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Olá viajante!

Bora viajar?

10 Dias Cidade do México + Nevado de Toluca - Viagem Econômica-

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Olá Mochileiros e Mochileiras,

 

Recentemente voltei de uma viagem de 10 dias com minha noiva para Cidade do México, uma viagem sem igual.

Acompanho o mochileiros.com a alguns anos, sempre lendo os mais variados roteiros de viagem, já montei alguns roteiros através do site que ainda não realizei, e nesta vigem par o México não poderia ser diferente, pesquisei algumas coisas aqui que me ajudaram muito. Através deste relato pretendo ajudar com o máximo de informações quem pretende ir futuramente para este país incrível.

Vou começar fazendo algumas considerações gerais da viagem, e logo depois um relato dia a dia de tudo que aconteceu.

 

Por que o México? Na verdade tanto eu como minha noiva pouco conhecíamos sobre o país, a vontade veio depois de ver uma promoção de passagem e surgir a oportunidade de realizar um trabalho fotográfico lá, juntamos isso com uma pesquisa mais a fundo do país e decidimos ir para ver e viver tudo que havíamos pesquisado, alem disso tem o fato da Sara ser estudante de moda e nós dois termos uma marca de roupas, e o México se mostrou um ótimo campo de pesquisa.

 

Passagens Aéreas: A decisão de viajar já vinha a tempos, mas quando vimos as passagens para o México acabamos definindo nossos destino. A muito tempo que acompanho o http://www.passagensimperdiveis.com.br e um belo dia eles postaram a promoção de passagens para CDMX (Cidade do México), promoções não são novidades mas geralmente os melhores preços são saindo das grandes cidades, e nesta pesquisa encontrei as passagens por R$ 1.070,00 (cada) com todas as taxas incluídas, saindo de Navegantes-SC (NVT), cidade vizinha a minha, o valor normal desse voo NVT-MEX é entre R$ 2.500 e R$ 3.100. Comprei uma passagem pela Decolar.com e outra pela Submarino Viagens, preferi o serviço da decolar.com. Resumindo as duas passagens custaram R$ 2,140,00.

 

Vôo: No Final meu vôo ficou assim NVT(Navegantes)> GRU(Guarulhos)> BOG(Bogota) > MEX (Cidade do México), Foram 24h de ida e 21h de volta, o vôo de ida de NVT a GRU foi operado pela Gol em parceria com a Avianca, e o de volta CGH a NVT novamente operado pela Gol, na volta tive mudança de aeroporto, pousamos em GRU e sairíamos para o ultimo vôo de CGH, o translado foi feito gratuitamente com ônibus da Gol apresentando o ticket de embarque, se não me engano o ônibus sai de hora em hora, é bom chegar cedo no local de embarque pois os lugares são contados, fomos os últimos a conseguir embarcar no ônibus. Voltando a ordem dos fatos, a partir de GRU os vôos passaram a ser operados pela Avianca, já tinha voado antes de Avianca e recomendo sem duvidas!! Neste caso o vôo era operado pela Avianca Colombiana, ótimo serviço de bordo. entretenimento, atendimento da equipe de bordo e aviões em ótimo estado!

 

Hospedagem: Na hora de montar o roteiro acabamos decidindo ficar os 10 dias de viagem na Cidade do México para explorar de ponta a ponta a cidade, alem do que perderíamos 1 dia em função do trabalho fotográfico. Então optamos pelo Airbnb, o que se mostrou uma ótima escolha, nós hospedamos no centro histórico, em um apartamento muito bom, perto de restaurantes, farmácias, a 50 Metros do Metro, loja de conveniências e afins. Além de tudo o apartamento era super seguro, estávamos com todo dinheiro em especie e os equipamentos fotográficos, ficaria meio preocupado de deixar tudo isso em um quarto de hostel! Alem de todas as vantagens do apartamento tem a comodidade de pagar tudo pelo cartão ainda no Brasil e parcelar em até 3X, nos hospedamos neste apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/7651362 Ana nossa anfitriã sempre muito prestativa e atenciosa, dando dica de lugares, restaurantes, lojas e sempre tirava um tempo para conversar com nós sobre os mais variados assuntos, recomendo! Para quem não é cadastrado ainda pode se cadastrar por este link: http://www.airbnb.com.br/c/brayanl3?s=8 assim você ganha um bônus para a próxima viagem e eu também!

