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AdrianaALima

Sozinha em Noronha- atualizações 2017

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Estive em Noronha novamente agora em out/17 (sim...fui mordida pelo bichinho... a idéia é voltar sempre que for possível). Dessa vez, fui com minha prima, mas conheci pelo menos 4 mulheres de diferentes idades que estavam viajando sozinhas. Uma delas me disse que era a sua terceira vez na ilha e que eu, na minha segunda vez, iria perceber que cada viagem a Noronha é diferente da outra... e ela realmente tem razão! Fiz coisas diferentes, conheci lugares e pessoas novas... e foi maravilhoso estar lá de novo.

Este post será atualizado com as novidades 2017, mas o original será mantido ;)

 

 

Antes de viajar para Noronha sozinha, fiz muita pesquisa aqui no Mochileiros.com e em outros blogs... Agora volto e transcrevo alguns emails que fiz para uma amiga que pretende fazer o mesmo... Espero que seja incentivo não só para mulheres e não apenas para viajantes solo... Mas para todos que tem vontade de conhecer este lugar incrível!

 

Bora começar?

 

Primeiro de td... A motivação... Pq Noronha?

Nunca tive muita curiosidade sobre a ilha...Na verdade pensava apenas como uma possibilidade futura sem prazo para acontecer. Porém eu estava com muita vontade de viajar sozinha e como eu não queria ir p europa ( meu principal destino qdo penso em viagens solo), fiz uma busca no google sobre destinos seguros para mulheres sozinhas no Brasil e o que aparece de forma clara é Noronha.

 

Impressão?

Vale mais do que cada centavo q gastamos na viagem! Todos os blogs falam que lá é um paraíso, que a energia é boa, que todas as fotos daquele mar realmente são verdadeiras (sem fotoshop)... Eu achava que eles deviam exagerar nesses elogios... Mas td que se lê a respeito é a mais pura verdade. Aquele lugar é incrível!

 

Sozinha?

Todos os dias conheci e conversei com pessoas novas... Lá é muito fácil de fazer amizade. Li num relato de uma viajante solo algo como: "não se preocupe, vc vai conhecer pessoas novas lá" e era verdade. Eu sou supertímida, mas ainda assim me diverti muito com pessoas nativas de Noronha ou forasteiros como eu.

 

Qts dias?

Fiquei 5 dias inteiros e acho que foi suficiente para conhecer quase td. Os blogs recomendam o mínimo de 5 dias...Mas se der pra ficar mais, é melhor.

 

Passagens e Taxas:

As companhias são Azul e Gol. Fui de Azul saindo de sp, na ida fiz escala e na volta fiz conexão,ambas em Recife. A passagem foi 1305,78 (mais cara que a minha para a Colombia em maio). Havia tarifas em torno de 1000 reais na época em que fui (início de setembro), porém por conta do trabalho não pude viajar nessas datas mais baratas. Pelo que li, os preços são esses mesmo...Exceto se vc já sai de Recife ou de Natal direto p lá, pois às vezes rola promoção pra essas cidades.

Taxa de permanência: É preciso pagar uma espécie de diária da ilha, isso pode ser feito com antecedência ou na hora do desembarque. Eu paguei antes logo após a compra da passagem eu já entrei no site oficial da ilha e paguei... ao chegar vi que há muitas pessoas q fazem na hora mesmo. E existem 2 filas, uma p quem já pagou e outra pra que vai pagar ainda... Dizem q a fila de quem pagou primeiro é mais rá pida pq tem varios guichês, a outra fila só tem um guichê mas compensa por ser menor... Pelas minhas 6 diárias paguei em torno de 362 reais.

Carteira do parque nacional marinho: Qdo se chega em Noronha, é necessário fazer essa carteirinha que custa 89 reais. Ela te dá permissão de acesso às praias como a do Sancho, Sueste e trilhas como a do Atalaia. Existem vários pontos onde se pode fazer essa carteirinha. Fiz no posto da praça Flamboyant na vila dos remédios, que fica aberto até as 22h. Pouca fila e é rapidinho. Esse ingresso parece q vale por 10 dias.

2017: Fui novamente de Azul e a passagem custou 1350 reais (ida e volta de SP). A carteirinha do parque nacional marinho agora custa 99 reais.

 

Hospedagem:

Fiquei na Pousada da Iris, pois li muitos relatos no site dos Mochileiros.com que a recomendavam. Não está no booking. Então aqui está o contato: 081998014035 - esse tb é o número do whats. Como ela é muito recomendada pelos sites, se tu escolheres ficar aqui sugiro que assim que comprares a passagem, já ligue pra ela e confirme hospedagem. Ela pede transferência de 50% para garantir e o resto vc dá ao chegar... Tenho quase certeza q ela não trabalha com cartão, então já levei em dinheiro o restante do valor da hospedagem.

