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Gabs Palhares

Trilha da praia do Bonete + praia das Enchovas em Ilhabela

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    • Por xxcharles
      Eaee Mochileirosss
       
      Eu não me canso de fazer relatos ruins ... ;D
       
      Já tinha feito esta trilha para o bonete, mas não com uma cargueira, alias, foi a primeira trip com cargueira q fiz ... como td marinheiro de primeira viagem, c coloca coisa demais, ela fik bem pesada, e isso te atrapalha bastante ;D
      Não organizamos muito bem o horario de partida, e academos pegando o final da trilha no escuro ;D (experiencia nova .. ate q legal ;D)
      O Bonete é uma vila de pescadores q fica atrás da ilha, para se ter acesso, somente por trilha com a sola do pé mermo, ao chegar em são sebastião, pega-se a balsa para ilhabela, e um ônibus que vai ate a entrada da trilha para o bonete, o nome do ônibus é "BORRIFOS", a trilha não tem segredo, ta mais pra uma estrada, é bem aberta e sem bifurcações, mas é uma caminhada boa, cerca de 12 a 15 km, após 01:30 de caminha (com cargueira), encontra-se a "CACHOEIRA DA LAGE"
       

      Cachoeira da Lage - Ilhabela (parte debaixo onde se escorrega)
       

      Cachoeira da Lage - Ilhabela (parte de cima pocinho legal ;] )
       
      Após passar a cachoeira da lage, avista-se facilmente a continuação da trilha, então começa uma loooongggaaaaaa caminhada ate o areiado, outro ponto de referencia que da para se refrescar, e tirar umas fotos, pois é uma belacachoeira com sua agua limpida e suas pedras claras.
       

      Cachoeira do Areiado - Ilhabela
       
      e Continua a caminhadaaaa, so q agora é pior, pois tem muitas subidas, para ter acesso ao mirante que avista-se o bonete, cerca de 1:30 de caminhada novamente.
       

      Mirante Bonete -Ilhabela
       
      Quando vc ve o mirante é uam visão surpreendente, e vc pensa UHULLL CHEGO ... mais ow menos ainda tem uma descidinha boa ;D
      existem mais uam cachoeirinha no caminho so que não tirei foto =/ ...
      iniciamos a trilha por volta das 3:00, e chegamos por volta de 8:00, foi um tempo razoavel já que paramos para tomar alguns banhos nas cachoeiras.
      procuramos o camping guapuruvu, pois ja me haviam dito que é um dos melhores de instalação , tem ate uma lanchonetizinha, mor barato as coisas, R$ 15,00 uma pizza, R$ 3,00 um hamburguer ;D ... mas nos fizemos nossa comida mesmo já que levamos muiiiiita coisa...
       

      Camping Guapuruvu - Ilhabela
       
      Dormimos pois estamos podre de cançasso, e no dia seguinte estava mor chuva =/ perdemos praticamente a manhã intera, mas eu como sou pilhado agitei par airmos fazre a trilha ate enchovas na chuva mermo ... não consigo ficar sem fazer nd ;D, praia linda cheia de borrachudos ;D
      ,
      a trilha para a praia do lado enchovas, começa logo ao lado do poço formoso q fica atrás da vila, para ter acesso a ele, pega-se a rua do lado da igreja, e vai seguindo a direção q da pra andar, ate o Mcbonete, então começa do lado uma estradinha de terra que dá ao poço formoso, atravessando este poço encontra-se a trilha para enchovas. existe um mirante lindo no caminho.
       

      Mirante sentido Bonete - Ilhabela
       

      Praia Enchovas - Ilhabela (com chuva =[ )
       
      A praia de enchovas é bem distinta, pois possui muitas pedras na sua orla (é assim que chama a parte de areia ?), mas muioto bela também, com um rio ao centro, nesta praia moram apenas 2 familias de pescadores, outra coisa boa é q tem coqueiros, ou seja tem cocos verdes , achem uma faca enferrujada no chão como nós e abra os cocos e se delicie ...
       

      Praia Enchovas - Ilhabela
       

      Praia Enchovas - Ilhabela
       
      o
      Como estavamos sendo comidos vivos pelos borrachudos, voltamos para o bonete, e aproveitamos para ficar no poço formoso (breve coloco a foto).
      voltamos para o camping, tomamos um banho, que de nada adiantou, pois fomos dar uns mergulhos na praia do bonete, e no Rio do bonete, ao lado da praia.
       

