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  1. Olááá, como eu sempre gosto de dar muitas dicas por aqui e também deixar um registro pra ler na posterioridade, vou relatar um pouco de como foi minha viagem mais recente por 10 dias na Bahia. É a terceira vez que vez que volto a Bahia e a 2º em Itacaré e Barra Grande, a primeira vez que fui foi em Janeiro/2016 e não dei sorte, choveu o tempo inteirooooo nos dois destinos, mas quis voltar e ter uma segunda chance e deu certo. ROTEIRO: Itacaré - 5 dias - 20-25/07 Barra Grande - 4 dias - 25-29/07 Ilhéus - 1 dia - 29-30/07 ITACARÉ: Dia 20/07 Voamos SP>ILHEUS e chegamos por lá por volta de 09:47. O aero de Ilhéus é muito bem localizado e muito central, fica quase a beira do mar também. Saindo de lá, pedimos um uber até a Rodoviária de Ilhéus pois já tínhamos comprado com antecedência o ônibus que iria nos levar até Itacaré, o valor foi de R$23 e chegamos na rodoviária em 15min. O trajeto demorou por volta de 2h e foi bem tranquilo pois o ônibus era bem confortável e a paisagem lindíssima. Chegando na rodoviária de Itacaré, fomos andando uns 10min até a pousada (a rodo de lá é bem pertinho do centro, da pra ir andando tranquilamente). Nos hospedamos na pousada Bicho Preguiça, bem no centro e perto da Pituba, rua principal da cidade, cheia de barzinhos, lojas e tudo mais. A pousada era um charme, com piscina, quartos grandes e bem arrumadinhos, a limpeza era feita todos os dias e o café da manhã muito gostoso, com tapiocas e ovos feitos na hora. Como estávamos em 3 pessoas, cada uma pagou r$290, no quarto quádruplo, pelos 5 dias. Como chegamos lá umas 14h, fomos almoçar na Pituba e seguimos até a Praia da Coroa pra pegar um barquinho que nos levasse até o Iemanjá Beach Club que fica bem em frente na Praia do Pontal. O barquinho custou R$5 por trajeto, R$10 ida e volta. O Iemanjá não cobra taxas de permanência, você pode escolher aonde quer sentar e passar seu dia, contanto que consuma no local. Os preços dos drinks variam de R$20 a r$40 e as cervejas de r$12 a r$20. O lugar é incrível e ainda tem um dj tocando várias musicas. A noite, fomos comer no restaurante Espaço Brasil, eles tem um ambiente todo descolado e muito lindo, vale a pena conhecer. Iemanjá Beach Club. Rua da Pituba e Rua Passarela da Vila Espaço Bom Brasil Dia 21 e 22/07 No dia seguinte, dia 21, o tempo ficou bem chuvoso, então fomos pelo centro e terminamos o dia com alguns novos amigos no Favela Bar, um bar muito famoso em Itacaré. Dia 22, amanheceu chovendo, mas assim que deu uma parada, nós resolvemos dar um pulinho nas praias mais perto do centro e que dá pra ir andando, que são: Praia do Resende, Praia da Tiririca, Praia da Costa e Praia da Ribeira. São todas lindíssimas, mas como o tempo ainda não estava firme, quando chegamos na Tiririca paramos em um quiosque para comer e acabamos ficando lá por um bom tempo devido a chuva forte. A noite, fomos andar pelo centro, comprar lembrancinhas, tomar umas cachaças da região, comer acarajé e terminamos o dia no bar chamado Squash, na rua da Pituba, que estava com música ao vivo e bem animado. Dia 23/07 O sol saiuuuuuu, finalmente! Aproveitamos pra fechar um passeio chamado de 4 praias, onde você percorre por trilha as praias de: Itacarézinho, Camboinha, Havaizinho, Engenhoca e finaliza o dia na Cachoeira do Tijuípe. O passeio dura o dia todo, pagamos r$100 reais por pessoa, e fechamos com a Natalia, da empresa Brazil Trip Tour, super recomendo. Itacarezinho Camboinha e Havaizinho Dia 24/07 Mais um dia lindooo se sol e felicidade kkkk tiramos o dia para ir até o São José Beach Club, que fica localizado na Praia de São José, aproximadamente