 

Moeda: A moeda corrente no México é o peso mexicano $MXN, preferi levar todo o valor em moeda local, separei cerca de $1.000MXN para gastar por dia, logo level $10.500MXN em especie, não levei travel money e levei apenas um cartão de credito internacional para emergencias, já que o limite do mesmo era baixo, no final acabei usando só para uber (através do app, não necessita ter o cartão em mãos), e também para comprar uma lembrancinha no aeroporto. O câmbio eu fiz ainda no Brasil através da Confidence Câmbio, casa de câmbio presente em todo país, apenas necessário reservar com uns 4 dias de antecedencia. Quando fiz a troca na segunda semana de fevereiro consegui quase o valor de R$1,00 X $4,00MXN, se não me engano R$1,00 comprou $3,87MXN. Uma dica é que pagando mais R$19,90 na hora do câmbio com a confidence você garante que eles comprem a moeda de volta pelo mesmo valor que você pagou, acabei não pagando e gastei até o ultimo peso no México ::otemo::

Outra coisa que vi é que muita gente leva em dólares e no destino final faz a troca para a moeda local, fiz essa simulação e no meu caso não foi vantagem iria perder cerca de R$200,00. Caso você opte por fazer assim, na cidade do México o melhor lugar para fazer a troca dos dólares é na bolsa de valores (https://goo.gl/IQgW5E) fica na Avenida Paseo de la Reforma, uma das mais importantes da cidade, no link tem a localização certinho, é na salinha com a placa CI Banco.

Para a configuração de viagem que fizemos, $1.000MXN por dia é suficiente é possível fazer até com menos. Todos as atrações que fomos fizemos por conta propria, em agencia sairia pelo menos 5X mais, ao longo dos relatos vou colocando a questão de valores e como chegar em determinados lugares. Na questão de transporte sempre utilizamos transporte público, e nos alimentamos bem, hora na rua, hora em restaurantes típicos, e poucas vezes em 'bons' restaurantes.

 

Transporte: Durante os 10 dias tudo que fizemos na Cidade do México foi 95% através do transporte público e caminhando. Nosso meio de transporte mais utilizado foi sem duvida o metro, chegamos a utilizar mais de 6 vezes por dia, em termos de cobertura o sistema é ótima, são mais de 200KM distribuidos em 12 linhas e 195 estações, você consegue ir para quase todos os cantos da cidade de metro é ótimo, aqui tem algumas informações interessantes (http://goo.gl/mWd1t6), mas num geral o sistema é muito bom, tem uma ampla cobertura é barato $5MXN o bilhete, e é seguro em cada estação ha vários policiais. Todo sistema é muito antigo, foi inaugurado em 1969 e desde então não passou por grandes melhorias, os trens são antigos e tudo mais, porem tudo funciona muito bem. Mais de 5 milhões de pessoas utilizam por dia o sistema, de todas as vezes que utilizamos apenas uma ou duas vezes conseguimos pegar o trem vazio a ponto de conseguir sentar, 80% das vezes estava cheio, você conseguia entrar numa boa e ficava em pé apertadinho, e duas vezes foi um parto para conseguir entrar, depois de deixar passar mais de 3 trens e muito empurra empurra conseguimos entrar, depois é só risadas, essas duas situações ocorreram entre 17:30 e 20h fora esses horarios é tranquilo. Quanto a segurança mochila sempre na frente com pertences pessoais, passaporte e dinheiro na doleira por baixo da roupa, tudo tranquilo sempre esperto sem dar bobeira. Nos horários de pico o primeiro vagão da composição é exclusivo para mulheres, apenas uma vez eu e minha noiva nos separamos pois era mais seguro para ela por conta do empurra empurra dos homens, todas as outras vezes fomos juntos no vagão geral e nunca tivemos problemas por conta de outros homens, com vagões cheios se via muitas mulheres em meio aos homens, mas nessas situações de empurra empurra não vi nenhuma, e o vagão de mulheres ia igualmente cheio. Minha opinião geral sobre o sistema, é que é super tranquilo de usar, muitos brasileiros evitam porem achei super tranquilo, é seguro, limpo e barato, fomos em todos lugares que queríamos apenas com o metro, recomendo.

