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thiaguinho547

Surf trip Costa Rica (Jaco, Hermosa, Pavones, Manuel Antonio, Monteverde e San jose) 5/7/17 a 19/7/17

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Surf trip que já fazia muito tempo que eu queria fazer. Destino muito procurado por surfistas de todo o mundo nos despertou a vontade de conhecer esse país maravilhoso. O famoso Pura Vida life style.

No dia 5 de julho de 2017 eu e mais dois amigos(Eduardo e Fabio) saímos de fortaleza em direção a Costa rica!

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Saímos de Fortaleza as 5:30 da manhã e chegamos em Guarulhos as 9:00 da manhã.

Como nosso voo para San jose era somente meia noite, tínhamos o dia inteiro pra fazer alguma coisa.

Decidimos ir almoçar no mercado municipal.

Passamos na casa do meu primo e partimos.

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Durante a tarde conhecemos um pouco do centro.

 

Estava fazendo muito frio em SP. À noite fomos para o aeroporto fazer o check-in.

Somente na hora do embarque o Eduardo percebeu que esqueceu o cartão de vacinação.

Quase que ele não embarcava, por sorte, um funcionário da Avianca nos instruiu a procurar o posto da Anvisa no aeroporto, só que já era 11 da noite (no site dizia que o posto fechava as 22:00) mesmo assim ele nos disse para insistirmos pois era obrigação da Anvisa ter alguém de plantão no aeroporto. Graças a esse cara, conseguimos embarcar.

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Conexão na Colômbia. Chegamos as 09:30 da manhã em San josé.

Compramos o pacote(Bilhete + carro) pela Welcome Surftrips.

Na chegada já tinha um carinha da locadora nos esperando.

Fomos pegar o carro e depois direto almoçar no Walmart que fica bem próximo ao aeroporto.

 

 

Dicas:

1. Não troque dólares no aeroporto, a taxa é muito mais alta que o normal aplicado nas casas de cambio.

2. Procure o mais rápido comprar um chip local. a internet 3g/4g deles é muito boa e funciona em boa parte do país.

3. Em todos os locais se aceita Dólares e Colones, sempre pergunte os dois preços, pois dependendo da taxa, vc pode ganhar alguns trocados na hora do cambio.

4. o Waze funciona bem em todo o pais e te deixa na porta. É ideal para quem vai rodar o país de carro.

 

 

Almoçamos, compramos os chip's e trocamos alguns Colones, tudo isso no Walmart.

Partimos em direção a Jaco. Estrada boa e bem sinalizada. Viagem tranquila. Não tínhamos nada reservado lá. Fomos a procura e achamos vários locais com vários preços.

Acabamos ficando no Hostel Beds on bohio. Quarto e banheiro privado para 3 pessoas com ar condicionado e Wi-fi grátis. - 11.000 colones, equivalente a R$66,00 por pessoa.

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Na recepção do hostel funciona uma lanchonete bem bacana, com sanduiches, batatas, sucos e bebidas, drinks e cervejas

Papas and Burgers

Precinho bacana também, recomendo as batatas supremas, com uma cervejinha gelada.

Obs: Peça ao garçom que ponha a cerveja no congelador, pois, lá eles não costumam tomar cerveja bem gelada (mofada) como os brasileiros gostam.

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em Jaco as ondas não estavam muito boas, o swell encostou e fomos para a Playa hermosa - que fica ao lado de Jaco.

Lá estava gigante e fechadeira. Entrei no mar mas não estava surfável, logo saí.

A vida selvagem prevalece nesse lugar, pra falar a verdade, nesse país.

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Dicas:

1. Pesquise preços. Encontramos vários preços para o mesmo tipo de refeição em Jaco.

2. O casado (nosso conhecido "prato feito" - Arroz, feijão, batata frita ou salada, e carne, frango ou porco) é bem tipico nos restaurantes e pode variar desde 3.000 a 7.000 colones (18 a 42 reais) Comemos um bom "casado" no Restaurante El recreo a preço justo.

3. É sempre bom verificar nos cardápios, pois, boa parte dos restaurantes cobram 10% de taxa de serviço e mais 23% de imposto. Fiquem atentos.

4. Jaco foi o lugar mais barato que encontrei para comprar souvenir. Apesar de que quando comparado com os nossos preços é bem "salgado".

 

Passamos mais um dia em Jaco mas as ondas não melhoraram e partimos para Pavones.

Saímos de Jaco as 10 da manha e chegamos em Pavones as 4 da tarde de sábado 08/07/17, com paradas para almoço e abastecimento do carro.

