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Fora da Zona de Conforto

5 Coisas que Você Deve Evitar ao Visitar a Irlanda pela Primeira Vez

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* Este artigo foi escrito pela nossa amiga e entusiasta da Irlanda, Christin. Ela se apaixonou pelo país depois de passar um ano estudando pela Irlanda e escreveu este artigo para nós com algumas boas dicas sobre a Irlanda. Obrigado Christin! Se você tiver qualquer pergunta a Christin sobre o artigo, você pode deixa-la na área de comentários abaixo. Ou, você também pode entrar em contato direto com ela pela sua conta no Instagram: @aelskar_mat

Parece que todos os que visitam a Irlanda se apaixonam loucamente pelo país – e quem pode culpá-los?

Entre o verde vibrante da paisagem, a amizade genuína do povo e os milhares de anos de história, é difícil não sair sonhando com sua próxima visita já em mente.

Mas ainda assim…..há algumas coisas que você precisa saber antes da sua visita. E como já há muitos artigos com “O QUE FAZER” na Irlanda, eu decidi ir pelo lado oposto da visita à Irlanda com alguns “NÃO FAÇA ISSO”.

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    • Por Mari D'Angelo
      A meia hora de trem de Cork fica Cobh, uma cidade portuária irlandesa com casinhas coloridas que mais parece um cenário de filme, e onde o Titanic aportou pela última vez antes de seu trágico fim.
       
      Nessa época a cidade ainda se chamava Queenstown, nome dado em homenagem a uma visita da Rainha Victoria. O navio vindo do Reino Unido aportou em abril de 1912 onde embarcaram centenas de irlandeses com destino a Nova Iorque mas, como sabemos, que nunca chegaram a cruzar o atlântico. A história toda é contada no Titanic Experience (eu não entrei pois pretendo visitar o de Belfast, que dizem ser mais completo).
       
      Além deste existem alguns outros museus em Cobh, como o Heritage Centre, que conta um pouco sobre a emigração irlandesa, o período de grande fome e fatos marcantes como a passagem do Titanic. O Sirius Arts Centre é uma galeria que recebe exposições de artistas conteporâneos, localizado bem em frente ao mar, já encanta por sua arquitetura e salas brancas com janelões tão convidativos.
       
      Se tiver sorte chegará num dia animado, com banda no coreto do simpático Kennedy Park, um espaço verde em frente ao mar onde de vez em quando moças vestidas com roupas “de época” parecem recepcionar os passageiros dos navios aportados. Repare na escultura “The Navigator”, a poética cena de um homem carregando um barquinho de papel.
       
      O “Lusitania Peace Memorial” também é uma obra tocante, a escultura lembra outra tragédia marítima, quando um míssil alemão afundou o navio Lusitania e os corpos e sobreviventes foram levados à Cobh.
       
      O cartão postal e ponto mais alto da cidade é a Catedral de St. Colman, construída em estilo gótico e repleta de belos mosaicos e padronagens em seu interior. Mesmo para quem não é fã de igrejas, vale a pena subir até lá para ter uma vista mais completa da cidade.
       
      Aproveite um dia de sol na Irlanda (sim, eles existem!) e vá passar uma tarde em Cobh! É possível chegar de trem a partir de Cork, o trajeto dura em torno de 25 minutos e as paisagens no caminho são lindas! O valor de ida e volta (adulto) é 9,70 euros, para mais informações de horários e valores acesse o site da Irish Rail.
       
      *Valores de Julho/2016
       
      Post original com fotos e links aqui: http://www.queroirla.com.br/cobh-ultima-parada-titanic/
    • Por Mari D'Angelo
      Uma das maiores vantagens em morar na Irlanda é poder ver a história de perto. Castelos, ruínas, igrejas, prisões… algumas construções mais antigas que o Brasil, que fazem parte da trajetória desse país fantástico!
       