A pousada na verdade consiste em suítes externas que ela fez no terreno da casa dela. Não há café da manhã, mas no quarto há sanduicheira, frigobar, além de ar condicionado e tv. A cozinha da pousada pode ser usada se quiser, eu não usei, mas uma outra hóspede de lá me disse que é bem equipada. Bem ao lado há um minimercado chamado breakfast onde podemos comprar coisas para o café, inclusive pão, além de água, produtos de higiene e o várias outras coisas, caso precisemos.

A localização é ótima, pois fica bem no meio da vila dos remédios com fácil acesso às praias mais urbanizadas (cachorro, meio e conceição) Acho q é a melhor localização possivel é por aqui.

Vi a dona Iris pouquíssimas vezes, mas ela tá sempre por lá e é muito simpática. É preciso que levemos nossa própria toalha, shampoo, condicionador e sabonete... e claro, se quiser, nosso próprio secador de cabelo.

A diária é de 170 reais para uma pessoa sozinha, não lembro qto é para 2 pessoas mas acho que era 200. No meu quarto cabiam 2 pessoas, não sei se há quartos p 3 ou 4 pessoas. Ah e a limpeza é diária, só no sábado que não tem. Essa foi a diária mais barata que encontrei em Noronha, tinha pesquisado outras pelo booking e todas eram mais caras inclusive a do Vila Hostel em que banheiro seria compartilhado.

 

2017: A Pousada da Iris mudou um pouco... parte dela agora se transformou em Pousada Via Mar (que pode ser encontrada no Booking). Liguei para dona Iris e ela me deu o número da nova pousada, mas não havia vagas para o meu período. Além disso, o valor da diária para uma pessoa sozinha subiu pra 300 reais.  Minha hospedagem dessa vez foi na Pousada do Mano.

Pousada do Mano: bem localizada, bem próxima a praça Flamboyant, café simples , mas muito gostoso e suficiente. Quarto duplo simples com banheiro privativo e com o conforto necessário. Me hospedaria novamente lá com prazer. O período de 5 dias para 2 pessoas custou no total 2300 reais (se vc ligar diretamente para pousada, a diária é discretamente menor que no booking).

Transfer do aeroporto:

Até onde sei as pousadas oferecem esse transfer, inclusive a minha, porém por recomendação dos blogs que li, optei por táxi mesmo. Isso pq esse transfer é feito por empresas de turismo e há uma história que elas fazem umas espécie de palestra sobre os passeios oferecidos e isso pode gerar demora até a sua chegada na pousada, fazendo vc perder tempo que é precioso. O valor do táxi é tabelado em toda a ilha e do aeroporto até lá custa vinte e seis reais.

Já o transfer de volta (da pousada ao aeroporto) fiz com a empresa em que comprei os passeios e, em tese, não paguei nada por isso.

 

Qdo ir?

De forma geral, o que li é que para mergulho, é melhor o segundo semestre e para surfar o ideal é começo do ano, essa divisão é baseada nas condiçoes apresentadas pelo mar, que pode ter ondas altíssimas ou ficar paradinho como uma piscina. Tentar fugir do período de chuvas tb é importante na hora de escolher o período e eu não lembro qdo é,mas sei que não é em setembro. Peguei chuva lá mas somente em uma noite, chuva forte mesmo,mas os nativos disseram que essa chuva estava fora do padrão da ilha. Fiquei do dia 31/08 a 06/09/16

2017: choveu em um dos dias q estive lá. Os nativos dizem que não é comum, mas o tempo tem mudado em Noronha e agora eventualmente chove neste período.

 

Passeios:

Por do sol:

Há vários lugares para assisti-lo... No primeiro dia, logo após a chegada, deixei minhas coisas na pousada e desci para a praia da Conceição (que é próxima da vila dos remedios). Fui em busca do barzinho famoso por lá chamado Duda Rei, mas optei por ficar na praia mesmo, estendi minha canga na areia e esperei o espetáculo... bem nessa hora constatei que eu já estava apaixonada pela ilha...Era dia oficial do impeachment, mas bem ali nada disso é importante. É um paraíso!

O segundo por do sol foi no forte dos remedios, também próximo da vila e é o forte que mais está preservado na ilha, de lá é possivel ver de um lado as praias do Cachorro, Meio e Conceição e do outro lado dá para ver a região do Porto. Fica cheio de gente, mas todo mundo na mesma expectativa, dá até pra fazer amizade. Ahhh e ainda dá pra ouvir uma musiquinha, tipo um saxofone que toca no bar do cachorro (onde é possível tb assistir o por do sol, embora eu não tenha assistido nenhum de lá).

O terceiro por do sol foi no mirante do boldró, onde todos os carros do ilhatour (falo dele depois) param. É bonito e o morro dois irmãos tá bem pertinho. Tem um bar e música ao vivo para acompanhar, mas foi o q menos gostei... muita gente aqui.

