Postado Junho 6, 2018 7 anos Membros Você conseguiu passar com a comida liofilizada pela aduana no Chile sem problemas? Eu li que eles são bem rigorosos na fiscalização.
Postado Junho 22, 2018 7 anos Autor Membros PESSOAL, me perdoem pelo vacilo. Tive uns problemas pessoais e acabei esquecendo. Vou continuar o relato de acordo com as anotações! Novamente, desculpem-me vamos que vamos Em 19/04/2018 em 21:41, sareki disse: Lente 70-200 f/4? Levou tripé e filtros? Também! E elevei uma básica 18-55mm. Olha, tripé é muito trabalho e espaço que ocupa e o vento raramente vai deixar voce trabalhar bem com um tripé rsrs. Abraço Em 06/06/2018 em 16:02, LíviaLA disse: Você conseguiu passar com a comida liofilizada pela aduana no Chile sem problemas? Eu li que eles são bem rigorosos na fiscalização. Passei sim, tranquilo. O cara só parou e perguntou o que era. Eu disse que era tipo um "miojo" ou macarrão, só necessitando colocar água.
Postado Junho 22, 2018 7 anos Autor Membros Em 15/01/2018 em 13:07, Ane Lee disse: Puxa vida, estou curiosa agora hahaha. Enfim, estou escolhendo meu destino para outubro. Minha ideia a princípio era contratar uma agência para fazer algum circuíto...mas de acordo com seu relato, não parece o fim do mundo ir por conta. Meu único receio é que a princípio, irei sozinha. Isso sim me preocupa em termos de segurança, pois não terei nenhum apoio durante o percurso caso aconconteça algum imprevisto qualquer que sempre acontecem. Mas entendi que, falando de percurso, é suficientemente sinalizado para desconhecidos, certo? Olha, tranquilo ir solo... não tem estresse nenhum. Trilha muito bem sinalizada. A ideia de contratar alguma equipe seria apenas para levar seus equipamentos, coisa que eu particularmente não gosto. Mas isso é gosto. Precisar não precisa Só aconselho que, se pegar uma nevasca igual pegamos, regresse e não complete o trajeto sozinha. Qq coisa até se junte a algum outro grupo que esteja passando, mas em hipótese alguma vá sozinha.
Postado Julho 17, 2018 7 anos Membros Em 22/06/2018 em 11:21, VitorFTM disse: Olha, tranquilo ir solo... não tem estresse nenhum. Trilha muito bem sinalizada. A ideia de contratar alguma equipe seria apenas para levar seus equipamentos, coisa que eu particularmente não gosto. Mas isso é gosto. Precisar não precisa Só aconselho que, se pegar uma nevasca igual pegamos, regresse e não complete o trajeto sozinha. Qq coisa até se junte a algum outro grupo que esteja passando, mas em hipótese alguma vá sozinha. Olá!! Ao mesmo tempo q estou amando sua viagem, estou ficando com medo dessas subidas e desse vento horroroso kkkkkkk meeeeeedo! Já pensei em comprar protetor de joelho já que estou com eles já rangendo kkkkk Pretendemos começar o O em 01 novembro deste ano. Li uns relatos que mais cedo começar o trekking, menos vento se pega...será?
Postado Julho 26, 2018 7 anos Autor Membros Em 16/07/2018 em 22:51, norma.soto disse: Olá!! Ao mesmo tempo q estou amando sua viagem, estou ficando com medo dessas subidas e desse vento horroroso kkkkkkk meeeeeedo! Já pensei em comprar protetor de joelho já que estou com eles já rangendo kkkkk Pretendemos começar o O em 01 novembro deste ano. Li uns relatos que mais cedo começar o trekking, menos vento se pega...será? Olha, o vento vai ter sem parar, mas com um corta vento qualquer já resolve a vida. Lembre de se vestir em camadas! Acho que em novembro estará mais frio ainda do que dezembro/janeiro. hehehehe
Postado Julho 27, 2018 7 anos Membros 11 horas atrás, VitorFTM disse: Olha, o vento vai ter sem parar, mas com um corta vento qualquer já resolve a vida. Lembre de se vestir em camadas! Acho que em novembro estará mais frio ainda do que dezembro/janeiro. hehehehe me deixou beeem animada kkkkk E kd o restante do teu relato??!
