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Gabs Palhares

Trilha da praia do Bonete + praia das Enchovas em Ilhabela

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    • Por Dérik Martins
      Olá, pessoal! 
      Passei dois meses em Ilhabela fazendo voluntariado e as piscinas naturais se tornaram meu cantinho preferido na ilha! Eu amo o contraste da água verde na piscina e azul no mar! Sem contar que a energia lá é incrível! 
      Passo 1: Para chegar lá, basta colocar Piscinas Naturais Ilhabela no google! A entrada fica ao lado desse caminho que aparece (marquei com a seta)! Há estacionamento ao lado por R$10,00 e o ônibus que sai do terminal com destino à Borrifos passa por esse caminho! 

       
      Passo 2: Essa é a entrada da trilha, não tem sinalização! Mas é só abrir o portão e entrar. A trilha é bem fácil, dura uns 5 minutos e o caminho é reto. Você vai sair em um condomínio, continue descendo reto e verá o início de mais uma trilha ao final do caminho... Essa trilha também é bem curta e reta! 

       
      Passo 3: A trilha te levará para essas pedras... Fique atento à esse ponto, pois terá que seguir o caminho por cima das pedras e é um pouco alto. De qualquer forma, o caminho é bem curto, menos de 10 min e você chegará! 

       
      Finalmente você vai chegar e aproveitar esse paraíso! Se você conseguir ir durante a semana é ótimo, pois é mais vazio! Às vezes, a maré está alta, assim, o nível da água está maior e não tem pé!OneDrive-2019-07-06.zip


       
      Faço o passo a passo de todas as trilhas no insta: https://www.instagram.com/derikdemochila

       
       
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      OneDrive-2019-07-06.zip
    • Por Vgn Vagner
      Eu cheguei a ser inocente quando pensei que todo o meu roteiro seria cumprido a risca do jeitinho que eu o planejei. Muito pelo contrário, foi desde o início uma surpresa.
      "Eu consegui" recrutar duas pessoas para me acompanhar nessa aventura (uma novata e uma experiente), mas como na hora de por o pé na estrada as coisas mudam de maneira quase prevista. Ninguém foi. Mas uma delas me falou sobre um amigo que desceria pra Ilha e precisaria de uma carona. O destino da minha viagem já começou a mudar por aí. Combinamos por telefone o lugar e horário para encontro, ele levou uma amiga e seguimos tranquilos até o pé da serra de Caraguatatuba.
      Ainda na rodovia, em trecho de serra recebi uma ligação da Gerente da loja na qual trabalho, a pedido do patrão, pra que eu voltasse adiantado das férias para atender as novas mudanças que estavam fazendo na loja. Se eu voltasse, esse relato não teria nem início hehehe.
      A minha intenção era ficar no lado sul da ilha, mais especificamente no Camping do Veloso (o menor preço Q achei) na praia do mesmo nome. Atravessando a balsa o Cadu me disse: Você tem que conhecer a Nadya, ela oferece o quintal como Camping e também tem quartos para hospedagem. De repente ela te faz um bom preço e você fica por lá mesmo.
      Fiquei surpreso quando fomos recepcionados por uma senhora com dread Looks abrindo o portão pra nós receber. Entrando na casa, vi que se tratava de uma residência multicultural (Ateliê 13 luas), onde ela faz mosaicos com cacos de azulejos, lembrancinhas com papel marchê, dá aulas de capoeira e ainda têm, cuida e ensina a montar hortas orgânicas. Há trabalhos artísticos por toda a casa. E foram tantos trabalhos assim e cinco minutinhos de conversa tomando um cafezinho que decidi ficar acampado lá, Ja que puder usar a cozinha dela pra fazer os rangos (isso economiza muito).
      Cheguei na ilha depois de um fim de semana chuvoso, bem chuvoso mesmo. As águas caíram fortes nas montanhas trazendo várias trombas d'água pelas cachoeiras, vários bairros com casas e pousadas alagadas. Eu ainda peguei um resquício dessa chuva na segunda feira, isso fez com que meu primeiro dia fosse um pouco menos proveitoso daquilo que eu imaginava. Mas foi ótimo.
      Depois de montar acampamento e alimentar a alma ao som de Ponto de Equilíbrio, tive um longo tempo de conversa com a Nadya, pra depois que a chuva parasse eu poder ir fazer meus roteiros. Só que antes algo me chamou a atenção sobre a mesa, era um livrinho de orações da SEICHO-NO-IE aberto na pág.17. Curioso como sou, resolvi ler e achei o trecho bem a ver com o que eu estava por viver ali.
       
