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Olá Rita,

 

As pistas ainda estão fechadas, não está nevando o suficiente mesmo.

Piedras blancas e cerro bayo estao funcionando sim, piedras blancas com apenas 2 pistas das 4.

 

Seu plano B definitivamente deve conter:

**Piedras Blancas - Funciona com pouca neve e é muito divertido, você não para de rir do começo da descida até lá embaixo.

**Circuito chico - Se você gosta de visual, não pode perder.

**Cerro Bayo - Um pessoal do nosso hotel foi e disseram que é bem legal, lá em cima tem um quadriciclo que você aluga, parece que foi 25 pesos por 1 hora, é falaram que é bem legal.

**Isla Victoria - Esse tambem é pra quem gosta de visual, um passeio de barco e uma caminhada pela floresta, tem uma hora que voce dá comida para as gaivotas.

**Cerro Catedral - Mesmo com pouca neve e pistas fechadas, vale a pena ir lá, comprar o passe de Peatones (sem ski) e subir pela Sextuple que está aberta, até o Refugio Lynch, a vista de lá é maravilhora e tem 60cm de neve hoje lá....dá pra brincar bastante, fazer boneco de neve, guerra de bolas de neve, etc....

**Cerro tronador - viajem cansativa mas dizem que vale a pena quando chega lá, ***dica**** é demoradaa viajem e não tem muita coisa para comer, levem sanduiches na mala para fazer um lanchinho*****

 

Tomara que caia bastante neve e você possa esquiar bastante, se não der para esquiar tanto, vai gostar dos passeios com certeza.

 

Abraços,

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Buenas!

 

Também voltei de Bariloche na primeira semana de julho e apesar da pouca neve, gostei muito.

 

Sobre as Vespas no passeio do Tronador, posso afirmar que não vi absolutamente nenhuma. Recomendo fortemente esse passeio. A distância é um pouco longa, realmente, mas nada pra matar ninguém (aproximadamente 90km de Bariloche). Sem contar que a maior parte da viagem é dentro do parque nacional, um lugar incrível, sempre costeando os lagos da região. E o cerro tronador é um espetáculo, fica-se em silêncio e pode-se ouvir o som do glaciar. Um local completamente diferente, realmente singular. Abaixo coloco algumas fotos deste passeio:

 

bariloche334qk5.jpg

 

bariloche351bp5.jpg

 

bariloche413ep5.jpg

 

Quem for, leve pesos preferencialmente (dólar somente notas mais baixas, como 20 usd por exemplo) pois o local de almoço não dispõe de infraestrutura para cartões de crédito.

 

Qualquer dúvida, perguntem.

 

Abraço,

 

Gustavo

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Tenho a comparação dos preços de duas agencias de passeios: A LS e a Fenix..vou colocá-las abaixo...

 

Passeios: pesos por pessoa

 

1) - Circuito Chico incluso no pacote: Ascenso Cerro Campanário: 25 pesos ascensão/ 12,50 criança

Catedral p/ pedestres: Cable Carril até Refugio Lynch – 60 pesos - passe p/ peatones

 

2) - Refugio Neumeyer com café da manha e almoço = $ 270 ou U$ 90 (LS) das 9 hs as 17:30 hs.(LS)

- Refugio Neumeyer caminata lag. cong. = $285 ou U$100 (Fênix) das 9 hs até as .... (Fênix)

 

3) - Cerro Otto : $ 45 (U$ 15) - $20 (U$ 7) menor , com skibunda + $25 (4 descidas, bondinho) (LS)

- Cerro Otto (subida + ski bunda ): $ 70 (U$ 23) - $ 43 (U$ 15) menor (Fênix)

 

 

4)- Piedras Blancas (6 descidas): $100 (U$ 33) e $60 (U$ 20) menor (Fênix)

Piedras Blancas (6 descidas): $140 (U$ 47) e $100 (U$ 34) menor (LS)

 

5)- Villa La Angostura + Cerro Bayo (não inclui Ascenso): $ 94 (U$ 32) das 8:30 hs as 18:30 hs. (LS)

