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RobsonGeofísico

Bungee Jumping em CUSCO - Vale a pena?

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Há 15 minutos de CUSCO existe uma empresa que realiza o pulos de bungee jumping.

O valor é meio salgado, mas a experiência compensa pelo menos pra mim que sempre tive vontade de me aventurar.

Saltei em agosto e o valor foi U$ 70,00. Descobri a empresa no mural de avisos do hostel.

Pra quem curte aventura, vale muito a pena.

Tem video do pulo no link abaixo:

https://instagram.com/p/BXvc4X-lr--/

bunge.jpg

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    • Por rezinhatucci
      - R$1.500 de passagem pela Latam saindo 7h40 de GRU e chegando em Cusco às 14h (com escala em Lima). Tem voos mais baratos de madrugada, mas preferimos não fazer escala no meio da noite. A volta foi das 9h40 às 19h45.
      - Hotel Santa Maria em Cusco – 7 noites por R$1.713. Ótima localização, bom chuveiro, bom wi-fi, café da manhã ok, mas ficamos no quarto 102 que era colado com a cozinha então o barulho começava as 5h da manhã... complicado. Também não tinha frigobar, nem abajur, e não colocavam tapete no banheiro e nem toalha de rosto.
      - Restaurantes: comemos muito bem e gastamos cerca de S/130 e S/170 nas refeições (com drinks e sobremesa). Recomendo o famoso Chicha do chef Gastón Acúrio (ceviche e maravilhoso ravióli de abóbora, com globo de chocolate de sobremesa), Morena (pisco sour feito na sua frente com toda a explicação), Marcelo Batata (steak de alpaca, frango adocicado e cheese cake de queijo de cabra), Greens (menu super variado de comida orgânica deliciosa – amei um sanduíche de queijo de cabra, tomate seco, cebola caramelizada e abobrinha), Papachos (hambúrguer), Justina (pizza boa e por S/40) – fica do lado do bar Cholos, que tem música boa e várias cervejas artesanais.
      - compre o boleto turístico (S/130) que dá direito a entrar em vários museus, Centro Qosqo de Arte Nativo (onde tem um show de dança típica) e sítios arqueológicos. Dá pra comprar em algumas das atrações inclusas no boleto ou na Av. Sol 103 (todos os dias das 8h às 18h).
      - um táxi do aeroporto pro centro (Plaza de Armas) não passa de S/25 (negocie sempre antes).
      - em Cusco: Qorikancha (Templo Dourado); bairro de San Blas (galerias, lojinhas, bares e um mirante com uma vista legal da cidade); Mercado Central de San Pedro (pechinchar sempre e quem sabe se arriscar nas comidas típicas e que ali são baratas); Museu Casa Concha (sobre Machu Picchu – incrível ir logo depois de ir pra Machu Picchu. Custa S/20); ruínas Sacsaywamán (vale muito a pena! Fomos de táxi e voltamos pro centro a pé); Museo Arte Precolombiano (muito interessante!); Museo Histórico Regional (também valeu a pena); música e dança típica no Centro Qosqo de Arte Nativo (começa às 19h mas é bom chegar até 18h20 – tem uma bela fila!); Museu Inka (não tão interessante quanto outros); meu guia (Lonely Planet) dava a dica do Museo de Plantas Sagradas, Mágicas y Medicinales, mas ele fechou. Tem um com o mesmo nome mas que não vale nem um pouco a pena – nem poderia ser considerado um museu.
      - fizemos o passeio Moray e Salineiras por S/50 (incluindo o ingresso pras Salineiras). Fechamos na agência que tinha no nosso hotel mas não gostamos. Demorou 1h30 pra buscar todo mundo e reunir no ônibus e depois ficava só meia hora em cada lugar. O passeio em si é incrível mas recomendo fazer tour privado ou no máximo numa van.
      - como não gostamos do tour de ônibus, resolvemos fazer o passeio do Vale Sagrado de táxi. Custou S/180, mesmo preço que as agências vendem o tour de van. Combinei por WhatsApp com o taxista Rafael – tel. +51974892015 – email [email protected]). Foi ótimo pq podíamos administrar o tempo e ele ia explicando as coisas conforme íamos passando (inclusive as ruínas).
      - perto de Cusco paramos num lugar chamado Awana Kancha, onde vc vê e alimenta lhamas e alpacas, vê a produção artesanal de tecidos e uma variedade de tipos de batata e milho cultivados na região. Muito legal! Entrada gratuita.
      - fomos nas ruínas de Pisac e no Mercado de Pisac (achei melhor que o de Cusco), e lá comemos empanadas feitas em enormes fornos de barros (tradicional e barato, gostosinho – nada muito espetacular, mas matou a fome). Em seguida fomos para as incríveis ruínas de Ollantaytambo. Se tiver tempo, acho que vale dormir uma noite nessa charmosa cidade. Não comemos por lá mas tivemos uma indicação de restaurante na praça principal: Chuncho.
      - em Ollantaytambo pegamos o trem da IncaRail às 16h36 para Águas Calientes. Leva 1h30 até Águas Calientes. Um lindo trajeto, mas bem caro. A ida foi US$68 no trem The Voyager e a volta foi US$103 no trem 360°. Não achei que valeu a pena a diferença de preço – recomendo comprar o mais barato mesmo e com antecedência (comprei pelo site uns 20 dias antes da viagem).
      - Hotel Tambo Inn em Águas Calientes – 1 noite por US$30. Bem simples mas a gente não precisava de mais do que aquilo. Café da manhã ok e deixamos as mochilas de graça no dia seguinte, quando fomos pra Machu Picchu.
      - compramos os ingressos pra Machu Picchu em Cusco, assim que chegamos, na Calle Garcilaso (quase esquina com a Calle Heladeros). S/152 e aceita cartão. Vc tem que escolher se vai de manhã ou a tarde e isso estará escrito no seu ingresso. Vc pode subir a pé ou comprar o ticket pro ônibus – US$24 ida e volta (comprado em Águas Calientes). Precisa levar o passaporte pra conseguir comprar as duas coisas.
      - muita gente quer pegar os primeiros ônibus pra Machu Picchu (começa às 5h30), então fica na fila desde 4h30 – a ideia é ver o nascer do sol lá de cima. Fomos às 7h e achei ótimo – nem 5min na fila e conseguimos fazer todo o passeio antes do sol do meio dia. Chegando no parque contratamos uma guia só pra gente (eles começam pedindo S/150 mas negociamos e pagamos S/130). Foi ótimo ter um guia só pra gente e recomendo que no máximo o guia seja pra 6 ou 8 pessoas (aí obviamente fica mais barato o valor por pessoa). Ir sem guia nem pensar (vi bastante gente vagando sem guia). Não esqueça de levar repelente, protetor solar, água e de carimbar seu passaporte na saída.
      - em Águas Calientes as coisas são bem caras e muita gente reclama de serviço ruim. Almoçamos no Restaurante Indio Feliz e achamos bom.
      - passeios que não fizemos mas que parecem incríveis são a Lagoa Humantay (que fica a 4h de Cusco + uma caminhada) e a Rainbow Mountain (que fica a 3h de Cusco + uma caminhada) – vi que uma alternativa a Rainbow Mountain é Palccoyo (conhecida com Três Rainbows), que ainda não está cheia de turistas mas fica um pouco mais longe: 4h de Cusco + caminhada.
    • Por debalves
      Olá amigos Mochileiros!
      Venho por meio deste relato, contar nossa experiência nesse país incrível que é o Peru! Lendo outros relatos por aqui, descobri que a maioria das pessoas vai para o Peru para uma experiência mais... como diria... mais roots, aquela coisa de trilha nível intenso, acampamento e vida selvagem... Mas nós estávamos procurando uma experiência mais tranquila, light, e sem muito esforço físico. Não que não gostemos de fazer exercícios, mas quem acompanha meus relatos pode ver que uma série de problemas foi acontecendo em nossas vidas nos últimos meses e dentre eles, uma hérnia de disco lombar e uma cirurgia de tireoide que me atrapalhou um pouco os planos e não consigo mais planejar experiências que me exijam tanto o lado físico. Então, por isso que nossa viagem foi mais "light". 🙃

