resumo de tal jornada é: seguir ao portal do norte e de lá pegar uns micro-ônibus que tem cobrador e custa 4,60 pesos. Ele é confortável, mas não esqueça de pedir ao cobrador para avisar o momento de descer e, na cidade, qual direção tomar até a entrada da atração. Não é difícil, basicamente certifique-se que está subindo (e sobe, e sobe)....

 

Na catedral, são diversos os tipos de tarifa, mas escolhemos a P2. Há o passeio e no final um show de luzes bacana e as lojinhas de lembrança até que não metem a faca. Há um café muito gostoso e as fotos não ficam muito boas porque o local é bem escuro... Mas para os que tem câmera semi ou pro, é um prato cheio para belas imagens. Aconselho a não se entusiasmar e tirar durante a fala do guia, pois você pode perder detalhes e sempre fica cheio de gente. Deixe fotos para depois da fala do guia e do pessoal se dispersar.

Na saída do museu há um trenzinho turístico, não pegamos porque a vontade de andar estava alta por causa do frio e porque já sabíamos o caminho, além de não saber para onde o trenzinho iria. Bem, descemos a pé e encontramos o trenzinho-bondinho exatamente no lugar que queríamos: Praça Central de Zipaquirá.

Vale a pena dar uma caminhada e descansada pela praça central e um pouco nas ruas.

 

O Cerro de Monserrate é uma atração ótima para ir caminhando desde a Candelária e é imperdível pelo visual. O bondinho é rápido tanto para subir quanto descer. Há uma feirinha de lembranças e comida no topo. Há um poço dos desejos para lançar moedas e um caminho de Jesus carregando a cruz que alude bastante ao Templo de Sal. Recomedo fazer com calma para tirar belas fotos. Parece que há um hotel e uns restaurantes lá no topo do monte, mas não me interessou e não busquei detalhes.

 

O centro de outlets na Avenida das Américas é médio em tamanho, mas decepcionante em ofertas. Tem que andar muito para achar algo que realmente valha a pena. Algumas lojas estavam com promoções de 50% off. Mas pouquíssima coisa foi adquirida.

 

O segundo hostel foi o Fulanos, na Zona Rosa.

A noite de Bogotá é bastante movimentada, mas não entrei em nenhum bar clássico fechado que cobre entrada e toque música latina.

Há 2 pontos de baladas em geral. Um mais simples e underground, que fica na Carrera 7 e Calles 48 a 55. Há alguns bares Rock n´ roll, além de boates de música latina e alguns poucos pontos para comer.

Há também a chique e surpreendente Zona T, ou Rosa, na altura da Calle 80 a 85, Carreras 11 a 15. Nela existem cassinos, shoppings, baladas com vários andares, PUBs requintados, enfim...lá também está o badalado, impedível e caríssimo Andres DC e o Shopping que fica o Hard Rock Cafe. São extremamente próximos.

 

A cidade é repleta de táxis, universitários e polícia. Extremamente urbanizada e surpreendentemente desenvolvida. O trânsito é caótico e a poluição nas avenidas principais é perceptível. Há boas opções para quem anda de bicicleta, como ciclofaixas, além disso, aos Domingos a cidade vira a capital sulamericana da bicicleta, com várias vias fechadas para o trânsito delas.

 

A ida até o bairro de Usáquen foi de bike. A ciclofaixa chega até certo ponto, o restante fica tranquilo, mas mesmo assim é melhor usar a calçada no trecho que chega até o shopping Hacienda Santa Barbara. Ao lado desse local há uma feirinha e um pouco depois a praça Central, que conta com vários restaurante e bistrôs bonitinhos.. O escolhido para almoçar foi um clássico chamado Tienda de Cafe. Fomos bem recebidos e o preço estava aceitável, apesar do lugar parecer elitizado. É bastante bonito por dentro.

 

A ida ao Parque Simón Bolivar, infelizmente, foi noturna. Estava ocorrendo um Festival de Verão (apesar de estarmos no inverno...WTF?) na cidade. Havia um show de música latina. Ficamos pouco tempo. Não podia beber ou fumar lá dentro e foram 2 ou 3 barreira policiais para chegar ao palco. Mas valeu dar essa passeada.