uns 15/20min de Itacaré. Nós fechamos com um taxista para nos levar e depois buscar e pagamos r$120, foi um preço razoável visto que era uma pessoa de indicação e confiança. Só recomendo ir ao São José de carro ou táxi, pois a descida até o Beach Club, que também é um Hotel, é por estrada de terra e bem longa, e você só pode descer se tiver identificação na portaria, por isso, não esqueça de reservar. A praia também tem acesso por trilhas e é de uma beleza incrível, cheia de coqueiros e bem vazia. A reserva no São José deve ser feita com antecedência e eles tem uma taxa de r$100 reais por pessoa com r$50 revertido em consumação, caso fique sentado nas cadeiras ou mesas ao redor da piscina. Para ficar nos bangalós, que são um pouco mais confortáveis, é cobrado r$150, com r$100 revertido em consumo, PORÉM, é preciso reservar para no minimo 6 pessoas. Eu sinceramente super recomendo ficar nas mesas normais, são super confortáveis e bem mais baratas. O beach club é incrível, com uma piscina linda de morrer, com a praia bem em frente e com preços razoáveis para o local. Drinks a partir de r$25, cervejas a partir de r$15 e pratos dos mais variados preços. Eles também dispõe de vários tipos de massagem, que podem ser reservados no mesmo dia. Eu me presenteei com uma massagem relaxante de 30min e paguei r$80. Valeu caaadaaa centavo, foi incrível. São Jose Beach Club Dia 25/07 Dia de acordar cedinho, e partir para a rodoviária de Itacaré, com sentido a Camamu. Nosso ônibus de ITACARÉxCAMAMU custou por volta de r$25 e levamos 1h30 para chegar a Camamu. De Camamu pegamos uma lancha na Camamu Adventure, localizada bem em frente a mini rodoviária de lá. Custou r$40, mas como pegamos ida e volta (com horário pra volta em aberto, podendo embarcar em qualquer horário que a empresa fizesse) pagamos apenas r$35 por trecho. De lancha até Barra Grande é por volta de 40min e a viagem é razoável, não enjoa muito, mas ao chegar mais perto de BG balança bem mais. Eu não costumo ter enjoo, mas tenho um nervoso danado de barco balançando, porque não sei nadar hehe então ja viu, passei vários frios na barriga hahaha Do píer até a pousada, foram cerca de 10min andando, era bem pertinho do centrinho. Ficamos hospedadas na pousada El Capitan, muito charmosa, com piscina, quartos grandes e confortáveis e tudo bem limpinho. Só senti falta de uma maior receptividade pois não encontrei ninguém que poderia me tirar dúvidas sobre o que eu precisasse, o check-in e o check-out foram feitos pelas senhoras que limpavam a pousada, não entendi nada, mas tudo bem...seguimos. Pagamos r$261, pra duas pessoas, em duas diárias, sem café da manhã. Deixamos as coisas no quarto, trocamos de roupa e fomos rumo ao centro almoçar. Anotem essa dica: o restaurante da Pousada da barra tem a melhor carne de sol e feijão tropeiro que já comi. A refeição bem farta para duas pessoas foi r$60 e nossa, comeria mil vezes. Saindo de lá, fomos dar uma voltinha na praia a esquerda do Pier, a faixa de areia é bem pequena e estava quase deserta, uma delícia pra aproveita o mar calminho e deixar os pertences na areia sem preocupação, encontramos ate alguns bangalôs cobertos e sem nada nem ninguém. Resolvemos finalizar o dia e ver o por do sol no Bar da Praia, SUPER recomendo a visita, é maravilhoso. Como já estávamos pertinho da pousada, voltamos pra la, nos arrumamos e fomos conhecer o Garden restaurante e pizzaria, onde comemos uma pizza mara e tomamos um drink ótimo. O clima do restaurante é uma delícia e ainda tinha musica ao vivo. Pousada El Capitan Bar da Praia Garden restaurante Dia 26/07 Dia de conhecer o outro lado de Barra Grande e ver o por