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Topic author: natashacarpes

 

Olá, estou indo para itacaré no carnaval, gostaria de saber se há a necessidade de se alugar carro, ou dá pra arranjar um guia. Sobre as cachoeiras, dá pra fazer sozinho ou temos que ir por uma agência? quais seriam os melhores lugares para vistsar, ficarei 5 dias.

Natasha

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Topic author: elpepino

 

Amigos estou *llendo pára *itacare *esoty agora em lima nuns *dias/ chego à fronteira de *bolivia de *ahi a campo grande *despues que rota devo tomar para chegar a *itacare,*via terrestre,*diganme *porfavor e quanto me *saldra em dinheiro,não tenho muito por isso quero saber com quanto chego,obrigado irmãos

 

 

Reply author: Ever

 

Não tenho idéia dos preços de passagem mas não fica muito barato. É uma longa viagem e você levará alguns dias, talvez uns dois ou três dias dependendo das conexões.

Se você está entrando no Brasil pelo Mato Grosso do Sul, algumas rotas possíveis são:

. Campo Grande -> Rio de Janeiro -> Ilhéus -> Itacaré

. Campo Grande -> Brasília -> Ilhéus -> Itacaré

. Campo Grande -> Belo Horizonte -> Ilhéus -> Itacaré

 

coqueral.jpg

 

 

Reply author: elpepino

 

Graças pelo dado mas qual dos 3 é a mas próxima,graças pelo dado amigo se podes *averiguame os preços,graças.

 

 

Reply author: Ever

 

Não sei dizer qual é o menor trajeto mas eu prefereria fazer o caminho Campo Grande -> Rio de Janeiro -> Ilhéus -> Itacaré porque vai por estradas melhores e mais rápidas.

Desculpe, mas não tenho os preços das passagens neste trecho. Tente fazer uma consulta nos sites:

Campo Grande -> Rio de Janeiro : http://www.andorinha.com

 

Rio de Janeiro -> Ilheus : http://www.saogeraldo.com.br

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SOBRE ITACARE:

-como chegar de onibus pegue onibus em ilheus(1h)ou em itabuna

- nao deixe de conhecer a praia de jeribucaçu

- falaram de assaltos na trilha para prainha. vc anda numa trilha meio que acompanhando o curso de um riachozinho...quando vc chegar num lugar onde ser forma uma piscina, onde pode haver umas pessoas oferecendo aguas etc, vc atravessa o riacho e tem uma subidinha... Nem é necessário guia,mas eles ficam te alugando e se vc resolver ir sozinho, eles vao te rogar alguma praga... heheh. Alias , nas praias de itacare tem guia para te levarem da areia a agua e te cobram 5,00.Chega a ser divertido.E claro que ha lugares em que o trabalho do guia e indispensavel!

- tem um pf. de 5,00 .Saindo da rodoviaria tem um beco e saindo do beco tem o pf. a esquerda. e muito bom!

- nao gostei muito dos camping de itacare. Fiquei na pousada cristal por um preço muito bom e com um atendimento excelente da Mariana. tel:(73) 32513028. Dá ate pra usar a cozinha se quiser, a geladeira. è só dar um toque na Mariana.Mas o camping melhor que eu visitei foi o tropical, fica bem na rua principal(pituba-caminho das praias).E se eu fosse ficar acampado , ficaria no fundos de uma pousada(esqueci o nome) que fica em frente ao trailer da policia militar(que alias estava sempre fechado... poeira so...)cabe umas tres barracas so, mas e muito legal!

- ahm, as praias de resende, tiririca costa e ribeira sao ultra pequenas e podiam todas levar um nome so(tipo prainhas)...ficam coladas uma nas outras. Em 10 min vc anda por todas elas.. hehehehhe brincadeira. essa divisao tem la seus motivos. Mas que passa outra impressão , isso passa..

- fui la no inicio de fevereiro. Achei que ja havia gente demais... imagino o que virou o lugar no reveilon...e o que vai ser no carnaval

-havia muitos gringos.acho que mais do que no pelourinho e no rio

-O LUGAR E FANTASTICO

acho que e so isso

abraço a todos

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Concordo!!

A praia de JERIBUCAÇU é imperdível!! Assim como ITACAREZINHO! Achei as duas mais bonitas que a PRAINHA que dizem por lá que está entre as 10 mais bonitas do brasil.

Quanto aos guias, realmente pra PRAINHA não precisa de guia, mas é melhor tentar juntar um grupão pra fazer a trilha pq realmente ocorrem assaltos por lá. Não acho uma boa duas ou três mulheres sozinhas... Já pra JERIBUCAÇU eu recomendo o guia. Explico porque. Você pode ir e voltar pela mesma trilha que é tranquilíssima. Mas a boa mesmo é voltar pelo mangue, e aí já um caminho bem mais complicado. Você passa mesmo por dentro do mangue, é lindo, super diferente, e no final chega numa cachoeira enorme!! Mais uma andadinha e já tá na estrada de volta pra pegar o ônibus. Eu recomendo. É muito melhor do que voltar pelo mesno caminho. É lindo demais!!

As outras praias como ITACAREZINHO, ENGENHOCA, HAVAIZINHO, etc, são moleza de se chegar sem guia.