- Villa La Angostura : traslado ida e volta com guia: $ 85 (U$ 28) (tanto adl como crianca) (Fênix) das ............as.............(ainda não tenho o horario)

Ascenso em Cerro Bayo : $ 63

Quadriciclo: $25 pesos/ hora

Trenó: $60 pesos

 

6)- Isla Victoria e Bosque dos Arrayanes com CAU CAU: $ 110 (U$ 37) e $ 55 (U$ 19) menor (Fênix) das..........as...............(ainda não tenho o horario)

- Isla Victoria e Bosque dos Arrayanes: $140 (U$ 47) e $85 (U$29) menor (+ Ingreso a Parque Nacional 20 pesos) (LS) das 12:30 hs as 18:30 hs. ou das 13:30 as 19:30 hs.

 

7)- Cerro Catedral - Cerro Catedral (50 pesos -ascensão), quadriciculo ( 400 pesos -2 horas para 2 pessoas)

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Tem uma bicicletaria na calle moreno que aluga bicicleta. Mas só se for para andar na beira do lago, pois para dentro tem umas rampas danadas. Seguindo na propria moreno quando chegar na rolando vai ver na sua direita uma descida a la lombard street de san francisco ou seja uma rua em zig zag para os carros descerem.

 

Da pra fazer o circuito chico de bike. eu fiz parte do circuito com o bus 20. que vai até o llao llao(jau jau) e passa em frente ao campanario. O preço é pela distancia. O motorista pergunta aonde vai e cobra. Do centro ate o campanario acho que é 3,20 pesos. Dai ate o llao lao não me lembro acho que foi 2,50.

Se preferir todo hotel vende ou tem alguem que vende excursões de todo tipo e bolso.

 

A pé só se for trilhas especificas pois lá tudo é longe. No cerro Otto vi gente subindo a pé sem pagar teleferico. Eu fui de teleferico mas achei meio deja vú pois ja tinha passado no cerro campanario que é maravilhoso e ai o cerro otto embora bonito achei fraco apenas mais do mesmo. Campanario é imperdivel.

 

Quanto a hospedagem desta vez ficamos no Hotel San Remo por recomendação de um casal amigo que foi em lua de mel. Eles tem pacotes tipo paga 4 e fica 5 dias e paga 5 fica 7 dias. Das vezes anteriores eu ficava no condor andino que tambem é bem localizado quase no centro civico melhor que o perikos

 

Como disse que foi recomendação a dona do hotel me colocou no quarto 501 que tem uma vista maravilhosa pro lago. O hotel é aconchegante, o atendimento muito pessoal o café é bufê continental excelente, indicado para uma estadia confortavel e para casais em lua de mel hehehe...veja os preços do pacote no site. Saiu mais barato que ficar em quarto privado no hostel condor andino e no caso especifico por ter ficado no quarto 501, com uma puta vista do lago Nahuel Huapi. Vista maravilhosa dando pra ver o por do sol nas montanhas que nesta epoca do ano é lá pelas 21:30 hs.

 

http://www.hotelsanremo.com/

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[t3]Algumas dicas que peguei na minha passagem por Bariloche:[/t3]

 

Hospedagem: ficamos no Marcopollo Inn http://www.marcopoloinn.com.ar/, um hostel bem localizado, limpo, atendentes atenciosos, mas meio amadores, com um bar animado e que oferece uma janta na estadia. Quem se incomoda com barulho a noite fuja, porque tem música até de madrugada, mas para os jovens solteiros é uma boa pedida. Eu preferiria arriscar um hostel que achei mais bacana e bem avaliado em sites, é o 41 Below http://hostel41below.com/.

Outra opção de estadia para baixa temporada para quem vai com mais pessoas é alugar os bangalôs que ficam na Av. de Los Pioneiros, me informaram que como tem pouca procura eles ficam em torno de 150 pesos a diária para 4-6 pessoas. O inconveniente é que fica a 4 km do centro.

