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5 noites na Ilha de Pascoa

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Passei 5 noites incriveis na Ilha de Pascoa, segue abaixo meu relato.

 

Dia 4 de Janeiro:

Chegeui na ilha por volta das 13:30. Ja no aeroporto eu comprei o ingresso para o parque $80 dolares. O dono da residencia que eu iria ficar estava eu e o casal de canadenses que chegaram no mesmo voo que eu. Antes de nos levar para a pousada, ele deu um quick tour pela cidade, mostrando onde comer, banco, correio, supermecado.... Na residencia, ele mostrou os quartos e depois recebeu a gente na sala de cafe da manha com suco de laranja, mapas e livros sobre a ilha. Perguntou o que gostariamos de fazer e deu varias dicas.

Eu estava morrendo de fome e sai para procurar alguma coisa para comer e depois dei uma volta pela cidade... dai fui para os Moais Tahai esperar ver o por do sol.

 

Pousada: Chez Steve (http://chezsteveresidencekylemio.com/en/island/index.html) Super recomendado. Internet so funcionou no ultimo dia e so na sala onde tem cade da manha. Cafe da manha eh super bom, com pao, queijo, fruta, suco e cafe. O unico problema eh que o hotel fica uns 10-15 minutos andando do centro.

 

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Dia 5 de Janeiro:

Hoje foi dia de ir ao Rano Kau.... fui andando pela costa da cidade, parei na caverna Ana Kai Tangata e logo depois ja eh a entrada da trilha para ir ao Rano Kau. La encontrei o casal canadense que esta na mesma pousada que eu. Acabamos fazendo a caminhada juntos... e um cachorro acabou seguindo a gente o dia inteiro.

No topo do vulcao, decidimos fazer a trilha do lado esquerdo e ir ate a outra ponto do vulcao. Depois fomos no lado direito do vulvao onde fica a cidade de Orongo.

Voltamos para cidade andando... o sol da tarde eh de matar...

 

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Dia 6 de Janeiro:

Hoje eu aluguei uma bicicleta e fui fazer as cavernas, comecei por Tahai, passando por Ana Kakenga, so achei a entrada da caverna porque tinha 2 pessoas entrando. A entrada eh meio escondida e super apertada, mas quando vc entra... da para ficar de pe numa boa. A estrada nao eh asfaltada e cheio de pedras... horrivel para andar de bicleta. Depois fui para cavera Ana te Pahu e dai eu fui para Akivi onde tem os 7 moais. La deixei a bicicleta com o pessoal fica tomando conta dos bilhetes e fui subir o vulcao Terevaka. Voltando para cidade, ainda bem que o caminha eh asfaltado , parei em Puna Pau e Vinapu.

 

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Dia 7 de Janeiro:

Outro dia de bicicleta... hoje o objetivo era ir ate Tongariki. Que delicia pedalar ate la... Estrada super tranquila e vc vai parando em varios lugares para apreciar a natureza e os moais... como is pontos Hanga Te'e (Vaihu) e Akahanga. Depois de quase 3 horas pedalando e parando para fotos cheguei no Rano Raraku, a fabrica de moais...la com calma andei por volta dos moais e depois fui ver o lago do vulcao. Minha ultima parada do dia foi Tongariki, onde ficam os 15 moais...

 

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Dia 8 de Janeiro:

Hoje eu ia de bicicleta para Anakena, mas o casal canadense que estava na pousada acaou alugando o carro para ir ver o sol nascer em Tongaraki. Acordamos as 5 da manha, o dono da pousada tinha preparado no dia anterior comida para gente levar. Levamos uns 45 minutos para chegar la e ficamos esperando o sol nascer... ficamos la ate umas 8 da manha. Depois fomos em direcao de Anakena, parando em Te Pito Kura e a praia Ohave. Curtimos Anakena, almocamos la... descasamos e depois voltamos pela costa de novo.

 

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Dia 9 de Janeiro:

Ultimo dia na ilha... voo saia a tarde, so que o checkout era as 10. Tomei cafe, arrumei a mala e deixei la. Fui andar pela cidade atras de uma lembrancinha... depois fui comer alguma coisa e o dono do hotel me pegou na frente do correio e me deixou no aeroporto.