 

Bom, é isso.

Boa viagem a todos!!

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Bom eu fui pra la em maio com meu namorado com a intenção de ficar em algum camping, mas compensou mais ficar num albergue, que aliás eu recomendo MUITO: o albergue O PHAROL http://onlinehotel.com.br/bahia/itacare/albergue-opharol/index.htm

 

Lá costumava ter uma área de camping, não sei se ainda funciona, pois quando fui lá a dona (Soéli) estava planejando uma reforma. Mas mesmo assim, ficou R$30,00 um quarto pra casal com banheiro próprio, incluido roupa de cama e limpeza diária. Você pode usar a cozinha livremente, é só colocar seu nome nas coisas que comprou. O mais legal é que tem muito gringo lá (quando eu fui, o albergue tava lotado, e só tinha eu e meu namorado de brasileiros)...

Lá tem mais gringo que baiano hehehe...

 

Mas vale MUITO a pena, as coisas não são caras, dá pra você fazer aula de surfe (150 reais por 3 dias), vários passeios...

Só não recomendo ir pra Maraú com as agências: são 60 reais por pouco tempo, e lá você nao vai achar nenhuma refeição por menos de 40 reais.

 

A Prainha, Praia da Ribeira, Costa, Resende e Tiririca (essa ultima bastante visada por surfistas) você conhece indo à pé, é bem pertinho da cidade.... As outras, maiores e lindas, voce pode ir por agencias (costuma ser uns 30 a 40 reais o passeio pra conhecer todas, fora de temporada) ou pode se informar sobre onibus... por pouco mais de R$1 você chega lá :)

 

espero ter ajudado![/url]

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Faz 2 anos que fui pra lá, acho que não mudou muito.

Acho que o ideal mesmo é ir de carro, você fica independente de horário e vai onde quiser.

Recomendo que na ida para Jeribucaçu, seja feita pelo mangue e na volta por outro caminho (existem +2 além do mangue).

Praínha é irada, porém pra usar a trilha mais suave e bem organizada(por dentro do sítio que é do cara da Hang Loose) tem que pagar(dependendo da época) ou pelas pedras que não é recomendável.

Recomendo também um passeio para Taipus de Fora, Península do Maraú e principalmente Barra Grande. É bom ir de carro alto e 4x4, pois quando a maré sobe, fica impossível atravessar alguns rios de carro normal.

 

Tem uma loja na praça do Cachorro, bem no início da Pituba(principal rua de Itacaré) que chama Marau Natural, procura o Felipe que ele tem um Bandeirante lá e cobra um pouco abaixo do valor dos demais guias para levar para esses lugares ditos acima, e ele conhece muito bem o pico.

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O Albergue que eu falei ali em cima (O Pharol) fica na praça do cachorro... inclusive é a dona de lá que alimenta aquele tanto de cachorros que ficam passeando por lá ;)

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Olá pessoal, alguém fez o trajeto Itacaré - Barra Grande ou Itacaré - Camamu?

 

Alguém poderia me dar dicas de como fazer este trajeto, como está a estrada de terra ou se há transporte pelo mar? Caso contrário, tenho que dar uma baita volta por Ilhéus e Itabuna...

 

Obrigado!

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Hm, pelo que eu me lembro pra vc ir por terra pra Barra Grande, só com agências mesmo, pq a estrada é um lixo, se vc não estiver num carro 4x4 com certeza atola. Quer dizer, eu fui em Maio, não sei se nessa época tb eh assim :P

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Estou estou vendo para ficar no Albergue Pharol se eu não me engano o preço para o pacote de reveillon ficou em R$ 53,00 a diária com café da manhã. Acho que vai 2 amigas minhas também.

 

Comecei coletar umas informações sobre o lugar, como lugares para ir e como eu vou também ( de curitiba até lá tem um pouco de chão ) rsrs no mais vamos trocando umas figurinhas por aqui

 

T+

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:) Acabo de voltar de lá. A moda por aquelas bandas agora é conhecer a Península de Maraú. Pra ir tem de pegar um jipe pq a estrada é de lama e realmente infernal. Eu pechinchei e paguei R$ 50 pelo passeio que dura o dia todo, pára em uma praia boa pra mergulho (não achei grande coisa), um morro com vista pra península (bonita) e uma lagoa (o melhor do dia). Eu esperava que fosse mais legal.

 

:D Vale mais a pena contratar um canoeiro perto do Ferry Boat que te leve numa canoa de madeira das antigas até uma cachoeira. 45 minutos pra chegar, ele fica lá o tempo que vc quiser e mais 45 min pra voltar por R$ 30. Eu fui com o canoeiro Gil. Gente boníssima. Cabem ele mais dois numa canoa. Mas lembre-se, é um rio de água doce, não fique até tarde ou os borrachudos matam vc.

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To querendo ir pra la também neste reveilow

so queria saber duas coisas:

- é caro fazer rafting na região?

- Quais praias por perto também sãop boas de se visitar?

- Quanto custa a passagem de salvador pra la? creio que so tenha ônibus direto para ilheus e depois se pega outra pra lá, quando é a passagem na rodoviária?

- Tem algum grupo alugando casa la no fim do ano?