 

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Logo na chegada em Pavones o mar estava clássico, nem fomos procurar hospedagem.

Caímos no mar sem mesmo conhecer o pico.

Era coisa de filme aquelas três sessões quebrando perfeitas.

Surfamos até o anoitecer e somente depois fomos procurar algum lugar para dormir.

 

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Conhecemos dois brasileiros super gente boa e que mais tarde se tornariam dois amigos nossos.

Eles estavam no Hotel La Perla, mas lá não tinha vaga.

A dona de lá tinha um quarto vazio (somente o quarto, sem wi-fi, sem cozinha e o banheiro ainda era no andar inferior) e que acabou nos acomodando 2 noites (Não tínhamos escolha). A cidade estava lotada e quase não havia hostel ou pousada com vagas disponíveis.

Na segunda feira conseguimos vaga no hostel Cabinas Carol.

Quarto e banheiro privado com café da manhã e cozinha compartilhada - 15 doletas por pessoa. - Super indico - O sr. Pablo é super gente boa e sempre solícito.

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Todos o dias eram duas caídas, uma pela manhã e outra no fim de tarde!

Depois de três dias de swell constante todo mundo tava quebrado.

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De longe as series pareciam pequenas. Só pareciam.

 

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Brasileirada junta e misturada.

 

Na quinta feira dia 13/07 o swell deu uma baixada considerável e os dois paulistas que conhecemos lá, subiram pro norte em direção a Tamarindo.

Nós resolvemos ficar mais um dia para ver no que ia dar.

Acabamos conhecendo outro brasileiro que trabalhava no hostel e que acabou nos convidando para dar uma passada em Paso Canoas fronteira com Panamá. Comprar umas besteiras por lá, já que nada por lá tem imposto.

Vale o passeio.

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Na volta para pavones ainda fomos verificar o mar, mas continuava pequeno e ainda curtimos o nosso ultimo por do sol naquele lugar mágico.

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Naquela noite ficou decidido que íamos partir no dia seguinte para Manuel Antonio visitar o parque nacional.

Na manhã seguinte dia 14/07/17 partimos as 09:00 hs.

Chegamos lá por volta de 14:00 e fomos direto ao parque. Logo na entrada o guia nos explicou que já era tarde para entrarmos e que o parque iria fechar as 16:00. Não teríamos tempo o bastante de conhecer bem o parque.

1º imprevisto da viagem - Se forem conhecer o Parque Nacional de Manuel Antonio, melhor chegar lá no fim do dia se acomodar em algum hostel e visitar o parque no dia seguinte.

Fomos procurar um hostel para passar uma noite e na manhã seguinte retornar ao parque.

Ficamos no Pura vida Hostel - quarto e banheiro compartilhado, com café da manhã, cozinha compartilhada e wi-fi grátis. 10 doletas por pessoa.

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Ainda batemos maior papo com o funcionário super gente boa do hostel - Ken - mochileiro da Malásia.

À noite fomos comer no Backpackers Paradise Costa Linda

Comida boa, cerveja gelada e preço justo.

 

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Na manhã seguinte dia 15/07/17 partimos bem cedo para o Parque nacional e deixamos avisado no hostel que iríamos partir quando voltássemos do passeio.

O ingresso ao parque custa 16 doletas por pessoa.

O caminho é feito todo a pé e existem varias trilha que levam a diferentes praias, mirantes e uma cachoeira.

Fabio e Eduardo não gostaram e saíram mais cedo. Eu gostei e acabei fazendo todas trilhas do parque.

Pra quem gosta de natureza vale a caminhada.

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Na saída do parque caiu uma chuva que eu pensei que não ia cessar.

Acabei indo pro carro todo molhado e quando cheguei no hostel Fabio e Eduardo já me esperavam pra ir embora, pois, como tínhamos avisado que íamos ficar somente uma noite, acabaram preenchendo nossa vaga.

Nosso próximo destino era Monteverde mas não conseguiríamos chegar a tempo de encontrar lugar para dormir, então decidimos ir até Jaco e logo pela manhã seguir viagem. e assim foi feito.

Mas uma noite em Jaco e na manhã do dia 16/07/17 já seguíamos para Monteverde

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Ponte bem próxima a Jaco.

Caiu morreu.

 

A caminho de Monteverde

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Monteverde é região serrana e lá faz muito frio

Quase nas nuvens

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Chegamos lá por volta de 16:00.

Ficamos no Hostel Monteverde Backpacker's - quarto e banheiro privado, wi-fi e café da manhã - 13 doletas por pessoa.

Logo marcamos nosso passeio ao Monteverde Extremo park para o dia seguinte.