do sol na Ponta do Mutá. Seguimos andando a direita do pier, sentindo o Mutá, existem vários restaurantes incríveis e em frente a praia, mas optamos por parar no Obar. Atendimento ótimo, preços bons e localização excelente. Pedimos uns drinks muito bons e umas cervejinhas após. Pouco antes do sol se por por completo, resolvemos voltar. A faixa de areia não é muito grande nessas praias e a maré sobe muito rápido, como decidimos voltar pela praia, quase ficamos ilhadas kkkkk tivemos que fazer um certo malabarismo por meio das casas, foi tenso, aconselho a voltar mais cedo ou ir pela estrada de areia. Finalizamos o dia no Eita Bar, com dose dupla de gin tonica uhuuu! Mas como começou a chover muito forte, compramos umas cervejas nos mercadinhos e ficamos bebendo na pousada. A cidade de Barra Grande é BEM roots, toda de areia, então qualquer chuvinha alaga bastante e forma varias poças. Lá também é mais desacelerado, com pouco comércio, então é o lugar perfeito pra descansar e aproveitar as praias. Dia 27/07 Optamos por ficar 2 dias no centro de Barra Grande e mais dois dias em Taipu de Fora, para curtir as praias paradisíacas e as piscinas naturais. Fechamos de ir de Jardineira individual até a nossa pousada em Taipu, como tinha chovido na noite anterior a estrada (de areia, lembram?) tava um caos, segue foto abaixo kkkkk demoramos cerca de 30min de muito balançar até chegar na SUP House. A SUP é um sonhooooo, foi a pousada mais cara, pagamos R$797 em duas diárias para duas pessoas, com café da manhã. Ela fica muito bem localizada, pertinho da praia de Taipu, e o quarto é um sonho...enorme, com rede, torneirinha para lavar os pés e tudo muito espaçoso e clarinho. Saímos rapidinho em direção a praia, e meu deus, a coisa mais linda que já vi. O sol tava torrando, e a água clarinha. Depois de muito andar, paramos no Bar das Meninas, como era baixa temporada eles não estavam cobrando taxa para sentar em nenhum lugar do bar, que é enorme. Então sentamos, pedimos uns drinks e um dadinho de tapioca que estavam deliciosos. Os valores são bem em conta pro lugar, por volta dos mesmos preços que pagamos nos anteriores. Ficamos a tarde toda relaxando e curtindo o mar. A noite voltamos pra pousada e ficamos curtindo a piscina e relaxando nas redes. Caos da estrada Quarto na SUP House. A belíssima praia de Taipu de Fora. Bar das meninas. Piscinas naturais. Dia 28/07 Aproveitamos nosso ultimo dia para alugar um quadriciclo e andar mais ao sul de Barra Grande, um dia todo com o quadri pagamos r$150+r$50 de gasolina. Foi uma experiência muito muito irada e inesquecível. Porem, fomos um pouquinho loucas hahaha eu queria muito conhecer a Praia de Algodões, mas como a estrada ainda tava muito esburacada, foi um pouco complicado de chegar lá, levamos cerca de 50min e foi bem exaustivo também. A praia de algodoes é linda demais, com uma faixa de areia bem extensa, muitos coqueiros e mar calmo. Como a maré estava muito baixa, tinha muitas pedras, que não facilitava o banho de mar. Como paramos em um quiosque, almoçamos por lá, bebemos umas cervejinhas, e mais tarde voltamos a Taipu de Fora. Voltamos e percorremos a praia, parando em outro quiosque chamado Point do Surf para finalizar nossa tarde e curtir nosso ultimo diazinho em Barra Grande. A noite fomos até o Odoyá Lounge Bar, restaurante de um senhor muito simpático, que conversou com a gente por horas. Sem falar na comida maravilhosa e bem servida. Foi nessa noite que eu vi o céu mais estrelado da minha vida, a coisa mais linda do mundo. Praia de Algodoes Odoyá Dia 29/07 e 30/07 Ultimo diaaaaaaa e tristeza infinita de ir embora desse paraíso. Depois de um café da