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Olá viajante!

Bora viajar?

Kungsleden, a Trilha do Rei - Um trekking acima do Círculo Polar Ártico

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Hej, hej !!

 

Minha mulher me propôs um cruzeiro pelo Báltico. Não gosto de cruzeiros, mas casamento, entre outras coisas, é conciliação de interesses. Vi a oportunidade de fazer uma trilha famosa, sobre a qual havia lido fazia algum tempo.

 

O cruzeiro foi bom, com visitas a cidades históricas lindas do mar Báltico. Deixamos o navio em Stockholm, ao invés de voltarmos ao início do roteiro, em Kiel (Alemanha).

 

Ficamos dois dias e meio nesta maravilhosa capital da Suécia. De lá minha esposa regressou ao Brasil. Eu tinha férias maiores e ficaria mais uma semana na Escandinávia.

 

Segui para Kiruna e de lá para Abisko, bem dentro do círculo polar ártico, para iniciar a trilha.

 

A Kungsleden (Trilha do Rei, em sueco) tem 450 km no total e percorre de Norte a Sul parte da Suécia, começando em Abisko. É bem antiga, foi criada em 1905 e é considerada a trilha mais selvagem da Europa. Entretanto eu só tinha 6 dias e assim resolvi percorrer o trecho mais popular (e um dos mais bonitos), de Abisko até Nikkaluokta, num total de 105 km.

 

No trecho que iria percorrer ocorre a Fjällraven, um evento anual que reúne cerca de 1.600 trekkers em meados de agosto.

 

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05/09/2014

 

Quando o avião iniciou o procedimento de pouso e atravessou as nuvens, apareceu uma extensa tundra com pequenas lagunas e bosques isolados de árvores baixas. Em seguida surgiu a cidade de Kiruna. Não gostei do que vi: uma cidade grande, mineira, com enormes montanhas de minério de ferro (ore) e um grande pátio ferroviário para transportar o minério até um porto na Noruega (Narvik) ou para outro na costa do Báltico. Ao saltar do avião 13 hr, no pequeno aeroporto, o termômetro indicava 10ºC e chuviscava. Bela recepção. Peguei um ônibus (shuttle service) até a estação de ônibus da cidade. Lá parti no último ônibus para Abisko, as 14:20. Uma hora e meia de viagem e saltei na Abisko Turiststation, onde começa a Kungsleden.

 

Comprei gás para meu fogareiro, pão, um mapa da trilha e um sanduíche, que seria meu almoço. Saí do mercadinho apenas às 16 horas. Tirei uma foto do grande lago Torneträsk. Sabia que anoitece tarde assim não estava apressado. No portal de entrada da trilha um casal de velhinhos tirou minha foto, pose tradicional para quem começa a fazer a trilha.

 

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Ao partir, um corvo grasnou. M.....! Sinal de azar, pensei. Mas a beleza da trilha rapidamente me fez esquecer isto. Um rio bonito de águas geladas e cristalinas surgiu à direita, o Abiskojåkka. Peguei água e tirei fotos. A trilha seguia através de um bosque pequeno de folhas já amareladas e caindo.

 

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Segui apressado porque até Abiskojaure, primeiro refúgio de montanha, seriam 14 km. No caminho, as margens do rio, um local para acampar com sanitários. Um casal de idosos assava lingüiças numa fogueira e uma linda sueca fazia tricô, sentada numa rocha. Lá vi duas tendas da famosa marca sueca Hilleberg: uma Akto e uma Nallo. Não fiquei ali porque achei muito perto e cedo para acampar. Porém as 18:30 resolvi parar. Ainda faltava uma hora e meia até o refúgio. Achei um local bonito a beira do rio. Armei a barraca e usei a toalhinha molhada para um banho de gato. Só escureceu às 21 horas.

 

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06/09/2014

 

O dia clareou as 4:30 hr. Permaneci deitado até seis e meia. A noite foi agradável. Dentro da barraca ficou entre 9 e 10°C. Já peguei frio maior na Patagônia e nos Andes. Comi um müsli com leite e chá verde e parti 7:40. Hoje teria que compensar o que não fiz ontem (chegar ao refúgio Abiskojaure) e alcançar o seguinte, o Alesjaure. Cheguei ao lago Ábeskojávri, onde havia umas casas fechadas do povo Saami, provavelmente só usadas no inverno. O refúgio tradicional é um cone feito com troncos de árvores recobertos com cascas e tundra, garantindo o isolamento térmico.