 

A segunda parte da viagem consistiu-se em Cartagena e Santa Marta.

 

Chegando a Cartagena, o bafo de calor é imediato, principalmente se vai a partir de Bogotá (que fica em altitude considerável e temperaturas variam entre 5 e 15 C° ::Cold:: ). A umidade é alta e o vento pouco, fazendo os 37° virarem uma sensação de uns 45° ::hahaha:: .

 

O aeroporto é minúsculo mas tem o ar condicionado mais potente da face da Terra. São vários táxis, mas decidimos ir para a avenida e pegar uma buseta. Nesse momento é hora de sentir saudades dos ônibus brasileiros, mas vale a experiência antropológica. Até existem paradas de ônibus, mas eles param em qualquer lugar tanto para subir quanto descer (deve-se gritar “PARADA!” para descer, não tem cordinha). São bem enfeitados e parecem ter saído da década de 70 ou 80. Enfim, muito solícitos os colombianos mais simples, nos deram a informação da rua do hostel (Media Luna, fora das muralhas). Encontramos com nosso amigo que foi direto a Cartagena.

 

Logo cedo já fomos atrás do passeio de Playa Blanca, que fica na ilha de Baru, que faz parte de conjunto de Ilhas Del Rosario, que pode ser feito de barco, táxi ou mototáxi. Optamos pelo táxi e negociamos com alguém por lá mesmo a volta em barco. Playa Blanca é um lugar muito bonito, com águas espetaculares e certa infra-estrutura de barracas. O assédio é infinito, prepare-se para dizer “no” algumas centenas de vezes. O que fizemos foi pegar uma barraca e cadeiras (impossível não querer um pouco de sombra naquele sol caribenho), além de poucas cervejas e um almoço simples. Também aproveitei para fazer snorkeling alugado, pois havia alguns corais pertinho que deu para aproveitar bem para ver muito peixe diferente. Ah, destaque especial para as massagistas de pés, elas tem uma técnica de dizer que é “regalito” e depois que você aceita ficam um tempão...fica até constrangedor depois para pedir para interromper e dizer que não vai ter como pagar. De duas uma: negue sempre, ou se começarem, pague.

 

Há outro lugar legal desse arquipélago de Rosario, que é a Isla Del Pirata. Lá o passeio é um pouco mais caro e menos lotado. Valeu a pena. Mas valeu mesmo porque fizemos um outro snorkeling a parte, com grande área de corais, com um pescador que já está lá na ilha (José, que tem um barco simples com motor...negocie). Caso faça esse snorkel, recomendo muito que também peça a ele para levar a uma ilha privada que tem hotel. Nem sei era permitido, talvez seja privado...tinha algumas poucas pessoas lá com pinta de ricaço, mas nem nos importamos e curtimos.

 

Fomos no final de uma tarde na Bastilha de San Felipe de Barajas, pegando também o início da noite para curtir a iluminação. Lá tem alguns túneis-labirintos...cuidado com a cabeça. Leve a carteirinha de estudante, vão pedir para ver 2 vezes.

 

Andamos bastante na parte de cidade dentro da muralha. Há várias opções gastronômicas, mas vou indicar apenas algumas:

 

Espiritu Santu: Bem simples, mas muito gostoso e com um preço muito bom! Recomendo pedir um prato para duas pessoas, porque vem bastante comida.

 

La Paletteria: Picolés muito bons e com precinhos bem complicadinhos...mas vale a pena.

 

Crepe & Waffles, Juan Valdez: Mantém o ótimo padrão de preço e ambiente. Em Cartagena são ainda mais legais de ir.

 

Aury Cocina Internacional: Anti-dica. Fuja. É horrível. Sujo, picareta, esquisito e a comida não vale a pena, além de tentarem nos enganar na conta. Já incluíram a propina direto na conta mesmo depois de terem a cara de pau de calcular errado.