No quarto dia, fui p bar do meio que tem uma estrutura muito legal, vale muito ir em qualquer hora do dia se tu estiveres com alguem, seja amigas ou namorado, mas pro por do sol, acho q tem que reservar. Esse bar é muito legal.

O por do sol do quinto dia foi na praia do Cachorro e foi o mais bonito, embora não se veja ele com detalhes, pois nessa época em q eu estava lá, o sol se põe entre dois morros de pedra localizados no mar. Eu amei esse aqui.

No último dia, fiz stand up paddle e remei até a praia da conceição (saímos da praia do Cachorro), esperamos o sol baixar...fui com um instrutor de SUP, foi bem legal...

Importante dizer que em todos os dias as nuvens atrapalharam, então não vi o sol tocando no mar, é o que a população local costuma chamar de "eclipse nuvial" .

De todo o jeito, com nuvem ou sem nuvem... o por do sol é parada obrigatória todos os dias!

 

Mergulho com cilindro:

Nunca tinha feito e sempre morri de medo... Mas se há uma unanimidade sobre a ilha é de que além da de ser um paraíso, a beleza de noronha só é completa quando descobrimos o fundo do mar.

Existem dois tipos... um mais caro que é o mergulho das agências como a Atlantis e Aguas Claras ( acho q eram esses os nomes) e o mergulho no porto, que é mais barato, feito pela Mar de Noronha.

O mais caro custa em torno de uns 450 e vai de barco até as ilhas secundárias. O mais barato é 250 reais e vc parte da praia mesmo e vai nadando beirando o fundo do mar até chegar em um navio afundado próximo da praia. A maior profundidade aqui é de 9metros e há muita vida marinha. Fiz com o instrutor Bodão, que é bem famoso...O cara é muito gente boa, te deixa super a vontade e te passa uma confiança danada... Fiz o batismo, ou seja, é um instrutor para um iniciante e ele é quem fica de olho no teu oxigênio e manuseia o colete que infla... Dessa forma, a única coisa que precisamos nos preocupar é em respirar. Claro que ele treina a nossa respiração antes de partir para o mergulho propriamente dito e ensina técnicas como retirar a água da máscara e desentupir o ouvido qdo já estamos lá embaixo. Se tu já fizeste snorkel alguma vez, isso vai facilitar bastante.

Não dá para deixar de fazer o mergulho de jeito nenhum... Para iniciantes, eu superrecomendo o Bodão e o mergulho no porto, pois me deu tranquilidade saber q eu estava próximo da praia... na verdade só percebemos que nos distanciamos da superfície pq o ouvido fica incomodando.

É possível contratar uma fotógrafa submarina, eu fiz isso e não levei a minha go pro pq não queria me preocupar em bater foto... Ela bateu várias fotos legais e fez muitos videos. O preço para 1 pessoa sozinha foi de 150 reais e vc pega o cd lá na praia 1 ou 2 dias depois.

O email de contato é [email protected]... Escrevi dizendo a data q eu queria e q fosse com o Bodão, eles logo responderam e precisei transferir 50 reais para a conta deles. O resto paguei em dinheiro lá. O cd de fotos tb é pago em dinheiro.

Importante dizer que não precisa saber nadar para mergulhar.

2017: Dessa vez fiz com a turma da Aguas Claras. É mais caro que a Mar de Noronha que continua com o valor de 250 reais. O valor pago no cartão (em dinheiro é um pouco mais barato) foi 620 reais por 2 mergulhos por pessoa na mesma tarde (o segundo mergulho é oferecido por 80 reais e vc só faz se quiser). A diferença em relação ao mergulho do ano passado é que este é feito nas ilhas secundárias e são muitos batismos ao mesmo tempo. Os instrutores são ótimos e me senti muito segura. Mas não acho que seja melhor que o mergulho realizado no porto pela Mar de Noronha. Ambos são maravilhosos!

 

Ilha tour:

Passeio realizado numa caminhonete 4x4 e dura o dia inteiro. Passa por todas praias mais importantes, com parada para tomar banho na praia do Sancho, baía dos Porcos e na praia do porto, também pára para o almoço (não incluso) num restaurante simples próximo a praia da Cacimba do Padre e finaliza com o por do sol no mirante do boldró. Para fazer esse passeio é necessário ter a carteirinha do parque nacional marinho (aquela que custa 89 reais). Passamos por outras praias como a do Sueste e tb fomos até o museu do tubarão.

Foi muito bom, embora eu tivesse dúvidas se valeria a pena ou se era melhor eu conhecer td sozinha e com mais tempo. Li alguns blogs com opniões favoráveis e outros contra. Mas na minha opnião, acho que o tempo em cada praia é suficiente, os guias são gente boa e explicam td o que eles sabem da ilha, batem fotos e dão tempo para batermos as nossas selfies Ajudam aqueles que tem dificuldade na hora de fazer snorkel, entre eles mulheres, homens e principalmente os mais idosos. Outro ponto positivo é que é muito fácil fazer amizade... Se eu estivesse fazendo td sozinha, provavelmente não teria ido a todas as praias nem conhecido tanta gente e ainda gastaria tempo ou dinheiro com o transporte. Nesse dia fiz muitos amigos que me fizeram companhia em outros momentos na ilha.