      Eu confesso que há muito tempo tinha vontade de conhecer o Peru e, é claro, o Machu Picchu. Mas desde que minha cunhada e eu começamos a perturbar meu irmão e meu marido com essa ideia, há uns 5 anos atrás, mais ou menos, eles foram irredutíveis. Meu irmão ainda aceitava ir para Lima para uma viagem gastronômica, mas Rodrigo (marido) não gostou de nenhuma ideia sobre o Peru. Mas eis que este ano Rodrigo, fazendo curso de espanhol, se depara com um professor que é peruano (e acho que ele já ficou um pouco mais aberto à ideia de conhecer o Peru) e somando ao fato que eu queria ir conhecer a Grécia esse ano, mas o Euro está muito caro e o Rodrigo deve ter ficado desesperado com meus assuntos de viagem, depois da minha cirurgia de tireoide, quando eu só pensava na recuperação, ele veio com a ideia: “vamos viajar para o Peru nas férias?!”. Ele queria "hablar español"... mas eu só conseguia pensar na Grécia (ainda mais que uma amiga tinha acabado de voltar de lá) e eu fiquei meio desanimada à princípio com o Peru, logo eu que tanto atormentei os outros com essa idéia de viagem... mas depois entrei no clima de conhecer o Peru e embarquei nos planejamentos.

      Nossa viagem foi agora em Setembro, de 03 a 12, conhecendo primeiro Lima e depois Cusco. O nosso vôo foi pela Avianca, não lembro o valor, mas vou consultar o Rodrigo e já digo à vocês. O voo partiu do Rio de Janeiro cedinho, às 5:45 da manhã e tivemos que estar no aeroporto por volta das 3:40 da manhã... sério, se eu soubesse quem inventa esses horários de voo, eu esganava! Não dormimos nada, chegamos por volta de 9h da manhã, se não me engano, e o check in era só à tarde... que raiva! Ficamos mortinhos com farofa!

      O Voo foi tranquilo, a entrada no País também. Pensei que iam implicar conosco e nos revistar porque nossa última viagem foi para a Colômbia, achando que fazíamos parte do tráfico de drogas e na hora das perguntas, até esqueci que dia que voltaríamos (me deu um branco), mas a funcionária não levou em consideração, fez alguns comentários dizendo que gostaria de ir passear em Cusco também e nos liberou. Graças a Deus! Também não pediram nossa carteira internacional da vacinação de febre amarela (que nos pediram umas 3 vezes na Colômbia)... mas levamos, claro! Mas como já disse a minha amiga Juliana, é só não levar drogas que tá tranquilo! 🤣🤣🤣

      Saindo do Aeroporto, pegamos um táxi até o hotel. Caminho comprido, em alguns momentos se vê muitas áreas bem feias e pobres, mas em outros, o caminho é  bonito, que dá para ver o mar... mas está cheio de obras e em muitos pontos a vista para o mar fica bloqueada.  O hotel fica no bairro de Miraflores, que é um dos bairros mais "arrumadinhos", que os turistas mais ficam em Lima. Ficamos no hotel Ibis Larco Miraflores. Achei bem localizado e bem arrumadinho e confortável. Assim que chegamos, fizemos o check in e a funcionária da recepção nos indicou uma saída lateral onde poderíamos deixar a mala até o horário que o quarto estaria pronto. Segundo ela, se quiséssemos, teria um quarto à disposição no momento, mas era em um dos andares mais baixos e portanto, mais barulhento. Resolvemos esperar. Saímos com a mala e no local indicado, encontramos uma rampa de carro, de estacionamento... será que teríamos que descer?! Na frente do hotel ficam uns senhores oferecendo passeios pela cidade para os turistas, mas não entendemos nada do que nos foi dito e resolvemos não arriscar perguntar onde era pra deixar a mala. Rodrigo desceu a rampa  freando a mala pesada (coitado) e lá embaixo ficava realmente um espaço cheio de malas, com um funcionário cadastrando elas. Deixamos a nossa e fomos passear. Eu ainda estava um pouco desnorteada com o horário do vôo, sem conseguir raciocinar direito sobre o que fazer na cidade, então falei com o Rodrigo para andarmos pela rua principal, a Av Larco, até o shopping. Tinha lido em blogs de viagem que nessa Avenida Larco tem de tudo: casas de câmbio, lojas de chip de celular, restaurantes, lojas de lembrancinha, etc. Rodrigo ativou o roamming do celular com o sistema de pontos que ele foi acumulando ao longo do tempo e que conseguiu fazer essa troca. A internet não nos decepcionou e não tivemos que comprar chip de celular dessa vez! Fomos andando, trocamos  mais algum dinheiro em casa de câmbio e até que chegamos rapidinho no shopping. Rodrigo falou: “é aqui”. Mas era tipo uma praça, um mirante atravessando a rua, com vista para o mar lá embaixo. Quando chegamos mais perto que vimos que realmente era o shopping... só que o shopping era para baixo! Nessa “praça” tinha escadas para baixo e dava pra ver que tinham muitas lojas lá embaixo.

