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Relato sobre viagem de quinze dias à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Leo Caetano

Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Marioluc

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Relato sobre viagem de dezessete dias à Argentina, incluindo Bariloche pela mochileira apmontemor

Relato sobre viagem de ônibus à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Robson Cesar

Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Lelê Floripa

Relato sobre viagem de três semanas à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Celso

Relato sobre viagem de treze dias à Argentina, incluindo Bariloche pela mochileira Cascia

Relato sobre viagem de ônibus à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Cazu99

Relato sobre viagem a Bariloche pela mochileira Tatibr

Relato sobre viagem de vinte e dois dias à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Rafael Xavier[/linkbox]

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DICAS DE BARILOCHE

 

Cheguei de Bariloche dia 20/06/04.

 

Adorei as dicas do Gibão (valeu!), mas a situação tá mais ou menos assim...ainda nevou pouco,não dava pra esquiar em Cerro Catedral ( só esquibunda). Eles acreditam que a temporada iria realmente começar hoje (26/06). Independente de muito ou pouca neve, pra quem não leva o esqui a sério,Bariloche é chocante!

Voltaria lá mil vezes!

 

*O Cerro Campanário é IMPERDÍVEL ( uma das 7 melhores vistas do mundo eleita pelo National Geografic), e é!

Cerro Catedral e Cerro Otto tbém.

 

*O Cerro Campanário está incluso no Circuito Chico, os outros vc tem que agendar.

 

*Além de uns pouquíssimos ônibus que levam ao Cerro Otto, existe um taxi chamado Remi, que vc encontra em qualquer esquina, é um taxi em que vc fecha o preço antes.

Do centro até o Catedral paguei 20 pesos,como fomos em 4 pessoas, 5 pesos pra cada um...

 

*Os meios de elevação em JUNHO estavam assim: Campanário :12 pesos. Catedral 22 pesos.

 

*Uma refeição de 1° com vinho bom : 50 pesos para duas pessoas, mas tem ótimas refeições de trutas e carnes a uma média de 8 a 10 pesos.

 

*Aluguel de roupa pra esqui: 18 pesos em média ( tem mais barato, mas são roupas mais velhas).

PS: È indispensável roupa impermeável no Cerro Catedral, nos dias em que fui estavam -5°c e muito vento.

Leve protetor solar, óculos e touca na cabeça!

 

*Não perca o nascer do sol sentado no Centro Civico...demais!!!!!!!! ( amanhece perto das 9 horas).

 

*Entre um passeio e outro, dei uma patinada ( no gelo, claro) num lugar chamado NEVISKA, que fica defronte ao Lago..muito tombo da galera que não vê um patins há anos!! Inclusive eu! Saí pra tirar férias e voltei mais cansada do que fui... lá vc não consegue parar...chegava todo dia de madrugada.

 

*A comida é maravilhosa e barata, reserve uma grana pra comer comida local.

 

*Minhas dicas: El Bolicho do Alberto ( bife de chorizo);La Marmite ( lomo e fondues );Familia Weiss( javali e cervo- muito bom!)e indispensável....PILGRIM , um pub muito bacana com todo tipo de cerveja e chopp que vc imagina ou não...cervejas feitas artesanalmente na região...um som bacana, uma atendente gente boa... pra ficar até fechar!

 

*Ah! Outra dica... leve a mala o mais vazia que puder...se vc precisa comprar roupa de inverno, compre lá! è infinitamente mais barata, e o preço do excesso de bagagem pro Brasil é um abuso ( algo em torno de $8( dolares) o quilo extra.

Pra comprar aquelas indispensáveis lembrancinhas, gostei de uma loja chamada ARBOL..um cachecolzinho básico pra familia ,com otima qualidade e bom preço.

 

Curiosidade...tem dois cães que moram na loja...o Lobo e a Celeste, eles simplesmente ignoram a sua presença!Boa Viagem a quem for !

 

Nunca façam ligações dos hoteis, hosterias ou hospedagens... é o triplo do preço. Procurem os locutórios ... o minuto pro Brasil sai menos de 1 peso e 15 minutos de Internet=1peso. Não se esqueçam que quase tudo fecha entre 13:00 e 15:30 hs.

 

1) Talvez não interesse a ninguém ,porém no Circuito Chico, vc vai parar para apreciar a vista do Lago Perito Moreno... lá tem uns artesães locais...comprei um relogio del sol...da arte Mapuche local, que virou meu mimo da viagem...e não o ví em mais lugar algum. Pra quem curte este tipo de coisa!

 

2) Se puder levar alguma coisa em dolar, alguns locais pagam 1U$ =3 Pesos... o bom é ter um pouco em peso e um pouco em dolar ( o real não é muito bem aceito), e o melhor lugar para cambio que encontrei foi o Sudameris.Pergunte antes de pagar e gaste a moeda mais conveniente.

 

3) Fiz alguns passeios com uma empresa chamada Complejo de Turismo Blest´( o receptivo no aeroporto, Circuito Chico, Cerro Catedral) os demais fiz de REMI com um casal do Hotel.

Os caras são gente boa e com boa vontade. A quem interessar possa...e-mail: [email protected], fale com um cara chamado Bruno.(Gente Boa!)

 

4) Não volte pro Brasil com nenhum peso.Troque tudo por dolares ou reais...( ou gaste!). Olha que moro em SC e nem aqui eles querem trocar pesos!

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Complejo blest ( empresa de ecoturismo e aventura local)

[email protected]

 

Site oficial de Bariloche

www.bariloche.com/portugues/index.asp ( Muito, muito bom! Tem de tudo!!)

 

Neste site de bariloche, vc tbém consegue os preços da semana. Como fui em JUNHO, que ele consideram baixa temporada, as referências de preço que tenho não vão bater com a data que vc estará lá. Abraços... e retorne o contato contando como foi!

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Ola Cláudia!!! Como te disse no e-mail que vc postou, aqui fica mais fácil pois podemos corrigir, acrescentar,e afins....

1)O Circuito Chico dura 1/2 dia e o Cerro Campanário JÁ ESTÁ INCLUSO no passeio, que consiste em margear o Lago Nahuel Huapi,visitar o Cerro Campanário ( a vista mais linda que já vi na vida!),ir até a península Llao Llao, de onde se avista o hotel, depois há uma parada em um balcão natural onde se avista o Lago Moreno ( lá se vende aquele relogio del sol que falei antes!).A paisagem no caminho é maravilhosa.Vá agasalhada pois o Campanário fica a 1050 mts e venta MUITO!

 

P.S: Vou te responder por partes, pois antes escrevi um texto enorme a a conexão está caindo.

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2)um dos passeios 4 x 4 é o Refugio Neumeyer que leva até o vale Chal-Hua-Co. Depois tem uma caminhada na floresta até o Lago Verde. Este passeio pode ser de 1 ou 1/2 dia, mas como vc vai ficar só 3 dias, seria legal agendar logo apos a volta do Circuito Chico. ( Circuito Chico de manha, Refugi Neumeyer a tarde.

