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SUÉCIA 2020


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Olá, boa noite.

Bom galera, a minha dúvida pra escolher o destino de viagem para o ano de 2020 continua. Pesquisando sobre a Suécia e vi apenas elogios sobre o país, até o momento, 0 comentários ruins. O que aparentemente fortalece numa viagem pra Suécia, é que você não é dependente do euro, podendo comprar a moeda local, que em questão de valores, é bem mais barato que o euro. Eu ficaria 1 semana em Estocolmo, e com tudo pago (Passagem de ida e volta e hospedagem). Qual a dica que vocês poderiam me passar?

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Suécia é um destino que estou considerando também para 2020... mas é como o amigo acima mencionou, não estou com a percepção de que seja mais barato que a zona do euro não.. Pretendo fazer Dinamarca, Suécia e Noruega, tudo de carro... as cotações não estão baratas...

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Em 24/05/2019 em 19:33, BRviagens disse:

Olá, boa noite.

Bom galera, a minha dúvida pra escolher o destino de viagem para o ano de 2020 continua. Pesquisando sobre a Suécia e vi apenas elogios sobre o país, até o momento, 0 comentários ruins. O que aparentemente fortalece numa viagem pra Suécia, é que você não é dependente do euro, podendo comprar a moeda local, que em questão de valores, é bem mais barato que o euro. Eu ficaria 1 semana em Estocolmo, e com tudo pago (Passagem de ida e volta e hospedagem). Qual a dica que vocês poderiam me passar?

Olá.

você está completamente equivocado em relação a suécia ser mais barata, a Suécia é um destinos mais caros de toda Europa, tudo lá é muito mais caro do que na Itália, Espanha, Portugal e Portugal que usam euros.

Você não pode olhar só o valor da moeda, tem que ver quanto que efetivamente vai pagar, por exemplo, uma diária de hostel em Estocolmo custa pelo menos umas  200 Corroas Suecas, e quando você for converter estas 200 coroas para euros, vai ver que dá quase 20 euros, mais caro do que você pagaria num hostel em Lisboa, Madrid, Praga, Budapeste, Roma, etc...

 

Numa pesquisa rápida, uma semana no hostel mais baratinho próximo do centro de Estocolmo e que tenha uma qualidade aceitável, custa 1.600 Coroas Suecas , o que dá 150 Euros.

Uma semana nas mesmas datas num hostel em Lisboa custa 80 euros,  uma semana num hostel em Barcelona custa uns 120 euros, uma semana num hostel em Roma custa uns 120 euros, em Berlin custa uns 120 euros, em Praga e Budapeste uns 80 Euros...

Alem disto, o custo de vida é bem mais caro na Suécia, comida é cara, supermercado é caro, transporte é caro, bebida e baladas são caras, etc...  Tudo isto ajuda a levar o custo lá para cima.

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      Visitar a Escandinávia e os países que fazem parte dela não é barato. Os custos nesses países são altos tanto em alimentos e bebidas, quanto em acomodações e atrações, o que pode dificultar se você não tiver muito dinheiro para gastar durante a sua viagem.
      Felizmente, há muito para ver e fazer ao ar livre, já que este é um dos destinos mais impressionantes e interessantes do mundo. Além disso, vale a pena gastar para explorar algumas das melhores atrações que os países escandinavos têm a oferecer.
       

       
      Se você estiver viajando com orçamento limitado, há algumas coisas que você pode fazer para manter seus custos baixos, já que não é preciso fazer tudo no auge do luxo. Se você estiver procurando opções de baixo orçamento, saiba que existem algumas maneiras de economizar dinheiro.
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      Continue lendo: Como Economizar na Escandinávia: Tudo sobre Scandinavia Pass (Noruega, Suécia, Dinamarca, e Finlândia)
    • Por Mari D'Angelo
      📷 Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/guia-viagem-estocolmo/
      Estocolmo é daquelas cidades que parecem ilustração de lata de biscoito, sabe? Um skyline de prédios baixinhos preenchendo as ilhotas formadas entre os canais que cortam a capital. Pelas janelas avistam-se apartamentos aconchegantes e escritórios bem decorados.
      As ruas, seguras e limpas, são ocupadas por pessoas praticando atividade física (mesmo no frio congelante do inverno) e muitas famílias com crianças. Trânsito? Quase que só o de bicicletas na hora de saída do trabalho. Também não há superlotação de habitantes ou turistas, o que torna a cidade muito agradável de conhecer.
      A Suécia, terra de gigantes como IKEA, H&M e Spotfy, já figura há um tempo no topo da tabela do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mundial, e não é difícil perceber o porquê. O país tem políticas muito avançadas em relação a temas como licença parental, igualdade de gênero e diversidade sexual. E embora cobre impostos altíssimos de seus habitantes, isso tudo é refletido de forma muito positiva no bem estar e na qualidade de vida dos suecos. Claro que, como em qualquer lugar do mundo, tem também seus pontos negativos. Embora o salário dos suecos seja em média muito bom, para turistas Estocolmo é uma cidade bastante cara. Além disso, o clima frio e o fato de ter poucas horas de luz nos meses de inverno (em Janeiro por exemplo o sol se põe em por voltas das 15h30) pode não agradar a muita gente