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    • Por voluti
      Amigas e amigos mochileiros,
       
      Como muitos outros brasileiros, viajei para a Ilha de Páscoa, realizando um sonho antigo. Sempre tive interesse em algo que poderíamos chamar de "turismo histórico-arqueológico", mas ir a Rapa Nui (nome do ramo linguístico falado originalmente na ilha) sempre foi um sonho mais distante, não estava nos planos mais próximos de viagem para o presente ano. No entanto, uma promoção da LAN/TAM em janeiro, anunciada pelo Melhores Destinos (http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao-passagens-ilha-pascoa.html), mudou os meus planos. Nesta promoção, era possível sair do Rio em direção a Ilha de Páscoa por menos de R$ 600,00 + taxas. Imperdível! Os valores normais são mais que o dobro disso.
       
      Passagem comprada para Junho! Não consegui convencer nenhum amigo a ir comigo. Viajei sozinho, o que não é nenhum problema para mim. No entanto, confesso ter refletido muito sobre as nossas escolhas para viajar. Um amigo, pessoa muito amada, chegou a insinuar que esta não seria uma "viagem de verdade". Volto nisso ao final.
    • Por Jonas.Schwertner
      O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre a Ilha de Páscoa. Se você está com alguma dúvida em relação à ilha, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece a Ilha de Páscoa, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder!
       
      INFORMAÇÕES SOBRE A ILHA DE PÁSCOA
      Os Gigantes da Ilha de Páscoa

      Foto: Voluti
      No ano de 1722, domingo de páscoa, às 18 horas. A bordo do navio de Afrikaanske Galei, os marinheiros trabalham normalmente. Há quatro meses e meio tinham levado ferros da Holanda em viagem de exploração e comércio e afora o rápido combate com um grande galeão espanhol, que tinha deixado para trás graças a sua superior velocidade, tudo havia corrido ao gosto do comandante comodoro Jacob Roggeveen. Súbito o vigia , anuncia " terra à vista" . Aproximam-se de uma ilha não assinalada no mapa. Com a pouca luz do entardecer chegam em tempo de avistar no litoral, sobre longas muralhas de pedra, enormes gigantes que parecem dispostos a evitar desembarque. Roggeveen manda ancorar longe da costa e decide esperar pelo amanhecer para tomar uma decisão. Quando o dia clareia os europeus têm sua segunda surpresa. Os gigantes permaneciam parados e com óculos de alcance foi possível avistar gente de tamanho normal que se movia entre eles. Tinha-se assustado com estátuas. Resolvem então desembarcar, após batizar a ilha em honra a data de sua descoberta. (Texto retirado do livro "Grandes Enigmas da Humanidade" Luís Carlos Lisboa e Roberto Pereira de Andrade )
      Estátuas colossais, de mais ou menos 5 metros reinam em toda ilha do Pacifico desafiando a ciência. Como explicar o transporte das colossais estátuas, chamadas Moais, ninguém até hoje soube dizer. As estátuas olham para o norte e nordeste, sul, sudoeste e sudeste. A ilha toda tem 170 km2 de extensão, 3500 km da costa oeste da América do sul. Existem hieróglifos por toda parte da ilha e se fossem decifradas iriam revelar muito sobre a cultura daquela época. Fica a seguinte pergunta no ar: Quem e que ferramentas foram usadas na construção daquelas estátuas? Simplesmente esta pergunta está entre nós desde o descobrimento da Grande Pirâmide do Egito. Mas se pensarmos bem o Mundo está repleto de enigmas do qual só temos uma resposta, ou fomos auxiliados por seres inteligentes de outras galáxias, ou tivemos uma grande catástrofe da qual esquecemos tudo e recomeçamos da estaca zero... A ilhota é de formação vulcânica, tendo um relevo moderado, superfície de 118 km quadrados, com altitudes que variam de 200 à 500m. Faz parte da província de Val Paraíso no Chile, e constitui a Oceania Chilena. Sempre os mesmos traços de impossibilidade, nos canteiros do vulcão, sem terminar ficaram mais de 200 Moais, que não foram terminados nem distribuídos. Batizada como "Te pita, te henua" (umbigo do mundo ).
       