3) Outro passeio legal é Villa La Angostura + Cerro Bayo ( 1 dia inteiro)

4) O Cerro Catedral te consome o dia inteiro, mas é MARAVILHOSO!!!!!! Passaria uma semana lá! ( a minha turma é muito divertida e voltamos lá mais vezes, pois estava otimo!)

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Olá garota!!!

 

Nossa...isso é uma proeza....conseguir levar somente o que precisamos! Mas lá vai....vou relatar o que levei e usei!( foram 7 dias).

 

* 2 calças jeans

* 2 calças de moleton ( sem ribana em baixo)

* 3 blusas de lã com gola olimpica ( gola alta)

* 1 blusa de malha gola olimpica

* meia calça de lã

* meia calça fio 40 de lycra

* 1 botinha de trekking

* 1 japona forrada

* luva de lã

* gorro

* cachecol

* uma segunda pele de manga comprida

* pijama![:)]

 

Na necessarie:

* vitamina C ( começei a tomar 15 dias antes)

* filtro solar 30

* manteiga de cacau ( pro marido)

* hidratante ( o frio lá fora e o aquecimento dentro dos ambientes te ressecam até a alma)

* aspirina

* descongestionante para o nariz

 

 

Comprei lá e gostei:

* uma faixa parecida com aquelas que usamos no cabelo, mas de lã, mais larga, e que aquece as orelhas.

 

Espero que ajude!

 

Abraços.Junia Pimenta

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Oi, Cláudia!

Para ter mais informações sobre o clima por lá seria interessante ler este tópico inteiro, tem várias informações valiosas, inclusive a citação de alguns sites que contém dados sobre Bariloche (em geral). Pelo que pude perceber, a previsão do clima por lá em Agosto é de neve. Eu tb vou estar por lá em agosto, espero q tenhamos sorte e consigamos aproveitar tudo de bem por lá.

Alguns sites que visitei:

www.bariloche.com

www.bariloche.arg

www.bariloche.org

www.barilochepatagonia.info

www.catedralaltapatagonia.com

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Duração dos passeios que eu sei:

 

- Cerro Catedral 1/2 dia

- Circuito Chico 1/2 dia

- Cerro Oto 1/2 dia

- Cerro Bayo 1 dia (Villa La Angostura)

- Cerro Campanário (junto com Chico)

- Refúgio Neumeyer (1 dia)

 

Alessandro Barbosa

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Outros passeios possíveis prá quem tá em Bariloche

 

- Isla Victoria e Bosques del Arrayanes

- Cerro Tronador e Cascada Los Alerces (225 Km, passeio dia inteiro)

- Excursão pelo Lago Mascardi

- El Bolson e Lago Puelo (300 Km, passeio dia inteiro)

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Obrigado Junia.

Garanto que vc vai adorar San Martin, achei um lugar muito bonito, acolhedor e simpatico. Se possivel não deixe de fazer o passeio no lago, se vc for ficar onde tenha cosinha, tem um lugar ótimo par comprar comida pronta se não me engano chama Los Patos e fica na Gral Roca 1108, proximo ao cinema.

Serjão

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Olá a todos, muito útil o tópico, estou indo pela terceira vez a Bariloche, desta vez uma viagem menos mochileira, com mamãe, e pretendo ir a lugares que não conheço ainda, como San Martin e Cerro tronador. Fui no inverno de 96, quando teve pouquíssima neve, só no topo mesmo do catedral, outros picos estavam secos e esturricados, aliás tinha havido incendio no outono nas encostas norte do catedral.

espero pegar mais neve agora!

Fui também no outono, que cores! mas na verdade, as cores atingiram seu auge 10 dias depois! : (

 

A cores do nahuel huapi e outros lagos é o ponto que mais me atrai por lá, além dos bosques e da imponência da cordilheira.

 

realmente o panorama do campanario é surpreedente, vc olha aquele piquinho mixuruco, uma colina metida a besta, e nao imagina o panorama que se descortina impiedoso lá daquelas alturinhas...

 

Saudades de bariloche, ultima vez foi em 98, era tempo de real valorizado, mas a cidade pareceu muito cara, bem, eu era estudante ainda, e viajava com orcamento ainda menor que o de hoje, rss

 

Hoje a argentina parece estar mais barata, depois da desvalorizacao e da crise. lembro das noites geladas, que davam aquela fome, e eu e meu amigo iamos a um mercado comprar sopa instantanea pra fazer numa xicara com agua quente do albergue, rsss. restaurante entramos em um, o preco foi traumatico, um copo de suco por 4/5 pesos, e na epoca eram 4/5 reais, e 4/5 reais na epoca era ainda mais grana que hoje!

 

bem, quando eu voltar de bariloche passo dicas pra voces, do que minha memoria permitir, é claro...

 

abraço, até mais...

 

Ilton.

 

Fiz minha reserva de hotal pela net, aliás já paguei com o master, espero nao ter caído numa fria, mas pelas fotos parecia bem decente, saiu por 72 pesos quarto deuplo, unico porem é que fica 12 quadras do centro civico, mas nao devera ser problema, caminhar faz parte de qualquer viagem. O Nome e TANGO INN, alguem conhece? ja me avise de for uma cilada, pois ja fico preparado, rsss..

 

bem, quem quiser trocar informações, é so escrever. estarei em buenos dias 10 a 14, e 21 a 24 de julho, e em bariloche, de 14 a 21 de julho.

entao, quem estiver por lá nesses dias, é só entrar em contato, podemos sair na noite, fazer algum passeio e se ajudar com as dicas.

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Marques, não sei se o piedras blancas faz parte do mesmo complexo do cerro otto, mas o passeio é em dias diferentes e pra quem não vai esquiar, o piedras blancas é melhor. O cerro tronador é um passeio de dia inteiro em que vc fica na van e vai andando pela margem do lago Nahuel Huapi, até uma área onde ocorrem algumas avalanches na montanha e você escuta como se fosse um trovão, daí o nome tronador. Os preços eu não lembro, mas vou pesquisar e no fim de semana envio....Abraço.