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Oi Anderson

Eu estive agora em Ilhéus e Itacaré e assim, sobre Ilheus o legal mesmo é conhecer a cidade: a catedral, o museu jorge AMada, Bar vesúvio, Bataclã. É tudo perto e em meio dia tu vê tudo.

As praias de Ilhéus não achei grande coisa, recomendo seguir direto para itacaré.

Sobre festas eu não posso afirmar mas a noite que eu estava em Ilhéus achei muito ruim, melhor ir correndo pra Itacaré que sempre tem alguma coisa rolando por lá mesmo fora de temporada, pois está sempre cheia de estrangeiros./Se fosse eu tocava direto pra Itacaré e passava por Ilhéus na segunda pra fazer os passeios na cidade.

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Amigos,

 

Estou querendo fazer a seguinte viagem: Salvador / Morro de Sao Paulo / Itacare / Ilheus. De Salvador a Morro eu sei que tem transfer nautico. Gostaria de saber como fazer o mesmo entre Morro e Itacare, e entre Itacare e Ilheus?

Abraco,

Skillo-RJ

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Entre ilheus e Itacaré tem bus saindo de hora em hora se nao me engano até as 19 horas. Até morro tem mais de uma opcao, cheguei a ver mas como nem fui nao lembro bem. Olha vou te dizer eu sempre me programo com tudo sobre a viagem com antecedencia, mas foi chegando lá que consegui as infos exatas de como fazer a logistica da viagem ;)

Karine

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Eu achei Ilheus, legal e interessante, mas sinceramente nada fora do sério... A parte histórica, os pontos turísticos eu fiz TODOS em uma manha e de tarde como estava de carro passeamos por umas praias, que sao todas iguais e na minha opiniao sem graca, mil vezes ir pra Itacaré de uma vez. Lá eu acho que pelo menos uns 4 dias. Mas claro vai depender de quanto tempo tu tens de viagem e quanto quer ficar em cada lugar. Tinha muito gringo que estava lá pra ficar um mes todo em itacaré, como eu sou mais das praias eatilos caribe, agua cristalina eu seguiria viagem e conheceria varias praias. Mas com uns 4 dias tu conhece as mais bonitas, eu recomendaria: prainha e praias no caminho( tiririca e resende), jeribucacu, Itacarezinho e um dia para as piscinas naturais ( que eu perdi por causa da maré alta) mas queria muuito ter ido.

Bom como te disse vai de cada um, essa é minha opiniao! Boa viagem ae! ;D bjs

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    • Por gmussiluz
      Bom, já estava há um tempo querendo fazer uma trip desse tipo. Meu primeiro plano era fazer no litoral norte de Salvador, que foi reforçado mais ainda quando vi aqui no Mochileiros o relato do Jorge Soto, de Arembepe a Mangue Seco a pé (http://www.mochileiros.com/de-arembepe-a-mangue-seco-se-a-pe-t11941.html).
      O objetivo primário era de fazer uma trip de praia, em local que ainda não conhecia (ou não conhecia direito), a pé e com baixo custo. Mas pra quem nunca fez uma travessia longa de vários dias, é se aventurar demais querer fazer com equipamento, sem conhecimento do local e "às pressas", sendo melhor então fazer um trecho mais curto para conhecimento dos limites, analisar pontos a melhorar em questão de equipamento, organização e etc. Então, analisando o longo litoral da Bahia (maior do Brasil, diga-se de passagem), resolvi com minha namorada fazer o trecho de Itacaré a Barra Grande, que é mais curto e daria pra fazer no tempo que tínhamos disponível. Pelo Google Maps/Earth, dá aproximadamente 46Km, mas lá ouvimos dizer de até 60Km.
       

      ORGANIZAÇÃO
      Moro em Salvador e estava de férias. Após 1 semana em Ilhéus na casa de parentes, partiríamos para Itacaré e seguiríamos viagem. Importante ressaltar que essa semana em Ilhéus foi determinante para redução do trecho percorrido, já que estávamos com roupas e itens para mais tempo na mochila, e não apenas o essencial para o percurso da trip. Entretanto, foi ponto importante para analisar que, em uma distância maior, onde teríamos mais coisas e consequentemente poderíamos estar com peso igual, deveríamos estar mais preparados, bem como se tivéssemos ido apenas para fazer a trip, estaríamos com menos peso e provavelmente teríamos completado o objetivo sem problema. Ambos estávamos com cargueiras de 40L: eu com aproximadamente 12Kg e ela com aproximadamente 8Kg. O tempo pretendido era de 2 dias de viagem, pernoitando na praia. Importante que, para caminhada em praia, tem que ter conhecimento da maré, do contrário, por falta de planejamento pode pegar uma maré cheia para caminhar e terá que ir pela areia fofa, obrigando a parar ou dobrar o esforço de caminhada e, assim, dificultando o percurso.
       