Alem do metro por 3 vezes utilizamos os famosos e temidos táxis de ruas, utilizamos em trajetos de no máximo 2km por pura preguiça de caminhar. O fato é que existe uma lenda urbana (verídica) que principalmente a noite taxistas sequestram e extorquem turistas, conversando com um amigo mexicano ele me confirmou essas historias e contou que inclusive um hospede seu de nacionalidade suíça sofreu um sequestro que durou 2 dias, os sequestradores o doparam dentro do táxi então faziam saques do seu cartão de credito, depois de 2 dias ele foi liberado. Mas conversando com os mexicanos a orientação para fugir desse tipo de risco é: Se sair a noite para um restaurante ou balada, ao voltar para o hotel peça que alguém do local que você está chame um táxi de confiança, evite pegar táxi nas ruas. Se possível utilize o UBER ou aplicativos como Easy Taxi. Se for pegar táxi na rua durante o dia, tente pegar nos pontos, que são os TAXIS de Sitio, se não encontrar nenhum escolhas os táxis branco e rosa e de preferencia para carros mais novos, segundo um taxistas executiva que fez nosso transfer do aeroporto os táxis branco e rosa seguem a ultima regulamentação. No nosso caso pegamos 3 táxis na rua durante o dia, desses 2 eram carros muito velhos, o que era melhor também era registrado no Easy Taxi, motorista muito simpático e atencioso.

Utilizamos o Uber por 2 vezes, serviço muito bom. Para o transfer do ultimo dia para o aeroporto foi a melhor opção, muito mais barato que um táxi velho de rua.
Se você ainda não se cadastrou no Uber, use esse link aqui e tenha desconto na primeira viagem: https://www.uber.com/invite/9sdkheezue

Ônibus coletivos não utilizamos nenhum, tem também os peseros que são micro-ônibus e não é muito aconselhável por ser um sistema confuso e sem linhas fixas.

Outra boa opção é o Metrobus, semelhante ao sistema de Curitiba, com linhas fixas estações fechadas e bons ônibus, o valor é o mesmo do metro, nas estações de metrobus você só entra através de cartão, na entrada da estação é possível comprar um cartão recarregável por $10MXN esse mesmo cartão pode ser utilizado no metro.

 

Alimentação: Uma coisa você pode ter certeza, a comida mexicana que comemos nos restaurantes do Brasil nada tem haver com a verdadeira comida mexicana, tanto pelo sabor quanto pelo preço. Comer no México, mais precisamente na região central é barato comparado ao Brasil. Sabe aquela dica que todo mundo dá, não coma comida de rua? Esqueça, como na rua, nas barraquinhas, nos mercadões, no metro, é muito tranquilo pelo menos uma vez por dia comíamos em barraquinhas na rua, assim como no Brasil é claro que você deve prezar pela higiene do local, e quanto a isso todos os locais que comemos eram muito limpo e organizados, então COMA COMIDA DE RUA! Só assim da pra aproveitar bem a tipica comida mexicana na sua essência.

Para quem sem preocupa com a comida apimentada relaxa, nem tudo é pimenta no México, a maioria dos pratos vem sem pimenta, a pimenta vem em um recipiente separado e você coloca ao seu gosto, mas para prevenir peça sempre: Sin Chile, por favor. Assim os atendentes sempre te indicam um prato menos apimentado, e no final você acaba se acostumando e sentindo falta da pimenta.

Quanto ao valor por exemplo um bom café da manhã (Desayuno Completo) Custa cerca de $36MXN por pessoa, vem com Café ou Chá + Suco de Laranja + Cesta de Pães + prato escolhido ::hãã:: ou seja muito barato. Na rua se compra 5 Tacos por $30MXN e por ai vai, nossa refeição mais cara foi $320,00MXN o casal, mas foi um verdadeiro banquete em um bom restaurante. Nos bairros como Condesa e Polanco existem restaurantes bem chiques ali a conta pode passar dos $1.000MXN Facilmente. No mais outra boa maneira de economizar são as conveniências, são duas grandes redes e tem em todo lugar OXXO e 7eleven, praticamente uma em cada esquina.