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Serneiva, o passeio ao tronador pode ser feito com ou sem travessia do lago mascardi, qué estava um espetacular espenho no dia em fui. ë talvez o passeio mais lindo da regiao de bariloche, parece que só o do lago frias e puerto blest ganha desse.

paguei 92 acho,incluindo enyramnda ao parque nacional, e valeu cada centavo. unico problema e que tem pouquissimo tempo de parada. vale a pena alugar carro, inclusive com tracao nas quatro rodas. da pra chegar aos pes do tronador gigante e sesu 3500 metros. havia muita neve na base, e um bosque com sombras que duram todo o inverno.

nos meus ultimos oids dias me bariloche alugeui um carro com minha mae e fomos ate o l;ago espejo e correntoso, um show, mais lindo ate que os arredores de bariloche. em tempo: esses lagos ficam a 100 km de bariloche, perto de la angostura, que alias tem o melhor sorvete que tomei na vida, metade do preco dos sorvetes "italianos" dos jardins e leblon, e muito mais gostoso. peguei sol todos os dias, comnum dia nublado, mas luminoso. realmente faz 15 dias que nao neve me bariloche, alias so deu uma nevada mixuruca no topos das montanhas, ate fotografei as nuvens e aquela poeira branca sobre os cumes.

alias, alugar carro é emocao, peguei uma estrada com gelo que na olta do passeio virou lama...urrra, nao sei como aquele golzinho aguentou!

 

ah, pra quem esta indo a bariloche, o mais lindo da regiao é a famosa ruta de los site lagos, que vai a san martin de los andes, menos badalada, e mais exclusiva. bem, eu nao chegeui ate la, pois nao estava num carro com tracao. mas farei isso numa proxima.

 

abraco.

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Ana, desculpa ainda não ter respondido seu PM, mas cheguei a pouco e ainda tô colocando a vida em dia!

 

Qto a ônibus Pucon /Bariloche....tem onibus de linha comum. Vc vai até a Av. Colo Colo ( em Pucon) e lá ficam as agencias de onibus. Não há rodoviária em Pucon.

 

Pra quem tá em Bariloche e tiver um tempinho....VALE MUITO A PENA CONHECER San Martín de los Andes. Voltei de lá domingo (07/08) e amei de paixão!!!!! Inclusive vou abrir um tópico exclusivo sobre esse destino tão pouco explorado e conhecido dos brasileiros.

 

Bom passeio a todos...e esperamos novas dicas.

 

Abração.

Júnia Pimenta

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Ah.....pra quem vai esquiar! Ano passado aluguei japona + calça. Esse ano aluguei macacão! Mais confortável, prático e não entra neve! O preço é o mesmo ou alguns pesos mais barato. Tente escolher roupar visivelmente novas. Nas antigas, qquer costura abrindo é ponto de passagem pra neve....e não há nada pior que vc ficar molhado e com frio nessas condições.

 

Sobre as botas....troque quantas vezes for necessário pra vc se sentir confortável! A numeração varia em 1/2 numero, e esse meio número pode fazer TODA A DIFERENÇA. Calço n° 35 e a bota correspondente é 24,5....usei um dia! Me causou um hematoma na perna ( na batata da perna) que poderia ter sido evitado caso soubesse que poderia ter "cambiado" as botas no mesmo dia. Troquei por uma 25 e a diferença foi gritante.Nunca use um equipamento que te machuque!

 

+ abraços.Júnia

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Sim, o cartão de crédito é bem aceito, porém, há descontos para quem paga em efectivo ( dinheiro!) e não acrescimos para quem paga com cartão.

 

Qto a dólares x pesos é bom levar os dois. Chegaram a me pagar US$ 1,oo = 3 pesos argentinos em alguns lugares. A melhor cotação que consegui esse ano( agosto/2005) foi novamente na Metropolis de Bs As . US$ 1,00 = 2,84 pesos argentinos.

 

Novamente falando sobre o cartão...estou esperando a 1° fatura após a viagem. Como o dolar caiu, acredito que me dei bem. Espero pagar cerca de 2,40 reais , em média, por cada dólar, mas...o efeito poderia ter sido o contrário. O dolar poderia ter subido! Então...vai de cada um.

 

abração.Júnia Pimenta

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    • Por carlos.alberto1
      Olá a todos, vou relatndando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado.
       
      Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected]
       
      1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.

    • Por henriquefarage
      Entre julho e novembro de 2017 parti pra uma viagem sem muitos planos, com pouquíssimo dinheiro, sem experiência e com passagem apenas de ida pra Bolívia. Foram quatro meses de viagem com muito aprendizado e muitos perrengues pra contar. Não sou muito adepto ao estilo "mochileiros" de relatar viagens. Nunca pensei em fazer este relato, mas acho que de alguma forma posso contribuir com alguma informação útil para os futuros mochileiros que passarem por onde passei. Sendo assim, não esperem fotos, preços (até porque nunca anotei essas coisas), tantos detalhes minuciosos do que comi, que horas fui no banheiro, qual papel usei. Enfim. Vou tentar ser bem objetivo na medida do possível.
      Destino: eu só queria viajar por algum lugar legal aqui na América do Sul pela proximidade e custos também (era minha primeira viagem assim, e sozinho). Então "joguei a roleta" e vi qual seria a passagem mais barata. Resultado: Santa Cruz de la Sierra, Bolíva. Com o destino definido, pensei no que fazer quando chegasse lá. Me cadastrei no Workaway e procurei um hostel pra trabalhar em qualquer cidade por lá. A primeira que me respondesse eu iria. Deu Cochabamba.

      Preparativos: saí de Vitória/ES com uma Mochila de 50L e uma pequena que usava na faculdade com notebook (jamais levem um notebook em um mochilão) e algumas roupas. Como aqui não faz frio, e nunca usei botas na vida, acabei comprando uma jaqueta impermeável com fleece dentro, um par de botas, uma capa de chuva pra mochila e um cobertor de viagem (tudo na Decathlon). Levei alguns remédios (um monte, porque não sabia quanto tempo ficaria viajando), RG, carteira de vacinação e foi isso.
       
      Bolívia: ainda não tinha muita noção de se locomover de um lugar pro outro, de distâncias e tal, pouco antes da viagem consegui um Couchsurfing em Santa Cruz. Então cheguei, passei uma noite lá, e no dia seguinte peguei o ônibus pra Cochabamba. Em Cocha trabalhei duas semanas no Jaguar House Hostel. Adorei a cidade, o clima, a organização. Aproveitei esse tempo pra pensar no próximo destino. Conheci bastante gente e todos iam pra La Paz. Mantive contato com um pessoal e me falaram que lá tinham party hostels que sempre precisava de voluntários. Escrevi pro LOKI e Wild Rover. O Wild Rover pareceu mais organizado, então acabando meu voluntário em Cochabamba fui direto pra La Paz atrás desse hostel. Cheguei de madrugada, paguei uma diária, e no dia seguinte já fazia parte da equipe. Passei quase 3 semanas trabalhando no Wild Rover La Paz. Experiência incrível, e que ainda me deu direito a fazer a Death Road de graça pela agência que fica na entrada do hostel (Altitude Biking). Pensei em fazer a tour do Uyuni mas eu não estava preparado pra tanto frio então deixei pra quando (se) voltasse. Nesse tempo meu próximo destino já tava definido: Cusco. Fui no terminal comprar passagem e já não tinha mais. Tentei Arequipa, também não tinha. Comprei pra Copacabana onde passaria uma noite e pegaria o ônibus no dia seguinte pra Cusco. Só que em Copacabana conheci um chileno muito gente boa e aí acabei indo com ele pra Isla del Sol acampar lá em cima, onde tem o bosque de eucaliptos e tal. Depois dessa aventura voltei pra Copa e mais tarde peguei o ônibus pra Cusco.
       