Se tu tens snorkel ou nadadeiras, é bom levar... Se tu não tens nada disso, antes do passeio começar eles nos levam para alugar esse material e dá até para alugar máquinas fotográficas subaquáticas.

Fiz esse passeio pela Costa Blue, meu guia era o Giovanio e o outro guia era o Angelo, cada um com sua caminhonete mas andavam todo tempo juntos. Os guias eram muito bons. Me pegaram as 8:30 e me deixaram umas 18 de volta na pousada.

O custo foi de 250 reais o combo Ilha tour e passeio de barco pelo mar de dentro.

 

2017: Fiz novamente o Ilha Tour e acho que continua valendo muito a pena. A empresa foi a Noronha Tour e o guia foi o Lucas. Ele foi unanimidade entre nós que fizemos o passeio, muito atencioso e paciente. Dessa vez o roteiro foi diferente, mas tão bom quanto o do ano passado! O valor pago no cartão  pelo combo Ilha Tour e passeio de barco pelo mar de dentro foi 295 reais.

 

Passeio de barco pelo mar de dentro:

O passeio é feito pelo mar calmo, que é o que tem as praias bonitas. Passam cedo na pousada, por volta de 8h e antes de ir pro porto param novamente para fazermos o aluguel dos acessórios.

O passeio consiste em ir de ponta a ponta da ilha pelo mar de dentro e pára mais ou menos 1 h na praia do Sancho para fazermos snorkel. A água no Sancho é algo impressionante, linda e transparente. No início do passeio é possível ver centenas de golfinhos que nadam acompanhando o barco, mas não se pode tomar banho com eles pois é considerado crime ambiental. Alguns dos meu novos amigos que tinha feito no ilha tour tb estavam aqui e foi muito bom, valeu a pena.

Voltamos ao porto por volta de meio dia e vc que escolhe se quer voltar pra pousada ou prefere ficar na praia do porto, resolvi ficar e voltei de carona (conto depois).

Há um outro barco, o mais famoso, que faz esse passeio e se chama Trovão dos Mares. Pelo que sei ele faz o mesmo trajeto,porém parece que também navega pelo mar de fora (mar mais agitado) e também faz uma parada para banho no Sancho. A bordo é servido um almoço e a duração do passeio parece que é o dia inteiro. No fim do dia os turistas que quiserem fazer a pranchinha trocam de barco e fazem esse passeio no mar da praia do porto (explico depois o que é a pranchinha).

 

Prancha -Vip:

 

A pranchinha tem diversos nomes... Plana sub, prancha vip, pranchinha entre outros...Acredito que td consiste numa mesma coisa... Não fiz esse passeio mas vou tentar explicar... Vc faz snorkel segurando uma pranchinha plana que é rebocada por um barco pequeno. São algumas pranchas q são rebocadas ao mesmo tempo. Aí é possível ver bastante vida marinha e todo mundo diz que é ótimo.

O passeio oferecido pela agencia que fiz os outros (ilha tour e barco pelo mar de dentro) é feito no período da tarde e associado a um churrasco a bordo e vendo o por do sol. O nome do passeio parece que é entardecer vip.

Eu optei por não fazer pq como eu já tinha mergulhado com cilindro nessa mesma região (praia do porto) já tinha feito snorkel também nessa área durante o ilha tour, achei que não teria tanta graça pra mim e resolvi economizar pelo menos nisso.

 

Stand up paddle e surf

 

Sempre tive vontade de fazer essas duas coisas... Mas não estava certa se eu teria a coragem e o equilibrio suficientes. Bom, na praia do cachorro havia uma escolinha de surf (escolinha de surf noronha- tem no instagram) e eu resolvi arriscar ... não devia ser mais difícil que o mergulho com cilindro. Inicialmente, só me arrisquei no SUP... Prancha +instrutor foi 70 reais. O nome do instrutor que me acompanhou é Lukas e o cara é super gente boa. Todo mundo consegue ficar logo de pé, pelo q eu entendi... Dura mais ou menos 1 h e passeamos pelas outras praias próximas. Sempre conversando e remando... em alguns momentos ele teve que me rebocar pq não tive força o suficiente para remar bem qdo o vento era contrário.

Teve até uma situação engraçada nessa primeira aula... qdo eu estava lá no meio do mar com ele (esqueci de mencionar que cada um segue numa prancha), eu havia acabado de dizer que estava sozinha em noronha qdo passa um barco e eu ouço alguém gritar meu nome... Qdo eu prestei atenção, eram os dois alemães que conheci nos passeios anteriores (eles estavam fazendo exatamente o passeio do entardecer vip) e aí comecei a gritar de volta Nessa hora o instrutor me perguntou: "sozinha? desse jeito?"

