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5 noites na Ilha de Pascoa

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Passei 5 noites incriveis na Ilha de Pascoa, segue abaixo meu relato.

 

Dia 4 de Janeiro:

Chegeui na ilha por volta das 13:30. Ja no aeroporto eu comprei o ingresso para o parque $80 dolares. O dono da residencia que eu iria ficar estava eu e o casal de canadenses que chegaram no mesmo voo que eu. Antes de nos levar para a pousada, ele deu um quick tour pela cidade, mostrando onde comer, banco, correio, supermecado.... Na residencia, ele mostrou os quartos e depois recebeu a gente na sala de cafe da manha com suco de laranja, mapas e livros sobre a ilha. Perguntou o que gostariamos de fazer e deu varias dicas.

Eu estava morrendo de fome e sai para procurar alguma coisa para comer e depois dei uma volta pela cidade... dai fui para os Moais Tahai esperar ver o por do sol.

 

Pousada: Chez Steve (http://chezsteveresidencekylemio.com/en/island/index.html) Super recomendado. Internet so funcionou no ultimo dia e so na sala onde tem cade da manha. Cafe da manha eh super bom, com pao, queijo, fruta, suco e cafe. O unico problema eh que o hotel fica uns 10-15 minutos andando do centro.

 

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Dia 5 de Janeiro:

Hoje foi dia de ir ao Rano Kau.... fui andando pela costa da cidade, parei na caverna Ana Kai Tangata e logo depois ja eh a entrada da trilha para ir ao Rano Kau. La encontrei o casal canadense que esta na mesma pousada que eu. Acabamos fazendo a caminhada juntos... e um cachorro acabou seguindo a gente o dia inteiro.

No topo do vulcao, decidimos fazer a trilha do lado esquerdo e ir ate a outra ponto do vulcao. Depois fomos no lado direito do vulvao onde fica a cidade de Orongo.

Voltamos para cidade andando... o sol da tarde eh de matar...

 

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Dia 6 de Janeiro:

Hoje eu aluguei uma bicicleta e fui fazer as cavernas, comecei por Tahai, passando por Ana Kakenga, so achei a entrada da caverna porque tinha 2 pessoas entrando. A entrada eh meio escondida e super apertada, mas quando vc entra... da para ficar de pe numa boa. A estrada nao eh asfaltada e cheio de pedras... horrivel para andar de bicleta. Depois fui para cavera Ana te Pahu e dai eu fui para Akivi onde tem os 7 moais. La deixei a bicicleta com o pessoal fica tomando conta dos bilhetes e fui subir o vulcao Terevaka. Voltando para cidade, ainda bem que o caminha eh asfaltado , parei em Puna Pau e Vinapu.

 

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Dia 7 de Janeiro:

Outro dia de bicicleta... hoje o objetivo era ir ate Tongariki. Que delicia pedalar ate la... Estrada super tranquila e vc vai parando em varios lugares para apreciar a natureza e os moais... como is pontos Hanga Te'e (Vaihu) e Akahanga. Depois de quase 3 horas pedalando e parando para fotos cheguei no Rano Raraku, a fabrica de moais...la com calma andei por volta dos moais e depois fui ver o lago do vulcao. Minha ultima parada do dia foi Tongariki, onde ficam os 15 moais...

 

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Dia 8 de Janeiro:

Hoje eu ia de bicicleta para Anakena, mas o casal canadense que estava na pousada acaou alugando o carro para ir ver o sol nascer em Tongaraki. Acordamos as 5 da manha, o dono da pousada tinha preparado no dia anterior comida para gente levar. Levamos uns 45 minutos para chegar la e ficamos esperando o sol nascer... ficamos la ate umas 8 da manha. Depois fomos em direcao de Anakena, parando em Te Pito Kura e a praia Ohave. Curtimos Anakena, almocamos la... descasamos e depois voltamos pela costa de novo.

 

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Dia 9 de Janeiro:

Ultimo dia na ilha... voo saia a tarde, so que o checkout era as 10. Tomei cafe, arrumei a mala e deixei la. Fui andar pela cidade atras de uma lembrancinha... depois fui comer alguma coisa e o dono do hotel me pegou na frente do correio e me deixou no aeroporto.