      1º DIA
      Saindo de Ilhéus, pegamos um ônibus para Itacaré logo de manhã cedo, ele passa de hora em hora e para em pontos ao longo da estrada, demorando aproximadamente 1h50 pra chegar em Itacaré. (Se conseguir uma carona, ótimo, já que de carro até lá leva cerca de 50min.)
      Ao chegar em Itacaré, já havia falado previamente com um amigo que mora lá para contatar um barqueiro para a travessia do Rio de Contas, que é o que separa Itacaré da Península de Maraú, onde fica situada Barra Grande. Encontrei meu amigo rapidamente só para confirmar o barqueiro, depois fizemos compras de água e alimentos num mercadinho e seguimos para a Praia da Concha, onde o barqueiro, com um daqueles barcos de alumínio a motor, já estava nos esperando (haviam outros barqueiros na praia, que ficam lá para fazer passeios turísticos rio acima e que com certeza fariam a travessia também, mas como eu ainda não sabia, preferi esse contato com o meu amigo). A travessia é bem rápida, são aproximadamente 100m e em menos de 5min se chega ao outro lado. Descemos, fizemos um rápido preparo, e demos início à caminhada às 10h40. (ao descer do barco, o barqueiro perguntou para onde iríamos daquele jeito. Quando falamos “Barra Grande”, ele arregalou os olhos e deu um sorriso, como quem diz “pirou” hahaha. Dessas coisas que quem viaja com mochila nas costas já está acostumado).
      Nesse ponto, ainda se vê pessoas por ali. Vez ou outra, algumas pessoas atravessam para surfar do outro lado do rio (Itacaré é um dos locais mais conhecidos do Brasil para a prática de surf) ou para ficar numa praia menos frequentada, já que do outro lado não tem povoamento nem acesso fácil e em 10min. de caminhada já não se vê ninguém.
       


      Com 1h20 de caminhada, paramos em frente a Piracanga, onde fizemos uma parada de 20min. para hidratar e comemos barra de cereal. Piracanga é uma “ecovila e centro holístico de cursos e terapias” que oferece cursos e retiros, basicamente um lugar pra “ficar de boa” e foi onde vimos apenas um casal na areia, que nos cumprimentou quando reiniciamos a caminhada. Ainda na frente de Piracanga, tem um pequeno rio, que passamos sem problema com a água não chegando nem na cintura. Não conheço o rio, mas a maré estava bem seca e possivelmente na maré cheia e dependendo da estação, pode ser que tenha que segurar a mochila acima da cabeça para atravessar.
      Desse ponto em diante, não há muita novidade: areia, coqueiral e água salgada, sem NENHUMA pessoa durante o percurso, nem sinal (apesar de o visual ser sempre “mais do mesmo”, é algo que não consigo descrever, porque ficamos deslumbrados o tempo todo, a cada passo ficávamos olhando para o que vinha à frente sempre achando cada vez mais bonito e paradisíaco). Mais 1h50, atravessamos mais um pequeno rio que também não tinha profundidade para se preocupar em molhar as mochilas, mas deixo aqui a mesma observação de antes: é bom atentar para a maré e estação do ano que, se for chuvosa, pode resultar num nível maior do rio. Logo após esse rio, fizemos mais uma parada para beber água e comer algo. Nesse local também não víamos nenhum sinal de habitação, mas um pouco acima da restinga parecia ter um rastro de quadriciclo, transporte bem comum naquela área. Dessa vez ficamos um pouco mais(30min.), porque minha namorada já estava sentindo bastante dor no joelho e cansaço.

      Recomeçamos e percebemos que a maré já estava mais cheia. Além disso, nesse trecho a areia era mais fofa e a inclinação da praia era maior, e além de andar com os pés meio tortos, acaba havendo uma sobrecarga no joelho (nesse caso, o direito) e a gente vai ficando meio “descompensado” =S. A partir daí, as reclamações do joelho e cansaço foram aumentando e já comecei a procurar um local para pararmos e armar acampamento, quando, com aproximadamente 40min. de caminhada, paramos.
      Dei uma olhada no perímetro, tinha uma casa relativamente simples a uns 200m sem sinal de gente nela, além de um tipo de estradinha de areia em direção ao continente a uns 50m de onde estávamos e, claro, coqueiros por toda parte. Achei dois coqueiros baixos e consegui tirar mais de 10 cocos, aproveitando para reabastecer as garrafas que estavam vazias (aproximadamente 3L de água de coco!). Após isso, montamos a barraca, organizamos as coisas e tomamos banho (de mar hahahaha). Depois, foi só jantar (2 latas de atum com acompanhamento de bananas, puro luxo) e praticamente desmaiamos perto das 18h, contemplando um céu absurdamente estrelado, sem sinal de nuvens nem no horizonte.

      Como o quarto da barraca é quase totalmente telada (Azteq Nepal) e o céu estava muito limpo sem sinal nenhum de nuvens vindo, deixei a barraca sem o sobre-teto -mesmo sabendo, tendo experiência de chuva surpresa e claro, já tendo lido muita coisa- o que nos fez acordar com um belo banho de chuva às 22h. A chuva veio sem aviso, forte e pesada! Acordamos naquela agonia para pegar lanterna, abrir o sobre-teto que estava totalmente dobrado dentro da barraca e conseguir achar os pontos certos para fixar – tarefa de nível ultra hard. Provavelmente está pensando: “Mas já não sabe do risco de uma chuva surpresa?”, “Sobre-teto sempre!”, e etc., mas o céu estava tentador demais e serviu de experiência hahahaha. Nunca mais armo sem sobre-teto. Resultado: algumas coisas molhadas, outras encharcadas, frio e aprendizado! Afinal, temos que aprender com os erros (ou negligências) também. Depois de “rearrumar” tudo e secar um pouco algumas coisas, voltamos a dormir.
       