 

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Uma hora depois cheguei ao Abiskojaure, mas não entrei no refúgio porque ficava meio fora do caminho. Comecei a encontrar outras pessoas desmontando acampamento e tomando café da manhã. Neste ponto, a trilha, que seguia deste Abisko rumo SO, passa a tomar o rumo Sul, em seguida SE e sobe um vale entre as montanhas Giron e Gärddenvárri. Ali, perto do topo, um meditationplats, com vista bonita. Ao longo da trilha há vários destes pontos de meditação. Neste vale avistei as primeiras renas, numa crista. Elas eram ariscas. Ao avistarem gente subiam mais a montanha, se afastando.

 

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Alcancei um altiplano acima da linha das árvores, a 800 metros de altura. Uma altitude baixa, mas como estamos dentro do círculo polar, nesta altura já não existem árvores. Ao longe, a NO, quase fronteira com a Noruega, os maciços nevados do Vuóidoasriida e do Vássencohkka. No altiplano uma sucessão de lagunas e um pequeno acampamento Saami.

 

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Uma hora adiante um grupo de pessoas lanchando atrás de uma crista, protegidas do frio vento SO. Resolvi parar ali também para almoçar. Puxei conversa com um casal de velhinhos e descobri que todo aquele grupo de idosos era da Austrália. A única jovem era uma bonita guia sueca com cabelo rastafari. Ela estava com uma faca e um salame na mão e oferecia para o grupo. Aproximou-se e ofereceu. Agradeci, mas disse que já tinha meu salame (estava comendo ele). Mas ela, com um jeito viking decidido, disse: "Mas o meu é bem melhor que o seu". Cortou um pedaço e estendeu para mim. Uma delícia, exclamei. Ela orgulhosa explicou que o salame era de carne de rena seca, defumada e temperada, feita na aldeia onde vivia. E me passou outro pedaço. Em seguida ela e o grupo partiram, indo em sentido contrário.

 

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Pouco depois eu parti. Uma espécie de perdigão (grouse) apareceu na trilha. Ainda tinha um longo caminho até Alesjaure. Do lado esquerdo, o belo lago Rádujávri e o glaciar Godu, entre as montanhas Kåtotjåkka e a Njuikkostak. Uma das vistas mais bonitas do trekking. Um vento SO bateu de frente até chegar ao refúgio Alesjaure às 16 horas.

 

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Fui logo para o refeitório onde tomei dois capuccinos para reanimar. Andar com um vento frio e forte na cara é cansativo. E minha mochila estava com 19 kg. O refúgio consiste de meia dúzia de casas, uma delas é uma sauna. Fica no extremo sul do lago Alisjávri, junto ao desaguadouro deste lago. Tomei uma sauna deliciosa (50 SEK). O problema é que fiquei sozinho com um grupo de alemães. Ainda bem que não perguntaram de onde vinha. Poderia vir uma gozação pelo sete a um na semifinal da Copa.

 

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Depois fui para o refeitório escrever o diário e estudar o mapa. Amanhã teria uns 25 km até Sälka, cruzando o ponto mais alto da trilha, o passo Tjäktja, com 1.100 metros de altura. Hoje calculo que percorri cerca de 29 km.

 

No final da estação podemos acampar ao lado dos refúgios sem pagar por isto. Porém se usarmos os alojamentos, toaletes, a cozinha e sauna, devemos pagar. A sauna pode se pagar em separado. Tem um mercadinho razoavelmente provisionado. Se soubesse não traria toda a comida (e o peso) desde o inicio da trilha.

 

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Continua...

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Ha, ha, ha!

 

Otávio: no próximo trekking levo vc para ser o provador de cogumelos. Se vc tiver de pé uma hora depois de comer, aí eu provo!

 

Altair: pergunta a sua esposa se vc quer ir para kungsleden! Eu sempre faço isto! ::hãã2::

 

Abs, peter

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Peter, olhamos a promoção da Qatar mesmo. A gente estava em dúvida entre EBC e Annapurna. Como nós 3 temos interesse no Nepal, vamos planejar a viagem e fazer qualquer uma das trilhas.

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Pra Ausangate, qual a melhor data pra vc? Tem preferência por algum mês específico?

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Renato: Ausengate deve ser feito no inverno, entre maio e setembro. Em outra época chove muito, fica ruim trilhar.

E só avisarem com alguma antecedência que eu programo minhas férias.