 

Segurança: Bom a CDMX se mostrou muito mais seguro do que esperávamos, quando se pesquisa sobre se acha muitas comparações entre CDMX e SP. Gosto muito de SP e até moraria lá sem problemas nenhum, mas CDMX se mostrou uma cidade muito mais limpa e seguro para mim, andamos os 4 cantos da cidade desde bairros ricos a periferia e tudo de transporte publico e a pé, o que vimos foi uma cidade limpa, sem moradores de rua, sem ocupações, sem pontos de droga a céu aberto, enfim se existe nós não vimos.

Os cuidados para andar na rua são os mesmos que tomo em minha cidade, sem ostentar objetos de valor, sempre de olho quando se esta no meio de muita gente, no metro objetos de valor sempre na mochila e a mochila na frente do corpo, ou em bolsos com ziper. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados na rua e tal, li recentemente uma matéria que falava que o índice de furtos no metro da CDMX era inferior ao do metro de Londres :shock:.

Também há muito policiamento nas ruas, muito mesmo principalmente na região central, é so andar com o mesmo cuidado que você anda aqui que não há problema algum.

Bom essas são minhas primeiras dicas e impressões gerais, em seguida vou relatando dia a dia a viagem, com dicas especificas de lugares e tudo mais.

Deixo aqui um vídeo com um resumo de tudo que vimos e vivemos, em breve continuo as postagens.

Antes de ver nosso vídeo da uma passadinha e nos segue lá no Instagram: https://www.instagram.com/mundodequintal/

Se você gostou do nosso vídeo, entra lá no canal e se inscreve, sempre tem coisa legal saindo :)

Segue Planilha com os custos, lembrando que da para ser BEM mais econômico que isto, por exemplo só de presentes e coisas pessoais foram 20% do orçamento total.

Todos os valores são para duas pessoas:

Custos Cidade Do México.pdf

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5º Dia: Pirâmides de Teotihuacan, basilica de Guadalupe, Monumento de la Revolución, Paseo de la Reforma.

 

Mais um dia que começou empolgante, com muita expectativa. O destino era um dos mais massa da viagem, era o dia em que íamos visitar as Pirâmides de Teotihuacan. Acordamos cedinho, pegamos um metrô em direção ao terminal rodoviário Autobuses del Norte, onde iríamos comprar as passagens de ônibus para Teotihuacan. Compramos as passagens no guiche da empresa Autobuses Teotihuacan e duas passagens saiu por $176MXN e tudo saiu como o esperado, após cerca de 1 hora de viagem o ônibus nos deixou em frente a entrada das Pirâmides, só atravessar a rua e você já está prestes a conhecer um dos lugares mais magníficos que você pode conhecer na vida, Teotihuacan é a área arqueológica mais visitada no México. Ainda na ida, dentro do ônibus, encontramos um casal Brasileiro que morava em Rio de Janeiro e estavam viajando de mochilão assim como nós. Na ida ao terminal já tínhamos encontrado eles e suponhamos que seriam brasileiros. Na fila para comprar as passagens já tivemos certeza e

acho que eles também perceberam que éramos do Brasil. A melhor parte de viajar é conhecer pessoas. Dentro do ônibus já começamos a trocar ideias e então visitamos as pirâmides juntos e claro, já ficamos de conhecer o