       
      "Eu não temo, pois sei que Deus é tudo, que nada existe além de Deus. Deus é Bem; portanto, o mal não existe. Deus me protege; Ele me nutre e me acolhe em Seus braços; Ele me ama. Por isso, nenhum mal me sucede, nem praga alguma chega à minha casa. Aonde eu vou, Deus zela por mim, enviando seus anjos para me proteger. Sou livre, pois despertei para a verdade. Sigo pelos caminhos da vida em companhia de Deus. Vejo somente o bem e a Verdade. Deus é tudo. O dia todo, ouço dentro de mim a vigorosa afirmação: Jamais penso em doença ou carência. Penso exclusivamente na verdade, no amor e na Vida. Tudo pertence a Deus. Sou filho de Deus. E tudo que é do pai é do filho também. Somente a força de Deus é força verdadeira. Tudo que Deus possui pertence também a mim. Por que recebo tudo de Deus, sou completo. Agradeço a Deus-pai, com toda sinceridade".
       
       

       
      Fui para o lado sul da ilha ver como estava a situação do Camping e vi que a melhor coisa foi ter ficado no bairro do Perequê. O acesso com o carro estava muito ruim, é uma subidinha de terra entre pedras e cascalhos. Eu judiaria do meu guerreiro toda vez que fosse sair pra algum lugar. Por isso, fui obrigado a deixar o carro numa rua pavimentada e seguir até o início da trilha (que é dentro do Camping). As infos da placa diz nível médio / 2h (ida/volta). Mas eu já fiz essa trilha duas vezes, e não durou mais dos que 1h (ida/volta).
      Pois bem, depois da Cach do Veloso_60 mts de queda d'água, no caminho de volta já entrei no sentido da Cach dos três tombos. Trilha fácil, de uns 250 mts de extensão que pode ser vencido fácil fácil por quem não gosta de longas caminhadas. A primeira queda d'água tem uma piscina natural bem agradável para banho, a segunda queda tem seus 2,5 mts e não tem piscina e a terceira queda tem sua aproximados 6 mts de altura (também sem piscina). Quando eu estava pra entrar no carro, abriu um sol forte do nada, então não tinha como eu sair dali sem um bom banho pra eliminar o cansaço do dia.
       
       
       
       
       
       
      2° dia
       
      Sai do Camping na intensão de ir até Castellanos com o meu carro mesmo já que me informaram que veículos baixos também estão tendo permissão para pegar a estrada, mas devido a chuva da madrugada somente os 4x4 estavam passando. Então pra não perder viagem, decidi fazer a trilha da Água branca que começa ali na entrada do Pq Estadual de Ilhabela. A trilha oferece 5 poços grandes para banho em um percurso de 2 km's e pode ter a volta pela mesma trilha ou pela estrada, que tem 3 km's para retornar. Pena que começou a chover na metade do caminho, dificultando uns bons "clicks".
      Depois de uma caminhada tranquila eu segui de volta com o carro bem devagar procurando entradas na mata, e não é que achei!? rsrsrs uns 200 mts depois da guarita, na esquerda escutei barulho de água caindo. Parei, desci e rapidinho cheguei na Cach da Barragem, administrada pela Sabesp. Para banho estava perigoso, então só admirei e bati umas fotos. Na volta procurei pelo Pq Min das Cachoeiras para visitar a Cachoeira do Bananal, aquela que se vê da Balsa, mas que não verdade se chama Cach da Água Branca, ela é linda, mas não é permitido banhar-se nela, pois não tem piscina natural, só rochas escorregadias. Ali está a antiga usina que captava a água da cachoeira através de cinco motores movidos a diesel para gerar energia elétrica para os moradores da ilha.
       