      Um desses lugares é o Blarney Castle, a mais ou menos meia hora de ônibus de Cork, uma imensa torre de pedra construída em 1446. Acredita-se que primeiro houve uma estrutura de madeira (embora não existam provas) e depois, por volta de 1210 uma fortificação de pedra foi erguida porém destruída, dando lugar ao castelo que vemos atualmente.
       
      Sobre o nome, acredita-se que tenha sido mencionado pela rainha Elizabeth I. Ela havia mandado tomarem o castelo, mas sempre que seu enviado voltava, relatava que McCarthy, Rei de Munster (região sul da Irlanda) e morador do castelo, tinha oferecido um banquete ou algo similar e que as negociações tinham atrasado. A rainha irritada disse que suas suas desculpas eram “all blarney”, ou seja, blá blá blá, enrolação….
       
      O que um dia deve ter sido um luxuoso castelo, hoje são ruínas, onde é possível acessar cada um dos “cômodos” através de estreitíssimas escadas. Placas informam os visitantes qual era a função de cada dependência, e a vista das finas janelas vai ficando mais maravilhosa a cada andar. Chegando ao topo, o encantamento é total! Tanto pela visão mais completa da estrutura quanto pelas paisagens que circundam o lugar. É muito verde, é muita beleza!
       
      Lá em cima fica a atração mais famosa, a Blarney Stone (ou Pedra de Blarney). Diz a lenda que quem beijá-la recebe o dom da eloquência, ou seja, capacidade de se expressar bem, saber usar as palavras… Embora eles limpem a pedra após cada beijo, não tive coragem de fazer o contorcionismo todo (você tem que deitar, segurar em duas barras de ferro e jogar a cabeça pra trás) pra ficar com gosto de desinfetante na boca, na melhor das hipóteses.
       
      Além do castelo, o lugar também encanta por seus jardins floridos e bem cuidados. Destaque para o Poison Garden que é um conjunto de plantas venenosas, medicinais ou alucinógenas que não podem ser tocadas nem cheiradas, cada uma tem sua história e efeitos explicados em placas com o desenho de uma caveira pra deixar a coisa toda ainda mais dramática! Muitas delas ficam em redomas para que não haja risco de contato, inclusive a mais famosa por lá, a Cannabis Sativa, sabe? Fãs do Harry Potter também se animam pois podem ver ao vivo a Mandrágora, planta que aparece no segundo filme da saga.
       
      Outra atração é a Blarney House, uma linda mansão pertinho do castelo e com vista para o lago onde até hoje mora a família Colthurst, nada mal morar num lugar desse!
       
      Se tiver com tempo de sobra talvez valha a pena fazer uma caminhada até o lago, mas confesso que achei essa parte meio sem graça, meio “represa”. De qualquer forma, caminhar por toda a extensão dos jardins é magnífico, dá pra “perder” um dia todo por lá!
       
      Informações Práticas:
      Valor: Adulto – €13,00 (€12,50 se comprar pelo site) / Estudantes e Idosos – €11,00 / Crianças (até 16 anos) – €5,00
       
      Horários: Das 09:00 as 17:00/19:00 (o horário de fechamento varia de acordo com a época do ano)
       
      Como chegar: Partindo de Cork você deve pegar o ônibus 215 sentido Cloghroe na Bus Station e descer na parada Blarney Village (Woolen Mills). Na volta é a mesma linha mas sentido Mahon Point. Nesse site (http://www.buseireann.ie/) é possível ver todas as rotas e calcular o valor (fica mais barato se já comprar ida e volta, pode ser pela internet ou direto com o motorista).
       
      http://www.blarneycastle.ie/
       
      *Informações de Julho/2016
       
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/cork-blarney-castle/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/2-dias-em-edimburgo/
      O som da gaita de fole em cada esquina anuncia a chegada em Edimburgo, capital da Escócia, cheia de história e fantásticas paisagens! A cidade tem seu lado “novo”, simétrico, marcado por exemplares das arquiteturas georgianas e neoclássicas. Mas o que realmente atrai os visitantes é a Old Town, com catedrais, praças, ruas e becos medievais.
       
