Este é o meu primeiro relato para o site, espero que gostem.
Bate/Volta pedra da Mina – Ótimo treinamento para outras montanhas.
Bom, começamos nossa viagem saindo da pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí-MG.
Saímos à 0:10 em 8 pessoas - Esron Samuel (eu), Tiago (bananeira), Leandro (Nandão), Luiz Eduardo (Dú), Zé Renato (Guia e Fotógrafo), os gêmeos (Luiz Eduardo e Gabriel) e Wallace. Quem nos levou até a cidade de Passa Quatro foi o Edson, motorista da Van.
Chegamos em Passa Quatro por volta das 3h da manhã e seguimos direto para a estrada de terra. Após meia hora, percebemos que pegamos a estrada errada e tivemos que voltar, o que fez perdermos um pouco de tempo, mas faz parte.
No caminho certo, a van nos deixou um pouco abaixo da fazenda Serra fina, pois estava muito difícil de subir.
Chegamos à fazenda e começamos a caminhada exatamente às 4h53min da manhã. Estava muito frio, então tratamos logo de ligar a lanterna e partir pra caminhada.
Dica: Pra quem for fazer trilha, tanto bate/volta quanto acampar, vá à noite, pois andar de madrugada rende muito - créditos ao nosso parceiro Nandão.
Nossa primeira parada foi na famosa Panela Vermelha, onde paramos para tomar água e comer algo. Logo depois de sairmos do camping da Panela Vermelha vimos um paredão, onde decidimos esperar pelo o resto da turma.
O cartão de visita da pedra da mina é de tirar o folego. Recomendo um bom preparo físico, pois o pior ainda estava por vir...rsrs.
Segue foto da primeira parada:
Logo depois de agruparmos, começamos uma subida bem chata, cheia de pedregulhos. O sol já havia nascido e estava quente, continuamos caminhando e logo depois avistamos o morro chamado “Deus me livre”.
Não entendia o motivo do nome Deus Me Livre, fui entender quando estava subindo. Sinceramente, o nome faz jus. Quando terminamos a subida do Deus Me Livre, imaginei que teríamos uma trégua e que andaríamos por uma trilha plana, mas me enganei. Subimos mais um pouco e, depois de 20m de caminhada, avistamos os Cocurutos - a vista é deslumbrante e dá pra ganhar um folego extra.
Fôlegos retomados, descemos um pouco e passamos pelo acampamento que fica entre os Cocurutos e o Pico da Asa. Logo depois, começou a subida da “Misericórdia”. Confesso que nesse momento eu estava com câimbras e pensei em desistir de alcançar o topo. Eu e meu amigo Tiago estávamos exaustos. Fiz alguns alongamentos e retomei a subida junto ao meu parceiro. Quando terminei, avistei a turma à minha frente.
Foto do topo do Pico da Asa:
Enfim, depois disso cheguei à base da Pedra da Mina e avistei um pessoal subindo outra montanha. Mais uma foto:
Nesse momento apertei o passo pensando que finalmente alcançaria o topo. Quando estava subindo, avistei o belíssimo vale do Ruah - o vale mais alto do Brasil, confesso que fiquei emocionado em vê-lo.
Depois de várias fotos, continuei subindo e, finalmente, avistei a imponente Pedra da Mina. Nessa hora veio aquele alívio e também aquela gratidão. Chegando lá em cima, não sentia dor nem cansaço, só queria prestigiar o momento e a vista maravilhosa. Seguem mais algumas fotos:
Minha Turma:
Gostaria de agradecer a todos que foram nessa aventura, faço minha as palavras de todos. Foi com muito esforço e garra que subimos e chega certo momento em que você só consegue subir com muita força de vontade e determinação, o psicológico conta muito nessa hora. Se fosse para descrever o grau de dificuldade em palavras, eu não conseguiria. Quando eu estava para desistir, pedia força a Deus para me ajudar.
Como li num relato aqui no Mochileiros...
“A cada dia percebo que o bom montanhista não é aquele que melhor escala, que tem os melhores equipamentos, ou que percorre longas distâncias em menos tempo, mas sim aquele que compartilha suas experiências com outros amigos, divide o prazer de cada passo com seus companheiros e que enfrenta as dificuldades da montanha em equipe com o mesmo prazer de quem sorri ao ver o sol nascer por de cima dos altos cumes”.
Data da viagem: 13-08-2016
Como vão mochileiros?
Este é o meu primeiro relato para o site, espero que gostem.