      Rio Bonete - Ilhabela
       
      Estava entardecendo, então voltamos para o camping, durmimos e decidimos ir de barco embora, pois a betinah e o jaiminho estavam muito cançados e destruidos, hora chata =[, saber que tem q ir embora =/.
       

      Hora de ir embora =[
       

      Barquinho enjuativo... (canoa)
       
      ;]
      Depois foi so alegria, de volta pra balsa, pro onibus, e tralala lalal lala ...
       
      ;]
      !! fiquem com Deus !!
       

    • Por Chrisp
      A ideia pra essa trilha eu colhi aqui mesmo lendo os relatos com fotos de jararacas e caninanas que assustaram minha noiva que quase nos fizeram desistir. Mas eu disse “Relaxa! Muitas pessoas vão lá e só vi estes dois relatos de encontro com cobras, não vai acontecer com a gente”. Nunca acontece com a gente. Até acontecer.
       
      Essa trilha tem inicio no final da Rua Morro da Cruz, da pra ir de carro até a entrada. Quem estiver de ônibus vai enfrentar uma caminhada de 1 km morro (íngreme) acima a partir da av. principal (a rua que tem que subir fica ao lado de uma igreja Assembleia de Deus).

       
      Na entrada encontramos uma senhora que era a monitora responsável pelo local. Bem simpática, pediu pra gente preencher alguns formulários (onde na volta a gente deixa nossas impressões sobre a trilha), deu algumas dicas (levar água, lanche, repelente e tal). Disse que o dia estava movimentado, mais de 50 pessoas já tinham começado, o que ajudaria a afastar as cobras do caminho (mentira!).
       
      Começamos às 10h25 nossa jornada de 3,7 km de subida. O inicio é uma região sem floresta, só mato, que ao contrário das fotos antigas que havia visto, estava MUITO grande e fechado (inclusive perigoso pois dificultava a visualização de animais). Saca só (sim, isso é a trilha):

       
      Depois de 15 minutos de caminhada no matagal, você vai encontrar um pequeno mirante de madeira, com bancos pra sentar e uma boa vista.

       
      Mais um pouco de caminhada e encontramos o primeiro animal peçonhento e perigoso no meio deste matagal. Tentei cutucar ela pra longe com um pedaço de madeira mas ela entrou em posição de ataque igual caranguejo. Depois de um pequeno esforço consegui arremessa-la pro canto da trilha e passar pulando por ela.

       
      Outros 15 minutos de caminhada e finalmente chega a floresta. A trilha é bem demarcada, não tem como se perder, ta bem cuidada, com degraus por todo o caminho e escadas para os trechos mais difíceis. Alcançamos a plaquinha que indica 2km as 11h40 e a dos 3km as 12h30, num total de 2 horas desde o inicio. Ritmo forte que cobrou seu preço na volta....

       
      Abaixo o famoso bambuzal que tem que passar quase rastejando.

       
      Chegando no topo você encontra uma placona e outra plaquinha indicando a altitude de 1048 metros e tem dois caminhos a seguir: À esquerda, onde tem uma escadinha (antigamente era só uma cordinha) você vai para o verdadeiro pico. À direita (ou frente, não lembro bem) sai no falso pico. Fomos no falso primeiro. Chegamos lá as 12h55 – Total da subida em 2h30 – ridiculamente cansados. 3,7 km não é uma grande coisa, mas quando você em consideração o percurso inteiro é subindo degraus, a coisa muda...

       

       
      Trocentas fotos depois, fomos para o verdadeiro pico, onde após uns 30 min de descanso e mais um zilhão de fotos, começamos a descidas as 14h00

       
      Na descida as pernas já estavam bambas e fraquejando, a atenção com a trilha já não estava muito alta e após uma pequena curva eu quase piso em uma jararaca. Minha noiva gritou na hora exata, de forma que eu joguei todo o peso do meu corpo pro lado oposto da cobra, cai no matagal e a cobra foi pro outro lado. Um passeio até então divertido (e cansativo) podia ter um final triste. Então, fica a dica: Não confiem na sorte, esta trilha tem muita cobra (veja como ela fica super camuflada), muito animal peçonhento, usem perneira ou qualquer coisa que te proteja. Não vale a pena se arriscar.