121 doletas para pular de Bungge Jump e Canopy (várias tirolesas - Tarzan swing, Superman e outras) e também deixamos avisado no hostel que iríamos partir quando voltássemos do passeio. Iríamos para La fortuna.

 

Na manhã seguinte a van do parque nos buscou no Hostel, pegou mais algumas pessoas em outros hostels e seguiu em direção ao parque.

 

Logo na chegada você vai até a recepção, diz e paga o que você vai querer fazer.

Fomos primeiro ao Canopy (várias tirolesas, curtas no início e muito longas no final, Tarzan swing e Superman).

Em média duas horas, dependendo do tamanho da turma para fazer todo o percurso.

 

Quando terminamos o Canopy, um funcionário do parque perguntou se iríamos para o Bungee, dissemos que sim e ele pediu para que o acompanhasse.

 

Fomos para a sala do Bungee e já vestimos os equipamentos.

De repente o tempo fechou e caiu uma chuva muito forte, mas muito forte mesmo.

Chegou a cair um raio bem perto onde estávamos. Deu muito medo.,kkkkkkkkkkkk

Só pra ter noção de como a parada foi sinistra, esse raio caiu tão perto que faltou energia em todo o parque e o pulo foi adiado para o dia seguinte.

 

2º imprevisto da viagem.

Estávamos cientes de que quando saíssemos do parque iríamos somente passar no hostel pegar as mochilas e ir direto para La fortuna. Para no dia seguinte conhecer o vulcão, águas termais e fazer o rafting.

 

Depois de passar o dia inteiro no parque, voltamos para a cidade ainda com chuva e paramos para almoçar quase 5 da tarde!

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Restaurante Tico y Rico sem dúvida o melhor casado de Monteverde.

Preço justo e comida saborosa.

 

 

Voltamos para o hostel e como tínhamos avisado que íamos ficar somente uma noite, novamente acabaram preenchendo nossa vaga.

Fomos procurar outro hostel, por sorte ali no centrinho existem muitos.

fomos para o Hostel Casa Tranquilo. mesmo preço e mesma características do anterior.

 

Na noite fria de Monteverde saímos para comer taco no restaurante Taco Taco.

Recomendo demais, 3 tacos por R$ 21,00 muito saboroso.

Nunca tinha comido taco. é uma parada muito saborosa, e ainda tem um molho picante que acompanha o pedido que é muito bom.

 

Na manhã seguinte nem esperamos a van do parque, como de lá já iríamos para La fortuna, fomos de carro.

Fomos os primeiros a chegar no parque. Logo vimos o Andre, funcionário do parque muito gente boa. Ele nos acompanhou até o bungee, naquele dia fazia sol, graças a Deus.

Vestimos os equipamento e partimos.

 

Obs: Eles não deixam você levar nem câmera e nem celular. Justamente para no final do salto eles cobrarem 25 doletas pelo vídeo do salto.

Achamos caro mas é impossível não comprar aquelas imagens.

 

O salto é uma parada muito louca. No início você pensa que vai morrer, mas depois você quer outro!

Não adiante eu tentar explicar a sensação. Só indo pra ver o quão louco é aquilo.

Super recomendo pra quem gosta de sentir adrenalina correndo pelas veias.

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Superman.

 

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Galera reunida depois do salto.

 

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Bungee.

 

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Extremo park.

 

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Araras passeando pelo parque.

 

Ligamos para uma das empresas que vendiam o rafting em La fortuna, e a última turma do dia saía ao meio dia.

Estávamos saindo as 9:30 da manhã de Monteverde.

A viagem desde Monteverde até La fortuna dura em média 4 horas.

Não chegaríamos a tempo. Como já voltaríamos pra casa no dia seguinte, fomos direto para San josé.

 

Chegamos em San josé e ficamos no Hostel Bekuo.

Sem dúvida o melhor hostel da viagem. Área comum muito massa. Dois Pc's, sinuca, Ps4, violão e etc.

Super recomendo.

Na manhã seguinte fomos ao mercado de artesanato comprar mais alguns souvenirs.

Logo depois fomos deixar o carro na locadora e em seguida ao aeroporto.

 

 

Foi uma viagem maravilhosa.

Altas ondas em Pavones.

Selva em Manuel Antonio.

Adrenalina em Monteverde.

 

Espero ter ajudado de alguma forma outro viajante que queira conhecer esse pedaço de paraíso na terra.

 

 

Somente agora depois de alguns dias pude conhecer o clássico desânimo pós-viagem.

Estou naquela situação de auto avaliação em que se põe em questão vários pontos da viagem e a cruel comparação com a vida "real" no corre corre do dia a dia.