       

       
       
      Meio sem ter o que fazer, depois do almoço fui até a Praia do Jabaquara, no extremo norte, segui por 10 km de asfalto e 8 km de estrada de terra pra chegar numa visão fantástica que se tem do alto ante de pisar na areia e ser atacado pelos devoradores voadores (único lugar que os vi). Na volta parei na praia de Pacuiba pra uma breve visitação e acabei atolando o carro num tipo de areia movediça, às 17:30h, sozinho num lugar onde não passava quase ninguém e sem sinal de celular. Pensei: TÔ FUDIDO! daqui a pouco escurece e quero ver como vou sair dessa.
       
      Um cara parou mas nem se moveu pra ajudar. Disse que tentaria ajuda mais a frente;
      Um outro filho de Deus surgiu de uma chácara e tentou tirar no braço mesmo. Não conseguimos;
      Um caminhão parou e me rebocaria depois que pegasse uma mercadoria num condomínio mais a frente. Nesse meio tempo apareceu um caminhão da prefeitura que coleta lixo, e na solidariedade tirou meu" parceiro" do buraco.
       
      Depois do SOCORRO fui conhecer a praia, pois eu não poderia sair dessa sem conhecê-la, e ali era só ela e eu. Minutos depois eu já estava voltando e parando em varias orlas pra banhos e fotos (Pacuiba, Pedra do Sino, Itaquanduba, Viana e Perequê). O planos era dormir cedo e descansar bem pra mais uma tentativa de ir ate CASTELLANOS.
       

       
       
       
      3° dia (eu nem imaginaria)
       
      Era o dia de mais uma tentativa de eu ir a Castellanos, mas no início da madrugada caiu um temporal, e às 5h da manhã quando acordei a chuva voltou a cair. Pensei então, vou pelo menos até a Cach da lage (sentido Bonete) .
      Separei algumas coisa pra comer e beber, e fiquei deitado no atelier esperando o tempo melhorar, isso só aconteceu bem depois das 10h.
      Foram 20 km até a Ponta de Sepituba, e quando parei pra conversar com o Sr. Zé (do estacionamento) , caiu mais uma chuva pra me fazer crer que não era pra eu fazer nenhuma dessas duas trilhas nesse dia.
      Na volta, avistei uma mulher aparentando seus 50 anos, caminhando sob a chuva e sozinha na estrada. Parei, ofereci carona e ela aceitou (5 min depois parou de chover rsrsrs). Seguimos papeando, jogando conversa fora, ela é disse que tem uma filha que tem um quiosque em Castellanos, coisa e tal. A deixei num ponto de ônibus bem próximo de onde ela queria ir, e fui a Praia Grande passar um pouco o tempo, tomar banho de mar pra aproveitar o dia. Horas depois eu estava procurando mais uma Cach pra tomar aquele banho gelado hehe. Passei no Poço da pedra e também na Cach da Pedra lisa. Meio chateado por não estar conseguindo fazer as principais caminhadas que planejei, voltei pro ateliê pra almoçar e dar risada com os residentes. Não estava mais fim de sair.
      No comecinho da noite recebi uma ligação de um brother meu que mora em Caraguatatuba e que a anos atrás trabalhamos juntos. Marcamos de tomar alguma coisa (desculpas pra nos vermos), e nos divertimos bastante. Mas retornei cedo, pois no dia seguinte tentaria novamente ir ao encontro do meu objetivo...hehehe (persistente né? )
       

       
       
      4° dia (Deus na ajuda)
       