Quantos dias vc acha necessário?

 

Vamos conversar em pvt, por e-mail ou no Face, para não inchar o tópico.

 

Abs, peter

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Olá Peter!

 

 

Belíssima trilha!

Fico feliz em ler um relato desse quilate por aqui! Realmente um belíssimo programa de trekking, bem diferente do que temos por aqui. Parabéns!

 

Grande abraço!

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Grande Getúlio:

 

Valeu! Realmente é bem diferente. Temos que aproveitar nossas viagens para conhecer o que é não encontramos por aqui.

 

Em breve vou postar uma continuação do tópico com dicas de viagem e mais fotos.

 

Abraços, Peter

  • 2 semanas depois...
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Aqui vão algumas dicas para quem quiser fazer o trekking.

 

A Suécia consegue ser mais cara que o Brasil. Um boa refeição de comida típica custa algo em torno de 120 SEK.

 

Hotéis em Stockholm são caros. Mas sempre há a opção de Hostels. Sem dúvida fazer trilha acampando é a maneira mais barata de conhecer a Suécia!

 

Compre um passe para transporte público ao saltar no aeroporto de Arlanda, que fica a 70 Km de Stockholm. Há um shuttle service (ônibus) e um trem rápido de 20 min. (este trem é caro, 260 SEK) para o centro da cidade.

 

Câmbio: nove (9) coroas suecas (SEK) ~ um (1) euro.

 

1) Melhor época;

 

A não ser que goste de cross country ski, a melhor época é no verão, a partir de meados de junho até meados de setembro. Até meados de agosto tem muito mosquito ao entardecer. Leve um chapéu com mosquiteiro, se for na alta estação de mosquitos.

 

No inverno: alguns dizem que a trilha é mais fácil fazer de ski do que andando. Também há opção de alugar um snowmobile. A trilha tem placas altas com um X em vermelho que jamais ficam encobertas pela neve (vide foto). É a indicação da trilha de snowmobile.

 

Se quiser ver a aurora boreal vá entre final de agosto até março e escolha uma data sem lua cheia.

 

2) Suprimentos

 

Não precisamos levar tudo para a trilha. Na Abisko Turiststation e também em Alesjaure, Saltka e Knebkaise há lojas/mercearias.

 

Em Abisko achei fácil o gás para o fogareiro. Também tem combustível para espiriteiras a álcool, que é uma preferência nacional na Suécia.

 

3) Transporte.

 

Há avião para Kiruna (SAS e uma outra companhia) e de lá pegamos um ônibus para Abisko. Porém é melhor ir de trem. Se o avião atrasar perdemos o último ônibus para Abisko (os horários são próximos). Os trens saem de Stockholm em torno de 22 horas e lhe deixam na porta do parque (atenção: salte na Abisko Turiststation em não em Abisko – 1 km de distância entre estas duas estações).

 

Quanto mais cedo comprar o ticket de trem mais barato. Uma boa opção é o www.raildude.com. Há passagens de 1ª e 2ª classe e tarifas especiais para jovens na SJ (ferrovia estatal sueca). Mesmo a 2ª classe é bem mais confortável que qualquer econômica de avião. A 1ª classe é o leito.

 

Não há trem em Nikkaluokta. Temos dois ônibus diários para Kiruna, onde poderá pegar o trem ou avião de volta para Stockholm. Os horários do busão são 12 e 14:20 horas (verifique nos sites).

 

4) Clima.

 

Normalmente entre 5 e 15º C na época que viajei. Esteja bem preparado para o frio, a chuva e até mesmo neve.

 

5) Alojamento

 

Se quiser ficar num refúgio, e alojamento coletivo, você pagará uma taxa. Creio que na Knebkaise tem quartos individuais. Veja no site da STF – SvenskaTuristForeningen o preço que você deverá pagar. Creio que é possível reservar. Mesmo que não reserve e esteja lotado vc poderá se alojar neles, como manda a hospitalidade e a etiqueta de montanha, porém deverá estender o saco de dormir no chão.

 

Se for acampar, use de preferência uma barraca 4 estações, com pouca ou nenhuma tela devido ao frio. A minha Lightwave T0 Trek foi perfeita.

 

6) Comida

 

A comida sueca (e escadinava de modo geral) é muito gostosa e saudável. Stockholm é uma cidade que possui um nº proporcionalmente grande de restaurantes estrelados no guia Michelin (a Suécia tem um total de 13).