manhã forte, fomos a praia curtir o incio do dia e voltamos a pousada pra curtir a piscininha enquanto podíamos. Aproveitei pra tirar algumas fotos de lá e me despedir desse lugarzinho mágico. Combinamos com o rapaz da jardineira para nos buscar na SUP as 11h, para irmos ate o Pier de Barra Grande e pegar a lancha de volta a Camamu. De Camamu pegamos um ônibus com destino a Ilhéus, com um trajeto de 2h30. Foi super tranquilo e chegamos na hora indicada. Seguimos da rodoviária de uber até o nosso hotel por um dia, mas como chegamos lá tarde, o sol já tinha se posto. Resolvemos nos arrumar e ir conhecer o centro de Ilhéus, a Bar Vesúvio e jantar. Voltamos ao hotel mortinhas. No dia seguinte tomamos um café bem reforçado e seguimos rumo ao aeroporto pra voltarmos a SP. SUP House Ilhéus. Dessa vez, Itacaré e Barra Grande me agraciaram com tempos variados, mas predominantemente ensolados, e eu não poderia ser maisssss grata. GRATIDÃO demais, foi incrível! No meu instagram, tem um destaque pra cada destino e acredite, foi ainda mais lindo que apenas nessas fotos: @karinerribeiro Beijocas e até a próxima!
  2. Olá pessoal, compartilhando com vocês esse passeio que fiz com meu namorado até Baia Formosa/RN de carro - buggy saindo de Natal/RN. Somos de Natal e assim como a maioria das pessoas que vivem aqui, não costumamos fazer esse tipo de passeio (apesar de ser um desperdício já que temos um litoral incrível, cheio de paisagens espetaculares) no máximo vamos as praias urbanas e só. No dia anterior ao passeio entrei em contato com o pessoal do insta @baiaformosa.rn e pedi uma indicação de passeio que poderíamos fazer em um dia percorrendo a maior parte dos atrativos. Em Baia Formosa existem basicamente 3 tipos: buggy, quadricíclo e 4x4 onde opamos pelo de buggy por ser mais em conta para duas pessoas (R$ 350), lá você encontra até por R$ 280, mas como não conheciamos optamos por esse. Assim eles nos indicaram o cara que acredito ser o melhor e mais conhecido bugueiro da região, Welligton (84-99114-1756 @bugueirowellingtonbf) uma pessoa incrível, extremamente pontual e responsável. Ótima escolha! Depois de agendarmos com Wellington no dia anterior, partimos de Natal para Baia formosa de carro pela BR101, esse trajeto muito tranquilo dura cerca de uma hora e meia. Fomos direto para o centro da cidade onde havíamos marcado com ele as 9:30h e de lá partirmos para o primeiro destino que seria dá uma passada em Barra do Cunhaú para conhecer esse lindo lugar que faz parte do município vizinho a Baia Formosa, Canguaretama. Fomos pela praia antes que a maré subisse e o ja nos primeiros metros ainda na praia principal de Baia Formosa nos encantamos desde o inicio com um dos cenários principais da novela Flor do Caribe: água calma, tranquila, falésias, areia, vegetação... O passeio pela praia é de boa e leva de 15 a 20 minutos até Barra do Cunhaú. Chegando lá a visão é muito linda! Quem nos recebe é o rio Curimataú que em encontro com o mar fica verdinho e tranquilo. Nesse trecho a areia é bem branquinha e o pessoal pratica kite surf aproveitando os ventos favoráveis a esse esporte na região. Ali no rio ficamos por cerca de 40 minutos, tomando banho, agua de coco e deitando nas redes que eles colocam dentro da água. O consumo de bebidas e comidas nesse ponto é um pouco salgado mas é aquilo né, lei da oferta e da procura: colo lá tem poucas barracas, eles vendem caro mesmo. Depois pegamos o buggy e voltamos para Baia Formosa mas não mais pela praia e sim por dentro de uma fazenda pois o mar ja estava alto e nao havia faixa de areia para o carro passar. Essa mudança do trajeto já é informada desde o inicio para que