Postado Julho 28, 2018 7 anos Autor Membros Em 27/07/2018 em 07:10, norma.soto disse: me deixou beeem animada kkkkk E kd o restante do teu relato??! Tá seguindo abaixoooo! hahahaha Bom pessoal, continuando então! Desculpem pelo vacilo... 6º Dia - Grey - Paine Grande Depois de termos sobrevivido ao pior dia do parque, demos continuidade no trajeto... Como já dito, esse acampamento era relativamente bom. Como já havíamos passado boa parte do circuito em acampamentos piores, nem nos importávamos mais com isso. Tendo abrigo do vento pra poder comer com tranquilidade, já estava suficiente para nós! É no Camp Grey que se faz possível chegar com o Catamarã! Não sabemos o preço, mas provavelmente não deve caber num bolso mochileiro hahahaha Como faz parte do circuito "W", o Camp Grey já possui algumas facilidades, como loja de conveniências, loja para aluguel de barracas, sacos de dormir e isolantes térmicos. Enquanto tomávamos café da manhã para poder seguir na caminhada, vimos uma raposa passeando tranquilamente próxima ao refeitório: Depois do café, hora de por o pé na estrada! Nesse trajeto existia um mirador que era possível olhar parte do Glaciar Grey, mas como estava muito frio e ventando, acabamos desistindo de tirar fotos. Apenas contemplamos a paisagem O interessante dessa parte é a quantidade de árvores queimadas que havia. Alguns quilômetros de floresta destruídas faziam com que o vento castigasse a maior parte da caminhada: É nessa parte que se começa a encontrar muitos e muitos turistas fazendo o circuito W. Havia um lago bem bonito que não consegui traduzir na foto pela falta de luz. Observem o tamanho das ondas/marolas devido à força do vento: O lago no fundo já era o Lago Pehoé, próximo do Camp Paine Grande: Chegando em Paine grande, fizemos nosso check-in, necessário para entrar na zona das barracas. Eles entregam uma etiqueta com a sua data de entrada e a de saída daquele acampamento. Apesar disso, não vimos ninguém verificando as tais etiquetas. Como já dito, a infraestrutura do circuito W era infinitamente melhor do que do "O". Para quem não consegue se desligar e esquecer o mundo por alguns dias, existe até a possibilidade de acessar o Wi-Fi a uma preço pouco acessível hehehehe E para quem vai fazer um bate-volta, seguem os preços do aluguel de equipamentos e refeições para a época que fomos: O local de refeições era muito aconchegante. Dispunha de muitas mesas e era uma excelente local pra bater um papo com pessoas diferentes Nesse refeitório, um guia havia feito diversas torradas com geleia que mais pareciam as nossas tapiocas, mas abertas. Entretanto, para a nossa felicidade, as turistas que eles acompanhavam não gostavam e ele saiu oferecendo para as mesas ao lado. Como estávamos mais próximos, nos ofereceu várias vezes, mas como estávamos sendo "educados" pegamos apenas uma vez e não parávamos de ficar secando a bendita torrada hahahahaa. Era MUITO boa. Acho que foi o maior arrependimento da viagem kkkk. Ou seja, quando oferecem, comam mesmo! kkkkk Depois de comermos, fomos montar nossa barraca. Existe um cercadinho que apenas as barracas deles poderiam ser montadas, mas como não atrapalharia e era um dos únicos locais abrigado do vento, montamos a nossa ali dentro também: Vale lembrar que no Camp Paine Grande o vento castiga muito! Vimos várias barracas "se desfazendo" (quebrando, envergando, rasgando). Como disse anteriormente, procurem um local mais abrigado possível e não permitam que o vento entre por baixo da barraco ou ela dificilmente resistirá! Na nossa, cercamos as saias laterais com essas pedras da foto! Lição aprendida desse dia: Se alguém está te oferecendo algo porque "sobrou", aceitem e não fiquem com vergonha!! kkkk Ou vocês também se arrependerão quando bater aquela fome antes de dormir.... kkkkk To be continued.... (Dessa vez eu JURO que não haverá esquecimento rsrs)