      Acordei determinado, recolhi minhas coisas e decidi ir até Castellanos em que fosse a pé (4h ida e 4h volta). E foi isso que fiz.
      Chegando novamente na guarita, mesmo depois de dois dias sem chuva forte não permitiram que eu passasse com meu carro, mas me deram uma dica de onde entrar na mata e cortar caminho economizando 3 km's, então peguei minha cargueira com o básico (barraca, isolante térmico, saco de dormr, água e itens de higiene) e iniciei a caminhada de inacabáveis 22 KILOMETROS / ida. Os únicos obstáculos da estrada são os km's a vencer e a subida. Procurei andar sem parar o quanto eu aguentasse e isso me rendeu 9 km's em 1:40h direto. Foi quando, depois de passarem poucas motos e Jeep's que uma caminhonete parou e me ofereceu carona, lógico que aceite rs, eu ainda estava na metade do caminho.
      Entre conversas acabei contando ao Zé que eu havia dado carona a uma senhora em certo certo lugar e que ela tem uma filha em Caste, coisa e tal. E por coincidência ou vibração divina, essa mulher é Sogra do Zé, o mesmo que estava ali me dando carona no dia seguinte.
      Com o pé na areia logo fui procurar o Camping do Léo, me instalei e dormi um soninho gostoso numa sombra de árvore. Levantei perto do meio dia e fui na busca do objetivo e real motivo dessa investida > A Cachoeira do Gato, que se esconde no cantão esquerdo da praia e é acessada por trilha de 40 minutos ida e + 40 min pra voltar. É uma trilha de fácil nível e navegação que não exige muito de quem a encara, mas quando eu estava bem perto de chegar na cachu (uns 7 min), ouvi uns roncos, tipo uns rugidos de onça, vindo de trás de uma rocha arborizada mais alta de onde eu estava "GELEI, NÃO PASSAVA NEM AGULHA". Eu tava quase pra borrar as calças. Nessa hora o suor de calor se misturou com o suor do medo, o coração batendo a mil, parei por um tempo imaginando o quê poderia aparecer e pedi proteção divina. . Segui em frente e logo me surpreendi com tamanha beleza, que, é difícil descrever, mesmo pra quem vê por fotos.
       
      obs.: não descobri o que era o ronco ou rugido. Ainda bem rsrs.
      Me senti realizado por superar o desafio e ter tomado um bom banho gelaaaaaado numa das cachoeiras que mais desejei conhecer., e ainda tendo só ela como companheira na mata. Na volta eu já estava menos apreensivo e sem adrenalina exalando do corpo do que na ida.
       


       
      Estranho entender...
       
      Por volta das 17h os Jeep's começam a deixar esse lado da ilha levando os turistas embora (a maioria gringos), e é pelo fato de ser uma vila caiçara tão pequena 'que nesse horário o cenário ganha um ar místico, parece que você é o único habitante do lugar e que forças ocultas não querem sua presença ali. Tudo muito estranho, por que eu sentia isso? Não queria passar aquela noite lá de jeito nenhum, isso fez com que eu me sentisse um invasor, um intruso. Mas se eu pegasse a estrada de volta, antes mesmo de chegar na metade a escuridão me abraçaria. Não seria nada bom.
      Na manhã seguinte acordei bem cedo, pois minha intenção era sair de lá antes do Sol começar a arder. Às 05:30 a.m. eu já comecei a arrumar minhas coisas, fiz uma pausa pra assistir um nascer do sol, lindo como a tempos eu não via, e às 06:15 a.m. eu estava andando rumo a estrada. Quando eu estava na casa dos 3 km's percorridos, escutei ao longe o barulho de um motor (parecia Jeep), mas eu nem imaginava que ganharia uma carona tão cedo e logo no primeiro veículo que passasse, mas ganhei rsrs, e na conversa amistosa que é sempre bem vinda, o cara que meu deu essa carona (o Alemão), é irmão do Zé que me deu carona um dia antes. Eita como Deus é maravilhoso, colocou tudo entre família.
       