a pessoa saiba que vamos passar por esse lugar que também é bem legal onde é cobrado um pedágio de R$ 10,00 por carro. Dentro dessa fazenda podemos ver a mata nativa de restinga, com vários rios e lagos entre dunas (tinha até vacas rssr). O Bugueiro nos leva ao alto de uma duna para ver a baia e é tudo muito perfeito: o mar com diversas tonalidades de azul, a areia, o coqueiral!!! Esse passeio por ali, com a parada na duna deve dá por volta de 30 a 40 minutos. Dali fomos em direção a Lagoa Araraquara mais conhecida como lagoa da coca-cola devido a tonalidade de suas águas que lembram o famoso refrigerante. Pra chegar lá saímos da fazenda e pegamos a estrada asfaltada de entrada da cidade, atravessamos todo o centro dela (passamos em frente da casa do campeão mundial de surf 2019 Ítalo Ferreira) descendo pelas praias do centro e indo em direção ao Sul . A lagoa fica dentro de uma reserva florestal muito importante para o RN e Brasil, a mata da Estrela que é o maior remanescente da mata atlântica sobre dunas do país, para chegar lá nós passamos por dentro dessa mata que é belíssima diga-se de passagem. A lagoa é muito interessante mesmo com suas águas escuras e quentes onde permanecemos por cerca de 30 minutos. Depois disso, partimos em direção a ultima praia do litoral potiguar, a praia do Sagi. No caminho passamos pelo farol do Bacubari e Museu do Mar, uma inciativa particular de um senhor que coleta espécies marinhas mortas na região e enterra numa espécie de cemitério que ele organizou. Depois ele expõe os cascos de tartarugas e ossos de animais interessantes como golfinhos, baleias, peixe-boi e outros. Continuando o passeio chegamos na praia do Sagi e como já passava das 12:00h, fomos direto no restaurante "reservar" nosso almoço. Aqui uma dica interessante dele: Fomos na Ombak - Camarão, cachaça e MPB (@cahacaria) para dá uma olhada rapida por lá, já que é uma cachaçaria bem interessante, ver o cardápio e já fazer o pedido (pois a montagem do prato demora uns 40 minutos) ou seja, escolhemos e fomos dá um passeio enquanto ficava pronto. Sim, isso é possivel!!! Então, como tínhamos essa possibilidade, fomos direto para o limite entre o RN e PB que é o estuário do rio Curimataú, um lugar muito lindo e tranquilo. Ali ficamos uns 30 minutos tomando banho no rio/mar e relaxando. Nesse espaço tem umas barracas onde se pode beber e comer petiscos. Ali também você consegue fazer passeio de barco e salto de tiroleza. Depois retornamos para o Ombak e o prato estava pronto, um camarão no coco verde com arroz maravilhoso, acompanhado com suco fresco de caju e de sobremesa cocada (R$ 95,00). Dali fomos fazer o passeio de canoa no Rio Sagi com direito a parada para tomar banho no interior do mangue num trecho com terra clara e plana. Quem for fazer esse passeio não deixe de conhecer Toreba, uma figura muito engraçada e carismática da região. O passeio com ele é super animado e interessante ($20 por pessoa) e dua reca de 30 minutos ou até 2 horas se a pessoa quiser ficar tomando banho de rio. Como queríamos apenas conhecer foi bem rápido. Vale salientar que quem quiser pode tomar banho de lama também e não custa nada rrsrs. O passeio se encerra com a volta para o centro de Baia Formosa porém antes ainda teve uma surpresa do nosso bugueiro: ele nos levou para ver o por-do-sol num lugar fantástico!!! Não vou descrever, confiram na foto... Depois desse espetáculo o bugueiro ainda brincou com a gente fazendo manobras radicais e dando aquele grau de aventura ao passeio. De lá voltamos ao centro onde nos despedimos com a certeza que em breve voltaremos para aproveitar mais desse paraiso tão pertinho aqui de nós.