Postado Julho 29, 2018 7 anos Autor Membros 7º dia: Paine Grande - Camp Francês Esse foi outro dia bem tranquilo. Fizemos uns 10km apenas. O dia começou bem frio e com o vento relativamente calmo. Assim que abrimos a barraca, uma vista magnífica com as montanhas ao fundo e o lago Pehoé em frente: Esse é um trajeto bem plano, o que permitiu que economizássemos energia para a subida ao Vale Francês. A maior parte do trajeto é assim, sem[re contornando as montanhas: Essa noite iríamos pernoitar no Camp Francês e não compensava ir até lá para deixar as mochilas e subir o Vale Francês. Mas não tem problema!!! No próprio Camp Italiano, ao lado da Guarderia, tem um lugar que todos deixam as mochilas. Apesar de não ter quem fique olhando ou de ficarem abrigadas, não sentimos insegurança, tendo em vista que a maioria das pessoas que por ali passam, já estão com uma mochila. A Infraestrutura do camp italiano é bem fraquinha. Tem um lugar para se acampar (um pouco mais retirado do caminho que todos os turistas tem que fazer para subir ou não o Vale Francês), uma ou duas mesinhas para cozinhar e um abrigo do vento, que não é fechado, para se aquecer/cozinhar: Após fazermos a refeição, guardamos tudo nas mochilas que ficariam ao lado da guarderia e seguimos apenas com a mochila de ataque e uma refeição dentro. Vale ressaltar que essa subida castiga um pouco devido à grande diferença de altura que se tem em poucos metros de trilha e de que no começo o trajeto é todo em cima de pedras soltas. A quantidade de turistas também atrapalha, já que existem muitos idosos e as trilhas são muito estreitas. Aqui, já deixo a dica para quem fará a subida no mesmo dia que sair de Paine grande: Saiam bem cedo de Paine Grande ou então podem ter problemas para chegar até o final. Nós, por pouco, não estouramos o horário limite para sair da trilha do Francês. Não sei como, mas quando estávamos descendo, havia gente subindo ainda. Provavelmente, se chegaram até o final, na volta tomaram alguma bronca dos Guarda parques rsrs. Uma sugestão de tempo que leva para se fazer a trilha e os horários que o caminho se fecha: Em poucos km de trilha, já se pode olhar para trás e ter uma vista maravilhosa (pena que o sol sempre deixa a desejar no vale): No final do vale, no mirador, tomem MUITO cuidado com a neve e a lama. Fica MUITO escorregadio e a chegada até o mirador é um pouco íngreme. Vimos muitas pessoas caindo. Nessa hora o bastão ajuda bastante! Nessa foto panorâmica não dá pra perceber muito, mas é uma visão 360 de todo o vale. Se tivesse sol, seria outra beleza à parte! Durante a descida, foi a hora que os joelhos começaram a gritar. A descida foi MUITO tranquila/lenta pra tentar poupá-los o máximo possível, sabendo que ainda tinha a subida até a base das torres daqui dois dias. **Tínhamos programado para subir o Vale Francês apenas no dia seguinte, mas como vimos que chegamos cedo, acabamos adiantando a nossa subida. Com isso, ganhamos um dia de tranquilidade Após a descida, pegamos nossas mochilas e prosseguimos para o pernoite no Camp Francês. Teríamos que andar uns 2 ou 3 km ainda, mas era um trajeto bem plano, o que ajudou nas dores. Chegando no acampamento, era uma decepção atrás da outra: Não havia atendentes. Devido ao baixo valor do salário, os trabalhadores estavam fazendo greve. Vale ressaltar que nesse acampamento são raros os lugares para instalar a barraca no chão. A maioria é em cima de plataformas, pois o terreno é bem inclinado. Por isso, se sua barraca usa estacas apenas, sugerimos levarem vários pedaços de