      Ficamos tirando fotos da vista e depois passeando pelo shopping. Foi quando começou um vento muito, muito frio e não aguentamos ficar próximo ao mar, estava muito frio para as roupas que estávamos vestindo (e olha que estávamos de casaco)!

      Tudo no shopping era bastante caro, muitas lojas de marca... mas até que a praça de alimentação tinha cadeias de fast food que eram bem em conta. Rodrigo não quis arriscar comer comida peruana logo no primeiro dia e quis comer o Pizza Hut que encontramos. Só que o lugar era muito simpleszinho, um balcãozinho, só tinha 4 sabores de pizza, e o Rodrigo pediu uma pizza que vinha com uns pães de alho, mas eis que a danada era minúscula! Eu pedi uma lasagna e veio em uma embalagem que mais parecia uma “quentinha da esquina”... mas não estava ruim não. Ficamos com medo da comida peruana, pois não somos de comer comida muito temperada. Eu tive alguns problemas na Alemanha com temperos e levei todos os remédios que poderia para qualquer indisposição para essa viagem! Alimentados e ainda com frio, seguimos de volta para o hotel. Conseguimos um quarto no oitavo andar e nos instalamos. Aproveitamos para descansar um pouco, já que não dormimos nada à noite. Aos nos recuperarmos, já era noite e saímos para comer novamente. Próximo ao hotel comemos em um lugar chamado La Lucha Sanguchería Criolla, que achamos muito, muito bom! São uns sanduíches de pão redondo com diferentes recheios, que vem com batatas fritas (que tem casca e tudo) e molhos pra acompanhar. Muito gostoso! Após comer, fomos visitar o shopping Larcomar novamente e ver a paisagem com a perspectiva das luzes da noite.

      Nesse dia aproveitamos para descansar mais, já que a coluna reclama bastante da poltrona e da viagem de avião.

      No dia seguinte acordamos refeitos e fomos bater pernas. Pegamos um uber (foi bem tranquilo pegar uber na frente do hotel) e rumamos para a Plaza de Armas. Custou em torno de 18 soles. Chegando lá, algumas ruas estavam fechadas em torno da Praça e descobrimos somente depois que teve um evento da guarda, mas só vimos o finalzinho, pois na hora do início, estávamos visitando a Catedral.  Tiramos muitas fotos com todos os prédios que ficam ao redor da praça e depois visitamos a Catedral (ingressos 10 Soles), bem bonita. Tiramos algumas fotos na Plaza Perú também (uma praça pequenininha com uma bandeirona do Peru, que fica ali pertinho) e rumamos para a Igreja de são Francisco. Muitas pessoas tentando vender de tudo ali em volta da igreja, assediando os turistas. Visitamos o interior da igreja e não pagamos nada, mas não fomos na parte paga. Confesso que não visitamos um dos maiores pontos turísticos que são as Catacumbas do Convento São Francisco (me julguem... Não gosto desses passeios mórbidos...) mas vimos algumas catacumbas na visita da Catedral, que foi bem interessante, mas um pouco claustrofóbico.

      Eu queria conhecer a Casa de la Gastronomia Peruana, mas Rodrigo não ficou animado. Andamos mais um pouco pelas ruazinhas do centro e ainda visitamos um mercadinho de artesanato que achamos no meio do caminho. A fome apertou e fomos procurar algum lugar próximo para comer. Convenci o Rodrigo a experimentar o Tanta, que é a versão mais em conta do Astrid y Gastón, também do famoso chef Gastón. Tínhamos visto esse Tanta no shopping Larcomar no dia anterior também, mas não comemos lá, achamos tudo bem caro.

      Entrando no Tanta próximo a Plaza de Armas, confirmamos que era caro mesmo, cada prato em torno de 40 soles! Mas resolvemos experimentar. Perguntamos ao garçom se os pratos eram para duas pessoas. Não eram, mas eles poderiam “dividir” um prato em duas porções menores. Aceitamos e pagamos pra ver. Pedimos Lomo Saltado. Cada prato nosso veio uma porção menor do que o prato geralmente vem (comparei olhando o prato dos outros clientes), mas como as porções são normalmente bem servidas, acabamos comendo bem, ficamos satisfeitos! E estava muito bom, apesar do molho que acompanha a carne ser bem temperado! Pedimos Inca kola para experimentar e ainda pedi um suspiro limeño para experimentar também e gostei bastante (apesar da consistência ser diferente do que eu achava que seria). Gastamos 78 Soles no total.

       Estávamos alimentados e a minha idéia era visitar o Museo Larco à tarde. Pedimos um Uber e rumamos para o museu, que parece ser um tanto distante da parte mais turística da cidade. Passamos em locais que pareciam bem humildes e ficamos comparando com alguns bairros do Rio de Janeiro. Gastamos em torno de 12 soles no uber. Chegando ao Museu, tem uma rampa bem grandinha para acessá-lo e em seguida, a casa lá em cima. Eles têm um bebedouro com água com rodelinhas de laranja para os visitantes e adorei a ideia. O ingresso foi bem caro, 30 soles cada um, mas o Museu é muito interessante e fiquei encantada com a visita! Como bebi bastante água de graça, achei que economizei na água e gastei no ingresso (hehehe, que vergonha isso, não?!). Esse museu me lembrou bastante o Museo Del Oro em Bogotá, e conta toda a história dos Incas e as regiões onde habitaram. Achei que iríamos visitar tudo rápido, mas como sempre, demoramos um bocado olhando tudo e ficamos cansados. Em uma parte “anexa”, cruzando um jardim central da casa que é o museu, fica a exposição das peças que são representações sexuais... e essas são um tanto divertidas!