      *Existem três tipos de estátuas gigantes:
       
      -As primeiras estátuas estão situadas nas praias à borda do mar. Seu número é de mais ou menos 200 à 260 e algumas estão à uma distância de mais de 20 km do canteiro do vulcão onde foram modeladas. Estas estavam instalados em vários números, sobre monumentos funerários chamados "ahus"e davam as costas para o mar. Originariamente estiveram tocados por um tipo de chapéu cilíndrico chamado "Punkao", feito com uma rocha avermelhada, tirada do vulcão "Puna Pao".
       
      -O segundo grupo é o das erigidas ao pé do "Rano Raraku". São estátuas terminadas, porém diferentes das outras, pois seus corpos estão cobertos por símbolos. As órbitas dos olhos não estão desenhadas e precisam de um chapéu ou "punkao". No entanto estas são mais enigmáticas que as anteriores.
       
      -O terceiro grupo há anos a mais conhecida de todas elas "tukuturi", que possui a particularidade de ter pernas, foi comparada as estátuas da arte pré-incaica criando sérias dúvidas sobre a tese comum da origem dessas populações. A ilha porém foi abandonada por alguma razão... Os obreiros abandonaram suas ferramentas e oficinas. Como se suas causas desta paralisação tivessem sido provocadas por uma catástrofe de caráter natural, como maremoto, por alguma invasão ou epidemia.
       
       
      Pára-Raios?
       
      Porém alguns cientistas, no ano de 1989, caracterizaram os Moais como "PARA RAIOS", devido a constantes descargas elétricas naquela ilha. Mesmo assim à quem se atribui a inteligência de produzir "para raios" naquela época? Assim do meu ponto de vista, até acho que os moais tenham sido destruídos por raios naquela época, e seus criadores tenham feito os chapéus Punkao, para que as grandes estátuas não fossem danificadas pelo impacto dos raios... já que os chapéus não tem um formato muito criativo, sem ornamentos, digo, bem simples em vista que os monumentos têm muitos detalhes, são ricos de finos traços.
       
       
      Eis abaixo o texto retirado do Jornal O Globo - Mundo/Ciencia e vida - Ribamar Fonseca:
       
      "São Luís - As estátuas monolíticas de até dez metros de altura da ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico, foram construídas pelos antigos nativos para funcionar como para-raios e, desse modo protegê-los das descargas elétricas freqüentes naquela região. Essa teoria, já comprovada científicamente através de pesquisas nos laboratórios da Universidade Federal do Maranhão, foi levantada pelo professor Francisco Soares, que passou seis meses na ilha estudando a função dos misteriosos Moai - nome dado às estátuas pelos nativos.
       
      Soares, de 31 anos, que é engenheiro eletrônico especializado em computação, descobriu que os antigos habitantes da ilha de Páscoa já conheciam na prática a Lei de Gauss, que aplicavam empiricamente, através das gigantescas estátuas para proteger-se das descargas elétricas. A Lei de Gauss determina o comportamento da distribuição de cargas elétricas espaciais sobre uma superfície dielétrica. O chapéu na cabeça das estátuas, de material vulcânico poroso, absorvia os raios e impedia que elas fossem destruídas. Até então imaginava-se que os moai tinham apenas funções religiosas ou estéticas.
       
      Dedicando-se, desde 1979, à pesquisa sobre equipamentos primitivos de computação, como o ábaco, uma tábua de cálculos criada pelos chineses, Francisco Soares chegou a civilização Inca, que possuía a mesma técnica com o quipu, feito de fios. E no rastro do quipu, Soares chegou a Rapa-nui, nome nativo da Ilha de Páscoa, descoberta em 1722, num domingo de páscoa, pelo holandês Jacob Roageveen. Ele conduziu suas pesquisas a partir de de quatro perguntas; Por que os moai foram construídos? Por que eram altos e tinham a forma alongada? Por que o chapéu? Por que só ocupavam a faixa costeira da ilha?
       
      Até então as gigantescas estátuas haviam sido estudadas apenas por antropólogos e etnólogos, que viam nelas um sentido místico; teriam poderes mágicos ( os nativos diziam que quem tocasse na sua cabeça morria ) e ao mesmo tempo, seriam uma homenagem aos seus ancestrais. Francisco Soares, no entanto concluiu que as estátuas, dispostas somente no redor da ilha, tinham a função de para-raios, atraindo as descargas elétricas. Ficava assim protegido o centro dessa ilha, de 179 km² e a cerca de quatro mil quilômetros da costa do Chile. Ali estavam as habitações e lavouras de subsistência.
       