      A maior atração é sem dúvida o Castelo de Edimburgo (£16.50/adulto), construído no topo da imponente Rock Castle e de onde se tem uma das mais belas vistas da cidade, especialmente nos dias de sol (que são raros, mas existem). O lugar é na verdade um complexo de pátios e edifícios com museus que contam a história do país, marcada por diversas guerras entre clãs rivais e principalmente contra a Inglaterra. Apesar da Escócia ser parte do Reino Unido, a rixa com os ingleses é visível ao ouvir os guias narrando os acontecimentos.
       
      Saindo do castelo, o cenário é o mais vibrante possível na Royal Mile, rua que se estende até o Palácio de Holyroodhouse, com diversas lojas de souvenir, bares, restaurantes e grande parte das atrações turísticas, como a Catedral de St. Gilles. O Tartan Weaving Mill é um lugar interessante para conhecer um pouco da história e fabricação dos kilts, outro clichê escocês ligado a tradição dos clãs. Apesar de ser na verdade uma grande loja, é possível acompanhar de graça a produção dos icônicos tecidos xadrez, chamados de tartan.
       
      Para os fãs de whisky, o Scotch Whisky Experience (£14.50/adulto) pode ser uma boa pedida, mas para aqueles que querem apenas experimentar a bebida, alguns pubs oferecem um menu de degustação onde é possível escolher a combinação de sua preferência de acordo com o tipo o região (a partir de £12.50). Nós escolhemos o Ensign Ewart, um lugar super aconchegante e autêntico apesar de estar bem perto do castelo. A tábua de queijos é o acompanhamento perfeito, com destaque para um tipo escocês chamado Morangie Brie, inesquecível!
       
      A old town de Edimburgo tem diversas passagens, chamadas de closes, onde na idade média viviam os menos endinheirados. Existem várias lendas que são contadas a turistas corajosos em tours espalhados pela cidade, muitos gratuitos.
       
      Entre as belezas naturais estão os lindos jardins que beiram a Princess Street (onde vimos até um esquilinho!), e o Arthur’s seat, uma extensa colina que presenteia aqueles que conseguem chegar em seu topo com uma vista 360º da cidade! A subida não é tão fácil, mas se o dia estiver bonito vale muito a pena!
       
      Outro lugar fantástico é o Calton Hill, que fica em uma posição mais central e além de um panorama incrível da área urbana de Edimburgo e do mar, ainda tem um conjunto de monumentos que faz parte de um período conhecido como iluminismo escocês, onde se destacaram grandes artistas e intelectuais como David Hume e Adam Smith.
       
      Um ícone muito fofo da cidade que quase passa desapercebido é a estátua em tamanho real de Greyfriars Bobby, um cãozinho que passou muitos anos indo visitar seu falecido dono no cemitério, causando comoção nos habitantes de Edimburgo.
       
      Por um golpe de sorte passamos pelo Palácio de Holyroodhouse (residência oficial da rainha na Escócia) bem na hora de começar uma apresentação da guarda real escocesa, que é como a troca da guarda inglesa mas muito mais legal, porque eles usam kilt (atualmente ele é usado apenas em eventos especiais) e tocam gaita de fole!
       
      Um dos lugares fora da rota que conhecemos foi o Water of Leith, um caminho arborizado a beira do rio para um momento de paz e tranquilidade entre um ponto turístico e outro.
       
      Até uma cerveja no bar pode ser diferente, o Panda & Sons por exemplo é um pub literalmente escondido no subsolo de uma barbearia, fazendo referência a época da lei seca nos Estados Unidos. Nós passamos em frente mas estava fechado no dia, e realmente não dá pra saber que é um pub, muito legal! No Jekyll and Hyde o ambiente sombrio é inspirado na história do médico e o monstro.
       
      Além disso, vale lembrar que para o fãs de Harry Potter, Edimburgo é o lugar perfeito, já que muitos lugares serviram de inspiração para J.K Rowling, que morou na cidade por alguns anos. Tem tours especiais para isso também! Como não sou tão conhecedora, só sei que o café The Elephant House é bem famoso por ser um dos locais onde o livro foi escrito, mas na real não tem nada de especial!
       