      Nessa hora meu celular deu pane e começou a cair a bateria vertiginosamente. Resolvemos voltar para o hotel de uber novamente (custou 18 soles pra voltar), pra ligar o celular na tomada e recarregar. Encontramos um Pizza Hut grande próximo ao Shopping Larcomar e fomos lá lanchar e desfazer a impressão ruim que ficamos da pizza minúscula que Rodrigo comeu no shopping. Pedimos uma grande para dividir e dessa vez contávamos com mais sabores para escolher! E foi lá que tivemos uma ótima surpresa! O garçom falava espanhol muito rápido, mas conseguimos conversar com ele e responder coerentemente às perguntas.  Brinquei com ele que falava rápido e ele brincou com a gente algo do tipo que ele não entendia o português quando falávamos rápido também. Deu um orgulho por estarmos treinando bem o espanhol da gente, sabe?!

      À noite novamente fazia muuuito frio lá, mas dessa vez estávamos melhor agasalhados! Depois da pizza descansamos porque o dia foi intenso e no dia seguinte tinha mais visitas!

      No dia seguinte acordamos e pegamos um uber (em torno de 8 soles) e fomos para um sítio arqueológico chamado Huaca Pucllana. São ruínas pré-incas, as visitas são guiadas em espanhol ou inglês e custa 12 soles a entrada. Existe a Huaca Pucllana e a Huaca Huallamarca. Alguns dizem que as duas se complementam e outros dizem que é mais do mesmo. Resolvemos visitar só a que era mais "perto" de onde estávamos hospedados e gostei bastante! A fila para comprar a entrada estava bem grande e achei que iria demorar bastante, mas foi rápido, a próxima visita em espanhol estava começando assim que entramos e foi tudo bem dinâmico e interessante.  Ficamos encantados com a visita, achamos tudo muito interessante e bem organizado! Só uma coisa que não tinham falado com a gente antes é que ficamos muito empoeirados. Nossos tênis e barra das calças era só areia no final do passeio! Vão preparados!

      Foi lá também que compramos a água mais barata de toda a viagem, que custou somente 1,50 Soles na máquina!

      Ao terminar a visita, fomos procurar um restaurante próximo para comer, mas todos que encontrávamos eram bem caros. Vimos um italiano que era caro... Andamos mais um pouco até um que era a mistura de restaurante chinês e peruano (as famosas Chifás) que tinha visto recomendado em blogs de viagem (não lembro o nome do restaurante agora), mas chegando lá demos uma olhada geral no cardápio e vimos que os preços de cada prato eram mais de 50 soles... desistimos. Pegamos um outro uber até o shopping Larcomar (7,50 soles) e resolvemos almoçar em uma chifá no shopping mesmo, só que essa chifá era uma cadeia de fast food... mas estava gostosinho também e foi mais barato, gastamos em torno de 30 soles nós dois.

      Após comer, fomos passear mais um pouco. Nossa ideia era ir passeando tranquilo à “beira mar” (só que o beira mar deles é em cima da falésia, o mar fica lá embaixo), e visitar a série de parques que ficam um atrás do outro nesse caminho, que se chama Malecón de Miraflores. Eu tinha separado algumas coisas que queria conhecer: O Parque Del Amor, o Farol, o parque Maria Reiche... Saímos do shopping e fomos andando tranquilos. Os parques são todos muito bem arrumadinhos e limpinhos. As pessoas levam suas crianças e seus cachorros para passear. O Parque Del Amor é um dos primeiros e é bem movimentado de turistas e de vendedores. Seguimos adiante e passamos por áreas arborizadas e lindinhas, quadras de tênis, pelo farol, por mais parques com brinquedos para as crianças, pela pista de parapente... bem, agora só faltava o parque Maria Reiche, que tem a decoração com as flores que lembra as linhas de Nasca... mas onde está?!

      De onde estávamos, olhávamos mais adiante e parecia que os parques tinham menos gente circulando... tinha umas obras acontecendo próximo e ficamos com um certo receio de continuar e nos darmos mal. O Google apontava que era ali (depois descobrimos que tinha um colégio chamado Maria Reiche ali)... como já estávamos cansados, resolvemos voltar. Por mim voltaríamos à pé novamente, mas Rodrigo reclamava muito que seus pés doíam e queria voltar de uber. Pegamos um uber de volta para o hotel e custou em torno de 7,50 soles.

      Chegando no hotel fomos descansar um pouco e acabamos pegando no sono. A ideia era conhecer o Circuito Magico del água no Parque de La Reserva. Acabamos rumando para lá um pouco depois do que imaginávamos, para depois comer alguma coisa. Ficamos com medo de deixar para outro dia e acabar perdendo a visita. O uber custou em torno de 13 euros para lá e o caminho foi bem comprido. O ingresso acho que foi 10 soles para cada.

      Chegando lá, achamos que era pequeno, mas qual não foi nossa surpresa com o tamanho das fontes e a quantidade de água! E são várias fontes, cada uma com  design diferente e cores e músicas, tudo bem legal. Muitas crianças brincando, tem até um parque de diversões lá dentro também.

      Visitamos todas as fontes que víamos e tiramos fotos com todas. Algumas fontes são interativas. Existe uma que é um túnel que podemos entrar e não nos molhamos. E outra, que quando a água abaixa, conseguimos andar até o meio e ficar lá dentro assistindo o show das águas sem nos molharmos (teoricamente) e quando a água abaixa de novo, saímos de lá.