       
      Chegamos no final da trilha as 15h30. Num total de 1h30 de descida.
      Vou aproveitar e deixar uma dica de lugar bom e barato pra comer. Indo rumo à balsa, tem um supermercado Frade (Av Princesa Isabel, 1.126) que serve refeições de arroz, salada e uma panqueca enorme por R$ 8,50 com bebidas a preço de mercado mesmo. Além disso tem um subway ali perto;)
       
      No mais, levem água, lanche e tentem subir devagar, com mais paradas. A gente subiu rápido demais e ficamos acabados depois.
      De ponto negativo nesta trilha, tirando os perigos, é que não existem muitas atrações no caminho. De interessante e legal mesmo só o pico.
       
      Outros relatos que podem ajudar:
      caminhada-ao-topo-dos-picos-do-baepi-e-do-sao-sebastiao-ilh-t30955.html
      pico-do-baepi-ilhabela-sp-o-verdadeiro-topo-t93585.html
       
      Acho que é só, qualquer dúvida é só perguntar.
    • Por gutotm
      Depois de muito tempo querendo conhcer a praia do Bonete em Ilhabela, enfim conseguimos juntar um final de semana de sol com todos de folga. Partimos eu, a Adriana e o João para Ilhabela bem cedo, antes das 6h da manhã. Aqui vai uma primeira dica: para quem vai descer pela Tamoios, assim que passar Paraibuna, tem um lugarzinho a direita, com uma placa de café da manhã. Resolvemos parar nele e gostamos muito! Um café da manhã caipira, a vontade, muito bem servido, por R$5 por pessoa.
      Todos bem alimentados, seguimos viagem e começamos a descida da serra. Passa São Sebastião, balsa, alguns quilômetros sentido sul da ilha, pequeno trecho de estrada de terra e chegamos ao estacionamento. Outra dica: esse último estacionamento fica bem na entrada da trilha mesmo, no final da estrada. Existem alguns outros antes, mas se ficar neles é preciso andar mais um pouquinho antes da trilha.
       

       
      Toda a trilha até a praia do Bonete é formada por uma antiga estrada, onde nos anos 80 foi constuida uma ligação até o Bonete. De acordo com o que conversamos com um morador antigo de lá, essa estrada até chegou a funcionar, mas como não teve nenhuma manutenção e não terminaram a pavimentação, a floresta retomou o que era seu. Em muitos trechos as pedras e a vegetação já tomaram todo o caminho. Ainda assim não existe nenhum risco de se perder. O maior problema é aguentar as subidas e descidas, pois apesar da trilha não ser tão extensa e não haver grandes obstáculos, o percurso é cansativo.
       
      Ainda bem que sempre existem as recompensas. Após apenas 1h de trilha há um atalho para a Fazenda Lage, onde se tem uma belíssima vista. Lá encontramos o Luc e a Flor, dois cãezinhos que viraram nossos amigos e nos acompanharam durante toda a viagem, inclusive na volta de barco! Mais 300m adiante se encontra a cachoeira da Lage. Além de alguns poços de água cristalina e de uma queda d'água maravilhosa, ainda podemos nos divertir num tobogã natural.
       
      Depois de mais 1h de caminhada chegamos a um riacho, onde é preciso tirar os tênis e levantar as mochilas para passar. Nesse riacho parece que fica a cachoeira do Aerado. Demos uma procurada mas não achamos nada, apenas alguns poços e pequenas quedas. Não sei se isso já era a cacheira, mas não me pareceu. De qualquer forma o lugar também é muito bonito e propício para um lanche. É bom curtir bastante esse paraíso, porque depois disso o caminho fica mais puxado, com mais descidas e subidas.
       
      Pouco mais de uma hora depois chegamos no mirante onde é possível ter mais uma linda visão, agora já da praia do Bonete. Depois disso é apenas mais uma descida até a praia, demora um pouco, mas depois que se tem a visão do paraíso final, tudo parece ficar mais fácil. Assim, antes do entardecer ainda foi possível chegar e tomar um banho de mar, para dar aquela limpada na alma.
       
      Passamos a noite no camping do Eugênio, que apesar de bem simples e pequeno, tem uma estrutura muito legal, com banho quente, lugar pra fazer comida e moradores muito hospitaleiros (R$15 por pessoa).
       
