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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia 2014 - 17 dias - Estrada da Morte/Ônibus da Morte/Ilha da Morte/Tudo da Morte - Com palavrões[18+]

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Olá, meu nome é Rodolfo, sou um Cuiabano de 25 anos, e sou muito bem casado com Franciele. E resolvi nos dar de presente de 3 anos de casamento, uma viagem um tanto quanto aventureira.

 

Como a trip foi um pouco fora de nossas expectativas e um tanto quanto fora do comum, comecei a registrar os acontecimentos do dia-a-dia. Eu estarei postando UM dia de trip por post, de forma bem-humorada e também contribuindo com alguns dados para os que desejam fazer o mesmo.

 

Nosso orçamento para a trip foi de R$ 1500,00 por cabeça. E começamos assim:

 

11/12/2014

 

Cuiabá

Saímos de Cuiabá para Cáceres ás 07:00 pela empresa Meira-Tur. A passagem custou R$ 55, que foi pago na hora. A viagem durou 3 horas, o suficiente para pegar o bus das 12:00 para a fronteira.

 

Cáceres

Chegamos em Cáceres por volta de 10:00 e fomos deixados na porta da Polícia Federal, onde retiramos o nosso "Permission" para saída do Brasil. Caminhamos até a rodoviária do Centro. Foi uma caminhada gostosa, conversávamos e discutíamos nossas expectativas. Me sentia, neste momento, um mochileiro das galáxias. Chegando na rodoviária, descobrimos que a empresa TransBolívia já tinha reservado as 3 últimas passagens das 12:00 para San Mathias. Faltando aproximadamente 1:30 para nosso embarque, iniciamos o teste de paciência do funcionário. Faltando aproximadamente 45 minutos, uma das pessoas que reservou a passagem chegou. Intensíficamos o teste de paciência do funcionário, até que faltando 30 minutos, ele libera a passagem. Embarcamos as 12:00 e felizmente, as pessoas que reservaram as duas últimas passagens, não compareceram. Seguimos uma viagem de aproximadamente 2 horas até a fronteira entre Corixa-Brasil e San Mathias-Bolívia.

 

San Mathias

Na fronteira, fomos brevemente revistados pelo GEFRON, nada demais. Ao terminar, havia uma fila de táxis impecavelmente destruídos já a nossa espera. Em um ato de roleta-russa, escolhemos um táxi e fomos para a "Imigración" para dar entrada na papelada. Rapidamente recebemos uma papelada e voilà, estavamos legalmente na Bolívia. Continuamos em caminhada para o "Centro" da cidade, onde encontramos um ônibus de "luxo" na beira da rua e fomos pedir informações sobre a compra de passagens. Depois de muita falha de comunicação, comprei a passagem com eles mesmos. Após esperar por meia hora a saída do ônibus, eles me chamam e falam "Não vai pegar o ônibus?". - Isso é o que eu acho que eles disseram, já que entendia tanto de espanhol quanto entendo de mandarim - Foi então que fomos informados que teríamos de ir até a rodoviária. Com medo de perder o bus corremos atrás de um táxi para nos levar até lá. Chegando na rodoviária, descobrimos que na verdade ganhamos uma hora com o fuso horário. Lá, encontramos Bete e Jaqueline, que estavam no mesmo bus de Cáceres a Corixa. Deixei minha esposa falando com elas enquanto eu tomei a maior distância possível, pois elas falavam mais que meu cérebro podia processar.

 

Ônibus da Morte

As 15:30 embarcamos no ônibus da morte - apelido carinhoso dado por mim - com destino a Santa Cruz de La Sierra, e antes que pudéssemos partir, observei que não havia a PORRA DE UM BANHEIRO!!! A viagem que duraria 16 horas, ainda veio com o desejo de prisão de ventre, desejo esse que nunca pensei que teria em minha vida. Seguimos a trip com um motorista, que poderia facilmente ter suas habilidades comparadas a um piloto de Rally de velocidade, onde em alguns trechos podíamos ouvir galhos batendo em ambos os lados do bus. Com nossa mochila de suprimento de lipídios, fomos comendo e conversando enquanto admirando a paisagem. De repente o bus para no meio do absoluto nada e 40% do bus desce, eu guiado pela preguiça e falta de curiosidade fiquei sentado. Uns minutos depois resolvi levantar para ver o que acontecia, e descobri que era a parada do "banheiro", digo "banheiro" porque o objeto mais próximo que havia do ônibus era uma árvore a 20mts. Os 40% subiu no bus e seguimos viagem até um vilarejo com 3 lanchonetes e duas residências, lugar esse que não me lembro o nome e sinceramente, não faço questão. Depois de muita procura, encontramos um banheiro, esse sem parênteses. Banheiro esse de 3 muros de madeira, - se fizer as contas verá que está faltando muro - telhado de palha e uma "privada" de madeira que fedia tanto, que os urubus da região voavam com uma asa e a outra tapavam o nari. Continuamos viagem até o anoitecer. O motorista faz outra parada, e dessa vez eu desci, já que era a última da noite, provavelmente. Caminhando sobre uma terra fofa, procuro por uma região com mais "privacidade", na volta reparo que aquela terra fofa, na verdade estava verde, graças a Deus. Eu espero até hoje que aquilo seja de cavalo.