      Bem, eu fiquei um tempo ganhando coragem para entrar nessa fonte, pois não preciso nem dizer que estava muito frio e eu não queria me molhar pra ter que passar mais frio depois, né ?!  Quando ganhei coragem e entrei, descobri que nessa fonte a água que vem de cima não molha a gente, mas quando ela bate no chão (que tem uma grade de ralo), ela respinga e molha a barra da calça e o sapato da gente todo. Concluindo: fiquei com os pés todos molhados e passando frio! O Rodrigo ia depois de mim e acabou desistindo, para não passar frio também. 😟 Depois disso, resolvemos ir embora e nesse momento foi um pouco difícil de pegar o uber, pois tinha muitos táxis em volta da saída do parque, mas conseguimos e o uber custou 12,50 soles.

      Fomos para a La lucha Sanguchería Criolla novamente comer os gostosos sanduíches com o maior prazer, de novo.

      Esse dia também foi intenso: nos empoeiramos de manhã e nos molhamos de noite... Mas descansamos para no dia seguinte passear mais.

    • Por FelipeMendes
      Salve, pessoal! Segue um relato de uma viagem breve que eu e minha esposa fizemos ao Peru agora na primeira semana de setembro, aproveitando uns dias livres que conseguimos. Foi tudo decidido muito rápido, mas acho que funcionou bem, pois pegamos dicas de amigos que tinham ido e que nos ajudaram bastante a decidir o que fazer.
      Passagens 
      Compramos as passagens no Submarino Viagens por pouco mais de R$ 1.500 por pessoa, com exatamente um mês de antecedência (compra em 1º de agosto, início da viagem em 1º de setembro). Em outros dias e horários conseguiríamos preços um pouco melhores - não parece ser impossível ir por R$ 1.300. Mas também pode sair mais caro (voltamos no sábado; se fosse domingo, passaria de R$ 1.700). Todas as pernas eram pela Latam, exceto a Lima-Cusco, que foi pela Peruvian.
      A compra não foi confirmada no cartão, e tive que ligar para o Submarino para confirmar. Não sei sei por erro, forma de compensação ou algo parecido, mas eles nos alocaram na classe executiva na ida. Experiência nova e muito positiva.   Câmbio Como tínhamos dólares guardados e lemos muitos relatos de pessoas que falaram que não valia a pena levar real (valia mais fazer câmbio de dólar aqui e refazer lá), decidimos levar. Em média o câmbio fica entre 3,25 e 3,30 soles por dólar (exceção ao primeiro câmbio que fizemos, no aeroporto de Lima, para ter algum dinheiro para chegar à cidade. Lá foi muito pior, foi coisa de 3,05, talvez menos).   Transporte Em Lima usamos transporte público (Metropolitano) quando fizemos um deslocamento maior. Barato, rápido e seguro. Do aeroporto para Lima fomos de táxi (40 soles). De Lima para o aeroporto, de van da Quick Llama (15 soles por pessoa). Em Cusco, contratamos transfer junto ao cara que nos vendeu os passeios para ir e voltar do aeroporto (15 soles cada perna). De resto, só andamos a pé ou nos veículos dos passeios.   Hospedagens Em Lima ficamos no hotel Suítes Larco 656. em Miraflores. Excelente localização, ótimo café da manhã, quarto limpo e amplo, cama e banheiros muito bons. Nada a reclamar. Recomendo bastante. Pagamos R$ 394 para as duas diárias (preço final em reais, sem IOF, reservado pelo Hoteis.com).   Quando chegamos a Cusco, ficamos no hotel Casona Quera. Também altamente recomendado. Pertíssimo da Praça de Armas. É um hotel simples (realmente é uma "casona"), mas limpo, com camas confortáveis, banheiro bastante ok, café da manhã bastante decente. Ainda ficamos em um quarto que tinha uma sacadinha, bem bacana. Pagamos R$ 257 para duas diárias, também pelo Hoteis.com - mesmo esquema, sem IOF.   Em Aguascalientes (Machu Picchu Pueblo) ficamos no Hostal Dalila. Como a cidade é simplesmente um dormitório, não colocaria nenhum problema nele. É extremamente simples e sem café da manhã. Porém, minha esposa achou sujo. Alguma coisa caiu debaixo da cama e estava cheio de poeira quando ela foi pegar. Além disso ela ficou com a impressão de que os lençóis não estavam muito limpos. Não recomendo, portanto. Pagamos US$ 20 (em dinheiro vivo na chegada) para uma diária. Reservamos pelo Booking.com.    Voltando a Cusco, ficamos no Hatun Quilla, pois quando reservamos o Quera estava muito caro para estes dias. Também recomendo bastante. Mais um lugar simples e honesto, com cama ótima, banheiro decente. Perto da Praça de Armas, também. O quarto era bem amplo, com decoração simpática. O único porém é o café da manhã, que é bem mais ou menos: só pão, manteiga, geleia, café, chá e suco (refresco). Nem uma frutinha pra contar história. Reservamos pelo Booking e pagamos no próprio hotel (US$ 59 para duas diárias, pagamos com cartão de crédito).   Passeios em Cusco Muita gente falou para não contratarmos os passeios no Brasil, e sim pesquisarmos por lá, já que há dezenas de agências. Preferimos adiantar, já que tinha boas referências de preços, e não me arrependi. Ganhamos um bom tempo e tenho certeza de termos pagado preços justos. Se não foram os mais baratos, foi bem perto disso. Fechamos tudo com a Mapis Explorer, empresa do Ronald. Ele é extremamente atencioso e atende por Whatsapp: +51 976 919 696. Nos posts relativos a cada dia escrevo os preços de cada passeio.   (Todas as fotos deste post foram tiradas com meu celular, um iPhone 5S. Portanto, são fotos ruins, mas é só pra dar uma ideia)
    • Por Ane_rb
      Boa noite! 
      Estou indo viajar com meu noivo para lima dia 16, onde ficaremos 2 noites, 16 e 17, e iremos dia 18 para cusco e voltaremos para lima dia 25 de outubro as 5 estaremos voltando para lima e depois SP. 
      E por enquanto estamos meios perdidos quanto ao roteiro, e menor custo para melhor aproveitar nossa estadia. Estamos por enquanto seguindo o roteiro do "Vai por mim" -  viaje na viagem. Ele indica para visitarmos o centro historico de lima, Museu larco, e de noite ir no bairro barranco, huaca Pucllana, Malecon de mira flores, circuito magico da agua. Tem algo que vocês excluem? Incluem? Hoteis que ficaria melhor e mais barato? Ou airbnb? Hostel? 
       