      No dia seguinte, eu e o João (sempre acompanhadoss dos nossos fiéis escudeiros, Luc e Flor) acordamos por volta das 5h da manhã para subir no morro do Carvão e pegar o sol nascendo. Depois seguimos rumo à praia das Enxovas, outro lugar muito diferente, uma praia coberta de pedras, onde, pelo que percebemos, existe apenas um morador. Voltamos para o Bonete. Após isso foi apenas curtir o calor do dia e a água do mar.
       
      Nós voltaríamos de canoa, combinamos o valor de R$25 por pessoa com o Ademir, um dos vários moradores que fazem a travessia. Chega a hora, todo mundo apertadinho (inclusive a Flor e o Luc) dentro da canoa, e nada do motor ligar. Mexe daqui, fuça dali, e nada. A tarde já estava na metade e nada de conseguirmos voltar. Por sorte apareceu outro cara com uma lancha e fez pra gente pelo valor de R$30 por pessoa, que era o máximo que tinhamos. Ainda, antes de partir, todo mundo tirando as mochilas das costas e ajudando a levar a canoa "pifada" para a areia... Antes pretendíamos voltar na caminhada mesmo, mas acho que voltar de barco vale a pena. Pelo caminho passamos por lindas paisagens até o estacionamento Nova Iorque. Infelizmente esse não era nosso estacionamento. Assim tivemos ainda que caminhar mais uma meia hora até chegarmos ao nosso carro. O João ainda caminhou até a Fazenda Lage para entregar o Luc e a Flor aos seus donos. Daí pra frente foi só partir com lindas lembranças desse lugar incrível.
       
      Informações úteis:
      - Trilha de 15 km que tem seu início na Ponta da Sepituba, que fica uns 2 km do ponto final.
      - Para chegar no inicio da trilha pega-se o ônibus de nome Borrifos próximo da balsa. Próximo a trilha tem estacionamento para quem vai de carro (R$10/dia ou R$15/pernoite).
      - Após 1 hora de caminhada chega na cachoeira da Lage. Pegue o atalho pela Fazenda Lage, tem um mirante lindo e anda economiza alguns minutos.
      - Depois tem uma corredeira próximo a cachoeira do Aereado. Aqui é preciso entrar à esquerda e ir escalando as pedras por aproximadamente 100m para chegar à cachoeira do Areado.
      - Depois de avistar a praia do alto, tem uma pequena trilha que leva a uma pedra onde se tem uma vista paradisíaca do Bonete.
      - Ainda antes de chegar na praia se passa por uma outra cachoeira, pequena mais muito bonita.
      - Do Bonete até a Praia Enchovas leva 30 minutos e mais 50 minutos até a praia Indaiatuba.
       
       
      Algumas fotos:
      https://picasaweb.google.com/103522818058604480221/08102011PraiaDoBoneteIlhabela
       
      Outros relatos no nosso blog:
      http://projetoandancas.blogspot.com
    • Por Bruna Gramolelli
      Vou para Ilhabela desde 1982 e já fazia um bom tempo que pretendia fazer esta travessia.
       
      Chegamos em Ilhabela na madrugada do dia 20 para 21 de Dezembro de 2013 e pernoitamos na casa da minha família.
       
      Estávamos num grupo de 7 pessoas: Biro (marido), Carlos (irmão), Luciana e Andrea (amigas), Massa (amigo do meu irmão), Álvaro (amigo caiçara artista) e eu.
       
      Por volta das 8 h da manhã do dia 21/12 (sábado) levei meu irmão e o Massa até o mirante da Estrada dos Castelhanos e de lá eles iam continuar a pé. A estrada estava parecendo um tapete, melhor que muitos asfaltos de São Paulo. Agora há limite de carros, jipes e motos para ir à Praia dos Castelhanos e pode subir até às 14 h.
      Não pude ir com o meu Gurgel X-12 levando a galera, pois não tinha quem o trouxesse de volta dos Castelhanos, então decidimos alugar um jipe para nos levar.
       

       
      Por volta das 11 h da manhã o jipe da Ilha Adventure passou para pegar o restante do pessoal. Eles cobraram R$ 50 por pessoa, pois só faríamos o caminho de ida. Chegamos no Castelhanos meio-dia. Meu irmão e o Massa já tinham armado as barracas e estavam cansados de nos esperar. Os sortudos conseguiram uma carona!
      O melhor camping do Castelhanos, para mim, é o Camping do Léo. É bem limpo, banheiro grande com água quente e papel higiênico. Coberturas de lona para acampar em baixo, pias espalhadas pelo camping, churrasqueiras, tomadas e energia elétrica até às 22 h. Só não tem água tratada, vem direto da cachoeira. Mas é potável, porque não morremos, nem ficamos doente, kkkkkk! A diária por pessoa foi R$ 10.
       