      Peru: Em Cusco eu sabia que precisava ganhar dinheiro se quisesse seguir viajando porque já tava ficando sem nada. Como não tinha nada planejado (óbvio), fui direto pro WIld Rover Cusco, falei que tinha trabalhado no de La Paz e pedi uma diária grátis. Usei essa diária apenas pra conversar com os managers e pedir pra trabalhar lá também. Eles pegaram minha referência de La Paz e no dia seguinte já comecei a trabalhar lá também. Enquanto trabalhava no Wild Rover saí pra buscar emprego na cidade, com classificados na mão e tudo. Em uma semana consegui emprego na agência de turismo Wilka Travel, onde fiquei por 40 dias. Neste tempo consegui vivenciar mais a rotina do cidadão cusqueño e me integrar a cultura daquela cidade. Com o salário consegui sair de hostel e alugar um quartinho modesto em San Blas e ainda aproveitar pra fazer alguns tours (pela agência conseguia descontos e gratuidades).
      Ainda em Cusco comecei a pensar nos próximos destinos e decidi que iria subindo ao norte até chegar na Colômbia. Infelizmente isso nunca aconteceu porque descobri que teria de voltar pro Brasil em algum momento antes do ano acabar, então tive que comprar uma passagem de volta com certa urgência. Comprei com saída de Buenos Aires. Eu teria uns 2 meses pra me virar pra chegar em Buenos Aires. Foi uma decisão difícil porque Chile e Argentina a essa altura da viagem já estavam bem distantes dos meus planos por serem países bem caros pra mochileiros. Mas fazer o que?
      Antes de sair do Peru dei uma passada rápida em Arequipa porque havia combinado com uma amiga de assistir um jogo do Peru x Colômbia lá no Wild Rover Arequipa. Passei três dias na cidade e não fiz tour nenhum simplesmente porque machuquei meu dedão na primeira noite (bêbado). De lá decidi que voltaria a La Paz pra trabalhar mais uns dias no Wild Rover, economizar uma grana, e e depois seguir pra Uyuni. Peguei um ônibus de Arequipa até Desaguadero, cruzei a fronteira caminhando, e peguei um trufi até La Paz.
       
      Chile: Mais uns 10 dias em La Paz (já era final de outubro) e eu ainda tinha que cruzar mais algumas fronteiras até chegar em Buenos Aires. Segui pra Uyuni, fiz o tour até a fronteira com o Chile e fui pra San Pedro de Atacama. Foi uma mudança brutal de preços pra quem estava por Peru e Bolívia, e eu certamente não tava preparado pra isso. Passei (acho que) três noites em um hostel lá apenas tentando Couchsurfing. Consegui em Viña del Mar. Assim que confirmei pensei "como chegar em Viña del Mar?". Carona, claro! Já tinha escutado que caronas são relativamente tranquilas no Chile. Então fui de San Pedro de Atacama até La Serena pegando carona atrás de carona. Como não tinha barraca pra dormir na estrada, acabei tendo que pegar um ônibus por 4 horas de um ponto ao outro pra ter onde passar a noite (pagos no cartão de crédito porque já não tinha mais dinheiro em espécie). Passei uns dias em Viña, aproveitei pra conhecer Valparaíso, até que conseguium Couch em Santiago. Consegui fácil. Acabei pegando um ônibus pra lá porque a distância é curta e a passagem barata. Passei mais uns dias em Santiago pensando como faria pra cruzar a fronteira e consegui carona com um Couchsurfer que viajava de carro. Consegui ainda um Couch em Córdoba e precisava dar um jeito de chegar lá.
       
      Argentina: chegando em Mendoza, achamos um hostel barato (já que não consegui Couch) e na manhã seguinte minha carona seguia pro norte enquanto eu ia pra beira da estrada pegar carona. Acho que foi a carona mais difícil de conseguir de toda minha viagem. Era madrugada quando o caminhoneiro me alertou que, apesar de ir pra Córdoba, iria me deixar 100km antes porque era um horário perigoso demais pra chegar no ponto que ele iria parar. Como disse, não tinha barraca e praticamente sem dinheiro em espécie, passei a noite numa loja de conveniência do posto de gasolina que tinha nesse lugar que ele me deixou. Na manhã seguinte, consegui rápido uma carona pra Córdoba. Passei uns dias lá, consegui um Couch em Rosário, então saindo de Córdoba foi pé na estrada mais uma vez até conseguir carona pra Rosário. Em Rosário minha Couch me tratou como um rei, me deu várias dicas e tal. Ali já faltava perto de uma semana pro meu vôo e só precisava de uma última carona pra chegar até Buenos Aires. Conseguindo um Couch, me mandei pra estrada e, outra vez, foi uma carona bem chata de se conseguir. Desci muito longe da cidade, tive que pegar um trem gratuito, achar meu Couch à noite etc. Mas no final deu tudo certo. De lá foi só aproveitar os dias na cidade e voltar pro Brasil.
       
      Dicas aleatórias básicas: Sou totalmente contra o "dá pra se virar bem com português". Dá pra sobreviver, vivenciar experiências não. Então aprenda o máximo de espanhol que puder antes de fazer uma viagem assim. Meu inglês é bom (pra trabalhar em hostel é fundamental) e meu vocabulário de espanhol era muito bom também, entendia tudo mas faltava segurança pra tentar falar. Ao longo da viagem fui me soltando e aí tudo ficou ainda melhor. Conheci muitos brasileiros que não sabiam falar outro idioma e todos se diziam muito arrependidos porque acabaram perdendo muita coisa na viagem (proximidade com locais, negociações, interação com outros viajantes); Respeite a altitude (La Paz, Cusco, etc): você nunca saberá como vai reagir a isso até chegar lá e sentir. Tem gente que não dá nada, outros ficam morrendo dois dias no quarto do hostel com médico atendendo. Na dúvida, melhor não programar nada que requer esforço físico nos primeiros dias; Respeite a cultura local, tente aprender o mínimo de costumes e tradições de onde você estiver visitando; quando for pegar carona saia o mais cedo possível, por volta das 5h, pra estrada; tenha dinheiro trocado se tiver pegando carona pela Argentina porque pra pegar ônibus municipal é necessário ter um cartão (que obviamente você não vai ter), e sem ele o que dá pra fazer é pedir pra alguém passar o cartão pra você e você pagar em dinheiro; pedir desconto é normal no Peru e Bolívia, mas antes de começar a chorar, avalie se o valor do pedido não é justo, e principalmente, se aqueles trocados de desconto vão te fazer falta (quase sempre o vendedor precisa muito mais dessas moedas do que você, viajante); viajar tem seus riscos, mas não se esqueça de onde você vem - o Brasil é um país extremamente perigoso, então acho que há um exagero quando se fala em riscos, assaltos, etc entre viajantes brasileiros. Nunca usei doleira pra nada, minhas coisas ficavam guardadas no locker do hostel, sempre caminhei em todos os horários do dia e noite no Peru e Bolívia e nunca passei por nenhuma situação de perigo; Se puder faça seguro viagem, eu não fiz e não precisei, mas não é raro ver gente com braço quebrado em La Paz por conta da Death Road, ou que passou muito mal com altitude. Em Buenos Aires uma amiga caiu da cama do hostel, precisou ser hospitalizada e essa brincadeira custou em perto de 2 mil reais. Nunca se sabe o que pode acontecer, né? Enfim, se lembrar mais coisas importantes vou complementando.
       