No fim, ele me convenceu a fazer aulinha de surf com ele na manhã seguinte... e pq não tentar,ne?

Na hora combinada da manhã de domingo lá estava eu... e mais um casal... entramos os 3 juntos e o pobre do lukas teve que revezar a atenção... Depois de aprender o básico na areia, tentamos por em prática na água... mas é muuuuuuuuuito difícil!!! Mas foi uma das coisas mais legais que fiz, embora não tenha conseguido ficar em pé nenhuma vez... A duração da aula era de 1 h mas com 40 min eu estava esgotada e pedi p parar... A outra aluna mandou super bem logo de cara, já o marido dela teve tb dificuldade como eu.

Ainda fiz mais 2 vezes o SUP em noronha, mas sempre com o instrutor me acompanhando... O total gasto com isso (surf e SUP) foi 250 reais (ele abateu um pouco o valor e ainda pude pagar só no meu último dia). Recomendadíssimo!

As vezes a escolinha fica na praia do cachorro, mas parece q ela é oficialmente localizada na conceição.

2017: Não sou muito fã do SUP então fiz apenas 1 aula de surf dessa vez por falta de tempo. O instrutor foi novamente o Lukas (@lukas_dgl no IG) e marquei com ele pelo instagram. Ele é ótimo professor, te explica td o que vc depois vai tentar por em prática.. A escolinha mudou, agora é Alma Solar Noronha e fica na praia do Cachorro. O valor subiu para 100 reais por hora de aula. Mas vale mto a pena... melhor programa na minha opinião!

 

Captura da tartaruga

As segundas e quintas, agora na praia do porto (antes era no sueste), os biólogos do tamar capturam uma tartaruga para fazer a biometria na praia e dão uma mini aula sobre elas para os turistas. Só assisti o começo, não vi qdo a tartaruga foi capturada pq era hora de ir p o meu mergulho. Ah e é de graça!

2017: a praia mudou...tem que se informar onde é pq vive mudando... atualmente no Boldró, mas não fui ver dessa vez.

 

Palestras do TAMAR

Toda noite as 20h tem uma palestra no tamar sobre algum tema diferente: tartarugas ou golfnhos ou tubarões, entre outras. Fui de tx e voltei de ônibus pq é meio distante da Vila dos remédios. Assisti a do tubarãona sexta feira e foi ótima! Fiquei até com menos medo de dar de cara com deles nas praias, pois o tubarão típico da região não é considerado um dos mais assustadores. Tem lojinha mas não tem caixa eletronico por aqui. E tem que chegar cedo pra pegar lugar pq fica lotado. De graça tb.

 

Baladinha

 

Bar do Cachorro e pizzaria Muzenza... Eles se revezam ao longo da semana como o "point" noturno da ilha. Queria muito ter ido ao reggae no Muzenza mas só fui mesmo no Samba no domingo. Td só começa a partir das 23 h e o problema é que geralmente estamos esgotados e ainda temos q acordar cedo para os passeios do dia seguinte.... Mas acho que é obrigatório ir em algum dia e de preferência qdo vc já se entrosou mais na ilha. Fui com meus amigos alemaes e 1 amiga brasileira, mas lá encontrei mtos dos guias com quem eu tinha feito amizade e tb com o lukas (do surf). Eu q nem gosto de samba, adorei a banda! E muita gente diz q o samba é o melhor dia de festa.

2017: Infelizmente não há mais a balada na Muzenza... fechou por motivos de força maior... O samba agora fica na Noronha steak house, localizada próxima ao projeto Tamar... ou seja, longe da vila dos Remédios. Fui no forró na sexta no bar do Cachorro e no samba tb... para entrar é preciso pagar 30 reais em cada. Confesso que dessa vez não achei a noite tão animada quanto ano passado.

Trilhas:

Há diversas. O problema é que pra muitas é necessário que o guia agende para vc... outras parece que não é necessário. A atalaia longa é uma das mais procuradas e eu conheci um guia numa das vezes que peguei o ônibus e ele me convenceu a fazer. Acho q o valor era 150 reais pagos na hora de iniciar a trilha, é necessário a carteirinha de acesso ao parque nacional marinho e dura uma 3,5h. Dizem que é linda, mas acabei desmarcando pq tava muito cansada após a noite do samba. O que aconselho é que se tiveres interesse em fazer, procurar se informar logo ao chegar na ilha pq as vezes esgota o número de pessoas permitidas por dia em cada trilha.

2017: Não consegui agendar de novo nenhuma trilha... sempre sem vaga.

 

Acho que o que sei de passeio por lá é isso... Ainda falta muita coisa para escrever sobre Noronha como restaurantes, transporte e considerações finais... Se der retornarei ao mesmo tópico para continuar... Mas por enquanto é só!