Nevado de Toluca com eles, Claudio era montanhista e tinha a mesma vontade de conhecer o Nevado assim como nós. Essa história contamos depois... (Menos de 1 ano depois fizemos uma roadtrip pelo Uruguai, mas essa história fica para outro relato). Teotihuacan, também é conhecida por Cidade dos Deuses, e a cidade e o sítio arqueológico estão localizados no que hoje é o município de San Juan Teotihuacán, no estado do México, a cerca de 40 quilômetros a nordeste da Cidade do México, a entrada para o parque custa $65MXN por pessoa. O local abrange uma área total de 83 quilômetros quadrados e foi designado como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1987. As ruínas da cidade são o sítio arqueológico mais visitado do México. Teotihuacan é o lugar onde se conserva os vestígios de uma das civilizações mais importantes da Mesoamérica. A entrada já era uma paisagem estonteante. Cactos e mais cactos (no México o que mais se vê são cactos), muitas barracas com coisas para comprar como acessórios, objetos decorativos, chaveiros, presentes em geral, etc. Estávamos ansiosos para conhecer as pirâmides do Sol e da Lua, as mais faladas e conhecidas do centro arqueológico. Entramos pelo portão 1 e começamos o passeio passando pelas pirâmides menores e após caminhar cerca de 15 minutos chegamos até a pirâmide mais alta, a do SOL. Sua estrutura conta com cinco etapas de construção, totalizando 243 cansativos degrais ::mmm: . Achamos que seria bem mais cansativo do que foi. Na subida tem apoios nas laterais para se segurar, pois sim, é muito fácil de você tropeçar, cair, e se machucar feio. Quando chegamos ao ponto mais alto foi muuuito incrível, ter o privilégio de ver toda aquela área preservada gigantesca é magnífico. Ventava muuuito lá em cima, mas conseguimos registrar com várias imagens esse momento. Depois de retomar o fôlego fomos em direção a pirâmide da LUA. Seguindo pela Calzada de los Muertos (Calçada dos Mortos)ainda de longe a Pirâmide da Lua já vai surpreendendo pela sua imponência. Sua estrutura se levanta a 42 metros do chão. Na parte frontal, uma construção de quatro corpos escalonados com muros de talude, sobressai do resto do montículo. Além da importância desta pirâmide, também são destaque os restos humanos e as oferendas de jóias, jade, obsidiana, concha e cerâmica, além das sepulturas humanas. Quando chegamos até a pirâmide da Lua, foi a coisa mais linda de se ver. Também ventava lá em cima, mas não tem vento nem frio que atrapalhe a realização de estar presente onde viveu uma civilização 100 a.C. A altura das pirâmides se da pela altura da fé dos que ali viveram. Quanto mais alta a pirâmide fosse, mais chegariam perto do céu e alcançariam suas preces. Vendo tudo bem de perto, percebemos que algumas partes das pirâmides que cercavam o centro arqueológico passaram por reconstruções, restaurações, eram poucas partes, mas dava de perceber. Visitamos todo o resto, compramos alguns chaveiros e buttons, lá vimos que os vendedores ambulantes adoram pechinchar, compramos um cobertor de lã tecido a mão com símbolos aztecas por $300MXN, sendo que a oferta inicial do vendedor foi mais de $600MXN ::lol3::. Compra feita e fomos pegar o ônibus de volta, pegamos o ônibus logo na saída do portão 3 (https://goo.gl/a2Qrt7) e depois de pouco mais de 1 hora de viagem descemos no terminal índios verdes, com intenção de ir até a basílica de Guadalupe. São basicamente 3 opções para ir do Termianal até a basílica, Metro, A pé 1,8km ou taxi. A ideia inicial era ir a pé, mas acreditem toda a área do terminal é uma confusão sem fim, alem disso resolvemos economizar nas pernas e acabamos pegando o metro, a estação do metro é junto com o terminal índios verdes. É preciso pegar o metro sentido Universidad e descer na estação Desportivo 18 de Marzo, depois é so pegar a Linha 6 do metro sentido Martiín Carrera, e então descer na estação Villa Basílica e caminhar uns 400 metros. (Se não me falhe a memória da estação 18 de Marzo fomos a pé até a basílica).

Chegamos na Basílica junto com o casal de brasileiros que conhecemos na ida para as pirâmides.

Claudio e Ivani foram grandes companheiros de viagem.

A Basílica é muito antiga e impressiona pelo tamanho e a quantidade de devotos que lá se encontram, vimos pessoas pagando suas promessas caminhando de Joelhos e até se arrastando pelo chão. A basílica é formada por 3 construções ao redor de uma praça, sendo a basílica a maior e mais recente obra. Na mesma praça também fica duas construções mais antigas que são o templo a Cristo Rey e a Paroquia a Santa Maria Guadalupe, nessas duas construções é impressionante ver a ação do tempo sobre as obras, há um desnível visível ao olho em algumas áreas, e entrando nos prédios é possível sentir o desnível do piso, dando uma sensação de tontura. Saímos da basílica fizemos algumas compras de guloseimas na Calzada de Guadalupe e pegamos o metro com destino final ao paseo de la reforma.

Fomos conhecer o Airbnb onde o casal Claudio e Ivani estavam hospedados, de quebra conhecemos o Paseo de la Reforma, de lá fomos a bolsa Mexicana de Valores para o Claudio trocar alguns dolares, fica a dica pra quem precisar trocar dinheiro, lá eles tem a melhor cotação da cidade. Na volta comemos em um restaurante local, como sempre comida boa e em grande quantidade, não me recordo o prato que peguei, mas lembro que veio bem farto e ainda pegamos uma jarra de 2 litros de suco de morango, refeição saiu $150MXN por casal ::otemo:: .