 

Restaurantes: na Argentina o interessante é comer parrilla e muito sorvete e chocolate, para outros tipos de refeições não vale a pena gastar dinheiro, prefira preparar por conta própria ou escolher lanches mais baratos. Restaurantes imperdíveis só o Bolicheiro do Alberto Carnes e a Cervejaria Blest.

Família Weiss: atendimento e comida boa, mas custo muito alto. Pedimos um Goulash e Spatzel e um Lomo com legumes, com vinho. (148 ARP)

Churrasco do passeio do Hindio: talvez a melhor parrilla que já comi em toda Argentina. Ojos de bife com lingüiça e salada - simples, rústico, farto e muito bom. Para completar uma banana assada com doce de leite de dar água na boca. Tudo incluso no valor do passeio de 4 x 4, com refrigerante e cerveja.

La Marmite: dizem que é o melhor fondue da cidade. Pedi um de queijo e estava horrível, foi uma das poucas vezes que fomos a um restaurante e não conseguimos comer o prato. Não sei se os de Campos do Jordão, Curitiba e Gramado são tão diferentes ou se estava estragado, mas eu não recomendo. Custo de 116 ARP com vinho.

Cervejaria Blest: a decoração do lugar é muito legal e a comida, cerveja e atendimento excelentes. Acho imperdível uma visita a este local, para mim foi a melhor experiência com restaurantes em toda a Argentina. Pedimos um prato alemão para uma pessoa que dá tranquilamente para duas, com chucrute, salsicha knak (a melhor salsicha que já comi), spatzel e purê de batatas. Pedimos dois copos da cerveja e mais uma degustação de 18 ARP (acompanha um pretzel) com sete canequinhas para provar todos os sabores da cerveja artesanal deles que é fantástica. Custo de tudo 100 ARP. Para chegar é preciso pegar o ônibus 20 e descer na altura do número 11.000, a cervejaria fica no 11.600.

Bolichero do Alberto Massas do centro: Atendimento ruim e comida razoável. Pedimos uma lasanha para uma pessoa para dividir em dois e garrafa 375 ml de vinho. Custo 43 ARP sem gorjeta.

Bolichero do Alberto Carnes: Atendimento bom e carne muito boa. A carne argentina vem sempre sem sal, pois, segundo eles, tira a maciez e nesse restaurante vem um molho de ervas muito bom para dar um gostinho nela que faz toda a diferença. Custo 77 ARP com purê, bife de chorizo, empanada e refri.

Chocolates: as mais famosas são a Del Turista e Fenoglio, mas chocolate bom é da Mamuska, tem também uma sorveteria muito boa que vende uns chocolates mais baratos na rua Espanha, tem uma placa escrita Chocolates Helados.

Café da Mamuska: Vale a pena ir um dia tomar um chá e comer uns doces na Mamuska, o tamanho das fatias dá para duas pessoas e são ótimas, o chá também serve 3 xícaras e é muito bom. O preço com chá, folhas de doce de leite, cheese cake e brioche foi 47 ARP, mas dava pra quatro pessoas.

Wilkenny Irish Pub: o preço é abusivo, olhamos a carta e fomos embora.

 

Passeios: Existem diversos tipos de passeios como passeios de 4x4, passeio de barco por um pedaço do Cruce de Lagos, Cerro Tronador e Sete Lagos. Achamos que os mais legais seriam o 4x4 e o Tronador, o Sete Lagos decidimos não fazer porque já estávamos meio cansados de ônibus e já havíamos visto boa parte dos lagos na chegada a cidade.

Cerro Tronador: este passeio passa por duas cachoeiras e termina num glacial negro que faz barulhos do gelo se desprendendo, por isso o nome de Tronador. Foi um passeio interessante. Se prepare para enfrentar os mosquitos no verão. Paguei 130 ARP por pessoa no hostel, mas as agências do centro cobram bem mais barato.