Bate/Volta pedra da Mina – Ótimo treinamento para outras montanhas.
Bom, começamos nossa viagem saindo da pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí-MG.
Saímos à 0:10 em 8 pessoas - Esron Samuel (eu), Tiago (bananeira), Leandro (Nandão), Luiz Eduardo (Dú), Zé Renato (Guia e Fotógrafo), os gêmeos (Luiz Eduardo e Gabriel) e Wallace. Quem nos levou até a cidade de Passa Quatro foi o Edson, motorista da Van.
Chegamos em Passa Quatro por volta das 3h da manhã e seguimos direto para a estrada de terra. Após meia hora, percebemos que pegamos a estrada errada e tivemos que voltar, o que fez perdermos um pouco de tempo, mas faz parte.
No caminho certo, a van nos deixou um pouco abaixo da fazenda Serra fina, pois estava muito difícil de subir.
Chegamos à fazenda e começamos a caminhada exatamente às 4h53min da manhã. Estava muito frio, então tratamos logo de ligar a lanterna e partir pra caminhada.
Dica: Pra quem for fazer trilha, tanto bate/volta quanto acampar, vá à noite, pois andar de madrugada rende muito - créditos ao nosso parceiro Nandão.
Nossa primeira parada foi na famosa Panela Vermelha, onde paramos para tomar água e comer algo. Logo depois de sairmos do camping da Panela Vermelha vimos um paredão, onde decidimos esperar pelo o resto da turma.
O cartão de visita da pedra da mina é de tirar o folego. Recomendo um bom preparo físico, pois o pior ainda estava por vir...rsrs.
Segue foto da primeira parada:
Logo depois de agruparmos, começamos uma subida bem chata, cheia de pedregulhos. O sol já havia nascido e estava quente, continuamos caminhando e logo depois avistamos o morro chamado “Deus me livre”.
Não entendia o motivo do nome Deus Me Livre, fui entender quando estava subindo. Sinceramente, o nome faz jus. Quando terminamos a subida do Deus Me Livre, imaginei que teríamos uma trégua e que andaríamos por uma trilha plana, mas me enganei. Subimos mais um pouco e, depois de 20m de caminhada, avistamos os Cocurutos - a vista é deslumbrante e dá pra ganhar um folego extra.
Fôlegos retomados, descemos um pouco e passamos pelo acampamento que fica entre os Cocurutos e o Pico da Asa. Logo depois, começou a subida da “Misericórdia”. Confesso que nesse momento eu estava com câimbras e pensei em desistir de alcançar o topo. Eu e meu amigo Tiago estávamos exaustos. Fiz alguns alongamentos e retomei a subida junto ao meu parceiro. Quando terminei, avistei a turma à minha frente.
Foto do topo do Pico da Asa:
Enfim, depois disso cheguei à base da Pedra da Mina e avistei um pessoal subindo outra montanha. Mais uma foto:
Nesse momento apertei o passo pensando que finalmente alcançaria o topo. Quando estava subindo, avistei o belíssimo vale do Ruah - o vale mais alto do Brasil, confesso que fiquei emocionado em vê-lo.
Depois de várias fotos, continuei subindo e, finalmente, avistei a imponente Pedra da Mina. Nessa hora veio aquele alívio e também aquela gratidão. Chegando lá em cima, não sentia dor nem cansaço, só queria prestigiar o momento e a vista maravilhosa. Seguem mais algumas fotos:
Minha Turma:
Gostaria de agradecer a todos que foram nessa aventura, faço minha as palavras de todos. Foi com muito esforço e garra que subimos e chega certo momento em que você só consegue subir com muita força de vontade e determinação, o psicológico conta muito nessa hora. Se fosse para descrever o grau de dificuldade em palavras, eu não conseguiria. Quando eu estava para desistir, pedia força a Deus para me ajudar.
Como li num relato aqui no Mochileiros...
“A cada dia percebo que o bom montanhista não é aquele que melhor escala, que tem os melhores equipamentos, ou que percorre longas distâncias em menos tempo, mas sim aquele que compartilha suas experiências com outros amigos, divide o prazer de cada passo com seus companheiros e que enfrenta as dificuldades da montanha em equipe com o mesmo prazer de quem sorri ao ver o sol nascer por de cima dos altos cumes”.
Até a próxima.
Considerações finais.
Chegada no Paiolinho: 04:50
Chegada no Cume: 09:48
Inicio da volta 10:50
Chegada no Paiolinho: 15:15