 

Fomos a Santa Marta contratando um serviço de van com ar condicionado. O hostel de lá foi o Brisa Loca. Bem festeiro e com boa estrutura. Eles vendem a idéia de passar o tempo todo lá dentro, até porque a cidade em si não tem lá grandes atrações.

Em Santa Marta há poucas praias interessantes, comparando-se a Cartagena. Escolhemos a El Rodadero, que é bem urbana. Meus amigos foram a principal atração de Santa Marta, que é o Parque Nacional Tayrona, que tem passeios que duram o dia, mas parece que o bom mesmo seria acampar lá...

 

Na cidade, houve comemorações de um Festival do Mar, com alguns festejos e desfiles que pararam a cidade e fez de nossa estadia ainda mais interessante...mas nada tão incrível para passar horas e horas. Valeu pela experiência, mas recomendaria concentrar-se no Parque (que infelizmente não fui por não estar bem no dia).

 

De volta a Cartagena, nosso último hostel foi o El Viajero, simples demais, só tem o lado bom do ar condicionado.

 

Curioso era conversar com o povo sobre o tal James e ver o tanto de moradores e turistas de todo mundo usando a camisa dele. Fomos pouco depois da Copa do Mundo e eles parecem que começaram a gostar mais de futebol.

 

Faltou, quem sabe, dar um pulo na planejada Medelyn. Também tinha pensado em alguma fazenda de café, mas descobri que não era perto da cidade e desisti.

 

Enfim, o balanço geral foi satisfatório!

 

Me surpreendi com o desenvolvimento de Bogotá e como existem universidades lá. Um local bem “europalizado”. Também não pude deixar de notar uma desigualdade social sinistra. O Real não vale tanto a pena assim. Andar de táxi e comer em certos locais, tudo bem. Tem casa de câmbio em muito lugar.

 

Aqui há um vídeo que vi um pouco antes do embarque. É de um programa de TV, bem bestinha, mas deu uma noção bacana:

 

 

Zona Rosa (Andres DC, Hard Rock Cafe, Bogota Beer Company, baladas e cassinos): https://www.google.com.br/maps/place/andr%C3%A9s+DC/@4.6663494,-74.0541693,17z/data=!4m2!3m1!1s0x8e3f9af559f6b309:0xab06d69cc24435e

 

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Passando para registrar que admiro a forma didática em que escreve e o olhar fotográfico que tens.

Confesso que nunca me passou pela cabeça conhecer a Colombia, eu sabia da existência do pais, mas não sabia o quão lindo e interessante és.

 

Taí...agora mais um país e cidades que encontram-se em minha lista.

Parabens mais uma vez Heineken

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Obrigado, Nat!

Ultimamente tenho escrito de forma mais objetiva e menos emotiva, acho que interessa mais aqui a descrição do que minha impressão particular. Tanto que no primeiro relato (da Argentina) ficou mais uma crônica que uma informação útil, hauhau.

 

Conheça! Tire o que te agradou do meu e acrescente coisas legais que não pude fazer e me conta.

 

Beijo.

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Ótimo relato! Vai servir pra me basear quando eu for ano q vem. Nao noteiqual período foi tua viagem.

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W Braga, valeu!

Foi entre 28 de Julho até 15 de Agosto: 6 dias em Bogotá, 2 em Santa Marta e o restante em Cartagena. Se tiver tempo tenta incluir Medelyn!

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Inicialmente tô pensando em Bogotá - San Andres - Bogotá - Zipaquirá - Villa de Leyva - San Gil - Medellin - Bogotá em 21 dias com a esposa em maio, mas no estilo mochilão com hosteis mesmo.

Santa Marta e Cartagena acho q vão ficar pra próxima.

O que assusta um pouco é q maio parece chover muito, principalmente em Medellin.

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Bem, a questão da chuva é uma constante mesmo...mas tive até uma sorte. Quando choveu, fiquei protegido, e choveu menos que a previsão.