Passeio de 4x4 com o guia Híndio: este passeio foi muito legal, ele passa pelo Cerro Otto, Cachoeira dos Duendes, faz uma parada para um churrasco na beira de um riacho no meio da floresta, Colônia Suíça e Cerro Campanário. Para quem nunca andou num 4x4 no meio de rios é ainda mais legal, o guia também é bem divertido e fornece muitas informações sobre a região. Eu contratei com o hostel e eles me cobraram 30 ARP pela intermediação mais 120 ARP por pessoa que paguei para o Híndio. Acho que dá para contratar direto com ele pelo telefone (02944) 430169, cel. (02944)15638013.

Cassino: é bacana, ganhei 75 pesos no mesmo dia em que demos azar com o restaurante La Marmite, deu para recuperar o dinheiro perdido.

 

para ver o relato completo da viagem: 16-dias-santiago-pucon-p-varas-bariloche-e-mendoza-t31186.html

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Olá Maurício,

 

Vi que vcs levariam 5000 só pra gastar lá. E passariam 11 dias.

 

Ano passado fiz essa viagem, mas a realidade era bem diferente, pois converti o real que tinha para euros, que na época estava a 2,57, e atualmente na casa dos 2,90 e pouco

 

Fazendo umas continhas chatas, acho que seriam necessários pra vcs ficarem com FOLGA lá uma margem de 400 (o que acho muitíssimo) pesos por dia lá (mas isso é bem relativo tb, pois depende muito dos passeios que queira fazer em Bariloche, se vai de avião ou não).

 

Fiz as contas aqui, e 5.000 reais dariam mais ou menos 1.666 euros.

 

E 1.666 euros dariam mais ou menos 7500 pesos.

 

Dividindo pela quantidade de dias daria mais ou menos 680 pesos por dia. Ou seja, vc está levando mais dinheiro do que precisa.

 

Não fiz as contas em função do dólar, se quiser depois vá nesse site http://www.financeone.com.br/

 

Dá uma olhada no tópico quanto levar para a argentina, vi q vc deixou mensagem lá, acho q o pessoal fornece nomes da bancos lá, e casas de câmbio, tente acessar o site, pra ver se batem com a cotação do site que te dei.

 

Nessa época as coisas estarão caras em Bariloche, pois é alta temporada.

 

Eu se fosse vc, não trocaria tudo, trocaria 3700 - 3800, levaria cartão de crédito, e colocaria uns 200 dólares em Visa Travel Money. Não trocaria tudo de cara não.

 

Depois com mais tempo dou uma olhada em hotéis.

 

OBS: Dá mesmo uma olhada no site das casas de câmbio de lá, pois to achando muito pela minha cotação 1 euro - 4,50 pesos.

 

Abs

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Fala Maurício,

 

Retificando....

 

Acho q vc deve trocar 3000 reais (pq esse é um gasto quase certo)

 

E colocar 300 dólares no Visa Travel Money ( q pode ser q vc gaste ou não. É melhor pq vc não fica rodando com muito dinheiro, e serve para futuras viagens, caso não gaste)

 

É díficil calcular quanto vc gastar, já que não sei teu estilo de viagem..... então acho mais sensato fazer dessa forma.

 

E o tópico com as casas de câmbio e banco é o Guia e dicas sobre moedas, cartões e gastos na Argentina.

 

Dá uma olhada nesse tópico, e sugiro que use ele pra tratar desses assuntos de gastos.

 

Abs

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Olá Pessoal

Eu, meu irmão e mais 3 amigos estamos planejando ir para Bariloche em agosto.

Já estou lendo todo o fórum e anotando todas as dicas.

Gostaríamos de ficar uma semana mas com o dólar a este valor estamos pensando em diminuir nosso tempo para 4 noites. :cry:

Então parece até repetitivo perguntar isto mas Help qual o melhor roteiro para fazer em 5 dias 4 noites. Muito, muito obrigada pela ajuda :D

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      Buenos Aires para Bariloche
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      *Aqui que pega, esse voo não inclui nenhuma bagagem, apenas "mochila que caiba embaixo do assento", não achei peso nem nada, porém para poder levar bagagem adicional, que também não sei ao certo o peso, pelo site da Cia, seria cerca de R$50 por trecho, então o total poderia ficar em R$ 416 +-. O que acham?
       