      2º DIA
      Acordamos às 5h. Assistimos o Sol nascer, café da manhã, arrumação, passar pano na barraca, curtir a praia um pouco e enquanto isso dando um tempo pro Sol subir mais e poder secar mais as coisas. Nesse tempo, passou um pescador empurrando a bicicleta e perguntei a ele se sabia quantos km faltavam para Barra Grande, que ele me respondeu “não sei direito não, mas está longe!” (depois descobrimos que, nesse ponto, estávamos mais ou menos próximos de Maraú. Provavelmente ele veio de lá).

      Reiniciamos às 9h e caminhamos por 3h30 até ela sentir o joelho e pararmos. Onde estávamos, não havia condições de parar, não tinha nada, então sugeri andarmos mais um pouco até onde tivesse alguma coisa. Estávamos nos aproximando de Algodões, e quanto mais perto, mais víamos casas de praia enormes e já com a “cara da riqueza” e$tampada nas fachadas, além de começarmos a ver algumas pessoas: algumas vezes caseiros, outras vezes pessoas trabalhando, e também pessoas passeando de quadriciclo na areia. Perguntamos a alguns trabalhadores quantos km faltavam até Barra Grande e ele sem muita certeza nos disse “uns 30” e foi quando “nós” (ela hahaha) decidimos parar. Desistimos e fomos perguntar a umas pessoas num bar onde poderíamos pegar ônibus para Barra Grande, e fomos informados que passaria um em 20min., logo ali perto. Fomos caminhando num Sol escaldante e, quando perguntamos a um cara de bicicleta o local do ponto de ônibus, ele disse que era ali, que o ônibus já tinha passado, mas que “sempre passa carro e logo vocês arranjam carona”. Fomos para o ponto e esperamos. Após 3 carros cheios, em menos de 10min. passou um cara sozinho num L200 e parou pra nos dar carona até Barra Grande, marcando o fim da nossa trip.

       
      O QUE APRENDEMOS NESSA VIAGEM?
      -É muito ruim fazer uma trip dessa com mala de 1 semana anterior em algum lugar. Se for pra fazer a trip, que seja uma viagem exclusiva pra ela, pra não ter que carregar coisas desnecessárias.
      -Vimos que ainda existe muitos lugares vazios e paradisíacos só esperando pela oportunidade e visita de quem estiver disposto.
      -Sobre-teto sempre! Mesmo no céu estrelado (hahaha).
      -É muito importante se concentrar no seu corpo e em seus limites, se respeitar, respeitar seu próprio tempo e o do outro, caso vá acompanhado.
      -Os nossos limites podem ser bem menores ou maiores do que imaginamos.
      -Independente do cansaço é bom olhar tudo mais de uma vez, pra não esquecer.
    • Por Florjasmim
      Fui para o paraíso Itacaré, na Bahia, em 2008 com minha mãe, minha tia, que organizou boa parte da viagem, e sua filha. Passamos em Itacaré três noites e no final aproveitamos para passar uma noite em Ilhéus. Foi a primeira vez que fui tripulante de um avião e aprendi bastante sobre ser mochileira. Vocês podem ver esse relato e as fotos também no blog http://ideiastuta.blogspot.com/2010/03/itacare-e-ilheus-ba-um-relato-de-viagem.html.
       
       
      DIA 1
      Somos de Recife e, para chegar em Itacaré, pegamos um ônibus para Itabuna na rodoviária, no finalzinho da tarde. Viajamos a noite inteira e só chegamos no destino no outro dia.
       
       
      DIA 2
      De lá, na rodoviária de Itabuna, pegamos o ônibus para Itacaré. Detalhe: as passagens foram todas compradas na hora do embarque e, por sorte, assim que chegamos, os ônibus iam sair. Não sei se é o melhor a fazer, mas não tivemos problemas com essa idéia. E, por fim, do terminal do ônibus de Itacaré, pegamos uma terceira condução, um táxi para o hotel.
      Chegamos no fim da tarde e fomos logo procurar uma agência de turismo local para combinar o passeio do dia seguinte e comprar finalmente o voo de volta. Após mais de oito horas na viagem de ônibus, decidimos voltar com a rapidez do avião e compramos o bilhete na agência.
      Uma vez acomodadas, à noite curtimos um jantar onde comi um delicioso e completíssimo acarajé em uma barraca. Confesso que nunca comi acarajé melhor que o original baiano vendido lá. Tinha um recheio poderoso de camarão, muita verdura, muita pimenta. Depois fomos à rua Pedro Longo terminar de lanchar em uma lanchonete onde vendia diversos sucos e um ótimo açaí na tigela. Aliás, essa rua, que fica na Pituba, é a principal de Itacaré e tem várias lojas interessantes onde se comercializa artesanato, comida, souvenirs, vestuário indiano, moda praia, artigos exotéricos, pranchas de surfe e há a excelente pousada Estrela, onde ficamos após a primeira noite.
      Nessa noite inicial, dormimos na pousada que reservamos pela internet, mas ficou localizada em uma rua meio esquisita e gostaríamos de estar no centro da cidade. Por isso, negociamos com a dona da pousada que só ficaríamos durante uma lua e nas próximas estaríamos na Estrela, onde ainda tinha vaga para a gente, que chegou de última hora. Comparando a localização das duas pousadas, vimos que agora sim, fizemos um bom negócio.
       