  • 7 meses depois...
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Cara, muito bom seu relato. Informações excelentes. Estou indo mês que vem e ficarei no mesmo hostel que você em Bogotá.

Pode me dizer como saiu do aeroporto até a Candelária de Transmilenio?? Grato desde já.

  • 2 semanas depois...
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Cara, muito bom seu relato. Informações excelentes. Estou indo mês que vem e ficarei no mesmo hostel que você em Bogotá.

Pode me dizer como saiu do aeroporto até a Candelária de Transmilenio?? Grato desde já.

 

Cara, eu realmente sai no susto de lá, sei que o tem um ônibus do aerporto que te DEIXA no Transmilênio. E a partir de lá tu segue rumo ao centro. Eu passei da parada onde deveria descer e fiz o caminho todo andando, uhauhaua, levei horas, mas achei a cidade.

Não tem muito segredo, quando chegar no centro você saberá. Mas saiba que o ônibus do aeroporto ainda não é o Transm.

  • 1 mês depois...
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Pessoal, viajei para a Colômbia entre os dias 23 e 30 de maio. Como não encontrei muita coisa atualizada por aqui sobre Bogotá e Cartagena, vou contribuir com este site.

Bem, fui com minha esposa pelo vôo da Avianca de Fortaleza para Bogotá. O Duty Free de Fortaleza é sofrível, bem fraco. Foram entre 5 e 6 horas de vôo, chegamos por volta das 20:15, hora local. Fui com dólares comprados aqui e troquei uma pequena parte em um câmbio do próprio aeroporto, pois é muito difícil encontrar o peso colombiano no Brasil, além do que ouvi falar que é melhor levar dólar e trocar por lá.

Chegamos no sábado, fomos de táxi para o Hotel, o Parque Suítes 97, um pouco distante do centro cultural de Bogotá, mas com ótimo atendimento dos funcionários, muito bom café da manhã, quarto limpo e confortável.

Na manhã seguinte, domingo, solicitamos um táxi pelo hotel, um pouco mais caro que o normal e também para nos situarmos, e fomos para a Feira de Usaquén, famosa pelos artesanatos. Um primeiro contato muito legal com as ruas de Bogotá, mas também vimos que não rola portunhol por lá, é um espanhol complicado, com letras sendo engolidas. Após a feira, perto da hora do almoço, fomos de táxi comum ao centro. Muito tranquilo o táxi, eles tem uma tabela atrás do banco do passageiro de frente para você onde tem a conversão do taxímetro para o peso colombiano. Chegando ao centro, descemos na Praça Simón Bolívar. Uma tremenda confusão de pessoas. A Catedral de Bogotá é linda por fora, mas bem simples por dentro. O Congresso Nacional tem uma linda arquitetura externa, não entramos e acho que nem pode. De lá seguimos para o Museu do Ouro, a pé mesmo. Entrada franca aos domingos, vale demais a visita. O ponto negativo é a praça que fica em frente, fede urina. Ao lado do museu existem duas galerias de venda de artesanatos, bem interessantes. Dali fomos caminhando para o Museu Botero, mas no caminho paramos para almoçar um Ajiaco (uma sopa bem gostosa e forte). O Museu é muito legal, várias obras de Fernando Botero e outros artistas. Aos domingos, também é gratuito. Quase em frente fica o Centro Gabriel Garcia Márquez, onde tomamos um delicioso café no Juan Valdez. Finalizando o domingo, já no final da tarde, retornamos de táxi para o hotel, onde bem em frente fica a lanchonete El Corral, hambúrgueres com combos equivalentes a R$ 24,00 em média. Muito gostoso.