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    • Por Aullyanna02
      Planejo fazer uma viagem com destino ao Chile em julho/2019, e desejo visitar os dois destinos que estão no título do post. Gostaria de saber se há possibilidade de comprar as passagens para a Ilha de Páscoa no aeroporto de Santiago, pois aqui no Brasil elas são absurdamente caras - leia-se R$5.000 em alguns sites - e não cabem no meu orçamento inicial. Por favor, me ajudem! Desde já, agradeço!!!
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    • Por Jonas.Schwertner
      O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre a Ilha de Páscoa. Se você está com alguma dúvida em relação à ilha, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece a Ilha de Páscoa, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder!
       
      INFORMAÇÕES SOBRE A ILHA DE PÁSCOA
      Os Gigantes da Ilha de Páscoa

      Foto: Voluti
      No ano de 1722, domingo de páscoa, às 18 horas. A bordo do navio de Afrikaanske Galei, os marinheiros trabalham normalmente. Há quatro meses e meio tinham levado ferros da Holanda em viagem de exploração e comércio e afora o rápido combate com um grande galeão espanhol, que tinha deixado para trás graças a sua superior velocidade, tudo havia corrido ao gosto do comandante comodoro Jacob Roggeveen. Súbito o vigia , anuncia " terra à vista" . Aproximam-se de uma ilha não assinalada no mapa. Com a pouca luz do entardecer chegam em tempo de avistar no litoral, sobre longas muralhas de pedra, enormes gigantes que parecem dispostos a evitar desembarque. Roggeveen manda ancorar longe da costa e decide esperar pelo amanhecer para tomar uma decisão. Quando o dia clareia os europeus têm sua segunda surpresa. Os gigantes permaneciam parados e com óculos de alcance foi possível avistar gente de tamanho normal que se movia entre eles. Tinha-se assustado com estátuas. Resolvem então desembarcar, após batizar a ilha em honra a data de sua descoberta. (Texto retirado do livro "Grandes Enigmas da Humanidade" Luís Carlos Lisboa e Roberto Pereira de Andrade )
      Estátuas colossais, de mais ou menos 5 metros reinam em toda ilha do Pacifico desafiando a ciência. Como explicar o transporte das colossais estátuas, chamadas Moais, ninguém até hoje soube dizer. As estátuas olham para o norte e nordeste, sul, sudoeste e sudeste. A ilha toda tem 170 km2 de extensão, 3500 km da costa oeste da América do sul. Existem hieróglifos por toda parte da ilha e se fossem decifradas iriam revelar muito sobre a cultura daquela época. Fica a seguinte pergunta no ar: Quem e que ferramentas foram usadas na construção daquelas estátuas? Simplesmente esta pergunta está entre nós desde o descobrimento da Grande Pirâmide do Egito. Mas se pensarmos bem o Mundo está repleto de enigmas do qual só temos uma resposta, ou fomos auxiliados por seres inteligentes de outras galáxias, ou tivemos uma grande catástrofe da qual esquecemos tudo e recomeçamos da estaca zero... A ilhota é de formação vulcânica, tendo um relevo moderado, superfície de 118 km quadrados, com altitudes que variam de 200 à 500m. Faz parte da província de Val Paraíso no Chile, e constitui a Oceania Chilena. Sempre os mesmos traços de impossibilidade, nos canteiros do vulcão, sem terminar ficaram mais de 200 Moais, que não foram terminados nem distribuídos. Batizada como "Te pita, te henua" (umbigo do mundo ).
       
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      Pára-Raios?
       
      Porém alguns cientistas, no ano de 1989, caracterizaram os Moais como "PARA RAIOS", devido a constantes descargas elétricas naquela ilha. Mesmo assim à quem se atribui a inteligência de produzir "para raios" naquela época? Assim do meu ponto de vista, até acho que os moais tenham sido destruídos por raios naquela época, e seus criadores tenham feito os chapéus Punkao, para que as grandes estátuas não fossem danificadas pelo impacto dos raios... já que os chapéus não tem um formato muito criativo, sem ornamentos, digo, bem simples em vista que os monumentos têm muitos detalhes, são ricos de finos traços.
       