 

O Susto

No meio da noite, praticamente dormindo, sentimos o ônibus rampando sobre uma ondulação na pista, perdendo o controle e QUASE capotando no lado direito da estrada. Sinceramente, não sei dizer se fiquei travado por 2 segundos ou 2 minutos, quando então vejo pessoas pulando pela janela do lado esquerdo. Fiz um cálculo de engenharia rapidamente e pensei. - "Essa porra vai desbalancear e tombar pra direita" - Rapidamente pedi pra minha esposa pular, joguei minhas mochilas e pulei logo atrás. Após a adrenalina baixar eu pensei. - "Que foda!!! Eu quero de novo!" - Ajudei a descer o restante das pessoas do ônibus, as cargas, contamos piadas, rimos, gravamos videos, tiramos fotos, até que a chuva começa a cair e ouço um anônimo fazendo uma pergunta genial. - "E agora?" - Eu, novamente, em outro cálculo rápido pensei. - "Fodeu!". Mas meu cálculo não levou em consideração que o nosso motorista era um piloto de Rally. Logo em seguida, apareceu um ônibus ultrapassado pelo nosso querido filho da puta de um motorista. Embarcamos sujos, suados, molhados e fedidos, e seguimos viajem para Santa Cruz de La Sierra. E enfim, consegui dormir.

 

Fotos do dia

 

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Assim como você, também me chamo Rodolfo, e também moro em Cuiabá/MT ::hãã2:: ... acompanhando. Pretendo fazer um mochilão até a Bolívia, Chile e Peru...só faltam as companhias e começar o planejamento.

 

Abraço

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Me fez lembrar de um carrinho de hamburgueres numa esquina de La Paz. No início da noite fazia fila, muito bom!!!

Acompanhando...

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16/12/2014

 

La Paz

Acordamos cedo, e infelizmente não havia "desayuno" no Full Hostel, e como achamos MUITO frio o quarto, resolvemos achar um outro lugar para dormir. Entre os vários albergues que visitamos, o que mais nos chamou a atenção foi o Muzungu, na Calle Illampu. Até então eu não sabia, mas eu iria me apaixonar por aquele albergue. Havia desayuno, baño compartido, restaurante e bar, onde poderíamos escolher um drink free, por um preço de 110 B$ o casal. Voltamos, fizemos a mala e fomos dar check-in no Muzungu. Almoçamos em algum lugar não muito característico, tanto que nem lembro onde almoçamos. Pedimos informações sobre o mirante ao recepcionista do hotel, e fomos informados sobre o mirante do teleférico "Amarillo". Saímos mais tarde em caminhada para o teleférico, que olhando agora aqui no G Maps são 2,5km, que para a altitude foi como uma maratona. Exaustos, compramos as passagens por 3B$ cada. Na subida a vista era maravilhosa, podia-se ver toda a cadeia de montanhas, o "Chacaltaya", "Huayna Potosi", Illimani", entre outras que não conhecia. Chegamos na estação de "El Alto", que para a minha infelicidade era mais frio e o ar era mais rarefeito que o centro de La Paz. Procurando o mirante sem sucesso, fomos informados que o mirante estava desativado. Desanimados, saímos e fomos procurar ao redor do teleférico, algum lugar onde havia uma boa visão das montanhas, e para minha surpresa, eu fiquei feliz do mirante estar inativo. Que vista era aquela?! Era um ambiente de favela com as montanhas de fundo. Estava tudo maravilhoso, ainda mais com a companhia da minha esposa e de um cachorro. Sim, enquanto curtíamos a paisagem, um cachorro chegou na boa e sentou-se do nosso lado. Ficamos ali, eu, minha esposa e o cachorro. Quisera eu ficar ali o dia todo. Mas estava começando a escurecer, e por mais que fosse dura a dor do parto, tínhamos de partir e dar Adeus para "Rex". Descemos o teleférico e seguimos nosso caminho para o hostal a pé. No meio do caminho comemos umas besteirinhas também não muito características. No hostal tomamos um banho e subimos para o bar. Lá, a festa já estava armada, todos nos gritaram e nos abraçaram nos recepcionando. Havia a Miri Am, a alemã, Ruan Estrada, o húngaro, Ludimila, a baiana, Damian, o argentino, Fernando, o português e Cesar, o barman Cubano. Ruan, era o mais característico. Ele ficou lá sentado, enquanto a Ludimila falava com ele, e ele simplesmente em silêncio. O pessoal muito gente fina, mas infelizmente muitos estavam de partida, e portanto não os veria no dia seguinte, foi o único momento que ouvi a voz de Ruan.