    • Por Ro St
      Junto-me ao "coro" de agradecimento aos relatos que li aqui e que me ajudaram a evitar perrengues e tomar decisões quanto ao roteiro e afins.
      Juntamente com o meu namorado, fui pro Peru do dia 06/06 à 15/06.
      Comprei as passagens GRU X Lima (meu namorado mora no Vale do Paraíba, eu moro no RS), na primeira semana de Dezembro, por 8500 pontos Multiplus o trecho para cada um + R$ 500 no total das taxas (4 trechos).
      Compramos as passagens de Lima X Cusco no site da LCPeru por 180 soles peruanos, cada trecho, diretamente no site da Cia. Não deu para comprar pelo cartão de crédito, daí foi feito pelo SafetyPay. Esta compra foi feita no mês de abril, quando havíamos definido totalmente as datas do roteiro da viagem.
       
      Estava decidida a comprar as passagens internas com Cia Peruana pq os preços da Latam e da Avianca eram muito maiores. Sabia que corria pouco risco dos vôos serem atrasados/cancelados (como é a fama quando se voa por estas Cias) em razão da época (inverno ser mais seco) e pelos horários dos vôos (li aqui, e em vários outros blogs que o problema é no aeroporto de Cusco -  se pousar ou decolar após às 17h, a chance de ter alteração é enorme).
      Eliminei a Viva Air (Viva Colômbia), pois vi que era a pior dentre as nacionais. Pelo o que li, a Peruvian seria a melhor, mas não tivemos stress com a LCPeru.
      Voamos nos 2 trechos com aviões Boeing 737, com direito a uma mala despachada de 30Kg para cada um (a minha deu exatos 10Kg). Lanches bem básicos (pacotinho de nuts variados) com direito a Inka Kola.
      Passeio para o Valle Sagrado: fizemos o tour completo (Chinchero, Maras, Moray, Ollanta e Pisac +Salineras) mas SEM ALMOÇO por 40 soles por pessoa. Levamos lanche!
      Ida para Machu Picchu: acabamos indo e voltando com o trem Vistadome da PeruRail por US$ 40 o trecho (Cyberday promotion), comprados no final de Abril.
      Ida para Huaraz: fomos pela MovilTours na opção "Ejecutivo Vip" por 45 soles peruanos o trecho, para assento de reclinação de 160 graus. O preço  normal para este tipo de assento/serviço é 65 soles, mas comprando com certa antecedência consegue-se encontrar alguns assentos promocionais.
       
      Terminada a informação sobre o investimento financeiro, irei tecer brevemente sobre o nosso roteiro e outras dicas e percepções, mas procurando evitar o óbvio.
      DIA 06/06
      Vôo GRU X Lima: saída às 7h40min (aguardamos em torno de 30min dentro do avião para poder decolar em razão do FLUXO aéreo, cfme explicação do piloto). Resultou em 1h de atraso na chegada: pousamos ao meio-dia em Lima. Avião super confortável ( poltronas no formato 2-3-2).
      Vôo Lima x Cusco: saída às 14h40min (atraso de alguns minutos no portão de embarque - fomos de bus até o avião).
      "PERRENGUE": Reservei todas as minhas hospedagens pelo Booking, que informava que a hospedagem de Cusco ofereceria transfer. Escrevi mensagem para eles ainda em SP. Acessando os 30min de wifi free do Aeroporto de Lima, e não haviam respondido. Chegamos em Cusco e... Não tinha wifi free e nada de transfer. Pagamos 25 soles para um taxista fazer a corrida até o bairro de San Blás.
      "RECOMENDO": Jantamos no SUMAQ II, na Calle Siete Angelitos - nosso restaurante em Cusco. Barato, sem movimento, pizza em forno a lenha. Pão de alho e massa da pizza feitos artesanalmente e de forma excelente. Wifi bom tb. 
      07/06
      Compramos os ingressos para Machu Picchu no "escritório" do Ministério da Cultura do Peru em effectivo (em soles, sem taxa extra nenhuma). Fiquei monitorando pelo site oficial a disponibilidade dos ingressos e, deu certo.
      "RECOMENDO": Mês de Junho é cheio de comemorações em Cusco. Pegamos vários eventos tri em razão do Corpus Christi, concurso de dança das escolas infantis de todo o Valle (ainda tem o Inti Raymi no "solstício do inverno").
      Passeamos por Cusco mas sem entrar nas opções pagas de museus,etc. Só compramos o boleto parcial (70 soles por pessoa).
      "DETALHE IMPORTANTE": Fizemos a carteirinha internacional pq estudante paga metade no boleto "general" (o mais completo), mas tem a mesma regra que M.P.: só até 25 anos! pqp!!!!  E tem outra: li aviso lá no Cosetur, que a carteirinha da ISIC (que nós fizemos) não teria mais validade nos próximos meses!
      08/06
      Fizemos o tour pelo ValleSagrado, mas sem entrar no Parque A. de Ollanta, pois pernoitamos naquela cidade, daí curtimos o acervo na manhã do dia 09/06 com toda a calma do mundo! Pq como vários relataram, é pouco tempo para contemplar e tirar fotos durante o tour grupal. Fora que, de manhã estava vazio!!!! (além dos tours grupais serem de tarde, a Copa do Mundo diminuiu mtooo o movimento lá na região!
      "DICA": se puderem ir lá pra Cusco/M.P. durante algum evento mundial importante (Copa/Olimpíadas) será ótimo! Nada de empurra-empurra, tumulto, dificuldade pra enquadrar fotos... oh maravilha!!!!
       