       
      Nos acomodamos e almoçamos no restaurante próximo ao camping (R$ 17 PF com peixe e salada), pra quem conhece, o bar/restaurante era do Canindé, figura incrível, usava óculos fundo de garrafa e contava estórias de ET.
       
      Depois fomos fazer a trilha da Cachoeira do Gato ou Véu de Noiva, como preferirem. Olhando a praia de frente, deve-se caminhar para a esquerda e ir até o final da praia, próximo ao bar do Fernando. De lá tem uma placa indicando a trilha, que passa através da vila dos moradores e em aproximadamente meia hora de caminhada chegamos para ver a obra da natureza com 80 metros de queda! Tem um poço que pode ser alcançado andando por cima da laje de pedra (muito cuidado, pois é escorregadio).
       

       

       
      Na volta resolvemos passar no mirante, que eu esqueci o nome, mas é uma pedra com uma escada de alumínio chumbada. Pegar a “trilha” que sai do lado esquerdo do bar do Fernando, subir a esquerda na escada (cimento), passar pelo portão e entrar na vila dos moradores, à direita tem uma placa indicando o mirante. Basta subir por um gramado, onde tem o alicerce de uma casa e seguir em frente, a trilha estava fechadinha, vegetação de sapezal. Logo avistará a enorme pedra! São só 10 minutos, mas que valem muito a pena!
       

       
      Depois voltamos para o Camping e ficamos curtindo a praia e os borrachudos e como tinha desta vez! Ou você ficava na água ou colocava calça e meia.
      Nossa janta foi pão com salame, mas o restaurante serve comida até às 19 h. Ficamos jogando conversa fora e olhando o céu estrelado, maravilhoso por sinal! Por volta das 23:30 h surpreendentemente a lua cheia começa nascer, mais parecia o sol!!! Nunca tinha visto tal espetáculo!!! Sem palavras, foi sensacional! Os créditos da foto vão para o Massa!
       

       
      Começamos a caminhada às 8:30 h. A trilha sai do lado direito (olhando para praia) e já começa numa subida leve, barro vermelho e é bem aberta. Depois de meia hora, passamos pela Praia Mansa, pequena, com uma escola e muitos barcos de pescadores. Continuamos e cruzamos um riozinho, que é normal, pois Ilhabela possui mais de 300 nascentes de água.
       

       
      Em 45 minutos alcançamos a Praia Vermelha e descansamos por uns 15 minutos no gramado de uma humilde residência, kkkk
       

       
      Passando esta casa e um local onde se guarda barcos (armação de vigas de madeira e telhado), pegar uma pequena ponte de madeira à direita, que passa por um manguezal.
       

       
      Neste ponto um caiçara nos alertou sobre uma casa que tinha um cachorro bravo e falou para gente levar uns pedaços de “pau”, mas ele acabou indo junto e realmente passamos pela casa com o cachorro chamado “Barulho”, onde sua dona ficava gritando: Não Barulho, eles são amigos!
       
      Passamos por mais um riozinho e começamos realmente a travessia! Sentimos o peso do sol e da íngreme subida em meio a um sapezal.
       
      Dica: não olhe para frente, senão desanima. Olhe o chão e quando parar para descansar nas raras sombras olhe para trás! A vista é maravilhosa!
       

       
      Depois que a subida acabou, entramos na trilha em meio a Mata Atlântica, o sol não chegava mais ao solo, o que nos deu um novo ânimo.
       
      A trilha estava bem aberta devido ao evento X-Terra que aconteceu no meio do ano passado. Além disto é bem demarcada, com cortes nos troncos no decorrer de toda a trilha.
       

       
      A trilha passa entre 2 pedras, é uma vista diferente, pois tudo que você vê são árvores .
       
      Chegamos num terreno mais plano e em alguns lugares tinha atoleiro. Já li relatos sobre este local como charco, mas estava bem mais seco do que eu pensei... Os nativos chamam de Charco das 7 Voltas, onde muitas pessoas costumam se perder.
       