Paracord ou qualquer tipo de corda para que consigam amarrá-la. Depois disso, saímos procurar um lugar para cozinhar: Praticamente não existia lugar abrigado do vento. O que achamos batia muito vento e tínhamos que ficar em pé (isso meio que é o de menos, mas todo mundo quer, depois de um dia de caminhada e com o joelho estourado, comer num lugar abrigado do vento e sentado né? rsrs). Infelizmente, no dia seguinte, achamos uma mesa entre os banheiros. Ajudava na questão de comer sentado, mas não no vento kkkk O banheiro ficava muito longe do acampamento. Então cada ida tinha que ser o mais eficiente possível. Na hora do banho, ao abrir a torneira, senti que a água havia esquentado um pouco... nessa hora comecei a ficar feliz. Pra quê... em 30 segundos a água esfriou. Mais 15 segundos a água esquentava, e assim foi, até que desisti do banho quente. Maaaaaas já que estava cheio de shampoo na cabeça, tomei na água gelada mesmo. Pra ajudar a esquentar, ficava pulando de baixo do chuveiro hahahahaha. Foi o tempo suficiente pra tirar o shampoo e colocar uma roupa quentinha!
Postado Julho 29, 2018 7 anos Membros 1 hora atrás, VitorFTM disse: 7º dia: Paine Grande - Camp Francês Esse foi outro dia bem tranquilo. Fizemos uns 10km apenas. O dia começou bem frio e com o vento relativamente calmo. Assim que abrimos a barraca, uma vista magnífica com as montanhas ao fundo e o lago Pehoé em frente: Esse é um trajeto bem plano, o que permitiu que economizássemos energia para a subida ao Vale Francês. A maior parte do trajeto é assim, sem[re contornando as montanhas: Essa noite iríamos pernoitar no Camp Francês e não compensava ir até lá para deixar as mochilas e subir o Vale Francês. Mas não tem problema!!! No próprio Camp Italiano, ao lado da Guarderia, tem um lugar que todos deixam as mochilas. Apesar de não ter quem fique olhando ou de ficarem abrigadas, não sentimos insegurança, tendo em vista que a maioria das pessoas que por ali passam, já estão com uma mochila. A Infraestrutura do camp italiano é bem fraquinha. Tem um lugar para se acampar (um pouco mais retirado do caminho que todos os turistas tem que fazer para subir ou não o Vale Francês), uma ou duas mesinhas para cozinhar e um abrigo do vento, que não é fechado, para se aquecer/cozinhar: Após fazermos a refeição, guardamos tudo nas mochilas que ficariam ao lado da guarderia e seguimos apenas com a mochila de ataque e uma refeição dentro. Vale ressaltar que essa subida castiga um pouco devido à grande diferença de altura que se tem em poucos metros de trilha e de que no começo o trajeto é todo em cima de pedras soltas. A quantidade de turistas também atrapalha, já que existem muitos idosos e as trilhas são muito estreitas. Aqui, já deixo a dica para quem fará a subida no mesmo dia que sair de Paine grande: Saiam bem cedo de Paine Grande ou então podem ter problemas para chegar até o final. Nós, por pouco, não estouramos o horário limite para sair da trilha do Francês. Não sei como, mas quando estávamos descendo, havia gente subindo ainda. Provavelmente, se chegaram até o final, na volta tomaram alguma bronca dos Guarda parques rsrs. Uma sugestão de tempo que leva para se fazer a trilha e os horários que o caminho se fecha: Em poucos km de trilha, já se pode olhar para trás e ter uma vista maravilhosa (pena que o sol sempre deixa a desejar no vale): No final do vale, no mirador, tomem MUITO cuidado com a neve e a lama. Fica MUITO escorregadio e a chegada até o mirador é um pouco íngreme. Vimos muitas pessoas caindo. Nessa hora o bastão ajuda bastante! Nessa foto panorâmica não dá pra perceber muito, mas é uma visão 360 de todo o vale. Se tivesse sol, seria outra beleza à parte! Durante a descida, foi