      Uma curiosidade é que com a reforma protestante na Escócia, muitas igrejas católicas perderam sua função original e hoje são usadas como pubs, restaurantes, espaços culturais e até hostel! Nós ficamos hospedados no Belford, que além de ser dentro da igreja, simula uma vila, onde os corredores são desenhados como se fossem ruas e cada quarto é decorado com um tema. Não é tão perto do centro mas é uma boa opção pelo custo-benefício.
       
      A única coisa que realmente não me agradou no país foi a comida. Talvez para carnívoros seja melhor, afinal o prato tradicional é o Haggis, que é algo como um bucho de carneiro recheado com vísceras! Mas pra quem é vegetariano (ou quase, como eu), as opções são bem restritas.
       
      Edimburgo também é bastante conhecida por seus muitos festivais, sendo que um dos mais populares é o Hogmanay, comemorações de ano novo que duram 3 dias, com diversos shows, eventos e claro, a tradicional queima de fogos. Dizem que é o melhor ano novo da Europa!
       
      Pra chegar ao centro da cidade é possível pegar o ônibus 35 ou o Airlink, que vai direto ao centro (£4.50/adulto). Aqui tem mais informações sobre todas as opções. Também é super fácil ir pra Glasgow de ônibus, demora menos de 2 horas e a passagem é bem barata pela Megabus.
       
      Ah, um último detalhe: como Edimburgo fica no Reino Unido, a moeda é a libra, e o nome da cidade é pronunciado mais ou menos como “Edimbrrra”.
       
      Post original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/2-dias-em-edimburgo/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/roteiro-3-dias-em-liverpool/
       
      Sim, 3 dias é bastante pra conhecer a pequena cidade inglesa berço da banda mais famosa do mundo, os Beatles! Mas quando rola uma passagem baratinha da Ryanair, vale a pena esticar a visita em Liverpool e conhecer com calma alguns lugares menos explorados.
       
      Ps. Não, infelizmente isso não é um post patrocinado pela Ryanair! Rs
       
      Para ir do aeroporto (que chama John Lennon Airport, já pra desembarcar no clima!) ao centro, pegamos o ônibus 500, que custa algo em torno de 2 libras e demora por volta de meia hora.
       
      Ficamos hospedados no Euro Hostel e gostei bastante! Bem limpo e profissional, fica no centro da cidade (quase vizinho do Cavern e outros pubs) e tem um café da manhã baratinho!
       
       
      DIA 1
       
      Já tínhamos feito um bate-volta a partir de Londres (leia aqui: http://www.queroirla.com.br/liverpool-para-beatlemaniacos-ou-nao/), mas sem tempo de conhecer muita coisa, então dessa vez começamos pelo que estava faltando, o The Bealtes Story. O museu é fantástico e conta a história da banda do início ao fim através de ambientes recriados, objetos originais – como o piano branco de John Lennon, fotos, vídeos e é claro, muita música! O áudio-guia é grátis e está disponível em várias línguas, inclusive português.
       
      O museu fica na Albert Dock, a região das docas que foi revitalizada e hoje é um agradável espaço com vários bares, restaurantes, lojas e museus. É um dos lugares mais caros pra comer, mas vale a pena dar uma volta por lá.
       
      Paramos pra comer no Wahaca, um tex-mex moderninho e gostoso, vale pelo ambiente e atendimento também!
       
      Seguimos caminhando até a St. Luke’s Church, uma igreja que foi bombardeada pela Alemanha nazista em 1941. O que sobrou dela foi mantido como homenagem aos que foram mortos na guerra. No momento estão reformando então estava fechado para visitação.
       
      Ainda sobre igrejas, visitamos também a Liverpool Cathedral, a maior catedral do Reino Unido! A rua em frente a igreja e várias outras nessa região são repletas de casinhas estilo georgiano, bem característico da Inglaterra.
       