       
       
      Depois de uma hora e vinte de estrada de terra, lá estava eu na guarita respondendo as perguntas sobre a via e de como fora minha aventura.
      Na volta ao camping conheci pessoalmente Alexandra, uma integrante do grupo que inicialmente viajaria comigo para trilhar, mas não tinha dado certo, então veio depois. Tomamos um bom café da manhã juntos, conversamos bastante, e depois das afinidades expostas partimos. No meio do caminho uma senhorinha discretamente fez sinal de carona e eu parei, quando ela desceu fomos para o lado sul da ilha tomar um banho na cachoeira da Lage. Foi lá que minha máquina fotográfica decidiu dar um mergulho também rsrsrs.
      Quando chegamos no Ateliê tinha um novo hóspede (Rincon), que logo se enturmou fácil. Na noite do mesmo dia reunimos todos os envolvidos da semana pra bater papo, foi quando o Cadú fez o convite de irmos ao veleiro dele na manhã seguinte. Foi tudo muito engraçado, uma nova e ótima experiência remar um bote a distância pra chegar onde a embarcação estava ancorada.
      Finalizamos com um bom almoço, e perto das quinze eu já estava atravessando o canal de São Sebá voltando pra casa.
       
      Fim.
       
       
      Dicas:
      Lugares para almoçar é jantar > Pimenta de Cheiro, Bahia e Pomar. Todos com excelentes refeições entre R$13,90 à R$21,90. Onde? na avenida principal no sentido norte da ilha;
      A balsa tem preços diferentes entre os dias de semana (ida R$14,10) e final de semana (ida R$21,20). Na volta é sempre cobrado uma taxa de preservação ambiental > R$6,20;
      Se for até Castellanos vá um pouco preparado, pois só se acha algum lugar pra comer no horário do almoço, e é caro (na casa dos R$30,00). De dia e a noite é tudo fechado;
      No Camping do Léo você tem duas opções: levar sua barraca e pagar $10,00 a diária ou alugar uma barraca dele e pagar $15,00 na diária;
      Contato do Camping do Sítio: (12) 3894-1677. Atualmente a diária está R$25,00 possui cozinha comunitária e banheiros para os dois sexos;
      O Ateliê 13 luas (casa da Nadya) , onde campeia é muito bem localizado. Não vou deixei o fone dela aqui pois ser um contato pessoal mas caso alguém queira é só me pedir em mensagem privada;
       
      Espero ter ajudado. Abraços.
    • Por xxcharles
      Eaee Mochileirosss
       
      Eu não me canso de fazer relatos ruins ... ;D
       
      Já tinha feito esta trilha para o bonete, mas não com uma cargueira, alias, foi a primeira trip com cargueira q fiz ... como td marinheiro de primeira viagem, c coloca coisa demais, ela fik bem pesada, e isso te atrapalha bastante ;D
      Não organizamos muito bem o horario de partida, e academos pegando o final da trilha no escuro ;D (experiencia nova .. ate q legal ;D)
      O Bonete é uma vila de pescadores q fica atrás da ilha, para se ter acesso, somente por trilha com a sola do pé mermo, ao chegar em são sebastião, pega-se a balsa para ilhabela, e um ônibus que vai ate a entrada da trilha para o bonete, o nome do ônibus é "BORRIFOS", a trilha não tem segredo, ta mais pra uma estrada, é bem aberta e sem bifurcações, mas é uma caminhada boa, cerca de 12 a 15 km, após 01:30 de caminha (com cargueira), encontra-se a "CACHOEIRA DA LAGE"
       

      Cachoeira da Lage - Ilhabela (parte debaixo onde se escorrega)
       

      Cachoeira da Lage - Ilhabela (parte de cima pocinho legal ;] )
       
      Após passar a cachoeira da lage, avista-se facilmente a continuação da trilha, então começa uma loooongggaaaaaa caminhada ate o areiado, outro ponto de referencia que da para se refrescar, e tirar umas fotos, pois é uma belacachoeira com sua agua limpida e suas pedras claras.
       

      Cachoeira do Areiado - Ilhabela
       
      e Continua a caminhadaaaa, so q agora é pior, pois tem muitas subidas, para ter acesso ao mirante que avista-se o bonete, cerca de 1:30 de caminhada novamente.
       