       
      DIA 3
      Queríamos conhecer ao máximo a ecologia da área e para isso, agendamos com a companhia de turismo duas trilhas para este belo dia. A da manhã, um tour pelas praias Jeribucaçu, Engenhoca, Hawaizinho e Itacarezinho, lindas e as mais distantes do centro, escondidas pelas matas. Só se chega nessas praias pelas trilhas a pé e só começamos a andar quando o carro da companhia nos deixou mais perto, até onde carros podiam ir. No meio da expedição, cenários bons para fotos.
       
      A trilha que fizemos à tarde foi para uma das cascatas existentes na área, a cachoeira de Tijuípe. É bonita, se bem que tem uma placa indicando que o poço é profundo, e que é para manter crianças sob vigilância. As pessoas da excursão que sabiam nadar, mergulharam na boa até chegarem embaixo da cahoeira, onde tem um parte um tanto rasa. Dá para tirar fotos legais debaixo da queda d’água. Almoçamos por lá, pois tinha um restaurante no meio do mato e toda uma infra-estrutura turística. Para chegar aqui, tivemos antes que passar por trilha de descida e aí é que está, pois enfrentamos na volta a subida, bem cansativa. Ainda assim, valeu muito a pena.
       
      À noite, soubemos que havia umas boates por lá, nas quais tocava música eletrônica, forró e reggae. Observamos, da janela e da porta da pousada ou ainda da lanchonete, um monte de gringos que passavam por ali com freqüência, alguns chegando ou saindo com imensas mochilas nas costas. Aliás, verificamos a quantidade de estrangeiros em Itacaré durante todo o nosso tempo de estadia e, às vezes, topávamos com um ou outro dos mesmos rostos, pois a cidade é pequena, ou pelo menos a parte urbana. Muita gente bonita. Mas, em vez de ir para as noitadas, preferimos a vida saudável de descansar e nos poupar para a trilha do dia seguinte. Sábia decisão, pois o dia seguinte foi puxado.
       
       
      DIA 4
      Dessa vez, a trilha era por conta da gente mesmo. Ou esse era o plano inicial, pois fomos informadas de que há praias pertinho do centro que podíamos conhecer sozinhas, sem guia. Partimos logo cedo, na maior disposição e cheias de moral para visitar as praias da Concha, Resende, Tiririca, Costa e Ribeira – essa é a ordem de mais perto da Pituba à mais distante. Vimos todas essas praias numa ótima caminhada que acabou em um curto instante, pois eram todas perto.
       
      Mas a caminhada maior estava por vir. No meio do caminho, havíamos encontrado um rapaz que se ofereceu como guia para nos levar à praia sensação, que eu já ouvira bastante falar antes como uma das melhores de Itacaré ou a melhor: a Prainha. Concordamos em que ele nos levasse a essa praia, já que era mais difícil de chegar nela, ao que parecia.
      Assim que acabou o roteiro das cinco praias citadas deste dia, antes de começar a excursão para a Prainha, paramos em um local para descansar e um cara passou vendendo serviços de fazer tatuagem. Para entrar no espírito hippie da população, fizemos tatuagens de henna, cada uma a seu estilo, exceto minha mãe que não quis. Achei o máximo a de lua e estrelas da minha tia, no pé; a de escorpião de minha prima, no ombro; e a minha de borboleta, no tornozelo.
      Foi quando aconteceu uma coisa inesperada para uma aprendiz de mochileira como eu. Nesse local onde paramos, havia um grupo conversando ou vendendo algo, não prestei muita atenção. Só sei que um dos homens disse a minha tia para ter cuidado, pois não se deve contratar um guia não credenciado. Isso, só mais tarde ela me revelou, e contou da sua apreensão durante o passeio. Mas, foi só um susto, pois o guia de beira de estrada que contratamos foi um doce de pessoa e pareceu bastante trabalhador. Pagamos, inclusive, mais barato. De toda a forma, ficou a lição de que devemos contratar um profissional credenciado para não ter sustos. Já pensou se acontece alguma coisa mesmo?
       
      A trilha da Prainha foi tranqüila, e não tive dificuldades, mas algumas das minhas companheiras de viagem reclamaram que foi uma caminhada longa. Talvez tivesse sido, pois eu de fato me cansei no final, mas mesmo assim, convenhamos: eu só me diverti .Os exercícios e os cenários deixaram-me leve e sorridente: subidas e descidas, florestas, o circuito de arvorismo ativo Conduru - que não participamos, mas pegamos fotos na entrada -, um mirante, e um campo largo com coqueirais.
       