      Bom, minha viagem foi basicamente isso aí. Quem tiver perguntas/dúvidas sobre os lugares/pontos de carona/qualquer coisa assim fique à vontade pra mandar mensagem inbox ou aqui no tópico mesmo que tentarei responder da melhor forma possível.
      Em 15 dias volto pra Cusco pra trabalhar na mesma agência de turismo, então quem tiver planejando ir pra lá nas próximas semanas pode entrar em contato também
    • Por Diego G Cardoso
      Olá Mochileiros
      Em Julho de 2017, fiz uma viagem de carro até Buenos Aires, ficamos uma semana na cidade. Não consegui ainda fazer o relato desta viagem para postar aqui, mas fiz uma rota alternativa para fugir da polícia corrupta argentina, ou pelo menos evitar algumas.
      No meu trajeto de ida, fiz a fronteira em Uruguaiana-RS e segui pela Ruta 14 até Bs.As., passei diversas barreiras policiais e não fui parado, somente na cidade de Mocoreta é que fui parado, ainda na província de Corrientes , notei que aquela policia é uma policia quase que municipal, na abordagem já pediram vários documentos e eu tinha todos, ai pediram para ver meu extintor de incêndio, e por azar ele estava descarregado, neste ponto foi falha minha em não olhar antes de viajar. Como já é sabido, assim que estes policiais encontram um motivo para multar começa a novela, me falaram em 1000 pesos de multa se pagasse na hora, fiz uma choradeira e mostrei que só tinha reais e que os poucos pesos que eu tinha era para o pedágio, ai o chefe do posto policial até me levou com a viatura até um banco na pequena cidade para sacar, o que achei muito estranho mas topei ir, no banco me fiz de louco e voltei para a viatura e disse que não havia conseguido sacar porque aquele banco era muito pequeno e provavelmente estrangeiros não podiam sacar ali, no caminho de retorno ao posto policial falei para o policial que só tinha R$100,00, ele acabou aceitando e me liberando. Depois desta cidade entrei na província de Entre Rios, e em todos os postos que passei não fui parado. 
      Como a melhor rota de retorno de Bs.As. era pelo mesmo caminho, e eu havia ficado muito indignado com todo o ocorrido, resolvido retornar por um caminho que havia estudado pelos mapas, e com este caminho só passei por um posto policial que acredito não ser de corruptos, pois é num trecho muito movimentado da rodovia.
      Enfim, a rota que fiz foi, retornando de Bs.As., fui até a cidade de Gualeguaychú-AR e cruzei a fronteira para o Uruguai, chegando na cidade de Fray Bentos, depois peguei a Ruta 24 até a cidade de Paysandú, depois a ruta 3 até a cidade de Bella Unión, cruzando a fronteira para o Brasil na cidade de Barra do Quaraí-RS, o trajeto é todo em asfalto de pista simples em ótimo estado, somente 2 pedágios sendo 1 na fronteira e outra dentro do Uruguai, e somente um trecho de uns 20km com buracos mas que está em reforma, e o mais importante é que não tem policiais corruptos. Com este trajeto evitei de passar pelo menos uns 5 ou 6 postos policiais. 
      Algumas observações sobre este trajeto:
      - Abasteça antes de entrar no Uruguai, pois a gasolina está mais de R$6,00 o litro;
      - Você fará uma aduana a mais, mas é bem tranquilo, não precisa nem descer do carro pois é num guichê semelhante aos postos de pedágio, rápido e sem enrolação.
      - Este trajeto tem pouco movimento, então a viagem rende bem.
      Vou anexar uma imagem da rota que fiz.

      Estou planejando em uma próxima viagem fazer outro trajeto semelhante, pelo Uruguai, mas quero fazer a rota Riviera até Fray Bentos, já vi que a estrada é um pouco pior, mas acredito que possa valer a pena, somente para não ter que viajar com medo da policia de Corrientes e Entre Rios.
      Qualquer dúvida estou a disposição dos colegas mochileiros.
      Abraço.
    • Por diogomarxx
      Sempre quis conhecer a região das cataratas, mas sempre adiava em detrimento de outras viagens. Porém com uma oportunidade de passagens a 70 reais CGH/IGU/CGH não teve como pular dessa vez! Pena que o tempo disponível era escasso, então só fiquei 2 dias e meio. Este relato é menos um guia de viagem sobre Foz e região, pois informações sobre transportes, deslocamentos etc abundam na internet. Nas minhas pesquisas antes de viajar era difícil encontrar informações sobre câmbio e preços em Puerto Iguazu (a Argentina está cara? Barata? Quanto vale o real?), pois o esfacelamento do Real e a liberação cambial do presidente Macri bagunçaram todo o coreto, então vou focar mais nesse aspecto de preços e valores. Update: o câmbio se alterou muito nesses últimos meses, e a nosso favor! Em fev/2016, 1 real estava valendo no câmbio oficial por volta de 3,85. Hoje, fev/2017 está batendo na casa dos 5,20 pesos para cada real.
       
      1° dia – Quinta-feira, 25/02
       
      Saí de CGH às 11:25, com pouso em Foz do Iguaçu às 12:45 e quinze minutos depois já estava pegando o ônibus 120 em direção ao TTU (o terminal de ônibus urbano da cidade). Como o voo foi em horário ingrato, só haveria um jeito de salvar a quinta-feira: ir direto para o Templo Budista, e em seguida na Mesquita Muçulmana antes mesmo de passar no hostel. Chegando ao TTU esperei um bocado pelo ônibus, o 103, que vai até o Templo, pois o intervalo dele é de 40 minutos. Depois de 35 minutos rodando, cheguei ao Templo Budista. Impressiona a quantidade de estátuas. Existe uma seqüência de estátuas todas iguais, mais de 120 segundo o site do Templo. Além dessas, várias outras, algumas delas gigantes e muito bonitas. Conheci o interior do templo e o significado das estátuas dentro dele. Deixei uma doação na caixinha e saí (não são permitidas fotografias na parte interna do templo). Rodei mais um tempo ali, passei na lojinha e no banheiro pra jogar uma água na cabeça, afinal o calor estava de matar!