      Mirante Bonete -Ilhabela
       
      Quando vc ve o mirante é uam visão surpreendente, e vc pensa UHULLL CHEGO ... mais ow menos ainda tem uma descidinha boa ;D
      existem mais uam cachoeirinha no caminho so que não tirei foto =/ ...
      iniciamos a trilha por volta das 3:00, e chegamos por volta de 8:00, foi um tempo razoavel já que paramos para tomar alguns banhos nas cachoeiras.
      procuramos o camping guapuruvu, pois ja me haviam dito que é um dos melhores de instalação , tem ate uma lanchonetizinha, mor barato as coisas, R$ 15,00 uma pizza, R$ 3,00 um hamburguer ;D ... mas nos fizemos nossa comida mesmo já que levamos muiiiiita coisa...
       

      Camping Guapuruvu - Ilhabela
       
      Dormimos pois estamos podre de cançasso, e no dia seguinte estava mor chuva =/ perdemos praticamente a manhã intera, mas eu como sou pilhado agitei par airmos fazre a trilha ate enchovas na chuva mermo ... não consigo ficar sem fazer nd ;D, praia linda cheia de borrachudos ;D
      ,
      a trilha para a praia do lado enchovas, começa logo ao lado do poço formoso q fica atrás da vila, para ter acesso a ele, pega-se a rua do lado da igreja, e vai seguindo a direção q da pra andar, ate o Mcbonete, então começa do lado uma estradinha de terra que dá ao poço formoso, atravessando este poço encontra-se a trilha para enchovas. existe um mirante lindo no caminho.
       

      Mirante sentido Bonete - Ilhabela
       

      Praia Enchovas - Ilhabela (com chuva =[ )
       
      A praia de enchovas é bem distinta, pois possui muitas pedras na sua orla (é assim que chama a parte de areia ?), mas muioto bela também, com um rio ao centro, nesta praia moram apenas 2 familias de pescadores, outra coisa boa é q tem coqueiros, ou seja tem cocos verdes , achem uma faca enferrujada no chão como nós e abra os cocos e se delicie ...
       

      Praia Enchovas - Ilhabela
       

      Praia Enchovas - Ilhabela
       
      o
      Como estavamos sendo comidos vivos pelos borrachudos, voltamos para o bonete, e aproveitamos para ficar no poço formoso (breve coloco a foto).
      voltamos para o camping, tomamos um banho, que de nada adiantou, pois fomos dar uns mergulhos na praia do bonete, e no Rio do bonete, ao lado da praia.
       

      Rio Bonete - Ilhabela
       
      Estava entardecendo, então voltamos para o camping, durmimos e decidimos ir de barco embora, pois a betinah e o jaiminho estavam muito cançados e destruidos, hora chata =[, saber que tem q ir embora =/.
       

      Hora de ir embora =[
       

      Barquinho enjuativo... (canoa)
       
      ;]
      Depois foi so alegria, de volta pra balsa, pro onibus, e tralala lalal lala ...
       
      ;]
      !! fiquem com Deus !!
       

    • Por Bruna Gramolelli
      Vou para Ilhabela desde 1982 e já fazia um bom tempo que pretendia fazer esta travessia.
       
      Chegamos em Ilhabela na madrugada do dia 20 para 21 de Dezembro de 2013 e pernoitamos na casa da minha família.
       
      Estávamos num grupo de 7 pessoas: Biro (marido), Carlos (irmão), Luciana e Andrea (amigas), Massa (amigo do meu irmão), Álvaro (amigo caiçara artista) e eu.
       
      Por volta das 8 h da manhã do dia 21/12 (sábado) levei meu irmão e o Massa até o mirante da Estrada dos Castelhanos e de lá eles iam continuar a pé. A estrada estava parecendo um tapete, melhor que muitos asfaltos de São Paulo. Agora há limite de carros, jipes e motos para ir à Praia dos Castelhanos e pode subir até às 14 h.
      Não pude ir com o meu Gurgel X-12 levando a galera, pois não tinha quem o trouxesse de volta dos Castelhanos, então decidimos alugar um jipe para nos levar.
       