      Ao chegar lá, vimos uma linda orla. É um pouco parecida com o que já vimos nas outras praias, porém essa, foi de fato, a melhor de todas.Era um pequeno paraíso, com quiosque de água-de-coco, rapazes surfando, água bem limpinha e era especial conhecer a trilha pela qual viemos. Aliás, limpeza é propriedade certa das praias de Itacaré.
      Na Prainha, até fiz amizade com um belo surfista nativo que saía das ondas e, ao me observar tomando banho de mar com minha prima e ao ver meu olhar para ele e sua prancha, perguntou gentilmente: “Quer que eu te ensine a surfar?” Fiquei tentada, mas como não sabia nadar, não arrisquei. Mas passei a vez para minha prima, que nadava e queria mesmo aprender o esporte. Ela pegou algumas ondas, mas não chegou a ficar de pé. Foi um começo, aplaudi.
       
      Ao voltar, nós nos organizamos para deixar Itacaré.
       
       
      DIA 5
      Assim que tomamos o café da manhã, olhamos com carinho a rua Pedro Longo pela última vez e seguimos viagem. Ainda na cidade, minha tia comprou um cacau para dar de presente à mãe dela. Caminhamos até o terminal de ônibus, agora que já sabíamos a distância da pousada para lá. Até aqui, ainda achamos outros visitantes da praia cosmopolita que falavam vários idiomas. Pegamos então um transporte público até Ilhéus, onde há o aeroporto mais próximo. Escolhemos ficar numa pousada lá por uma noite para conhecer, durante a tarde, a cidade de Ilhéus, terra do Cacau.
      Pegamos um ônibus da pousada perto do aeroporto ao Centro Histórico e depois de conhecer o lugar, visitamos o antigo bordel mencionado no livro Gabriela de Jorge Amado e hoje restaurante Bataclã e as ruas cheias de lojas urbanas. Minha prima comprou uma saia típica com motivos de axé, para se parecer com as meninas locais.
       