 

Fotos do dia

 

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Rodolfo,

 

Estou seguindo seu relato mais que engraçado... ri muito quando pensou em matar sua esposa pra pegar a cota de oxigênio dela.. kkkkkkkkk

 

Aguardo cada dia um novo episódio.

 

Estou montando a minha pra agosto e já comecei as pesquisas.

 

Parabéns!

 

Abraço,

 

Roberta

Postado
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17/12/2014

 

La Paz

 

Acordamos cedo e fomos "desayunar". O desayuno era muito bom. Havia dois pães, margarina e geleia, uma xícara grande de café/café com leite/"té", um copo pequeno de suco de laranja e em dias intercalados "huevo" cozido ou banana. Nos preparamos para um dia cheio de ânimo e aventura. Nos agasalhamos e fomos para rua. Estava um clima agradável de morte por congelamento, garoando e ventando. Ficamos 7,5 segundos do lado de fora do hotel, olhamos um para o outro e dissemos. -NEM FODENDO!!- Ficamos dentro do quarto esperando a garoa e o frio passar um pouco. Saímos para comer no mercado, localizado na "Plaza Murillo", que por sinal foi o lugar menos sofisticados que eu comi na minha vida. Depois de tentar achar uma barraquinha mais "bonitinha" dentro do mercado, uma "chola" super simpática insistiu para entrarmos e comermos uma "trucha" e não pudemos resistir. Num lugar que era simplesmente menor que meu quarto, funcionava a cozinha/estoque/mesa de almoço. Foi meio tenso ficar sentado espremido com um monte de gente do lado, mas já que estava lá, queria viver ao máximo aquela cultura. Logo veio a minha "trucha" e o "pollo dorado" de minha esposa. Sinceramente, a truta não estava lá aquela Gisele Bundchen e o arroz estava bem empapado e sem graça, porém a truta estava gostosinha. Já que o almoço não foooi dos melhores, resolvi pressionar o "Foda-se!" e pedi o assustador "mocochinchi". É basicamente uma bebida refrescante doce, de cor amarronzada e transparente, feita a base de canela e pêssego ressecado. Como se a bebida não fosse difícil de engolir, NA MINHA OPINIÃO, ainda poderíamos comer o pêssego ressecado que fica no fundo do copo. Não sei se não gostei, por já beber a bebida com minha opinião praticamente formada antes mesmo de beber, mas meu amigo bebeu e disse que gostou. Sei lá, vale a pena tentar. De lá, fomos caminhando até o teleférico "rojo" pela Av. Montes.

 

A Macumba

 

Subimos, o que eu acredito ser a "Calle Pucarani", e logo pudemos ver uma subida muito íngreme. Não nos intimidamos, e quando pegamos o fôlego para começar a subir, ouço uma voz velha e roca dizendo". - Ayuda-me! Ayuda-me! - Bem, pelo menos isso eu já conseguia compreender com meu espanhol ilimitado. Olhei para minha esquerda, e havia um senhor aparentando entre 50 a 60 anos. Era difícil dizer, na verdade. Ele estava muito debilitado. Ele nos chamou e disse que não conseguia caminhar por causa da perna dele. Pediu para que levássemos até a "Avenida Montes" para que pudesse pegar a "condución" para casa. Ao ver o tio naquele estado, o coração partiu. Eu e minha esposa colocamos ele entre nosso ombro e fomos caminhando. Eu comecei a pensar, se isso fosse um esquema pra pegar turista besta, e portanto fiquei bem atento a todos os lados, como se isso fosse fazer alguma diferença. Independente, eu resolvi arriscar. No meio do caminho ele pede para pararmos, pois estava com muita dor na perna. Paramos conversamos com ele, e falamos que iríamos mais devagar. Eu já calculava meia hora pra conseguir chegar com ele até a avenida. Menos de um minuto depois ele pede para pararmos de novo. Dessa vez, ele ergue as mãos ao céu mandando beijos, agradecendo, chorando, ele nos mostrou a perna dele, dizendo que tomou facadas, e nesse momento comecei a perceber que ele estava embriagado ou sofria de alguma deficiência mental, se é que posso dizer assim. Ele nos abraçou individualmente e disse algo incompreensível para nós, não parecia espanhol. Ele colocou a mão na jaqueta e tirou uma colher torta 180 graus, já comecei a ficar "cabreiro". No outro bolso, ele tenta tirar algum outro objeto, mas não conseguia, pois sua falta de coordenação somente poderia ser comparada ao de um bebê de 3 meses, ou de alguém que bebeu mais que um Viking comemorando St. Patrick's Day na Rússia. - O que merda eu disse agora? - Nesse momento ele tira a mão do bolso, sinalizando como se fosse uma arma, e apontando para mim e depois para minha esposa. Completamente desorientado, ele volta com a mão no bolso enquanto ri, pensando que a piadinha dele tivesse nos deixado extremamente confortáveis. Esse é um daqueles momentos que a adrenalina vai ao topo e você sente suas costas esfriarem. Olhei pra Fran e sinalizei para ela dar o fora dali. Rapidamente coloquei a colher de volta no bolso dele o coloquei encostado numa van próxima a nós. Caminhamos aquela ladeira, como se eu houvesse ganhado na loteria do oxigênio. Só depois de subir olhamos um para o outro e pensamos na merda que tinha acabado de acontecer.