      Com o auxílio do professor Antônio Oliveira, mestre em física e matéria condensada do Departamento de Física da Universidade Federal do Maranhão, Soares recriou em laboratório as condições necessárias para a simulação de descargas elétricas. Usou uma fonte de alta tensão, uma campânula para fazer vácuo, e miniaturas das estátuas, confeccionadas com o mesmo material dos Moai, dispostas numa maquete da ilha. Comprovou-se, desse modo, que as estátuas com chapéu atraiam todas as descargas elétricas, que eram absorvidas e distribuídas pelo corpo, sem danificá-las. E mais: no escuro, os chapéus, carregados de energia, ficavam iluminados, o que, segundo ele, explica os poderes mágicos atribuídos aos moai.
       
      Soares concluiu, diante disso, que os antigos nativos da ilha dominavam o conhecimento prático da Lei de Gauss, pois a função de pára-raios só se tornou possível por causa da forma dos chapéus das estátuas e do material vulcânico poroso com que foram confeccionadas, diferentes do material do corpo. Se fosse outro material utilizado, elas seriam destruídas pela primeira descarga elétrica. O jovem cientista maranhense, que deu ao seu trabalho o título de aplicação empírica da Lei de Gauss e difusão elétrica nos moai de Rapa-Nui, volta a ilha em julho para novas pesquisas."
       
      Maior estátua construída na ilha tem 10 metros e 90 toneladas. E ainda existe uma outra inacabada com 20 metros de altura.
       
    • Por tchebes
      VOCÊ ACABA DE ENCONTRAR UM RESUMO DE TODAS AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO CHEGAR PERDIDO À ILHA DE PÁSCOA.
       
      * VOCABULÁRIO:
      - Iorana: saudação que serve tanto como OI como TCHAU
      - Ahu - são os altares (ou templos) onde eram expostos os Moais
      - Moais - são representações dos ancestrais chefes das tribos Rapa Nui (da antiguidade) e de seus parentes próximos
      - Ana - caverna
      - Hanga - baía
      - Motu - Ilha
       
      * NOME DA ILHA:
      - Ilha de Páscoa: porque a chegada pelos ocidentais à Ilha se deu em um domingo de Páscoa de 1722, por um holandês.
      - Rapa Nui: não é o nome original dessa cultura. Rapa na verdade é uma outra ilha da polinésia de cultura muito parecida e Nui seria ''grande'', formando portanto Grande Rapa.
      - Umbigo do Mundo (Te Pito o Te Henua): dizem ser este o nome original da ilha, pela sua localização estratégica no centro do globo.
       
      * HISTÓRIA DA ILHA E DA CULTURA RAPA NUI (desculpem se houver falhas de informações):
      - A Ilha de Páscoa foi descoberta pelos navegadores da Polinésia, que chegaram ao local para estabelecer moradia aproximadamente nos anos 800 d.C. Havia abundância de árvores, vegetação em geral e animais, principalmente pássaros de muitas espécies.
      Estabeleceram a sua cultura tradicional e por aqui dividiram-se em inúmeras tribos pelo litoral da ilha. Cada tribo tinha seu próprio Ahu (altar). Assim, com a morte dos líderes tribais e familiares próximos, esculpiam-se o Moais, 'sempre' de frente para a vila e de costas para o mar, para simbolizar que este líder seguia espiritualmente vigiando e protegendo aquele povoado. Nesse período, os Rapa Nui tinham um poder centralizado pelo o líder/rei Hotu Matu'a e pelo que parece as tribos viviam em harmonia.
      Contudo, com a escassez de árvores/madeira e com a dificuldade de sobrevivência por outras questões de busca por elementos básicos (ex. água, comida), as tribos começaram a digladiar entre si. Período em que se perdeu a fé pela proteção ancestral dos Moais e TODOS eles foram derrubados pelos próprios Rapa Nui.
      Bom, após a crise do sistema concentrado de poder, as tribos passaram a estabelecer um sistema mais democrático de liderança, com alternância anual, quando cada chefe de tribo preparava seu guerreira combatente para participar da competição do Homem Pássaro (se jogavam ao mar, nadando até o Motu - ilha - onde os pássaros de primavera vindos de todos os cantos deixavam seus ovos para reprodução. Aquele que retornasse com o primeiro ovo posto na ilha, intacto, garantia o poder ao lider de sua tribo, naquele ano).
      Já a chegada dos ocidentais na ilha se deu aproximadamente na década de 1720, através de navegação holandesa, que aportou em um domingo de Páscoa, dando o nome à Ilha.
      Dizem que a presença dos padres e as missões da igreja foram ferindo a cultura original Rapa Nui.
      Ademais, na década de 1805, os peruanos chegaram à ilha e escravizaram grande parte da população para venda no continente, sendo o maior crime na história da cultura local.
      Por fim, a partir da década de 1950 passaram a restaurar as peças e na década de 1990, com auxílio do governo japonês, reergueram e retomaram os principais Moais aos seus respectivos Ahus.
       