      Informações básicas
      Moeda: Coroa sueca (1€ = 10SEK aproximadamente). Prefira levar cartão de crédito ou cartões multimoedas como o Revolut pois é o meio de pagamento mais comum. Muitos estabelecimentos inclusive nem aceitam notas e moedas, estando identificados como “Cash Free Zone“.
      Língua: Sueco, mas a maioria da população fala inglês fluentemente.
      Fuso horário: A Suécia está 4 horas adiantada em relação ao horário de Brasília (+1h no horário de verão sueco) e 1 hora adiantada em relação à Portugal continental.
      Política: O regime sueco é o de monarquia constitucional. O rei Carl XVI Gustaf é o atual chefe de estado para funções cerimoniais.
       
      Como chegar do aeroporto ao centro de Estocolmo
      Para ir do Aeroporto de Arlanda ao centro da cidade há algumas opções disponíves, sendo essas as principais:
      Arlanda Express: A opção mais rápida, pois é um trem expresso que liga o aeroporto ao centro da cidade. O valor é aproximadamente 30€ e a viagem dura 20 minutos. Confira aqui o site oficial com mais informações.
      Trem Convencional: Parte dos terminais 4/5 (é possível chegar a pé, por dentro do aeroporto mesmo) e custa por volta 18€. O trajeto até a Estação Central é de aproximadamente 40 minutos. Como é um transporte convencional, os trens têm diferentes destinos, por isso é preciso ter atenção à plataforma e o horário de partida.
      Ônibus: O ônibus é a opção mais barata e também a mais demorada. O custo é de aproximadamente 9€ e o tempo em média 50 minutos.
      Taxi: A opção mais confortável mas também a mais cara. O valor é em média 60€ e o tempo aproximadamente 40 minutos.
      Para informações mais detalhadas consulte o site do Aeroporto.
       
      O que fazer em Estocolmo?
      A capital sueca é na verdade um arquipélago composto por 14 ilhas banhadas pelas águas do mar Báltico e ligadas entre si através de pontes.
      Vou deixar aqui sugestões de coisas para fazer em algumas delas e um mapa para entender melhor as divisões. Muitas empresas também oferecem passeios de barco prometendo mostrar a cidade por outro ângulo.
      Considero 3 dias um bom tempo para conhecer o principal, mas se tiver oportunidade de ficar mais um pouco, é definitivamente um daqueles lugares onde vale se perder sem pressa! Eu fiz tudo a pé, mas se o tempo for curto pode apelar pelo transporte público, que é bastante eficiente, ou alugar uma bike, já que a maior parte da cidade é plana.
      Se a ideia for entrar em muitas das atrações turísticas pode valer a pena comprar o Stockholm Pass.

       
      ▸ Norrmalm e Östermalm
      Norrmalm é o centro comercial de Estocolmo, aquela parte da cidade mais cosmopolita, com lojas de redes internacionais e a movimentação dos turistas.
      Kungsträdgården, a praça central da cidade, é rodeada por cafés, lojas, restaurantes e hotéis e é palco para eventos ao ar livre no verão e pista de patinação no gelo no inverno, além de dar um show na primavera, com a floração das cerejeiras.
      As vias próximas à Estação Central também são bastante movimentadas, como a Drottninggatan, famosa rua de pedestres cheia de lojas e restaurantes, e a praça Hötorget, onde rola uma feira bem eclética, que vende desde apetitosas frutas e legumes até flores e antiguidades. O bairro vizinho, Östermalm, já é bem mais sofisticado, destino de quem pretende fazer compras em lojas de luxo. Mas mesmo para os pobres mortais é uma área bem agradável de conhecer, e dois bons motivos são o parque Humlegården e o mercado Östermalms Saluhall, parada perfeita para quem quer experimentar os sabores locais.
       
      ▸ Gamla Stan
      É o centro velho de Estocolmo, uma das partes mais interessantes da cidade. Entre as atrações estão o Palácio Real, o Museu do Prêmio Nobel e a Catedral de São Nicolau. A encantadora Praça Stortorget, um dos cartões postais de Estocolmo, é o coração da região.
      A maior delícia de Gamla Stan é se perder por suas ruelas medievais, que durante o dia são cheias de vida e à noite calmas e silenciosas. É só entrar em qualquer loja de souvenir para notar algumas figuras que fazem parte da cultura sueca e da mitologia nórdica, como o delicado Dala Horse e as réplicas de pedras rúnicas escandinavas. Tudo isso tem histórias interessantíssimas que só dão mais vontade ainda de explorar a Suécia!
      Gamla Stan também é um bom lugar para comer. Entre as muitas opções de restaurantes, minha sugestão para quem quer conhecer a culinária tradicional sueca é o Aifur, que tem todo um ar medieval ornando perfeitamente com a região!
      Para mais dicas de restaurantes em Estocolmo e comidas típicas da Suécia veja este post!
       