 

A culinária se baseia muito em pescados – especialmente salmão e arenque. O dill (parente da erva-doce, mas de sabor bem diferente) é um tempero delicioso que eles põem nestes pescados. Experimente a carne de rena, mais fácil de encontrar que carne de boi na Lapônia. Ela é boa e defumada fica uma delícia.

 

Não saia da Suécia sem comer um smorrebrod, sanduíche aberto (~100 SEK). Embora seja um prato típico dinamarquês, ele é bem apreciado em toda a escadinávia.

 

Para o trekking recomendo levar um pão preto de centeio (rugbrod). É um pão forte, muito nutritivo e durável, nada a ver com o nosso pão francês pobre em nutrientes. Mas você vai estranhar a diferença.

 

7) Equipamentos

 

Os suecos amam a natureza e o trekking. Assim produzem uma diversidade de produtos famosos para camping/trekking, a exemplo de tendas (Hilleberg), facas e fogareiros. Pena que são caros.

 

8) A trilha

 

Kungsleden é uma trilha bem mantida e sinalizada. O trecho que fiz conta com refúgios de montanha. Mas há trechos mais ao sul onde não há huts.

 

Compre um mapa e verá que há dezenas de trilhas alternativas, algumas subindo as montanhas e outras indo até a Noruega. Se tiver mais tempo sugiro estas side-trips (embora não tenha feito). Algumas têm refúgios.

 

Mas ao Sul está o P.N. Sarek, muito bonito e bem mais selvagem. Mas não tem refúgios. A tenda é obrigatória.

 

Rumando para o sul, percorrendo a Kungsleden em alguns pontos obrigatoriamente precisará cruzar grandes lagos de barco. Creio que estas travessias custam entre SEK 100 a 200 por pessoa.

 

9) Frio

 

Vá bem agasalhado. Dois fleeces de boa espessura. Um agasalho de down (duvet) é uma boa pedida também.

 

Saco de dormir com temperatura de conforto em torno de 0º C ou então algo com uma temperatura de conforto maior, mas vestindo agasalhos dentro do saco de dormir. Meu saco, o Never Winter da Marmot, é para –1ºC. Mas teve uma noite que precisei também usar o agasalho de duvet.

 

10) Chuve e neve

 

Pode chover a qualquer tempo. Um bom abrigo é importante. Pode nevar mais para o fim da estação ou no início. Porém mesmo no alto verão podemos ser surpreendidos por neve ou chuva de granizo.

 

Os suecos dizem que não existe tempo ruim, existe gente mal vestida.

 

Se eu lembrar de algo mais, posto aqui.

 

Abs, peter

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Saudações Peter ::cool:::'>

Parabenizo vc pela caminhada e por acrescentar um relato valioso ao site, e cara vc viu as renas do papai noel ::ahhhh::::lol3::

Simpatizei bastante pela paisagem, e foi a primeira vez que li um relato por estas terras. Vc usa a nallo 2 ? Vou comprar uma tenda nova e estou entre a nallo 2 e a msr fury. Duvida cruel viu ::mmm:

Muito interessante o lance da aurora boreal, com certeza marcarei meu mapa nestas terras.

Qd sua esposa lê seus elogios a mulher nórdica, ela não faz assim não ? :arrow:::prestessao::::quilpish::::toma::

Bom, eu não falo nenhum outra idioma a não ser português e espanhol (intermediário), eu já tirei da cabeça o "medo" de viajar para países que não falam minha língua, se for assim não viajo nunca a estas terras ::mmm: . Mas confessamos, que nomes difíceis vc citou ::dãã2::ãã2::'>

 

Forte abc irmão, bons ventos.

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Hahaha!

 

Grande Peregrino!

 

Vale mesmo a pena conhecer a Kungsleden. Os nomes só citei porque comprei o mapa! Mas não me pergunta como se pronuncia!

 

A Nallo 2 é melhor porém é muito cara. Acho que bate nos 700 Euros. Mas é um sonho de consumo!

 

Eu tenho uma viking sergipana em casa. O segredo é elogiar dobrado!

 

Abração, peter

  • 1 mês depois...
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Ola Peter, vc parece bem experiente. Adorei teu relato.

 

Voce sabe de alguma trilha na Europa que pode ser feita agora em dezembro/janeiro? algo preparado para o inverno?

 

Muito obrigada Milene

milene souza

 

Mensagens: 1

Desde: 24 Nov 2014, 08:22

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