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Seguindo em frente com a nossa conversa...

Onde comer:

 

Há inúmeros restaurantes, fui apenas em alguns... Mas, depois da passagem e taxas, comida foi o item com o qual mais gastei (mas isso foi escolha mina...sou comilona mesmo!) É possível economizar pois há opções mais baratas.

O problema q eu encontrei foi a ausência do vinho em taça (amo vinho). Na maioria dos restaurantes, nem mesmo há a meia garrafa e qdo há, o preço é praticamente igual ao da garrafa. É bom avisar ainda que, muitas vezes, não há disponibilidade de alguns pratos do cardápio... Isso pq nada é produzido na ilha, td vem do continente e tem vez que fica faltando algum ingrediente ou mesmo o prato principal e aí temos que escolher algum outro que esteja disponível.

De uma forma geral, os preços não são dos piores... achei que, na média, são equivalentes aos de bons restaurantes em SP ainda mais qdo consideramos a logística do lugar, enquanto que em SP, por ser central pra tudo, deveria ser mais barato.

Uma dica de lugar bom e barato são as barraquinhas localizadas na praia do porto. Pedi um peixe que vem com salada que servem 2 pessoas tranquilamente por 30 reais. Mesmo pedindo para reduzir a porção, ainda veio bastante e nao consegui comer td. E era gostoso!

Agora os restaurantes...

 

Cacimba bistrô: O melhor na minha opinião. Fica bem localizado, na vila dos remédios. A comida é deliciosa, com pratos individuais e aqueles que servem 2 pessoas. Comi um arroz q parecia risoto com carne de sol, camarão e queijo... Aff! Muitissimo bom! Ele era p 2 pessoas , mas é possivel fazer só pra 1 pessoa... mas... eles diminuem o prato e o valor em apenas 30%, ou seja, comi demais. E ainda comi a sobremesa, que tb era enorme (2 pasteis recheados com queijo e goiabada acompanhado de uma bola de sorvete), mas essa eu só comi a metade. Tudo regado a meia garrafa de vinho... Me esbaldei, mas não me arrependo, era minha primeira noite em Noronha e merecia ser comemorada!

Ah e o atendimento é muito bom, os garçons foram muito simpáticos e me fizeram companhia contando o que sabiam sobre a illha.

Foi minha refeição mais cara.

 

Mergulhão: Depois do mergulho com cilindro, vim almoçar aqui, pois ele fica localizado na praia do porto. Pedi um peixe com castanha e tomatinhos, tb muito bom. A vista que temos de lá do porto é linda.O valor aqui já foi menor que no Cacimba.

 

Varanda: Considerado um dos melhores, se não for o melhor... Fui de ônibus pq estava voltando do TAMAR, mas se gostares de caminhar sozinha na rodovia, dá pra ir andando. O chef parece que é o mesmo do Cacimba e eu acabei pedindo um prato semelhante, mas o meu objetivo aqui era ganhar um brinde. Quem comia esse prato levava para casa um prato pintado com o nome do restaurante e uns desenhinhos de peixe, uma espécie souvenir para por na parede. Gastei menos que no Mergulhão, mas não lembro o valor. Ambiente bonito e aconchegante e bom atendimento. Voltei de tx p vila.

 

Casa do Salviano: dizem ser o melhor sushi da ilha. Mais ou menos próximo do Varanda e dessa vez optei por ir andando. Era de noite e a rodovia tem pedaços mal iluminados, mas a lanterna do celular ajuda nessas horas. Talvez tenham sido uns 10 minutos de caminhada da vila até lá. Restaurante simples mas os sushis são deliciosos. Acho que não tem esquema de rodízio, mas isso não perguntei. Fui com os alemães e a amiga brasileira. Fomos pedindo vários combinados e ainda tomamos vinho. A comida era muito boa. Ótimo custo benefício (lembrando que aqui eu dividi a conta com os amigos)!

 

Xica da Silva: Colado na vila dos remédios, mas do outro lado da rodovia. Bonito e com bom atendimento, não lembro o preço, mas estava na média dos outros. É famoso por lá, mas a opção sugerida pelo garçom não me satisfez... era um peixe com pesto de manjericão e sei lá mais o q... Não consegui comer todo. Segundo o garçom, esse prato era mais pedido entre os peixes... Não dei sorte, devia ter escolhido a carne mais pedida.

 

Corveta: Na vila dos remédios. Fui pra almoçar, achei mais barato que os outros. Ambiente legal e tb bom atendimento. Comi uma picanha que estava gostosa. O cardápio é enxuto.

 

Agora falando de festival e encontros gastronômicos...

 

Festival gastronômico Zé Maria:

Uma orgia alimentar... :) É muuuuuuuita comida junto! Da sobremesa então nem se fala, não se consegue experimentar de tudo... São muitas opções.