       
      DIA 6
      Acordamos muito cedo e deu para ver que as praias de Ilhéus não são tão boas. Entretanto, como já curtimos as encantadoras que Itacaré tem, já achamos que estava maravilhoso. Mas Ilhéus foi mais uma experiência agradável a somar, principalmente o chocolate líquido que tomamos, não é maltado, e sim chocolate derretido gelado, numa tenda junto ao Bataclã. Comprei também um presente para minha avó: os gostosos chocolates com embalagem no formato do fruto do cacaueiro, já no aeroporto.
      Em geral, foi bom demais.
    • Por Taíse Cardoso
      Tô pensando em Itacaré, acho lindo, e será um belo ponto de partida. Alguém com experiência nesse lugar?
    • Por AneVM
      Pessoal, uma amiga e eu fomos à Itacaré em fevereiro deste ano e ficamos 10 dias, gostaria então de relatar nossa viagem e dar dicas.
      Saímos do Rio num vôo para o Aeroporto de Ilhéus (o mais próximo) o vôo foi tranquilo, fez escala em Campinas, então demorou um pouco mais, porém fomos cedinho, as 9 já estávamos em Ilheus.
      Chegando lá tratamos de pensar numa maneira de ir até Itacaré, as pousadas oferecem translado, mas pra variar com preços altos e eu desconfiada achei melhor deixar pra ver na hora qual seria a melhor opção. Na hora de pegar as malas vi um casal que esperava além da bagagem, uma prancha, logo desconfiei que iam pra Itacaré, pois lá é point de surfistas. Observei um pouco mais e logo vi que o rapaz foi até um taxista para negociar a viagem, me aproximei da menina e perguntei se ia pra Itacaré, confirmado! Beleza! Taxi rachado pra 4, beeem mais em conta. 25,00 por cabeça. A experiência com o taxi não foi legal, o cara correu muito e passamos muito susto, não sei como indicar para minimizar este risco, então preparem-se!rs
      Chegando em Itacaré, tem a rua principal, chamada Pituba onde se concentra o comércio e boa parte das pousadas, fica também os barezinhos mais badalados da noite, na minha opinião o melhor lugar pra ficar, embora em Itacaré seja tudo bem pertinho.
      Chegamos na pousada, ficamos na Lanai (pagamos 80,00 a diária quarto simples, ventilador de teto e café da manhã), o dono é um Argentino casado com uma Baiana e moram alí mesmo, na pousada, o café da manhã é bom, mas confesso que do 4º dia em diante já tava enjoada da mesma coisa, todo dia!rs
      Então, tirando os meses de dezembro e janeiro que lá fica muito cheio, vale a pena chegar lá e escolher onde ficar ou então só reservar pros primeiros dias e depois decidir se mantém, aí vai de cada um.
      Na secura por praia tratamos de colocar o biquini e ir pra uma das praias próximas, a mais "badalada" Tiririca, pelo caminho vc já fica desnumbrada, pois passa pela praia do Rezende. As águas lá são rasas e mornas, em TODAS as praias, mas os surfistas conseguem pegar onda e adoram(não entendo do assunto).
      Tiramos algumas fotos e aproveitamos o fim de tarde lá, tem um bar nessa praia chamado MAHALO que é bem legal, muito estiloso.
      Puxei assunto com 2 mineiras que estavam ao lado que logo me informaram que a noite tava muito devagar e tava mesmo, voltamos pra pousada, descansamos um pouco, a noitinha o comércio abre, lojinhas de artesanato, restaurantes e bares e a gente percebeu que as mineiras estavam certas, não havia nada pra fazer (era terça feira, tudo bem, a gente entende). Voltamos pra pousada depois de comer um crepe no Tio Gu creperia (indico, muito legal, atendimento muito bom).
      Os dias que se seguiram fomos conhecendo as outras praias. Praia da Concha fica no centro também, água mais escura, sem ondas, vários quiosques tentando atrair você.
      Engenhoca - precisa de carro pra chegar até um determinado ponto e de lá pega-se uma trilha, sempre tem grupos com guia então você segue um, lá tem agência pra alugar carro, não aluguei, neste dia pegamos carona com o mesmo casal que alugou e rachamos a despesa. Neste mesmo dia que você vai a engenhoca dá pra ir à praia do Havaizinho
      Nestas praias não há muito o que fazer a menos que você seja surfista!rs
      Não tem muita área de sompra e a areia fica quente, ou seja, não é um lugar pra passar o dia, tem 1 ou 2 barraquinhas vendendo água de coco e cocada, isso lá se encontra muito...rs
      Fomos à praia da Ribeira, dá pra ir a pé e para a cessá-la vc passa por uma espécie de riozinho, nada demais, nesta praia as ondas são mais fortes, mas tem um restaurante simples com espreguiçadeiras e área de sombra, dá pra ficar tranquilo, mas nesse dia começou a chover. Isso! Em Itacaré choveu um bocado, porém são chuvas rápidas e fortes.
      Toda noite tem atração em bares como Favela, Jungle e Café Brasil, especialistas em drinks onde a moçada fica, porém a cidade estava um pouco vazia, quando vai se aproximando o fim de semana chega mais gente de cidades vizinhas e rola uma organização de uma boate chamada dedo de moça que é bem legal, lá tem muuuito gringo (normal), mas de todos os lugares que possam imaginar.
      Num outro dia pagamos um passeio pra Itacarezinho (van + guia) saiu por 40 reais por pessoa,mas o roteiro entra engenhoca, havaizinho e Itacarezinho (sim fomos lá de novo), a praia de Itacarezinho tem um restaurante, bem grande e bem estruturado, mas é monopólio!
      Neste passeio, para chegar nesses lugares sempre fazíamos trilhas, não são muito complicadas não, mas tem que ter disposição.
      No final da tarde você está de volta ao centro e descansa um pouco antes de ir pra noite, terça, quinta, sábado e domingo, tem forró de 9 à 0h, no Mar e Mel e foi lá que a gente fez bastante amizade, pela assiduidade (rs), nos dias que seguiam já estávamos cumprimentando várias pessoas pelas ruas...rs
      Fizemos outro passeio com guia (que já tava nosso amigo) até Jeribucaçu, antes disso eles levam numa cachoeira bem legal, acho que esse passeio saiu por 35 (apesar de ser amigo, era funcionário de agencia...rs). Foi o passeio mais cansativo e mais legal entre os que tem que fazer trilha, Jeribucaçu é linda, também tem um rio que se encontra com o mar, mas esse rio fica com uma cor que eu não sei explicar, só indo lá ver, mas tem um grande problema: o passeio é de um dia inteiro e na praia NÃO TEM BANHEIRO disponível!!! Imagina o perrengue?rs
      Então, se for até lá vai ser uma boa oportunidade pra fazer dieta...rs
      Mas vale o sacrifíciozinho.
      Conhecemos um outro casal e mais um Japa, todos de São Paulo e ao invés de pagar 70 por cabeça pra fazer passeio à Maraú (cidade vizinha com praias muito lindas tb), fomos no carro do japa e rachamos, foi um dia muito agradável, passamos por Maraú e Barra grande, vale a pena passar uns 2 dias lá se puder.
      Pra finalizar fizemos a trilha até a prainha, a essa altura (9o. dia) já estávamos "locais", nada de guia fomos sozinhas, a trilha é traks, a prainha é linda, tem um barzinho lá que faz queijinho e vende bebidas. Além do mais você sempre encontra os grupos com guia no caminho.
      Lá todo mundo indica ir com guia (claro, vamos incentivar a economia local), mas se vc for desenrolado, dá pra economizar mais.
      Bom, espero ter ajudado, fui falando o que lembrei, se tiverem dúvidas eu respondo.
      No geral, Itacaré é lindo demais, mas dá pra fazer tudo tranks em 7 dias (se o tempo ajudar), acho que ir de casal deve ser mais perfeito ainda, mas se for solteiro os nativos de lá são gente boníssima e se vc tiver boa vontade se integra logo e ainda sai dançando forró que é uma beleza!rs
      Se vc ama praia, é o lugar.
      A música que se ouve lá, além do forrozim estilo pé de serra, é reggae e o samba rock. Dizem que dezembro e janeiro é badaladíssimo, bom pra ver e ser visto.
      Pretendo voltar lá e super indico!
      Ah! Na volta pegamos busão 12 reais, mas não deixa no aeroporto, tem que pegar um taxi, porém saia com tempo hábil, Ilheus tem uma ponte só q liga 2 lados da cidade, creio que basta atropelarem um cachorro na ponte, que dá engarrafamento na certa!rs
       
      Ane.
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