      Ali do lado fica a Chinatown, que não passa de uma rua com um lindo portal chinês e várias lojas e restaurantes orientais (pra quem é de São Paulo, é tipo a Liberdade só que em escala bem reduzida!).
       
      Depois disso fomos tomar um pint no pub preferido do Lennon na época que morava lá, o Ye Cracke, que é um pub como qualquer outro, mas né!?
       
      De noite fomos no Cavern Club, é claro! Já falei sobre ele no primeiro post, mas foi o primeiro bar onde os Beatles se apresentaram. O local foi demolido e reconstruído exatamente igual ao original alguns metros para frente, hoje em dia rolam bandas cover incríveis! A entrada é free em alguns horários mas geralmente a noite custa £5.
       
      Na Mathew Street existem vários outros bares além do Cavern, inclusive o Cavern Pub, bem em frente, ele é quase que uma filial do “original”, geralmente mais vazio e com entrada free (mas não deixe de ir no “verdadeiro” por nada!). Rola música ao vivo na maioria deles.
       
       
      DIA 2
       
      Assim como da outra vez, também fechamos o tour pelo Fab4 Taxi, que passa pelos locais importantes na história dos Beatles. Estávamos em 3 então já saia mais barato do que o ônibus Magical Mystery. Dessa vez fechamos por 3 horas, então passamos por alguns lugares diferentes, como o hospital onde Lennon nasceu, as casas onde Lennon e Ringo nasceram, o pub que aparece na capa do primeiro disco solo de Ringo, Sentimental Journey, entre outros. Eles te buscam e deixam no hostel (ou onde preferirem, sendo caminho de volta deles).
       
      Leia aqui o post contando como é o passeio: http://www.queroirla.com.br/liverpool-para-beatlemaniacos-ou-nao/
       
      Uma curiosidade é que apenas as casas de Paul e John pertencem hoje ao patrimônio histórico britânico, isso porque foram lugares onde eles compuseram grande parte das músicas, e por esse motivo são hoje museus abertos ao público.
       
      No fim do tour o guia nos indicou o Philarmonic Dining Rooms, um restaurante/pub com mais de 100 anos, que impressiona pela arquitetura e decoração dos ambientes! Apesar da atmosfera aristocrática, o valor não é tão acima dos demais restaurantes, vale a visita!
       
      Pra terminar o dia fomos até a região do porto admirar um pôr-do-sol perfeito! Impossível não notar o imponente conjunto de prédios beirando o mar, a arquitetura diferenciada do Museum of Liverpool e a simpática estátua dos “quatro rapazes de Liverpool”.
       
       
      DIA 3
       
      Começamos o último dia subindo até o St. John’s Gardens, uma bonita e bem cuidada praça rodeada por edifícios históricos. Um desses prédios é a Central Library, que mescla o antigo e o moderno de uma forma fantástica! Mesmo que você não seja um entusiasta dos livros vale passar por lá, nem que seja só pela vista da cidade a partir do terraço.
       
      Seguimos para a Tate Liverpool, na Albert Dock, uma galeria de arte moderna e contemporânea com obras de artistas britânicos e internacionais. A entrada é free!
       
      Antes de pegar o ônibus de volta para o aeroporto paramos pra comer no Côte Bistrô, na parte mais moderninha do centro de Liverpool. Posso dizer que foi o segundo melhor mousse de chocolate da minha vida!!!
       
      Liverpool é uma cidade pequena e dá pra ser bem explorada a pé, vale passar um fim de semana ou como bate-volta de Londres!
       
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/roteiro-3-dias-em-liverpool/
    • Por Edu Borges
      Olá pessoal, será que alguém pode me ajudar?
      Eu e minha namorada vamos em um voo para Dublin dia 13 de fevereiro e voltamos por dublin para NY dia 19/02, ela quer ir para paris, londres e edimburgo.. estou achando muito corrido. pensei em fazer dublin>Londres>Glasgow> Edinburgh> Belfast e Dublin, 
      será que os dois ficam corridos? melhor focar so em dublin?
      Vlw


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