      09/06
      Ollanta de manhã, e de tarde pegamos o trem às 14h. Ollanta é muito agradável, mas bem pequena, com poucas opções de gastronomia (após às 21h, ao menos). De tarde pegamos o trem - confortável, pontual, etc.
      Ao chegarmos em Águas Calientes, encontramos a galera que reserva hospedagem por agência aguardando ser chamado... Meio ruim isso!
      Jantamos o prato menu (como em quase todos os dias no Peru) por 12 soles apenas! E com direito a Pisco Sour dupla gratuita! Pq? Copa do Mundo! Poucos turistas, vários restaurantes... É galera do "mete a faca no turista"! Nos mercadinhos os preços se mantinham exorbitantes, mas estavámos bem preparados. Só queria ter comprado BANANA (plátano) pois li no blog ApureGuria, que isso atraia as ilhamas em M.P.! Mas 1 sole por 1 plátano.. não!
      10/06
       Subida pela escada inca: mais do que dor nos joelhos pelos quase 35 anos "de velhice", senti minhas coxas "ficando pelo caminho". Me apavorei comigo mesma, ao ter que parar várias vezes para descansar, mas conseguimos fazer o trajeto em 1h10min! 
      Não pegamos guia, segundo informações que colhi, só o pessoal dos grupos das agências não conseguem escapar. Se fez falta/se foi melhor, acho que é questão de opinião pessoal. Pesquisamos sobre a historia de M.P. antes da viagem. Enquanto a galera dos grupos guiados tinha poucos minutos para tirar fotos dos lugares, quase zero de tempo para contemplar a energia "em paz", nós tivemos, e muito! Saímos às 10h40min, tendo feito as 2 voltas no parque. Sentado um pouco para lanchar. Explorado tudo o que tínhamos à disposição (não pegamos nenhuma montanha). 
      Na saída começou a chover. Uma garoa, mas constante. Não descemos muito rápido para evitar escorregões na escadaria, mas deu uns 45-50 minutos.
      Só na estação do trem é que fui ao WC. Ah! Sou alérgica a borrachudos, passei repelente, mas não senti nada de mosquitos querendo incomodar. Como pegamos o trem às 13h30min, chegamos cedo em Ollanta e fui tranquilo voltar de "colectivo" até Cusco (10 soles).
      "SOBRE AS  VIAGENS COM O TREM": é disponibilizado wifi... Que era ótimo, rápido! 
      11/06
      De manhã compramos alguns souvenirs e de tarde pegamos nosso vôo para Lima. Gastamos aproximadamente 5h no aeroporto de Lima (bus para Huaraz era às 23h30min - coloquei baita margem de segurança), usando o wifi do Starbucks, e tb resolvendo um PERRENGUE!
       
      "PERRENGUE": no dia anterior à saída do Brasil (05/06) recebo e-mail automático da Latam - nossa volta teria um atraso de 12 HORAS!!!! (vôo da volta seria às 23h30min de 15/06 com escala de uns 40min em Assunção). Só que o vôo "novo" sairia às 24h de Lima. E vôo saindo de Assunção às 5h40min não "existia" mais, e sim, só às 3h da madrugada (o que era inviável), ou às 17h - resultando numa chegada às 8h DA NOITE, quando inicialmente seria às 8h DA MANHÃ do dia 16/6.
      Escrevi no Twitter, no Facebook da Latam... expliquei que só teria wifi e em poucos momentos durante a viagem... Esperei por 1 semana para que tivessem a competência de resolverem. Nada! Escrevi minha reclamação no ReclameAqui. Entretanto, usei o tempo ocioso para buscar o guichê peruano da Latam. As atendentes alegavam que não poderiam remarcar os vôos por ter comprado por pontos. Mas, com mta insistência, e mostrando os e-mails de confirmação da época da compra com essa diferença absurda, elas resolveram o problema! Pegamos vôo direto, saindo às 24h30min de Lima! Então, salvem sempre suas negociações com print de tela e tal para estarem munidos!!!!
      12-14 de Junho
      Chegamos em Huaraz às 7h e o Scheler (Artizona Trekking) nos buscou e levou até o nosso hotel.
      O check-in só seria permitido a partir do meio-dia, mas em razão do Scheler ter bom relacionamento com os donos do hotel, pudemos fazer check-in mais cedo e comer o desayuno.
      Assim como em Cusco e Ollanta, espirrava muita água do chuveiro (ducha) e emporcalhava o chão sem pano/toalha.
      Ficamos espantados, negativamente, com a sujeira vista pelas ruas de Huaraz. Nosso hotel ficava localizado na Av. 27 de Noviembre, a umas 2 quadras da avenida principal (da Plaza de Armas), tinha muiiito movimento de motocars, collectivos, carros, buzinas... Consideramos a cidade de Huaraz tb a mais barulhenta em relação as milhares de buzinadas ouvidas enquanto se caminha pelas calçadas (todo  mundo parece ser Uber com seu próprio carro lá - não vimos bus pelas ruas da cidade).
      Tirando isso... nossos 2 passeios feitos - o Glaciar Pastoruri e a Laguna 69 foram maravilhosos!
      A caminhada até o Glaciar é curta, mas por causa da altitude, e pelo nariz escorrendo pelo friozinho, foi "puxadinho".
      A caminhada para a Laguna 69 é bem mais longa, mas é muiiiito bonito o caminho, e não possui apenas pontos de subida. Mas cansa bastante!
      Na volta tomamos banho no hotel (pagamos 10 soles por pessoa pelo "late check-out"), jantamos e fomos para mais uma viagem de bus com assentos reclináveis de 160 graus.
      Ah! Jantamos guacamole (com feijão preto junto - delicioso!) e um sanduíche quente para cada um no Café Andino (Jirón Simón Bolívar). Foi indicação de outros brasileiros que conhecemos durante o hiking, pois havíamos comentado sobre nossa avaliação "mediana para não-boa" dos restaurantes de Huaraz que havíamos pesquisado). 
      Como estávamos extenuados pelo hiking, nesta viagem dormimos até Lima "apagamos"!
       