      HOSPEDAGEM:
       
      No Booking.com, encontrei o Hostel HOPA-Home Patagonia Hostel & Bar, a 1,1km do centro (no site deles diz 700m).
      12 dias - R$371 + R$78 de ISS (Quarto compartilhado com 8 camas)
       
      Alguém já se hospedou neste hostel? Parece ser bom e bem completo, porém queria opiniões da galera daqui. O preço está ok também?
       
      O QUE FAZER:
      Bem, aqui eu teria que com tempo reler meus guias, comprar guias novos (o que tenho é de 2013), e meus roteiros antigos, porém tenho uma boa noção do que quero conhecer, até locais mais distantes, como El Bosón, Ventisquero Negro, Rota dos 7 Lagos, etc.
      O problema é que dessa vez meu planejamento vai ser sem carro, e estou 100% desatualizado em como tá a situação lá pra usar Uber, 99, Bla bla car, etc, qualquer tecnologia que facilite transporte. Ou se ainda devo me focar em tours, passeios contratados pra conhecer certos lugares, tipo fazer o circuito chico, grande, rota dos 7 lagos, e idas pra lugares mais longe. E até mesmo transporte dentro da cidade. Vocês poderiam me dar um help nisso? Eu queria muito conhecer alguém lá e fazer esses passeios juntos.
       
      Mas enfim, para conhecer bem Bariloche e região, vocês acham que 11, 12 dias dá com tranquilidade? Não sei que tipo de viajante sou, mas sei que quero apreciar muito o lugar.
      E também, coloquei uns 3 dias para Buenos Aires, acho que vai ser meio corrido, mas como meu foco é Bariloche mesmo, acham que é suave deixar esse tempo pra capital?
       
       
      Eu queria muito incluir Mendoza e o Aconcágua nessa viagem, mas acho que encareceria muito, mas fazia parte do meu roteiro dos sonhos, mas acho que fica pra uma próxima.
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      Valeu galera!
       
    • Por Robson Black
      Boa tarde
      Estou pensando em fazer uma viagem a Argentina na maior parte do Roteiro de Bike:
      - Saída dia 21/01/20 Florianópolis x Resistência de ônibus de linha levando a bike e outros equipamentos:
      - Dia 22/01 Resistência x Bariloche de avião ou ônibus 
      -Dia 23/01 7 lagos de bike
      Retorno igual, gostaria de ajuda:
      -  Qual melhor roteiro para este viagem?
      - O que devo levar de roupa para o clima da época?
      - Há perigo neste roteiro?
      - Está valendo apena ir a argentina de bike?
      Deixo meu e-mail e agradeço quem quiser me ajudar:
      [email protected]
    • Por Alan karleno
      Fala Mochileiros..
      Procuro dicas para aperfeiçoar o meu roteiro e a quantidade de dias que se faz interessante para cada local. Planejo o roteiro entrando pela Argentina (buenos Aires), saindo pelo Chile (Santiago), em junho de 2020. Tenho 25 dias disponíveis. 
      Vôo. Teresina & buenos Aires (buenos Aires 3 dias).
      Vôo. Buenos Aires & Bariloche (Bariloche  + Villa la angostura 5 dias). 
      Vôo. Bariloche & Buenos Aires e Buenos Aires Ushuaia. (Dia para viagem). 
      Vôo. Ushuaia & El Calafate (4 dias El Calafate).
      Ônibus. El Calafate & Puerto Natales (5 dias Puerto Natales + Parque torres del paine). 
      Ônibus. Puerto Natales & Puta Arena (2 dias Puta Arena).
      Vôo. Punta arenas & Santiago ( 4 dias Santiago) + VALLE NEVADO ou FARELLONES.
      Vôo. Santiago & Teresina. 
      1 dias para emprevisto.
      Quero aproveitar ao máximo o tempo em viagem.
      Desde já agradeço pela atenção.
      Bora Mochila..
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Vinícius Zanata
      Olá!
      Mais um post de dicas rápidas. Como já adotei em outros tópicos, não vou postar fotos pq:
      1.  já existem mtas fotos dos passeios e paisagens de bariloche em blogs e relatos
      2.  as fotos diminuem a sensação de estar indo pela primeira vez a um local especial.
      A ideia é passar dicas práticas que tive com a viagem, e que podem auxiliar os próximos viajantes do destino.
       