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Museu Botero

Segunda de manhã, como a previsão era de chuva em Bogotá, fomos para Zipaquirá para visitarmos a Catedral de Sal. Fomos para a Estação Transmilênio Calle 100, compramos o cartão de recarga tipo Bilhete Único de SP e fomo para o Portal Norte. Descendo lá, imediatamente pegamos uma “buseta” para Zipaquirá. O trajeto demorou uns 50 minutos. Descemos, pegamos informação na estação de trem desativada na central turística e caminhamos uns 15 minutos até a entrada do local. Aí o bicho pega um pouco: é uma bela de uma escadaria para enfrentar. É só seguir uma faixa branca pintada no chão. Compramos os ingressos (25.000 pesos por pessoa), aguardamos o guia e fomos em grupo. Dica: deixe para tirar fotos no retorno, pois é cada um por si e fácil de retornar, além de não ter que dividir espaços nas fotos. O lugar é incrível, a ideia de fazer uma catedral ali foi demais. Lá embaixo você vai encontrar lojas com “souvenires”. Almoçamos na Praça de Alimentação, preços justos, e voltamos para Bogotá, já de tarde.

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Interior da Catedral de Sal

Chegamos em um horário de trânsito caótico, pegamos o transmilênio e comecei a me lembrar do Brasil: ônibus lotado, ninguém dá licença, resultado foi que passamos três paradas para descer, kkkkkkkkk. Chegamos ao hotel, nos alojamos e fomos para o Restaurante Andrés D.C, cuja reserva já tínhamos feito aqui no Brasil. Passeamos pelos arredores, muitas lojas e um Shopping, e depois fomos jantar. Decoração incrível, atendimento vip. Comida excelente, mas peça a carne bem passada. Pedimos ao ponto e veio bem mal passada. Conta um pouco salgada, mas valeu. Picanha deliciosa, uma batata frita graúda e uma cerva Club Colombiana Dourada ótima. Dormimos satisfeitos.

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Visual do térreo (Terra) do Andrés

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Picanha e acompanhamentos

Terça deixamos para concluir Bogotá: Cerro de Monserrate(fomos de táxi), subimos e descemos de funicular. São 3170 metro de altitude, linda visão da cidade. De lá fomos visitar o Museu da Esmeralda quase em frente ao Museu do Ouro, no Edifício Avianca. Bem interessante, quase 30 min de duração. Pena não poder tirar fotos. Saímos e fomos visitar a Casa de Nariño, o Palácio Presidencial. Vigilância rigorosíssima. Fizemos a reserva pela internet ainda por aqui. Não se pode entrar com nada: bolsa, celular, máquina fotográfica, uma pena, mas tem lugar para você deixar. Um guia militar nos conduz por alguns locais do interior e narra vários fatos, curiosidades e história. O palácio é show, achei bem mais bonito que a Casa Rosada. Dali seguimos para a Catedral Nossa Sra Del Carmem , linda por fora e uma incógnita por dentro, pois estava fechada, que pena. Fim de tarde, voltamos a Praça Simon Bolívar e tiramos belas fotos no final da tarde, já com a praça com poucas pessoas. Ali perto tem um centro de loja com artesanatos, pequena, mas com bons preços. Retornamos ao hotel e jantamos no El Corral de novo.

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Vista do alto do Cerro

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Catedral de Bogotá

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Congresso Nacional

Ressalto sobre Bogotá é que nunca vi e nem verei tanta polícia na minha vida como vi por lá. Muito educados e atenciosos, parecem formigas. Do aeroporto às ruas, são muitos. A sensação é que se estiverem ausentes, o bicho pode pegar.

Quarta-feira: táxi para o aeroporto. Avião com destino para Cartagena. Um clima bem abafado nos recepcionou. Pegamos um táxi em fomos para o Hotel San Martin, que fica fora da cidade murada. A única ressalva que faço sobre o hotel é o fato do café da manhã ser no quintal, de resto, tudo ótimo: o café, o atendimento, o quarto, os funcionários e a localização. Na própria rua tem uma infinidade de lanchonetes, um supermercado a 50 metros, um Café Juan Valdez por trás da rua e o táxi de leva em no máximo 10 minutos para a cidade murada. Uma dica: diga o destino ao taxista e pergunte o valor da corrida. Normalmente 7000 pesos. Pela noite aumentam 1000 pesos.