       

       
      Voltando ao ponto de ônibus, deveria pegar o mesmo ônibus 103 para voltar em direção ao centro de Foz, outra vez um chá de cadeira até o busão chegar. Queria ir à Mesquita Muçulmana, então desci na Avenida Juscelino Kubitschek, esquina com a Avenida José Maria de Brito, esta última o caminho que se deve seguir para chegar na mesquita. Na esquina dessas duas avenidas tem um Posto Ipiranga, fui lá para comprar uma breja e usar o banheiro e acabei descobrindo que lá também tem uma agência de viagens Frontur. Como eu já sabia previamente que eles faziam câmbio fui trocar uns reais. Pagaram a cotação oficial do Banco Central, que no dia era de 3,82 pesos para cada real. Uma ótima cotação, troquei 150 reais e depois me arrependi de não ter trocado mais. Andei mais uns 10 minutos e cheguei à mesquita.
       

       
      Por fora uma bela e imponente estrutura, mas parece que é menor por dentro
      Um senhor que trabalhava (?) lá explicou várias coisas sobre o Islã aos turistas e distribuiu gratuitamente alguns livros sobre este tema. Na verdade é um passeio bem rápido. Em frente à Mesquita tem uma doceria especializada em quitutes árabes, e vou te dizer: o negócio é muito bom! Chama-se Almanara o local, comi um de cada (seis unidades) e tinha de pistache, nozes, amendoim, amêndoas... A conta deu 11 reais. Vale muito a pena frente à excelência da fabricação dos doces.
       

       
      Devidamente alimentado, era hora de ir para o hotel. Como gosto de andar para conhecer bem o local que estou visitando, fui a pé. Quarenta minutos entre a Mesquita e o hotel Normandie Iguassu Falls. Fiz o check in e a grata surpresa: achei que era um hostel (pois a reserva no Booking mencionava quarto coletivo), mas os quartos lá são individuais. Por mais que o local seja simples, o valor pago de 31 reais, valeu demais a pena. Tomei um banho e dei um cochilo, quando era umas 21:00 fui procurar um lugar para comer. Foz do Iguaçu tem muitos imigrantes do Oriente Médio, e os restaurantes árabes pipocam por toda a parte. Só na avenida perto do hotel tinha uns cinco ou seis. Fui num restaurante chamado Beirut, comi shawarna, kibe e esfiha fechada, e tomei uma coca-cola de 600 ml, por R$ 21. Uma pechincha. Com a fome saciada, hora de dormir.
       
       
      2° dia – Sexta-feira, 26/02
       
      Acordei cedo para ir ao Parque Nacional do Iguaçu. Tomei café no hotel, que estava incluso na diária. Café simples, com pão francês, apresuntado, queijo minas, um pão esquisito e gostoso feito com salsicha na massa, bolo doce, café, leite e suco de pozinho. Antes de ir para o parque fui trocar mais dinheiro na outra Frontur que fica na Avenida Brasil, mas me ferrei aqui: estavam cambiando a 3,57 pesos para cada real. Lembrando que no dia anterior cambiei a 3,82 em outra unidade deles. Fui para o ponto e peguei o bus 120 para o parque (ele também passa no aeroporto e Parque das Aves). Entrada no Parna do Iguaçu: 35 reais para brasileiros. Pensei em deixar a mochila no guarda-volumes, mas o valor de 30 reais por um locker me fez desistir da idéia. Logo depois da bilheteria já é o ponto de saída dos ônibus que percorrem o parque. Ônibus double-decker e com boa disponibilidade, sai um atrás do outro. Ao contrário do parque argentino, aqui não se perde muito tempo com deslocamentos.
      Descemos no ponto final e já iniciamos a trilha, que não é muito comprida. Alguns degraus aqui e acolá, e vários pontos onde se podem avistar algumas quedas. No começo fiquei meio decepcionado, com um sentimento de “é só isso aí?”
       

       
      Mas o gran finale chegaria logo: na última plataforma, chega-se bem perto das quedas e aí não tem jeito: deslumbramento total com a força da natureza e um belo banho devido o spray gerado pela água jorrando. Um espetáculo indescritível ver as cataratas praticamente em primeira pessoa.
       

       
      Ainda tem outras plataformas superiores, já no caminho para voltar, que dá a impressão de que você está quase dentro das cataratas. Um dos melhores passeios que já fiz no Brasil, com certeza. Trilha pra voltar, passei na lojinha e comprei só um imã de geladeira relativo ao parque, pois gosto de colecionar esses imãs. O passeio dificilmente passa de duas horas, caso não vá fazer nenhum opcional. O que me interessava era o Macuco Safari (R$ 200), mas no lado argentino o mesmo passeio custa menos da metade do preço, 350 pesos ou R$ 91,62 pela cotação da primeira Frontur que cambiei.
       

       
      Dica: No lado brasileiro, como a trilha não é muito extensa, se puder vá de chinelo. Fui de tênis e me ferrei, pois se molha muito, aí o tênis não secou e no dia seguinte molhou de novo. Devido ao cheiro insuportável, tive que jogá-lo fora no terminal de ônibus de Puerto Iguazu
       