  3. Esse vídeo explica o esquema de permuta entre hostels e viajantes lowcost. Pra quem gosta, ou quer aprender a surfar, a melhor maneira é mesmo por imersão em uma estada mais estendida. Vale a pena ver essa história e copiar o processo
  4. Chegar no aeroporto em Marrakesh já foi uma experiência em si. Fomos recebidos com uma temperatura de 37 graus, aquele tipo de calor seco que sugere que você não faça movimentos muito bruscos para não começar a suar logo de cara e que contenha a respiração que fica um pouco mais ofegante, como se de repente seu canal de respiração reduzisse em 1 centímetro. Quando se vive num país bem mais frio (que é o meu caso que moro na Nova Zelândia), este contraste de temperatura é impactante nos primeiros minutos. O táxi estava esperando por nós para nos levar ao nosso Riad, tipo de acomodação comum que parece um mini palácio no interior da medina, parte antiga de Marrocos. O lugar era lindo e muito bem decorado. Os táxis geralmente não têm permissão para entrar nas medinas, pois não há espaço suficiente nos becos para que os carros passem, então a recepcionista, uma jovem muçulmana marroquina, nos levou a pé, dando-nos a oportunidade de experimentar imediatamente as ruas estreitas, transportando você para o filme de Aladdin. A atmosfera é fora deste mundo e você sente que há cada esquina há um tesouro escondido. Chegando ao nosso alojamento, nos ofereceram biscoitos caseiros e chá de hortelã - a recepcionista disse que era uma tradição quando recebiam hóspedes em suas casas. Marrakesh é uma cidade movimentada, cosmopolita e barulhenta, com sua praça central sendo o ponto principal para negros africanos que vendem óculos de sol, artes e camisetas coloridas; homens oferecendo seus macacos com fraldas para tirar fotos; Árabes tocando flautas para cobras; carruagens de cavalos, bateristas, restaurantes, tendas de sucos, vendedores de chapéus de palha, vendedores de souveniers, tudo o que imaginar! Além disso, ao caminhar, de vez em quando você ouvia alguém sussurrando e oferecendo “Haxixe?”. Marroquinos são animados e estão sempre prontos para fazer piadas e negociar. Nosso tour contratado chamado surf e turf, incluía o deserto do Saara e surf na costa oeste e começou no dia seguinte, onde fomos pegos de Marrakech bem cedo e nos juntamos numa van com 13 outros viajantes, uma salada mista de nacionalidades: Canadá, Itália, Portugal, Espanha, Japão e nós (alemão e brasileiro). Seguimos para Ouarzazate, porta de entrada para o extremo sul, cruzando as montanhas do Alto Atlas. No caminho paramos para visitar o famoso Kasbah– a palavra Kasbahsignifica descrever a parte antiga de uma cidade – em Ait Benhaddou, classificada pela Unesco como patrimônio mundial, local para filmagem de grandes filmes como Games of Thrones, Múmia e o Gladiador. Aqui nós tivemos tempo para caminhar com o guia por aldeias pequenas com casas construídas com palha e lama que pareciam ter sido levantadas da sujeira. As montanhas do High Atlas há muito tempo abrigam algumas das aldeias mais remotas do norte da África e foi muito comum ver os Berbers, locais viajando em mulas para trocar mercadorias. Muitos dos mercadores ainda utilizam técnicas antigas em suas vendas. Continuamos em direção à nossa pousada viajando pelo oásis de Skoura, onde numerosos Kasbahs antigos se encontram entre as palmeiras, uma paisagem espetacular. A temperatura a noite foi bem mais