      *CUSTOS - Maio 2013
      - Moto: 20 mil
      - Bike: 8 a 10 mil
      - Carro: 30 a 40 mil
      - Quadriciclo: 30 a 40 mil
       
      *CAMPING POUSADA MIHINOA
      - Valor: quartos compartilhados de 8 mil (4 camas) e 10 mil (3 camas)
      - Localização: de frente pro mar. 10 pontos neste quesito ! Pra mim foi o fator chave para escolher! E não é só. É de frente para o pôr do sol ! Contudo fica há 10 min de caminhada numa semi ladeira até o início do centro. O que pra mim não representa nenhum problema(já que adoro caminhar). Mas casais que não curtem andar, considerem esse fator.
      - Higiene: Ótimo. O cuidado da Dona Isabel é fantástico. Contudo, como por todos lado da ilha (creio!), tem bastante baratas pelos banheiros e área comum. Acredito que seja um mal por todos os hotéis. Verifiquem isso.
      - Atendimento: Bom. Sem café. Mas com transfer IN e OUT. Internet pagando a parte 5 mil por toda a estadia, contudo, MUITO lenta! A ponto de as vezes não dar para abrir a caixa de entrada do email. Atendentes de recepção atenciosos na medida do possível. Senti falta de um pouco mais de prestatividade.
      - Em geral: Recomendo para viajantes sozinhos ou casais que queiram economizar ou gostem de acampar ou lugares simples.
       
      *RESTAURANTES
      Em geral os pratos custam (maio 2013) o valor de 10.000 pesos, o que equivale a R$50,00. É possível procurar por MENUS a 5.000 pesos, que são pratos executivos. A maior parte dos restaurantes não divulgam a existência, mas consegui encontrar em dois lugares:
      - Rest. Tataku vave - altamente recomendado. Comida muito bem preparada (pouca quantidade) e visual de frente para o mar. Comi um atum fresco com purê delicioso. Deck de madeira praticamente sobre as pedras. Incrível. Melhor custo benefício da ilha. (no litoral de Hanga Roa, no caminho para a gruta Ana Kai Tangata);
      Rest. próximo ao cemitério, lado direito de quem vai. Não lembro o nome, lugar simples, bastante comida / comida mais caseira.
       
      *SHOWS
      - Te Ra’ai ( Kaituoe s/n (só seguir a Calle Tuki Haka Hevari depois do Hospital) Tel. 32-255-1460, 32-255-1460 e 9-9414-4972 - [email protected]
      -Vai Te Mihi (Calle Policarpo Toro, ao lado do cemitério) - [email protected] - Tel. 9-493-8990 - Funcionamento: Segundas, Quintas e Sábado, 21 horas.
      - Kari-Kari (Calle Principal Atamu Te Kena & Tuki Haka Hevari) - Tel. 32-210-0767, 7-532-5637 e 9-489-2780 - Funcionamento: Terças, Quintas e Sábado, 21 horas.
      Obs.: Informações obtidas no site andarilhospelomundo.com - e o valor em Maio 2013 só para ver o show (sem jantar) era 10 mil pesos no Kari Kari e Vai Te Mihi e 15 mil pesos no Te Ra'ai (onde fui).
       
      ROTEIRO
      * Considerando a chegada do vôo LAN às 12 / 13 hs.
      Comprar o seu ingresso de entrada no aeroporto mesmo, logo ao sair do avião, ao lado esquerdo, antes de entrar no setor de bagagem. Valor R$30.000.
       