      Saí do parque e peguei o já familiar bus 120, desci uns dois pontos antes do TTU pois queria comer de novo shawarna em um dos restaurantes árabes da Avenida Juscelino Kubitschek. Dessa vez escolhi o restaurante Istambul, onde pedi uma shawarna mista (R$ 12). Estava gostosa, e seria perfeito se tivesse uma cerveja bem gelada pra acompanhar... seria, mas os restaurantes árabes não vendem cerveja.
      Saciado, a missão era chegar em Puerto Iguazú. Peguei um busão da empresa Itaipu caindo aos pedaços, a tarifa é de 4 reais. Rapidamente chegamos à aduana argentina, onde fiz uma cagada: eu queria ir no Duty Free ver o preço de perfumes e acabei fazendo a imigração. Caso você queira ir ao free shop, não faça a imigração! Senão vai ter que fazer como eu, que tive de atravessar todo o posto de aduana e ir em outro guichê pra dar saída da Argentina, ir no free shop e depois dar entrada de novo na imigração . Pelo menos para mim não valeu a pena o esforço, os perfumes estavam caríssimos. Não sei se estava compensando para outros itens. Dica: peça ao motorista um ticket para reembarque no próximo ônibus caso vá no free shop, assim não precisará pagar outro. Poucos metros à frente da imigração fica o cassino, que acabei não indo, apesar de ter ganhado um vale de 10 reais no free shop para jogar lá.
      Peguei o próximo ônibus da empresa Itaipu (outras empresas também fazem o trajeto, mas o meu ticket de reembarque tinha que ser usado nos ônibus da mesma empresa).Desci no terminal de ônibus de Puerto Iguazú e me dirigi ao hostel, que fica super perto, uns dois ou três minutos de caminhada. Chama-se Iguazú Falls Hostel e pertence à rede HI. Reservei a diária no Booking a 10 dólares+21% de algum imposto argentino, o equivalente a 170 pesos argentinos. Fui pagar em real, o hostel fez a cotação de 3,46 pesos para cada real, então o preço final em nossa moeda ficou em 49 reais. Estava um calor infernal, mas o ar condicionado só é ligado depois das 19:00. Achei bizarro, nunca tinha visto isso. Não tinha condição de ficar no quarto com aquele calor.
      Nota: existem muitas opções de hostel em Puerto Iguazú, para os mais econômicos anotei duas pechinchas: Hostel Natura Iguazu por 100 pesos a diária (fica na Av Missiones) e Hostel Noelia por 60 pesos a diária. Este último eu não sei onde fica, vi um cartaz dele pregado na rodoviária de Puerto Iguazu com o preço.
      Tomei um banho e fui dar uma volta em Puerto Iguazu. Parei num posto de gasolina quase em frente ao terminal de ônibus pra tomar a primeira gelada em terras argentinas. Alguns preços: cerveja Brahma de 500 ml por 21 pesos (considerando os dois câmbios que havia feito em Foz a cerveja custou entre R$ 5,49 a R$ 5,88. Daí tem-se a importância de fazer um bom câmbio). Água mineral 500 ml estava 13 pesos. Saindo do posto, queria ir à famosa Feirinha. Fácil de chegar: basta seguir na Av Missiones e virar suavemente à direita quando cruzar com a Av Brasil.
      Antes de chegar na Feirinha passei por uma sorveteria Grido e me lembrei dela ter sido bem recomendada na internet. Creio que aqui é o local certo se você quer tomar um ótimo sorvete de dulce de leche sem ser extorquido no Freddo (no TripAdvisor vi relatos de uma bola de sorvete custar 22 reais lá!). No Grido, tomei um Cucurucho Gigante, que é o nome deles para sorvete de duas bolas na casquinha . Sendo o doce de leite a maior especialidade das sorveterias argentinas decidi não fugir do tradicional. Eram uns seis sabores somente dessa iguaria, então pedi uma bola de doce de leite tradicional e outra de doce de leite com brownie. O sabor é espetacular! Se fosse em São Paulo, um sorvete desse nível custaria uns 20 reais nessas sorveterias gourmet. Já o preço lá é uma pechincha: 18 pesos! Porém a cotação deles ao aceitarem reais é ridícula: 3 pesos para cada real. Compensa mais pagar com pesos previamente trocados.
      Logo em seguida, a Feirinha. Ela ocupa um dos lados da Av Brasil em seu derradeiro quarteirão, e é um amontoado de restaurantes e bares e também lojinhas vendendo aquilo que os turistas querem comprar: pêssego em calda, alfajores, doce de leite, azeite, azeitonas recheadas, vinhos, salame, queijos... Algumas churrasqueiras na calçada fazem as parrillas no horário do almoço e ao anoitecer. Andei até o final da Feirinha na Av Brasil e atravessei a rua Felix Azara. Uma lojinha escondida, um tiozinho simpático e o melhor preço de alfajor de Puerto Iguazu. Comprei uma caixa de Recoleta Premium, e achei melhor do que os de marca que se vendem a três reais por lá, como o Milka ou o Oreo. A caixa com doze unidades custou 18 reais, então cada um saiu por R$ 1,50. Ótimo custo-benefício. E por falar em bom negócio, foram dois na seqüência: saindo da lojinha e adentrando na Feirinha parei na Parrilla El Arbol onde um atendente muito gente fina me convenceu a petiscar por lá com uma cotação de 4 pesos para cada real . Tomei duas da ótima cerveja premium Patagônia (R$ 10 cada) e ele fez uma porção de salame, queijo e azeitonas recheadas por R$ 10. Uma porção dessa em São Paulo custaria pelo menos o dobro.
       

       
      Barriga estrumbada de comer e beber, resolvi voltar ao hostel. Passando pela Av Missiones vi uma lojinha de artesanato e resolvi comprar mais uma imã de geladeira pra coleção. Custou 10 reais (caro!). Perguntei à vendedora se ela conhecia um lugar para cambiar e ela me indicou um senhor de cabelos brancos que ficava na calçada ao lado da loja de souvenires, na entrada do hostel Irupé. O tiozinho fez uma ótima cotação para cambiar: 3,90 macris para cada dilma. Mas vi que eu estava sem dinheiro e comentei ao senhor que voltaria depois (nota: voltei somente no dia seguinte de manhã e o senhorzinho não estava. Estava um outro sujeito na entrada do hostel, mas ele não fazia câmbio. Então acho que o senhor do câmbio só fica à tarde e noite).
      Voltei ao hostel. Fiquei assistindo um jogo qualquer do campeonato argentino na recepção até dar a hora de ligar o ar condicionado.Chegando 19:00, finalmente consegui deitar um pouco. Considerando que Puerto Iguazú é uma cidade que sua principal atração turística basicamente consiste em comer e beber (fora o parque), voltei à Feirinha lá pras 21:00 e comi uma parrilla (de picanha) e tomei um Quilmes de 1 litro, num sujeito que estava com uma churrasqueira na calçada, ao lado do famoso bar do Sebastião. Ele fez uma cotação de 4 por 1, então a cerveja de um litro custou 40 pesos ou 10 reais (pechincha!) e a porção de picanha acompanhada de pão saiu por 22 reais. Fiquei ali comendo, bebendo e assistindo um show inusitado que rolava no já citado Bar do Sebastião: um cantor portenho entoava sucessos brasileiros em portunhol (Cidade Negra, Paralamas, sertanejo universitário...). Voltei ao hostel e dormi.
       