No caminho até o metro de la Revolución passamos em uma confeitaria e compramos alguns doces, as confeitarias são uma tentação, prateleiras e prateleiras de doces, é incrível como os mexicanos consomem doces. Aproveitamos ainda para curtir um pouco o monumento de la Revolución a noite, já tinhas passado no final da tarde e é uma obra linda, a noite tem uma vibe diferente, lá se reunem gente de varias tribos, e a tradicional brincadeira na fonte da praça sempre acaba com alguém muito molhado. Nossa ultima parada antes de ir para casa foi em uma barraquinha de rua para comprar luvas e meias para enfrentar o frio do Nevado de Toluca, só então podemos descansar para começar um novo dia.

* Aqui tem algumas dicas que seguimos para visitar Teotihuacan e a basílica. (https://sundaycooks.com/como-ir-a-teotihuacan-por-conta-propria/)

 

 

 

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6º Dia: Coyoacan, Museu Frida Kahlo, Trajineras de Xochimilco.

 

Começamos o dia com um típico desayuno mexicano bem ao lado do nosso airbnb, pedimos um prato de enfrijoladas cada um (uma espécie de tortilha recheada com feijão, queijo branco e creme)., geralmente o desayuno completo (café da manhã) por lá acompanha o prato escolhido + suco + café + cesta de pães, e fica na faixa de $35MXN por pessoa. Bem alimentados partimos para o metro e seguimos em direção ao bairro de Coyoacan, mesmo bairro que fica localizado o museu da Frida Kahlo. Descemos na estação que leva o nome do bairro, bem em frente a estação acabamos visitamos um shopping center para matar a curiosidade e ver se conseguíamos achar alguma roupa para frio a um preço acessível, (achamos os valores das roupas bem altos no México). Seguimos pelas ruas do bairro em direção ao casa da Frida, as ruas de Coyoacan são uma atração a parte, repletas de casas históricas, ruas limpas e floridas, tudo muito bonito e tranquilo, mas foi só virar a esquina da rua Ignacio Allende que o cenário mudou, nos deparamos com uma enorme fila que virava a esquina, uma fila típica de um dos mais conhecidos pontos turístico da cidade no sábado pela manhã.