       
      Por volta das 11 h da manhã o jipe da Ilha Adventure passou para pegar o restante do pessoal. Eles cobraram R$ 50 por pessoa, pois só faríamos o caminho de ida. Chegamos no Castelhanos meio-dia. Meu irmão e o Massa já tinham armado as barracas e estavam cansados de nos esperar. Os sortudos conseguiram uma carona!
      O melhor camping do Castelhanos, para mim, é o Camping do Léo. É bem limpo, banheiro grande com água quente e papel higiênico. Coberturas de lona para acampar em baixo, pias espalhadas pelo camping, churrasqueiras, tomadas e energia elétrica até às 22 h. Só não tem água tratada, vem direto da cachoeira. Mas é potável, porque não morremos, nem ficamos doente, kkkkkk! A diária por pessoa foi R$ 10.
       

       
      Nos acomodamos e almoçamos no restaurante próximo ao camping (R$ 17 PF com peixe e salada), pra quem conhece, o bar/restaurante era do Canindé, figura incrível, usava óculos fundo de garrafa e contava estórias de ET.
       
      Depois fomos fazer a trilha da Cachoeira do Gato ou Véu de Noiva, como preferirem. Olhando a praia de frente, deve-se caminhar para a esquerda e ir até o final da praia, próximo ao bar do Fernando. De lá tem uma placa indicando a trilha, que passa através da vila dos moradores e em aproximadamente meia hora de caminhada chegamos para ver a obra da natureza com 80 metros de queda! Tem um poço que pode ser alcançado andando por cima da laje de pedra (muito cuidado, pois é escorregadio).
       

       

       
      Na volta resolvemos passar no mirante, que eu esqueci o nome, mas é uma pedra com uma escada de alumínio chumbada. Pegar a “trilha” que sai do lado esquerdo do bar do Fernando, subir a esquerda na escada (cimento), passar pelo portão e entrar na vila dos moradores, à direita tem uma placa indicando o mirante. Basta subir por um gramado, onde tem o alicerce de uma casa e seguir em frente, a trilha estava fechadinha, vegetação de sapezal. Logo avistará a enorme pedra! São só 10 minutos, mas que valem muito a pena!
       

       
      Depois voltamos para o Camping e ficamos curtindo a praia e os borrachudos e como tinha desta vez! Ou você ficava na água ou colocava calça e meia.
      Nossa janta foi pão com salame, mas o restaurante serve comida até às 19 h. Ficamos jogando conversa fora e olhando o céu estrelado, maravilhoso por sinal! Por volta das 23:30 h surpreendentemente a lua cheia começa nascer, mais parecia o sol!!! Nunca tinha visto tal espetáculo!!! Sem palavras, foi sensacional! Os créditos da foto vão para o Massa!
       

       
      Começamos a caminhada às 8:30 h. A trilha sai do lado direito (olhando para praia) e já começa numa subida leve, barro vermelho e é bem aberta. Depois de meia hora, passamos pela Praia Mansa, pequena, com uma escola e muitos barcos de pescadores. Continuamos e cruzamos um riozinho, que é normal, pois Ilhabela possui mais de 300 nascentes de água.
       

       
      Em 45 minutos alcançamos a Praia Vermelha e descansamos por uns 15 minutos no gramado de uma humilde residência, kkkk
       

       
      Passando esta casa e um local onde se guarda barcos (armação de vigas de madeira e telhado), pegar uma pequena ponte de madeira à direita, que passa por um manguezal.
       

       
      Neste ponto um caiçara nos alertou sobre uma casa que tinha um cachorro bravo e falou para gente levar uns pedaços de “pau”, mas ele acabou indo junto e realmente passamos pela casa com o cachorro chamado “Barulho”, onde sua dona ficava gritando: Não Barulho, eles são amigos!
       
      Passamos por mais um riozinho e começamos realmente a travessia! Sentimos o peso do sol e da íngreme subida em meio a um sapezal.
       
      Dica: não olhe para frente, senão desanima. Olhe o chão e quando parar para descansar nas raras sombras olhe para trás! A vista é maravilhosa!
       

       
      Depois que a subida acabou, entramos na trilha em meio a Mata Atlântica, o sol não chegava mais ao solo, o que nos deu um novo ânimo.
       
      A trilha estava bem aberta devido ao evento X-Terra que aconteceu no meio do ano passado. Além disto é bem demarcada, com cortes nos troncos no decorrer de toda a trilha.
       