Acontece toda quarta e sábado a partir das 20h na pousada mais famosa da ilha: pousada Zé Maria. É necessário reservar com antecedência via email ( [email protected] )E é necessário pagar (custou 207 reais, fora a bebida) com antecedência via transferência bancária e encaminhar o comprovante para eles. No dia e hora marcada fui de táxi (e tb voltei), mas dá pra ir andando. Fiquei junto com outras 2 mulheres que viajavam sozinhas mais velhas que eu. O Zé Maria e seus cozinheiros apresentam os todos os pratos, depois ele fica cumprimentando todos os clientes como se fossem velhos amigos, bate selfie, canta, faz piada e bota os outros pra cantarem tb. Muito simpático.

Qto às bebidas, os garçons te dão a comanda e vão marcando nossos pedidos e no fim pagamos a conta.

Se vale a pena? Ah acho que sim...embora alguns dos nativos tenham me dito que a comida já foi melhor. E olha, td q eu consegui comer estava muito gostoso. Mas acho que a idéia aqui é conhecer, assim como qq outro ponto turístico... Não acho q da próxima vez eu vá de novo.

 

Mesa da Ana:

Não é muito conhecida, na verdade sempre que comentava q tinha um jantar marcado na Mesa da Ana, ninguém sabia dizer o que era. Bom, conheci a mesa da ana em um relato de um viajante solitario em um dos blogs que li e a idéia me pareceu otima pra quem está com vontade de conhecer gente. Ana é uma chef casada com um morador de Noronha, o Roque... Eles tem uma casa e recebem 10 pessoas por noite para jantarem na mesa do jardim onde moram. O menu é surpresa (mas na reserva ela pergunta se temos alguma restriçao alimentar) e composto por entrada, prato principal e sobremesa... A bebida é paga por fora e (oba!) tinha vinho em taça. Na noite que fui foram mais 3 casais e todos conversamos e nos divertimos muito! A ana e o marido são ótimos e contam várias histórias de como é morar no paraíso ( que na verdade não é tão paraíso assim para os moradores... Mas isso é uma outra história). Eu realmente não lembro do menu (mas era delicioso), só da sobremesa que era um 1000 folhas de tapioca divino... Vale muito a pena principalmente se estamos sozinhas, pois é garantia de conversa!

A reserva foi feita pelo telefone (81993384925) mais ou menos 1 mês antes e o valor de 180 reais. Metade transferimos e enviamos o comprovante, metade damos no fim do jantar em dinheiro. Coloquei no gps e fui andando... Essa distancia foi a maior q percorri, em torno de 2km e voltei de carona com um dos casais. Fica localizada na Vila do Trinta. Pretendo voltar!

 

Há diversos outros restaurantes que não tive tempo de ir... preços para todos os bolsos... Mas eles já são metas para as minhas próximas visitas à ilha...

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o transporte?

 

Conforme tua preferência!

 

Caminhando: Foi o que mais fiz. Acredito que facilitou bastante o fato de ter ficado na vila dos remédios... Daqui eu fui caminhando para as 3 praias mais próximas, para a pizzaria muzenza e passei diariamente pela porta do bar do cachorro, para diversos restaurantes e para a Mesa da Ana (minha maior distância percorrida). Seja dia ou seja noite, não tive problemas... Qdo o trajeto era escuro, usava a lanterna do celular... Para mim, caminhar é o melhor jeito de se locomover por Noronha... dá pra pensar na vida, curtir o céu estrelado e de quebra ainda economiza.

 

De ônibus: Há 2 ônibus na ilha que percorrem toda extensao da rodovia (7KM) Enquanto um faz sentido o sentido Porto -> Sueste, o outro segue no sentido contrário. E a parada na Vila dos remédios era bem próxima ao lugar em que me hospedei. O valor da passagem atualmente é 5 reais. O problema do ônibus é que demora pra passar... Então se por acaso temos pressa (mas pressa pq? vc tá em noronha!) por algum motivo, melhor mudar a estratégia... Nesse caso táxi é a melhor opção. Usei o ônibus algumas vezes voltando do porto ou do tamar.

 

Táxi: simples e prático, mas não é o mais ecônomico... O preço é tabelado na ilha e as distâncias são curtas, não há taxímetro. Usei algumas vezes indo para o porto ou tamar (mergulho e palestra tinham hora marcada e eu estava atrasada). Fui de táxi tb para o Sancho qdo quis voltar lá sozinha, pois tinha chovido na noite anterior e a estrada da rodovia até o PIC Sancho Golfinho (porta de entrada da praia) não é asfaltada... então teria muita lama. Nesse dia especificamente foi o percurso mais caro:37 reais, mas o taxista argumentou que era domingo... a dica que dou é pergunte o valor antes para não tomar nenhum susto. Os taxistas são simpáticos e todos te dão um cartão com o telefone de contato deles, caso precisemos.