Dado o tamanho da fila resolvemos partir para visitar os canais de Xochimilco e deixar o museu para o fim do dia. A forma mais barata de ir do museu aos canais ou ao contrario é através do Tren Ligero, para quem sai do museu da Frida e deseja pegar o trem, o jeito mais facil é ir para o terminal Tasqueña que fica a uns 2km do museu, para economizar tempo e pernas fomos de taxi, a corrida saiu por $30MXN, fomos com o taxista Ricardo Amansa, super indicamos o serviço dele (Tel: 5542774212). O bilhete do trem é diferente do metro, e é o mesmo que se usa nos ônibus de linha. (não me recordo o nome, mas seria equivalente ao metrobus de curitiba). Esse cartão para os ônibus e o trem podem ser comprados na estação, lá tem uma maquina que você adquiri o cartão e já faz a recarga, não me recordo se na estação tasqueña quando fomos pegar o trem tinha a maquina, pq nossas passagens foi um morador local que pagou ao ver que não tínhamos o cartã, tentamos pagar pelas passagens mas ele não aceitou, gracias ::otemo:: . Voltando ao itinerário, você pega o trem em direção ao terminal Xochimilco que é a ultima parada da linha onde você deve descer para visitar os canais, o trajeto do trem é bem legal, passa pelo estádio Azteca e pelos bairros mais periféricos da cidade, quando pegamos não estava muito cheio e deu pra usar tranquilo o trem. Chegamos no começo da tarde no terminal Xochimilco e se guiando pelo google maps offline fomos em direção aos "embarcadeiros", ficamos espantados por não ver sequer um turista pelas ruas, tenha em mente que você está num bairro periférico então o cuidado fica redobrado em questão a segurança, mas é tudo muito tranquilo. Do terminal até o embarcadoiro você segue uma rua reto por menos de 1km, nos fomos pela Calle Gladiolas e saímos direto no Embarcadeiro Fernando Celada. O lugar estava bem vazio sem os esperados turistas, ali mesmo você negocia o valor com o dono da Trajinera e já aproveita para comprar as iguarias mexicanas, estava muito curioso para experimentar a Michelada e lá encontrei ::hahaha:: . Trata se de uma bebida que mistura cerveja, limão, suco de tomate, pimenta, molho inglês e sal :oops: Acreditem é muito boa, porem não conseguimos dar conta do capão de corona de 1L, a michelada saiu por $50MXN e para acompanhar pegamos papas fritas com chile, sim batata frita com pimenta, pimenta, pimenta por $20MXN. Até onde me recordo existem vários itinerarios de passeios para se fazer pelos canais, eles são divididos por horas, se não me engano tem a opção de 1h, 2h, 3h e 4Hs. Claro que quanto mais longo mais alto é o valor, os passeios longos tem os benefícios de passar por mas lugares, um deles é a Isla de las Muñecas, gostariam de ter ido neste mas o $ não permitiu. Acabamos fechando com o barqueiro o passeio de 1h, o valor até onde me lembro é fechado por trajinera, independe se você vai sozinho ou em um grupo maior, no nosso caso foi $350MXN e fomos só nos dois ::love:: . Infelizmente como cite a cima estava bem fraco o movimento, e os canais é um lugar legal para ir justamente quando tem bastante gente, tudo fica mais divertido quando está cheio, mas isso não tirou a beleza do lugar. Os canais são como vielas em meio a um bairro, no começo do passeio passamos por bastante casas as margens dos canais, algumas dessas casas ficam ilhadas sendo a trajinera o único jeito de acessa-las, é comum algumas dessas casas oferecem serviços aos turistas como, banheiros, alimentação e bebidas, na grande maioria são casas bem simples. Também passaram por nós algumas trajineras com senhoras vendendo vários tipos de petiscos e bebidas, além da trajinera com um grupo de mariachis, é comum em dias bem movimentados que cada um leve algo para comer e beber e em meio as canais façam um pequeno "pic nic" juntando-se com outras embarcações. Como estava tudo muito calmo aproveitamos o silencio e a tranquilidade do local para relaxar um pouco e curtir o visual. Depois de uns 30 minutos de passeio fizemos uma parada em uma pequena ilhota em meio aos canais, desembarcamos curtimos o visual tiramos algumas fotos em quanto o nosso barqueiro fumava um cigarro e então voltamos, o caminho de volta foi por um lugar diferente da ida, achamos muito curioso a quantidade de cães que habitavam as casas as margens dos canais. Uma breve leitura sobre os canais para não alongar muito o texto. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Xochimilco).

Terminado esse belo e romantico passeio seguimos em direção ao museu da Frida, fizemos o caminho a pé novamente entre os canais e o terminal de Tren Ligero, pensando bem agora não lembro como pegamos o Tren, já que não tinhamos o cartão de acesso, lembro vagamente de ter uma maquina onde compramos passagens avulsas por $16MXN o casal. O tren de volta foi uma aventura ::hahaha:: Começou tudo muito tranquilo, mas aos poucos fomos vendo turmas e mais turmas de gente com bandeiras e camisas de times de futebol, a medida que o trem se deslocava em direção ao centro torcedores foram entrando e enchendo os vagões, isso por que o trem passa em frente ao estadio Azteca, e aquele sábado era dia de final de campeonato, e era dia de clássico tipo Gremio X Internacional, e nós estávamos no meio disso tudo. Basicamente estávamos em um vagão de uma torcida só, e cada estação que o trem parava as plataformas estavam cheias de torcedores do time rival, além dos chingamentos não vimos nada de mais, mas o clima ficava meio estranho as vezes, chegamos na estação Tasqueña sem nenhum problema. Chegando na estação que fica a uns 2km do museu da Frida fomos ver os valores do Taxi, o primeiro que vimos era um taxi de sitio, equivalente ao rádio taxi no brasil, é o taxi de ponto fixo, nos cobraram $120MXN para fazer um trajeto que fizemos de manhã por $30MXN, a justificativa do taxista é que por ser um taxi de sitio nós estaríamos muito mais seguros, não aceitamos e fomos a pé. Andamos um pouco e chegamos numa parte complicada, muitos viadutos e o trajeto muito deserto, resolvemos pegar um taxi na rua que nos custou $40MXN. Pegar taxi de rua na CDMX é uma loteria, já que é a cidade com maior incidência de crimes praticados por taxistas, roubo, sequestro, extorsão, etc... Mas nessa loteria nó não fomos sorteados :D , apesar de ter dado tudo certo mas uma vez este taxi era bem mal cuidado como a maioria, e o pior é que o motorista não sabia o caminho, ainda bem que pediu informação a um policial. Passada toda essa aventura nos transportes chegamos ao museu, que para nossa surpresa estava com a fila do mesmo temanho que na parte da manhã, ficamos quase 1hr na fila, nesse meio tempo compramos os delicisos churros mexicanos e um suco de tamarindo $35MXN. A grande maioria que frequenta o museu são estrangeiros, na fila encontramos dois pequenos grupos de brasileiros, conseguimos entrar pouco antes do horário de fechamento, o valor para duas pessoas, mais autorização para fotografar foi $300MXN, também compramos um catálogo impresso por $20MXN. Para quem deseja tem opção da Audio guia em inglês e espanhol.