      Considerações gerais
      Fui com minha esposa, ficamos por 9 dias na cidade, no mês de agosto (inverno). Sim, é bem um número de diárias bem acima da média para Bariloche. Mas assim como qualquer passeio para a Patagônia, é sempre bom considerar que o tempo na região é bastante ruim no inverno, com grande chance de tempo nublado ou chuvoso e ir com dias contados pode te privar de conhecer a cidade da forma que gostaria.
      Por isso, inclusive, é interessante não marcar ou pagar qualquer passeio ou atividade com antecedência. No nosso caso, fui sem agendar nada e fui fazendo os roteiros de acordo com o clima. Claro que nem assim as coisas saem perfeitas, mas ajuda bastante a aproveitar melhor alguns passeios que ficam bem mais interessantes em dias bonitos.
      Nós fomos para Argentina dois dias antes de o Macri figurar bem mal nas prévias eleitorais do país, o que fez o peso argentino despencar diante do dólar. Isso normalmente seria um bom sinal para nós, que íamos levar dólar, mas não é tão automático assim. Apesar de estar com a moeda bem desvalorizada, o dólar alto tem aumentado a inflação no país, o que acaba compensando o câmbio favorável. Fiquei um pouco ansioso, mas os preços estavam dentro do esperado, ainda não havia tido repasse.
      Por falar em câmbio, sim, é possível viver só com reais por lá. Mas é preciso ficar atento às cotações dos estabelecimentos pra não levar prejuízo. As cotações variam até 30% entre os estabelecimentos! Na chegada ao aeroporto, o remise (táxi com valor fechado por viagem) nos cobrou 550 pesos ou 55 reais para ir até nossa hospedagem no centro. Ou seja, fez a taxa real - peso em 1 pra 10, quando a cotação oficial  do Banco de la Nácion (BNA) estava 1 - 13. Paguei pq não tive como fazer câmbio antes, já que nosso vôo só teve escala em SP. 
      Para quem vai levar dólar e não tem escala em Buenos Aires, o melhor lugar para cambiar em Bariloche é o BNA do centro, mas, como um banco de varejo, está sempre cheio e com filas. Por isso acabei fazendo câmbio na Western Union. A cotação tava praticamente igual ao do BNA. 
      O lugar para ficar é sempre mto subjetivo e do perfil de cada um. O centro é ótimo para quem quer comodidade e transporte fácil. Fiquei num airbnb na Avenida San Martin, que é uma ótima localização, próximo ao centro cívico. Quem quer ficar mais afastado pode procurar os hotéis da Av. Bustillo, geralmente mais modernos e caros. Como nós usamos muito transporte público e remises, era mais vantajoso ficar pelo Centro.
      Dia 1 - Chegada ao apartamento e janta
      No aeroporto existem diversas formas de transporte para chegar ao centro: remise, táxi, van e ônibus público.
      Pegamos um remise, que era mais rápido. Pagamos R$ 55 , como disse, mas vale 550 pesos. Do lado de fora vi a van compartilhada e alguns táxis. O ponto do ônibus não vi, mas ele esta previsto no site da empresa de ônibus da cidade, chamada MiBus. No site da empresa tem as rotas e os horários. Salvei os principais números no evernote e foi bastante útil. É bom ter contato de remises tb.
      Chegamos ao airbnb, deixamos as malas e fomos para almoçar num restaurante próximo chamado Rock Chicken. Lugar simples, com comida barata e quantidade razoável. Também aceitava reais, mas em cotação ruim.
      Dia 2 - Cerro Campanário, Puerto Panuelo e Chao Chao
      No outro dia pela manhã fez um belo dia de sol, e então aproveitamos para fazer os passeios de vista aberta. Pela previsão do tempo, os demais dias seriam nublados, então era a oportunidade de fazer esse passeio. Passamos antes no centro de informações turísticas para pegar mapas e informações e fomos fazer uma parte do passeio conhecido como Circuito Chico. 