 

Será que é possível levar a vida como a vida que se leva em uma viagem?

 

Valeu galera, até a próxima.

 

Thiago.

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Baita relato Thiago !

Estou de olho nessa trip "Pura Vida" para a Costa Rica já faz um tempo e encontrei pouca coisa a respeito. Teu relato atual me ajudou bastante!

Esse lugar deve ser sensacional...

Vi umas promoções de passagens aéreas via Bogotá.

 

Vocês chegaram a pegar onda no lado do Caribe ou somente Pacífico ?

O vulcão é muito perrengue pra visitar ?

 

Parabéns pela trip de vocês!

Aloha!

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Outra pergunta:

 

- Como é o crowd por lá e o localismo ?

Pelo que eu soube vai muito americano pra lá.

 

Pavones clássico, que privilégio!

 

Aloha

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Outra pergunta:

 

- Como é o crowd por lá e o localismo ?

Pelo que eu soube vai muito americano pra lá.

 

Pavones clássico, que privilégio!

 

Aloha

 

 

 

 

 

Boa tarde!

Cara, em Pavones tem onda pra todo mundo!

Nunca vi aquilo na minha vida. A onda tem 3 sessões e dependendo do sweel essas três sessões se emendam uma na outra, coisa linda de se ver. Você escolhe onde pegar a onda: 1ª(mais power), 2ª(intermediária) ou 3ª sessão(mais light).

Uma dica: Pode ter 100 pessoas na água, sempre sobra onda boa!

Outra dica: O pico é muito extenso, então vc vai ver muita gente na água mas não se assuste. tem onda pra todo mundo.

Mais uma: Prepare-se para remar, A onda te leva pra muito longe e você terá que escolher entre voltar caminhando ou remando.

Você irá cansar de tanta onda boa. (claro que dependendo do swell)

Localismo: Não vi nada sobre isso, claro que tem que saber chegar, como em qualquer outro pico do mundo.

 

Qualquer outra dúvida pode falar!

 

Abraço e boas ondas!

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Baita relato Thiago !

Estou de olho nessa trip "Pura Vida" para a Costa Rica já faz um tempo e encontrei pouca coisa a respeito. Teu relato atual me ajudou bastante!

Esse lugar deve ser sensacional...

Vi umas promoções de passagens aéreas via Bogotá.

 

Vocês chegaram a pegar onda no lado do Caribe ou somente Pacífico ?

O vulcão é muito perrengue pra visitar ?

 

Parabéns pela trip de vocês!

Aloha!

 

 

 

Cara, que massa, obrigado!

 

O lugar é mágico. Pegamos somente do lado do pacífico (Jaco, Hermosa e Pavones).

 

Infelizmente não visitamos nenhum vulcão devido aos imprevistos com a chuva.

 

Valeu!

 

Qualquer coisa, tamo ae!

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Irado cara, parabéns pela disposição nessa trip!

Pelo visto a galera voltou de cabeça feita, é uma coisa que renova o cara pro dia a dia na selva de pedra.

Valeu pelas dicas e respostas, alucinante!

Aloha!

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Thiago. 

Este ano irei novamente para a CR, desta vez tentarei pegar pavones.

valeu a ida a Paso Canoas?

 

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9 horas atrás, faccioni disse:

Thiago. 

Este ano irei novamente para a CR, desta vez tentarei pegar pavones.

valeu a ida a Paso Canoas?

 

Cara, se não tiver onda em Pavones, vale sim!!
Até porque é bem próximo, cerca de uma hora de carro.
E lá tem muita coisa barata, desde comida até roupas (pra quem gosta de surf entao!!) , tenis, chinelo, bebidas e etc.

Se você tem uns dólares sobrando é uma boa opção!!

 

Vlw

 

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14 horas atrás, thiaguinho547 disse:

Cara, se não tiver onda em Pavones, vale sim!!
Até porque é bem próximo, cerca de uma hora de carro.
E lá tem muita coisa barata, desde comida até roupas (pra quem gosta de surf entao!!) , tenis, chinelo, bebidas e etc.

Se você tem uns dólares sobrando é uma boa opção!!

 

Vlw

 

Dalle...

Ondas x Paso Canoa as ondas sempre vencerão......lkkkk

Valeu ai..

 

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1 hora atrás, faccioni disse:

Dalle...

Ondas x Paso Canoa as ondas sempre vencerão......lkkkk

Valeu ai..

 

Com certeza, bro.

 

Você não vai querer sair da água vendo aquelas ondas!!

Vlw.

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    • Por TMRocha
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      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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