 

Carona: Li nos relatos de outros viajantes, mas achei q eu não fosse ter coragem... Mas, fui eu mesma que pedi! Sim, lá a gente se surpreende com td inclusive com a gente mesmo. Estava indo pra parada de ônibus no porto qdo vi 3 homens entrando numa caminhonete... um deles era o comandante do barco que eu tinha acabado de fazer o passeio pelo mar de dentro, o outro era marinheiro e o outro não sabia quem era. Sorri e perguntei se iam em direção à vila... "lhe deixamos onde precisar" foi a resposta. E lá fui eu no banco da frente.Trajeto rápido mas mais uma vez regado de boa conversa. Além de reconhecer 2 dos 3 homens, pensei da seguinte forma: são nativos por estarem usando uma caminhonete, caso fossem turistas estariam usando um buggy... Então seriam mais confiáveis, afinal em noronha a violência é zero... mas não sei se esse meu pensamento é o mais correto...

Outro momento que peguei carona foi do PIC do Sancho-Golfinho até a rodovia para poder pegar o ônibus ou chamar o táxi, pois meu telefone estava fora de área lá no PIC. Meu caroneiro foi um dos guias que eu conheci nesse dia, ele estava acompanhado por turistas fazendo o ilhatour e qdo seguiram para a praia do Sueste, pararam rapidinho p eu descer na parada de ônibus.

 

Buggy: é possível alugar na ilha. Não o fiz, então não sei informaçoes... Apenas sei o que li a respeito. É bom para ficarmos independentes na ilha, porém muitos dos carros estão velhos e não tem o marcador de combustível funcionando. Só há um posto de combustível na ilha e a gasolina é cara. Na minha opinião, acho que vale alugar apenas se tu estiveres em grupo para rachar as despesas.

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Para finalizar...

 

Dinheiro e cartões:

Usei cartão de crédito em todos os restaurantes e lojinhas onde comprei algumas lembranças de viagem, entre elas a loja do projeto Tamar e também a loja no PIC Sancho-Golfinho. Não houve nenhum tipo de dificuldade.

Em lugares mais simples como as barraquinhas da praia do porto e da praia do Cachorro, ou na Mesa da Ana e ainda na minha pousada, paguei tudo em dinheiro mesmo.

Para sacar dinheiro foi um pouco mais difícil. Há apenas uma agência bancária e é do banco Santander, localizada na Vila dos Remédios. Caixa eletrônico do Banco 24h tem no aeroporto e me disseram que há outro no supermercado Noronhão, mas não fui lá para comprovar. Sei que no TAMAR não há caixas (tinha lido antes da viagem que havia).

Meu banco é o Banco do Brasil e as formas que encontrei para sacar foram a casa lotérica (limite de 300 reais/dia) e os Correios (limite de 400 reais/dia). Ambos ficam localizados na vila dos remédios. Só lembra que o limite do fim de semana e da segunda feira é uma coisa só.

 

Passeios e praias:

O ônibus chega até as praias do Sueste e Porto. Praias como Sancho, Cacimba do Padre e baía dos Porcos, as estradas de acesso (que não são asfaltadas) partem da rodovia. Ou seja, se a escolha for ir de ônibus, será necessário caminhar para chegar até elas.

Todos aconselham fazer o ilhatour no primeiro dia e depois, se quisermos, podemos voltar em algum outro dia aos pontos que mais gostamos na ilha. Eu fiz no segundo dia e voltei ao Sancho depois.

No caso do mergulho com cilindro, acredito que seja mais interessante deixá-lo pra depois dos passeios iniciais para poder aproveitar melhor o snorkel. Confesso que depois que fiz o o mergulho, não achei tanta graça no snorkel. Fiz o batismo logo no primeiro dia.

O amanhecer pode ser visto na região do porto e buraco da Raquel. Não consegui acordar cedo o suficiente, então esse vai ficar pra próxima visita à ilha.

 

Outras recomendações:

Andar sempre com garrafinhas de água e pequenos lanches na mochila. Chapéu , protetor solar, kit de remédios (só vi uma farmácia) são fundamentais. Não precisei usar repelente, mas é bom levar. Blusa com fator de proteção solar é um ótimo investimento para usar durante a permanência na ilha

 

Impressão final:

Tinha a impressão errada de Fernando de Noronha. Sempre achei que era um lugar para onde somente viajavam os ricos, famosos e casais em lua de mel. Bom... todos esses com certeza estão lá, mas também há muitos mochileiros, famílias com crianças, idosos aventureiros, viajantes solitários e aqueles que preferem viajar em turma. Todas as tribos parecem estar abertas a novas amizades e compartilhar descobertas sobre a ilha. Essa com certeza foi a minha melhor viagem! Quero voltar em breve!

 

Espero ter ajudado e incentivado alguém por aqui no Mochileiros.com... Bjos e até a próxima! (qq pergunta, estou à disposição :wink: )

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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