agradável do que Marrakesh, o que nos deu a oportunidade de dormir melhor do que na noite anterior. Eu estava animada para o dia seguinte: o deserto do Saara esteve nos meus sonhos há muitos anos. De manhã cedo partimos para a pequena cidade chamada Merzouga, localizada no pé do Saara. Enquanto viajávamos pela estrada deserta cercada por montanhas áridas, planaltos, areia e planícies cobertas de cascalho, observava o painel do carro enquanto a leitura térmica subia lentamente. No momento em que chegamos ao hotel às 18:00, a temperatura estava em 45 graus! Nosso motorista, apesar de muito simpático, não falava muito sobre o próximos passos, então eu não sabia exatamente o que estava nos esperando. O grupo foi dividido em diferentes pontos ao longo da vila e o casal canadense e nós tivemos tempo para rapidamente mergulhar na piscina por 5 minutos, juntar escova de dentes e roupas extras para seguir para o nosso passeio de camelo sob o pôr do sol. Fui percebendo ao longo das duas horas de passeio de camelo que este não era tão confortável, então decidi caminhar nas dunas juntamente com o Berber local e naquele momento me senti uma pessoa abençoada por experimentar tudo aquilo. À noite, jantamos em nosso acampamento no deserto com os moradores locais tocando tambores e outros instrumentos e na manhã seguinte voltamos com os camelos, ainda escuro, iluminados apenas pela lua e pelas estrelas. Foi uma experiência mágica e surreal. Pegamos nossas mochilas e embarcamos em nosso ônibus, desta vez com um grupo menor, já que muitos de nossos colegas de viagem seguiriam para outras partes do Marrocos e nós partimos para uma longa viagem até Agadir, na costa oeste de Marrocos, para passar os últimos três dias relaxando, surfando e tendo uma verdadeira imersão no estilo de vida marroquino. Nossa acomodação no hostel foi numa surf house em que café da manhã, almoço e jantar foram preparados por marroquinos e tivemos a oportunidade de conhecer surfistas de muitos locais. Eu viajei para muitos países e poucos deles me deram esse sentimento de amor à primeira vista, desde o início até o fim. E o Marrocos é definitivamente um deles. A única coisa que posso dizer para finalizar é "Shukran (obrigada) Marrocos" pela excelente hospitalidade! Mary Rocha - Fundadora da NZEGA (www.nzega.com) Escritora do livro Big Blue - Saiba mais sobre o livro
  5. E aí pesoal! Beleza? Então,eu tô indo agora dia 11/07 para o Ceará prestar um concurso público, e como a grana é curta tive que comprar passagem pra ficar uma semana em Fortaleza porque era a passagem mais barata(mesmo a prova sendo apenas um dia), gostaria de saber se alguém aqui conhece algum local que eu possa fazer CouchSurfing ou um Trabalho Voluntátio em troca de acomodação e, quiçá, alimentação? Qualquer informaçãoserá válida, valeu galera!!!
  6. Então gurizada, estou planejando uma viagem junto a alguns amigos meus, pretendemos nos separarmos entre ônibus e carro entre destinos entre Punta Del Diablo, Cabo Polonio, La Paloma por volta do inicio de janeiro. Gostaria, se possivel, que a galera mais experiente com os locais compartilhasse algumas dicas sobre hospedagens, lugares, comida, sobrevivência(kkk). E qualquer pessoa com duvidas também pode colocar aqui, pois as informações podem ser compartilhadas! Muito obrigado! Gurizada que vai estar por lá nessa epoca manda um salve.
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