a hora que os joelhos começaram a gritar. A descida foi MUITO tranquila/lenta pra tentar poupá-los o máximo possível, sabendo que ainda tinha a subida até a base das torres daqui dois dias. **Tínhamos programado para subir o Vale Francês apenas no dia seguinte, mas como vimos que chegamos cedo, acabamos adiantando a nossa subida. Com isso, ganhamos um dia de tranquilidade Após a descida, pegamos nossas mochilas e prosseguimos para o pernoite no Camp Francês. Teríamos que andar uns 2 ou 3 km ainda, mas era um trajeto bem plano, o que ajudou nas dores. Chegando no acampamento, era uma decepção atrás da outra: Não havia atendentes. Devido ao baixo valor do salário, os trabalhadores estavam fazendo greve. Vale ressaltar que nesse acampamento são raros os lugares para instalar a barraca no chão. A maioria é em cima de plataformas, pois o terreno é bem inclinado. Por isso, se sua barraca usa estacas apenas, sugerimos levarem vários pedaços de Paracord ou qualquer tipo de corda para que consigam amarrá-la. Depois disso, saímos procurar um lugar para cozinhar: Praticamente não existia lugar abrigado do vento. O que achamos batia muito vento e tínhamos que ficar em pé (isso meio que é o de menos, mas todo mundo quer, depois de um dia de caminhada e com o joelho estourado, comer num lugar abrigado do vento e sentado né? rsrs). Infelizmente, no dia seguinte, achamos uma mesa entre os banheiros. Ajudava na questão de comer sentado, mas não no vento kkkk O banheiro ficava muito longe do acampamento. Então cada ida tinha que ser o mais eficiente possível. Na hora do banho, ao abrir a torneira, senti que a água havia esquentado um pouco... nessa hora comecei a ficar feliz. Pra quê... em 30 segundos a água esfriou. Mais 15 segundos a água esquentava, e assim foi, até que desisti do banho quente. Maaaaaas já que estava cheio de shampoo na cabeça, tomei na água gelada mesmo. Pra ajudar a esquentar, ficava pulando de baixo do chuveiro hahahahaha. Foi o tempo suficiente pra tirar o shampoo e colocar uma roupa quentinha! Vc precisou fazer a reserva em todos os campings ne? Como foi pra fazer nos grátis? Demoraram a liberar a reserva? Estamos justamente tenta do fazer reserva nos campings pagos sem contar muito com os grátis pois ainda não liberaram e pretendemos fazer o O em novembro. Está beeeem difícil conseguir datas pra nossa programação. Pra ter ideia, pretendíamos iniciar dia 01/11 e já tivemos que adiar pra dia 04/11 o início
Postado Julho 30, 2018 7 anos Autor Membros 2 horas atrás, norma.soto disse: Vc precisou fazer a reserva em todos os campings ne? Como foi pra fazer nos grátis? Demoraram a liberar a reserva? Estamos justamente tenta do fazer reserva nos campings pagos sem contar muito com os grátis pois ainda não liberaram e pretendemos fazer o O em novembro. Está beeeem difícil conseguir datas pra nossa programação. Pra ter ideia, pretendíamos iniciar dia 01/11 e já tivemos que adiar pra dia 04/11 o início Nos grátis você entra no site da CONAF ( http://www.parquetorresdelpaine.cl/en/sistema-de-reserva-de-campamentos-1 ). A reserva, quando fizemos, sai na hora. Você recebe no e-mail a confirmação. Detalhe: tenha sempre impresso e impermeabilizada. Nós só tivemos que apresentar uma única vez, que foi pra conseguir continuar a trilha entre o Serón e o Refugio Dickson, mas pode ser que te cobrem em todos os lugares. É uma quizumba essas empresas, incluindo a CONAF, que é governamental. Vale a pena ter tranquilidade e paciência. No pior dos casos, faça como nós: apareça direto na empresa lá no Chile ou tente ligar. E tenha até um plano B, do tipo seguir para El Chaltén e não perder a ida até a Patagônia...
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