 

La Paz

 

De volta ao normal, chegamos ao teleférico "rojo". Subimos no teleférico e no meio do caminho, eu pensei. - E se aquele filho da puta me jogou uma macumba? - Naquele momento, eu fui cantando mentalmente tudo quanto é música de igreja, com medo do capeta. :twisted: Para minha felicidade, o teleférico "rojo" era duas vezes o tamanho do "amarillo" tanto horizontalmente quanto verticalmente. Chegamos lá anoitecendo, e aparentemente não havia nada de muito interessante para se fazer. Comemos um arroz doce muito gostoso lá em cima e tomamos um café, estava bem frio nesse dia. Pegamos o teleférico de volta e seguindo a rua da praça, vejo um lugar escrito "trancapechos" e uma senhora fazendo uns lanches na chapa, parecia muito gostoso. Perguntei do que era, e ela disse que vinha, arroz, "hamburguesa", tomate com cebola, papas, e uns molhos. CARA! QUE DELÍCIA!! EU QUERO COMER TRANCAPECHOS PRO RESTO DE MINHA VIDA E MORRER DE DIABETES!!!!! Seguimos a caminhada até o hotel, onde nos arrumamos para ir ao bar de novo. Dessa vez haviam 3 israelenses, com nomes de israelenses, era de se esperar que eu não fosse decorar seus nomes. Mais uma vez pude ver Ruan, o húngaro e Damian, o argentino. Joguei duas partidas de sinuca com os israelenses, que me ensinaram a jogar o jogo que, até então, eu dominava tão bem quando eu domino física quântica. E pude perceber o quanto eu sou travadão. Preconceito à parte, aqueles 3 israelenses eram visivelmente mais descolados que eu. Qual é?! Os caras são de israel. Depois de perder humilhantemente e papear com o Ruan, que estava bem mais comunicativo dessa vez, e com Damian, eu fui dormir.

 

Fotos do dia

 

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Editado por Visitante

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Caramba! Eu não sabia, mas eu gosto de escrever. Espero que a leitura não esteja muito cansativa, porque a escrita está. Estou tentando colocar o maior nível de detalhe possível, sem tornar o texto cansativo.

Espero que as pessoas não entendam mal as piadas que faço. Bolívia foi um país maravilhoso e estou completamente apaixonado por ele. Não me arrependo em nada dessa viagem e acredito que esses "perrengues" de viagem servem para deixá-las mais divertidas.

Depois de escrever todo o relato vou colocar uma compilação de vídeo que pretendo fazer em breve.

 

Valeu Aletucs, jaci13, yurinouse e RoxaneOliveira.

alexandresfcpg, as duas únicas coisas que eu amo mais que essa maionese, é picanha e minha esposa. Nessa ordem.

Rodolfo91, bacana encontrar um chupador de bocaiuva aqui. Você é de que região?

W Braga, não era o trancapecho, próximo ao teleférico rojo? Peguei uma fila considerável.

julirosacarvalho e Robertausf, espero que aproveitem algo do meu relato. E uma futura boa viagem pra vocês! Vale a pena.

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Rodolfo, pra mim o relato tá joia! Admirei muito sua coragem de comer as comidas da rua sem preconceito. Já fui 4 vezes pra lá e ainda não encarei nem medade do que vc comeu, kkkk.

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Nao era o Trancapecho... Em 2013, quando fui, nao havia ainda teleférico! Foi em algum lugar dentro do quadrante Comercio, Colon, Illampu, Sagarnaga.

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Cara, tá muito bom seu relato, e o toque de humor é justamente o que faz o relato não se tornar cansativo, usei essa mesma técnica no meu, espero que tenha surtido efeito hahaha

E também não consegui encarar com essa bravura tudo o que via na rua não, tu é quase um Conan!

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