      3° dia – Sábado, 27/02
       
      Dia perdido. Essa era a impressão logo quando acordei às 07:30 com a intenção de ir no parque argentino. Caía uma chuva torrencial, daquelas dignas de São Paulo no fim de tarde no verão, só que muito pior. Como aquela chuva parecia que não ia parar tão cedo, nem me troquei pra ir ao parque naquela hora, resolvi ir tomar café. Me senti no exército ou na hora da merenda quando estudava no primeiro grau: todos se dirigiam a uma salinha onde uma funcionária do hostel entregava um pratinho com uma medialuna, um pão de leite (duro), uma daquelas embalagens individuais de manteiga e de geléia de pêssego. E só. “À vontade” somente café, leite e suco de pozinho. Definitivamente não gostei desse hostel. Além disso, ao final da tarde eles trancam o acesso ao quintal de trás onde fica o varal. Resultado: na noite anterior não consegui pegar minha toalha que ficou no varal, e com a chuva que caiu durante a noite, preferi nem levar ela embora toda encharcada. Ficou lá para alguém.
      A chuva só foi diminuir às 10 horas, coincidentemente a mesma hora de check-out do hostel. Fui ao terminal de bus e procurei o guarda-volume. Uma tiazinha simpática me informou que custava 25 pesos para deixar a mochila lá até a noite. Também fazia uma cotação de 3,60 pesos por real, o que deu 7 reais arredondados. Paguei em dilmas e fui ao guichê da empresa Rio Uruguay para comprar as passagens para as cataratas. Custa 100 pesos ida e volta, ou 30 reais, o que dá uma cotação de 3,34 pesos por real. Novamente compensa pagar com pesos trocados previamente. Os ônibus saem a cada vinte minutos, e dá mais ou menos meia hora de trajeto até o parque. O ingresso custa 200 pesos para cidadãos do Mercosul (deve-se mostrar o RG), e não se aceita reais para pagar a entrada. Ao contrário do parque brasileiro, que ao sair da bilheteria você praticamente já pega o ônibus, no lado argentino tem que se andar um bocadinho até chegar à estação central do parque. São três estações, a Central, que é na entrada, a estação intermediária é a Cataratas, onde pode-se fazer as trilhas dos Circuitos Superior e Inferior e a estação final é a Garganta do Diabo, que é a maior atração do parque. O deslocamento entre as áreas internas de Iguazú é feita por pequenos trens com freqüência no mínimo irritante. São 30 minutos de intervalo entre os trens. A maioria das pessoas prefere ir direto pra Garganta do Diabo, mas os trens não vão direto pra lá, na maioria das vezes. Peguei o trem, e tive que descer na estação Cataratas, para esperar mais uns 15 minutos e pegar outro trem que ia para a Garganta. Sem contar a velocidade máxima de 5 km/h, parece que tudo no parque argentino é cuidadosamente planejado para que você perca o maior tempo possível! Desci na estação da Garganta do Diabo e segui para a trilha. Outro problema: estava chovendo e a trilha do parque argentino é feita em plataformas de metal que são muito escorregadias em suas junções. Um perigo, quase escorreguei por algumas vezes. A trilha é estreita, então se segue o povo praticamente em fila indiana andando devagarinho por medo de escorregar (sabe aquele papo de tudo ser planejado para você perder tempo? Então...). Juntando a morosidade do trem com o passo de pingüim na trilha, demorou mais de uma hora desde a entrada do parque até a sua primeira atração. Mas o perrengue compensa, a Garganta do Diabo impressiona! A maioria das pessoas fica ali só para tirar umas fotos e ir embora. Fiquei um tempão admirando aquela força da natureza. Voltei à estação e peguei o trenzinho para a estação das Cataratas.
       

       

       
      Comprei duas empanadas (20 pesos cada. Aceitam reais, mas com cotação ruim: 3,20 para 1), mas só comi uma: os quatis roubaram a outra! Vacilo meu, tem placas em todo lugar avisando sobre as traquinagens dos quatis. Nem tentei “defender” a empanada para eles não pegarem: esses bichos possuem unhas poderosas e há relatos de cortes em visitantes causados por eles.
       

       
      Fiz a trilha do Circuito Inferior, com 2,5 km, que possui paisagens deslumbrantes, e uma visão diferenciada das quedas. Não é tão cheia, por ser extensa e possuir muitas subidas e descidas. Ideal para apreciar a vista sem a muvuca dos selfeiros. Devido ao horário e ao cansaço que sentia decidi não fazer o Aventura Náutica, o equivalente ao Macuco Safari dos hermanos, que custa 350 pesos (fica para a próxima!). Fim de passeio.
      Nota: ao contrário da maioria dos relatos que encontrei na internet, eu gostei mais do lado brasileiro. Além da estrutura do parque BR ser incomparável, no nosso lado podemos ficar praticamente embaixo das quedas no final do circuito. Tomar um banho de cachoeira é bom, mas de cataratas é foda! Sair molhado e lavar a alma não têm preço. No lado argentino têm-se melhores visões das cataratas, mas se não chover você volta para casa sequinho da silva.
       

       
      Voltei para Puerto Iguazu, peguei minha mochila no terminal e fui fazer uma última refeição na Argentina. Parei no Bar do Sebastião na Feirinha e pedi duas empanadas (15 pesos cada) e uma taça de vinho (40 pesos). Que vinho maravilhoso, por um momento pensei ter encontrado o Malbec perfeito! Como queria torrar meus últimos pesos nem perguntei quanto seria em reais o valor. Dei meus últimos resquícios de pesos para umas crianças paraguaias (bolivianas?) que vendiam artesanato e pediam trocados por ali. Passei novamente na Grido e mais um sorvete de duas variedades de doce de leite que não havia provado da outra vez.
      Peguei o busão para Foz, dessa da empresa Crucero Del Norte, daqueles de viagem com ar condicionado (o da ida foi um convencional da empresa Itaipu todo velho). Desci pertinho do hostel Tetris (R$ 45), na Avenida das Cataratas. Um hostel feito de contêineres e com visual descolado. Cool, só gringos no pedaço. Novamente ar-condicionado ligado só depois das 19:00, então fui pra beira da piscina tomar umas brejas. Dei uma enrolada e fui direto para a Itaipu, pois tinha comprado o passeio Iluminação da Barragem (R$ 16). O ônibus double-decker dá uma volta por dentro da usina, um guia vai dando explicações e tal até chegarmos na beira da barragem. Tudo escuro. A barragem vai se iluminando aos poucos. Bacana, mas esperava mais, achava que ia ter alguma pirotecnia envolvida. Terminado o passeio, voltei ao hostel. A viagem estava terminando. No dia seguinte acordei cedo, peguei o busão para o aeroporto (tem que se atentar aos horários, pois a freqüência diminui bastante aos domingos). Double-check no aeroporto, pois primeiro você passa no raio X da Receita Federal antes do check-in e depois no da Polícia Federal antes da sala de embarque. Atraso de 20 minutos na Gol, vôo direto pra CGH. Fim de viagem.
    • Por CAROLINA BONFIM
      [info]Tópico para compartilhar dicas sobre Buenos Aires
       
      Participe!
      Deixe aqui aquela dica de passeio que você adorou, aquele boliche nota 10 que conheceu, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquela noitada inesquecível que você foi em Buenos Aires.
       
      Regras do Tópico
      Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas sobre Buenos Aires. Perguntas devem ser postadas nos Tópicos de Perguntas e Respostas. Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas pelo editor deste fórum.[/info]
       

       
      Uma dica imperdível para que estiver em buenos aires:
       
      ir a show da banda ORQUESTA TIPICA FERNANDEZ FIERRO
       
      http://www.fernandezfierro.com
       
       
       
       
      DEPENDENDO DA ÉPOCA DO ANO, TÊM SHOWS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS EM UM GALPÃO ANTIGO.
       
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