      SEGUE IMAGENS DO CAMINHO ATÉ A LAGUNA 69
       
      Em Lima, "matamos" umas 5h no aeroporto, até que pudemos despachar as nossas malas, e daí partimos para Miraflores para explorar um pouco a cidade.
      Comemos Ceviche e um Arroz com Mariscos delicioso por 40 soles (Calle Berlim, ao lado da Casa de Ceviche, um restaurante que nem aparece no Google... Tapadita/Tarapadita... a atendente foi muiiiito atenciosa explicando os pratos!). Além disso, comemos este combo para 2 pessoas (um combo para 2! perfeito!).
      Fomos a pé no Parque del Amor e no Larcomar.
      Na volta...ninguém queria nos levar para o aeroporto... tudo em razão do alto tráfego! Com muita súplica, consegui um "Uber" por 40 soles (ele queria 70). Tinha alguns que nem faziam preço, ao informarmos que queríamos ir ao aeroporto já negavam a corrida!
      "DICA": evite ao máximo os horários de pico para se deslocar em Lima! (era uma sexta-feira, 19h).
      No vôo de volta ao Brasil (Lima x GRU) tivemos a desagradável surpresa do avião ser um usado nas rotas nacionais - assentos no formato 3-3-3, que reclinam pouco, sem tela de entretenimento... E a janta/lanche era "alguma coisa parecida com um tabule" e frango - frio (!!!!), um pedaço de bolo, 3 torradinhas  e um potinho de cream cheese.
       
      OPINIÕES FINAIS/ "DESCOBERTAS":
      *** Se quiseres fugir dos custos do cartão de crédito, boa notícia: em todos os lugares aceitava pagar em dinheiro - alguns em dólar, inclusive.
      *** Alguns restaurantes/lojas/hospedagens e o Scheler (passeios em Huaraz) cobravam uma taxa de aproximadamente  5% se usasse o cartão de crédito!!!! 
      *** Não sei como foi para os outros mochileiros que contrataram os passeios com o Scheler em Huaraz. Mas para nós, foram outras 2 agências que noas levaram (no mesmo esquema do tour do Valle Sagrado - turistas de várias agências). Inclusive, na volta da Laguna 69, o guia/agência não deixou a galera nas suas respectivas hospedagens. Todos tiveram que descer em frente da "oficina" da agência, a uma quadra da Plaza de Armas. Pra nós até era perto do nosso hotel, mas pra quem estava longe, foi uma baita sacanagem depois do cansaço físico do hiking!!!
      *** Vários relatos me ajudaram na montagem do roteiro, mas para mim, o melhor foi do Ronald Zirbes (
       
      *** Levei R$ 500 que troquei em Cusco, mais US$ 580. Já havia comprado antecipadamente as passagens GRU X Lima (pontos Multiplus- 8500 pontos por trecho+R$ 250 de taxa para cada um), os trechos Lima X  Cusco por SafetyPay, as passagens de trem e de bus (Huaraz) por cartão de crédito mesmo (direto nos sites). Só paguei em cartão de crédito algumas hospedagens (uns R$ 400) e restaurante (uns R$ 150), porque ficamos com receio que acabasse a nossa grana em espécie. No final, voltei com 100 dólares e 25 soles peruanos! 
      *** Considerei muito satisfatório o nosso roteiro, apenas em Huaraz e em Lima saiu um pouco fora do imaginado.
      Dormimos mal no ônibus (não conseguimos descansar), daí a ideia que era, ir no dia 12/6 "direto" pro Glaciar, fazer a Laguna Churup por conta dia 13, teve uma pequena alteração. Dia 12/6 para descansar, dia 13 o Glaciar.
      Em Lima tb modificamos um pouco. Eu tinha  comprado o bus com a opção de parar na "rodoviária" da MovilTours que fica no distrito de "La Victoria", que é o mais perto de Miraflores. Mas meu namorado não estava afim de perambular com a mala dele, daí descemos na "rodoviária" Tomás Valle, e de lá fomos pro aeroporto, esperando o horário para poder despachar as malas. Até existe um guarda-volumes no aeroporto, mas era por hora/$ e ficaria caro...
      *** O aeroporto de Lima não tem mais terminais, como GRU e vários outros aeroportos brasileiros, assim, tinha muita gente para poucas mesas na praça de alimentação. E sem opção de salas de "espera" fora da área dos portões de embarque. Era difícil encontrar mesa/cadeiras.
      ***Fiz minhas reservas de hospedagem pelo Booking e não tive nenhum estresse com as acomodações.
      *** Nos sentimos seguros andando pelas áreas turísticas. Um pouco menos em Lima e Huaraz, mas na região do Valle Sagrado foi mto de boa! Isso que, dia 08/06 - dia do Valle Sagrado Tour, ficamos uns 30 minutos num paradero em Pisac (isso após às 18h, e já escuro), e em torno de 1 hora  no paradero em Urubamba aguardando locomoção. A locomoção entre Pisac e Urubamba foi uma van lotadaça por 4 soles. Já o deslocamento entre Urubamba e Ollanta (onde pernoitamos antes de ir para águas Calientes) foi de "Uber" compartilhado por 3 soles por pessoa!!!!!!
      *** Repito a dica de que, se puderem visitar a região de Cusco/M.P. durante um evento mundial, aproveitem, porque a muvuca é bem menor! E Junho é um mês de comemorações em Cusco!
      *** O guia do passeio para o Glaciar repassou uma dica que seguimos à risca, e reproduzo aqui: COMA CHOCOLATES PARA REPOR ENERGIAS GASTAS PELO ESFORÇO FÍSICO. MASSSSSSS, NA VOLTA! Ou, ao menos, quando estiveres no local destino (lá na contemplação da Laguna, por exemplo), PARA EVITAR ENJÔOS!
      *** Não achamos "tudo aquilo" Miraflores! Nada do que um bairro de bom padrão, assim como há em SP, em POA... Ah, lá o trânsito não era caótico. Aliás, que trânsito mais agressivo!!!! Trancam cruzamentos, carros/motos/ônibus/caminhões...vão "cortando a frente"... e isso é "normal" para eles! Fora a "proliferação" de ubers autônomos! Sinal de luz/buzinadas...quanta  poluição sonora!
      *** Os peruanos são maravilhosos, conseguem entender e se fazer entender com o Português, mas para pechinchar... algumas palavrinhas em espanhol ajudam bastante!!!!
       
      Acho que é isso, AMEIII o Peru! Quero voltar o quanto antes!
       
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