      * 1o DIA - VINAPU . RANO KAO . ORONGO (considerando o vôo LAN chegando 12hs / 13hs)
      Método: BIKE
      - Vinapu (Após ver o Ahu, pegar a estrada de terra atrás do aeroporto, mais curta, sentido Vulcão Rano Kao)
      - Volcán Rano Kao (subir pela trilha de quem vai a pé, conduzindo a bicicleta até em cima)
      - Orongo (fica junto com o Vulcão, no topo deste)
      - Ver o pôr do sol lá de cima e descer de bike pela estrada dos carros (o que é rapidíssimo).
      - Passar rapidamente pela caverna Ana Kai Tangata, observando as pinturas dos pássaros amarelados no teto (onde residia uma família canibal e ponto importante para avistar o vencedor da competição do homem pássaro)
       
      * 2o DIA - LITORAL NORTE
      Método: CARRO ou QUADRICICLO ou MOTO
      - Tongariki: ver o nascer do sol e fazer um picnic lá como café da manhã (recolher todo o lixo, claro!)
      - Rano Raraku: visitar o cemiterio de Moai que fica logo atrás
      - Papa Vaka: ver os peroglifos
      - Te Pito Te Kura: cruzar para o lado norte e visitar a pedra do umbigo e o maior Moai (que está quebrado e caido no chão)
      - Praia de Perouse: Para fotos e quem sabe banho (não é recomendável, por não ter salva vidas e risco de desabamento de terra do litoral)
      - Praia de Anakena: passar o resto da tarde relaxando
      - Descansar a noite e dormir cedo
       
      *3o DIA - TREKKING A TEREVAKA
      Método: BIKE + TREKKING
      - Manhã: subir o Vulcão Terekava (ponto mais alto da ilha) - Ir pedalando pela estrada principal e deixar a bike presa em alguma árvore no início da trilha (a trilha inicia no Ahu Akivi) e seguir a pé
      - Tarde : Após Descer o Terevaka, conheça o Ahu Akivi + seguir para para a trilha do litoral (estrada amarela, no mapa), passando pela Gruta Tepahu + Gruta Ana Kakenga (2 ventanas) + ver o por do sol no Tahai e voltar pela costa apreciando os moais e as baías (hangas)
      Obs: Tb é possível assistir o por do sol de dentro da Caverna Ana Kakenga, o que é um espetáculo a parte ! O sol se põe diante da janela da gruta, fazendo entrar raios avermelhados no seu interior, ficando lindo para fotos.
      - Noite: jantar e descansar
       
      *4o dia: POIKE
      Método: Tour guiado +-20 a 35 mil por pessoa
      - MANHÃ e INÍCIO DA TARDE: Subir o caminho de Poike, conhecendo o moai de pedra, a gruta da virgem etc (o visual panorâmico mais incríveis da ilha)
      - FIM TARDE/NOITE: Explorar mais o centro a tarde (lojinhas, por estampa no passaporte no correio (se tiver aberto), jantar)
      - NOITE: ver show de musica tradicional
       
      *5o dia: Museu e ir viagem de volta
      - Museu que abre as 9h30. Ficar até 10h30 e seguir para o aeroporto.
       
      Obs.: Se você prefere fazer tudo com mais calma, almoçando e jantando bem, considere a possibilidade de ter pelo menos 01 dia a mais.
      Obs.: Se você curte mergulho Scuba de cilindro, é possível fazê-lo em meio período do dia. Procure informações on line. Existe um Moai (acredito que fake!) submerso para fotografias.
      Obs.: Esse roteiro é recomendado para quem já leu sobre a história da ilha ou tem facilidade em comunicar-se com nativos para ir adquirindo informação ao longo da viagem, já que não está incluído guia para os dias iniciais, mas tão somente para a trilha guiada obrigatória no 4o dia.
      Considere que rodar a ilha sem entender a história (descoberta pelo povo da Polinésia, a cultura Rapa Nui na época dos moais e mais tarde com a idolatração do Homem Pássaro) não tem graça alguma.
      Assim, se preferir, uma alterativa é, na tarde do dia de chegada, conhecer o centro da cidade, se ambientar e observar o Museu (que não abre segunda e fecha domingo às 12h30m), reajustando todo o esquema acima.


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