       
      Eis abaixo o texto retirado do Jornal O Globo - Mundo/Ciencia e vida - Ribamar Fonseca:
       
      "São Luís - As estátuas monolíticas de até dez metros de altura da ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico, foram construídas pelos antigos nativos para funcionar como para-raios e, desse modo protegê-los das descargas elétricas freqüentes naquela região. Essa teoria, já comprovada científicamente através de pesquisas nos laboratórios da Universidade Federal do Maranhão, foi levantada pelo professor Francisco Soares, que passou seis meses na ilha estudando a função dos misteriosos Moai - nome dado às estátuas pelos nativos.
       
      Soares, de 31 anos, que é engenheiro eletrônico especializado em computação, descobriu que os antigos habitantes da ilha de Páscoa já conheciam na prática a Lei de Gauss, que aplicavam empiricamente, através das gigantescas estátuas para proteger-se das descargas elétricas. A Lei de Gauss determina o comportamento da distribuição de cargas elétricas espaciais sobre uma superfície dielétrica. O chapéu na cabeça das estátuas, de material vulcânico poroso, absorvia os raios e impedia que elas fossem destruídas. Até então imaginava-se que os moai tinham apenas funções religiosas ou estéticas.
       
      Dedicando-se, desde 1979, à pesquisa sobre equipamentos primitivos de computação, como o ábaco, uma tábua de cálculos criada pelos chineses, Francisco Soares chegou a civilização Inca, que possuía a mesma técnica com o quipu, feito de fios. E no rastro do quipu, Soares chegou a Rapa-nui, nome nativo da Ilha de Páscoa, descoberta em 1722, num domingo de páscoa, pelo holandês Jacob Roageveen. Ele conduziu suas pesquisas a partir de de quatro perguntas; Por que os moai foram construídos? Por que eram altos e tinham a forma alongada? Por que o chapéu? Por que só ocupavam a faixa costeira da ilha?
       
      Até então as gigantescas estátuas haviam sido estudadas apenas por antropólogos e etnólogos, que viam nelas um sentido místico; teriam poderes mágicos ( os nativos diziam que quem tocasse na sua cabeça morria ) e ao mesmo tempo, seriam uma homenagem aos seus ancestrais. Francisco Soares, no entanto concluiu que as estátuas, dispostas somente no redor da ilha, tinham a função de para-raios, atraindo as descargas elétricas. Ficava assim protegido o centro dessa ilha, de 179 km² e a cerca de quatro mil quilômetros da costa do Chile. Ali estavam as habitações e lavouras de subsistência.
       
      Com o auxílio do professor Antônio Oliveira, mestre em física e matéria condensada do Departamento de Física da Universidade Federal do Maranhão, Soares recriou em laboratório as condições necessárias para a simulação de descargas elétricas. Usou uma fonte de alta tensão, uma campânula para fazer vácuo, e miniaturas das estátuas, confeccionadas com o mesmo material dos Moai, dispostas numa maquete da ilha. Comprovou-se, desse modo, que as estátuas com chapéu atraiam todas as descargas elétricas, que eram absorvidas e distribuídas pelo corpo, sem danificá-las. E mais: no escuro, os chapéus, carregados de energia, ficavam iluminados, o que, segundo ele, explica os poderes mágicos atribuídos aos moai.
       
      Soares concluiu, diante disso, que os antigos nativos da ilha dominavam o conhecimento prático da Lei de Gauss, pois a função de pára-raios só se tornou possível por causa da forma dos chapéus das estátuas e do material vulcânico poroso com que foram confeccionadas, diferentes do material do corpo. Se fosse outro material utilizado, elas seriam destruídas pela primeira descarga elétrica. O jovem cientista maranhense, que deu ao seu trabalho o título de aplicação empírica da Lei de Gauss e difusão elétrica nos moai de Rapa-Nui, volta a ilha em julho para novas pesquisas."
       
      Maior estátua construída na ilha tem 10 metros e 90 toneladas. E ainda existe uma outra inacabada com 20 metros de altura.
       


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