      ▸ Djurgården
      Essa é a ilha dos museus e parques temáticos. Para os fãs de Abba, há um museu interativo todo dedicado à banda. Já o Skansen Museum é um espaço à céu aberto que recria a vida na Suécia através de casas típicas e encenações. Um zoológico também faz parte dessa atração, por isso não visitei.
      Ainda em Djurgården fica o incrível Vasa Museum, dedicado à embarcação do século XVII que naufragou em sua primeira viagem e ficou 300 anos no fundo do mar. O navio foi resgatado, restaurado e colocado em exposição para que o público conheça em detalhes sua fascinante história.
      Quem tem crianças ou tempo de sobra, ainda pode explorar o Gröna Lund, parque de diversões mais antigo da Suécia.
       
      ▸ Södermalm
      Esse é o pedaço mais hipster de Estocolmo! Andando pela rua Götgatan e arredores dá pra sentir essa vibe nos suecos e gringos estilosos que frequentam os muitos cafés, galerias e brechós espalhados por lá (aliás, se é do time das roupas de segunda mão, Estocolmo é o paraíso!).
      Há também alguns museus interessantes como o Fotografiska, para os apaixonados por fotografia e o Stockholm City Museum, que é grátis, e conta de forma bem didática um pouco da história da cidade.
      Mas talvez o mais impactante dessa ilha seja a vista absurdamente incrível que se tem a partir do Monteliusvägen, uma trilha quase escondida com alguns mirantes espalhados pelo caminho. Pode não ser tão central ou próximo das atrações turísticas, mas garanto que vale muito a pena!
      Outros dois lugares para ver Estocolmo do alto são o terraço do Södra Teatern e o topo do Katarinahissen, um elevador que liga a parte baixa a alta da cidade e onde funciona o restaurante panorâmico Eriks Gondolen.
       
      ▸ Kungsholmen
      A maior atração dessa ilha é o Stadshus, o prédio da prefeitura, que além da sua função governamental é importante por ser o local do jantar de cerimônia dos Prêmios Nobel.
      Mesmo que não faça a visita interna, é possível conhecer sem custos a parte externa, que tem um jardim lindo e vistas interessantes para as outras ilhas.
       
      ▸ Skeppsholmen e Kastellholmen 
      A pequena Skeppsholmen é acessada pela Skeppsholmsbron, a ponte-cartão-postal de Estocolmo famosa por suas coroas douradas. Embora não tenha muitas atrações além do Museu de Arte Moderna, a ilha e sua adjacente, Kastellholmen, são lugares perfeitos para uma caminhada tranquila a beira-mar! 
       
      ▸ Bônus: Arte no metrô de Estocolmo
      Não é só na superfície que a capital sueca encanta e surpreende. Seu subterrâneo também atrai curiosos para conhecer a exposição de arte mais longa do mundo, o metrô de Estocolmo!
      As cem estações vem sendo decoradas por artistas desde 1957, seja com pinturas, esculturas ou instalações. Como não usamos o metrô para o transporte, compramos um bilhete unitário, válido por 75 minutos, só para explorar as intervenções. Apesar de ter feito um roteiro maior, houve uma interrupção por tempo indeterminado na terceira estação e acabamos não conhecendo o resto, mas destaco a T-Centralen (linha azul) e a Stadion (linha vermelha).
      O site Visit Stockholm tem informações mais completas sobre as obras. Para informações oficiais sobre os bilhetes, clique aqui.
       
      O que comer em Estocolmo?
      Provavelmente as almôndegas sejam a iguaria mais famosa do país, assim como as salsichas e carnes exóticas (para nós), como a de alce. Mas a gastronomia sueca também é muito baseada no mar, com pratos de peixe como salmão e bacalhau fresco. Os acompanhamentos costumam ser purê de batata, a típica geléia de lingonberries, legumes e vegetais.
      Talvez ainda mais importante que as refeições seja a hora do cafézinho, que tem até nome – Fika! Os pães geralmente tem versões saudáveis como integrais ou com sementes ou o knäckebröd, preferência nacional, que é bem fininho e pode ser consumido no café da manhã ou como entrada. Já os doces não são lá muito fitness, as vitrines apresentam uma enorme variedade de opções como o bolo da princesa ou o rolinho de canela com cardamomo.
      Veja aqui um post especial sobre a comida típica da Suécia e sugestões de restaurantes em Estocolmo.
      📷 Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/guia-viagem-estocolmo/
    • Por MatheusRedfield
      Oi gente, não sei se pode esse tipo de postagem mas queria saber: Vocês já compraram algo no Civitatis? deu certo? Vi umas excursões baratas lá e fiquei meio desconfiado. Vocês recomendam?
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