Chegamos ao hotel e já saímos para a rua. Destino: Cidade Murada. Com um mapa pego na recepção do hotel para auxiliar, foi muito fácil. O clima da cidade é de pura história. Foi a primeira vez que andei com minha máquina a tiracolo. Em um instante passamos pela Catedral, que não vimos aberta em nenhum dos três dias que estivemos por lá, fomos para a Igreja San Pedro Clover, com visita paga, e com uma praça cheia de estátuas de metal. Seguimos para visitar o Museu da Inquisição, que fica na mesma praça da Catedral. Começamos a andar à esmo, de repente estávamos na Igreja de Santo Domingo, que também estava fechada nos três dias que passamos. Bem em frente tem uma obra de Botero. Começou a anoitecer e retornamos ao hotel.

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Praça San Pedro Clover

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Museu da Inquisição

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Praça de San Domingos

No dia seguinte vivemos o único momento desagradável. Logo na frente do hotel pegamos um táxi para irmos ao Convento La Popa. Nosso erro: não perguntar o preço antes de irmos. Caímos na conversa de que nos levaria ao convento e também ao Castillo San Felipe. A vista da cidade lá do alto do convento é bela. De lá seguimos para o Castillo, com o taxista sempre esperando. Tremendo mormaço neste dia, dá para suar muito. Os sapatos gigantes ficam bem próximos ao castelo, que na verdade é um forte. Na hora de pagarmos o táxi, na saída, veio a surpresa: o cidadão cobrou 75 dólares. Esperneamos e ele converteu para peso colombiano e reduziu o preço, mas pagamos R$ 150,00. Foi o preço da burrice, pois seria muito mais barato se tivéssemos liberado o mesmo quando chegamos ao convento.

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Sapatos Gigantes

Após almoçarmos no McDonald próximo ao hotel, fomos de táxi para o Portal do Relógio. Logo em frente tem duas estátuas de Pégasus muito bonitas, belas fotos podem ser tiradas. Fomos ao Portal dos Dulces, onde tem doces para todo gosto e trocamos um dinheiro, pois tem várias casas de câmbio no local. Fomos andando e tiramos belas fotos na murada, junto ao a estátua da Índia e chegamos ao Café del Mar. Boa música ambiente, vista do mar sem igual, bom atendimento, preços um pouco salgados mas é o preço do momento e do local. Por do sol, vendo pelicanos dando mergulhos para pescar e bebendo um mojito ou uma cerveja club colombiana ao som de rock instrumental é imensurável.

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Bancada no Portal dos Doces

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Pégasus e Portal do Relógio ao fundo

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Estátua da Índia

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Pina Colada e Mojito

Jantamos já próximo ao hotel no Subway, alguns ingredientes diferentes do daqui. Pimenta jalapeno, queijo provolone e recheio de carne suína, só para exemplificar.

No outro dia iríamos para Isla del Rosário, só que a esposa teve um problema de saúde e, infelizmente, não fomos. Já de tarde fomos para o Restaurante La Mulata para almoçar. Vale muito ir. Arroz com coco delicioso, purê de inhame e uma saladinha de tomate picado com creme de abacate sem igual. Para acompanhar, uma generosa limonada de coco. Atendimento vip das garçonetes super simpáticas.

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Restaurante La Mulata

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Arroz com Coco

 

Fomos para Mercado Bóvedas, pelo caminho fomos admirando a beleza das casas. Grande variedade de artesanatos para se adquirir lembranças.

Após ingerirmos um delicioso cappuccino no Juan Valdez, tiramos mais algumas fotos pelas ruas e fomos novamente ao Café del Mar para a despedida desse lugar tão especial.

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Belíssima arquitetura

 

Resumindo, vale muito ir a Colômbia. Bogotá não é tão atrativo, três dias são suficientes para percorrer os principais pontos turísticos. Já Cartagena.... dá vontade de voltar, o quantitativo de dias vai depender se você irá fazer passeio em ilhas e do tempo que por lá irá permanecer.

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Por do sol no Café del Mar

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Bairro Bocagrande ao fundo

 

Espero ter contribuído. Boa viagem para quem for!

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