Apesar do valor um pouco salgado, o museu vale cada peso pago, é como uma volta ao passado. O começo da visita passa por algumas salas onde estão expostas algumas obras de Frida Kahlo, ali também estão expostos alguns desenhos pesoais e fotos que contam sua história. A medida que se adentra a casa as obras de arte vão dividindo espaço com objetos pessoais da artista, entre eles pranchetas, mesas de desenho, utensílios domésticos e afins. Objetos de Diego Rivera também podem ser visto na casa, realmente a sensação é de que tudo aquilo parou no tempo, uma das partes mais impressionantes é um quarto onde tem algumas próteses que Frida usava devido a seu acidente, e as cirurgias que sofreu.

A area externa do museu, o quintal da casa, também é muito bonito e bem cuidado, dentro do museu tem um café e também uma lojinha de souvenires.

Encerramos o dia passeando fim de tarde pelas ruas de Coyoacan onde tem muitos bares e cafés, retornamos ao centro histórico e terminamos a noite com uma deliciosa janta no VIP's. Era cedo ainda e fomos dormir por que o dia seguinte começaria as 4h da manhã e teria muitas aventuras.

 

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  • 1 mês depois...
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Olá Maurício, no primeiro tópico do post tem um link para download da planilha que diz com todos os gastos, lá está para duas pessoas aí é só dividir. O relato ainda estou terminando, como estou viajando tá difícil de terminar. Abraços, qulqjer coisa é só falar.

 

 

Olá, estou montando roteiro e você saberia dizer o total da viagem para uma pessoa?

Abraço

  • 2 meses depois...
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Arthur Brambilla[/url]"]1291476 Posta o resto, esse relato tá ótimo que vou copiar na minha viagem. 8)

 

Fala Arthur, vou continuar a escrever sim, vou ver se termino mais um dia hoje, você viaja quando?

Postado
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Poste sim, já agradeço! a Viagem ainda vai demorar, está marcada para as férias do ano que vem, lá por maio, então, ainda tem tempo, mas, eu gostei bastante do roteiro, pretendo fazer o mesmo que o seu.

  • 4 meses depois...
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  • Colaboradores

Obrigada pelo relato! Detalhado, informações úteis e as fotos ficaram excelentes!

Em 06/06/2016 em 19:27, brayan.linhares disse:

3º Dia: Bairro Polanco, Aquário Inbursa, Mercado San Juan.

(...)

Enquanto comíamos um jovem chegou até nós para pedir informação, não me recordo seu nome mas ele era Espanhol e morava a 2 anos em Puebla, cidade vizinha a CDMX, ele nos pediu informações para chegar até Polanco e como estávamos indo para lá falei para ele nos acompanhar. Ele precisava ir até o consulado da Espanhã, rapaz muito legal nos ofereceu sua companhia caso fossemos a puebla, no final deixamos ele na rua do consulado e infelizmente não mantivemos mais contato.

(...)

É curioso isso... entre milhões de moradores da CDMX, o espanhol vai perguntar justamente para dois viajantes... que bom que deu certo! xD

Achei interessante porque também tenho um ímã para gente perdida quando viajo, hehe!

Acompanhando o relato...

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