       
      A trilha passa entre 2 pedras, é uma vista diferente, pois tudo que você vê são árvores .
       
      Chegamos num terreno mais plano e em alguns lugares tinha atoleiro. Já li relatos sobre este local como charco, mas estava bem mais seco do que eu pensei... Os nativos chamam de Charco das 7 Voltas, onde muitas pessoas costumam se perder.
       
      Vimos várias demarcações nas raízes das árvores, expostas bem no meio da trilha. Depois de passar pelo mesmo riacho que dá 7 voltas, chegamos numa região de bambuzal, onde o dono da Fazenda Indaiauba faz a captação de água. Esse cara é zica, ele é o rei da soja no Brasil e seu filho era dono da Sagatiba, que foi vendida para Campari. Paramos para descansar neste ponto, onde tem uma placa indicando a trilha dos Castelhanos (se fizer a trilha sentido Bonete x Castelhanos). Continuamos seguindo as tubulações de água e saímos no portal de pedras. Descendo a "rua", sai na praia.
       

       
      Seguindo o calçamento de pedras, à direita, há uma cachoeirinha. Continuar em frente e na bifurcação manter a direita. O calçamento acaba e começa a trilha novamente, sentido Praia das Enxovas.
       
      Chegamos novamente em outro rio, este mais largo um pouco, mas a água não chegava nem na cintura. Seguimos o rio numa trilha paralela, que nos levou à praia, com um quebra-mar feito de pedras empilhadas de fora a fora. Acredito que tenha sido obra dos moradores.
      Não sabíamos muito bem em que direção seguir, então o Álvaro perguntou na vila dos caiçaras. Atravessamos o rio, passamos por um bananal e continuamos na trilha que saía do final da praia. No caminho, havia uma árvore caída e tivemos que pisar em seu tronco (que já estava na direção da pirambeira).
       
      Começamos avistar o Bonete e eu falava: agora está chegando, mas ninguém acreditava em mim... Acho que nem eu mesma acreditava, mas não podia desanimar!
       

       
      Ao chegarmos na região plana, vimos uma placa indicando: Praia à 600 m, mas mais pareciam 6 km. Enfim, chegamos na praia, depois de 9 h de percurso. Conheço pessoas que já fizeram em 6 h e os caiçaras fazem em 3:30 h e se duvidar ainda descalços! Kkk
       
      Arranquei meu tênis, ufa! Que alívio! Caminhei até o ribeirão no canto esquerdo da praia e sentei na água do jeito que estava. Fiquei relaxando e um caiçara estava mexendo em seu barco. Perguntei o preço para nos levar até a Praia do Perequê, pois neste momento não queríamos nem pensar em andar mais. O valor foi R$ 60 por pessoa.
       
      Para dormir nos dividimos: 4 foram para a Pousada da Dona Rosa, a mais barata do Bonete: R$ 45 a diária com café-da-manhã. Meu marido, meu brother e eu ficamos no Camping da Vargem, com chuveiro aquecido a gás (R$ 20 a diária). No Bonete toda a água é tratada pela prefeitura, tem Posto de Saúde, orelhão via satélite, luz durante toda noite e na pousada tinha até Wi Fi!
       
      Tomamos banho e fomos comer um marmitex de R$ 10 com peixe. Ficamos um pouco na praia, tinha um pessoal fazendo lual e depois fomos descansar.
       
      Na manhã seguinte o cara do barco, de apelido Feijão passou no Camping e combinamos sair às 10 h. O barco tinha 4 lugares e nos dividimos novamente: Alvaro, Biro e a Luciana foram pela trilha (que eu já conhecia) e o restante foi de barco. O que foi muito bom, pois nunca tinha andado de barco! Levamos toda a bagagem e em 50 minutos estávamos na Praia do Perequê. O pessoal que foi pela trilha, fez em 3:30h até o ponto final do ônibus em Borrifos. E assim acabou esta aventura!
       

       
      Para ver mais fotos e outros relatos acessar [linkbox]http://trilhegal.blogspot.com.br/[/linkbox]


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