      Vimos várias demarcações nas raízes das árvores, expostas bem no meio da trilha. Depois de passar pelo mesmo riacho que dá 7 voltas, chegamos numa região de bambuzal, onde o dono da Fazenda Indaiauba faz a captação de água. Esse cara é zica, ele é o rei da soja no Brasil e seu filho era dono da Sagatiba, que foi vendida para Campari. Paramos para descansar neste ponto, onde tem uma placa indicando a trilha dos Castelhanos (se fizer a trilha sentido Bonete x Castelhanos). Continuamos seguindo as tubulações de água e saímos no portal de pedras. Descendo a "rua", sai na praia.
       

       
      Seguindo o calçamento de pedras, à direita, há uma cachoeirinha. Continuar em frente e na bifurcação manter a direita. O calçamento acaba e começa a trilha novamente, sentido Praia das Enxovas.
       
      Chegamos novamente em outro rio, este mais largo um pouco, mas a água não chegava nem na cintura. Seguimos o rio numa trilha paralela, que nos levou à praia, com um quebra-mar feito de pedras empilhadas de fora a fora. Acredito que tenha sido obra dos moradores.
      Não sabíamos muito bem em que direção seguir, então o Álvaro perguntou na vila dos caiçaras. Atravessamos o rio, passamos por um bananal e continuamos na trilha que saía do final da praia. No caminho, havia uma árvore caída e tivemos que pisar em seu tronco (que já estava na direção da pirambeira).
       
      Começamos avistar o Bonete e eu falava: agora está chegando, mas ninguém acreditava em mim... Acho que nem eu mesma acreditava, mas não podia desanimar!
       

       
      Ao chegarmos na região plana, vimos uma placa indicando: Praia à 600 m, mas mais pareciam 6 km. Enfim, chegamos na praia, depois de 9 h de percurso. Conheço pessoas que já fizeram em 6 h e os caiçaras fazem em 3:30 h e se duvidar ainda descalços! Kkk
       
      Arranquei meu tênis, ufa! Que alívio! Caminhei até o ribeirão no canto esquerdo da praia e sentei na água do jeito que estava. Fiquei relaxando e um caiçara estava mexendo em seu barco. Perguntei o preço para nos levar até a Praia do Perequê, pois neste momento não queríamos nem pensar em andar mais. O valor foi R$ 60 por pessoa.
       
      Para dormir nos dividimos: 4 foram para a Pousada da Dona Rosa, a mais barata do Bonete: R$ 45 a diária com café-da-manhã. Meu marido, meu brother e eu ficamos no Camping da Vargem, com chuveiro aquecido a gás (R$ 20 a diária). No Bonete toda a água é tratada pela prefeitura, tem Posto de Saúde, orelhão via satélite, luz durante toda noite e na pousada tinha até Wi Fi!
       
      Tomamos banho e fomos comer um marmitex de R$ 10 com peixe. Ficamos um pouco na praia, tinha um pessoal fazendo lual e depois fomos descansar.
       
      Na manhã seguinte o cara do barco, de apelido Feijão passou no Camping e combinamos sair às 10 h. O barco tinha 4 lugares e nos dividimos novamente: Alvaro, Biro e a Luciana foram pela trilha (que eu já conhecia) e o restante foi de barco. O que foi muito bom, pois nunca tinha andado de barco! Levamos toda a bagagem e em 50 minutos estávamos na Praia do Perequê. O pessoal que foi pela trilha, fez em 3:30h até o ponto final do ônibus em Borrifos. E assim acabou esta aventura!
       

       
      Para ver mais fotos e outros relatos acessar [linkbox]http://trilhegal.blogspot.com.br/[/linkbox]
    • Por Augusto
      E aí pessoal.
      Pretendo contornar Ilhabela, saindo de Sepituba, na parte sul da Ilha, passando pelo Bonete e chegar na Praia de Castelhanos. Porém, quero ir até a Ponta do Diogo, se houver alguma trilha p/ se chegar lá.
      De Castelhanos irei até a Praia da Serraria e de lá se houver alguma outra trilha, chegar até a Praia do Jabaquara completando o contorno da Ilha.
      Alguém tem algumas infos sobre essas praias e essas trilhas p/ q possa me ajudar, pois só conheço a Trilha de Sepituba ao Bonete?
       
      Pretendo fazer isso em Janeiro.
       
      Abcs.


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