      Existem muitas formas de fazer o circuito chico, que é o passeio mais tradicional de Bariloche. É um passeio de diversas paradas, e a maioria das pessoas faz com agência. Eu particularmente tenho problemas em fazer aquele turismo meio gado, com o guia ditando o tempo das paradas e todo mundo entrando e descendo da van ao mesmo tempo. Por outro lado, sem carro alugado não é muito fácil fazer o circuito, pois as paradas ficam distantes e o transporte público não cobre todo o circuito. Então eu resolvi fazer o que dava pra fazer de ônibus e o que não dava fazer com remise. A parte mais tranquila de fazer é Cerro Campanário, Puerto Panuelo e Chao Chao, pois a linha 20 passa bastante (contei menos de 20 min) e passa exatamente por esses trechos. A maioria das linhas passam pelo Centro, na Avenida Perito Moreno, em frente ao antigo supermercado Uno.
      Paramos primeiro no Cerro Campanário, que é um ponto lindo de fotos. Subimos por teleférico (para os mais aventureiros, há uma trilha à esquerda da entrada que leva até o topo), que custava 400 pesos por adulto. Lá de cima é bem bonito e precisa ser visto em dia de céu limpo para ficar mais legal. Uma das coisas que vc descobre em pouco tempo é que aquele cenário da cidade e as árvores todas cobertas de branco da neve é bem raro. A maior parte da neve só ocorre no topo das montanhas mesmo. A neve em pó para chegar na cidade, só com uma grande nevasca, coisa que acontece poucos dias do inverno. Mas mesmo assim a paisagem é deslumbrante.
      Voltamos ao ponto de ônibus e continuamos o passeio rumo ao puerto panuelo. Chegamos lá juntos com centenas de estudantes e descobrimos um mistério que já tinha nos chamado a atenção: a quantidade de estudantes com casacos iguais carregando sacolas plásticas pelo centro da cidade. Trata-se do turismo para egressados, como eles chamam. Bariloche é o destino de formandos secundaristas da classe média argentina. Existem algumas empresas que levam, todos os anos, milhares de estudantes para lá. Eu achava que só rolava em julho, mas eles estavam aos montes mesmo em agosto. Estavam indo fazer um passeio de barco.
      Passamos na lanchonete do porto e almoçamos por lá mesmo. Depois fomos visitar o hotel Chao Chao. É necessário subir uma ladeirinha pra chegar lá. Achei que era mais tranquilo adentrar o local, mas os funcionários não permitem transitar por mtos lugares, nem tirar foto. Antes do hotel, ainda na estrada, tem uma capela histórica, mas acabei não indo lá. De lá tentei um remise para fazer a volta, mas tive problemas para conseguir ligar para um e acabamos voltando para o centro de ônibus mesmo.
      Nesse dia fizemos algumas compras no La anónima (supermercado) e comemos em casa mesmo.
      Dia 3 - Centro cívico, museus e catedral Nuestra Señora Nahuel Huapi.
      Dia bem frio e nublado. Aproveitamos para fazer passeios mais tranquilos. Acordamos um pouco tarde, fomos fazer um passeio no centro cívico e no museu da patagônia. Ele é bem simplesinho, mas com bastante documento histórico da cidade e uma sala com animais da fauna e descrição da flora regional. Vale a pena para quem gosta de história. Depois passeamos pela orla, fomos andando até a catedral nuestra señora e a plaza catedral. Por ali almoçamos antes de ir ao museu paleontólogo, que abria a partir das 15h. Ninguém dá nada por ele, pois é bem pequeno e escondido, mas tem uma ossada completa de um ictiosauro. Visita feita, voltamos e passamos na confentaria da chocolateria Mamuschka. Os doces lá são incríveis. Provamos vários doces, um a cada dia, até o fim da viagem rs.
       
      Continua...Se tiverem dúvidas que possa esclarecer, podem deixar a pergunta.
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       


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